Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 16 DE Setembro 2011
Espectadores completamente eufóricos (C. Bernardo)

NOS derradeiros segundos ninguém conseguiu ficar sentado. Com “todo o mundo” em pé e a acompanhar vivamente aqueles momentos delicados e impróprios para cardíacos, a selecção de basquetebol construiu uma vitória (53-49) sobre a Costa do Marfim que a coloca nas meias-finais e também nos revelar uma verdade insofismável: compatriotas, temos equipa!

 

A apenas 40 minutos da grande final do torneio de basquetebol masculino dos X Jogos Africanos de Maputo-2011, marcada para amanhã, a turma nacional, depois de nos proporcionar uma noite esplendorosa ontem na “catedral”, hoje a missão resume-se no seguinte: ganhar à Argélia e nos vingarmos da derrota sofrida na primeira jornada da fase de grupos. Se tal se concretizar, o carimbo no passaporte para a final estará selado.

 

 

Já nos habituamos a viver momentos de incerteza quanto ao desfecho, dado que a selecção, matreiramente, vai deixando os adversários se adiantarem e ufanarem, para, na hora da verdade, fazer o xeque-mate. Assim também aconteceu contra a Costa do Marfim, que, comandando o marcador e até se dando ao luxo de ganhar a maior parte dos ressaltos, perante o inquietante desacerto dos nossos jogadores, na etapa conclusiva, viu Moçambique a agigantar-se e acabar por fazer a festa.

 

 

Augusto e Pio Matos, as unidades-maravilha da equipa, praticamente estiveram de folga. Mas talvez tenha sido bom que a sua actuação se tenha situado aquém da bitola normal, pois esta noite, diante da Argélia, a partir das 19:30 horas, certamente quererão se redimir e deixar de parte as “americanices” irrecomendáveis nestas ocasiões, de modo a merecerem o devido tributo por parte dos espectadores que seguramente irão lotar o pavilhão do Maxaquene.

 

 

A equipa se ressentiu deste facto, obrigando o técnico a efectuar várias e constantes mutações, porém, sem encontrar a melhor estratégia para conter a pressão ofensiva dos marfinenses. É que, se é verdade que Fernando Manjate ainda tentava puxar a equipa, Sílvio Letela os triplos e Octávio Magoliço lutar nas tabelas, também não é menos certo que o descontrolo, em vários momentos, tomou conta da equipa, deixando invisíveis jogadores como Custódio Muchate, Amarildo Matos e Samora Mucavele.

 

 

No entanto, a partir da altura em que os moçambicanos empataram a partida (45-45), a quatro minutos do fim, não mais cederam a vantagem aos marfinenses, estupefactos face às gritantes falhas no capítulo da concretização, mesmo nos lançamentos livres. E ainda bem para nós, porque, no momento exacto, Fernando Manjate carimbou a vitória, super festejada pelo público e pelos jogadores.

 

 

Alinharam e marcaram: Fernando Manjate (11), Samora Mucavele (2), David Canivete (2), Sílvio Letela (8), Augusto Matos (3), Amarildo Matos (2), Stélio Nuaila (6), Custódio Muchate (6), Octávio Magoliço (9), Pio Matos (2), Armando Baptista (2) e Sérgio Macuácua (0).

 

 

Entretanto, hoje, às 17:30 horas, na outra meia-final, estarão frente-a-frente Angola e Nigéria. Ontem, os angolanos venceram Ruanda por 64-59 e os nigerianos bateram Egipto pela marca de 72-59. Já a Argélia levou de vencida Cabo Verde por 73-65.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:23
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Fumo
O JUDO começou ontem no pavilhão da Comunidade Maometana e a equipa nacional esteve a um passo de fazer uma estreia gloriosa. É que Micael Fumo, nos menos 90 quilos, combateu frente a um judoca dos Camarões pela medalha de bronze. Pena que as coisas não tenham corrido nada bem para o moçambicano.
 

Perante ao maior poderio físico do camaronês, o atleta nacional limitou-se a defender até que abriu um espaço permitindo um golpe fatal que o deixou arrumado no tapete. Com o camaronês em alta, Micael Fumo não teve forças para se reerguer e foi assim decretado um KO.

Ainda ontem, Wagner Sitoe, nos menos 100 quilos, ficou pelo caminho ao perder frente ao egípcio e nigeriano.  

 

 

 

EDSON MADEIRA ESTREIA-SE HOJE

 


O dia de hoje é aguardado com alguma expectativa com a estreia daquele que é a maior referência do judo nacional, Edson Madeira.

