Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 15 DE Agosto 2011

SR. DIRECTOR!

 

 

mascote dos x jogos africanos

Os serviços de Migração e Alfândega, no Aeroporto, deverão ter os balcões completamente lotados de pessoas. Imagine-se, por exemplo, a delegação da Nigéria será composta por 456 membros. E outras?!!! E se chegarem ao mesmo tempo duas ou mais delegações? E se chegarem de noite? Devemo-nos preparar e acredito que o tenham feito.

 

Quero que a minha certeza esteja com certeza certa, pois tenho a certeza de que os nossos serviços de saúde e, na pessoa do seu ministro, deram ordens no sentido de se organizar equipas alternadas que priorizarão e atenderão a qualquer instante gentes que chegarão e que facilmente se poderão identificar pelos grandes crachás que usarão durante a estadia no nosso país.

 

 

Por outro lado, julgo que se assegurará no local de estadia da maioria, vila olímpica, e nos locais dos jogos equipas de socorristas e ambulâncias capazes de garantir os primeiros socorros aos necessitados.

 

 

A cidade. A cidade. Sim, agora viro as minhas atenções para a cidade, ou para as cidades.

 

 

 

As nossas cidades, desprovidas que estão de mictórios, habituadas que estão a que os cidadãos apostem na destruição das suas acácias (que tanto valorizaram Maputo e a chamaram até de cidade das acácias) e de outras espécies de árvores, terão de ter algo como mictórios improvisados iguais aos que por vezes vemos nos filmes que assistimos de grandes cidades organizadas, de modo a entregar algum conforto ao visitante que seja acometido de necessidade motivada por necessidade natural ou algum desmando orgânico. Imaginem mais 8000 a urinarem nas nossas acácias.

 

 

Os vendedores nos passeios. Estes sujam a cidade, deixando-a inundada de papéis, sacos de plástico e em alguns lugares bloqueiam a transitabilidade do cidadão, obrigando-o a utilizar as ruas directamente, colocando-o em desafio directo com os automóveis, arriscando, deste modo, a sua própria vida.

 

 

Ainda sobre os vendedores nos passeios, refiro-me aos que vendem frescos. Nos passeios de avenidas e ruas que servem a qualquer momento de mictórios, são depositadas quantidades de alimentos frescos, como batata, batata-doce, alface, cebola, camarão, peixe e outros perecíveis que constam da dieta dos atletas e dirigentes que nos visitarão e que poderão suscitar algumas suspeitas e dúvidas quanto à dieta nos centros de acomodação. Naturalmente, os responsáveis dos pelouros da nossa edilidade terão traçado severas orientações no sentido de inverter estas situações sem que, contudo, lesem as partes (pelo que se solicita algum civismo).

 

 

 

A limpeza da cidade e dos locais onde se concentrarão centenas para não dizer milhares de pessoas para assistirem e participarem desta forma de alegria do evento deverão estar, todos os dias, sumariamente limpos, pelo que equipas organizadas e trabalhadoras (não indolentes) deverão acorrer à limpeza da cidade e dos locais a que me referi pela calada da noite no sentido de as deixarem limpas e isentas de acumulações de lixo (a enfermidade da nossa edilidade neste aspecto estará superada? Deverão ser disponibilizados contentores adequados e carros apropriados para a recolha, recolhendo na sua totalidade, sem deixar vestígios como o fazem).

 

 

 

Somos de facto um país onde a Constituição da República defende a laicidade do Estado. Porém, esta situação não impede que no centro de acomodação dos milhares vindouros possam ser instalados lugares de culto e de oração. Verificamos em outras ocasiões e em outros lugares onde em edições anteriores tiveram lugar a existência destas condições.

 

 

O Norte de África estará em peso no nosso país, são delegações que comportam por vezes acima de 400 elementos por cada país (veja-se o caso da Nigéria como foi noticiado), maioritariamente professam a religião islâmica e, como atravessamos agora o momento do seu Ramadão, ter-se-á pensado em algo que os agracie com a nossa maneira de receber? Estarão as comunidades atentas a este facto?

