Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 11 DE Julho 2011
Carlos Jeque
ENTRE hoje e sexta-feira, são cinco dias extremamente decisivos para os candidatos às eleições na Federação Moçambicana de Futebol, agendadas para sábado, na Namaacha. Depois de a semana transacta ter sido caracterizada por périplos pelas diferentes províncias à “caça” do voto, os três concorrentes ao apetitoso e meloso “cadeirão” do Fonte Azul vão agora esgrimir os últimos argumentos, continuando a incidir sobre os clubes, após estes terem reclamado um escrutínio primário nas suas associações.
 

Nas suas viagens de campanha, Feizal Sidat, Baptista Bonzo e Carlos Jeque, os “três mosqueteiros”, com promessas de voto aqui e acolá, ouviram repetidas vezes a necessidade de nas associações serem organizadas eleições internas e o seu resultado ser lavrado em acta, devendo esse resultado constituir o voto da associação no escrutínio do próximo sábado.

 

 

Com esta atitude, os clubes pretendem que as sensacionalmente aguardadas eleições na FMF sejam realmente um processo democrático, isento e transparente, tendo em conta que nas anteriores ocasiões foram levantadas suspeitas de corrupção, apontando-se o dedo aos presidentes das associações, que alegadamente vêem as suas contas bancárias mais “gordas” quando chega esta altura, inquinando assim um processo que sempre se pretende claro e sem polémicas, a bem do próprio futebol.

 

 

Aliás, falando semana passada em Harare, onde esteve a-propósito da realização no Zimbabwe do Torneio da COSAFA de futebol feminino, o presidente da FIFA, o suíço Joseph Blatter, revelou que o seu organismo estava particularmente atento às eleições na Federação Moçambicana de Futebol, recomendando que as mesmas não sofram quaisquer interferências externas à modalidade.

 

 

É que, no nosso continente, tem sido hábito que as eleições nas federações de futebol sejam sujeitas a pressões partidárias e governamentais, facto que contraria a independência preconizada pela FIFA nestes casos, daí que, quando assim acontece, os países prevaricadores são suspensos de toda a actividade futebolística internacional até à regularização da situação.

 

 

Entretanto, no campo iminentemente de campanha, Feizal Sidat fechou o ciclo no Niassa, mostrando-se confiante na sua própria sucessão. O candidato de “Todos por um Futebol Vitorioso” apresenta como principal arma a aposta na formação, preconizando a criação de academias nos clubes.

 

 

Já Baptista Bonzo aproveitou os últimos dias para uma “tournée” que incluiu, entre sexta e sábado, as províncias de Gaza e de Nampula, de onde regressou com a promessa de voto no seu “Vencer para Mudar”, o qual tem merecido apreciação positiva por parte dos clubes, face à mudança e renovação que pretende imprimir.

 

 

Apesar de algumas acusações que considera intempestivas, relacionadas com a sua actividade empresarial e não com o seu envolvimento no futebol e, em particular na Federação, Bonzo mostra-se sereno e tranquilo, afirmando que continuará a trabalhar de cabeça erguida rumo à conquista da vitória no próximo sábado.

 

 

Por seu turno, Carlos Jeque, que defende a necessidade de o nosso país voltar aos lugares de destaque no “ranking” da FIFA, depois de escalar a zona sul, esteve no centro, mais concretamente em Sofala e na Zambézia, a transmitir o seu manifesto de “Futebol por Moçambique, Moçambique pelo Futebol”.
 
 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:20
 O que é? |  O que é? | favorito
Telinho
NÃO foi nada fácil para a Liga Muçulmana levar de vencida o Chingale. A equipa “muçulmana”, que partia para este desafio com a clara intenção de vencer, de forma a manter intacta a sua liderança, encontrou pela frente um adversário bem estruturado e que também procurou acercar-se com perigo da baliza de Nelinho, sobretudo na primeira parte.
 

Aliás, na etapa inicial, os comandados de Artur Semedo não tiveram uma exibição por aí além. Perante a bem organizada formação de Sérgio Faife, que tinha em Zé e Hilário as unidades mais esclarecidas, o conjunto “muçulmano” denotou dificuldades ao longo dos primeiros 45 minutos para assumir por completo as rédeas do jogo.

 

 

Momed Hagy e Carlitos, jogadores que tinham a missão de criar jogo no meio-campo, tinham dificuldade em se soltar e oferecer aquela largura de jogo que tanto precisava, até porque era fundamental explorar o repentismo de Ítalo, Telinho e Muandro, que surgiam quase sempre a rasgar pelas alas.

 

 

Foi preciso esperar até aos 22 minutos para se assistir à primeira situação de perigo. Muandro, na sequência de um pontapé de canto, cabeceou para a defesa de Joaquim.

