Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 04 DE Abril 2011

 

 

Maxaquene vs Liga Muçulmana

 

 

 

 

 

 

A SORTE foi madrasta para o Maxaquene que, ao sofrer o golo aos 14 minutos do jogo, passou por momentos críticos no esforço visando dar a volta ao resultado para continuar firme na liderança do Moçambola.

 
 

Porém, esse esforço não foi compensado dada a falta de astúcia dos seus avançados. Hélder Pelembe e Betinho claudicaram por várias vezes à frente do guarda-redes malawiano Simplex, que se diga em abono da verdade ter sido o principal obstáculo dos “tricolores”. Simplex provou os seus dotes negando golos certos em situações de um para um em lances executados junto da pequena área. O lateral esquerdo Eusébio e Manuelito foram igualmente vítimas da sagacidade de Simplex, com defesas bem apertadas.

 

Estas situações elevaram o nível de ansiedade nos “tricolores” na medida em que o jogo caminhava para o fim, tendo em conta que o Maxaquene dominou quase toda a segunda parte, após o equilíbrio de forças na fase inicial.

 

A Liga Muçulmana teve, como nos referimos, a sorte de ter marcado cedo, facto que elevou a motivação no conjunto para fazer face ao desafio. A turma “muçulmana” conseguiu, por essa via, assentar o seu jogo, com uma mobilidade eficaz no terreno e uma excelente articulação dos sectores e perfeita combinação entre Dário Monteiro e Maurício no ataque.

 

Aliás, o golo “muçulmano” acabaria sendo justificado por essa excelente combinação entre os dois “artilheiros”, com o primeiro a servir o segundo para um remate bem tirado à entrada da grande área, aos 14 minutos.

 

O tento espevitou os ânimos de parte a parte, com a Liga a assumir algum favoritismo no jogo. Em circunstância quase idênticas, a Liga teria obtido aquele que seria o primeiro tento quando o mesmo Dário colocou Maurício em posição privilegiada para finalizar, mas este acusou falta de tecnicismo e o remate saiu-lhe às alturas a escassos metros da baliza defendida por Soarito.

 

Mas o favoritismo “tricolor” acabaria sendo posto em causa ainda ao longo da primeira parte, pois o Maxaquene foi objectivo, persistente e incisivo. Porém, não aproveitou as oportunidades que criou em grande número relativamente ao seu adversário e quase pagava caro por isso se não fosse a grande penalidade conseguido no apagar das luzes.

 

 

 

REACÇÃO “TRICOLOR”

 

 
 

A reacção “tricolor” começou a evidenciar-se no segundo quarto da contenda, com o desvio de cabeça do “central” Gabito quase a roçar o travessão na sequência de um pontapé de canto. A seguir Betinho ficou preso junto da pequena área quando tinha apenas um contrário e o guarda-redes Simplex. Ao invés de atirar, fez passe para Hélder Pelembe, que estava numa posição difícil para executar o remate com perfeição.

A Liga começou a acusar algumas dificuldades para travar as frequentes investidas “tricolores”, com excelentes subidas de Eusébio e despejos bem medidos para área. Em duas ocasiões colocou Betinho em vantagem sobre a linha defensiva, mas este não conseguiu finalizar com Simplex pela frente. De seguida, foi Hélder Pelembe que atirou, dentro da pequena área, direccionado para o corpo de Simplex.

Já em cima do 45º minuto, Vasil, pela direita, viu Kito em posição privilegiada do lado contrário e cruzou para este atirar de primeira, mas Simplex voltou a negar o golo “tricolor”.

 

Vindos com uma boa lição do intervalo, os “tricolores” deram banho de futebol ao adversário, dominando quase toda a segunda parte. A entrada do “maestro” Macamito trouxe uma nova dinâmica à equipa e o terror não tardou em tomar as hostes da Liga, mas os problemas de finalização prevaleceram.

 

A ansiedade de chegar ao golo foi crescendo e o Maxaquene lançou-se todo ao ataque. Campira e Gabito “abandonaram” com frequência as missões defensivas em apoio ao ataque. E na primeira aventura, Campira furou o meio-campo “muçulmano” e, com um passe bem executado, colocou Hélder Pelembe em vantagem sobre a defensiva, mas o segundo auxiliar, Daniel Calavete, mal anulou o lance quando o atacante se preparava para fuzilar, aos 54 minutos.

 

Feito isto, foi a vez do também defensor Eusébio que, projectado do meio-campo, adiantou-se, mas não soube escolher o ângulo certo, atirando para mais uma defesa de recurso de Simplex.

