Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 08 DE Fevereiro 2011
Dario KhanA SELECÇÃO Nacional de Futebol, os “Mambas”, defronta, amanhã, no Estádio da Machava, a sua congénere do Botswana, em partida amigável inserida na data-FIFA e que serve de preparação de ambos os conjuntos para a qualificação rumo ao CAN-2012. DESPORTO
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:41
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Nazir SaléAPESAR da acérrima rivalidade que caracteriza a nossa bola-ao-cesto, com particular incidência no seio dos treinadores, onde, inclusive, alguns deles nem sequer se falam, fragilizando assim a união da classe, o Campeonato Nacional de Seniores Femininos trouxe uma singularidade pouco comum entre nós: o reconhecimento unânime de que o título ganho pelas “alvi-negras” é fruto do seu trabalho, tanto em termos de qualidade como da quantidade de horas que por dia Nazir Salé e suas jogadoras dedicam ao basquetebol.

 
 

Mesmo reconhecendo que, provavelmente, do ponto de vista da qualidade dos intervenientes, formações como Ferroviário, A Politécnica e o ressuscitado Maxaquene poderiam se confrontar sem grandes diferenças competitivas com Anabela Cossa, Leia Dongue, Valerdina Manhonga, Odélia Mafanela, Cátia Halar, a debutante Inguivild Mucauro e companhia, no entanto, a verdade manda dizer que estas, mercê do seu aprofundado trabalho, acabam fazendo a diferença, sobretudo no que diz respeito à componente física, de sincronização dos movimentos e de coesão da equipa.

 

Por exemplo, no desafio frente à A Politécnica, para as meias-finais, a uma dada altura da contenda, as “universitárias” lograram uma aproximação ameaçadora no marcador, ao diminuírem a desvantagem para apenas um ponto (59-58), só que, na embalagem final, enquanto Aleia Rachide, Ana Flávia Azinheira e suas pares se ressentiam da velocidade que o jogo havia atingido, as “alvi-negras” evidenciavam uma frescura fora de série e com extraordinário conhecimento mútuo existente no grupo, praticamente de olhos vendados fizeram a vitória sem se queixar.

 

Aliás, o mesmo aconteceu na final, face ao rival Ferroviário. É verdade que cedo o Desportivo ditou as regras do jogo de forma destemida, quando chegou aos 15-1, mas as “locomotivas”, em determinados momentos, encetaram uma aproximação, porém, sem um fio de jogo consequente e nem tão pouco com pedras à altura de desfazer o nó “alvi-negro”. Deolinda Gimo e Zinóbia Machanguana bem tentaram, mas estava completamente difícil; as “águias” conhecem a cartilha de cor e salteado.

 

Na gala do basquetebol, uma inovação de Francisco Mabjaia e seus colegas da federação, o rescaldo do Campeonato de Seniores Femininos dominou as conversas dos convivas, unânimes em reconhecer o mérito do triunfo do Desportivo e, em particular, o conceito de muito trabalho que Nazir Salé incute às suas atletas, hoje inquestionavelmente as melhores do país.

 

Aliás, entrevistado após selar o “tri”, na sequência da vitória sobre o Ferroviário por 67-43, o técnico do Desportivo reconheceu esta realidade, ao afirmar que o título era fruto de muito trabalho e, acima de tudo, de uma grande coesão do grupo. Segundo Nelito, o facto de a sua equipa treinar, mais comparativamente às outras, pesou bastante na revalidação.

 

“Trabalhamos cinco horas por dia. Ora, isso faz a diferença e penso ser notável no índice de competitividade e no entrosamento das jogadoras, sublinhou o técnico campeão nacional, acrescentando que agora é momento de a família “alvi-negra” desfrutar de mais esta conquista e começar a preparar a próxima época.

 

Fonte:JornalNoticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:31
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A capitã ValerdinaINDUBITAVELMENTE, o domínio intramuros é “alvi-negro”. Aliás, mesmo ao nível continental, o Desportivo é bem conhecido, ou não fosse bicampeão africano. Em relação ao Campeonato Nacional, orgulhosas, as atletas afirmam que foram superiores, daí a sua vitória não sofrer qualquer contestação.

 

A capitão Valerdina Manhonga classifica a prova como tendo sido boa, pois todas as equipas se bateram bem, mas o Desportivo foi claramente superior e justificou o triunfo. “Treinamos muito para obter bons resultados e a conquista deste título é o corolário do empenho diário de todas nós nos treinos”, frisou.

 

Mesmo assim, e contrariamente ao que alguns pensam, a vitória não foi nada fácil, conforme refere Dina. “Tivemos que nos esforçar para vencer. É verdade que ganhámos por margens folgadas, porém, foi necessário lutar em campo para provar a nossa superioridade”.

