Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 18 DE Julho 2011

AUTÊNTICA goleada é como se pode resumir as eleições do passado sábado que reconduziram Feizal Sidat a mais um mandato de quatro anos. É que, contra todas as previsões, Sidat acabou por ganhar por uma esmagadora maioria. Amealhou 10 dos 11 votos, deixando Baptista Bonzo com apenas um e Carlos Jeque sem nenhum.

 

O ambiente que antecedeu esta Assembleia Geral foi um tanto ou quanto turbulento. O candidato Carlos Jeque, a dois dias do acto eleitoral, convocou uma conferência de Imprensa para denunciar aquilo que considerou de atropelo aos estatutos pelo facto da magma reunião ser extraordinária. Mas, esta fundamentação foi chumbada pelos 11 associados, por considerarem que a assembleia de sábado era a continuação da do dia anterior.

 

 

Carlos Jeque, mesmo ciente das irregularidades não retirou a sua candidatura. Tentou ainda impugnar as eleições. Mas a Assembleia Geral entendeu que a fundamentação de Carlos Jeque não tinha espaço e acabou por ir às urnas.

O ambiente na sala não era dos melhores. O presidente da mesa Assembleia Geral chegou a exaltar-se com o candidato Jeque, por considerar que este, na qualidade de candidato, não tinha direito à palavra.

 

 

Porém tudo terminou bem, porque o próprio candidato Jeque acabou por se aperceber que tinha poucas hipóteses de chegar ao mais cobiçado cargo do futebol nacional. Já era visível que a tendência de voto era para Feizal Sidat.

 

 

Aliás, na sessão anterior que serviu para a apreciação dos relatórios das actividades e contas do exercício de 2010, apenas a cidade do Maputo é que apresentou protestos em relação aos documentos que eram analisados.

 

 

A Associação de Futebol da Cidade do Maputo, por não concordar com o relatório de contas, chegou a aventar a hipótese deste documento ser auditado por algumas instituições vocacionadas para a área.

Porém, o presidente do Conselho Fiscal da FMF esclareceu que o parecer da sua instituição só em si era suficiente para legitimar o relatório de contas.

 

 

A questão da aquisição das instalações da FMF também constituiu uma inquietação para a Associação de Futebol da Cidade do Maputo, mas acabou sendo o próprio presidente da Mesa da Assembleia Geral a sossegar Victor Miguel e seus acompanhantes ao afirmar que o processo da compra obedeceu a trâmites legais e que os filiados da Federação deveriam sentir-se congratulados por poderem contar no futuro com uma casa do futebol no país.

O MOMENTO DA DECISÃO!

ESTE foi o momento de suspense. A sala estava cheia. Todos aguardavam ansiosamente pela decisão final. Foram estes 11 homens que acabaram por decidir quem iria conduzir os destinos do futebol moçambicano nos próximos quatro anos.

 

À excepção da cidade do Maputo que votou – tudo indica – em Baptista Bonzo, as restantes 10 associações acabaram por escolher Feizal Sidat. Se a opção é certa e justa ou não, a verdade é que foram eles que acabaram por depositar o voto. Oxalá a escolha tenha sido acertada.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 
publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
 O que é? |  O que é? | favorito

MAL o árbitro Mateus Infante assinalou a marca da grande penalidade, considerando – justamente – que o guarda-redes Nelinho derrubou Hélder Pelembe na grande área, a efervescência tomou conta do campo do Maxaquene.

 

A euforia dos seus adeptos foi total, até porque, para coroar a sua festa, o central Gabito, com um remate indefensável, atirou a contar, restabelecendo a igualdade. Porém, a festa foi efémera para os “tricolores”, pois, numa jogada bem urdida por Nelson, do lado esquerdo, cruzou milimetricamente para a zona do golo. De trás para frente, projectado como um míssil, Dário Khan, também defesa central, saltou, saltou e com um forte golpe de cabeça fez um magnífico golo. Sua Majestade Dário Khan entrava assim, mais uma vez, na história de uma importantíssima vitória da sua equipa no campeonato.

