Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 19 DE Setembro 2011
Finta Finta

Várias personalidades desportivas e não só lotaram a sala da mediateca do BCI na capital do país para assistir o lançamento do “Finta Finta“, um livro sobre futebol moçambicano.

 

 

A obra é de autoria da jornalista italiana Paola Rolletta e retrata a história do futebol moçambicano através de 31 jogadores e técnicos que colocaram o nome de Moçambique pelo mundo desde os anos 50.

 

 

Entre os craques da bola destacam-se desde Costa Pereira até Dominguez, passando por Matateu, Mário Coluna, Eusébio, Shéu, Calton Banze, Tico-Tico, entre outros.

 

 

Segundo a autora, Finta Finta é uma homenagem a todos os jogadores e técnicos moçambicanos, famosos e anónimos e fazedores da história do futebol moçambicano.

 

 

O livro centra os retratos de quanto o futebol contribui para o desenvolvimento do país.

 

 

Alguns futebolistas no activo e outros reformados enaltecem o trabalho desenvolvido por Paola Roleta.

O livro tem 224 páginas, em edição bilingue Português/Inglês.

 

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 12:09
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fogo-de-artifício

Foi com explosivos que aproximadamente dez técnicos sul-africanos prepararam a prometida emocionante cerimónia de encerramento, dos X Jogos Africanos, na noite do Domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto. Foram ao todo três mil explosivos que durante três minutos deram cor a festa.

 

 

Um trabalho bastante delicado que levou três dias e com direito a protecção da polícia. Esta é a mesma equipa que fez o lançamento do fogo-de-artifício na cerimónia de abertura.

 

 

Mas afinal, como é que o sistema de fogo-de-artifício? Perguntamos a Justin Meyer.

 

 

Nós temos um dispositivo eléctrico que conectamos a uma tomada eléctrica e é isto que faz a explosão através duma pressão que leva 4 segundos para explodir e ir ao ar, este dispositivo contem o material especificamente feito para fogos de artifício e desfaz-se lá no ar.

De acordo com o programa facultado pelo Comité Organizador dos Jogos Africanos, a cerimónia iniciou às 19 horas, sendo que a mesma deve o seu término às 20h30.

 

 

Os portões abriram às 13 horas, sendo que desta vez a entrada foi gratuita.

 

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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sinto-me:
Computador

Depois dos atletas que antes de abandonarem o país transformaram-se em autênticos ladrões ao usarem das suas mãos cumpridas para saquearem dos quartos onde estiveram hospedados ferros de engomar, toalhas de banho, roupa de cama entre outros, agora é a vez dos jornalistas.

 

 

Uma ponta final dos jogos africanos algo incaracterística! Jornalistas para já desconhecidos que terão se aproveitado da distracção dos seguranças para atribuírem-se medalhas chamadas computadores instalados na sala de imprensa.

 

 

Um retrato escandaloso e vergonhoso, principalmente quando se trata de pessoas que a partida tem obrigação de ser exemplares, algo que até há poucos dias tinham de resto conseguido ser, mas estranhamente esta semana ao se contabilizar os computadores portáteis, o pessoal concluiu o que antes era impensável. Roubo.

 

 

Principais suspeitos: Dói dizer, mas vamos ter a humildade: Jornalistas, assim como nós, que para além de computadores tem quase sempre aqui uma refeição garantida.

 

 

Segundo uma fonte não autorizada, a partida, acreditava-se que a devolução poderia acontecer, algo que tarda em acontecer. O sistema de atribuição dos computadores terá falhado, dado que para a requisição deste material informático o jornalista deve deixar o crachá, algo que não terá acontecido na ocasião, por isso quem também deve obrigar ao cumprimento escrupuloso da norma, também não está isento de culpas. São cerca de mil jornalistas entre nacionais e estrangeiros acreditados no país.

 

 

Mas o roubo de computadores estendeu-se igualmente ao Aeroporto Internacional de Maputo. Aqui a trabalhadora que ensaiou o roubo acabou por ter azar, uma vez que o sistema de vídeo vigilância ali instalado acabou por ser decisivo para ser frustrada a tentativa.