 

 

No intervalo, a equipa técnica terá chamado a atenção aos jogadores para esse facto, visto que, logo aos três minutos, a Liga criou uma clara oportunidade de golo, algo que não tinha conseguido fazer em toda a primeira parte.

 

 

A Liga tinha a intenção de marcar nos primeiros minutos, e isso veio a confirmar-se quando, passados dois minutos, Muandro, em posição privilegiada para inaugurar o marcador, remata e a bola bateu nos pés de Jerry, que se portou como um defesa.

 

Jerry, a meio da segunda parte, foi expulso por ter protestado com o árbitro da partida, por este estar a permitir jogo violento frequente por parte da defesa contrária. Arlindo Silvano não perdoou o avançado e, com um duplo cartão amarelo, deixou a Liga a jogar com menos um homem.

 

 

Mas, surpreendemente, a Liga Muçulmana em desvantagem numérica engrandeceu-se e chegou ao golo merecido. À passagem dos 75 minutos, Dário Khan desferiu um portentoso remate que só parou no fundo da baliza tetense. Este tento surge numa altura em que os ânimos estavam exaltados, já que, minutos antes, tinha sido anulado um golo a Mucuapele. O árbitro do encontro considerou fora-de-jogo, ao entender que Telinho participou activamente no lance, quando a bola se encaminhava para Mucuapele.

 

Após o golo, a Liga passou a controlar a seu belprazer o encontro, com trocas de bola muito bem feitas, facto que deixou o Chingale sem argumentos para sequer chegar à igualdade.

Arlindo Silvano teve uma actuação razoável. Em certos lances mais arrojados, podia ter sido mais rigoroso do ponto de vista disciplinar.

 

 

FICHA TÉCNICA:

 

Árbitro: Arlindo Silvado, auxiliado por Célio Mugabe e Arsénio Marrengula. Quarto árbitro: Paiva Dias.

 

LIGA MUÇULMANA - Nelinho; Narciso, Mucuapele, Dário Khan e Muandro (Nelson); Carlitos, Momed Hagy, Telinho e Ítalo (Micas); Jerry e Maurício (Mustafá)

 

CHINGALE - Joaquim; Fred, Luís, Tony e Hagy (Norito); Zé, Maurício, Hilário (Manecas) e Goodfrey; Magaba (Gabito) e Paulo

 

Acção disciplinar: cartão vermelho para Jerry e amarelo para Mucuapele

 

Golo: Dário Khan (75 minutos)

  • Ivo Tavares

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:03
 O que é? |  O que é? | favorito
Bola dividida entre Buramo e um contrário
COM o Ferroviário a instalar-se na zona contrária, mercê de uma boa abordagem inicial da partida, o Vilankulo FC viu-se forçado a arrumar-se ainda muito cedo, tanto em termos defensivos, como no que diz respeito ao seu meio-campo, esperando por uma e outra oportunidade para sair em contra-ataque.
 
 

Ainda antes de os “locomotivas” conseguirem assentar o seu jogo, quando tentavam descobrir qual era a estratégia de arrumação de homens que o seu adversário havia adoptado, surge o primeiro golo do jogo, por intermédio de Aly, que, de cabeça, fez um belíssimo desvio de uma bola centrada por Bila, na sequência de um pontapé de canto.

 

Perante este revés, a reacção do Ferroviário só se verificou mais tarde, com uma jogada de ataque em que o esférico vai até à cabeça de Luís, que vê o seu remate a ser categoricamente desviado para canto por Jaimito.

 

 

O golo do Vilankulo, de alguma forma, retirou a beleza ao jogo, com situações de paralisações desnecessárias a sucederem-se, até ao final dos primeiros 45 minutos.

 

No reatamento, os dois treinadores mantiveram as mesmas equipas. Aliás, para Abdul Omar interessava a estrutura que havia conseguido colocar o time em vantagem, enquanto para Nacir Armando o voto de confiança era o recomendável, perante algum ascendente da sua equipa após sofrer o golo.

 

 

À medida que os minutos iam sendo consumidos, com o Ferroviário a não encontrar soluções para contornar a estrutura defensiva montada pelo Vilankulo, os pupilos de Nacir Armando passaram a cometer muitos erros de abordagem, denotando uma enorme crise de ansiedade e a complicarem tudo no momento da verdade.

 

 

O Vilankulo, a privilegiar a protecção à sua baliza, passa a ser muito perigoso em situações de contra-ataque, tentando surpreender a defesa do Ferroviário, que, em alguns momento, na procura do golo de empate, fazia-o com alguma desatenção em termos defensivos. E o jogo terminaria até com situações em que o Vilankulo ameaçava chegar ao segundo golo, que só não apareceu por infelicidade dos seus dianteiros.