 

Num outro lance, Manuelito, que entrou a substituir Hélder Pelembe, antecipou-se do “keeper” com um desvio rasteiro de cabeça, mas o malawiano foi à altura de interceptar a bola para fora quase a atravessar a linha de golo aos 82 minutos.

Contudo, o Maxaquene quase sofria o golpe fatal já no período de compensação com o jovem talentoso Telinho, que entrou no lugar de Dário Monteiro, a desenvencilhar-se dos “centrais” atirar para o travessão. Telinho voltou a exibir as suas qualidades ofensivas e deu trabalho à defensiva “tricolor”.

 

 A seguir a este lance veio o suspiro do “tricolor” quando decorria o último dos quatros minutos de compensação. Era mais uma investida de tantas, quando Muandro desviou o esférico com a mão dentro da pequena área.

O juiz da partida, Dionísio Dongaze, estava próximo do lance, e assinalou grande penalidade, bem executado por Gabito para o 1-1. Dongaze deu de imediato termo à partida e fez bom trabalho. Mas foi mal auxiliado por Daniel Calavete, que anulou injustamente alguns lances cruciais do Maxaquene.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, auxiliado por Mário Albino e Daniel Calavete. O quarto árbitro foi Paiva Dias.


LIGA MUÇULMANA – Simplex; Silvério, Aguiar, Fanuel e Mayunda; Cantoná (Muandro), Momed Hagy, Carlitos e Micas; Dário Monteiro (Telinho) e Maurício (Paíto).


MAXAQUENE – Soarito; Vasil, Campira, Gabito e Eusébio; Liberty, Payó (Reginaldo), Genito (Macamito) e Kito; Hélder Pelembe (Manuelito) e Betinho.


DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Silvério, Carlitos e Dário Monteiro; Hélder Pelembe.

  • SALVADOR NHANTUMBO

Fnte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 13:02
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LOGO DO MOÇAMBOLA-2011

O MOÇAMBOLA-2011 está ao rubro. A qualidade do espectáculo contamina tudo e todos. Os jogos estão a ser disputados à velocidade estonteante. É mesmo uma festa do futebol nacional.

 

 
 

A quarta jornada do último fim-de-semana é um exemplo evidente do que está a acontecer pelo país fora. Os chamados grandes sofreram a bem sofrer. O Maxaquene, que esteve a perder a partir dos 14 minutos, só empatou com a Liga Muçulmana aos 95.

 

O Ferroviário de Maputo também esteve em desvantagem (1-2) diante do Matchedje, mas num minuto, à entrada do período de compensação, deu cambalhota no marcador, vencendo, por 3-2. O seu homónimo de Nampula só respirou de alívio ao apagar das luzes, quando perdia com o Vilankulo, por 0-1. O Incomati, igualmente, esteve a perder diante do Ferroviário da Beira, mas conseguiu o empate (1-1).

 

O Chingale igualou o jogo (1-1) com HCB já no último quarto de hora. O Sporting impôs uma derrota (1-0) ao Atlético nesse período. O Costa do Sol, por sua vez, arrancou a sua primeira vitória na prova, no sábado, batendo o rival Desportivo.

Na classificação actual as equipas continuam juntinhas e a próxima ronda, a quinta, (Costa do Sol-Incomati, Fer. Beira-L. Muçulmana, Maxaquene-HCB, Chingale-Fer. Maputo, Matchedje-Fer. Nampula, Vilankulo-Sporting da Beira e Desportivo-Atlético) será ainda mais quente e é susceptível de provocar mexidas de vulto.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:41
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Adeptos do Costa do Sol

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As duas equipas entraram com vontade de imprimir velocidade ao jogo, mas o sintético colocou-lhes um travão devido ao intenso calor que se fazia sentir. O jogo abrandou à passagem dos 15 minutos, deixando o público irritado com a apatia de ambas as equipas.

Apesar desses factores, o Desportivo não abdicou da sua postura de jogar bonito, mas sem muita lucidez no momento da verdade, facto que foi aproveitado pelo Costa do Sol, que a jogar em contra-ataque conseguiu dar o primeiro golpe aos 33 minutos quando Ruben fugiu sobre a asa esquerda do seu ataque e cruzou para David encher o pé e disparar um remate forte, que Leonel não teve hipóteses de defesa.

Cerca de um minuto e meio depois, David voltou a estar em evidência. Após ganhar o esférico, vendo o seu remate a ser defendido com dificuldades por Leonel, mas, Gito que estava a acompanhar a jogada, antecipou-se a um defesa, fez a rotação e rematou para o segundo golo da tarde.

