Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 08 DE Agosto 2011
Italo

É ISSO mesmo! O campeão nacional de futebol está à beira de se sagrar, de novo, campeão nacional. Ontem, na 20ª jornada do Moçambola-2011, a Liga Muçulmana ganhou ao Incomáti por 2-0 e colheu dividendos dourados noutros campos onde jogavam os seus mais directos perseguidores, nomeadamente Maxaquene, que empatou 0-0 na visita ao Ferroviário de Nampula, e Costa do Sol, derrotado por duas bolas sem resposta no terreno da HCB do Songo.

 

Em face destes resultados, e tendo em conta os números que a tabela classificativa nos apresenta, é inequívoco afirmar-se que a Liga Muçulmana se encontra realmente próxima da revalidação do título. Soma 46 pontos, contra 35 do Maxaquene e 33 do Costa do Sol. Quando estamos a seis jornadas da sua conclusão, o campeonato vai agora observar uma paragem de cerca de dois meses, primeiro, face à deslocação dos “Mambinhas” Sub-23 para um estágio no Brasil; e, segundo, devido aos Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

 

Numa partida verdadeiramente atípica, o Ferroviário de Maputo e o Ferroviário da Beira empataram 3-3, sábado, no Estádio da Machava. A turma do Chiveve esteve a vencer em duas ocasiões: 2-0, no intervalo, e 3-2, já perto do final da contenda, mas, mesmo ao pagar das luzes, o inconformado e destemido Sonito restabeleceu a igualdade, para total desencanto dos beirenses.

 

 

Também em Vilankulo houve espectáculo e um jogo impróprio para cardíacos. O Desportivo ganhou por 3-2, mas o desafio esteve empatado 2-2, tendo os locais permitido o triunfo “alvi-negro” já no final da contenda. Como consequência da derrota, o técnico Abdul Omar foi afastado do Vilankulo FC, cargo que havia assumido em substituição de Miguel dos Santos, após se demitir, abruptamente, do comando do Sporting da Beira.

 

 

No Chiveve, os “leões” empataram 1-1 com o Chingale, numa jornada cuja conclusão acontecerá no domingo, com o embate entre Atlético Muçulmano e Matchedje. De permeio, na quarta-feira, teremos o jogo de repetição Ferroviário da Beira-Incomáti.

 

 

Na classificação, Liga Muçulmana tem 46 pontos, seguido do Maxaquene com 35, Costa do Sol 33, Desportivo e Chingale 31, Ferroviário de Nampula 30, Ferroviário de Maputo 29, HCB do Songo 28, Vilankulo FC, 26, Ferroviário da Beira 22, Incomáti 21 e, abaixo da linha de água, Atlético Muçulmano e Sporting 16 e Matchedje 13.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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Dario Khan

QUANDO Dário Khan foi contratado pela Liga Muçulmana, em Maio, na reabertura do mercado, nem os mais optimistas pensavam que pudesse, nesta altura, ser um dos goleadores do campeonato. Mas, diga-se, Dário Khan não só está a conseguir cumprir com a missão para qual foi contratado, de dar consistência à defesa “muçulmana”, como também está a ganhar o estatuto de goleador. Cada vez que se adianta no terreno, sobretudo em lances de bola parada, causa pânico na área contrária.

 

Na tarde de ontem, voltou a fazer o gosto ao pé, ao marcar o golo que abriu o triunfo da Liga sobre o Incomáti. Na sequência de um pontapé de canto, o central, tal como um verdadeiro ponta-de-lança, tirou proveito de um mau alívio de um defesa, para colocar a turma “muçulmana” em vantagem. Estavam transcorridos 15 minutos.

 

 

Até à altura do golo, os comandados de Artur Semedo, apesar do ligeiro domínio, não tinham feito o suficiente para marcar, no entanto, voltaram a revelar-se muito fortes nos lances de bola parada. É que, à semelhança do primeiro tento, a Liga avolumou o “score”, aos 38 minutos, também num canto, outra vez marcado Nelson. Foi quase uma cópia do primeiro, só mudando o interveniente. Desta vez, foi Maurício a aproveitar uma defesa incompleta do guarda-redes Maria, que não consegui suster um cabeceamento de Dário Monteiro.