O Comité Organizador dos Jogos Africanos já tomou conhecimento destes casos, mas ainda não se pronunciou.

 

 

Se nos parques desportivos conquistam-se e perdem-se medalhas, a volta da realização há quem decidiu auto-medalhar-se. Estórias dos nossos jogos.

 

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 11:40
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Felicitação do PR a Custódio Muchate

INDUBITAVELMENTE, todas as condições estavam criadas para o ouro. Do ponto de vista desportivo e da super esperança do público, a cobiçada medalha era moçambicana. Porém, para a nossa desgraça, e a despeito da galhardia dos atletas, o ouro foi para os nigerianos, mercê da sua vitória por 62-57. Que triste sina, compatriotas…

 

Já se previa que o pavilhão do Maxaquene fosse registar, sábado à noite, uma enchente histórica. A final do torneio de basquetebol masculino dos X Jogos Africanos de Maputo-2011 constituía um atractivo que poucos citadinos se poderiam alhear ao gigantesco e desusado movimento iniciado logo pela manhã, na baixa da capital do país. As bilheteiras da “catedral” foram tomadas de assalto e as bancadas daquele complexo desportivo foram literalmente preenchidos cinco horas antes do início da contenda.

 

 

O ambiente era verdadeiramente infernal. Extraordinariamente colorido, com o vermelho a predominar. Bandeiras, cachecóis com a inscrição “Moçambique”, batuques, cornetas, apitos, cânticos, dísticos com vários dizeres, tudo servia para adornar o ambiente e torná-lo bastante festivo, no meio de um barulho ensurdecedor. Mesmo reconhecendo a qualidade basquetebolística da Nigéria, comparativamente superior à nossa, para aquelas milhares de almas entusiásticas a medalha de ouro não teria outro destino que não fosse Moçambique.

 

 

 

O Presidente da República, Armando Guebuza, também respondeu ao chamamento geral de “infernizar a Nigéria até ao ouro”, juntando-se ao seu povo, que nas bancadas cantava, dançava e rejubilava, à espera da preciosa hora do arranque do jogo para apoiar, acarinhar e puxar pelos seus briosos atletas, cuja carreira nesta competição foi agradavelmente maravilhosa.

 

 

Aliás, já havíamos dito e julgamos não ser redundante voltar a dizer: temos equipa, compatriotas! A estrondosa ovação que a selecção recebeu à entrada para o recinto do jogo, assim como no final, já consumada a não conquista da medalha de ouro, diz bem de estima, admiração e confiança que os moçambicanos depositaram nos seus basquetistas, sobretudo se se considerar que, à partida, eram vistos como “outsider” da prova.

 

 

Na entrega das medalhas e das flores, a Moçambique coube a prata, mas, sinceramente, a nossa equipa foi de ouro, e isso foi vincado face a uma Nigéria que se viu e desejou para vencer por cinco pontos (62-57).

 

 

E, depois das medalhas de ouro que lhes foram entregues pelo Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, os nigerianos, em festa, receberam o troféu das mãos do Presidente Armando Guebuza, que, seguidamente, se deixou fotografar com a nossa selecção. O bronze coube a Angola, que bateu Argélia pela marca de 74-58. Nos outros embates, Costa do Marfim venceu Ruanda por 75-62 e Egipto derrotou Cabo Verde por 82-78.

 

 

Classificação final: 1º Nigéria, 2º Moçambique, 3º Angola, 4º Argélia, 5º Egipto, 6º Cabo Verde, 7º Costa do Marfim, 8º Ruanda, 9º Mali, 10º África do Sul.

 

 

Entretanto, para além da prata do basquetebol, as competições fecharam sábado com mais uma medalha para o nosso país. Trata-se do bronze no taekwondo, ganho por Kelvin Viriato.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:26
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A expressão do desalento nacional

TANTO o seleccionador, o espanhol Joseba Garcia, como os próprios jogadores sabiam que não seria uma final fácil e, sobretudo, que este desafio não teria rigorosamente nada a ver com o anterior. Apesar de tudo, o treinador não quis inventar, alinhando a mesma equipa inicial: Fernando Manjate, Amarildo Matos, David Caniteve Jr, Custódio Muchate e Octávio Magoliço.

