Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 19 DE Abril 2011

Transito na cidade de Maputo

 

 

INDIGNADO anda o país futebolístico com a incompreensível falta de comparência do Ferroviário da Beira no desafio que devia ter disputado domingo, no Songo, frente à HCB. Falta de comparência porque a equipa não conseguiu viajar para Tete, na noite de sábado. Não viajou pura e simplesmente porque atrasou ao voo. Atrasou ao voo porque, a meio do caminho, ficou “entalada” num engarrafamento, algures no Benfica – valha-nos Deus, ida da Matola para o Aeroporto Internacional do Maputo.

 
 

Se não conhecêssemos os contornos da história e, sobretudo, não imaginássemos quanta incúria dos dirigentes do clube em todo este enredo, provavelmente tivéssemos ficado comovidos com as palavras pronunciadas com compaixão pelo vice-presidente da colectividade nas câmaras da Televisão de Moçambique. Segundo ele, o Ferroviário da Beira, coitado, que até só desembarcou em Maputo na madrugada de sábado, cumpriu tudo o que lhe competia, pelo que ninguém lhe pode imputar as culpas pelo sucedido.

 

Quiçá – isto não disse, mas nós dizemos – o culpado seja a Liga Moçambicana de Futebol, que até condescendeu em relação à hora da saída da equipa do hotel onde estava hospedada. Se calhar o culpado é a HCB, que à hora marcada do jogo estava lá, no Estádio 27 de Novembro, juntamente com os árbitros e delegados, prontos para o arranque da contenda. Se calhar, até, a culpa seja do público do Songo que se fez ao estádio para presenciar uma partida que, afinal, acabaria por não acontecer. Enfim, toda esta gente é culpada, bem culpada, menos o Ferroviário da Beira, que por razões sem nexo, tal como publicamente evidenciou o seu vice-presidente, atrasou ao voo.

 

Mesmo conscientes dos engarrafamentos que já são apanágio do quotidiano rodoviário da cidade do Maputo, de ingénuos não temos nada para nos impressionar com o pronunciamento do dirigente beirense, como as crianças se impressionam com as histórias do circo. É absolutamente descabido, incompreensível e abominável que a delegação “locomotiva”, tendo saído do campo da Liga Muçulmana, na Matola, por volta das 16.30 – portanto, uma hora antes do “check in” – em vez de seguir directamente para o aeroporto, via portagem, tenha ido parar ao Infulene!

Mais: não cabe na cabeça de nenhum ser racional que se preze que, estando no Infulene (zona do Estádio da Machava), no lugar de seguir pela Joaquim Chissano até à Avenida de Angola, independentemente do engarrafamento ou não, tenha optado pela via mais absurda que na altura se podia achar: a 4 de Outubro, que liga o Estádio da Machava-T3-Zona Verde-Benfica, onde a equipa acabou sendo bloqueada.

 

Não dá para entender, senhores do Ferroviário da Beira! O relaxamento dos jogadores, aludido pelo vice-presidente para justificar a ida ao campo da Liga Muçulmana, não se enquadra neste passeio desenquadrado e despropositado. Para nós, houve, neste caso, uma gritante negligência da pessoa responsável pela delegação, que até nem sequer, como no mínimo devia ter acontecido, enviou alguém atempadamente ao aeroporto para fazer o “check in”.

 

Antes de o Ferroviário apregoar que a HCB devia ter sido complacente, aceitando a remarcação do jogo para uma outra ocasião, deve, isso sim, apurar o que exactamente aconteceu e responsabilizar os prevaricadores, senão realmente concordar com aqueles sócios que dizem que o clube não merece a actual Direcção, dando como exemplo o facto de, em 2010, a equipa ter corrido o risco de descer de divisão, somente se salvando na derradeira jornada; e este ano, à sexta jornada, se encontrar abaixo da linha de água.    

  • Alexandre Zandamela

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:14
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sinto-me:

 

 

Estadio Nacional do Zimpeto

 

 

 

 

A nível dos meios  vão ser utilizados  72 autocarros de 52 lugares. Mais de 200  Mini-bus  de 30 lugares e  35 carros protocolares

Haverá restrição na circulação rodoviária durante os Jogos Africanos. Actualmente decorre a definição das vias que vão servir de acesso ao estádio e que serão alvos dessa medida, segundo garantiu o chefe da sub-comissão dos transportes e comunicação no COJA, Teresa Jeremias.
 

