Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 31 DE Maio 2011
Mambas

A SELECÇÃO Nacional de Futebol encontra-se a preparar, desde ontem à tarde, em Joanesburgo, o desafio do próximo sábado, na Zâmbia, contra a sua congénere deste país vizinho, referente à quarta jornada do Grupo C da Fase de Qualificação para o CAN Gabão/Guiné-Equatorial-2012.

 

Ontem, os “Mambas”, que desembarcaram naquela cidade sul-africana no período da manhã, efectuaram apenas um treino, mas, de acordo com o programa previamente elaborado pelo seleccionador nacional, Mart Nooij, hoje e amanhã estão previstas duas sessões, uma de manhã e outra à tarde.

 

A partida da equipa rumo à Zâmbia, mais concretamente para Chingola, cidade onde terá lugar o jogo, acontecerá na quinta-feira, juntamente com outros elementos que sairão de Maputo nesse dia.

 

Neste estádio em Joanesburgo, Mart Nooij está a trabalhar com os seguintes 24 jogadores:

 

Do Moçambola – Pinto, Chico, Whisky, Tchitcho, Campira, Hélder Pelembe, Genito, Zainadine Jr., Dário Monteiro, Momed Hagy, Jerry, Nelson, Jumisse, Kito e Guirrugo.

 

Do estrangeiro – Kampango, Mbinho, Mano, Mexer, Paíto, Dário Khan, Simão, Dominguez e Miro.

 

 

ANGOLA EM ACÇÃO

 

O seleccionador angolano, Lito Vidigal, convocou dois novos jogadores para a partida contra o Quénia, no domingo, em Luanda, a contar para o Grupo J. Trata-se do lateral direito Marco Airosa, do dDesportivo das Aves, de Portugal, que esteve ausente dos “Palancas Negras” desde o CAN Gana-2008, e do médio Tiquinho, do Alzira, da Espanha, que regressa depois de uma ausência desde o ano passado.

 

Lito Vidigal decidiu convocar os dois futebolistas devido ao seu bom desempenho no estágio efectuado em Portugal pelos jogadores que actuam na Europa, entre os dias 18 e 26 deste mês.

 

Eis a lista completa dos jogadores convocados:

 

Guarda-redes - Carlos (Bucasport, Turquia), Lamá (Petro de Luanda) e Wilson (1º de Agosto).

 

Defesas - Zuela (Kuban, Rússia), Marco Airosa (Desportivo das Aves, Portugal), Mingo Bille (1º de Agosto), Kaly (1º de Agosto), Miguel (Petro de Luanda), Fabrício (Interclube), Dany Massunguna (1º de Agosto) e Amaro (1º de Agosto).

 

Médios - Djalma (Marítimo, Portugal), Dedé (Nicósia, Chipre), Gilberto (Lierse, Bélgica), Makanga (Jahra, Koweit), Osório (Recreativo da Caála), Tiquinho (Alzira, Espanha), Geraldo (Curitiba, Brasil) e Chara (Petro de Luanda).

 

Atacantes - Mateus (Nacional, Portugal), Flávio (Al Shabad, Arábia Saudita), Vunguidica (Offenbach, Alemanha), Manucho (Manisport, Turquia) e Love (Petro de Luanda).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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Ferroviario da Beira

MATCHEDJE e Ferroviário da Beira protagonizaram uma agradável partida de futebol. Apresentaram-se muito desinibidos e deliciaram o público que acorreu ao campo do Maxaquene com jogadas de belo recorte técnico. Nem parecia um encontro entre duas equipas que têm tido prestações modestas. No entanto, o empate a zero bola tirou o devido brilhantismo que o encontro merecia. Tanto “militares” como beirenses estiveram desencontrados com os golos e privaram os adeptos de vibrarem ainda mais. Afinal, são os golos que fazem a festa do futebol! 

 

A equipa “militar” foi a primeira a criar perigo, quando Jacinto, uma das melhores unidades em campo, aos oito minutos, tirou um adversário do caminho e rematou forte, valendo a atenção de Gervásio. A resposta dos beirenses surgiu aos 26 minutos. Michael, bem pelo flanco esquerdo, galgou terreno e fez uso do potente remate, mas Zacarias defendeu com segurança.