 

Reparando-se nas alturas, os nigerianos eram francamente superiores, no entanto, a ousadia e a forma destemida de jogar da nossa selecção ajudava a superar essa vicissitude. Mesmo assim – e isso terá contribuído grandemente para o desnível no marcador, a favor da Nigéria – foi notório que os atletas acusaram demasiadamente a responsabilidade de uma final e se deixaram nortear pelo nervosismo, daí os falhanços incríveis debaixo da tabela, para além de insistentes e desnecessárias tentativas de triplos sem nenhum resultado.

 

 

 

Mais serenos, os nigerianos aproveitaram-se deste atabalhoamento para controlar o jogo, sobretudo porque a batalha nas tabelas lhes era favorável e ganhavam grande parte dos ressaltos, embora o seu nível de concretização também fosse baixo. Aliás, a Nigéria é um time que definha e cede facilmente quando é pressionado. Para ilustrar esta realidade, basta dizer que quando Stélio Nuaila se encarregou de vigiar o “play-maker” A. Usman, retirando-lhe a capacidade de movimentação, a equipa baixou drasticamente de produção ofensiva.

 

 

Ora, esta situação galvanizou a turma nacional, mais consequente na abordagem do jogo, mais objectiva nos contra-ataques e mais precisa nos lançamentos. Resultado: conseguiu reduzir a desvantagem de 10 pontos (8-18) para apenas um (17-18), isto é, uma recuperação de nove pontos em curto espaço de tempo.

 

 

À entrada para a etapa complementar julgava-se que o ritmo alucinante do segundo período iria se manter, mas sucedeu o contrário. O desacerto tomou conta dos atletas. Amarildo Matos se desencontrou consigo mesmo e, embora tacticamente a equipa estivesse bem e respondesse ao poderio dos nigerianos, a falta de clarividência acabava por emperrar tudo. O técnico preferiu rodar quase todos os jogadores, só que à máquina faltava algum óleo lubrificante. Fernando Manjate decidiu ser um “one man show”, através das suas clássicas entradas serpenteadas, mas coube a Augusto Matos, com um “smach”, acordar o pavilhão (43-46).

 

 

 

A decisiva etapa abre com um triplo de Magoliço (46-46). A equipa se empolgou e o público correspondeu. Foi uma fase extraordinariamente boa e que levou “ todo o mundo” já a acreditar no ouro, até porque Moçambique passou à dianteira no marcador. Todavia, como sói dizer-se, a pressa é inimiga da perfeição, daí que os nossos jogadores, na tentativa de fazer tudo à pressa, recuperar o esférico na defesa e correr imediatamente para a tabela contrária, acabava por se pressionar a si mesmos e permitir incompreensíveis perdas de bola.

 

 

Estes erros terão sido fatais, dado que a Nigéria, que devia estar em pânico, mostrou-se calma e soube gerir a situação, ganhando novamente o comando do marcador. A 18 segundos do fim, Sílvio Letela, dos 6.25 metros, reduz a desvantagem (57-60). Toda a gente clama por um novo triplo, mas, debalde. Ainda houve espaço para dois lances livres, porém, sem sucesso, tendo os nigerianos arrancado um “smach” final.

 

 

Alinharam e marcaram: Fernando Manjate (12), Samora Mucavele (2), David Canivete (8), Sílvio Letela (9), Augusto Matos (5), Amarildo Matos (0), Stélio Nuaila (3), Custódio Muchate (7), Octávio Magoliço (9), Pio Matos (0), Armando Baptista (2) e Sérgio Macuácua (0).

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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Selecção feminina

DEPOIS do inesperado quarto lugar – o objectivo eram os lugares do pódio – nos Jogos Africanos, a selecção nacional de basquetebol feminino está agora com as atenções viradas para o Afrobásquete Mali-2011, a ser disputado a partir da próxima sexta-feira em Bamako. Para o efeito, a turma moçambicana segue hoje viagem rumo àquela cidade, tendo no horizonte, uma vez mais, lutar pela conquista de uma medalha, facto que está perfeitamente ao seu alcance, considerando a magnífica caminhada que teve na Olimpíada continental, apesar do cruel desenlace.