 

 

 

Locais como a Rua de Bagamoyo deverão estar patrulhados e providos de condições. Não temos de a ocultar, é a nossa realidade. Os hotéis, pensões e outras casas de hospedagem terão de prover os seus quartos de preservativos para assegurar a não proliferação de doenças (melhor seria a abstenção).

 

 

Eu acredito que tudo tenha sido estudado, executado e revisto. Trata-se do nosso país, independentemente de criticarmos muitas das ocorrências nacionais, temos um pensamento comum - oferecer o máximo de hospitalidade aos nossos visitantes e o contributo de cada um de nós deve ser assegurado. Será uma autêntica aula e um grande desafio para que possamos acolher outros grandes eventos internacionais.

 

 

Esperamos que a cerimónia de abertura seja um êxito, engalanada, vibrante e cheia de brilho e animação, que nos encha de orgulho. Devemos todos ajudar no que podermos na  qualidade de moçambicanos e deixo o apelo àqueles que connosco vivem e gostam de aqui estar (mesmo àqueles que ainda pensam que o nome da nossa capital voltará a ser Lourenço Marques) para que se juntem a este esforço comum para garantir a hospitalidade que os nossos visitantes merecem.

 

 

Aos nossos atletas, aqueles que nos representarão, a minha manifestação de apreço, que se entreguem com abnegação e responsabilidade, ficaremos orgulhosos dos vossos feitos e esforços.

 

 

Poderei ter-me esquecido de algo mais, pelo que solicito a todos os moçambicanos e não só para que nesta fase derradeira contribuam para garantir que o evento seja coroado de êxitos.

 

Aos fazedores da vila olímpica felicito o esforço.

 

 

Ao COJA e todo o seu conjunto de colaboradores directos nas mais diversas vertentes, aquele abraço e voto de confiança.

Todos na unidade nesta grande obra.

  • Jorge Amade
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:16
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Pondja tenta enganar Caló (C. Bila)

ENTRE dois aflitos sorriu o mais astuto, o Matchedje. Os “militares” não ficaram à espera do adversário. Assumiram o protagonismo logo no princípio e não tardou a colherem frutos perante a inércia do Atlético Muçulmano, que despertou tardiamente quando a situação já lhe era desfavorável. 

 

Nas hostes da equipa muçulmana escaparam algumas palavras que davam a entender que a letargia manifestada pela equipa era sinónimo de greve em virtude de os jogadores não terem auferido o salário do último mês. Verdade ou não, a realidade manda dizer que o Atlético foi um mero espectador na primeira parte e o Matchedje só não teve a sorte de apontar mais golos à dimensão do que foi produzindo ao longo da primeira parte, na qual dominou quase por completo.

 

 

Os “militares” beneficiaram de um número considerável de lances de bola parada, nomeadamente livres à saída da grande área e pontapés de canto mal aproveitados. Contudo, o esforço por si empreendido acabou sendo compensado em jogadas bem construídas, com o ponta-de-lança Leonel a responder positivamente às solicitações que lhe eram feitas a partir do meio-campo. E, na sequência disso, abriu o activo aos 12 minutos ao fugir da linha defensiva e ludibriar ao último homem antes de atirar com êxito.   

 

 

 

Muito combativo e com capacidade de fuga à marcação, Leonel teve mais uma oportunidade de marcar dois minutos depois do tento, ao vencer a luta nas alturas na sequência de um pontapé de canto, mas o guarda-redes Valério estava atento.

 

 

E, porque não é egoísta, ele mesmo fez assistência a Skhaba, com o qual fazia a dupla de ataque, para o segundo golo, aos 22 minutos.

A única reacção vistosa do Atlético na primeira parte pertenceu a Julinho que, com bico da bota, atirou próximo da linha limite da grande área um pouco ao lado da baliza defendida por Zacarias.