 

Valerdina, eleita Melhor Base de 2010, sugeriu aos responsáveis pela modalidade para que pensem na criação de uma Liga Feminina, à semelhança do que acontece com os masculinos. “O básquete feminino iria ganhar mais interesse e o nível competitivo também aumentaria”, concluiu.  

 

Por seu turno, a pequena-grande jogadora Anabela Cossa disse que a sua formação se portou bem do princípio até ao fim, mas, face a um adversário como o Ferroviário, foi necessária muita concentração, tendo acabado por dominar por completo a contenda.

 

Para Anabela, MVP e Melhor Triplista do Ano, um dos factores-chave que contribuiu para o sucesso do Desportivo foi o respeito pelas adversárias. “Encarámo-las da mesma forma, pensamos jogo a jogo e acabámos ganhando com toda a justiça”.

 

Considerando A Politécnica como a turma que mais resistência ofereceu, visto terem ganho por menos pontos, Anabela faz uma avaliação positiva da época. “Conquistámos todas as provas internas. Teria sido bom se tivéssemos ganho também o título africano”.

 

Odélia Mafanela, que veio da Beira e pedra a pedra construiu o seu espaço no disputado time “alvi-negro” e na selecção, diz que é errado se pensar que o Desportivo teve a vida facilitada, pois seria tirar mérito à sua vitória. “Estivemos sempre concentradas, melhor que as outras e assim tornámos os jogos fáceis”, contou.

 

Para Odélia, Melhor Defensora do Ano, só faltou às “alvi-negras” conquistar a Taça dos Campeões de África para fecharem a época com chave de ouro. “Dominámos internamente, mas faltou-nos conquistar o título africano para atingirmos a perfeição”.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:24
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MambasA SELECÇÃO Nacional de Futebol regressou ontem ao trabalho, com duas sessões de treino, tendo em vista o jogo amigável com o Botswana, marcado para amanhã, às 15:00 horas, no Estádio da Machava, em preparação para o embate do dia 27 de Março, frente à Zâmbia, de apuramento rumo ao CAN Gabão/Guiné-Equatorial-2012.

 
 

A-propósito do encontro com os “Zebras”, inserido na data-FIFA, a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) convocou, ontem, uma conferência de Imprensa para o seu lançamento, assim como para tecer algumas considerações à volta da convocatória dos jogadores e sobre a preparação do jogo com a Zâmbia.

 

Os tswanas já se encontram em Maputo e trazem consigo os seus melhores executantes, contando com uma selecção rejuvenescida e com a qual procuram chegar à fase final do CAN-2012, um sonho falhado no ano passado, quando, curiosamente, foram eliminados pelos “Mambas” ainda na primeira etapa, vitória que permitiu a repescagem de Moçambique para a fase seguinte.    

 

O secretário-geral da FMF, Filipe Johane, disse que, infelizmente, é quase impossível conseguir um outro jogo de preparação da Selecção Nacional e que possa contar com todos os potenciais jogadores dos “Mambas”. Isso porque os clubes não libertariam os atletas, pois a próxima data-FIFA só será em Agosto. Mesmo assim, não afastou a hipótese de uma tentativa para o efeito, tendo em conta o valor dos zambianos.

APENAS 20 DISPONÍVEIS

 
 
 

A maior parte dos futebolistas que actuam fora de portas não está disponível para o amigável com o Botswana. Vários constrangimentos de natureza profissional e social fizeram com que apenas metade (20) dos que actualmente integram a selecção, entre os internos e os “estrangeiros”, estejam às ordens de Mart Noöij para o desafio de amanhã, no Estádio da Machava. Ou seja, a maioria dos convocados são jovens que actuam no Moçambola, entre 21 e 22 anos de idade.

 

Até ontem, estavam confirmados na convocatória os guarda-redes Pinto (Ferroviário de Maputo) e Lamá (sem clube); Whisky, Danito Parruque, Zainadine Júnior, Kito, Manuelito, Mambo, Jonas e Sonito, no que respeita aos internos; Genito e Rivaldo, aos externos. Aguardava-se, entre ontem e hoje, pela chegada de Miro, Dominguez, Mexer, Jumisse e Hélder Pelembe.

 

Dois dos quatro atletas que militam em clubes egípcios poderão, igualmente, se juntar ao grupo, nomeadamente Mbinho e Zé Luís, sendo que o guarda-redes Kampango e o “central” Mano são cartas fora do baralho para este jogo amigável.

