Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 02 DE Junho 2011
Africano de xadres em Maputo

MAPUTO acolhe a partir de amanhã até 14 do mês em curso o Campeonato Africano de Xadrez de Seniores (individual). A competição vai contar com os melhores xadrezistas africanos e espera-se que os seleccionados para os Jogos Africanos, a decorrerem de 3 a 18 de Setembro próximo, em Maputo, tirem o máximo proveito do evento.

 

A Federação Moçambicana de Xadrez (FMX) já confirmou a presença de xadrezistas da África do Sul, Zimbabwe, Botswana, Angola, Costa do Marfim, Uganda, Egipto e Argélia. 

 

A Selecção Nacional, composta por Miguel Maconi, Donaldo Paiva, Mateus Viageiro, em masculinos; Vânia Vilhete, Graça Tivane, Josefa Mahotas, Ana Malonda e Jesse Michel, em femininos, tem estado a trabalhar individualmente desde que arrancou a preparação para os Jogos Africanos e esta será a segunda oportunidade pré-competitiva a anteceder o grande evento, depois do Campeonato Regional decorrido em Abril, no Botswana.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 15:15
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maxaquene vs Desportivo

O CAMPEONATO Africano de Basquetebol de Seniores Masculinos, a realizar-se em Agosto, em Madagáscar, com a participação da nossa selecção, já está a mudar o quotidiano deste país. Os malgaxes encarnaram a competição e, no sábado, dia aprazado para o sorteio, prevê-se um invulgar movimento popular de recepção da prova.

 

O Afrobásquete-2011, a decorrer entre os dias 17 e 28 de Agosto, conheceu momentos de verdadeira incerteza, tendo, inclusive, colocado a Federação Internacional de Basquetebol (FIBA-África) numa situação de desespero. Inicialmente marcado para ter lugar na Costa do Marfim, viria depois a ser mudado devido à crise política e social que se viveu naquele país, na sequência das conturbadas eleições de Novembro do ano transacto.

 

 

Seguiu-se, posteriormente, uma incessante e desesperada procura dos sucessores da Costa do Marfim, numa campanha muito condicionada pela exiguidade do tempo. Vários países manifestaram a sua candidatura, nomeadamente Angola, Tunísia, Marrocos e Senegal, porém, nada de consistente apresentavam, chegando, alguns deles, a propor a disputa da competição numa outra altura.

 

 

Os angolanos, que estavam em melhores condições, pois possuem infra-estruturas novas, construídas para o campeonato de 2007, viram a sua pretensão insatisfeita pelo facto de não ter tido o suporte do Governo, condição “sine qua non” para a atribuição de um evento de tamanha envergadura a um país, não bastando, por isso, a simples manifestação da Federação.

 

 

Madagáscar, que até era um “outsider”, tanto do ponto de vista de peso no panorama basquetebolístico continental como no capítulo das infra-estruturas, acabou, no entanto, por merecer a confiança da FIBA-África, que atribuiu à Grande Ilha do Oceano Índico a organização do Afrobásquete-2011 de Seniores Masculinos.

 

 

Os malgaxes são pouco experientes nesta matéria, e tal foi vincado em 2009, quando acolheram o Campeonato Africano de Seniores Femininos. Mesmo assim, a força e o impulso dados pelo Governo, bem como o entusiasmo e o envolvimento popular à volta da prova acabaram por constituir um argumento inquestionável no seio da entidade basquetebolística do continente.

 

 

Com a atribuição definitiva efectuada agora em Maio, na sequência de um acordo entre o Governo e Federação malgaxes e FIBA-África, já nada faz inquietar os amantes africanos da bola-ao-cesto sobre a concretização da competição, até porque foi já constituído o COCAN (Comité Organizador do Campeonato Africano das Nações) e os desembolsos financeiros começaram a fluir.