Algumas rotas que nós já definimos estão em reabilitação e acreditamos que até Agosto essas obras estarão concluídas. Por isso, o plano de rotas não podemos divulgar agora, porque ainda não é definitvo. A divulgação vai ser feita em Agosto. Para esta restrição de circulação rodoviária,  o COJA está a trabalhar com a Polícia de Trânsito, Conselho Municipal das Cidades de Maputo e Matola para a definição das rotas. Importa referir que a restrição não será a tempo inteiro, mas apenas no período em que os participantes dos Jogos Africanos se dirigirem aos locais dos jogos e na altura da retirada destes para os locais de acomodação.”

 

Nós vamos criar condições para que o munícipe não se sinta constrangido no tocante ao acesso ao seu local de trabalho. Aliás nós vamos divulgar  atempadamente as vias que estarão sob restrição e o  período em que isso vai acontecer.”

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:42
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Demostrativo consolidado do orçamento

 

 

 

 

 

 

O governo português contribui, em espécie, com cerca de 193 milhões USD (cerca de 4.6 biliões de meticais) e o de Moçambique com 40 milhões USD.


As federações nacionais viram os seus orçamentos reduzidos até menos de metade do que haviam inicialmente previsto para a preparação condigna dos Jogos Africanos, que irão decorrer este ano no nosso país. Esta medida do Governo resulta da redução do orçamento para os Jogos Africanos, de cerca de 250 milhões de dólares inicialmente estipulados, para perto de 193 milhões de dólares, um decréscimo em cerca de 60 milhões de dólares.

 

Sem cão de raça, as federações vêem-se obrigadas a caçar com gato. O maior traidor e culpado desta situação não é o Governo, mas a crise económica e financeira que assola não só o nosso país, como também o mundo inteiro.

 

O Governo há muito que assumiu que iria organizar os X Jogos Africanos, curiosamente rejeitados pela Zâmbia, que, eventualmente, já previa um cenário desta natureza. A partir de hoje, a distância que nos separa dos referidos jogos é de cerca 136 dias, isto é, quatro meses e 13 dias. Ora, a questão é: que nível competitivo terão as nossas selecções? Vamos por partes.

 

Algumas federações ainda não possuem orçamentos definitivos, o que, de uma forma ou doutra, limita a preparação das equipas dessas modalidades com vista aos jogos em referência. Uma das federações que enfrentam esse dilema é a de Basquetebol, conforme nos informou o seu presidente, Francisco Mabjaia.

 

Torna-nos difícil dizer qual é o orçamento definitivo e o ideal para nós, até aqui. Havia uma proposta, mas essa proposta já sofreu várias alterações. Ainda não temos um orçamento que possamos dizer que é definitivo e é o ideal”, disse Mabjaia, realçando que o orçamento que o Governo está disposto a disponibilizar, “até aqui”, é de 8 milhões de dólares, assim distribuído: 4 milhões de meticais para masculinos e os outros 4 milhões para femininos. Este orçamento poderá registar subida, caso haja patrocinadores ou a empresa que gere a imagem do COJA consiga algumas receitas, mas também poderá sofrer redução, caso o Governo conclua que há necessidade de cortar algumas despesas na federação.

Das federações nacionais de Atletismo e de Ténis, também tivemos a mesma informação: os orçamentos que o Governo está disposto a disponibilizar são provisórios, porque “ainda podem sofrer algumas alterações”, conforme nos avançaram as fontes.

 

A Federação Nacional de Atletismo, por exemplo, tinha estipulado, como orçamento ideal para os Jogos Africanos, 14 milhões de meticais. No entanto, o Governo só está disposto a dar 5 milhões, menos de metade do que foi solicitado.

