Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 12 DE Setembro 2011

Os nadadores moçambicanos que estão a competir na piscina olímpica do Zimpeto, nos X Jogos Africanos, tem estado arredados dos pódios, apenas Miriam Corsini conseguiu ascender a um segundo lugar.

 

Entretanto, puxados pelos melhores nadadores africanos da actualidade os nosso nadadores já melhoraram vários records nacionais, nove dos quais absolutos.

 

Confira os records absolutos que cairam, até a quinta-feira (8):

  • Elton nos 50 metros costas 29.94 (anterior record 30.35)
  • Jéssica Vieira 100 metros livres 1:00.21 (anterior record 1:01.56)
  • Jéssica Cossa 50 metros costas 31.83 (anterior record 32.32)
  • Estafeta masculina (Chakyl Camal, Valdo Lourenço, Valdo João, Nuno Gomes ) 4 x 200 livres 09:22.75 (anterior record 10.48.59)
  • Jéssica Cossa 100 metros costas 1:08.19 (anterior record 1:09.17)
  • Miriam Corsini 50 metros bruços 33.74 (anterior record 35.07)
  • Elton Naene 200 metros bruços 2:41.56 (anterior record 2:47.00)
  • Miriam Corsini 100 metros bruços 1:16.52 (anterior record 1:23.49)
  • Estafeta masculina (Chakyl Camal, Valdo Lourenço, Valdo João, Nuno Gomes ) 4 x 100 metros livres 3:47.63 (anterior record 3:58.40)

Dois records juvenis também foram quebrados:

  • Jannat Bique 400 metros estilos 06:04.69 (anterior record 06:06.59)
  • Nuno Gomes 100 metrsos livres 59.03 (anterior record 1:00.59)

publicado por Vaxko Zakarias às 12:27
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A África do Sul manteve o seu domínio na piscina olímpica do Zimpeto, nas cinco provas realizadas apenas perderam apenas uma, para a zimbabweana Kirsty Coventry, nos 200 metros estilos. Dois records dos Jogos Africanos cairam, nos 200 metros mariposa e nos 100 metros costas.

 

 

A recordista africana, e dos Jogos Africanos, dos 200 metros estilos não deu hipóteses a concorrência e levou mais uma medalha de Ouro para o Zimbabwe:

 

 

1. Kirsty Coventry ZIMBABWE 2:13.70 – OURO

2. Mandy T Loots RSA 2:15.71 – PRATA

3. Kathryn A Meaklim 2:18.60 - BRONZE

 

 

Um novo campeão reina em África nos 200 metros mariposa chama-se Chad Le Clos, deixou para trás o anterior campeão, que ficou na segunda posição, quebrou o anterior record e saltou para 22ª posição no ranking mundial da natação em masculinos:

 

 

1. Chad G Le Clos RSA 1:56.37 - NOVO RECORD JOGOS – OURO

2. Jason Dunford QUÉNIA 2:02.52 – PRATA

3. Pedro Pinotes ANGOLA 2:05.47 – BRONZE

 

O sul africano Charl Crous conquistou a prova dos 100 metros costas e estabeleceu um novo record dos Jogos Africanos:

 

 

1. Charl S Crous RSA 55.26 – NOVO RECORD JOGOS – OURO

2. Darren J Murray RSA – PRATA

3. Mohamed Hussein EGITO – BRONZE

 

Karin Prinsloo, sul africana de 21 anos, conquistou na final dos 50 metros livres a sua quinta medalha pessoal nestes Jogos Afrianos. As nossas nadadores, Jéssica Vieira e Miriam Corsini, ficaram a menos de 30 décimos de segundo dos pódios:

 

1. Karin Prinsloo RSA 25.98 – OURO

2. Nicole Horn ZIMBABWE 26.73 – PRATA

3. Suzaan Van Biljon RSA 26.75 – BRONZE

 