 

 

Em princípio, de acordo com as deliberações da FIBA-África, a partir do momento em que o Afrobásquete de Seniores Masculinos passou a ser disputado por 16 selecções, o país organizador deve apresentar quatro pavilhões modernos em outras tantas cidades. Contudo, no caso de Madagáscar, o campeonato decorrerá somente em Antananarivo, a capital, onde existem dois pavilhões: Palácio dos Desportos, que é o principal, e Ginásio de Mahamasina.

SORTEIO FESTIVO

 

O sorteio do Afrobásquete-2011 de Seniores Masculinos será um momento verdadeiramente festivo. Os malgaxes prepararam para sábado diversas manifestações populares viradas, sobretudo, para a divulgação do evento, tendo em conta que somente agora lhes foi atribuído. Trata-se, pois, de um pré-teste à capacidade de organização e de resposta dos insulares face a um evento desta natureza e que se aproxima a passos largos.

 

Dezasseis selecções disputarão a prova, e este número ficou completo após a repescagem do Egipto e da África do Sul. Entre os participantes, estará Moçambique, que obteve o passaporte depois de conquistar o torneio de apuramento da Zona VI, realizado em Janeiro, em Pretória.

As 16 equipas, que serão repartidas em quatro grupos de igual número de selecções cada, são as seguintes: Madagáscar (país organizador), Angola (campeão em título), Costa do Marfim, Tunísia, Camarões, Marrocos, Senegal, Mali, Nigéria, Togo, República Centro-Africana, Chade, Ruanda, Moçambique, Egipto e África do Sul.

 

Refira-se que, após o Afrobásquete, em Agosto, grande parte destas selecções voltará a encontrar-se no mês seguinte, em Setembro, por ocasião dos Jogos Africanos de Maputo-2011.

 

Em relação ao Afrobásquete-2011 de Seniores Femininos, marcado para o Mali, entre 22 de Setembro e 2 de Outubro, foi repescada a RD Congo, completando-se assim o lote das seguintes 12 formações: Mali (anfitrião), Senegal (detentor do título), Angola, Costa do Marfim, Nigéria, Tunísia, Guiné, Gana, Camarões, Ruanda, Moçambique e RD Congo.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 15:04
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Ilidio Canda

A SELECÇÃO Nacional de Hóquei em Patins prossegue a sua preparação tendo em vista o Campeonato do Mundo do Grupo A, a realizar-se em San Juan, Argentina, de 24 de Setembro a 1 de Outubro.

 

O combinado nacional entrou no seu quarto mês de treinos baseados na componente física e técnica. A nota mais saliente das últimas sessões é a presença de jogadores que não constavam da pré-convocatória, casos de Ilídio Canda, Dário Mascarenhas e Fernando Timana (Nando), todos do Ferroviário, e Lucas Cossa, da Liga Muçulmana.

 

Segundo Pedro Tivane, seleccionador adjunto, estas chamadas acontecem em virtude de Nuno Canaveira, do Estrela Vermelha, Samuel António (Mito) e Hélio Canda, do Ferroviário, se terem mostrado indisponíveis para treinarem devido a compromissos profissionais.

 

 O quarteto ora convocado é formado curiosamente por jogadores que já representaram a selecção em ocasiões anteriores. Trata-se, por isso, de hoquistas experientes que irão lutar para ocupar uma das dez vagas em aberto para o estágio pré-competitivo que, em princípio, se realiza na Espanha ou Portugal.

 

Para além dos hoquistas a actuarem internamente, há mais quatro que jogam em Portugal, de entre os quais Paulo Pereira, o único sobrevivente dos luso-moçambicanos que representaram a Selecção Nacional até ao último Mundial.

Recorde-se que Moçambique faz parte do Grupo C juntamente com Angola, Portugal e EUA. O primeiro jogo será frente à turma norte-americana no dia 25 de Setembro.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 14:37
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Mambas

A SELECÇÃO Nacional de Futebol chega esta tarde à cidade zambiana de Chingola, onde no sábado defronta a sua congénere da Zâmbia, para a quarta jornada do Grupo C da Fase de Qualificação para o CAN Gabão/Guiné-Equatorial-2012. Os “Mambas” desembarcam naquele local idos de Joanesburgo, onde nos últimos três dias cumpriram um estágio de preparação deste embate decisivo para as suas aspirações.

