Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 28 DE Março 2011

 

Adepto

 

 

 

 

Sem alma nem fio condutor, a selecção nacional perdeu, ontem, com a sua similar da Zâmbia, em desafio da terceira jornada do grupo C das eliminatórias para o CAN-2012, prova a ser organizada conjuntamente por Gabão e Guiné-Equatorial.


Casa cheia no Estádio da Machava. Os adeptos dos “Mambas” dirigiram-se em massa àquele recinto desportivo, com o intuito de apoiar a equipa de todos nós. Estava, portanto, criado todo um cenário para que os “Mambas” quebrassem a tradição! Mart Nooij, seleccionador nacional,  voltou a apostar no sistema 4x4x2, com a frente de ataque a ficar na responsabilidade do regressado  Dário Monteiro e Gonçalves Fumo.

 

No meio-campo, o técnico holandês apostou em Simão Mathe para a zona de tampão; Genito a municiar o jogo; Dominguez e Miro encostados às alas. Certo, certo mesmo, é que Genito não esteve no seu melhor nível, tendo, em várias ocasiões, errado muitos passes. Faltou, na verdade, um playmaker, alguém que pensasse o jogo dos Mambas. A selecção nacional mostrava-se bastante lenta nas transições defesa-ataque. Os Mambas  procuraram, desde cedo, assumir as despesas do encontro, sendo que, aos seis minutos, numa jogada rápida, Dário Monteiro, encostado à direita, faz  um centro para área, mas Gonçalves Fumo, pressionado, não conseguiu fazer a emenda.

 

 

Os “xipolopolo”, esses, responderam com pressão alta. Os zambianos apostaram num futebol directo. Eram bastante pragmáticos. E, aos 11 minutos, numa jogada  em que Dário Khan foi mal batido,  a bola sobrou para Chamanga, que colocou a mesma no canto inferior direito da baliza defendida por Kampango.  Era o um a zero, balde de água fria no Estádio da Machava, em tarde chuvosa. O combinado nacional ainda tentou esboçar uma reacção, mas encontrou muitas dificuldades para explanar o seu jogo. Dário Monteiro e Gonçalves perdiam a batalha com os defesas da Zâmbia. A solução passava, portanto, por remates de meia distância, a exemplo do de Goncalves Fumo, no minuto 20. Três minutos volvidos, Dominguez cobrou um livre na direita do ataque dos Mambas, tendo aparecido Dário Monteiro a saltar mais alto e cabecear ao lado. Os visitantes, pragmáticos e com melhor circulação de bola, “manietaram” os Mambas. Sempre que desciam ao ataque, provocam caláfrios à defensiva moçambicana, bastante trémula. Os zambianos foram ao intervalo a vencer por 0-1.

 

 

Na segunda parte, Mart Nooij teve uma contrariedade, com a lesão de Mexer, imediatamente substituído por Campira, passando, desta forma, Dário Khan a fazer parelha com Mano na zona central da defesa da selecção nacional. Nos minutos iniciais da segunda parte, os Mambas ainda tentaram fazer pressão sobre os zambianos. E foi numa jogada bem desenhada que Dominguez foi travado à entrada da área.

 

Na cobraça do livre, Miro obrigou o “keeper” Mwene a uma defesa apertada. Matreiros, os “xipolopolo” voltaram a criar perigo, aos 68 minutos, num lance em que valeu a atenção de Dário Khan, evitando que a bola sobrasse para Emmanuel. Com objectivo de mudar o rumo dos acontecimentos, o técnico holandês ainda lançou em campo Hélder Pelembe  e Mbinho, para os lugares de Gonçalves Fumo e Paíto, respectivamente.

 

Jumisse, que está a jogar no seu clube, voltou a não ser aposta do Mart Nooij.  Mart preferiu “arrastar” Genito, que andou perdido no campo. Já no período de compensação, após um lançamento de linha lateral efecuado por Campira, Dário Monteiro, num golpe de cabeça, obrigou o guarda-redes Mwene a uma defesa apertada. Na sequência dessa jogada, há um lançamento em profundidade a chamar a velocidade de Emanuel. Mano, num lance aparentemente controlado, permitiu que a bola ficasse à merce de Emanuel, que fez o 2-0. Balde de água fria no Estádio da Machava.

Com esta vitória, os zambianos assumiram, à condição, a liderança do grupo C, agora com seis pontos, enquanto os Mambas se mantêm com quatro.

