Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 13 DE Junho 2011
Dario Monteiro

 

Escreve o jornal “A Bola


O internacional moçambicano Dário Monteiro vai assinar, nos próximos dias, um contrato válido por uma época, pelos paraguaios do 3 de Fevereiro, clube onde se formou Oscar Cardozo, avançado do Benfica. O 3 de Fevereiro pretende apostar no veterano avançado que, em Portugal, brilhou na Académica para conseguir, no Torneio de Abertura, uma classificação que lhe permita qualificar-se para as competições continentais.
No último Torneio Clausura, o 3 de Fevereiro classificou-se no sétimo lugar do campeonato. A transferência de Dário para o Paraguai ficou acertada depois do entendimento entre a Sonho 21, empresa que representa o atleta, e os novos proprietários do clube, cujos um dos sócios é também um empresário português.
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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Feizal Sidat
Feizal Sidat apresentou, sábado passado, em Nampula, a sua recandidatura à presidência da Federação Moçambicana de Futebol.

É oficial. Feizal Sidat vai recandidatar-se à presidência da Federação Moçambicana de Futebol (FMF),  agremiação cuja assembleia-geral foi convocada para os dias 15 e 16 de Julho próximo pelo respectivo presidente da mesa, Teodoro Waty.

 

Sidat escolheu Nampula para apresentar publicamente a sua candidatura. Feizal Sidat, acompanhado por António Chambal, vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebol para alta competição, disse, na ocasião, que a sua candidatura surge em resposta a um convite a si formulado pelos clubes e associações provinciais. “Escolhi Nampula pelo facto desta cidade estar a demonstrar grande evolução em termos competitivos e de organização no futebol”, frisou Sidat.

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
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Desportivo vs Maxaquene

INQUESTIONAVELMENTE, o Moçambola-2011 está de boa saúde e… se recomenda! A noite de sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, mais do que uma noite do sempre apetecível “derby” entre os vizinhos e eternos rivais, foi uma noite verdadeiramente memorável em vários aspectos. Vejamos: há muito que uma partida do campeonato não conhecia uma enchente daquela natureza; o grande espectáculo de futebol proporcionado pelos dois contendores; e, sobretudo, a festa transbordante que se viveu no final do encontro, com os adeptos “tricolores” completamente eufóricos pela vitória. Enfim, uma excelente propaganda do nosso futebol e de uma prova que ainda promete jornadas bastante efusivas.

Os fiéis adeptos do jogo da bola, aqueles que se apaixonam pelo espectáculo do princípio até ao fim, terão dito: sim, valeu a pena a longa espera. Valeu a pena porque, quando “todo o mundo” já se conformava com o nulo, apesar do grande jogo por parte de ambos os conjuntos e, em particular, do futebol mais esclarecido apresentado pelos “tricolores”, veio o melhor momento da noite. Jogava-se o 98º minuto, esférico conduzido pelo lado esquerdo do ataque maxaquenense. Despejado para a grande área, é rechaçado para a meia-lua, onde, em óptima posição de remate, enche o pé, para um magnífico tento, festejado até à rouquidão pelos “tricolores”.

 

 

Na sua trajectória, a bola ainda tocou num defensor “alvi-negro”, traindo de certa forma o guarda-redes Leonel, que, mesmo assim, se faz ao lance para a posição certa. Apesar de enganado, estamos em crer que, pela força que Liberty investiu no remate e acima de tudo pelo efeito que esse remate teve, dificilmente Leonel conseguiria deter o esférico, até pela forma como o mesmo foi colocado, precisamente junto ao posto esquerdo, quando disparado em posição frontal à baliza, a partir da meia-lua.

ENCAIXE TOTAL

A entrada para o jogo tinha sido espectacular. Ao numeroso público presente nas bancadas do Zimpeto correspondiam os artistas com um futebol construído harmoniosamente e feito da mesma forma: passes curtos, constantes desmarcações e melhor proveito dos atletas tecnicamente bem dotados, na tentativa de desequilibrar os acontecimentos. O colete-de-forças era muito forte e somente através de rasgos individuais e de alguma inteligência as equipas conseguiam chegar à baliza contrária.

 

 

O Desportivo privilegiava Tico-Tico, mas, conhecido o seu faro pelo golo, Campira e Gabito não lhe deixavam jogar. Tchotchó, Santos, Nando e Marvin, este a explorar bem o seu flanco, completavam as funções ofensivas, porém, sem surtir o efeito desejado, pois a intenção de entrar com o esférico na área era completamente desbaratada e o recurso a remates à meia distância é, regra geral, pouco aconselhado por Augusto Matine, apologista de um futebol arquitectado de trás para frente com todos os apetrechos.