 

Na África do Sul, a turma moçambicana pretendia, essencialmente, se adaptar ao clima de altitude e às baixas temperaturas que nesta altura do ano se verificam em Joanesburgo e que se assemelham àquelas que encontrará em Chingola, onde os termómetros andam abaixo dos 20 graus centígrados.

 

Paralelamente, quis o seleccionador nacional, Mart Nooij, juntar o grupo de trabalho fora de Maputo, de modo a permitir maior concentração dos atletas na sua missão e, desse modo, mais produtividade, considerando que este jogo irá decidir o futuro dos “Mambas” na caminhada rumo à maior festa do futebol continental do próximo ano, no Gabão e na Guiné-Equatorial. 

SIMÃO AUSENTE MEXER DISPENSADO

 

A equipa nacional que sábado se apresentará face aos zambianos não contará com duas pedras fundamentais, designadamente Simão e Mexer. O primeiro, que actua no Panathinaikos, da Grécia, nem sequer se apresentou ao estágio em terras sul-africanas, enquanto o segundo, jogador dos portugueses do Olhanense, foi dispensado pelo facto de se encontrar a braços com uma lesão.

 

Trata-se, pois, de duas unidades que habitualmente fazem a diferença na forma de jogar dos “Mambas”, nomeadamente no aspecto defensivo, assim como, devido à sua frieza quando em posse do esférico, armam a componente ofensiva.

 

Dos 24 futebolistas pré-convocados por Mart Nooij e que integraram o estágio foram dispensados, para além de Mexer, mais quatro, a saber: Hélder Pelembe, Mbinho, Guirrugo e Manuelito, este último havia sido chamado à última hora para substituir o lesionado Momed Hagy.

 

 

Assim, estará na Zâmbia o seguinte lote:

 

Do Moçambola – Pinto, Chico, Whisky, Tchitcho, Campira, Genito, Zainadine Jr., Dário Monteiro, Fanuel, Jerry, Nelson e Kito.

Do estrangeiro – Kampango, Mano, Jumisse, Paíto, Dário Khan, Dominguez e Miro.

Destaque para a presença, numa partida desta natureza, dos novatos Chico, central do Ferroviário de Maputo – na época transacta representou o Sporting da Beira – Tchitcho, médio dos “locomotivas” da capital do país, Nelson, meio-campista da Liga Muçulmana, e Kito, central do Costa do Sol.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 14:29
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 Capitão da Samora Machel recebe o troféu (C. Bernardo)

ALEGRE e extraordinariamente animada, a rapaziada da Escola Secundária Samora Machel, de Manica, ergueu bem alto o gigantesco troféu, que simbolizou, ontem, Dia Internacional da Criança, a conquista da nona edição da Copa Coca-Cola em futebol.

 
Uma vitória que de forma inquestionável enalteceu o nome e os feitos do seu patrono, Samora Machel, precisamente no ano em que os moçambicanos lhes prestam singularmente o seu tributo. E foi bonito quando aqueles jovens estudantes maniquenses entoaram velhas canções revolucionárias evocando o nome do primeiro presidente de Moçambique independente.

Com o campo do Maxaquene, na Machava, completamente cheio, como nunca víramos no Moçambola, a final da Copa Coca-Cola, que anualmente envolve escolas secundárias de todo o país, foi uma verdadeira festança, tanto dentro das quatro linhas, onde evoluíram Samora Machel e Heróis Moçambicanos, de Tete, como nas bancadas, onde se achavam milhares de estudantes de diversos estabelecimentos de ensino da Matola, para além de dignitários como o Ministro da Educação, Zeferino Martins, o seu vice, Augusto Jone, a Governadora da província do Maputo, Maria Jonas, o edil da Matola, Arão Nhancale, e representantes da empresa patrocinadora da prova, a Coca-Cola.

