Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 14 DE Junho 2011
Vânia Vilhete (dir.) deixou boas indicações (J. Capela)

NA quinta-feira passada, as expectativas da Selecção Nacional de Xadrez de conquistar uma medalha no Campeonato Africano eram grandes.

 

 

As esperanças de a equipa moçambicana cometer tal proeza estavam depositadas em Vânia Vilhete. A xadrezista ocupava o terceiro lugar e a qualidade das suas exibições dava ideia de uma Vânia a manter a mesma bitola. No entanto, o sonho lindo virou pesadelo, com a xadrezista nacional a não conseguir vencer nas três jornadas subsequentes.

 

 

Na sexta-feira e sábado empatou com a egípcia Yosra Alla e a zambiana Epah Thembo, respectivamente. Já no domingo, Vânia perdeu com a argelina Amina Mezioud, desaire que deitou tudo a perder.

 

Até à oitava e penúltima jornada, a moçambicana ocupava a nona posição com quatro pontos, a três da argelina Amina Mezioud, primeira classificada.

 

A oitava ronda, realizada domingo, acabou por ser negra para a turma nacional, visto que todos os xadrezistas foram derrotados. Graça Tivane, 14ª na classificação, perdeu com a sul-africana Greef Melissa, enquanto Ana Malena, 15ª, caiu diante da zambiana Epah Thembo.

Em masculinos, Donaldo Paiva, melhor classificado entre os moçambicanos (16° lugar), foi derrotado pelo argelino Saad Belouadah, enquanto Miguel Maconi (25) e Mateus Viajeiro (26) perderam com o ugandês Emojong Ellijah e o angolano Erickson Roberto, respectivamente.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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Feizal Sidat

 

FEIZAL Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), que sábado lançou, em Nampula, a sua candidatura para um novo mandato, pode enfrentar uma “rebelião interna” na instituição que dirige. É que o seu vice-presidente para a área de Marketing, Baptista Bonzo, já manifestou o desejo de enfrentar o seu “boss” no próximo escrutínio.

 

Segundo soubemos de fontes seguras ligadas à FMF, enquanto Feizal lançava a sua candidatura em Nampula, com os presidentes das associações da sua confiança, nomeadamente de Inhambane, Nampula, Cabo Delgado e Zambézia, Bonzo concentrava, em Maputo, num jantar, na sexta-feira, de lançamento da Liga GWM (Campeonato de Futebol Cidade de Maputo), os representantes da Cidade de Maputo, Manica, Niassa, Gaza e Sofala, na tentativa de os convencer para votarem em si nas próximas eleições.

 

 

Aliás, no mesmo local onde decorreu o jantar de lançamento da Liga GWM, na sexta-feira, Feizal Sidat havia oferecido um outro, no dia anterior, aos seus colaboradores mais próximos, incluindo alguns escribas.

Como se pode depreender, alguns homens de confiança de Feizal começam a abandoná-lo, principalmente os mais confidentes, como é o caso de Baptista Bonzo.

 

Informações em nosso poder dão conta que o jovem Bonzo, que chegou à Federação Moçambicana de Futebol trazido por Feizal Sidat para ocupar o cargo deixado por Teófilo Nhangomela, que mais tarde viria a ocupar um dos cargos de director-adjunto do Comité de Organização dos Jogos Africanos (COJA), é um dos mais confiados do presidente da FMF.

 

Feizal Sidat, que é apontado por alguns escribas, seus fiéis, como vencedor antecipado das próximas eleições na FMF, poderá perder terreno, uma vez que, para além de ter que enfrentar a “rebelião interna” conduzida pelo seu vice de Marketing, vai, igualmente, ter que se confrontar com mais dois candidatos que já manifestaram o seu desejo de ocupar o cargo, nomeadamente Carlos Jeque e Cremildo Gonçalves.

