Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 03 DE Março 2011

atcm driftA ANUNCIADA criação da Federação Moçambicana de Desporto Motorizado (FMDM), cuja eleição dos respectivos corpos gerentes está prevista para sábado, em Maputo, está sendo impugnada por um total de sete clubes, alegadamente por não terem sido observadas as regras para o efeito, bem como a não previsão da inclusão de clubes como membros de pleno direito.

 
 

Segundo uma extensa carta enviada à nossa Redacção, na Beira, os signatários da mesma, que se acham parte muito interessada no processo de formação da referida federação, reuniram-se há dias na cidade de Chimoio, onde analisaram os procedimentos e procuraram também contextualizar com a legislação em vigor.

 

Das análises à Lei do Desporto, tanto no Decreto 4/2004 como nas suas alterações, ocorridas no Decreto 41/2008, “não se prevê a inclusão de entidades singulares como membros efectivos de pleno direito nas federações nacionais desportivas”, lê-se na carta.

 

Como no caso vertente, num contexto de existência legal de clubes do Desporto Motorizado em actividade, aparece um grupo de entidades singulares a requerer e a ver aceite o reconhecimento da Federação pelo Ministério da Justiça, ouvido o Ministério da Juventude e Desportos? Essa Federação “sui generis” destaca-se pela novidade de agregar pessoas singulares (cidadãos) que terão o mesmo poder de voto de pessoas colectivas (clubes), tanto para efeitos de participação na alta competição como para as deliberações de carácter social, o que é manifestamente contraproducente no actual contexto”, lê-se igualmente na missiva.

 

Mesmo assim, prossegue a carta, na sua ânsia de procura da verdade, os signatários recorreram à visualização no sentido comparativo, dos estatutos de federações estrangeiras, como a Federação de Motociclismo de Portugal, a União Africana de Motociclismo (AMU) e também de Federações Nacionais, como a Federação Moçambicana de Futebol e Federação Moçambicana de Basquetebol.

 

Esses organismos, acrescenta a carta, reconhecidos e com ampla e consolidada experiência de gestão desportiva, filiadas a preceito nas respectivas Federações Internacionais, apenas integram entidades colectivas como membros efectivos das suas assembleias-gerais.

Os membros fundadores nesta nova panóplia irregularmente reconhecida pelo Estado, ilustres desconhecidos da maioria dos clubes existentes, de acordo com as regras de jogo unilateralmente estabelecidas, assumem clara e inequivocamente o papel de jogadores e árbitros neste processo já declaradamente nebuloso”, destaca a carta.

 

Assinada pelo Motor Clube da Beira, Motor Clube de Manica, Sports Clube de Chimoio, Motor Clube de Cafumpe, Motor Clube de Tete e Xithuthuthu Motor Clube de Gaza, a carta que impugna a criação da FMDM apela aos ministérios “envolvidos na legitimação de entidades singulares como proponentes e componentes de uma Federação, percebam que existe uma Estruturação do Sistema Desportivo Nacional constitucionalmente aceite, de acordo com o plasmado na Lei número 11/2002, de 12 de Março (Secção II, art.8) que integra entidades singulares apenas em núcleos desportivos até à fase de constituição de clubes desportivos.

 

Começamos a entender que se pretende cercear os clubes existentes, reduzindo a sua participação na futura federação por adesão irregular de cidadãos anónimos, que basta pagarem mil meticais (termos e condições de adesão à FMDM, decididos unilateralmente pelos “membros fundadores (?)”, a coberto do estatuto aprovado irregularmente pelo Ministério da Justiça) para ganharem automaticamente a mesma deliberativa de um clube do Desporto Motorizado!”, sustenta a carta.

 

A referida carta de impugnação foi feita com o conhecimento do Presidente da República, Procurador-Geral da República, Ministério da Justiça, presidente do Conselho Nacional do Desporto, Direcções Provinciais da Juventude e Desportos de Sofala, Manica, Tete e Gaza.

  • António Janeiro

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:21
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A SELECÇÃO Nacional de Atletismo, que se prepara para os Jogos Africanos deste ano em Maputo, teve uma péssima prestação no Torneio de Pretória da Zona VI realizado no último fim-de-semana.

 
 SELECÇÃO Nacional de Atletismo

 

Telma Cossa, a mais experiente da turma moçambicana, foi desqualificada na prova dos 100 metros barreiras por falsa partida, o que não é admissível para uma atleta do seu nível.