 

 

 

 

E como foi o jogo? Primeiro, o resultado: vitória por 4-2 da Samora Machel, com os seus golos a serem apontados por Rodrigues Caetano, Fernando Conaio e Arone António (dois), enquanto Osvaldo Alexandre assinou os dois tentos da Escola Secundária Heróis Moçambicanos, que defendeu o título conquistado no ano passado até às últimas consequências.

 

 

 

 

O desafio começou de forma equilibrada, porém, cedo os tetenses tiveram uma contrariedade, ao verem o seu guarda-redes expulso por jogar com as mãos fora da grande área. Astutos, os maniquenses não perderam a oportunidade. Imediatamente partiram para um incessante jogo ofensivo, baralhando o adversário e obrigando-o a cometer erros. E esses erros acabaram sendo fatais, pois num curto espaço de tempo, já a caminho do intervalo, vieram os primeiros dois golos.

 

 

 

 

Só que, a seguir, Samora Machel teve também uma adversidade, com o cartão vermelho exibido ao autor do primeiro tento, Rodrigues Caetano. Mas, apesar de jogar com menos uma unidade, a turma de Manica não tirou o pé do acelerador, tendo chegado aos 3-0. Com o jogo aberto, Heróis Moçambicanos mostrou-se inconformado e disposto a não entregar o título de bandeja. Vai daí, também começou a pressionar o seu oponente e logrou reduzir a desvantagem, só não chegando ao terceiro golo porque o juiz da partida deixou passar uma claríssima grande penalidade.

 

 

 

 

No final da contenda, a festa dos estudantes da Escola Secundária Samora Machel justificava-se plenamente, tendo em conta o seu domínio em grande parte do jogo e a sua grande capacidade de aproveitamento das falhas do adversário. Na premiação, para além da taça, receberam, das mãos do ministro Zeferino Martins, medalhas e um cheque no valor de 10 mil dólares norte-americanos.

A formação segunda classificada, Heróis Moçambicanos, foi premiada pela governadora Maria Jonas, tendo-lhe cabido um troféu, medalhas e cinco mil dólares.

 

 

 

A Escola Secundária Aeroporto-Expansão, da Zambézia, terceira posicionada mercê do triunfo sobre Namicopo, de Nampula, por três bolas sem resposta, também recebeu uma taça, medalhas e três mil dólares das mãos do representante da Coca-Cola.

Individualmente, foram premiados Seven Augusto, da Zambézia, Melhor Jogador; Paulino Manuel Portimão, de Tete, guarda-redes menos batido; e Samora Machel, equipa “fair-play”.

 

 

 

A nona edição da Copa Coca-Cola encerra esta tarde, no campo do 1º de Maio, a partir das 13.30 horas, com a efectivação do embate entre a campeã Samora Machel e uma selecção dos melhores jogadores das outras formações. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:32
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Telma Cossa

A corredora nacional, Telma Cossa reclama as condições de preparação que tem enfrentado às ordens do técnico Stélio Craveirinha tendo em vista a sua participação nos jogos africanos.

 

Para a atleta dos 100 metros barreira, a falta de estágio e competições pode manchar o processo todo. Igual sentimento é partilhado pela atleta Anatercia Quive.

 

Numa altura em que alguns atletas nacionais encontram-se a estagiar em Portugal para os Jogos Africanos, Telma Cossa ameaça não pisar nas pistas para competir no próximo mês de Setembro.

 

Para Anatercia Quive, vai ser difícil Moçambique chegar longe na modalidade de atletismo no africano.

 

 

Há sensivelmente 90 dias para a realização dos Jogos Africanos, alguns atletas vão, com ou sem condições, acelerando a preparação com vista a sua participação condigna nos referidos jogos.