 

 

Embora também jogasse da mesma maneira, o Maxaquene se mostrava mais ousado, nomeadamente pelas alas, tendo em conta a excelente combinação entre Eusébio e Kito, de um lado; Vasil e Liberty, do outro, com Macamito e Filipe a servirem de elo no corredor central. No ataque, a influência de Hélder Pelembe era diminuta, pois a segurança e determinação de Baúte chegavam para todas as encomendas.

 

 

Mas depois, fruto da conquista do jogo na zona nevrálgica e de uma melhor organização ofensiva, os “tricolores” passaram a dispor de mais tempo com o esférico em seu poder, constantes remates, muitos pontapés de canto e uma equipa mais expedita, através da acção dos recém-entrados Betinho e Manuelito, duas unidades que realmente vieram acrescentar mais gás ao seu conjunto.

 

 

E quando Liberty disparou aquele canhão para o soberbo golo, mesmo no final da festa e princípio de uma outra, tal era corolário do domínio exercido pela turma de Arnaldo Salvado na segunda parte, de uma melhor capacidade de aproveitamento de oportunidades e de uma eficácia atacante que superou um Desportivo que se limitou a meras intenções.

 

Para grandes jogos, grandes árbitros! Foi assim com o nampulense Dionísio Dongaze, que se encaixou perfeitamente neste “derby”. Deixou jogar à vontade, interpretou da melhor forma a lei da vantagem e compensou o necessário: cinco minutos na primeira parte e três na segunda. Perdoou, no entanto, um cartão amarelo ao guarda-redes Leonel, quando agarrou a bola fora da grande área, num polémico lance envolvendo também Campira.

 

FICHA DO JOGO:


Árbitro: Dionísio Dongaze, auxiliado por Mário Albino e Daniel Calavete.

Quarto árbitro: Virgílio Absalão.

DESPORTIVO – Leonel; James, Baúte, Zainadine Jr. e Cândido; Dino, Santos, Tchotchó e Marvin (Gregório); Nando e Tico-Tico (Jojó).

MAXAQUENE – Soarito; Vasil, Campira, Gabito e Eusébio; Kito, Macamito, Filipe (Betinho) e Liberty; Reinaldo e Hélder Pelembe (Manuelito).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Eusébio, Cândido, Vasil e Gabito.

Golo: Liberty, aos 98 minutos.

  • Alexandre Zandamela
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:01
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Chingale de Tete

DEUS “provou” que é de Tete porque o Ferroviário da Beira teve tudo para despachar o jogo logo na primeira parte, mas os avançados não acertavam na baliza adversária, facto que fez com que o empate, ao apagar das luzes, se justificasse.

Os “locomotivas” foram os primeiros a marcar quando transcorriam 31 minutos, num golo de Félix, enquanto os forasteiros rasgaram as malhas defendidas por Gervásio no minuto 90, com Gabito a proporcionar lágrimas aos adeptos da turma do Chiveve.

 

 

Tudo parecia um mar de rosas. O Ferroviário da Beira entrou muito bem e, na verdade, mostrou a sua superioridade técnica e táctica diante de um Chingale que procurava ler atentamente as manhas do adversário. Assim a partida se foi desenrolando com os visitantes a tentarem, sem sucesso, sair do seu meio-campo.

 

 

Barrigana era o homem do jogo, coadjuvado pelo zimbabweano Michel que tanto complicou desde a linha média até ao sector mais recuado de Chingale. Mas a boa disposição e atenção do guarda-redes Joaquim fazia com que os “locomotivas” não conseguissem furar a baliza dos visitantes.

 

 

Viu-se, nalgumas vezes, de forma tímida, um Chingale que procurava contrariar o cenário, mas tudo indicava que o Ferroviário iria sair da primeira parte do jogo com um número saudável de golos. Mas não passou de engano nosso porque os donos de casa continuavam a desperdiçar inúmeras oportunidades proporcionadas por Michel. Aliás, o zimbabweno não estava a ser compreendido pelos seus colegas, principalmente o Félix e Zico.

 

 

Contudo, quando transcorriam 31 minutos, Barrigana fez um belo cruzamento, contra corrente do jogo, e Félix tratou de efectuar o serviço com perfeição. Era o golo do Ferroviário da Beira que posteriormente ficou mais galvanizado, mas o Chingale insistia em contrariar o cenário que até resultou, evitando mais golos até ao final da primeira parte.