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 12:13
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Domiguez

 

CHOVEU! Durante a madrugada e no período da manhã. Cá para os nossos botões, pensámos e sentenciámos: esta é a chuva divina; esta é a chuva, finalmente, para quebrar a tradição. Puro engano, compatriotas! Saímos do Estádio da Machava, ao fim da tarde de ontem, cabisbaixos. A Zâmbia, uma vez mais, veio ganhar (2-0) aos “Mambas”, autenticamente anémicos. Que arrepiante!...

 
 

CADA vez que a selecção nacional actua na “catedral”, há sempre uma esperança de vitória. A Zâmbia, com todos os seus pergaminhos, era sinónimo de um conjunto a respeitar, porém, de maneira nenhuma a não temer. Aliás, porque no Vale do Infulene, independentemente do brilho ou não dos “Mambas”, a sorte nos transportou de forma uterina, estava fora dos prognósticos e conjecturas das cerca de 40 mil almas moçambicanas que ontem se fizeram ao Estádio da Machava que fôssemos sair desencantados. Mais: que o Vale do Infulene, ao invés de alegria e de abraços de satisfação, fosse transbordar de lágrimas de um povo que se sentiu vexado e ludibriado por uma selecção que pouco ou nada fez para merecer um resultado melhor.

 

Temos para nós que os “Mambas” não perderam pelos dois tentos que os zambianos marcaram. Perderam, isso sim, por aquilo que não fizeram. Perderam pelos golos que não marcaram e, mais do que isso, pura e simplesmente não souberam construir. Os “Mambas” não perderam devido ao poderio futebolístico da Zâmbia. Perderam porque, como equipa, francamente não existiram. E nas poucas vezes que tentaram sê-lo, não passaram de uma formação desalmada, qual uma nau sem comandante. Enfim, não são estes os “Mambas” que conhecemos, reconhecemos e veneramo-los em muitas ocasiões que eles próprios, meritoriamente, souberam transformar em ocasiões festivas.

 

 

 

GRANDE ZÂMBIA!

 

 


 

 

Mart Nooij
O seleccionador nacional vive transmitindo a ideia de que o relvado sintético é um trunfo que jamais descartará. Sim, senhor! Porém, ontem, vimos uma Zâmbia mais esclarecida e com uma pose de sua majestade em pleno sintético, a contrastar com uma equipa moçambicana que passou grande parte do tempo num verdadeiro deserto de ideias e com um patrão, Dominguez, que, apesar das suas filigranas e de um jogo de pés fora de série, foi obrigado a baixar a crista face à consistente estrutura defensiva do adversário.

 

 

É verdade que, sem alterar o habitual na equipa, senão o facto de puxar Dário Khan para o lado direito da defesa, ficando como centrais Mexer e Mano e na ala esquerda Paíto, assim como a aparição de Gonçalves no onze inicial, ao lado de Dário Monteiro no ataque, Mart Nöoij viu os seus pupilos com um começo espevitado, só que não passou de sol de pouca dura. Matreiros, os zambianos pegaram os cordelinhos do jogo imediatamente, através de futebol com uma extraordinária desenvoltura, passes rápidos e certeiros, desmarcações constantes e objectividade em relação à baliza.

 

Nomes como o capitão e contemporizador Christoper Katongo, James Chamanga e Collins Mbesuma, bem conhecidos na arena futebolística continental, não perderam tempo em baralhar a nossa defesa, sendo disso exemplo eloquente o primeiro tento: Chamanga desmarca-se muitíssimo bem, vence a oposição de Dário Khan e, perante a hesitação de Kampango na saída para diminuir o ângulo, atira para o melhor sítio. Era esta a Zâmbia. A grande Zâmbia que conhecemos. Tudo simples e feito de forma primorosa.

 

Reacção de Moçambique? Evidentemente que se esperava por uma resposta matadora e consentânea com a realidade, isto é, passar ao comando do jogo. Nada disso aconteceu. Fintando aqui e acolá, servindo este e aquele, Dominguez – o moço é bestial, mas sozinho é impossível – procurou animar os colegas e levar a equipa ao ataque, mas, verdade seja dita, a acção ofensiva de Gonçalves era arreliador, de um jogador que parecia principiante, ao não saber, sequer, travar o esférico, chutar ou entregar a um colega em perfeitas condições. Dário Monteiro também procurou dar um arzinho da sua graça, mas tanto por terra como por ar as “torres gémeas” da zona central da defesa zambiana se encarregavam de controlar tudo.