 

 

Ainda se estava na etapa inicial. Nada perdido para o Maxaquene e nada ganho para a Liga Muçulmana. Só que, na segunda parte, enquanto os “tricolores”, com o credo na boca, procuravam o golo incessantemente e por vezes de uma forma atabalhoada, os “muçulmanos”, extraordinariamente bem no seu esquema táctico, iam fazendo o jogo que lhes interessava: nalguns casos, defendendo a partir do meio-campo do adversário, fechando-lhe as saídas para o ataque; noutras, deixar o seu oponente descer à vontade, para depois não lhe oferecer liberdade de acção, através de uma vigilância cerrada sobre os elementos mais preponderantes na frente ofensiva, como são os casos de Hélder Pelembe e de Reginaldo, embora Filipe tenha sido mais afoito e a roubar algum espaço de manobra.

 

 

Os 90 minutos não foram tão espectaculares quanto se esperava, a avaliar pela qualidade dos artistas e, sobretudo, da rivalidade entre os dois conjuntos. Na primeira parte, para além dos golos – quem abriu o activo foi Maurício, aos 11 minutos – notou-se uma certa preocupação dos atletas em apresentar um jogo agradável, no entanto, o perigo de errarem e as consequências daí decorrentes retraía a sua inteligência. Por via disso, embora se notasse uma certa vivacidade no relvado, do ponto de vista de produtividade era escasso demais para a grandeza dos contendores.

 

O segundo tempo foi ruim. Pouco, muito pouco se viu de futebol verdadeiro. O Maxaquene, no afã de chegar à igualdade, armava-se de todos os meios disponíveis, e Betinho até esteve à beira do golo, mas, desequilibrado, atirou por cima da barra transversal. A Liga Muçulmana, aparentemente relaxada, optava por um futebol calculista, largando apenas Telinho para a “confusão”. Afinal, como professa José Mourinho, a defender também se pode ser campeão, particularmente numa altura feia da partida, em que, para além das paragens para as substituições, as lesões, algumas simuladas, se sucediam…

 

Para quê tanta pressão sobre o juiz da partida? Estes nossos futebolistas, pelos vistos, também decidiram adoptar o malfadado esquema dos seus dirigentes e treinadores: exercer pressão sobre o árbitro para disso tirarem proveito. Foi assim com os jogadores de ambas as formações, perdendo tempo que seguramente lhes seria útil na sua função principal de jogar a bola. Mateus Infante, quanto a nós, foi recto e ainda bem que fez ouvidos de mercador às infundadas reclamações dos atletas.

 

FICHA DO JOGO:


Árbitro: Mateus Infante, coadjuvado por João Paulo e Ivo Francisco.
Quarto árbitro: António Massango

MAXAQUENE – Soarito; Vasil (Manuelito), Campira, Gabito e Eusébio; Kito, Alvarito (Genito) e Macamito; Filipe, Hélder Pelembe (Betinho) e Reginaldo

 

LIGA MUÇULMANA – Nelinho; Mustafá, Dário Khan, Narciso e Mayunda; Telinho, Momed Hagy, Carlitos e Ítalo (Micas); Nelson (Silvério) e Maurício (Muandro)

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Nelinho, Macamito, Reginaldo, Nelson e MayundaGolos: 0-1, Maurício (11 m); 1-1, Gabito (34 m), de grande penalidade; 1-2, Dário Khan (38 m)
  • Alexandre Zandamela
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
 O que é? |  O que é? | favorito

JÁ são cinco pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Ainda há muito campeonato pela frente (?), porém, não resta a menor dúvida que a Liga Muçulmana solidificou as suas ambições de revalidar o título.

 
Na 17ª jornada do Moçambola-2011, que chamava particular atenção em face da característica dos embates programados, os campeões nacionais jogaram ontem no campo do Maxaquene e ganharam por 2-1, com um magnífico golo do central Dário Khan a fazer a diferença. Sábado à noite, no Estádio Nacional do Zimpeto, o “derby” Desportivo-Costa do Sol terminou com o triunfo dos “canarinhos”, na sequência do tento solitário de João Mazive.
Ferroviário de Maputo e Ferroviário de Nampula continuam em ascensão: os primeiros bateram o Matchedje por 3-1 e os segundos foram a Vilankulo ganhar por duas bolas sem resposta. No “derby” tetense, o Chingale saiu-se bem, mesmo ao apagar das luzes, triunfando por 1-0 diante da HCB do Songo. No desafio entre os últimos, Atlético Muçulmano levou de vencida Sporting por categóricos 3-0, passando os “leões” para lanterna vermelha.
No Chiveve, na altura com um nulo, houve confusão no intervalo e o embate Ferroviário da Beira-Incomáti não chegou ao fim. Na classificação, Liga Muçulmana soma 37 pontos, seguido do Maxaquene com 32, Costa do Sol 30, Desportivo 28, Chingale 27, Ferroviário de Nampula 26, Ferroviário de Maputo 24, HCB 23, Ferroviário da Beira e Vilankulo FC 20, Incomáti 18 e, abaixo da linha de água, Matchedje e Atlético Muçulmano 13 e Sporting 12.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
 O que é? |  O que é? | favorito