 

Agora sob a batuta de Carlos Alberto Niquice (Bitcho), após o afastamento do espanhol Luiz Hernández, ao não conseguir os objectivos definidos para os Jogos Africanos, a turma moçambicana está adstrita ao Grupo “A”, juntamente com o anfitrião Mali, que é igualmente detentor do título, Tunísia, Costa do Marfim, Gana e RD Congo. Senegal, que no Maputo arrebatou a medalha do ouro, encontra-se no Grupo “B”, com os medalhados de prata e de bronze, Angola e Nigéria, respectivamente, assim como com a Guiné, Camarões e Ruanda.

 

 

Na jornada inaugural, na sexta-feira, Moçambique terá pela frente a Tunísia, que não esteve nos Jogos Africanos ontem terminados. Os outros embates são: Mali-Gana, RD Congo-Costa do Marfim, Senegal-Nigéria, Camarões-Angola e Ruanda-Guiné.

 

 

Após defrontar as tunisinas, a nossa selecção enfrentará, sucessivamente, RD Congo, Costa do Marfim, Mali e Gana, altura em que concluirá a primeira fase e, seguramente, com a transição para os quartos-de-final.

 

 

Neste Afrobásquete, cujo vencedor representará o continente nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a maior incógnita será o Mali, visto que, não tendo enviado para Maputo a sua selecção principal, ninguém sabe em que estado se encontra. As malianas preteririam os Jogos Africanos por um estágio na França, tendo como finalidade a revalidação do título e consequente qualificação para o maior evento desportivo planetário.

 

 

Entretanto, o novo timoneiro da selecção, que é coadjuvado nas suas funções por Sílvio Neves (Papaíto), não deverá contar com os préstimos de duas das 12 atletas que estiveram nos Jogos Africanos. Trata-se de Carla Silva e de Zinóbia Machanguana, daí que, para colmatar estas brechas, chamou Filomena Micato e Inguivild Mucauro, ambas rotinadas com as colegas da equipa nacional.

 

 

Só que, por razões académicas, Inguivild também não poderá viajar para o Mali, pelo que Moçambique estará no Afrobásquete com as seguintes 11 jogadoras: Deolinda Ngulela, Anabela Cossa, Valerdina Manhonga, Ana Flávia Azinheira, Deolinda Gimo, Odélia Mafanela, Leia Dongue, Ruth Muianga, Cátia Halar, Ondina Nhampossa e Filomena Micato.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:14
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Bandeiras

A ÁFRICA DO SUL foi a vencedora desta X edição dos Jogos Africanos Maputo-2011. Um feito incontestável dum país vizinho que investe em todas as áreas e com metas bem definidas. E foi bom que ganhou um país da região austral, porque o orgulho é todo nosso.

 

Cada país luta por si, em primeiro lugar. Mas há metas que são traçadas por regiões. Desta vez coube a África Austral acolher as olimpíadas africanas. A África do Sul acabou, sendo da região, por engrandecer a todos nós da SADC. É um feito do qual nos sentimos orgulhosos.

Moçambique acolheu os Jogos depois da desistência da Zâmbia. Mas mais do que ganhar o evento no capítulo desportivo, em jogo jogado (coisa impensável), a vitória dos moçambicanos esteve na organização.

 

 

A África do Sul conquistou os Jogos com 156 medalhas, sendo 61 de ouro, 55 de prata e 40 de bronze. O Egipto ficou em segundo lugar com 66 (32 de ouro, 14 de prata e 20 de bronze), enquanto a Nigéria, que coincidentemente amealhou a última medalha de ouro frente a Moçambique, no basquetebol masculino, terminou em terceiro com 98 (31 de ouro, 28 de prata e 39 de bronze).

 

 

Moçambique conquistou 12 medalhas, sendo quatro de prata e oito de bronze, mas o PALOP melhor classificado foi Angola, que ficou em 10º, com 26 (seis de ouro, 10 de prata e igual número de bronze).