 

O secretário-geral deste organismo, Guilherme Nhamposse, disse, há dias, ao nosso jornal que  o valor atribuído era bastante irrisório e não correspondia às aspirações da instituição que dirige, no entanto, entende que tal tem a razão de acontecer, devido à crise financeira. “5 milhões é uma gota no meio do oceano, para uma representação condigna. Estava planificado, no mínimo, levar cerca de 10 atletas para estágio competitivo em países como a vizinha África do Sul, com boas condições, de modo a conferir-lhes competitividade”, frisou Nhamposse.

A selecção nacional possui 32 atletas pré-convocados, que trabalham com quatro treinadores, prevendo-se, nos próximos dias, a chegada de mais um treinador de nacionalidade cubana.

 

O orçamento que o Governo disponibiliza visa suportar as despesas de transporte, alimentação e subsídio de treinos.

Igual “sorte” tiveram as federações nacionais de Natação e de Ténis, que de 6 e 3 milhões de meticais que esperavam, receberam 3 e 1.2 milhões de meticais, respectivamente.

 

 

Lázaro Mabunda

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
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Presidente Armando Emilio Guebuza
O acto, a ser dirigido pelo Presidente da República, Armando Guebuza, consiste na realização de uma mega cerimónia que culminará com o jogo entre as selecções de futebol de Moçambique e da Tanzania.
 

É inaugurado a 23 deste mês o Estádio Nacional de Zimpeto, um empreendimento construído de raíz e que vai acolher as cerimónias de abertura e encerramento dos X Jogos Africanos de Maputo-2011 que têm lugar entre os dias 3 e 18 de Setembro próximo.

 

O Estádio Nacional  será palco ainda dos torneios de futebol e de atletismo. O acto, a ser dirigido pelo Presidente da República, Armando Guebuza, consiste na realização de uma mega cerimónia que culminará com  a realização de um jogo entre as selecções nacionais de futebol de Moçambique e da Tanzania.

 

 

No programa da inauguração do Estádio Nacional está prevista igualmente a efectivação de provas de atletismo nas especialidades dos 800 e 1500 metros, envolvendo atletas moçambicanos e da vizinha Suazilâdia.

 

 

Os  detalhes da cerimónia  foram anunciados pelo Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano.

 

A selecção da a Tanzania já confirmou  a vinda a Moçambique com uma delegação de 30 membros, mas também já confirmaram a sua deslocação a Maputo os cinco atletas da Suazilândia que tomarão  parte nas provas de atletismo.

 

 

O Governo através do Ministério da Juventude e Desportos reconhece que o espaço destinado para o parqueamento de viaturas é exíguo para a afluência que se espera do público no acto inaugural do Estádio Nacional de Zimpeto. Para que não haja problemas que possam advir da falta de um parque e estacionamento, foram estabelecidos acordos com duas empresas localizadas próximo daquele empreendimento,  nomeadamente a Mabor e a Báscula de Marracuene para, naquele dia, cederem os respectivos parques para o público que se deslocará a cerimónia em referência.

 

Sobre o modelo de gestão do Estádio Nacional, o governo contratou uma empresa que está a fazer um estudo, mas enquanto esta não conclui, há uma comissão formada pelo  Fundo de Promoção Desportiva, Direcção do Estádio Nacional, que é assistido pela  Empresa que construiu o Estádio Nacional de Zimpeto, que se responsabilizam por esta area.

 

Crescêncio José

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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A delegação dos “locomotivas” beirenses, que não embarcou sábado para Tet

O CHEFE do Departamento de Comunicação e Marketing do Ferroviário da Beira, Anísio Páscoa, disse ontem à nossa Reportagem, na capital de Sofala, que a comitiva estava a passar por maus-tratos na cidade do Maputo a ponto de ter sido despejada do hotel onde se encontrava hospedada.

 

 
 

A delegação dos “locomotivas” beirenses, que não embarcou sábado para Tete onde devia defrontar a HCB por ter chegado tarde ao Aeroporto Internacional do Maputo, também não conseguiu viajar de regresso à capital de Sofala ontem de manhã em virtude de o voo que a deveria transportar ter sofrido um cancelamento, passando para as 19.00 horas.

 

Falando telefonicamente, Páscoa relatou que à hora em que estabelecemos o contacto (cerca das 15.00 horas) apenas a bagagem é que estava guardada em dois quartos gentilmente cedidos pelo gerente do hotel, uma vez que a delegação tinha recebido ordens para se retirar até às 13.00 horas.