 

 

A impressão com que se ficou à saída para o intervalo é de que o Matchedje sairia deste duelo de aflitos com uma margem confortável. Porém, não foi isso que aconteceu, pois o Atlético refez-se e passou para a dianteira. O pendor ofensivo pesou para a turma muçulmana. O Matchedje foi forçado a recuar para fechar as linhas de ataque, mas, mesmo assim, o Atlético conseguiu penetrar, com um jogo flanqueado. Vários despejos caíram na zona de Zacarias e, como consequência, Dércio reduziu a desvantagem sete minutos depois do início da segunda parte numa jogada confusa. O esférico embateu no travessão antes de chegar a Dércio que, em desequilíbrio, finalizou.

 

 

 

A entrada de Eboh para o ataque, troca directa com Marufo, elevou a dinâmica ofensiva do Atlético. Porém, o Matchedje foi tendo as devidas precauções e foi fazendo compensações com algumas substituições próprias para “matar o jogo” do adversário. Já jogava em contra-ataque e, numa das descidas, Leonel ganhou novamente nas alturas, mas o desvio saiu outra vez ao lado, aos 65 minutos.

 

 

O Atlético pisou no acelerador. Aníbal não acertou por pouco a baliza de cabeça, respectivamente aos 80 e 85 minutos. Dois minutos depois, Eboh galgou pela direita e penetrou a área centrando para Pondja que, do primeiro poste, rematou de cabeça para defesa incompleta de Zacarias. O esférico foi beijar o poste. Era o fim da esperança.

O árbitro da partida realizou um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Samuel Chirindza, auxiliado por Henriques Langa e Abibo Adinane.

 

O quarto árbitro foi Adolfo Chitache.

 

ATLÉTICO MUÇULMANO – Valério; Nelito, Clarêncio e Kiki; Tony, Dércio, Ivan (Sipho), Julinho (Aníbal) e Moniz; Pondja e Marufo (Eboh).

 

MATCHEDJE – Zacarias; Cândido, Osvaldo, Caló e Hilário; West (Calton), Silva, Jair (Zito) e Eka; Skhaba (João) e Leonel.

 

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Moniz (Atlético), West e Calton (Matchedje).

  • Salvador Nhantumbo
publicado por Vaxko Zakarias às 12:16
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Mambinhas

SE a questão do título parece decidida, a luta pela manutenção continua bem acesa no Moçambola-2011, prova que observa uma interrupção de cerca de dois meses para dar lugar à preparação e participação dos “Mambinhas” nos Jogos Africanos deste ano no país.

 

 

Ontem, para o acerto do calendário, o Matchedje foi à casa emprestada do Atlético Muçulmana, campo da Liga Muçulmana, ganhar, por 2-1 (resultado inverso conseguido pelo Atlético na primeira volta no Estádio da Maxaquene), reavivando assim o sonho de permanecer na prova máxima do futebol nacional.

É que com esta vitória, os “militares” colaram-se ao duo do grupo da despromoção (16 pontos), relegando inclusivamente o Sporting da Beira para a cauda da classificação. O interregno de cerca de dois meses poderá ser benéfico para estas formações aflitas, porque vão poder dispor de tempo para carregar as baterias e partirem para a fase crucial da prova já frescas.
Entretanto, neste momento, a Liga Muçulmana continua líder destacado e incontestável da prova com 46 pontos, mais 11 que o Maxaquene, segundo classificado, e mais 13 que o Costa do Sol, terceiro. Desportivo e Chingale têm 31. Ferroviário de Nampula soma 30, enquanto o seu homónimo da capital do país tem menos um. HCB aparece em oitavo com 28 e Vilankulo em nono com 26. Ferroviário da Beira e Incomáti seguem com 23 e 22, respectivamente. Atlético Muçulmano, Matchedje e Sporting estão abaixo da linha de água com 16 pontos.
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 11:43
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moçambola

DIRIGENTES de alguns clubes estão desencantados com a interrupção do Campeonato Nacional de Futebol por um período de cerca de dois meses, sobretudo porque vai mexer com a sua estrutura financeira, obrigando-lhes a encontrar alternativas que não se afiguram fáceis para reforçar os recursos de que dispõem para fazer face às despesas visando manter as equipas em rodagem, nomeadamente jogos amigáveis ou estágios.