 

 

O peso das medalhas neste tipo de competição acaba marcando diferença. Vejamos, por exemplo, o Burundi. Teve apenas uma medalha, mas colocou-se à frente de Moçambique, porque foi a de ouro. O Sudão teve duas, mas está um degrau acima das Seychelles que amealharam 14.

Portanto, ficou, mais uma vez, patente que a qualidade dos atletas neste tipo de competições é determinante.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:10
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AS selecções de futebol do Gana e dos Camarões conquistaram o primeiro lugar no torneio de futebol de masculinos e femininos, respectivamente.

 

O Gana venceu a África do Sul nos penaltes, por 4-2, após um empate a um golo no período regulamentar e no prolongamento. O golo da vitória foi apontado por Ahmed Adams, depois de Riaan, da África do Sul, ter falhado o penalte. Curiosamente Riaan tinha marcado o golo da sua equipa no decurso dos 90 minutos.  

 

 

Os Camarões venceram o Gana, por 1-0. O único tento da partida foi apontado por Ngono Madeleine, na segunda parte à passagem dos 50 minutos.

 

 

O golo surgiu na sequência de um cruzamento pela linha de fundo bem aproveitado por Madeleine, que cabeceou colocado, não dando hipótese de defesa ao guarda-redes do Gana, Mantey Patricia.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:35
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NUM jogo muito equilibrado entre a África do Sul e o Gana foi preciso o recurso aos penaltes. Neste capítulo, a selecção do Gana foi mais feliz e ganhou por 4-2. Ahmed Adams foi o autor do golo da vitória.

 

 

Em jogo jogado, o Gana foi a primeira selecção a criar perigo com Richard Mpong, aos 13 minutos, a efectuar um bom remate, valendo a intervenção do “keeper” contrário para canto.

 

 

Minutos depois, os comandados de James Appiah voltaram a criar perigo, desta vez por Otoo, que marcou três golos contra Moçambique, ainda na fase de grupos, a rematar forte de fora da área, levando a bola a passar um pouco ao lado do poste.

 

 

 Galvanizado com estes lances de ataque, o Gana cresceu no jogo e aos 39 minutos dispôs da situação mais flagrante de golo, quando Gilbert Fiamenyo, já dentro da grande área, cabeceou colocado mas valeu mais uma vez a atenção do guarda-redes Brilliant Khuzwayo.  

 

 

Na segunda parte, a África do Sul equilibrou a balança. Os sul-africanos, que na primeira parte não tinham conseguido causar apuros junto à baliza adversária, foram os primeiros a tentar de longe a sorte por intermédio de Nhlakanipho Sangweni.

 

 

Mas o Gana não deixava de espreitar o golo através de remates de longe. No entanto, coube aos sul-africanos, aos 69 minutos, a melhor situação de golo. Ace Bhengu isolou-se na grande área,   rematou sem colocação e permitiu a defesa do guarda-redes.

 

 

Numa fase de parada e resposta, os ganeses responderam de imediato com Otoo a rematar com muito perigo. A bola ainda roçou a trave.

O jogo ganhou algum ânimo e a África do Sul voltou a estar perto de inaugurar o marcador quando Riaan Eugene surgiu em boa posição para gizar as redes contrárias, no entanto Daniel Agyei voltou a estar bem entre os postes.

 

 

Aos 80 minutos o público delirou com mais uma situação iminente de golo para o Gana. E adivinhem quem foi o protagonista? Otoo, sempre ele, mandou uma autêntica bomba que só foi parada pela trave.

 

 

Mas se para o Gana a trave travou o golo, do lado da África do Sul a bola não gozou desse capricho e anichou-se no fundo da baliza de Daniel Agyei após um remate de Riaan Eugene aos 85 minutos.

 

 

A faltarem apenas cinco minutos para o final do tempo regulamentar, os comandados de James Appiah carregaram no acelerador e aos 91 minutos ganharam um penalte após um derrube de Wilson sobre Raschid Sumalia. Otoo, chamado a marcar, fê-lo com mestria, restabelecendo a igualdade. Minutos depois, o árbitro dava por terminado o período regulamentar.