Equipa sul africana de estafeta feminina arrebatou mais uma medalha nos 4X100 metros. Nossas nadadoras – Jéssica Cossa, Miriam Corsini, Gessica Stagno e Jéssica Vieira – foram quartas:

 

1. África do Sul 4:14.00 – OURO

2. Zimbabwe 4:24.01 – PRATA

3. Argélia 4:29.29 – BRONZE

4. Moçambique 4:34.98

5. Quénia 4:50.01

6. Nigéria 4:52.52

 

 

 

 

Fonte:@verdade

publicado por Vaxko Zakarias às 12:22
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Quinta-feira, 8 de Setembro, dia normal de trabalho, e aulas, pouco depois da 8 horas da manhã a cidade de Maputo parou. Algumas das principais avenidas da cidade das acácias foram vedadas ao tráfego automóvel para perminir a realização das provas de ciclismo dos X Jogos Africanos. Milhões de maputenses não sabiam que nesse dia a prova realizava-se e, pior, que seria bem no coração da cidade das acácias.

 

 

O Comité Organizador dos Jogos Africanos (COJA) afirma que tornou público o condicionamento nas avenidas Vladimir Lenine, Eduardo Mondlane, 25 de Setembro, Julius Nyerere, Keneth Kaunda e 10 de Novembro. Tal como toda a divulgação destes Jogos, a informação, mais uma vez, não chegou.

 

 

O que se viveu, nesta cidade onde o tráfego automóvel cresce todos os dias e os engarrafamentos acontecem nas horas de pontas, foi um dos maiores congestionamentos do trânsito de que existe memória. Pior do que as ruas vedadas é a falta de vias alternativas.

 

 

Resultado em vez de aplaudirem os ciclistas que pedalavam os maputenses stressavam para chegar ao trabalho, a escola ou mesmo ao hospital.

Poucos terão reparado nas dificuldades de adaptação dos ciclistas nacionais às bicicletas novinhas em folha, estavam a estrea-las em competição.

 

Nesse primeiro dia de competição fizeram as provas do contra-relógio feminino e masculino com claro domínio dos ciclistas sul africanos.

As vencedoras do contra relógio feminino foram:

 

 

1- Lise Oliver - RSA - 19'59"40 - OURO

2 - Aurélie Halbwachs - Maurícias - 20'29"10 - PRATA

3 - Lynette Burger - RSA - 21'02"78 - BRONZE

 

No contra relógio masculino, Miguel Duarte foi o único ciclista moçambicano que obteve classificação, ficou no 26º lugar há um pouco mais de oito minutos do líder:

 

 

1 - Janse Van Rensburg – RSA - 34'46"36 - OURO

2 – Darren Lill - RSA - 35'27"34 – PRATA

3 – Azzedine Lagab – Argélia - 36'14"08 – BRONZE

 

 

Na sexta-feira, com os maputenses já prevenidos sobre os cortes nas avenidas do centro da cidade, registaram-se poucos engarrafamentos, realizou-se a prova por equipas novamente ganha pelos sul africanos seguidos pelos ciclistas das Maurícias e da Argélia.

O nosso país classificou-se na 13ª posição em 16 selecções participantes.

 

 

A última prova de ciclismo dos X Jogos Africanos teve lugar na manhã de domingo, quase sem transtornos no tráfego apesar dos cortes nas avenidas, e os ciclistas da África do Sul voltaram a pedalar mais rápido:

 

1 - Nolan Hoffman – RSA – 03h36'59'' - OURO

2 - Jay Thomson - RSA - 03h37'02'' – PRATA

3 - Janse Van Rensburg – RSA - 03h37'02'' - BRONZE

Os atletas seis ciclistas moçambicanos não pontuaram pois, a algumas voltas do término da corrida, foram utrapassados pelo pelotão dianteiro e foram excluídos da prova. Para além dos nossas ciclistas todos outros ciclistas que apanharam uma volta de atraso acabaram eliminados.