 

Outro factor que poderá jogar a desfavor de Feizal Sidat tem a ver com os maus resultados das selecções nacionais nas competições internacionais, onde as mais jovens foram humilhadas pelo Lesotho e outros pequenos reinos por marcas vergonhosas (goleadas). O mais agravante é que os “Mambas”, neste momento, estão com o pé fora do CAN-2012, fracasso no qual a Federação Moçambicana de Futebol e o actual elenco têm a sua quota-parte.

 

A confirmarem-se estas movimentações, Feizal Sidat poderá perder as próximas eleições, que, ao que tudo indica, se realizam no próximo mês.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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HCB vs Sporting

 

ESTE foi, sem dúvida, o melhor jogo da HCB no seu relvado. A turma do Songo passeou a sua classe, ofereceu um belo espectáculo de futebol, coroado com cinco golos, quatro dos quais na primeira parte.

Logo no início do desafio, e quando alguns espectadores ainda procuravam um lugar nas bancadas, a HCB já marcava, aos 45 segundos, por intermédio de Diogo. O golo galvanizou os anfitriões, que há muito não deliciavam os seus adeptos com um espectáculo desta natureza.

Os beirenses, um pouco tímidos, tentavam contrariar o adversário, mas as suas jogadas morriam logo a seguir à linha divisória, onde a defensiva da casa havia montado um paredão de difícil penetração.

 

A caminho do final da primeira parte, Dula, que juntamente com Diogo e Zuma faziam o trio atacante da HCB, marca o segundo tento, aos 37 minutos, como corolário de muita pressão sobre a frágil defesa leonina. E foi assim que, dois minutos depois, novamente Dula, num entendimento com Diogo, aumenta a vantagem. Face à apatia do adversário, a turma de Vítor Urbano eleva a contagem, desta vez por Charley, mesmo à beira do intervalo.

 

No reatamento, vimos o leão a tentar rugir, esboçando um futebol mais adulto e esclarecido, encurralando os donos da casa na sua defensiva. O Sporting queria mostrar ao público do Songo que aquela derrota não passava de mero acaso, trocando o esférico a contento. Aos 60 minutos, tiveram frutos, com Michel a marcar.

 

Mas, em dia de acerto da HCB, a equipa carburava e marcaria o quinto golo aos 87 minutos, novamente por Dula, o homem do jogo.

O juiz da partida realizou um excelente trabalho.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Paulo Buque, auxiliado por Amisse Djuma e Estrela Gonçalves.

Quarto árbitro: César Colar.

HCB – Chico; Antoninho, Belmiro, Rogério e Kikas; Charley (Marlon), Dangalira (Victor) e Elídio; Zuma, Diogo (Andro) e Dula.

SPORTING – Gona; Babugy, Dulinho, Lírio (Muchene) e Carlitos; Malangue, Guebo e Tacuzua (Michel); Avu (Armindo), Paíto e Saboya.

Golos: Diogo (45 segundos), Dula (35, 37 e 87 m) e Charley (42 m); e Michel (60 m).

  • Bernardo Carlos
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:42
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Dario Monteiro

 

 

O INTERNACIONAL moçambicano Dário Monteiro vai assinar, nos próximos dias, um contrato válido por uma época com os paraguaios do 3 de Fevereiro, clube onde se formou Oscar Cardozo, avançado do Benfica de Portugal.

O 3 de Fevereiro pretende apostar no veterano avançado para conseguir, no Torneio de Abertura, uma classificação que lhe permita qualificar-se para as competições continentais.

 

No último Torneio Clausura, o 3 de Fevereiro classificou-se no sétimo lugar do campeonato.

A transferência de Dário Monteiro para o Paraguai ficou acertada depois do entendimento entre a Sonho 21, empresa que representa o atleta, e os novos proprietários do clube.

 

O jogador representa esta época a Liga Muçulmana, no seu regresso ao futebol moçambicano, depois de ter jogado na África do Sul, no Qatar, no Chipre e brilhado em Portugal ao serviço da Académica.