VILANKULO FC terá realizado no passado sábado no seu campo, o pior jogo na história do Moçambola. Tudo saiu mal, foi sombra de si próprio. Das melhores unidades daquela colectividade de Inhambane, de Jaimito até Tendai passando por Bila, Belo, Gonçalves, Getinho e companhia, ninguém acertou em nada. Resultado: derrota em casa por duas bolas sem resposta.

 

O Ferroviário de Nampula que ia com a lição bem estudada sobretudo pela façanha que a equipa da casa cometera no pretérito fim-de-semana ao surpreender o Ferroviário de Maputo em sua própria casa, cedo ainda quis controlar o jogo, mas foi o Vilankulo que, com galões de tomba-gigantes em Maputo, entrou a pressionar sem no entanto criar perigo na baliza.

 

Todavia, aos três minutos cheirou golo na baliza de Jaimito, num lance aparentemente inofensivo. A bola pára nos pés de Zuma que com o pé esquerdo rematou para a base do poste. A seguir foi o Vilankulo que tentou assediar a baliza do Ferroviário de Nampula, com trocas constantes de bola entre Bila, Belolo Tendai e Mathombe, mas que não chegava a Sergito em condições. Terminava o primeiro tempo.

 

A segunda parte começa com o Vilankulo na mó de cima, mas seria o Ferroviário de Nampula a chegar ao golo por Rodjas depois de um canto.

Quando tudo indicava que Vilankulo ia reagir ao golo, nada disso, foram os visitantes que no lugar de defender o magro resultado, continuaram a porfiar um futebol vistoso, perante a incapacidade dos locais de reagir e chegar à baliza com a bola jogável. Tudo saiu mal e o Ferroviário que tinha em Nelinho, no seu estilo característico o esteio do meio-campo, chegou ao segundo golo aos 80 minutos por intermédio de Kalanga.

O Vilankulo perdeu assim preciosos três pontos em sua própria casa e complica cada vez mais a sua manutenção.

José Hugo, não teve problemas para dirigir o encontro. Realizou um trabalho aceitável

 

Ficha técnica:


Árbitro: José Hugo, Amisse Juma e Daniel Filipe.

 

Quarto árbitro: Celso Alvacao.

 

Vilankulo FC: Jaimito; Edgar, Ali, Sadique e Bila (Bucho) Belo, Eurico, Getinho (Titos), Gonçalves, Mathombe, Tendai e Eurico.

 

Fer. Nampula: Caio; Rodjas, Mambucho, Kalanga, Dondo Nelinho, Zuma, Tchitcho, Massana (Hipo) Carvalho, (Mito) e Sankane (Binó).Acção disciplinar: Cartões amarelos para Mito e Michael, todos do Ferroviário de Nampula.
  • Victorino Xavier
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:26
 O que é? |  O que é? | favorito

TRÊS golos marcados por Tchitcho, Rachid e Luís, aos 46; 51 e 79 minutos, respectivamente, salvaram o Ferroviário de Maputo de uma iminente derrota na tarde de sábado passado no Estádio da Machava, naquilo que seria a segunda, caseira e consecutiva, nesta etapa da prova. Quem não se aproveitou da desorientação do adversário e assumir o estatuto de vencedor foi o Matchedje que, após ter estado a ganhar durante quase toda a primeira parte, através de um golo marcado aos 15 minutos por intermédio de Skaba, deixou o pássaro fugir-lhe das mãos já ao apagar das luzes.

 

Num jogo que só os golos fizeram a história, foi o Matchedje, aflito na tabela classificativa, que entrou a denunciar a vontade de resolver o assunto o mais cedo possível, embalando-se para o ataque de forma destemido e com lances certeiros, ante um Ferroviário irreconhecível e sem identidade táctica e técnica.