 

 

A arbitragem de Sérgio Lopes pautou por uma isenção recomendável em jogos de futebol, merecendo mesmo rasgados elogios, apesar de uma e outra reclamação de outros intervenientes.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Árbitro: Sérgio Lopes, auxiliado por Francisco Machel e Luís Santiago. Quarto árbitro: Aníbal Armando

 

 

FERROVIÁRIO – Pinto; Zabula, Chico, Butana e Fred; Whisky, Buramo (Valdo), Rachid e Vling (Danito Parruque); Luís (Imo) e Sonito

 

VILANKULO FC – Jaimito; Belo, Sadique, Aly e Bila; Gitinho, Matlombe, Jossias e Edgar; Eurico (Sergito), Tenday (Buch)

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Belo, Bila e Aly

 

Golo: Aly, aos 12 minutos

 

  • César Langa

 

 

 

  • Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:16
 O que é? |  O que é? | favorito

 

 

Atletico
A PARTIDA teve duas faces distintas no que concerne ao domínio das equipas. Uma, a primeira, caracterizada pela acutilância dos jogadores locais que, coesos e entrando na sua máxima força, conseguiram o golo logo no primeiro minuto, por intermédio de Rodjas, na sequência de um cruzamento que partiu do lado esquerdo.
 

A outra face, a segunda, foi aquela em que se notou um ligeiro domínio do Atlético Muçulmano, embora não tenha concretizado algumas oportunidades, porque os seus avançados não tinham calma e visão necessárias na hora da verdade. Contudo, e como resultado desse domínio, os visitantes conseguiram marcar o golo de empate, por intermédio de Eboh, através da marcação de uma grande penalidade.

 

Como tem sido hábito, pelo menos nos últimos jogos que o Ferroviário fez em casa, o seu domínio começou logo no início, sendo a equipa mais esclarecida dentro do rectângulo, só que as suas investidas não se transformavam em golo, em parte devido à boa resposta dada pelo guarda-redes Valério.

 

À medida que o tempo ia passando, os jogadores locais continuavam a ser os mais esclarecidos, criando sucessivos perigos à baliza contrária, e só não marcaram o segundo porque faltou perícia nos seus avançados, fazendo com que a primeira parte terminasse com 1-0 a seu favor.

O segundo tempo começa com o Atlético Muçulmano a pressionar e, em resultado disso, Eboh iguala o jogo, aos 75 minutos.

 

Com a obtenção deste golo, o jogo ganhou uma outra dinâmica, tendo havido algumas oportunidades para os forasteiros marcarem, mas que não concretizaram.

 

Por seu turno, o Ferroviário de Nampula, depois de ter efectuado algumas substituições, galvanizou-se e passou novamente a comandar as operações, mas falhando no capítulo da concretização. Aliás, foi na sequência desse domínio e pressão que exerceu sobre o seu oponente que, aos 79 minutos, surge um outro penalte, desta feita a seu favor, tendo sido concretizado por Dondo.

 

 

Mas, mesmo com este segundo golo, os jogadores do Atlético Muçulmano não baixaram os braços, continuaram também a ensaiar jogadas rápidas e perigosas, na tentativa de surpreender o adversário, empatando a partida, até porque, se isso acontecesse, não seria escândalo para ninguém, pois nos últimos minutos o confronto decorreu sob o signo de equilíbrio.

 

 

FICHA TÉCNICA :
 

Árbitro: João Armando, auxiliado por Mário Albino e Habibo Adinane. Quarto árbitro: Dionísio Dongaze

 

FER. NAMPULA - David; Rodjas, Dondo, Mambucho e Kalanga; Nelinho, Tchitcho, Zuma e Edmundo (Hipo); Sankani (Carvalho) e Massaua (Chissey)

 

ATLÉTICO – Valério; Clarâncio, Denisse, Moniz (Aníbal) e Sipho; Filipe (Ivan), Tony, Julinho; Marrufo; Ngoni (Délcio) e Eboh

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Clarâncio, Ivan, Aníbal e Dondo.
  • Mouzinho de Albuquerque

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:48
 O que é? |  O que é? | favorito
ferroviario vs vilankulo
É preferível ganhar por escasso 1-0, mas conquistando os preciosos três pontos, do que tentar marcar muitos golos para, no fim, ficar com a algibeira rota.
 
 
Ora, se assim pensaram, melhor o executaram Liga Muçulmana e Maxaquene, que ontem, na 16ª jornada do Moçambola-2011, triunfaram por pouco, até porque estamos em momento de contenção de despesas a todos os níveis. Os “muçulmanos” venceram em casa o Chingale e os “tricolores” foram a Xinavane derrotar o Incomáti. Já o Ferroviário de Nampula, em clara ascensão, recebeu e bateu o lanterna vermelha Atlético Muçulmano por 2-1, enquanto HCB e Matchedje empataram no Songo sem abertura de contagem.
 