 

 

Edson Madeira, que esteve cerca de três meses a estagiar em Paris, tendo participado no Campeonato do Mundo, defronta um judoca do Egipto na categoria dos menos 73 quilos. Embora o adversário seja de um país com tradição na modalidade, é de se esperar que Edson Madeira transite para a eliminatória seguinte.

 

 

Outro judoca moçambicana em prova será Leopoldo Tanque na categoria de menos 81 quilos. Tanque, que esteve a estagiar em Portugal, cerca de dois meses, combate frente a um angolano.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
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Feliciano e Isac (C. Bernardo)

O PAÍS ficou ontem sem nenhum representante no ténis depois da eliminação da dupla Feliciano dos Santos e Isac Jorge na prova de pares homens.

 

Feliciano e Isac foram derrotados sem apelo nem agravo por uma dupla de Madagáscar, por 6-2 e 6-1, nos oitavos-de-final.

O par moçambicano realizou uma exibição péssima. Denotou muitas fragilidades no serviço e muita falta de concentração. Esteve sempre muito mal posicionado no “court” e não conseguiu quebrar por uma vez sequer o serviço dos malgaxes.

 

 

Feliciano e Isac, dupla sobre a qual recaíam todas as esperanças dos moçambicanos na obtenção de uma medalha, esteve irreconhecível, deixando em campo uma pálida imagem, surpreendendo pela negativa, facto que deixou perplexos todos que depositavam neles uma grande esperança, inclusive o treinador Alberto Nhacale.

 

 

Os malgaxes precisaram de apenas 15 minutos para despacharem a equipa moçambicana.

Na quarta-feira, a outra dupla nacional, Franco Mata e António Bulha, tinha sido eliminada pelo par da Nigéria, ainda nos dezasseis-avos-de-final.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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O SEGUNDO dia de competição foi de desaires para o taekwondo nacional, à semelhança do primeiro dia.

 

Frederico Muianga, na categoria de 58 quilos, que obteve a melhor “performance” entre os moçambicanos, foi eliminado nos quartos-de-final frente a um queniano por 9-8. O combate foi muito bem disputado e no final do tempo regulamentar seis minutos (dois em cada um dos três combates) registava-se um empate a oito pontos, mas no desempate o queniano foi mais ágil e conseguiu arrancar um precioso ponto.

 

 

Nos 80 quilos, Farizano Issufo venceu um zimbabweano, por 14-7, na primeira eliminatória. No entanto, terminou o combate com uma lesão no pé e já no pôde prosseguir no combate seguinte, tendo sido desqualificado.

 

 

Em femininos, Jussara Dias esteve em acção nos 67 quilos. A jovem acusou a inexperiência, própria de quem fazia a sua estreia numa competição de alto nível. Apresentou-se muito retraída e cometeu muitos a defender e permitiu que a queniana vencesse, por 15-3.

A prova prossegue hoje, a partir das 9:00 horas, no pavilhão do Desportivo.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:11
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A hegemonia sul-africana é irrefutável

EM qualquer competição desportiva, mesmo para os menos favoritos, o objectivo principal é ganhar medalhas. E, quando se trata de um evento da magnitude dos Jogos Africanos, onde se reúne a elite continental, a conquista de medalha é algo prestigiante e um marco histórico na carreira do atleta.

 

Na desportiva capital moçambicana, diariamente são consagrados os heróis dos X Jogos Africanos. Desde as medalhas referentes ao triatlo, que foi a primeira modalidade a conhecer os seus vencedores, até ontem, pouco mais de 400 medalhas já tinham sido colocadas no peito dos atletas das mais díspares modalidades, entre ouro, prata e bronze.

 

 

A África do Sul contínua na crista da onda e, embora neste momento esteja a “açambarcar”menos, comparativamente à semana transacta, quando estava em voga a natação, cuja hegemonia no continente foi mais uma vez vincada, a verdade manda dizer que dificilmente os sul-africanos irão ceder o lugar de vencedores absolutos da presente edição dos Jogos Africanos.

 

 

Se, na viagem para Maputo, nos seus luxuosos “mega bus”, os sul-africanos apenas transportavam equipamento e outro material desportivo, desta vez, no regresso, já na próxima segunda-feira, as bagagens pesarão mais com as medalhas que os vos quero, com o ouro a ir precisamente para a terra do… ouro.