 

Em termos gerais, tenho a dizer que só teremos 20 atletas disponíveis. Mano e Kampango não virão, porque têm famílias no Egipto e, face à situação que se vive neste momento naquele país, só podem vir com as suas famílias. O mesmo não aconteceria com Mbinho e Zé Luís, porque são solteiros e as suas famílias estão cá”, explicou o seleccionador nacional.

 

Para Mart Noöij, a ausência da maior parte dos jogadores que actuam fora acaba ajudando também na prevenção de situações disciplinares, tendo em conta que não interessa que alguns atletas preponderantes sejam castigados, o que prejudicaria a selecção nos compromissos que se seguem.

 

Não interessa que jogadores como Mano, Simão, Dário Khan e Campira tenham cartão amarelo nesta altura. O outro aspecto é que os zambianos têm estado a espiar a nossa equipa. Artur Semedo disse, por exemplo, que o seleccionador da Zâmbia assistiu ao jogo entre Zesco United e Liga Muçulmana para ver alguns dos atletas que jogam pela selecção”, advertiu.       

 

Mart Noöij não está preocupado com o facto de este jogo decorrer ainda na abertura da época futebolística e, como consequência, ter na convocatória jogadores maioritariamente na fase de rodagem.

 

Penso que estão envolvidos no mesmo calor. Aliás, a opção pelos jogadores mais novos nesta convocatória é para dar mais oportunidades aos que actuam no Moçambola, porque raramente têm beneficiado delas. Precisamos, por outro lado, do maior lote de jogadores para termos mais opções no grupo”, frisou.

 

De salientar que Mart Noöij dispensou a convocação de jogadores da Liga Muçulmana e do Maxaquene, pois no fim-de-semana estarão envolvidos nas Afrotaças, para permitir que se preparem melhor nos seus clubes.

Falei com os técnicos destas equipas em Janeiro e chegámos a este entendimento”, explicou.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:14
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Dominguez PelembeFER. DE MAPUTO – Pinto, Whisky, Danito e Sonito

DESPORTIVO – Zainadine Júnior, Isac e Jojó

COSTA DO SOL – Jonas, Kito, Manuelito e Nelsinho

FER. DA BEIRA – Maninho

NEUCHATEL XAMAX – Paíto

KOROM EL MAAMORA – Mbinho

SUNDOWNS – Dominguez

SEKZIA NESS ZION – Genito

OLHANENSE – Mexer

PORTMONENSE – Hélder Pelembe e Jumisse

PLATINUM  STARS – Miro

BALATYET  EL MAHALLE – Zé Luís

SEM CLUBE – Lamá e Rivaldo

 

Salvador Nhantumbo

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:05
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Dario MonteiroMART Noöij deixou a impressão de que Dário Monteiro continuará a ser uma das apostas da Selecção Nacional, para ressalvar que o lugar nos “Mambas” é para todos aqueles que possam trazer soluções à equipa.

 
 

O técnico pronunciou-se deste modo quando indagado se reconsideraria a possibilidade de optar por jogadores como Tico-Tico e Dário Monteiro, não havendo soluções para o ataque entre as novas caras.

 

Em Junho de 2009, um jornalista disse que eu era burro porque insistia em apostar nos jogadores mais velhos. Mas hoje, passados dois anos, os clubes ainda lutam por Tico-Tico e Dário Monteiro. Portanto, não me interessa a idade, o que quero são jogadores que marcam golos. Tico-Tico disse-me, pessoalmente, que não faria mais jogos internacionais. Dário Monteiro ainda tem os seus pés e é jogador do Moçambola e, por isso, pode ser convocado como outros”, ressalvou. 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 08:58
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O SELECCIONADOR Nacional opta pelo Estádio da Machava para o desafio com a Zâmbia. O técnico holandês pôs dMart Nooije lado o novo Estádio Nacional do Zimpeto, recentemente aprovado pela FIFA, justificando que a opção pelo vale do Infulene visa tirar vantagens em casa.

 
 

Quero jogar na Machava para lhes complicar na relva sintética e vencê-los como o fizemos com a Tunísia, no último jogo de qualificação para o CAN-2010”, elucidou.

 

Questionado se a opção pela relva sintética não se reflectiria negativamente no jogo da segunda “mão”, em Lusaka, tendo em conta a também necessidade de os “Mambas” se adaptarem à relva natural, Mart Noöij assegurou que não haveria problema nenhum, porque a selecção vai treinar o tempo necessário para melhor se adaptar à relva natural.

 

“”, comentou, acrescentando, porém, que ele e os seus auxiliares vão avaliar e definir quais são os jogos que os “Mambas” farão na Machava e no Estádio Nacional.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 08:49
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