 

 

A partir deste golo, praticamente ficou arrumada a questão do vencedor. A forma como os pupilos de Hilário Manjate estavam a encarar a partida, pouco agressivos, não fazia antever outro cenário. No entanto, Mambucho, a melhor unidade da equipa de Xinavane, criou o único lance de ataque digno de registo na etapa inicial.

 

 

No período complementar, a Liga entrou com o objectivo de gerir a vantagem. Nelson, Momed Hagy, Ítalo e Telinho, um quarteto com técnica acima da medida, trataram de “moer” o jogo com boas trocas de bola. Contudo, o adversário dispôs de duas boas situações de golo. A primeira, aos 61 minutos, foi a mais clara, se se atender que Paíto conseguiu passar pelo guarda-redes Nelinho, mas demorou uma eternidade para rematar.

 

Mesmo assim, foi sol de pouca dura, na medida em que a equipa “muçulmana” não mais vacilou e até poderia, já perto do final, ter feito o 3-0 por Ítalo, que, diante do guardião, rematou já em esforço, com a bola a sair um pouco ao lado do poste.

O árbitro José Maria Rachide realizou uma boa exibição.

 

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: José Maria Rachide, auxiliado por auxiliado por Ivo Francisco e José Mhula.

 

Quarto árbitro: Filimão Filipe

 

LIGA MUÇULMANA - Nelinho; Mucuapele, Dário Khan e Narciso (Paíto); Mustafá, Momed Hagy, Nelson, Ítalo e Telinho; Maurício (Belito) e Dário Monteiro (Michael).

 

INCOMÁTI - Maria; Tawinha, Venito, Matawene e Loló (Juvêncio); Bagio, Félix, Kikita (Gil) e Fuji; Mambucho (Kassim) e Paíto.

 

Golos: Dário Khan (15 m) e Maurício (38 m).

  • Ivo Tavares
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:29
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Liga Muçulmana

 

 

DURANTE os cerca de dois meses de paragem do Moçambola-2011, a Liga Muçulmana poderá ter tempo mais que suficiente para ir ao costureiro, encomendar as faixas e até efectuar as devidas provas à vontade, pois a 20ª jornada foi absolutamente vantajosa para os seus desígnios de revalidação do título.

 

É que, se bem derrotou o Incomáti por duas bolas sem resposta, com o defesa-goleador Dário Khan a abrir o activo, os outros dois concorrentes ao título terão entregue de bandeja o “canecão” ao detentor do título. Em terrenos dificílimos, Maxaquene foi a Nampula empatar sem abertura de contagem com Ferroviário local, enquanto Costa do Sol perdeu por 2-0 na Estádio 27 de Novembro, diante da HCB do Songo.

 

Quem também tirou vantagem destes resultados foi o Desportivo, que subiu novamente para o quarto posto, mercê do triunfo em Vilankulo por 3-2, tendo Zainadine Jr provocado uma grande penalidade e se ressarcido com o tento da vitória.

 

No Estádio da Machava travou-se um diálogo a todos os títulos espectacular, com Ferroviário do Maputo e Ferroviário da Beira a empatarem, por 3-3.

 

Outra igualdade, desta feita a uma bola, aconteceu no Chiveve, no desafio entre Sporting e Chingale. Com o campeonato a parar, ainda haverá lugar para duas partidas de acerto do calendário: Ferroviário da Beira-Incomáti, quarta-feira, no Estádio da Machava; e Atlético Muçulmano-Matchedje, domingo, no campo da Liga Muçulmana. Na classificação, Liga Muçulmana tem 46 pontos, seguido do Maxaquene com 35, Costa do Sol 33, Desportivo e Chingale 31, Ferroviário de Nampula 30, Ferroviário do Maputo 29, HCB do Songo 28, Vilankulo FC, 26, Ferroviário da Beira 22, Incomáti 21 e, abaixo da linha de água, Atlético Muçulmano e Sporting 16 e Matchedje 13.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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logotipo do Grupo Desportivo de Maputo

O DESPORTIVO venceu, pela primeira vez na história do Moçambola, o Vilankulo FC, num jogo em que a rapaziada de Augusto Matine puxou pelo o seu potencial para conquistar os três pontos.

 

Os golos “alvi-negros” foram todos marcados na segunda parte, período em que a equipa sacudiu a pressão dos donos da casa, com um futebol bem elaborado e em que a tripla Isac/Gregório/Jojó quebrou e confundiu a rija defensiva dos “marlins”.