 

 

 

Fonte:TIM

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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Declaração

 

 

No primeiro ponto da sua argumentação, o Desportivo de Maputo diz não constituir verdade que tenha vendido a sua equipa sénior feminina, nem tão pouco as suas jogadoras. Em carta-resposta enviada à nossa redacção, o Desportivo de Maputo diz, para provar o que tem defendido, sob ponto de vista jurídico,  que à data da emissão deste documento (sua carta-reposta: 27 de Maio de 2011, quinta-feira passada), “o Grupo Desportivo Maputo detém a equipa de basquetebol sénior feminina e as três atletas por vós citadas ainda têm vínculo contratual com esta entidade, que nunca foi rescindido, e estão inscritas oficialmente para competirem na presente época pelo Grupo Desportivo Maputo”.

 

Mas “O País” está na posse de cinco (5) cartas - aqui publicadas - que provam que as  tais atletas foram desvinculadas do Desportivo de Maputo a 18 de Maio do ano em curso, ou seja, o Desportivo desvinculou as cinco atletas nove dias antes da carta-resposta acima publicada. Trata-se das atletas Elizabeth Adelino de Sousa Pereira, Anabela Adriano Cossa, Tânia Bastião Dongue e Odélia Eusébio Mafanela.

 

 

As cartas intituladas “Declaração de Desvinculação”, assinadas pelos directores do Departamento de Futebol e Administrativo, Cassimo Mahomed Abdula e Pedro Salvador Sitoe, referem que “Os abaixo-assinados e na qualidade de dirigentes, em representação do Grupo Desportivo de Maputo de Maputo, filiado na Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo, declaram que a direcção desta colectividade deliberou dispensar os serviços da atleta (nome completo da jogadora conforme se pode ver nas tais cartas aqui publicadas), definitivamente, a favor da Liga Desportiva Muçulmana de Maputo.

 

 

E porque vendeu a espinha dorsal da equipa principal, o Desportivo está a competir, neste momento, com uma equipa renovada, ou seja, constituída por atletas que ascenderam aos seniores ou provenientes de outras colectividades.

 

 

As razões da saída das atletas

 

 

 

O Desportivo de Maputo diz que “face à manifestação de algumas atletas em abraçar outros projectos e fazendo jus ao princípio de que só fica no clube a atleta ou técnico que queira defender com brio e profissionalismo a camisola do clube, procurou acautelar os interesses e direitos da agremiação inerentes aos direitos de formação, desportivos e económicos”.

 

 

No entanto, em conversa com as jogadoras, “O País” soube que o principal motivo que as levou a forçar a saída do clube foi o facto de se terem sentido prejudicadas, por terem ficado cerca de seis meses sem receber os seus subsídios. Anabela Cossa, Odélia Mafanela e Filomena Micato, estudantes na Universidade São Tomás de Moçambique (USTM), e Cátia Alar, na Universidade Politécnica, terão ficado numa situação embaraçosa devido ao atraso no pagamento das mensalidades nas suas universidades.

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 10:07
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selecçao nacional
Dois jogadores internacionais moçambicanos, designadamente, Amarildo Matos e Mauro Matai, são os únicos a actuarem fora do país, nos Estados Unidos, na convocatória da pré-selecção nacional de basquetebol sénior masculina para o Campeonato Africano do Madagáscar, apurou ontem o jornal “O País”.


Mauro e Amarildo fazem parte dos 14 pré-seleccionados da primeira convocatória da selecção nacional de basquetebol sénior masculina, agora sob comando do seleccionador nacional adjunto, Milagre Macome, mas que ainda não se sabe se virão ao país ou não.

 

De acordo com o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, “em princípio, estes dois basquetebolistas virão ao país para representar a selecção, mas os próximos dias serão determi

nantes para a conclusão deste processo”.

 

Amarildo, formado nas escolas do desportivo e agora nos Estados Unidos a cumprir duas carreiras, a desportiva e a académica, na selecção nacional vai  enfrentar a concorrência de Fernando Manjate, Octávio Magoliço e Luís de Barros.