 

Aliás, próximo do intervalo, a turma moçambicana ainda tentou melhorar o seu jogo, no entanto, face à ausência de uma linha intermediária batalhadora e eficiente, tudo não passou de mera intenção, até porque, com entradas difíceis para a área do guarda-redes Kennedy Mweene, a solução seriam os remates, mas estes também não existiram. Em 90 minutos, apenas três remates dignos de registo. Pouco. Muito pouco mesmo.

 

 

IMPERTINÊNCIAS HOLANDESAS

 

Passe de calcanhar de Dominguez

 

 
 

Em voz baixa, Mart Nöoij, responda-nos o seguinte: será que, depois de tocado, ainda acreditava que Mexer podia aguentar o resto do jogo, para apenas substituí-lo no início da segunda parte? Será que era preciso que Kampango fosse levado numa carrinha de rodas para ver que estava de facto inapto? Aquele seu coxear, aos olhos de todo o mundo, não o impressionou, “mister”, para hesitar, hesitar e acabar por não fazer entrar o suplente Lamá?

 

O risco que correu, ao ter um guarda-redes claramente diminuído, e as impertinentes soluções atacantes, acredite, Mart, acabaram por nos ser fatais. É verdade que o “keeper” não teve grandes hipóteses nem culpa no cartório em relação ao segundo golo, pois Singuluma bateu inteligentemente Mano, quando este tentava proteger o esférico junto à linha de cabeceira, de modo a ganhar um pontapé de saída, mas foi notório que Kampango pouco fez para sanar o perigo.

 

Por outro lado, embora seja verdade que Gonçalves, se calhar, nem devia ter entrado, as opções ofensivas por Hélder Pelembe, primeiro, e Mbinho, depois, foram pior a emenda que o soneto. Nem um nem outro se fez sentir dentro das quatro linhas. Provavelmente, reforçar-se o meio-campo, onde predominam jogadores bem dotados tecnicamente, fosse a solução.

 

Enfim, o dia não foi nosso. Os zambianos, no nosso chão e na nossa chuva, viram brotar sementes suas que lhes serão extremamente úteis nas contas finais da qualificação rumo ao Gabão e à Guiné-Equatorial.

Em todos os aspectos, o árbitro esteve bem.

FICHA DO JOGO

 

 
 

Comissário da CAF: Andriamasoa Douga, de Madagáscar

 

Árbitro: Doue Noumandiez, da Costa do Marfim, coadjuvado pelos seus compatriotas Yeo Sunguifolo e Oussou Kouadio. Quarto árbitro: Dembele Dennis

 

MOÇAMBIQUE – Kampango; Dário Khan, Mexer (Campira), Mano e Paíto (Mbinho); Simão; Genito, Dominguez e Miro; Dário Monteiro e Gonçalves (Hélder Pelembe)

 

ZÃMBIA – Kennedy; Karonde; Musonde, Sunzu e Kampamba; Chivuta (Mulenga), Kazamba e Chomba; Christopher Katongo, Mbesune (Emmanuel) e James Chamanga (Singuluma).

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Chivuta e Emmanuel

 

Golos: 0-1, James Chamanga (11 m); 0-2, Emmanuel (92 m)

  • Alexandre Zandamela

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 10:20
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A SELECÇÃO sub-23 de Moçambique teve um resultado menos conseguido em Marraquexe, ao perder sábado para a sua congénere do Marrocos, por 0-2, em partida inserida na primeira mãoda primeira eliminatória da fase africana de qualificação aos Jogo

logo dos jogos olimpicos 2012

s Olímpicos de Londres-2012.

 
 
A rapaziada de João Chissano e Calton Banze deixou os marroquinos rendidos à grande lição de jogo defensivo, pois mandava a receita dos técnicos que nesta partida o importante era defender com eficácia e partir em contra-ataque, sempre que possível. Era tudo quanto a dupla técnica tinha projectado como estratégica para sair de Marraquexe com um resultado confortável e que permitisse que a eliminatória fosse discutida em Maputo, o que até certo ponto foi cumprido à risca pelo conjunto, que apenas viria a ceder nos últimos oito minutos, com duas faltas de Dário Chissano que resultaram em igual número de golos, da autoria de Abderazak, aos 81 minutos, e Labyad, aos 88 minutos.
 

É certo que o jogo teve sentido único, o que se entende perfeitamente, mas não é menos certo que o perdularismo dos marroquinos podia ter sido punido pelos moçambicanos com pelo menos um golo, já que em duas situações os “Mambinhas” estiveram perto de marcar, uma quando Jerry combina com Rivaldo do lado esquerdo, com este a cruzar rasteiro, tendo faltado alguém para a emenda.