 

O jogo estava aberto, a palavra de ordem era atacar, e os “locomotivas” poderiam ter sido os primeiros a colher os frutos se Zico e Maninho, aos 28 e 29 minutos, não tivessem falhado com a baliza completamente escancarada. Akil Marcelino não queria acreditar no que estava a ver, a turma beirense tinha perdido a oportunidade de sair para o intervalo a vencer.

 

Na segunda parte, entrou Steven para o lugar de Zico, numa troca de avançado por avançado, no Ferroviário da Beira. Mapoga foi o primeiro a criar perigo. Descaído para o lado esquerdo, aproveitou o adiantamento do “keeper” e fez um remate cruzado, mas viu Hilário tirar-lhe aquilo que parecia um golo certo.

 

Num jogo de parada e resposta, o Matchedje criou a oportunidade mais clara de golo aos 77 minutos. Zito, sem marcação e só com Gervásio pela frente, cabeceou por cima. Já na ponta final, os “militares” tiveram maior posse de bola, mas não souberam tirar proveito.

O árbitro Dionísio Dongaze e seus auxiliares realizaram um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA;


Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Mário Albino e Daniel Calavete. Quarto árbitro: Arlindo Silvano.

 

MATCHEDJE - Zacarias; Hilário, Cufa, Caló e Osvaldo; Zito, Eka e Jacinto; Jair (Silva); Nito (Calton) e Leonel (João).

 

FER BEIRA - Gervásio; Chico, Gildo, Barrigana e Faife; Mouka, Mupoga, Aurito (Eládio) e Michael; Maninho (Mitó) e Zico (Steven).

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Cufa, Caló e Mouka.

  • Ivo Tavares
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 11:14
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Euroflin da Graça

HÁ três semanas que os adeptos do Matchedje aguardam com o credo na boca uma profunda revolução competitiva e, sobretudo, nos resultados.

 

A entrada de Flin como novo timoneiro trouxe algum alento, porém, os resultados – pelo menos as vitórias – teimam em não aparecer.

Há três jornadas à frente dos “militares”, Flin não perde, mas… também não ganha e nem sequer a equipa marca golos. Vejamos a sequência: 0-0 face ao Chingale, 0-0 com o Maxaquene e, neste domingo, 0-0 diante do Ferroviário da Beira.

 

Conclusão: a equipa continua como “lanterna vermelha”, mas agora com o mesmo número de pontos (nove) com o penúltimo classificado, Atlético Muçulmano, derrotado em casa pelo Incomáti por uma bola sem resposta. Da zona da despromoção saiu o Ferroviário de Nampula, mercê do triunfo no Estádio 25 de Junho sobre a HCB do Songo por 1-0, golo verificado mesmo ao apagar das luzes. Quem, em contrapartida, caiu para a aflição é o Sporting, ao perder na Beira com a Liga Muçulmana por 3-1.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:02
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Liga Muçulmana

 

 

UMA autêntica bagunça, é o que se viu na partida que opôs o Sporting da Beira à Liga Muçulmana, devido a algumas falhas do trio de arbitragem que deixaram o público irritado, tendo arremessado objectos para o rectângulo de jogo, acabando por perturbar o trabalho dos homens do apito e obrigado a duas interrupções na primeira etapa.

 

Apesar da entrada cautelosa de ambas as formações, cedo a Liga Muçulmana começou a provar que era mais madura em campo. Como corolário disso, aos três minutos, e na sequência de um belo passe de Cantoná, Dário Monteiro abriu o activo. A vencer e com maior posse de bola, a Liga pressionou ainda mais o adversário, obrigando-a a sair em escassos contra-ataques.

 

 

Mesmo assim, os beirenses conseguiram chegar à igualdade, por Babugy, depois de ter “arrumado” parte da defensiva visitante e aproveitando-se de uma saída falsa do guarda-redes Simplex.

 

Apesar do susto, os campeões nacionais continuaram a pressionar e, no 17º minuto, numa jogada individual, Dário Monteiro, depois de enganar a defesa contrária, rematou vitoriosamente. O “caldeirão” gelou, mas o Sporting tentou contrariar o opositor, que tinha a sua baliza fechada a sete chaves.

 

Com jogadas repartidas, o árbitro Estêvão Matsinhe esteve no centro da contestação dos adeptos leoninos, que atiraram garras de água para o relvado, complicando a missão do assistente João Paulo. O jogo sofreu duas interrupções, tendo, inclusive, forçado a intervenção da Polícia.