 

O primeiro tento do Vilankulo foi marcado de penalte, por Tendai, aos 25 minutos, a castigar uma mão de Zainadine Jr. Este golo poderá ter servido de balão de oxigénio para os “bebés” de Matine, pois, na segunda parte, entraram desinibidos, tiraram da cabeça de que estavam fora de portas e demonstraram a sua capacidade de saber tratar o esférico.

 

Aos 59 e 60 minutos deram a cambalhota ao resultado, com golos de Isac e Gregório. Ainda assim, o Vilankulo, ferido no seu orgulho, reagiu e, aos 85, restabeleceu a igualdade por Matlombe, que acabava de entrar. Entretanto, para gáudio dos forasteiros, Zainadine Jr, ao cair do pano, fixa o resultado final.

 

Mateus Infante, árbitro do jogo, foi muito contestado pelos adeptos locais, sobretudo no lance que originou o golo da vitória do Desportivo.

 

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Mateus Infante, auxiliado por Célio Mugabe e Joaquim Merinho.

 

Quarto árbitro: Celso Alvacao

 

VILANKULO FC – Victor; Sadique, Tcharles, Ali e Bila; Tendai, Belo, Getinho e Félio (Jossias); Titos (Bush) e Sergito (Matlombe).

 

DESPORTIVO – Leonel; James, Baúte, Zainadine Jr. e Cândido; Thotchó, Marvin, Isac (Edgar) e Gregório; Kenedy (Abílio) e Jojó (Beto).

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Félio

 

Golos: Tendai e Matlombe; Isac, Gregório e Zainadine Jr.

  • Victorino Xavier
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:54
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maxaquene

LOGO à partida, esperava-se no Estádio 25 de Junho uma partida de futebol de emoções fortes, tendo em conta os lugares que ocupam os dois intervenientes na tabela classificativa. Ou por outra, era considerado um dos grandes jogos desta jornada, daí que fosse aguardado com enorme expectativa. O Ferroviário entrou bem, trocando a bola e procurando criar espaços, dando assim a sensação, nos minutos iniciais, de que o marcador seria inaugurado pelos visitados.

 

À medida que o tempo ia passando, os “locomotivas” foram demonstrando, nitidamente, a sua superioridade, e poderiam ter chegado ao golo aos 14 e 18 minutos. Durante o primeiro tempo, o guarda-redes Caio foi um mero espectador, visto que nenhuma jogada de perigo protagonizada pelos “tricolores” chegou à sua baliza.

 

 

As trocas de bolas do Ferroviário eram feitas principalmente no meio-campo, com lançamentos pelas alas para a entrada de Nelinho, Binó e Rojas, apoiados pelos laterais. Mas este domínio, apesar de ter permitido aos locais chegar mais vezes à baliza defendida pelo Soarito, não foi materializado em golos, devido à ingenuidade dos dianteiros.

 

 

Até ao intervalo, os nampulenses criaram várias oportunidades, mas a falta de eficácia na finalização, um aspecto que se evidenciou muito na equipa, incluindo a boa intervenção da retaguarda visitante, não permitiu que se inaugurasse o marcador.

 

 

Na segunda parte, o Maxaquene entrou com uma outra abordagem do jogo e, no primeiro minuto, uma jogada de mestria entre Alvarito e Eusébio poderia ter resultado em golo, não entrando somente porque Caio o “proibiu”, fazendo uma defesa espectacular. Galvanizados, daqui em diante o que se assistiu foi a intensificação de ataques pelos “tricolores”, porém, repelidos prontamente pelos adversários.

 

 O “acordar” do Maxaquene fez com que, em algum momento, a partida tivesse uma toada de equilíbrio: ora os “locomotivas” com a posse de bola, ora os visitantes à mercê dela.

 

 

Mas o Ferroviário continuava a ser o mais esclarecido e aquele que mais golo procurava. Como consequência, aos 68 minutos, Binó falhou uma flagrante oportunidade de marcar, com a baliza escancarada.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Arão Júnior, auxiliado por Gimo Patrício e João Paulo.
Quarto árbitro: Machuara Abujahama

FER. NAMPULA – Caio; Zuma, Rojas, Mabucho e Kalanga; Dondo, Nelinho (Mito), Tchitcho e Edmundo; Binó (Sankani) e Carvalho.