 

 

Ficam os equipamentos, particularmente as bicicletas de competição para que num futuro breve os nossos ciclistas voltem à estrada. Esperemos que com melhor organização para a prova, seja ela no centro ou arredores da cidade.

 

 

 

Fonte:@verdade

publicado por Vaxko Zakarias às 12:14
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Amanthe Montsho (esq.)

AMANTHE Montsho, do Botswana, que recentemente se sagrou campeã do mundo dos 400 metros, em Daegu, na Coreia do Sul, foi ontem uma das grandes atracções no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

Quando foi anunciado o seu nome, parecia se tratar de uma atleta nacional, dada a grande ovação que o público prestou a esta atleta, o mais novo fenómeno africano já com provas dadas a nível mundial.

 

 

Por isso, as atenções centraram-se muito nela, a expectativa era ver que prova faria a campeã do mundo na sua primeira apresentação internacional, após o brilharete em Daegu.

 

 

Amanthe Montsho, que estava até na mesma série da moçambicana Elsa Macie (quarta classificada), não defraudou as expectativas e sem precisar de acelerar cortou a meta na primeira posição com o tempo de 53,22 segundos.

A tswana volta a correr hoje, as meias-finais, quando forem 17.40 horas.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:14
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AS enchentes no básquete feminino terminaram num verdadeiro pesadelo. O público acreditou até ao derradeiro segundo na possibilidade do ouro. As jogadoras lutaram até à última gota de sangue, mas acabou sendo um cruel desenlace das guerreiras do Índico, pois, no fim, sairam sem sequer uma medalha para a história dos X Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

Após uma bem sucedida sequência de seis triunfos, cinco na fase de grupos e uma nos quartos-de-final, no seio da esmagadora maioria dos moçambicanos a aposta era a seguinte: a medalha de ouro na bola-ao-cesto feminina não sairá de Maputo. E os motivos para esta crença tinham a sua razão de ser, pois a selecção nacional não somente ganhava como também se exibia a níveis extraordinariamente convincentes.

Sábado à noite, todos os caminhos foram verdadeiramente dar ao pavilhão do Maxaquene.

 

 

A”catedral” conheceu uma das maiores – senão mesmo a maior – enchentes da sua história, cantando, dançando e gritando até à rouquidão, na tentativa de se ultrapassar a poderosa formação senegalesa. Mas, debalde. A noite não estava realmente destinada às moçambicanas, pois aquilo que normalmente lhes saía com facilidade, por exemplo lançamentos e determinação nos ressaltos, praticamente não existia.

 

 

Em contraponto, o Senegal era dono e senhor dos acontecimentos, com as suas jogadoras a exibirem um fenomenal poderio nos triplos, facto que acabou por ditar a diferença. Momentos houve, nomeadamente no terceiro e quarto períodos, em que a nossa selecção logrou diminuir a desvantagem para margens mínimas, criando assim a sensação de uma recuperação absoluta, tal como nos tinha habituado, mas a preciosidade de concretização das senegalesas deitou a perder todo o nosso sonho dourado.

 

 

E, no fim, os números não enganavam: 83-71 para o Senegal, numa partida em que a nossa melhor marcadora foi Deolinda Gimo com 21 pontos, seguida de Odélia Mafanela com 13 e de Leia Dongue – a mascote do povo – com 11.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:08
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Salvador Xitsondzo (J. Capela)

A ESTREIA da equipa nacional no atletismo foi desastrosa. Dos oito atletas em acção no primeiro dia da prova rainha, não houve quem conseguisse transitar para a final.

 

Leonor Piúza, medalha de ouro nos 800 metros nos Jogos Africanos disputados na Argélia em 2007, fez uma prova para esquecer. Logo no arranque, bastante lento, notou-se que não teria pernas para aguentar o andamento das suas adversárias. Mas conseguiu estar próximo do pelotão da frente nos primeiros 400 metros, mas depois completamente desgastada foi ficando para trás e quedou-se na sexta e penúltima posição.