 

 

Mas os países do Magrebe também não deixam os seus créditos por mãos alheias. Tunísia, Egipto e Argélia exibem em diferentes recintos os seus dotes, provando que são efectivamente potências desportivas em África. O mesmo sucede com a Nigéria, que agora subiu ao terceiro posto, a seguir a sul-africanos e tunisinos.

 

 

Entre os quatro países de expressão portuguesa participantes nesta competição – Guiné-Bissau está ausente – Angola segue à frente, ao se posicionar em 12º no quadro geral com 15 medalhas, sendo três de ouro, seis de prata e outras tantas de bronze. Moçambique está em 20º lugar com um total de nove medalhas: três de pratas e seis bronzes. São Tomé e Príncipe é o último do medalheiro com um bronze, enquanto Cabo Verde ainda não ganhou nenhuma medalha.

 

 

Pelos diversos campos, os nossos colegas da imagem foram captando a contínua consagração dos sul-africanos, mas também, na honra aos moçambicanos, a prata de Kurt Couto, efusivamente abraçado pelo Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, com o embondeiro Marcelino dos Santos – diz que a sua modalidade predilecta é o básquete, mas morre de amores pelo atletismo -, acompanhado pela presidente da Federação, Sarifa Magide, procura o “puto” medalhado.

 

 

Sucessivos dias de competição são realmente bastante extenuantes. Por que não tirar uma soneca nas “fofinhas” bancadas do Tunduru, enquanto não chega a vez de entrar em acção?

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:52
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Kurt Couto

O QUADRO de medalhas não está a ser actualizado. O COJA diz que contratou uma empresa para especificamente se inteirar disso. Mas o que está a acontecer é que o quadro de medalhas disponível não condiz com o que está a acontecer no terreno.

 

 

Só para citar um exemplo, Moçambique, no quadro de medalhas divulgado por essa tal empresa na quarta-feira, tinha sete medalhas (duas de prata e cinco de bronze), ontem também se repetia o mesmo cenário, quando efectivamente o nosso país já totaliza nove medalhas (três de prata e seis de bronze).

 

 

Se a tal empresa por nós contratada nem sequer acerta nas nossas medalhas, o que esperar dos outros países que as conquistam às catadupas?

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:49
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EM Junho, a mcel ofereceu ao COJA um lote diversificado de material de comunicação em apoio aos Jogos Africanos Maputo-2011 em curso.
 

Foram no total três mil celulares de marcas diversas, destacando-se 30 “blackberries”, 15 mil pacotes iniciais, mil pacotes netmóveis (3G), seis mil recargas de 100 meticais e três mil coletes para jornalistas.

 

 

Na ocasião, o director-geral do COJA, José Solomon Cossa, agradeceu o gesto e prometeu dar melhor destino ao material.

De lá para cá, os celulares e tanto outro material tem sido tema de conversa nos recintos de jogos e não só.

 

 

Algumas pessoas ligadas à organização e apoio aos Jogos que deveriam beneficiar de tal material para facilitar as comunicações nem sequer viram a cor dos telemóveis e muito menos das recargas.

 

 

Ainda esta semana, precisamente na quarta-feira, a sensivelmente quatro dias do término do Jogos, a nossa Reportagem testemunhou, no Estádio Nacional do Zimpeto, a entrega de algum material aos voluntários deste lote da mcel.

 

 

Tal como o material da mcel, outro deve ainda continuar nos armazéns do COJA. Só esperamos que no momento do inventário tudo fique em pratos limpos.

 

 

Mas já agora, como perguntar não ofende, tantos celulares afinal para quem?

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:41
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A SELECÇÃO masculina de andebol defronta hoje, a partir das 9:00 horas, o Congo, em partida de apuramento para o sétimo lugar.

 

O combinado nacional irá procurar despedir-se com uma vitória e até limpar a péssima imagem deixada no confronto de ontem com a Nigéria em que perdeu, por 50-21.

 

 

Os comandados de Michaque Fumo venceram apenas uma vez frente a Madagáscar logo na primeira jornada. A partir daí têm somado derrotas atrás de derrotas.

 

 

Refira-se, que a equipa nacional feminina terminou a prova na 11ª e penúltima posição tendo por isso realizado uma exibição mais desastrosa.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22
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AS grandes lacunas que os atletas nacionais têm denotado quando chamados a correrem ao mais alto nível ficaram ontem vincadas na Meia-Maratona com Manuel Macossa e Hortência Domingos a ocuparem os últimos lugares em masculinos e femininos, respectivamente.

 

Manuel Macossa correu os 21 quilómetros e 100 metros em 1 hora e 13 minutos, enquanto Hortência Domingos, fez a mesma distância em 1 hora e 29 minutos.