 
 No sábado, em pleno Estádio da Machava, o Vilankulo havia protagonizado o desfecho mais inesperado da ronda, ao vencer o Ferroviário do Maputo por uma bola sem resposta. Devido ao cancelamento dos voos da LAM, não se realizaram, ontem, os jogos Costa do Sol-Ferroviário da Beira e Sporting-Desportivo, que, entretanto, foram marcados para amanhã, às 15.00 horas, nos relvados dos “canarinhos” e dos “locomotivas” do Chiveve, respectivamente.
 
 
 
 Na classificação, Liga Muçulmana lidera com 34 pontos, seguido do Maxaquene com 32, Desportivo 25, Costa do Sol e Chingale 24, HCB e Ferroviário de Nampula 23, Ferroviário do Maputo 21, Ferroviário da Beira e Vilankulo FC 20, Incomáti 18, e, abaixo da linha de água, Matchedje 13, Sporting 12 e Atlético Muçulmano 10. Na próxima jornada, décima sétima, abundam encontros susceptíveis de prender a atenção dos adeptos do jogo da bola, senão vejamos: Maxaquene-Liga Muçulmana, Desportivo-Costa do Sol, Chingale-HCB do Songo e Matchedje-Ferroviário do Maputo. Os outros jogos da ronda são: Atlético Muçulmano-Sporting, Ferroviário da Beira-Incomáti e Vilankulo FC-Ferroviário de Nampula.
 
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:38
 O que é? |  O que é? | favorito
Ferroviario vs Vilankulo
NUMA tarde de grande inspiração, o Vilankulo FC protagonizou sábado, na capital do país, o resultado mais brilhante da 16ª jornada do Moçambola-2011. Em pleno Estádio da Machava, a turma de Inhambane levou de vencida o Ferroviário por uma bola sem resposta, tento da autoria de Aly, aos 12 minutos. Trata-se de um desfecho de certo modo surpreendente, não pela qualidade dos “marlins” – pois essa é inquestionável –, mas porque os “locomotivas”, após a demissão de Chiquinho Conde tinham iniciado uma promissora série de vitórias, porém, agora travada.
 

No topo da tabela classificativa mantém-se a luta entre Liga Muçulmana e Maxaquene, separados por dois pontos (34-32), após ambos terem ganho por 1-0. No seu terreno, os campeões nacionais bateram o irreverente Chingale, graças ao golo do central Dário Khan, aos 75 minutos, enquanto os “tricolores”, em Xinavane, superiorizaram-se ao Incomáti precisamente ao apagar das luzes, quando Betinho assinou o tento que acabou fazendo a diferença e conferir, justamente os três pontos à melhor formação em campo.

 

 

Bastante renhido foi também o embate travado no Estádio 25 de Junho, em Nampula, entre o Ferroviário local e o Atlético Muçulmano, com triunfo dos visitados por 2-1. Duas grandes penalidades, uma para cada lado, fizeram parte do cardápio desta partida, que permitiu aos “locomotivas” mais uma subida na classificação.

 

 

No Songo, definitivamente, a HCB não consegue se dar bem no seu Estádio 27 de Novembro, onde raramente ganha. Ontem empatou a zero bola com o Matchedje, que, mesmo assim, continua abaixo da linha de água.

 

 

A 16ª jornada do Moçambola-2011 só ficará completa amanhã, com a efectivação dos embates Costa do Sol-Ferroviário da Beira, no campo dos “canarinhos”; e Sporting-Desportivo, no relvado dos “locomotivas” do Chiveve. Estes jogos não tiveram lugar ontem devido ao cancelamento dos voos da LAM.

 

Na classificação, Liga Muçulmana lidera com 34 pontos, seguido do Maxaquene com 32, Desportivo 25, Costa do Sol e Chingale 24, HCB e Ferroviário de Nampula 23, Ferroviário do Maputo 21, Ferroviário da Beira e Vilankulo FC 20, Incomáti 18, e, abaixo da linha de água, Matchedje 13, Sporting 12 e Atlético Muçulmano 10.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:41
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Mexer

 

Mexer quer convencer o Sporting.

 

O defesa-central moçambicano Mexer, de 22 anos, ligado contratualmente ao Sporting, foi cedido pela segunda época consecutiva ao Olhanense e enfrenta uma campanha que o próprio reputa de “muito importante”, por um motivo compreensível: o vínculo com os “leões” vai expirar, embora o clube de Alvalade possa exercer a opção (por mais dois anos) prevista no compromisso.

 

Espero mostrar que tenho qualidade para ser útil ao Sporting, de forma a que o clube exerça a opção”, refere Mexer ao jornal Record, apostado em “dar o máximo para jogar o maior número possível de vezes”.

 

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:25
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