 

 

Elisa Cossa, a correr também nos 800 metros e, na mesma série, esteve melhor, tendo ocupado o quinto lugar.

De resto a prestação moçambicana foi mesmo um desastre. Nos 100 metros, Anatércia Quive foi quinta classificada, com o tempo de 12,11 segundos.

 

 

Na mesma distância, mas em masculinos, Kudzanai Alberto ocupou igualmente o quinto lugar com a marca de 10,8 segundos.

Já António Figia, também nos 100 metros, quedou-se em sexto, com o tempo de 11,2 segundos, enquanto Elsa Macie, nos 400 metros, foi quarta colocada com o registo de 57,66 segundos.

 

 

Salvador Xitsondzo, nos 400 metros, ocupou o sexto posto com um registo de 49,39 segundos.

O último a entrar em cena, Samuel Machava, ocupou o sexto lugar, ficando também fora dos lugares que dão acesso à final.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:58
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Publico
Perdido o ouro e, consequentemente, a prata, os olhos viraram-se ontem para o bronze, mas o facto já a não despertar grande atenção dos adeptos, que foram ao pavilhão do Maxaquene em número comparativamente reduzido. Mesmo assim, suficiente para dar força às briosas meninas, só que, mais uma vez, em vão, pois, diante da Nigéria, não evitaram a derrota pela marca de 72-69. Tratava-se da vingança das nigerianas, tendo em conta que as moçambicanas tinham ganho no encontro entre si na primeira fase.

À semelhança daquilo que foi sua imagem de marca nesta prova, a nossa selecção guardou todos os seus melhores argumentos para a ponta final, no entanto, ao que tudo indica, as adversárias já se tinham apercebido disso e estudado bem a lição. A tensão se apoderou da equipa, a aproximação no marcador acontecia, mas imediatamente as nigerianas, igualmente com infalíveis triplos, lá se galvanizavam de novo.

 

 

 

 

Os segundos finais foram vividos com o credo na boca, sobretudo quando Carla Silva, chamada a entrar precisamente nesse momento – faltavam menos de cinco segundos – fez um triplo e reduziu para um ponto de diferença (69-70). Porém, mesmo a terminar o jogo, um cesto das nigerianas ditou a história da contenda, para desalento de “todo o mundo”, já que ruía assim a última chance de uma de medalha da selecção feminina da bola-ao-cesto nos X Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

 

 

Na final do torneio, Senegal bateu Angola por 64-57, sagrando-se vencedor da prova e conquistando a medalha de ouro, enquanto as angolanas ficaram com a prata e as nigerianas com o bronze.

 

 

Num dia em que, no pavilhão do Desportivo, se assistia a um grande triunfo da selecção masculina de basquetebol sobre o Mali pela esmagadora diferença de 30 pontos (85-55), no Estádio Nacional do Zimpeto, na estreia da modalidade-rainha, o atletismo nacional foi uma decepção, com nenhum dos oito atletas em acção a conseguir, sequer, a qualificação para a final. E a maior desilusão foi Leonor Piúza, medalha de ouro nos 800 metros dos Jogos Africanos de Argel, que, deste modo, se viu arredada de defender o título conquistado há quatro anos.

 

 

Noutras modalidades, referência para a passagem da selecção masculina de andebol para as meias-finais, devendo amanhã defrontar Argélia, enquanto no ténis Franco Mata foi o único atleta nacional a conseguir uma vitória, frente a um adversário etíope. No futebol, os “Mambinhas” Sub-23 perderam com o Gana por 4-3 e a equipa feminina foi goleada pela Argélia por 7-1, ficando ambas as formações fora das meias-finais.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:48
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Miriam Corsini

A NADADORA Miriam Corsini, a razão da medalha de prata que Moçambique conquistou na natação, na prova dos 50 metros bruços, regozijou-se pelo facto de ter conseguido alegrar os moçambicanos na sua primeira aparição em defesa das cores nacionais.