 

 

A claque do Ferroviário tentou puxar pela equipa, mas esta não reagia e muito menos dava sinal de reanimação, pelo menos até ao golo de empate conseguido já no tempo de compensação da primeira parte, por intermédio de Tchitcho, na conclusão de um pontapé de canto do lado direito do ataque da sua equipa, um tento que fez desistir o Matchedje do truque de “queima-tempo” e da convicção errada de que o resultado seria de 1-0 até ao fim.

 

 

Portanto, quem se redimiu no regresso do descanso foi o Ferroviário, numa reviravolta que, mesmo assim, não foi suficiente para convencer a ninguém de que foi o melhor conjunto, senão pelo número de golos marcados. Numa perspectiva de que o que estava em jogo eram os três pontos, então, a turma de Nacir Armando foi a justa vencedora, sobretudo para um conjunto que vem denotando uma crise de confiança nos últimos dois jogos. Contudo, um empate ou com o resultado de 1-0 que vigorou na boa parte do primeiro tempo, também se encaixaria perfeitamente como final, por aquilo que o Matchedje tentou esboçar e o Ferroviário não fez. Amosse Lázaro fez uma arbitragem à altura do jogo, evitando entrar em teatros dos jogadores, sem nervos.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Amosse Lázaro; auxiliado por Célio Mugabe e Adolfo Chitache.

 

Quarto árbitro: João Armando.

 

MATCHEDJE: Zacarias; Osvaldo, Caló, Silva, Skhaba, West (Leonel), Eka, Kikito, João (Zito), Jair e Hilário.

 

FERROVIÁRIO DE MAPUTO: Mohamed; Fredy, Zabula, Chico, Butana (Sonito), Whisky, Rachid (Joca), Buramo, Luís, Tchitcho e Imo (Imo).

 

Golos:  Skaba (aos 15 minutos), para o Matchedje, Rachid, Tchitcho e Luís (46; 51 e 89 minutos, respectivamente), para o Ferroviário.

 

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Caló e Jair (Matchedje); Rachid e Zabula ( Ferroviário)

  • Jafar Buana (Colaboração)
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:20
 O que é? |  O que é? | favorito

O RIGOR táctico acabou defraudando as expectativas em relação ao espectáculo que se previa deste grande “derby”, apesar do esforço em ambas as partes com vista a transformar as escassas oportunidades produzidas em golos, com maior incidência para o Costa do Sol, que teve uma exibição mais vislumbrante.

 

As duas equipas tiveram dificuldades extremas de traduzir as suas acções em golos face à severidade defensiva perante as investidas que partiam de parte a parte. Tanto o Desportivo, como o Costa do Sol procuraram evitar no máximo erros de palmatória, porque os riscos eram maiores, pois cada formação procurava explorar no máximo os erros do adversário. O Costa do Sol teve o mérito num livre de João Mazive, que resultou num golo espectacular. Os “centrais” tiveram quota-parte de culpa, mas é preciso aceitar que Mazive soube colocar o esférico no lugar certo. Leonel partiu ligeiramente atrasado para a intercepção da bola batida em jeito de arco para o ângulo superior direito.

 

 

O Costa do Sol acabou merecendo a vitória pela persistência na sua abordagem do jogo e pela vontade expressa pelos seus jogadores de chegar ao golo. O “canário” foi mais flexível que o seu oponente que, em grande medida, denunciou as suas manobras despertando a atenção do seu adversário. O “canário” foi feliz porque jogou sem receios e abertamente para o ataque, com um futebol bem articulado e compensações rigorosas, facto que marcou alguma diferença na sua actuação.

 

O Desportivo teve imensas dificuldades de romper a defensiva “canarinha”, bem apoiada pelo meio-campo, onde o “capitão” Mambo fez valer a sua experiência. No ataque, o jovem Parkim marcou diferença, enquanto o seu companheiro Jordão teve limitações perante a forte pressão que lhe era imposto. O choque com um defensor forçou-lhe a ceder o lugar a Tó, aumentando o caudal ofensivo dos “canarinhos”, mas os golos negavam em aparecer, com alguma sorte para os “alvi-negros” e com algum mérito para o guarda-redes Leonel, que esteve muito seguro nos postes.