 

O Chefe do Departamento de Comunicação e Marketing do Ferroviário explicou que neste momento as pessoas, que não as indicou, estão a socorrer-se do facto de a equipa ter ido assistir ao jogo entre a Liga e o Costa do Sol para os crucificar.

 

O facto de termos ido ao jogo Liga-Costa do Sol não pode constituir o móbil disso tudo, pois há outras razões que estão por detrás da nossa ausência em Tete por termos chegado tarde ao Aeroporto”, disse Anísio Páscoa sem apontar as referidas causas.

A comitiva beirense só embarcou da cidade da Beira para a capital do país cerca da meia-noite da passada sexta-feira depois de ter estado às 18.00 horas no Aeroporto Internacional da Beira para viajar duas horas depois, o que não aconteceu.

 

No entanto, a falta de comparência marcada aos beirenses está sendo comentada sob diversas formas na cidade da Beira, principalmente pelos amantes da modalidade-raínha, considerando-a absurda e pedindo responsabilidade aos culpados para o bem do desporto e, sobretudo, para o próprio clube”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:23
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Matchedje em maxima força

NUMA partida que teve pouco em termos de primores tácticos e técnicos, valeu o golo apontado por Skaba aos 41 minutos da primeira parte garantindo a segunda vitória para os “militares”, depois de um contra-ataque muito rápido e que apanhou a defensiva incluindo o guarda-redes Ribas desprevenidos.

 

 
 

As duas equipas entraram preocupadas em chegar primeiro à baliza do adversário, mas tudo era feito de forma bastante atabalhoada. Até ao minuto 20 os visitantes haviam tomado o controlo do meio-campo ante um adversário que só ia para frente através de jogadas de improviso e de forma esporádica.

 

Aos 25 minutos Skaba perdeu uma grande oportunidade de abrir o marcador depois de uma jogada bem executada a partir da intermediária. A este contra-ataque os donos da casa responderam com uma incursão venenosa, mas Tacúzua, depois de estar isolado e ficar cara-a-cara com o guardião Zacarias, rematou para fora, quando todos já esperavam para gritar golo, contrariamente ao que acabou acontecendo aos 41 minutos quando Skaba bateu de forma categórica o guarda-redes local para o gáudio dos visitantes.

 

Depois do intervalo, os beirenses começaram a correr atrás do prejuízo, mas faziam-no de forma muito insípida, sem nexo e com pouca clarividência atacante ante uma equipa “militar” que tudo fazia anulando todas as jogadas de perigo junto à sua área, o que acabou acontecendo até ao apito final do juiz.

 

O árbitro não teve problemas no seu trabalho e foi bem auxiliado.

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitros: João Armando, auxiliado por Mário Albino e Isac Domingos. Amisse Juma foi o quarto.

 

Sporting: Ribas, Babugy, Dulinho, Camito, Muenhe, Paito (Avo), Guebo, Tacúzua, António (Muchene), Dário (Xirico) e Brean Dean.

 

Matchedje: Zacarias, Cufa, Osvaldo, Zito (Kikito), Silva, West (Joaquim), Leonel, Jair, João, Skaba (Eka) e Eunésio.

Amarelos para Babugy e Camito.

  • António Janeiro

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:17
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Atletico Muçulmano

O ATLÉTICO recebeu e derrotou (1-0) o Vilankulo FC quebrando um “jejum” que se prolongava desde o arranque do Moçambola, feito alcançado com um golo do banqueiro Eboh, que aos 70 minutos saltou do banco para 12 minutos depois (82 do jogo) marcar e dar alegria aos poucos “muçulmanos que assistiam a partida.

 

 
 

Numa partida deselegante, os dois conjuntos entraram fechando-se na sua zona defensiva – ninguém quis assumir a iniciativa de jogo – e com isso o espectáculo foi fraquíssimo para a tristeza de uma centena de espectadores presentes.