Ontem, na última jornada da primeira volta do Moçamhola-2011, Dário assinou o tento solitário da vitória da Liga Muçulmana sobre o Atlético Muçulmano.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:33
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Adeptos do Maxaquene

 


À SAÍDA do Estádio Nacional, os adeptos do Maxaquene tinham naturais razões para festejar, no entanto, “todo o mundo” sorria e rejubilava, em celebração de uma noite de futebol que tinha sido verdadeiramente memorável. Ganhou o Zimpeto, em toda a sua plenitude, mas, acima de tudo, ganhou o Moçambola, a nossa grande paixão.

 

A romaria ao Zimpeto, desde o princípio da tarde de sábado, não ficou a dever em rigorosamente nada às inesquecíveis jornadas futebolísticas dos “Mambas”, no Estádio da Machava. Para uma partida do Moçambola, aquilo que se viveu no novíssimo e majestoso complexo desportivo veio mostrar que, afinal de contas, somos capazes de proporcionar alegria a nós mesmos.

 

Do ponto de vista competitivo, veio provar que temos futebol, sim senhor; assim como um público que efectivamente ama e tem auto-estima em relação àquilo que é seu. Em campo estavam Desportivo e Maxaquene, mas também vimos, orgulhosamente bem identificados através das respectivas camisolas, adeptos do Ferroviário, do Matchedje, do Costa do Sol, da Liga Muçulmana, entre outros emblemas.

 

 

Foi uma noite de celebração do Moçambola. Uma noite em que os amantes do futebol, independentemente das suas cores clubísticas, se entrelaçaram e se deliciaram com o grande espectáculo oferecido pelos vizinhos e eternos rivais. E o jogo até podia ter sido concluído com um nulo, facto que saberia a pouco para tanto investimento ofensivo de parte a parte, porém, a força, a inteligência e o pé direito dourado do zimbabweano Liberty não quis que assim fosse. Da meia-lua, arrancou um portentoso remate que obrigou o guarda-redes Leonel a sentar-se, incrédulo, para depois ir recolher o esférico no fundo das malhas.

 

Habitualmente, quando faltam poucos minutos para o final da partida, vemos uma final de pessoas já em direcção aos portões de saída. No caso concreto deste jogo, ninguém arredou pé. Toda a gente se manteve sentada, ou em pé, a deliciar a sua vista com o magnífico espectáculo de futebol, na segunda parte globalmente dominado pelos “tricolores”. Ganhou o Maxaquene, mas os “alvi-negros” não saíram do Zimpeto cabisbaixos. Antes pelo contrário, estavam também felizes por terem contribuído com a sua melhor quota-parte para o engrandecimento do velho mas renovado “derby”.

 

E, se estão de parabéns as duas formações pelo alto nível competitivo – incluindo o árbitro Dionísio Dongaze e seus pares pelo excelente trabalho –, glória ao nosso futebol pela valorização da sua expressão; ao Moçambola pela força aglutinadora que continua a ter; e ao maravilhoso público que encheu, coloriu e valorizou o Zimpeto.

 

A formidável iniciativa de levar o jogo ao Estádio Nacional pertenceu ao Desportivo, por ocasião do seu nonagésimo aniversário, mas é de enaltecer a colaboração do Maxaquene – acabou “estragando” a festa do vizinho – e a pronta anuência da Liga Moçambicana de Futebol, que, animada com o sucedido no sábado, já conjectura outros grandes embates para a nova “catedral”.

 

 

Mas, como não há bela sem senão, muitos espectadores, incluindo dirigentes, chegaram ao Estádio depois de a partida ter iniciado. Motivo: engarrafamento na EN-1. Engarrafamento este, aliás, que não é novidade para ninguém, devido às obras em curso naquela importante via.

 

Existem alternativas, nomeadamente o Grande Maputo, usando a Rua D. Alice, assim como, a partir da Matola/Machava/Infulene, a entrada pelo Kongolote, através de Zona Verde. No entanto, a melhor opção, senhoras e senhores, é a seguinte: sair mais cedo. Três/quatro horas antes. É assim noutros países, quando há grandes jogos.

 

  • Alexandre Zandamela
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 08:52
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