Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 31 DE Janeiro 2011

Jerry acossado por um zambianoA LIGA Muçulmana teve um estrondoso baque na sua estreia nas competições africanas de futebol. No sábado, na cidade zambiana de Ndola, a turma moçambicana foi derrotada pelo Zesco United, por 3-0, em desafio referente à primeira “mão” da pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Já ontem, em Antananarivo, o Maxaquene, nosso representante na Taça CAF, empatou sem abertura de contagem com o AS Adema, de Madagáscar.

 
 

Em face da fornada de reforços de luxo que conseguiu para esta temporada, com especial destaque para Dário Monteiro, Jerry, Momed Hagy e Muandro, a expectativa à volta da Liga Muçulmana era muito grande e, no caso concreto do desafio de sábado, apesar de se reconhecer o poderio do futebol zambiano acreditava-se que poderia obter um bom resultado, de modo a atingir o seu objectivo de chegar à fase de grupos. Porém, no “teatro das operações”, a turma de Artur Semedo foi pura e simplesmente espezinhada por um Zesco United pleno de confiança e de autoridade e que fez jus a uma vitória bastante animadora para a sua transição rumo aos dezasseis-avos-de-final.

 

No “Arthur Davies Stadium”, em Kitwe, onde se achavam alguns moçambicanos dispostos a apoiar a Liga Muçulmana, a queda do campeão nacional ficou a dever-se, essencialmente, a uma série de erros de palmatória cometidos em quase todos os sectores, mas com grande incidência na defensiva, onde os “centrais” Fanuel e Aguiar confundiram-se nas suas missões, sobretudo nas dobras, enquanto o guarda-redes Nelinho também se precipitou nas saídas em momentos de apuros.

 

Enquanto a Liga Muçulmana e Maxaquene cumpriam fora do país a primeira “mão” da pré-eliminatória das Afrotaças, o futebol intramuros conheceu ontem, no Estádio da Machava, o início do Torneio “O Treinador”, com o Ferroviário a registar um nulo diante do novo primodivisionário Incomáti. Por seu turno, o Matchedje ganhou ao Atlético Muçulmano por uma bola sem resposta.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:32
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Sexta-feira, 28 DE Janeiro 2011

AnabelaDEPOIS da abertura, ontem, com dois desafios que praticamente não ofereceram quaisquer indicações sobre o quao renhido e bastante competitivo será o evento, o Campeonato Nacional de Basquetebol de Seniores Femininos conhece esta noite, no pavilhão do Desportivo, jogos em que os candidatos ao título já se confrontam, tal é o caso do embate entre A Politécnica e Ferroviário, a partir das 19.15 horas.

 
 

Trata-se de um frente-a-frente entre dois conjuntos que se equivalem e que, para além de estarem com os olhos postos no “canecão”, apresentarão nas quatro linhas algumas das nossas melhores executantes e que há dias brilharam na África do Sul nas eliminatórias zonais para o Afrobásquete Mali-2011. Falamos, do lado “universitário”, de Aleia Rachide, Delmira Castro e Marta Ganje; pela banda “locomotiva”, de Deolinda Gimo, Nádia Zucule e da regressada Carla Silva.

 

Escusado será dizer que estamos perante um jogo cujo resultado é absolutamente imprevisível, dado o equilíbrio de forças que teremos ao longo do prélio, com as jogadoras de ambas as formações a oferecer o máximo de si em busca do melhor resultado possível.

O Desportivo, campeão em título, após o descanso na jornada inaugural, em virtude de o campeonato comportar um número ímpar (cinco)  equipas participantes, entra hoje em cena, às 17.30 horas, tendo pela frente Soprotecção de Quelimane, o nóvel clube zambeziano que tem estado a fazer uma grande aposta na bola-ao-cesto. A turma “alvi-negra”, quiçá com as melhores atletas do país, não deverá enfrentar dificuldades de maior para sair vencedora.

 

Nesta segunda jornada fica de fora o Maxaquene, para, amanhã, se disputar a ronda mais espectacular do campeonato, através dos confrontos. A Politécnica-Maxaquene e Desportivo-Ferroviário.

 

Este Nacional de Basquetebol de Seniores Femininos é disputado no seguinte sistema: os quatro primeiros classificados desta primeira fase transitam para as meias-finais, marcadas para 2 de Fevereiro, com o primeiro a defrontar o quarto e o segundo o terceiro. A final da prova acontecerá no dia 3, Feriado Nacional, por ocasião do Dia dos Heróis Moçambicanos.