 

E num jogo feio sem interesse até o golo surgiu de um erro de marcação, pois os defensores do Vilankulo distraíram-se permitindo que Eboh, aos 82 minutos, surgisse isolado para corresponder com um toque subtil a um centro de Marufo. Aliás, a história do jogo resume-se mesmo a este golo porque antes somente vimos duas tentativas de procura de golo, sendo uma para cada lado. Primeiro foram os “muçulmanos através de Julinho que aos 38 minutos surgiu numa boa posição para marcar, mas o seu remate saiu ao lado da baliza de Victor e depois, aos 73 minutos, foi a vez de Ivo, que entrara minutos antes, a cabecear de forma defeituosa perdendo a verdadeira oportunidade de golo criada pelos forasteiros.

O trabalho do trio de arbitragem chefiado por Ainad Ussene pareceu-nos ter deixado passar uma grande penalidade, castigando um puxão a Eboh.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Ainad Ussene, auxiliado por Estrela Gonçalves e Raimundo Artur. Quarto árbitro: Paiva Dias.

 

ATLÉTICO: Castro; Tony, Denisse, Zwane e Gito (Eboh); Monis (Madeira), Julinho e Délcio e Sipho; Ivan e Marufo.

 

 VILANKULO FC: Victor; Ali, Tcharles, Sadique e Bila; Matlombe, Jossias, Gitinho e Gerson (Félio); Eurico e Tendai (Ivo).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartão amarelo para Tony pelo Atlético e para Ali pelo Vilankulo. Cartão vermelho para Jossias por acumulação de amarelos.

 

Golo: Eboh (82 minutos)

  • Antanásio Zandamela

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:06
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A SELECÇÃO Nacional de Basquetebol Feminino de Sub-16 qualificou-se para o Campeonato Africano da categoria, após conquistar o torneio de qualificação da Zona VI, que terminou sexta-feira, em Lusaka. Na derradeira jornada, a turma moçambicana derrotou a anfitriã Zâmbia pela marca de 52-31.

 
 

Ao cabo de quatro jornadas, na classificação final, a turma nacional, mercê de três vitórias e uma derrota, somou sete pontos, os mesmos do Zimbabwe e da África do Sul, porém, face ao seu melhor “cesto-average” posicionou-se em primeiro lugar. Nos confrontos entre as tr

SELECÇÃO Nacional de Basquetebol Feminino de Sub-16

ês formações, a moçambicana registou um coeficiente de 1,10 contra 0,95 das zimbabweanas e 0,94 das sul-africanas.

 

No seu percurso, as nossas meninas começaram com derrota frente à África do Sul por 65-71, mas depois seguiu-se uma sequência de triunfos: 115-15 face ao Botswana, 68-49 sobre Zimbabwe e 52-31 perante a Zâmbia.

 

Apesar de as sul-africanas terem ganho às moçambicanas, baquearam diante das zimbabweanas por 53-66.

 

Em relação aos masculinos, para Moçambique estar presente no Afrobásquete deve esperar por uma eventual repescagem a ser ef

ectuada pela FIBA-África, dado que se classificou na segunda posição, atrás da qualificada África do Sul e frente à qual perdeu na derradeira jornada, quando menos se esperava, por um ponto de diferença: 76-77.

 

Com uma entrada a todos os títulos esplêndida, fruto da vitória sobre a sempre rival Angola pela marca de 60-43, a nossa selecção foi ganhando todos os encontros seguintes até à penúltima ronda. Nesse percurso, bateu Zâmbia por 81-54, Zimbabwe por 74-30 e Botswana por 110-25.

Já no fim, quando “

” só esperava pela confirmação da sua supremacia, até porque a África do Sul tinha perdido diante de Angola (35-44), eis que a turma moçambicana cai, no epílogo de uma partida muitíssimo bem disputada e decidida precisamente nos derradeiros segundos.

 

 

Na classificação final, África do Sul ficou em primeiro com nove pontos, Moçambique com o mesmo número, Angola oito, Zimbabwe e Zâmbia sete e Botswana cinco.

 

Entretanto, internamente, prossegue amanhã, no campo do Ferroviário, a disputa do Torneio de Abertura da Cidade do Maputo em seniores masculinos. Às 18.30 horas, Costa do Sol defronta Real Madrid e, a partir das 20.00, Ferroviário terá pela frente Universidade Pedagógica.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 08:55
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