 

Apesar de tudo, segundo eles, a interrupção não será de todo prejudicial, pois irá permitir a recuperação dos jogadores lesionados ou que estejam em mau estado de forma, bem como o enquadramento dos mais jovens para reforçar os respectivos plantéis.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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PARA
Roque Gonçalves
, um dos vice-presidentes do Maxaquene, a interrupção implica, “a priori”, pagar salários aos técnicos e jogadores sem produção, embora continuem a treinar.
Em segundo lugar, a ausência de jogos vai impedir a entrada das poucas receitas que os clubes ganham quando o Moçambola está em curso.

A solução do problema passa, na opinião do nosso entrevistado, por a Liga ou a Federação Moçambicana de Futebol criar uma competição que permita minimizar os prejuízos financeiros que os clubes irão sofrer, e isso não exclui, segundo opinou, as iniciativas que as próprias colectividades possam ter.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:14
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Adelino Chirindza
O VICE-presidente para a área das modalidades do Desportivo, Adelino Chirindza, disse que cerca de dois meses acima do tempo previsto complicará todo o plano orçamental dos clubes, porque estes terão que pagar salários fora do limite estabelecido, para além do próprio período do defeso.

Será necessária uma “engenharia financeira” muito grande para colmatar a situação. É claro que os Jogos Africanos constituem um interesse da nação e não podemos fazer nada. Por isso, o Governo devia encontrar uma forma de subsidiar os clubes durante este período pelas consequências que este interregno provocará.

 

É que, quando começa a época, os clubes planificam e definem o orçamento tendo em conta que as suas actividades vão terminar num determinado período", comentou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:03
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João Raul
JOÃO Raul, chefe do Departamento de Futebol do Costa do Sol, defende uma saída que minimize o agravamento dos encargos dos clubes com a prolongada paragem do Moçambola. Este dirigente salientou que a interrupção inicialmente prevista, durante a realização dos Jogos Africanos, não constituía problema para os clubes, porque se trata de um imperativo nacional.

Não haveria problema nenhum em relação a esta condição de 15 dias de interrupção inicialmente anunciada Mas, quando surge esta nova situação, as coisas se complicam muito porque, para além da paragem dilatada, não há nada previsto em termos de competição para minimizar o problema. Isto porque não temos nenhuma previsão de receitas, mas sim de despesas, nomeadamente o pagamento de salários a equipas sem produzirem", afirmou, ajuntando que se deve repensar na forma de minimizar as despesas que os clubes vão ter, porque a situação é complicada.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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SR. DIRECTOR!

 

 

logo do coja

Solicito a V. Excia se digne mandar inserir na vossa página de carta de leitores estes meus breves pensamentos escritos sobre os jogos africanos a realizarem-se na nossa capital brevemente, se encontrar neles algo que valha a publicação e seja de facto de interesse público. A ousadia e o desafio a que o país se propôs aquando da manifestação da vontade em realizar, no Maputo, uma edição de jogos africanos “All África Games”, têm de ser felicitadas e comemoradas.

 
As felicitações endereço-as neste momento aos fazedores do evento e as comemorações fá-la-emos em momento apropriado em conjunto, como uma verdadeira nação que somos, junto dos fazedores do evento, junto de toda máquina humana para levá-lo a bom porto, junto de toda a população das cidades de Maputo, Matola, Chidenguele e outras que terão a sua cota parte para o êxito do mesmo e junto de todas as instituições que terão de demonstrar, desde a chegada até à partida de todos os estrangeiros, que para cá se deslocarão, a nossa capacidade organizativa e coerente para as obras de natureza e grandeza dos jogos africanos.