No reatamento, as duas equipas desperdiçaram inúmeras oportunidades de golo, trazendo ao público um jogo equilibrado. Só que, os visitantes continuavam mais adultos e, aos 75 minutos, Jerry, aproveitando-se da desorganização da defesa leonina, fez o terceiro tento da sua formação.

Assim, os “muçulmanos” mostraram na Beira que continuam campeões, apesar de a arbitragem ter sido, de alguma forma, a seu favor.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Estêvão Matsinhe, auxiliado por João Paulo e Olinda Augusto. Quarto árbitro: José Hugo.

 

SPORTING – Gona; Carlitos, Babugy, Avu (Muchene) e Tacuzua; Muenhe (Lírio), Dulinho, Guebo e Paíto; Michel e Clemente (Xirico).

 

LIGA – Simplex; Cantoná (Mayunda), Aguiar, Fanuel e Mucuapele; Nelson, Paíto, Mustafá e Muandro (Sílvio); Dário Monteiro (Telinho) e Jerry.

  • Eduardo Sixpence
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:37
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hcb

FOI mesmo ao apagar das luzes. Uma parte considerável do público já havia abandonado as bancadas do Estádio 25 de Junho, pois jogava-se o período de compensação quando, numa jogada de insistência, Zé Kalanga trouxe a alegria para os nampulenses. Um golo que não só colorava uma segunda parte melhor, como também dava aos “locomotivas” os três pontos que lhes tiram da zona da despromoção.

 

Depois de uma primeira parte incaracterística, onde até certo ponto a bola andou longe das duas balizas, circulando mais no meio terreno, a etapa conclusiva foi mais emotiva. Por um lado, o Ferroviário atacava a todo o gás, desperdiçando oportunidades uma atrás da outra, e, por outro, os visitantes defendiam em bloco e partiam para o contra-ataque sempre que possível.

 

As perdidas foram várias para ambos os lados, mas com maior quinhão de ataque para os donos da casa. Com o público a puxar pelos pupilos de Alex Alves e quando menos se esperava, veio o golo e com ele o delírio nas bancadas, já meio desertas.

A vitória do Ferroviário aceita-se perfeitamente, uma vez que, embora não tenha sido superior ao seu adversário, pelo menos foi quem maior número de oportunidades teve.

 

A arbitragem foi muito contestada, sobretudo pela equipa da HCB, e com alguma razão. Houve dualidade de critérios, e sempre em prejuízo dos visitantes, mas sem influência no resultado.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Arão Júnior, coadjuvado por Salomão José e Baltazar Hilário. Quarto árbitro: Feliciano Joaquim.

 

FER. NAMPULA – David; Rodjas, Mambucho, Dondo e Zé Kalanga; Nelinho (Binó), Tchitcho e Edmundo; Zuma, Massawa e Sankhani.

 

HCB – Chico; Belmiro, Rogério, Calima e Antoninho; Dangalira, Elídio, Marlon (Alick), e Andro (Diogo); Fabrice (Charly) e Mavó.

Golo de Zé Kalanga.

  • Carlos Coelho
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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Dario Khan

O FUTEBOLISTA internacional moçambicano Dário Khan é o novo reforço da Liga Muçulmana, clube com o qual assinou, domingo à noite, um contrato válido por uma temporada e meia.

 

Dário Khan encontra-se na África do Sul, integrado no estágio dos “Mambas” para o encontro do próximo sábado, na Zâmbia, e, já jogador da Liga Muçulmana, logo que voltar a Maputo estará em condições de envergar o “jersey” dos campeões nacionais, uma vez concluído todo o processo da sua inscrição.

 

Após oito anos de futebol profissional no estrangeiro, nomeadamente no Sudão, onde mais se notabilizou, e nos últimos tempos no Qatar, Dário Khan regressa ao futebol doméstico pela porta da Liga Muçulmana, devendo a sua estreia, caso o técnico Artur Semedo assim o entender, acontecer frente ao Atlético Muçulmano, na derradeira jornada da primeira volta do Moçambola-2011.

 

 

Numa altura em que os campeões nacionais se aproximaram do líder Maxaquene e se preparam para atacar a segunda volta com mais desenvoltura e determinação, no quadro dos seus objectivos de renovar o título, a contratação daquele central, que também actua como lateral, é vista como um forte trunfo para a próxima etapa do campeonato.