 

 

No reatamento, o Ferroviário entrou a pressionar mas foi sol de pouca dura. O Chingale começou a complicar a vida dos donos de casa que já mostravam algum cansaço, sobretudo os jogadores Barrigana, Mupoga, Félix e Maninho. Mesmo assim, os “locomotivas” chegaram algumas vezes com algum perigo na baliza defendida por Joaquim que continuava firme em evitar que o pior acontecesse.

 

Maninho e Barrigana desperdiçaram oportunidades de golos, facto que já colocava os adeptos locais assustados. O Chingale continuou na linha da frente e o Ferroviário começou a tentar rematar de longe, por um lado. Por outro, muitos jogadores “locomotivas” apostavam na mania de “cai-cai”.

 

 

Mesmo assim, o Chingale pressionava e sufocou o Ferroviário que aos 90 minutos sofreu um golo de Gabito, resultado de um canto cobrado por Maurício. Mesmo os quatro minutos de compensação não foram suficientes para os “locomotivas” contrariar o empate que teve sabor à derrota.

A arbitragem do senhor Arão Júnior e seus pares foi excelente, por isso ambas formações têm que reconhecer que o resultado foi fruto da sua própria prestação nas quatro linhas.

 

 

FICHA TÉCNICA:


Arbitragem: Arão Júnior, auxiliado por Salomão José e Baltazar Hilário. José Mandava foi o quarto árbitro.

 

Fer. Beira: Gervásio, Barrigana, Gildo, Nené, Mupoga (Aulito), Chico, Fife, Michel, Maninho, Félix (Moca) e Zico.

 

Chingale: Joaquim, Celso (Maurício), Abertur, Lois, Elísio, Zé, Hilário, Tony, Paulo (Magaba), Alone e Hadje (Gabito).

 

Disciplina: cartão amarelo para Mupoga, do Ferroviário da Beira, por jogada perigosa.

  • Eduardo Sixpence
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:43
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Liga a festejar

 

 

A LIGA Muçulmana teve que se empenhar a fundo para levar de vencida o Atlético (1-0) em jogo disputado na tarde de ontem no seu campo. Conforme Artur Semedo, treinador da Liga, fez questão de referir no final do encontro, tratou-se de uma vitória dificílima que só foi alcançada graças ao golo apontado por Dário Monteiro quando estavam decorridos 59 minutos.

 

Foi um momento de suspiro para jogadores, técnicos, dirigentes e adeptos “muçulmanos” que já estavam desesperados, visto que o golo tardava a aparecer. O certo é que a vantagem da equipa da casa veio coroar uma atitude mais aguerrida na etapa complementar, depois de nos primeiros 45 minutos, a Liga ter presenteado o público com um futebol descolorido perante um Atlético mais atrevido e que por algumas vezes se acercou com perigo da baliza à guarda de Neco.

 

Na etapa inicial só por uma vez, os campeões nacionais chegaram com perigo à área contrária. Aos 39 minutos, Jerry surge em posição privilegiada já dentro da grande área mas não consegue dar melhor seguimento ao esférico.

 

Apercebendo-se do fraco rendimento da sua equipa, Semedo fez entrar Telinho (médio ofensivo) para o lugar de Mayunda (defesa esquerdo). Diga-se, que foi uma boa aposta do “mister”, pois o ex-jogador do Ferroviário de Pemba veio oferecer mais dinamismo ao ataque. Foi dos seus pés, logo aos dois minutos da segunda parte, que saiu cruzamento para Jerry falhar mais uma vez o alvo.

 

Mas na segunda tentativa, Telinho viu o seu cruzamento encontrar uma melhor resposta da parte de Dário Monteiro que colocou a Liga em vantagem. Os comandados da Liga apresentavam-se melhor, mas estavam longe de estar tranquilos e aos 72 minutos podiam ter sofrido o golo do empate se Moniz tivesse sido mais certeiro.

 

Na segunda parte, o Atlético não esteve tão bem como na primeira, muita por força do “pressing” exercido pela Liga.

Já dentro dos minutos de compensação, os jogadores do Atlético ficaram a pedir uma grande penalidade depois de a bola ter batido alegadamente na mão de um contrário.  

 

João Armando, árbitro do encontro, sem ter influenciado no resultado, cometeu um e outro erro no capítulo disciplinar e técnico.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: João Armando, auxiliado por Joaquim Meirinho e Adão Chitache. Quarto árbitro: Arlindo Silvano.