Todos somos conhecedores da nossa condição de recém-independentes, somos conhecedores dos grandes problemas com que nos deparamos no nosso dia-a-dia para a melhoria das condições dos nossos níveis de vida, somos conhecedores das grandes dificuldades financeiras que o país atravessa, enfim, somos conhecedores do incansável esforço a que nos votamos para vencer a pobreza absoluta em que vivemos (por vezes engolindo sapos para não reagir às ofensas de gente com mentalidade de “novos colonos”).

 

 

Poderá ocorrer que uma ou outra cabeça “melhor pensante” me bombardeie, quando faço alusão aos poucos anos de independência do jugo colonial português, porquanto deve alvitrar que isso são coisas do passado. Não, não o são.

 

 

Fazer um país não é fácil tarefa. Constatam-se, deixe-me aqui dizer que apenas o que não quer fazê-lo é que não vê, avanços significativos em muitas áreas do global social, cultural, infra-estrutural, económico e até político no nosso país.

 

 

No dia 3 de Setembro, seguramente Armando Emílio Guebuza, o nosso mais alto representante da nação, fará a abertura dos jogos africanos e durante dias deambularão pelas artérias do Maputo, nossa capital, e por outras onde decorrerão os jogos, milhares de estrangeiros.

Eles começarão a chegar ao nosso país dias antes.

 

 

Quero começar por me referir propriamente à organização dos jogos por modalidade. Sei e sabemos que cada modalidade é gerida e assistida por gente competente de uma federação, mas nunca é demais relembrá-la de que é, de facto, imprescindível rever e conferir as listas do necessário para a realização das provas e premiação, tais como cronómetros, bandeiras e hinos de cada nacionalidade, bolas, médicos, luvas, computadores, balanças para peso nos locais de acomodação e de provas, apitos, fitas métricas, aparelhagens sonoras com qualidade, apetrechamento de salas de oficiais, faixas para campeões, medalhas, podiuns, boletins, quadros com dimensões apropriadas e muito mais que cada modalidade conhece as especificidades. Não deixemos para o fim, pois ainda temos alguns dias para resolução de problemas.

 

 

Viro-me agora para nós, cidadãos com maior responsabilidade para acolher este evento que se aproxima e às instituições que criámos para solver os problemas quotidianos das nossas urbes.

 

 

No que se refere aos transportes, li que da associação dos transportadores colectivos e semicolectivo nos informam da existência de aproximadamente 600 carros para cobrir as necessidades.

 

 

 

Julgo que se bem aproveitados saberão na certa dosear a sua utilização de forma que sirva não somente a população activa nas provas como também, e fundamentalmente, as grandes aglomerações de gente que emprestará nas mais variadas horas do dia o calor humano e a necessária vibração na sua qualidade de assistente e torcedor (observando as lotações autorizadas, sem encabritar gente como alguns o fazem na mira de mais trocos e respeitando os limites de velocidades motivo de várias mortes).

 

 

Julgo que a frota de táxis está também preparada para tal e, sem ofensa, com o devido respeito a que são devidos, tenham os preços concertados para que situações díspares não enegreçam o esforço conjunto (como o fizeram na noite de 9 para 10 do corrente, 1000,00Mt do aeroporto à Interfranca, “preço nocturno”, exagero absoluto).

 

 

Museus e locais históricos, tais como a Fortaleza e outros, deverão ter a toda hora do expediente e até à noite, se necessário, pelo menos para aqueles poucos dias em que acontecerá a grande aglomeração de gente no nosso país, gente capacitada para falar do nosso país e dos feitos dos nossos heróis e das nossas riquezas minerais e faunísticas e não aquela a que nos habituaram em alguns locais a dizerem-nos “estou aqui há pouco tempo e não sei bem ainda sobre este assunto e o  responsável não está”.