 

 

Na senda de regressos ao país, Dário Khan junta-se a Tico-Tico, do Desportivo, Dário Monteiro, da Liga Muçulmana, Genito e Hélder Pelembe, do Maxaquene. Outros craque há que ainda procuram novos emblemas, casos de Gonçalves, que provavelmente voltará para os “tricolores”, e de Rivaldo, enquanto Jumisse, que era dado como certo nos “muçulmanos”, é pretendido pelo Olhanense, que garantiu a permanência na I Divisão portuguesa, depois de o seu clube, o Portimonense, ter descido para o escalão secundário.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:20
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Campo do Maxaquene

 

Emergem, neste processo, quatro valores do custo da infra-estrutura, com dois potenciais compradores, Danae Investimento (grupo Afrin) e o Banco Comercial e de Investimentos (BCI).

 

 

O negócio de campo entre o Maxaquene e o grupo AFRIN, para além de revelar zonas de penumbra, ainda vai dar muito pano para a manga. As correspondências efectuadas entre as partes mostram que este negócio não é mais do que um “aborto” em fase de ameaça. Por outro lado, emergem, neste processo, quatro valores do custo da infra-estrutura, com dois potenciais compradores, Danae Investimento e o Banco Comercial e de Investimentos (BCI). Mas vamos por partes.

 

Troca de correspondências

 

 

 

A 15 de Abril do ano em curso, o grupo Afrin, através do representante e um dos proprietários, Mahomed Salim Jussub, enviou uma carta cujo assunto é “Entrega das instalações e escritura pública de compra e venda”, na qual refere que uma vez que todas as formalidades já foram desbloqueadas e ultrapassadas, “gostaríamos de levar ao conhecimento de V.excias da inexistência de qualquer impedimento jurídico-legal que possa obstar a entrega do campo do Maxaquene e outorga escritura pública de compra e venda dos imóveis objectos de promessas de alienação”.

 

Na mesma carta, o grupo Afrin exige que o Maxaquene apresente a data que “for de melhor conveniência” para que se possa “proceder à entrega do campo”, situado no terreno de Maputo e a marcação da escritura pública que finaliza o processo de “transacção de compra e venda do campo, no qual parte do preço já foi disponibilizado pelo grupo Afrin, entre outras, pela entrega do actual campo onde o Clube de Desportos da Maxaquene tem toda a honra, liderando o actual campeonato nacional de futebol”.

 

 

Não consta do dossier em nosso poder a resposta de Maxaquene à esta carta. Contudo, o Maxaquene, em carta com a referência 078/CG/CDM/2010, datada de 23 de Fevereiro de 2010, mostra-se “seriamente prejudicado” no negócio, o que deixa bem claro que a posição daquele clube em relação ao negócio passa pela renegociação de valor inicial.

 

Para o Maxaquene, o que determinou a aprovação pelos sócios do projecto de venda do campo de futebol “residia em três factores fundamentais”, apresentados na Assembleia-Geral de 3 de Junho de 2008, nomeadamente: o valor inicial previsto na ordem de 4.730 mil dólares, a convicção de que o campo da Machava era de excelente qualidade em termos de obras executadas e de que as benfeitorias que iriam ser feita ao campo da Machava, nomeadamente, o parque de estacionamento, a iluminação e o centro de estágio.

 

Sucede porém que contra todas as expectativas o valor da venda do campo veio sofrer uma agravante redução, tendo sido fixado em 3.850 mil dólares, sem o conhecimento da massa associativa, por alegada redução das dimensões do terreno de cerca de 43 mil m2 para 35 mil m2. Ou seja, a massa associativa conhecia o valor inicial de 4.730 mil dólares e não os actuais 3.850 mil dólares”, refere a carta do Maxaquene, realçando que as avaliações feitas “recentemente” mostram que, mesmo considerando tais dimensões de 35 mil m2, “pode custar mais do que os 38.850 mil dólares”.

 

Mais: “a mesma avaliação aponta, igualmente, que o campo da Machava pode custar menos que os 2.3 milhões de dólares, indicados no contrato promessa”, celebrados entre as partes.

 

Mais adiante, o Maxaquene deixa claro que pretende agravar o valor do custo do campo ao afirmar que o clube Afrin deverá “merecer o direito de preferência”, em relação aos outros proponentes no negócio (até aqui desconhecidos), “na prossecução das negociações até à celebração do contrato definitivo”.