 

 

A prova de masculinos contou com a participação de 21 atletas, enquanto em femininos eram nove.

 

 

A prestação dos atletas nacionais acabou sendo péssima não porque estiveram muito longe das medalhas, até porque já se sabia que seria difícil acompanhar o andamento das quenianas e etíopes, mas porque ocuparam os últimos lugares. Esperava-se um pouco mais de Manuel e Hortência.

A prova tanto em masculinos como em femininos foi ganha pelos etíopes.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:16
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NÃO fomos felizes no voleibol. Como já era previsível, perante os “colossos” africanos foi desastrosa a nossa participação tanto em masculinos como em femininos e terminamos na última posição.

 

Os femininos foram os primeiros a traçar o triste destino, perdendo diante das Seychelles, por 3-0, equipa que curiosamente já tinha defrontado na fase de grupos e ganho, por 3-2. Por isso, a derrota das treinadas de Ângelo Lourenço causou algum espanto na medida em que tinham conseguido ultrapassar este adversário.

 

Mas a equipa das ilhas foi claramente mais forte e ganhou com toda a justiça, assegurando a sétima posição. No primeiro set, as moçambicanas ainda se bateram bem, tendo perdido, por 25-19. O segundo foi mesmo desastroso com o parcial de 25-7. Já no terceiro, houve uma tentativa de reacção das nacionais, no entanto, voltaram a falhar em momento capitais e as Seychelles encerraram com um triunfo de 25-21.

 

 

Em masculinos, os treinados de Kalid Cassam averbaram também uma clara derrota frente a África do Sul, por 3-0, com os parciais de 15/25-12/25 e 19/25. A selecção moçambicana acabou a prova sem vencer nenhum dos cinco jogos que realizou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:53
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ENCANTADO e devidamente sintonizado, o público já combinou: esta noite, a partir das 19.30 horas, no patriótico pavilhão do Maxaquene, é para “infernizar” os argelinos e reduzi-los a pó. Se isso acontecer e a briosa rapaziada corresponder nas quatro linhas, tal como tem vindo a acontecer até aqui, será nossa uma das vagas da final do torneio de basquetebol masculino dos X Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

 

 

Ontem, em mais um dia em que a angústia e a euforia total estiveram de mãos dadas, a selecção nacional, meritoriamente, derrotou a Costa do Marfim por 53-49, com Fernando Manjate a selar um triunfo que nos aproxima cada vez mais dos lugares do pódio.

 

Diante da Argélia, será um ajuste de contas, se se considerar que as duas formações se defrontaram na jornada inaugural da fase de grupos, com a turma magrebina a sair vitoriosa pela marca de 71-58.

 

 

Desta vez, julgamos que não haverá contemplações, até porque a nossa selecção já se encontra perfeitamente sincronizada e os triunfos que se sucederam fortificaram ainda mais a crença e a coesão do grupo, elevaram a capacidade competitiva da equipa e a auto-estima dos próprios atletas, que vêem nas bancadas um maré de gente a apoiá-los, cantando, dançando e destacando a Bandeira Nacional que ansiosamente aguarda o momento da consagração para ser hasteada num dos mastros da “catedral”.

 

 

Se nos abstrairmos dos sempre esplêndidos derradeiros minutos que caracterizam a turma nacional, diríamos que a partida teve poucos pólos de atracção, até porque os marfinenses detinham o domínio dos acontecimentos, ante um inexplicável nervosismo dos nossos jogadores. Mas todos nós estávamos à espera que a equipa assentasse o seu jogo e começasse a praticar o basquetebol que muito bem interpreta, sem invenções nem improvisos.

 

 

E assim aconteceu. Aliás, porque o técnico Joseba Garcia nunca permitiu aos seus atletas deixarem o adversário acumular uma margem folgada, quando chegou a altura da recuperação, esta aconteceu com toda a naturalidade, perante a incredulidade dos costa-marfinenses. Enquanto tudo lhes saía mal, aos nossos jogadores era uma autêntica beleza, em mais uma noite em que o sofrimento acabou por dar lugar a uma festa de arromba no rectângulo de jogo e nas bancadas.

 

 

Na outra meia-final de hoje, às 17.30n horas, estarão em campo Angola e Nigéria. Ontem, os angolanos venceram Ruanda por 64-59 e os nigerianos bateram Egipto pela marca de 72-59. Já a Argélia levou de vencida Caibo Verde por 73-65.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:19
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