 

Titos Nhacila não entrou em cena por ter sido eliminado na primeira prova na qual fez o 110 metros barreiras em 15.22 segundos acima dos 14 que era o tempo estabelecido pela organização para os atletas seguirem em frente.

 

Kurt Couto, a contas com uma gripe, também não participou na prova dos 400 metros barreiras.

O jovem Salvador Chitsondzo competiu nos 400 metros tendo ficado na sexta posição com o tempo de 49.34 segundos.

Salomé Mugabe ocupou o terceiro posto no lançamento do peso com a marca de 13.17 metros.

 

No entanto, Chambalson Chambal acabou sendo a revelação. Depois de ter batido o recorde nacional de salto em altura, o atleta correu os 100 metros tendo ocupado a quarta posição com o tempo de 11.03 segundos. 
 
Fonte:Jornal Noticias

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 13:04
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copa coca colaAPESAR das más condições meteorológicas, que obrigaram os organizadores a encontrar alternativas caso a chuva não parasse de cair, arrancou ontem na cidade de Lichinga, tal como estava previsto, a nona edição da Copa Coca-Cola, que tem o privilégio de ser apadrinhado pelas estrelas da bola Chiquinho Conde, Tico-Tico e Tomás Inguana.

 
 

Depois das fases de qualificação, disputadas debaixo de muito entusiasmo, total entrega dos jovens estudantes-atletas e partidas que prenderam a atenção dos estudantes-adeptos das diferentes formações envolvidas, foram apuradas oito equipas para os quartos-de-final, a acontecer entre ontem e hoje.

 

As escolas ora em competição, no sistema de eliminatórias, são as secundárias Eduardo Mondlane, Muchenga, Amizade, Paulo Samuel Kankhomba, do distrito do Lago e Armando Guebuza, assim como Instituto Industrial Ngungunhana e Instituto Agrário de Lichinga.

Para os quartos-de-final estão aprazados os embates Eduardo Mondlane-Amizade, Muchenga-Paulo Samuel Kankhomba, Ngungunhana-Lago e Agrária-Armando Guebuza.

 

As meias-finais terão lugar amanhã e a final no sábado.

 

A novidade deste ano na Copa Coca-Cola é a introdução do escalão feminino, que no Niassa conta com quatro escolas, a saber: Eduardo Mondlane, Amizade, Muchenga e Ngungunhana.

As meias-finais, contemplando os jogos Eduardo Mondlane-Ngungunhana e Amizade-Muchenga, serão disputadas amanhã e a final no sábado.
 
Fonte:Jornal Noticias

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:45
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O FUTEBOL moçambicano deixará de contar nos seus estádios, particularmente quando estiver em acção os “alvi-negros”, com um adepto que se popularizou, por um lado, pela sua baixíssima estatura e, por outro, pela forma fervorosa como apoiava o seu clube de coração: o Desportivo. Trata-se de Zequinha, que faleceu ontem, em Maputo.

 
 
Desportivo do Maputo

 

O adepto-mascote do Desportivo era uma figura inconfundível nos campos de futebol, e não só, e arrastava consigo muitos apoiantes dos “alvi-negros”. Também se destacava pelo seu incansável incitamento aos jogadores, “

” de fora das quatro linhas.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:37
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A FEDERAÇÃO Moçambicana de Ténis (FMT) espera que os seus estatutos estejam publicados nos próximos dias no Boletim da República, depois da aprovação dos mesmos pelo Ministério da Justiça em Fevereiro último.

 

Valige Tauabo

 

O processo da legalização da FMT data desde 2004 quando os órgãos sociais daquela instituição, reunidos em assembleia-geral, harmonizaram os estatutos que seriam pela primeira vez submetidos à aprovação pelo Ministério da Justiça, em 2006.

 

Feito isso, o processo estagnou com a falta de agilidade para se adequar o documento final às exigências que a Nova Lei e Regulamento do Desporto impõe e a crise directiva que se seguiu nos anos posteriores ofuscou ainda mais esse desejo de ver a FMT legalizada.

 

O processo só foi retomado no ano passado depois da eleição de Valige Tauabo, antes vice-presidente da FMT na direcção liderada por Arão Nhancale, para o cargo de presidente. Aliás, o processo acabou beneficiando dos esforços visando a facilitação da legalização das associações desportivas levado a cabo pelo Ministério da Juventude e Desportos que, através da disponibilização dos seus juristas, permitiu que as diversas federações pudessem se dotar de assistência jurídica para a sua regularização.  
 
Fonte:Jornal Noticias

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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