 

As exigências

 

 

Na mesma carta, o Maxaquene impõe, para não ser “seriamente prejudicado no negócio, que se observe uma série de requisitos, nomeadamente:

  • Celebração de um contrato de patrocínio com duração mínima de cinco anos renováveis, no valor de 10 mil dólares por mês, podendo ser ajustado anualmente caso as condições do mercado assim o exigir;
  • Anular o contrato do sinal prestado e previsto no contrato promessa de 60 mil dólares;
  • Reconhecer que o valor adicional atribuído ao clube, ainda por estimar, foi a título de reforço do patrocínio, não tendo qualquer relação com o contrato de compra e venda  e/ou permuta de campo de futebol;
  • Redução do número de prestações para o pagamento do valor previsto no contrato promessa;
  • Conceder ao clube a exploração assistida de uma das unidades hoteleiras ou imóveis propriedades do proponente, nos termos ainda por negociar, além de compartimentos para escritórios, por definir, num dos imóveis a ser implantado no actual campo de futebol.
  • A colocação de iluminação adequada nos padrões da FIFA no campo de futebol da Machava; construção do sistema de drenagem; melhoria da tribuna do mesmo campo;  construção do centro de estágio no mesmo local; montagem de uma vedação adequada nos dois campos da Machava – o principal e o anexo.

O Maxaquene ainda exige que o grupo Afrin apoie na indemnização das famílias circunvizinhas do campo da Machava, com vista a sua transferência, de modo a obter mais espaço, na medida em que o parque de estacionamento adjacente aparentemente ficou fora do negócio, além de apoio monetário no reforço da equipa sénior de futebol para a época passada (2010).

 

 

A resposta do AFRIN

 

 

 

A 2 de Março de 2010, um mês depois, o grupo Afrin reagiu à carta do Maxaquene, afirmando que, em relação ao valor da infra-estrutura, a direcção do Maxaquene deveria recordar-se que o preço que o determinou foi “calculado com base num valor por m2 e que a oferta foi de 110 dólares/m2.

 

Relembramos que a avaliação feita por peritos independentes – a Colliers International – havia recomendado o preço de 85 dólares/m2, quantia essa superada sobremaneira pela nossa oferta”, diz a carta do Afrin, recordando que a área que o Maxaquene afirmava compreender todas as infra-estruturas abrangidas pela transacção não correspondia à realidade do terreno. Ou seja, as dimensões eram inferiores às que o Maxaquene havia colocados no negócio, o que fez com que, consequentemente, “o valor do preço sofresse uma redução” relativamente à redução da área  objecto de transacção.

 

 

Lázaro Mabunda

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:57
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Custos do campo do maxaquene

Face ao exposto, vimos por meio desta proceder à devolução do montante de 2.188.200 Mt

 

A 17 de Novembro de 2009, o Maxaquene solicitou ao grupo Afrin, em carta, “o pedido de adiantamento sobre o valor da venda do (seu) campo” na ordem de 200 mil dólares.
Eis a parte importante da carta assinada por Imtiaz Amuji, José Solomone Cossa e Nuro Americano: “Como é do conhecimento de V. Exas na qualidade de parceiros e compradores do campo do C. D. Maxaquene, mais uma vez agradeciamos que fosse dado corpo à conversa estabelecida entre o responsável do pelouro de futebol, sr. Imtiaz Ali Esep Amuji, o qual na ocasião colocou a necessidade de disponibilização de 200 mil dólares americanos para permitir a reorganização de condições para a época desportivo de 2010”.

O grupo AFRIN não terá reagido às pretensões do Maxaquene e só a 14 de Outubro de 2010, quase um ano depois, é que o sócio gerente da Afrin Imobiliária, Mahomed Salimo Jussub, endereçou uma missiva à direcção “tricolor” em que manifestava a “disponibilidade de efectuar uma prestação de verbas monetárias para efeitos de custear a operação da reorganização e criação de condições para a época desportiva de 2010.

 

 

 

O Afrin estava disposto a pagar 60 mil dólares, numa primeira fase, e propôs que os remanescentes 140 mil dólares fossem desembolsados numa ocasião posterior, que coincidisse com a entrega do campo de futebol do Maxaquene.

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:32
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