 

Moçambicana de origem italiana (é filha de mãe moçambicana e de pai italiano), a atleta orgulha-se, igualmente, com o facto de ter conseguido o seu melhor tempo do ano na prova (33.74 segundos), na sua estreia pela selecção nacional.

 

 

Fiz o meu melhor tempo deste ano, mas não dedico a minha vida ao desporto, porque, como já havia dito, não consegui treinar muito na Itália, por causa dos compromissos académicos. Não treinei o suficiente, mas aquilo que fiz nos Jogos Africanos foi o meu melhor”, comentou.

A nadadora referiu que foi seu desejo dar mais medalhas a Moçambique, mas, infelizmente, não estava na sua melhor forma.

 

 

A minha meta era conseguir mais um bronze nos 100 bruços, mas não consegui por causa da condição física. Mesmo assim, estou satisfeita, porque fiz uma boa representação. Foram quatro dias repletos de trabalho”, concluiu.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:40
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Telma Cossa

SÃO vários os atletas nacionais que entram, hoje, em acção em algumas provas das finais de atletismo, prova rainha dos Jogos Africanos que ontem tiveram início no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

A barreirista Telma Cossa será a primeira a fazer-se à pista, quando forem 17.40 horas para competir nos 100 metros barreiras.

Afonso Zandamela, uma das fortes esperanças do atletismo nacional, disputará a prova do triplo salto às 18.15 horas. Esta será a única prova técnica em que o combinado moçambicano estará envolvido durante o dia hoje.

 

 

Enquanto estiver a decorrer a prova de Afonso Zandamela, outro moçambicano, Titos Nhacila estará a competir nos 110 metros barreiras, cujo arranque está previsto para às 18.40 horas.

 

 

A participação moçambicana, ao segundo dia de competição, fecha nas estafetas 4x100 metros em femininos que será composta por Anatércia Quive, Elisa Cossa, Telma Cossa e Silvia Panguane.

 

 

Refira-se, que os atletas nacionais, assim como os estrangeiros, transitaram para as finais sem passarem pelas eliminatórias em virtude de não haver um número de atletas suficientes.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:30
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BASQUETEBOL FEMININO

 


Sábado

 


Zimbabwe-Mali (59-56

Camarões-RD Congo (59-50)

Ruanda-Quénia (50-54)

Argélia-Costa do Marfim (58-73)

Angola-Nigéria (70-55)

Moçambique-Senegal (71-83)

 

 

Ontem

 


Ruanda-Argélia (72-59)

Costa do Marfim-Quénia (55-52)

Moçambique-Nigéria (69-72)

Senegal-Angola (64-57)

 

 

Classificação final

 


1º Senegal (ouro)

2º Angola (prata)

3º Nigéria (bronze)

4º Moçambique

5º Costa do Marfim

6º Quénia

7º Ruanda

8º Argélia

9º Camarões

10º RD Congo

11º Zimbabwe

12º Mali

 

 

BASQUETEBOL MASCULINO

 


Angola-Cabo Verde (67-62)

Nigéria-Argélia (63-44)

Moçambique-Mali (85-55)

Egipto-África do Sul (65-48)

 

 

Hoje

 


Pavilhão do Desportivo

13.30 – Ruanda-Argélia

15.30 – África do Sul-Angola

17.30 – Costa do Marfim-Cabo Verde

19.30 – Moçambique-Nigéria

 

 

FUTEBOL MASCULINO

 


Moçambique-Gana (3-4)

Camarões-Senegal (1-0)

 

 

FUTEBOL FEMININO

 


Argélia-Moçambique (7-1)

 

 

ATLETISMO

 


Estádio Nacional do Zimpeto

Eliminatórias a partir das nove horas e finais no período da tarde.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:20
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Festa senegalesa pelo ouro no básquete feminino (J. Capela)

FOI um fim-de-semana de autêntica decepção para o nosso básquete feminino nos X Jogos Africanos de Maputo-2011. Tudo começou no sábado, com o pavilhão do Maxaquene a registar, quiçá, a maior enchente da sua história. A derrota (71-83) frente ao Senegal desfez o lindo sonho da selecção nacional de conquistar a tão desejada medalha de ouro. Já ontem, a procura do bronze também foi uma catástrofe, ao perder face à Nigéria pela marca de 69-72. Na final, as senegalesas venceram Angola por 64-57 e levaram para Dacar o cobiçado ouro.