 

Com este resultado se foi ao intervalo, Matine tentou reagir, fazendo entrar Marvin e Kenedy para os lugares de James e César Bento, que estavam apagados durante a primeira parte. Mesmo assim, o Costa do Sol continuou a ser mais equipa e desfrutou de inúmeras oportunidades para marcar, principalmente por Ruben, que mesmo isolado não conseguiu fazer o melhor.

Quando faltavam 12 minutos para terminar o jogo, Baúte reduziu a desvantagem, de cabeça, a completar um cruzamento milimétrico de Marvin, na sequência de um livre. Depois deste golo, a vida do Costa do Sol quase que se complicou, mas nenhum golo mais aconteceu, terminando o jogo com uma vitória justa dos canarinhos.

 

José Maria Rachide não mostrou nenhuma cartolina amarela, mas não significa que tenha feito um bom trabalho. Em algum momento prejudicou o Costa do Sol ao não assinalar faltas claras a favor dos vencedores.

 

Ficha técnica:


Árbitro: José Maria Rachid, auxiliado por Arsénio Marrengula e Joaquim Meirinho. Quarto árbitro: Amisse Lazaro

 

Costa do Sol: Abu; João, Manuelito, Kito, Dito, Mambo, Fido, Ruben, David (Sanito), Gito (Jordão) e Babo (Chees).

 

Desportivo: Leonel; James (Marvin), Baúte, Zainadine Jr., Cândido, Tchotchó, César Bento (Kenedy), Nando, Gregório, Jojó e Tico-Tico (Abilio).

 

Golos: David, Gito (Costa do Sol) e Baúte (Desportivo).

  • JOCA ESTÊVÃO

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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O SPORTING da Beira recebeu e venceu o Atlético Muçulmano por uma bola sem resposta, numa partida um tanto ou quanto titubeante quer pela má prestação da arbitragem, sobretudo na primeira parte, bem como pela falta de profissionalismo por parte dos artistas em campo. Mas valeu pelo golo assinalado por António Malangue no 25º minuto da etapa complementar que, até certo ponto, trouxe uma outra dinâmica para a partida.

Atletico
 

O Sporting entrou na partida aparentemente convencido que estava diante de um adversário fácil de derrotar, mas não encontrou tanta facilidade como se esperava, pese embora tenha provado, sobretudo nos primeiros 15 minutos, que era mais maduro, mas foi desperdiçando inúmeras oportunidades de golos. Aliás, as duas formações provaram uma ausência de profissionalismo, com Brean Dean, do Sporting, e toda a defensiva do Atlético a serem os que mais mostraram erros infantis.

 

Nalgum momento os “muçulmanos” tentaram pressionar o adversário, mas foi sol de pouca dura porque os donos de casa procuraram com sucesso colocar os visitantes no sector mais recuado. O guarda-redes do Sporting também não fica fora da lista dos que não estavam no seu dia “D”, saiu algumas vezes em falso, mas o pior não aconteceu porque houve solidariedade dos defesas, numa etapa que não teve muita história por se contar, além das lamentações pelo facto da arbitragem ter se desacertado um pouco.

 

Já no reatamento, Brean Dean teve duas oportunidades soberbas para fazer golos nos primeiros cinco minutos, facto que lhe custou uma substituição. Em todo o caso, não houve muita coisa de novo, os visitantes continuavam encurralados no sector mais recuado, até que no minuto 25 Dário fez um belo cruzamento que foi muito bem aproveitado por António Malangue, era o único tento da partida. Depois disso, viu-se um Sporting mais motivado mas que continuava a desperdiçar oportunidades, até ao apito final.

Quanto à arbitragem, esta equipa chefiada por Luís Jumisse esteva mal na primeira etapa, mas se reencontrou na segunda. Contudo, não influenciou no resultado final.

 

FICHA TÉCNICA


Árbitro: Luís Jumisse, auxiliado por Daniel Viegas e Luís Santiago. O quarto árbitro foi Ângela Farias.

 

Sporting da Beira: Gona, Babugy, Carlitos, Dolinho, Guebo, Michel (Malangue), Dário, Paito (Tacuzua), Muchene e Brean Dean (Xirico).

 

Atlético Muulmano: Romeu, Toy, Denisse, Monis (Marufo), Sipho (Ngona), Nelito, Gito, Julinho, Délcio, Ivan e Orlando (Madeira).

  • EDUARDO SIXPENCE

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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cfm

O MATCHEDJE viu a possibilidade de arrancar uma preciosa vitória frente ao Ferroviário e somar, por consequência, os seus primeiros três pontos em apenas dois minutos, saindo derrotado do Estádio da Machava, por 3-2.