 

Nos 30 minutos de prolongamento, 15 em cada parte, nota para o remate de Edwin Gymah que tentou colocar o Gana em vantagem mas Brilliant, com a ponta dos dedos, desviou a bola para canto. Este lance encerrou praticamente a primeira parte.

 

 

Nos segundos 15 minutos, nota para duas situações, o remate do avançado sul-africano Riaan e do ganês Nurudeen, ambos pouco por acima da trave.

 

 

Os penaltes eram então a única forma de decidir o jogo, o Gana foi mais feliz e ganhou por 4-2.

 

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Janny Sikazwe (Zâmbia), auxiliado por Moussa Bayere (Costa do Marfim) e Arsénio Marrengula (Moçambique). Quarto árbitro: José Rachide (Moçambique).

 

ÁFRICA DO SUL: Brilliant Khuzwayo; Katlego Pule, Sibusiso Mxoyana, Lehlonogolo Masalesa e Nhlakanipho Sangweni; Blessing Khumalo (Siyabonga Zulu), Themba Zwane,Vusumuzi Jabulani e Wilson Mkhwanazi; Ace Bhengu (Enrido Adolph) e  Riaan Eugene.

 

GANA: Daniel Agyei; Augustine Sefah, Mensah Asante (Mumuni Abubakar), Ahmed Adams e Richard Mpong (Frank Sarfo); Francis Morton, Osumanu Otoo,Prince Baffoe (Nurudeen Ali) e Rashid Sumaila; Edwin Gyimanh e Gilbert Fiamenyo.

 

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Wilson da África do Sul e Nurudeen Ali do Gana.

 

GOLOS:   Riaan Eugene (85 minutos) e Otoo (91 min)

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:31
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KELVIN Viriato conquistou a medalha de bronze no Taekwondo. O feito foi conseguido ontem na categoria de menos 87 quilos.

 

Com alguma sorte à mistura, Viriato só precisou de um combate para arrecadar o bronze e foi frente a um gabonês nos oitavos-de-final, tendo o moçambicano ganho por 10-8. Isto porque nos quartos-de-final não teve adversário e passou automaticamente para as meias-finais. Ao chegar às “meias”, Kelvin garantiu o bronze, visto que, no Taekwondo, o terceiro e quarto classificados têm direito a medalhas de bronze.

 

 

 

Mas o karateca nacional poderia ter chegado ao ouro ou prata se não tivesse perdido nas meias-finais diante dum nigeriano, por 16-1.

Entre os atletas nacionais que estiveram em acção no último dia de prova é de destacar, também,  a actuação de Meque Mário, nos menos 68 quilos, que venceu nos oitavos-de-final a um ruandês, por 18-3, mas nos “ quartos” perdeu diante de um nigeriano, por 12-6.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:27
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 País                          Ouro          prata        bronze         Total

1 África do Sul            61               55            40             156

2 Egipto                     32               14             20              66

3 Nigéria                    31                28             39              98

4 Tunísia                    29                26             13               68

5 Argélia                     22                 29            33               84

6 Quénia                     14                 14            22                50

7 Senegal                      8                  8             17                33

8 Camarões                   8                   5             20                33

9 Etiópia                        6                  10             12                28

10 Angola                      6                   10            10                 26

11 Zimbabwe                  6                     7              2                 15

12 Gana                         4                     5              8                  17

13 Maurícias                    4                     2               7                  13

14 Uganda                      4                     1                3                  8

15 Botswana                    2                     5               9                  16

16 Costa do Marfim           2                     5               8                  15

17 Gabão                          2                     2               1                   5

18 Sudão                           2                     0               0                   2

19 Seychelles                     1                      4               9                  14

20 Mali                               1                      2               2                   5

21 Ruanda                          1                      2                0                  3

22 Namíbia                          1                      1                5                   7

23 Burundi                            1                      0                0                   1

24 Moçambique                           0                               4                      8                        12