 

À saída da “catedral”, tanto no sábado como ontem, apesar de cabisbaixos, os adeptos moçambicanos comungavam a mesma opinião: as nossas jogadoras bateram-se com galhardia durante toda a prova, dignificaram o país, no entanto, nos dois embates decisivos desconcentraram-se, perderam a serenidade e os erros, sobretudo no capítulo da concretização, choveram a cântaros, desmoronando assim, em cascata, a possibilidade da conquista da medalha de ouro, da prata e, de forma indigesta, também da medalha de bronze.

 

 

Ontem à noite, numa final pouco concorrida por adeptos moçambicanos – depois da derrota da selecção pura e simplesmente abandonaram o pavilhão – senegalesas e angolanas proporcionaram uma espectacular partida da bola-ao-cesto e na qual o desfecho foi sendo uma incógnita até à altura em que um triplo, a escassos segundos da buzina, se encarregou de desfazer todas as dúvidas: Senegal, meritoriamente, conquistava a medalha de ouro, deixando a prata para Angola e o bronze para Nigéria.

 

 

Num dia em que, no pavilhão do Desportivo, se assistia a um grande triunfo da selecção masculina de basquetebol sobre o Mali pela esmagadora diferença de 30 pontos (85-55), no Estádio Nacional do Zimpeto, na estreia da modalidade-rainha, o atletismo nacional foi uma decepção, com nenhum dos oito atletas em acção a conseguir, sequer, a qualificação para a final. E a maior desilusão foi Leonor Piúza, medalha de ouro nos 800 metros dos Jogos Africanos de Argel, que, deste modo, se viu arredada de defender o título conquistado há quatro anos.

 

 

Noutras modalidades, referência para a passagem da selecção masculina de andebol para as meias-finais, devendo amanhã defrontar Argélia, enquanto no ténis Franco Mata foi o único atleta nacional a conseguir uma vitória, frente a um adversário etíope. No futebol, os “Mambinhas” Sub-23 perderam com o Gana por 4-3 e a equipa feminina foi goleada pela Argélia por 7-1, ficando ambas as formações fora das meias-finais.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:08
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Franco Mata

Para o torneio de ténis, que arranca já neste domingo, Mata quer vencer e pede desde já o apoio dos moçambicanos para a grande batalha continental que terá como palco o campo de ténis do Jardim Tunduru da cidade de Maputo.

 

 

Actualmente com 34 anos de idade, e após 10 anos fora do país, Franco Mata garante estar com a motivação no ponto para atacar os lugares do pódio.

 

 

Franco Mata seguiu para os Estados Unidos ao 24 anos de idade para dar continuidade a sua carreira académica e desportiva. É actualmente treinador de ténis na Florida, estado onde o mesmo reside.

 

 

 

O tenista moçambicano promete dar tudo de si para ajudar o país a conseguir um saldo positivo no torneio de ténis dos Jogos Africanos Maputo 2011.

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 08:58
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Prova de Drift

O Kartódromo do ATCM será palco neste domingo da terceira prova internacional de Drift ,  naquilo que constitui um verdadeiro show de motores turbinados.

 

 

Para além de pilotos nacionais contará com a participação de pilotos sul-africanos.

 

 

Alguns pilotos que farão parte da competição esperam dar o seu melhor e animar os amantes do automobilismo.

A organização preferiu marcar a prova nesta altura para se juntar a festa dos jogos africanos.

 

 

As provas de drift irão consistir em perícia, que consiste em manobras bem apertadas e cronometradas para mais tarde vir o verdadeiro espectáculo do drift.

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 08:54
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