 

MAXAQUENE– Soarito; Campira, Gabito, Vasil e Eusébio; Kito, Alvarito (Macamito), Payó e Liberty (Genito); Reginaldo (Betinho) e Hélder Pelembe.
  • Mouzinho de Albuquerque
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:35
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Ferroviario da Beira vs Ferroviario do Maputo

PARTIDA verdadeiramente atípica, no Estádio da Machava! Uma partida que, para além do registo da abundância de golos, a maioria de se lhe tirar o chapéu – de facto, só mesmo visto – ficou extraordinária e particularmente marcada pela acção do guarda-redes beirense, próximo do final da contenda e quando tudo indicava que a sua formação sairia do Vale do Infulene com os três pontos na algibeira. Mas a partida, também, ficou de forma magnífica marcada pela galhardia e crença até à última gota de sangue do ponta-de-lança Sonito.

 

Ora, Gervásio, responda-nos lá: estavas mesmo lesionado quando, a um minuto da conclusão dos cinco de compensação, abrupta e inexplicavelmente te atiraste para o chão? Havia realmente necessidade de seres assistido, ou então era mais artimanha para “queimar” o tempo? Bom, independentemente da resposta que tiveres, o certo é que os teus colegas, treinador e adeptos jamais te perdoarão, por aquela atitude imprudente. Tal como se viu, foste o responsável principal pelo empate, pois o árbitro, muitíssimo bem, acabou por compensar a…compensação, altura em que aconteceu o tento da igualdade.

 

 

Marcado por muitas situações inesperadas, mas positivas, o encontro entre os rivais Ferroviários do Maputo e da Beira foi um espectáculo a todos os títulos memorável. Vejamos, por exemplo, o que aconteceu na primeira parte: jogo com mais lances ofensivos por parte dos visitados, eis que, contra todas as expectativas, a turma do Chiveve beneficia de dois preciosos brindes da defesa contrária, com particular destaque para o experiente Jotamo. Sempre na brecha, Jerry bate o surpreendido Mahomed, em ambas as ocasiões de cabeça, com golos de belo efeito.

 

 

Antes dos 40 minutos, Nacir Armando efectua duas substituições: saem Dário Chissano e Jotamo, entram Tchitcho e Butana, respectivamente. Era óbvio que muita coisa estava mal na maneira como a equipa defendia e partia para o ataque, situação que melhorou com a operação do “mister.

 

Jogando de forma destemida e também tirando partido do retraimento ofensivo do adversário, a turma da capital partiu à busca do melhor. E foi bem sucedida, com Tchitcho, primeiro, e Sonito, depois, a igualarem a partida. O jogo ganhou um dinamismo fora de série. A formação de Akil Marcelino, aparentemente, se remeteu à defesa, levando o oponente a jogar todo ele no ataque. Óptima estratégia beirense, pois, num rápido contra-ataque protagonizado por Zicco, aconteceu o golo então visto como do triunfo.

 

 

Puro engano! É verdade que alguns adeptos locais, desencantados, começaram a abandonar as bancadas, sem saber que o melhor ainda estava por vir: o tento de Sonito, depois de Gervásio, numa infantilidade atroz, ter obrigado o juiz da partida a conceder mais alguns minutos acima dos cinco de compensação. No final, o rosto de Akil Marcelino, transformado num oceano de lágrimas, dava pena. O jovem treinador não merecia tão cruel castigo…

 

Ainad Ussene, quando quer, consegue ser um homem de classe. Oxalá o queira sempre.

 

 

FICHA DO JOGO:


Árbitro: Ainad Ussene, coadjuvado por Arsénio Marrengula e Amisse Djuma.

 

Quarto árbitro: Virgílio Absalão

 

FER. MAPUTO – Mahomed; Zabula, Jotamo, Chico e Fredy; Dário Chissano, Rachide, Buramo e Vling; Luís e Sonito.

 

FER. BEIRA – Gervásio I; Gervásio II, Gildo, Chico e Faife; Mupoga, Mouka e Michael; Maninho, Zicco e Jerry

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Gildo, Faife, Zicco, Gervásio e Chico, este último dos “locomotivas” da capital.

 

Golos: 0-1, Jerry (11 m); 0-2, Jerry (31 m); 1-2, Tchitcho (55 m); 2-2, Sonito (74 m); 2-3, Zicco (85 m); 3-3, Sonito (97 m).

  • Alexandre Zandamela
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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