 

No outro lance, Jerry, sozinho lá na frente, intercepta um passe mal feito e galga terreno, tira um adversário do caminho, mas o seu remate, com intenção, ganha altura.

 

De uma forma geral, Marrocos dominou o jogo e ganhou com mérito, mas há que dar razão a João Chissano quando diz que a eliminatória não está perdida, pois os marroquinos têm fragilidades que podem ser exploradas e são passíveis de ceder na tal abordagem ofensiva que se espera no jogo de Maputo, dentro de sensivelmente duas semanas.

 

Ficha Técnica


Grand Stade de Marrakech


Capacidade: 45.000 espectadores

 

Assistência: cerca de 20.00 espectadores

 

Comissário da CAF: Salem Mohamed Boukhreiss, da Mauritânia.

 

Árbitro: Djamel Haimoudi, auxiliado por Abdelhak Etchiali e Bouabdallah Omari. Quarto árbitro: Mohamed Bichari, todos da Argélia.

 

Marrocos: Yassine Kharroubi; Noussir Abdeltif, Aberhoune Mohamad, Zouahir Feddal e Bergdich Zakarya; Najah Imad, Abdelaziz Berrada, Fettouhi

Driss (Oasmi Vacine) e Soufiane Bidaoui; Mokhtar Younes (Hamdallah Abderazak) e Labyad Zakarya.Treinador: Pim Verbeek (Holanda)

 

Moçambique: Guirrugo; João Mazive, Chico, Aguiar e Ilísio; Manuelito, Zé Cumbe, Dário Chissano, Jacinto e Rivaldo; Jerry. Treinador: João Chissano

 

Acção disciplinar: cartão amarelo para Zé Cumbe, Driss, Feddal, Najah.Golos:Abderazak, aos 81 minutos, e Labyad, aos 88 minutos. 
  • Reginaldo Cumbana, em Marraquexe

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:05
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OS “Mambas” comprometeram seriamente as suas aspirações de se qualificarem para o CAN-2012, cuja fase final terá lugar no Gabão/Guiné Equatorial, ao perderem ontem, em pleno Estádio da Machava, de forma humilhante, frente à Zâmbia, por 0-2, em partida que encerrou a primeira volta do Grupo C.

 Mambas
 

Ao fim desta etapa inicial, a Selecção Nacional soma quatro pontos, resultantes de um empate com a Líbia (0-0), uma vitória com as Comores (1-0) e uma derrota com a Zâmbia (0-2, ontem na Machava), enquanto os zambianos comandam provisoriamente a série com seis pontos, aguardando-se o embate de hoje, um tanto ou quanto tremido, entre a Líbia e as Comores, transferido para Bamako, devido a problemas políticos que se vivem na terra de Muammar Kadhafi. Aliás, os líbios são os únicos que ainda não perderam: empataram com os “M

” e venceram a Zâmbia.

 

 

O calendário da segunda volta é bastante complicado para os “Mambas”. Apenas recebem a frágil selecção das Comores na última ronda em Outubro, depois de duas saídas de grande risco, primeiro para a Zâmbia, em Junho, e depois para a Líbia, em Setembro.

 

No jogo de ontem, com o Estádio da Machava completamente cheio, os “Mambas” não tiveram atitude de batalhadores, como o têm sido, e muito menos raça. Andaram a passo de camaleão, apenas a verem os zambianos a passearem a sua classe.

 

Notou-se ontem que a Selecção Nacional precisa de reformas profundas. Alguns jogadores, que inclusivamente jogam no estrangeiro, denunciaram falta de ritmo competitivo e, acima de tudo, faltou aos “Mambas” um “patrão” no meio-campo, capaz de carregar a equipa para resolver questões ofensivas. Um daqueles jogadores que os ingleses denominam de “play maker”.

 

Aliado a isso, foi notória também a ausência de espírito de entreajuda. Não houve em nenhum momento de jogo uma compensação sequer, sobretudo quando a equipa perdesse a bola. Não havia interligação entre os sectores e os golos surgiram desses erros.

Daqui em diante, com a qualificação seriamente comprometida, é necessário arregaçar as mangas e contar com uma pontinha de sorte, pois tudo parece estar perdido, uma vez que os pontos neste tipo de competição ganham-se em casa e é aí onde os perdemos com a Líbia (um) e ontem com a Zâmbia (três).
  • Gil Carvalho

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:45
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