 

Pessoal que deverá estar uniformizado de acordo, (ah...já quase me esquecia, as estátuas dos nossos heróis completamente legendadas e os ajardinamentos adjacentes arranjados e não vá algum polícia prender quem junto delas pretender fotografar-se, são marcos mais altos da nossa história, são parte de nós. Divulgue-mo-los).

 

 

Hotéis e restaurantes, acredito que neste capítulo estamos mais ou menos bem servidos e que farão jus à nossa gastronomia e a intercontinental, com um serviço de qualidade e atendimento acolhedor, pois são na verdade os locais que mais visitarão os vindouros.

 

 

A nossa Polícia, de que tantos males se lhe alvitra, deverá estar preparada de noite e de dia, em todas as artérias da cidade para zelar e velar com dignidade pela ordem pública e a integridade dos cidadãos que em breve nos visitarão, de forma que não sejam vítimas de assaltos e por vezes de abusos de algum ou outro “agente” de autoridade, quer na área de segurança pública, quer na área de trânsito, pois trata-se de gente que, embora deva obedecer ao régio da cidade e do país, não conhecem a fraca sinalização das cidades (as sinalizações, os semáforos a funcionar e as passadeiras pintadas – será que se irá respeitar?” Uns chegam-nos de países em que peão na passadeira o carro pára”).

  • Jorge Amade
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:14
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Samora Machel

Decorre de 1 de Outubro a 17 de Novembro deste ano, a Taça Universitária Samora Machel no Campus Universitário Principal da Universidade Eduardo Mondlane, na cidade do Maputo.

 

O certame ocorre no âmbito das comemorações do Ano Samora Machel e do Dia Internacional do Estudante, tendo como objectivo diversificar as actividades extracurriculares e contribuir para uma socialização e convívio entre os estudantes dos diversos cursos, segundo revelou Paulo Gumende, Presidente da Comissão Organizadora.

 

 

Farão parte do torneio estudantes do Ensino Superior representados por faculdades, escolas, institutos, residências estudantis e/ou selecções universitárias, nas modalidades de futebol, basquetebol, futsal, voleibol, em masculinos e femininos.

 

Os jogos vão decorrer, para além do Campus Universitário da UEM, nos campos polivalentes da Universidade Pedagógica (UP) e da Universidade São Tomás de Moçambique (USTM).

 

 

Para esta prova, as inscrições já estão abertas, terminando no dia 31 de Agosto. No entanto, as listas das equipas inscritas serão divulgadas no dia 19, para o sorteio ter lugar no dia seguinte.

 

 

De referir que o evento realiza-se sob o lema “Por uma Universidade empreendedora e livre da violência”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:03
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Edson Madeira e Bruno Luzia

EDSON Madeira, Bruno Luzia e Neuso Sigaúque são os judocas que defenderão a bandeira nacional no Campeonato Mundial de Judo que decorre de 23 a 28 deste mês na capital francesa, Paris.

 

O trio efectua há mais de dois meses um estágio competitivo naquela cidade europeia, tendo em vista a sua participação na referida prova bem como nos Jogos Africanos do Maputo 2011. E quando falta pouco mais de uma semana para o início do Mundial observam a última fase de preparação e treinam integrados em equipas francesas.

 

 

Edson Madeira, a maior referência da modalidade no país, combaterá nos menos 73 quilos, Bruno Luzia e Neuso Sigaúque competirão nos menos 66 e 60, respectivamente.

 

 

Em relação aos judocas que estão a estagiar fora do país, sublinhe-se que Leopoldo Tanque e Micael Fumo, menos 81 e 90, estão a estagiar em Portugal e são orientados por um técnico português.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:56
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vila

FOI lançado ontem, no Estádio Nacional do Zimpeto, o Hino oficial dos X Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

Trata-se de uma música com uma melodia genuinamente moçambicana, tendo a letra original sido escrita por Mia Couto, a interpretação vocal de Roberto Chitsondzo, Zico, Júlia Duarte e Júlia Mwitu e os coros do agrupamento Majescoral.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 09:43
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