 
 

À entrada da jornada, o favoritismo da equipa treinada por Chiquinho Conde era um facto evidente e, de alguma forma, conferiu uma forma de abordagem inicial do jogo, puxando logo pelos galões de grandeza no ranking, aliando este aspecto ao factor casa. Cabia aos pupilos de Frederico dos Santos evitar entrar na onda do seu adversário, procurando fazer um jogo de contenção, ao mesmo tempo que estudava a possibilidade de exploração de contra-ataques.

 

Mesmo assim, o Ferroviário de Maputo dificultou a materialização desta intenção, colocando-se logo nos instantes iniciais, na zona de grande penalidade guarnecida por Zacarias. Apesar de ter sido o Matchedje, através de Leonel, chegar primeiro com perigo à baliza do tanzaniano Muhamed, quando estavam decorridos 11 minutos e com a bola a passar por cima, foi mesmo o Ferroviário a chegar primeiro ao golo. Estavam jogados 14 minutos, quando Tchitcho, numa jogada construída a partir da linha divisória, respondeu com categoria a um centro que partiu do lado direito e atirar de cabeça, de modo a enganar Zacarias, que já tentava adivinhar a trajectória que a bola tomaria.

Em desvantagem, os “militares” libertaram-se das missões defensivas e passaram a apostar no jogo pelo jogo, chegando, algumas vezes, até à defesa “locomotiva”, mas valendo a atenção dos centrais Jotamo e Chico.

 

Do lado do Ferroviário, grande parte das hostilidades era urdida do lado direito, onde Vling era uma grande dor de cabeça para Caló, tendo pertencido ao esquerdino “locomotiva” o remate desviado por Zacarias, indo a bola para o fundo da baliza. Entretanto, acabou sendo o Matchedje a chegar ao empate, através de Leonel, com um golo, a partir das imediações do círculo central, levantando os poucos espectadores que se fizeram presente ao Estádio da Machava.

 

Para o segundo tempo, o Ferroviário voltou com uma outra postura, aparentemente digerindo o provável “puxão de orelhas” por Chiquinho Conde. Só que… veio o balde de água fria. Numa altura em que os “locomotivas” se apresentavam mais próximos de chegar ao segundo golo que, de alguma forma, lhes conferiria um outro posicionamento psicológico, Jair faz o 1-2 para o Matchedje, aos 65 minutos, num golo também a partir da zona do meio-campo, aproveitando-se muito bem da má colocação, quer dos centrais, como (e principalmente) do guarda-redes Muhamed.

 

Tudo indicava que este seria o desfecho da contenda e o Matchedje conseguir a primeira vitória, mas a crença de Chiquinho Conde e seus pupilos desenganou todos os adeptos e simpatizantes do Matchedje. Em períodos de compensação, ou seja, jogados mais dois minutos depois dos 90 concedidos pelo árbitro, Imo, que acabava de entrar, faz a reposição da igualdade, que baralhou as cabeças dos jogadores do Matchedje e do seu banco técnico que, antes de se refazerem deste abalo, já sobre os 95 minutos, viam o Ferroviário chegar ao terceiro golo, através de Luís.

Apesar de alguns erros, como o da vez em que Leonel foi ostensivamente derrubado pelo jogador do Ferroviário, a arbitragem de Sérgio Lopes merece nota positiva.

 

FICHA TÉCNICA:


Fer. Maputo – Muhamed: Zabula, Jotamo, Chico, Fred (Valdo), Whisky, Butana, Vling, Danito Parruque, Luís e Tchitcho (Imo).

 

Matchedje – Zacarias: Calo, Abraão, Osvaldo, Alberto (Zacarias II), Francisco, Silva, Emmanuel (Laurentino), Jair, Leonel e Nito (Joaquim).

  • CÉSAR LANGA

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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  J
  V
  E
  D   G Pts

  Maxaquene               4   3   1   0   8-2 10
  Fer. de Maputo               4   3   0   1   7-4 9
  HCB de Songo               4   2   2   0   3-1 8
  Fer. de Nampula               4   2   1   1   11-6 7

  Liga Muçulmana               4   2   1   1   5-4 7
  Incomáti
              4   2   1   1   5-4 7
  Chingale de Tete               4   2   1   1   3-3 7
  Sporting da Beira
              4   2   1   1   4-5 7
  Desp. de Maputo
              4   1   2   1   2-2 5
10º   Costa do Sol               4   1   1   2   2-5 4
11º   Fer. da Beira
              4   0   3   1   2-3 3
12º   Vilankulo FC
              4   0   1   3   1-4 1
13º   At. Muçulmano
              4   0   1   3   2-5 1
14º   Matchedje               4   0   0   4   5-10 0

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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