25 Congo                              0                       3                5                   8

26 Madagáscar                       0                       2                3                    5

27 Zâmbia                              0                       1                1                    2

28 Tanzania                           0                        1                0                    1

29 RDC                                  0                         0               6                     6

30 Lesotho                             0                        0                3                     3

31 Níger                                  0                      0                  2                     2

32Suazilândia                          0                      0                   2                     2

33 Líbia                                   0                       0                  1                      1

34  Libéria                                0                        0                  1                     1

35 São Tomé e Príncipe              0                        0                  1                      1

36 Togo                                    0                        0                   1                      1 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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Passagem de testemunho do Maputo para Brazzaville (A. Marrengula)

ENTRE nostálgicas lágrimas de um imperativo adeus, abraços e a promessa de um próximo encontro dentro de quatro anos para renovar a amizade e quiçá para ajuste de contas, caiu o pano, ontem à noite, no Estádio Nacional, sobre os Jogos Africanos, com Maputo a passar o testemunho a Brazzaville, hospedeiro do evento em 2015.

 

Depois de duas semanas de uma competição multidesportiva extraordinariamente animada e que vibrou e coloriu a capital moçambicana, os X Jogos Africanos Maputo-2011, com uma organização unanimemente considerada excelente e exemplar, considerando, sobretudo, o facto de a sua preparação ter sido em apenas dois anos, encerraram com uma cerimónia simples, mas com muito significado: era o fim de uma epopeia gravada em letras douradas e o seu adeus expresso nos rostos melancólicos dos atletas, que assim se despediam de um convívio desportivo memorável.

 

 

Com a presença do Presidente da República, Armando Guebuza, e de outros altos dignitários do Governo e do Estado moçambicanos, assim como das entidades desportivas continentais, o desfile dos atletas, desta vez sem se obedecer à rigidez de entrada por cada país, marcou o início da cerimónia, num desfile que também contemplou os jovens voluntários, cuja missão foi reconhecida como tendo sido externamente importante para o sucesso do evento.

 

 

 

 

Mas o momento mais solene e provavelmente o mais comovente viveu-se quando do mastro desceu a bandeira do Conselho Superior do Desporto de África (SCSA), que simboliza a Olimpíada continental, e o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, procedeu à sua entrega ao Ministro do Desporto e Educação Física do Congo, marcando assim a passagem do testemunho do Maputo, organizador dos X Jogos Africanos, para Brazzaville, que acolherá a XI edição em 2015.

 

 

À semelhança da abertura, coube ao Presidente da República declarar oficialmente encerrados os X Jogos Africanos Maputo-2011. Mas antes Armando Guebuza disse que quando o convívio é tão intenso como este as amizades tenras e renovadas reclamam por mais tempo para se consolidarem, as emoções ainda vão no seu rubro e os participantes ainda querem se conhecer mais e melhor, a despedida convoca lágrimas de emoção e antecipa saudades e redobrada vontade de se voltarem a encontrar.

 

 

 

O Chefe do Estado fez questão de agradecer a todos pela presença, pela amizade e, sobretudo, pela confiança que depositaram na capacidade dos moçambicanos organizarem esta Olimpíada africana em menos de dois anos. Guebuza referia-se, particularmente, aos dirigentes do SCSA, de outros organismos desportivos africanos, assim como aos técnicos e juízes, nacionais, de África e de outros quadrantes do mundo, para além dos atletas por terem participado nestes Jogos.

 

 

Com uma animada componente cultural, traçando uma parte da História do nosso país, a festa de ontem à noite no Estádio Nacional do Zimpeto encerrou em apoteose, com fogo-de-artifício.

 

 

 

Refira-se que a África do Sul foi a vencedora absoluta destes Jogos Africanos, ao conquistar um total de 156 medalhas, sendo 61 de ouro, 55 de prata e 44 de bronze. Em segundo lugar ficou o Egipto, com 66, e em terceiro a Nigéria, totalizando 98. Moçambique classificou-se na 24ª posição com 12 medalhas, divididas em nenhuma de ouro, quatro de prata e oito de bronze.

  • Alexandre Zandamela
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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