 

 

Contudo, é preciso reconhecer que o Desportivo foi o primeiro a levar perigo junto à baliza adversária. O jovem Buch não teve arte para o que era mais fácil. Tico-Tico fez-lhe uma belíssima assistência. Cabia-lhe apenas empurrar o esférico à frente do “keeper” Abú, mas o desvio foi para as alturas, aos 22 minutos.

 

Na insistência, Mercy levou a bola ao travessão num falso cruzamento que surpreendeu o guarda-redes “canarinho”.

Neste período denotava-se uma constante alternância ofensiva, mas que infelizmente não se traduzia em golos. Foi preciso esperar pela segunda parte para João marcar o único tento do embate num lance de bola parada a castigar carga sobre Parkim.

 

Daí para a frente, o Costa do Sol tomou as rédeas do jogo e Rúben falhou o alvo atirando igualmente por cima à entrada da grande área. De seguida, Babo chamou Leonel a uma defesa apertada, enquanto Josimar (entrou a substituir Parkim), em desequilíbrio, desperdiçava a emenda a mais uma defesa incompleta do guarda-redes “alvi-negro”. Por último, Tó, já em tempo de compensação, chamou Leonel a uma outra defesa de recurso.

O árbitro da partida realizou um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Samuel Chirindza, auxiliado por Arsénio Marrengula e Salomão José. O quarto árbitro foi Ainad Ussene

 

DESPORTIVO – Leonel; James, Zainadine Jr., Baúte e Cândido; Buch (Jójó), Abílio, Tchótchó e Mercy; Santos e Tico-Tico

 

COSTA DO SOL – Abú; João Mazive, Manuelito, Jonas e Dito; Babo, Mambo, Rúben e David (Fido); Parkim (Josimar) e Jordão (Tó)

 

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Tchótchó e Mambo

  • Salvador Nhantumbo
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:51
 O que é? |  O que é? | favorito

FEIZAL Sidat foi reeleito sábado, na Academia Mário Esteves Coluna, na Namaacha, presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) com um total de 10 votos contra um de Baptista Bonzo e nenhum de Carlos Jeque.

 

Carlos Jeque ainda tentou impugnar as eleições, alegadamente porque o acto estava revestido de algumas irregularidades, principalmente porque foram convocadas duas sessões, o que contrasta, na sua óptica, com os estatutos. Mas, a Assembleia Geral entendeu que a magna reunião de sábado era a continuação da anterior de sexta-feira.

 

 

 Jeque solicitou por isso a exclusão de Feizal Sidat do acto, porque no seu entender, este tinha perdido mandato para além de ter adquirido um imóvel de forma fraudulenta. Esta solicitação também foi rejeitada pela Assembleia, principalmente pelo seu presidente Teodoro Waty, que disse que Feizal nunca havia perdido mandato e que gozava de presunção de inocência até prova contrária, pelo que tinha direito de eleger e ser eleito.

 

 

Contra todas as previsões, o candidato Carlos Jeque acabou por não merecer a confiança de nenhuma das associações. Aliás, antes do início do escrutínio já se notava alguma inquietação por parte deste candidato.

 

 

A eleição, fiscalizada por três jornalistas de órgãos de comunicação social diferentes, acabou ditando Feizal como vencedor por esmagadora maioria. No dia anterior, portanto, na sexta-feira, haviam sido aprovados os relatórios de actividades e de contas referentes ao exercício de 2010.

 

 

Depois do anúncio dos resultados, Sidat agradeceu as associações por terem confiado em si, ao mesmo tempo que reiterou a sua disponibilidade para servir o futebol nacional.

 

 Reiterou a sua intenção de qualificar os “Mambas” para o CAN Líbia-2013, assim como a melhoria das condições de trabalho das associações provinciais, por via da suplementação da dotação financeira e fornecimento de materiais de escritório, equipamento desportivo e de uma sede condigna à FMF.

 

 

Disse ainda que vai encorajar e ajudar os grandes clubes a criar academias desportivas para formar talentos que engrandecerão o futebol e estender a base de infra-estruturas desportivas para o centro e norte do país, construindo mais campos com piso sintético.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:53
 O que é? |  O que é? | favorito
Julho 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
16
17
23
24
25
30
31
subscrever feeds
tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
blogs SAPO