 

A posição de extremo, onde joga Amarildo, é a mais complicada para o seleccionador em exercício,  Milagre Macome, sendo que Fernando Manjate, MVP da  última edição da Liga Vodacom de basquetebol sénior masculino, é a principal figura, que deverá contar ainda com Nelinho (Maxaquene) e os jovens irmãos promissores do Ferroviário de Maputo (Orlando N

ovela e Ermelindo Novela).

 

 

Por sua vez, Mauro Matai, formado nas escolas da Académica e Costa do Sol, também neste momento nos Estados Unidos, para fazer parte do “cinco” ideal da selecção nacional deverá enfrentar a concorrência de Custódio Muchate, Edson Monjane e Sete Muianga. Estes são alguns dos “postes” convocados para a equipa de todos nós.

 

 

Regresso de Inak Garcia em dúvida

 


Por outro lado, até ao momento, não se sabe se o seleccionador nacional, Inak Garcia, voltará ao

país, pois tudo depende da renovação do contrato deste com o Maxaquene. É que a Federação Moçambicana de Basquetebol, de forma exclusiva, não tem capacidade financeira para suportar a contratação do técnico espanhol, nesta altura na sua terra natal.

 

 

 Informações em nossa posse indicam que o Maxaquene só vai reabrir o “dossier Inak Garcia” depois de ter as datas da realização do campeonato nacional de basquetebol sénior masculino, denominado Liga Vodacom.

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:46
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Negócio com a Liga Muçulmana

 

 

24 horas depois de o jornal “O País” ter revelado os contornos do negócio que culminou com a venda de algumas atletas que fazem parte do grupo que conquistou o campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino à Liga Muçulmana, num negócio que rendeu à primeira colectividade 596 000,00 mt, a direcção do Desportivo de Maputo veio a terreiro desmentir que tal tenha acontecido. Passamos a publicar a carta na íntegra.

 

 

 “O País” e STV

 

 

Grupo Desportivo de Maputo, instituição de utilidade pública fundada a 31 de Maio de 1921, vem por este meio, mui respeitosamente, ao abrigo da Lei de Imprensa e na sequência de informação posta a circular por V.Excias, através do jornal “O País” e Stv, exercer o seu direito de resposta, com o mesmo destaque dado à notícia, e esclarecer um conjunto de inverdades que têm desinformado a opinião pública.

 

 

Não corresponde à verdade dos factos, como V.Excias pretenderam dar a entender, através do jornal “O País” e Stv, nos dias 19, 20, 25 e 26 de Maio, que o Grupo Desportivo Maputo tenha vendido a sua equipa sénior feminina de básquete, nem tão pouco as suas jogadoras.

 

Prova disso é que a equipa principal, neste momento, está a competir nas provas sob a tutela da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo.

 

O que, para já, é um contra-senso a vossa tentativa de desinformar a opinião publica com inverdades cujos objectivos só V.Excias saberão explicar.

 


 

A equipa principal de básquete sénior feminino é exemplo disso, já que, construída a partir de 2001, os frutos do investimento começaram a fazer-se sentir a partir de 2007, com a conquista de diferentes títulos. O que aconteceu foi que, perante a manifestação de interesse de algumas atletas em abraçar outros projectos, e fazendo jus ao princípio de que só fica no clube a atleta ou técnico que queira defender com brio e profissionalismo a camisola do Grupo Desportivo Maputo, procurámos acautelar os interesses e direitos desta agremiação, como o vice-presidente do clube teve o cuidado de explicar à vossa televisão, no dia 20 de Maio, exigindo pagamento de direitos inerentes à formação, desportivos e económicos, prática essa que tem sido seguida por esta agremiação sempre que tenha algum direito sobre os seus activos, sem que para tal se levante suspeita, como V.Excias pretendem dar a entender neste caso.