 

LIGA MUÇULMANA: Neco; Mucuapele, Aguiar e Paito; Mustafa, Cantoná (Muandro), Mayunda (Telinho), Momed Hagy e Nelson (Silvério); Dário Monteiro e Jerry.

 

ATLÉTICO: Castro; Tony, Denisse, Nelito e Sipho; Délcio (Ngoni), Julinho, Moniz (Gito) e Ivan; Eboh (Pondja) e Marufo. 

  

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mucuapele (Liga) e Sipho (Atlético).

 

GOLOS: Dário Monteiro (59 min.)

  • Ivo Tavares
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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ferroviario

POR mais incrível que pareça, a verdade nua e crua é a seguinte: o Ferroviário de Maputo, um dos mais recentes campeões nacionais (2008 e2009), encontra-se à beira da zona da despromoção, ocupando neste momento a 11ª posição.

 

Os “locomotivas”, que já vinham fazendo um campeonato longe dos seus pergaminhos, agravaram a situação quando, no sábado, em pleno Estádio da Machava, sucumbiram face ao Ferroviário de Nampula por 2-1, na 13ª e última jornada da primeira volta do Moçambola-2011. A turma de Chiquinho Conde soma 15 pontos, apenas mais três que o Sporting, o primeiro entre os que se encontram abaixo da linha de água. Já na liderança do campeonato segue impetuosamente o Maxaquene, que saiu vitorioso por uma bola sem resposta no “derby” com o Desportivo, em partida realizada sábado à noite, no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

 

Quem se aproveitou da derrota “alvi-negra” para chegar ao segundo lugar é a Liga Muçulmana, mercê também do seu triunfo sobre o Atlético Muçulmano por 1-0. O Costa do Sol, em ascensão, bateu o Matchedje por 2-1; a HCB obteve uma das maiores goleadas do campeonato, ao vencer o Sporting por 5-1; no Chiveve, “derby” da zona centro, Ferroviário da Beira e Chingale empataram 1-1; e, em Xinavane, Incomáti e Vilankulo FC não foram além do nulo. No início da segunda volta, no próximo fim-de-semana, atenção à deslocação do Maxaquene ao terreno do Ferroviário da Beira.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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Guarda-redes sentado ... é golo do Maxaquene

 


O MAXAQUENE teve uma semana em cheio. Na quarta-feira afastou a campeã nacional, a Liga Muçulmana, da Taça de Moçambique, então terceiro classificado do Moçambola.

Na noite de sábado, em pleno Estádio Nacional do Zimpeto, no primeiro encontro do Campeonato Nacional de Futebol (Moçambola) desde que aquela infra-estrutura foi erguida, venceu, ao apagar das luzes, o Desportivo, seu eterno rival e vizinho, por uma bola sem resposta, conferindo-lhe deste modo o título de campeão da primeira volta da maior prova futebolística do país com 28 pontos, mais três que a Liga Muçulmana, que ontem recebeu e venceu o Atlético Muçulmano por 1-0.

 

 

Mas a grande surpresa da ronda veio do Estádio da Machava, onde o Ferroviário da capital do país foi copiosamente derrotado pelo seu homónimo de Nampula, por 2-1. Aliás, os “locomotivas” estão um degrau acima da linha de água. A HCB, que nos últimos encontros não convencia, humilhou o Sporting da Beira, por 5-1.

 

 

O Costa do Sol, que na ronda anterior tinha perdido em Vilankulo, por 1-2, encerrou esta primeira etapa com chave de ouro, derrotando o Matchedje, por 2-1. O Incomáti empatou em casa com o Vilankulo sem abertura de contagem. Na Beira também houve uma igualdade, mas desta feita com golos (1-1) no confronto entre o Ferroviário local e o Chingale.

 

 

Ao final da primeira volta, o Maxaquene vai à frente com 28 pontos, mais três que a Liga e mais cinco que o Desportivo. O Chingale vai em quarto com 21, enquanto o Costa do Sol e a HCB estão colados com 20. O Incomáti, surpreendentemente, está em sétimo com 18. Com 16 pontos estão os Ferroviários de Nampula e da Beira e o Vilankulo.

 

 

O Ferroviário do Maputo tem 15. Na linha da despromoção estão o Sporting, com 12, Matchedje e Atlético, com nove cada.

A próxima jornada, portanto a primeira da 2ª volta, contempla os encontros Liga Muçulmana-Vilankulo FC, Costa do Sol-Chingale, Ferroviário da Beira-Maxaquene, Incomáti-Matchedje, HCB do Songo-Atlético Muçulmano, Ferroviário do Maputo-Sporting e Ferroviário de Nampula-Desportivo.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:43
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