 

 

 

Confundir solicitação de condições de desvinculação de três atletas com venda da equipa sénior feminina de basquetebol só mostra ma-fé de quem, mesmo tendo tido uma explicação atempada, tenta confundir a opinião publica. Ademais, a ma-fé, comportamentos vis e maliciosos são facilmente aferíveis quando se nota que V.Excias nem cuidado tiveram de auscultar a outra parte, chamado direito ao contraditório, princípio fundamental e basilar de jornalismo isento e transparente, preferindo empreender uma campanha sem escrúpulos no jornal “O País” e Stv, onde a verdade foi completamente desvirtuada, com o intuito de fazer passar a ideia de que o GDM tinha vendido a sua equipa de básquete sénior feminina.

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:22
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A apenas 3 meses da realização dos X Jogos Africanos que se irão realizar em Maputo, capital e grande metrópole de Moçambique, o MAISVOLEIBOL encontrou-se com Camilo Antão, presidente da Federação Moçambicana de Voleibol. 
 
Foi num clima de grande cordialidade e amizade que o nosso colaborador Vasco Zacarias foi recebido, propiciando-se uma notável troca de várias ideias e o registo do ponto de situação do voleibol moçambicano.
 
Uma breve análise ao Voleibol praticado em Moçambique

O Voleibol nunca esteve tão bem no momento, tanto na sala como na praia. Pela primeira vez participamos nas qualificações do Campeonato do Mundo, Maputo, Maxaquene, Sala, mas e femininos em 2009.

Passamos para fase final e jogamos na Tunísia onde não passamos para a fase seguinte. Temos participado nas varias competições de África, Zona VI, onde os resultados em femininos são os melhores, tanto em Clubes como em Selecção Nacional (SN), na sala.


Na praia, sem duvidas temos mais possibilidades, em ambos os sexos, principalmente por jogarmos todos os fins de semanas nos vários escalões, embora na maior parte das vezes sem prémios. Vencemos o Sub zonal em Maputo em Fevereiro de 2011, e todos os jogos na Namíbia em Marco, nas qualificações para os Jogos Africanos (JÁ).

Preparamos para as qualificações para os Jogos Olímpicos, através da taça continental que esperamos que seja em Maputo, em Julho de 2011.

Resumindo, existe uma melhoria, um desenvolvimento no Voleibol de Sala e principalmente na praia, em todos os escalões e a nível nacional, mas torna-se necessário muito mais trabalho profissional e de qualidade desde o Mini Volei ate a alta competição. Em quatro anos trabalhamos com um técnico Cubano
.

 
As competições internas e os clubes
Este ano as associações continuam com os campeonatos província ao longo do ano.

Os Campeonatos Nacionais (CN), estão programados para Dezembro de 2011, sem sabermos qual a cidade anfitriã, refiro-me ao Volei de sala.

Quanto ao CN de praia estão programados para Janeiro de 2012, sem patrocinador ate ao momento. A crise económica mundial afectou de facto a participação dos patrocinadores.
 
Em Moçambique existem muitos clubes, mas na maioria não legalizados e sem sustento económico e patrocínio, a nossa estratégia é ligar as escolas a patrocinadores.



Os Jogos Africanos em Maputo

Para os Jogos Africanos (JA) a Federação Moçambicana de Voleibol está sem pessoal a tempo inteiro e uma sede e tem feito de tudo para uma melhor classificação possível nos JA, através de uma boa e eficiente organização.

As expectativas para os Jogos Africanos são ganharmos medalhas no voleibol de praia por isso o estágio que a selecção está actualmente a realizar em Portugal é muito importante. É necessário muito trabalho profissional e participar em mais competições.

No volei de sala estamos de igual forma a realizar um trabalho intenso para amealhar medalhas, pois conhecemos bem os nossos adversários. As 4 SN de sala e praia tem estado a preparar-se, com as melhores condições desde sempre mas é preciso rendimento para conquista de medalhas.
 
Entrevista realizada por Vasco Zacarias
Colaborador de Moçambique
publicado por Vaxko Zakarias às 09:04
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