 

Portanto, como se pode depreender, a luta neste momento reside na tentativa de qualificação para as meias-finais, que se antevêem extremamente empolgantes, pois, se a profecia se cumprir, envolverão as quatro equipas da capital do país, faltando apenas conhecer o seu escalonamento.

JOGOS DE ONTEM

 
 

Soprotecção-A Politécnica                   (43-106)

Maxaquene-Ferroviário                        (53-71)

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:08
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ENQUANTO os representantes moçambicanos nas Afrotaças iniciam fora do país a temporada competitiva-2011, quatro formações também do Moçambola arrancam a época intramuros, disputando a partir de amanhã o Torneio “O Treinador”, organizado pela Associação dos Treinadores de Futebol de Moçambique, em coordenação com a Associação de Futebol da Cidade de Maputo.

 
 

O novo primodivisionário Incomáti começará a tomar contacto com os seus adversários no campeonato a partir deste torneio, que disputará juntamente com Ferroviário, Matchedje e Atlético Muçulmano.

 

Tendo como palco o Estádio da Machava, a jornada inaugural, amanhã, compreende os desafios Atlético Muçulmano-Incomáti, ambos da província do Maputo, às 14.00 horas, e Ferroviário-Matchedje, a partir das 16.00.

 

No mesmo local e com o mesmo horário, a segunda ronda está marcada para domingo, com o Matchedje a defrontar o Atlético Muçulmano e o Ferroviário a medir forças com o Incomáti.

 

O torneio terá o seu epílogo no dia 3 de Fevereiro, Feriado Nacional, no campo do 1º de Maio, com os jogos Matchedje-Incomáti e Atlético Muçulmano-Ferroviário de Maputo.

Enquanto isto, a Taça de Honra/Sojogo arranca no dia 5 de Fevereiro e será disputada em duas voltas, comportando as seguintes seis equipas: Costa do Sol, Desportivo, Liga Muçulmana (Série “A”), Ferroviário, Matchedje e Maxaquene (“B).

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:02
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Quinta-feira, 27 DE Janeiro 2011

 

Yasine AmigiFacto curioso é que a direcção da Liga Moçambicana de Futebol já veio, publicamente, manifestar que, este ano, sejam feitas inspecções rigorosas durante as vistorias de instalações (campos) que vão acolher o Moçambola

O Município de Vilankulo, na província de Inhambane, poderá acolher as cerimónias centrais de abertura do Moçambola-2011, aprazadas para a primeira semana de Março.
 

O desejo foi manifestado pelo presidente e patrono do Vilankulo FC, Yassine Amugy, que pretende juntar aquelas cerimónias ao acto da reinauguração do seu estádio de futebol, que está, neste momento, a beneficiar de diversas obras de melhoramento.

 

 

Facto curioso é que a direcção da Liga Moçambicana de Futebol já veio, publicamente, manifestar que, este ano, sejam feitas inspecções rigorosas durante as vistorias de instalações (campos) que vão acolher o Moçambola. E mais, a Liga Moçambicana de futebol pretende introduzir a questão de vistorias intermédias, que deverão acontecer no decorrer do campeonato nacional.

 

 

A medida visa garantir a preocupação permanente dos clubes de manterem os campos em boas condições para a prática da mobilidade.

 

Yasine Amugí garantiu estarem em curso negociações  visando a concretização deste desejo.

 

 

Lembre-se que o Vilankulo FC é, pelo segundo ano consecutivo, um dos 14 participantes no Moçambola. As outras 13 equipas são Liga Muçulmana, Maxaquene, Ferroviário de Maputo, HCB de Songo, Ferroviário da Beira, Desportivo de Maputo, Costa do Sol, Atlético Muçulmano, Sporting da Beira, Matchedje, Incomáti, Chingale de Tete e Ferroviário de Nampula.

Crescêncio José

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 15:16
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Desporto motorizadoTrata-se duma federação que nasce a pedido de um grupo de cidadãos que se identificam com este tipo de desporto.O gabinete da ministra, por  via de um despacho, acaba de reconhecer a criação da Federação Moçambicana do Desporto Motorizado, como pessoa jurídica.

 

Trata-se duma federação que nasce a pedido de um grupo de cidadãos que se identificam com este tipo de desporto. Para o efeito requereram à ministra da Justiça a apreciação do processo bem como os respectivos estatutos.

 

 

Após este processo, os documentos entregues foram apreciados e o Ministério da Justiça concluiu que se trata de uma associação que prossegue fins lícitos, determinados e legalmente possíveis de enquadrar na moldura jurídica do desporto nacional.

 

Aliás os estatutos desta agremiação do desporto motorizado cumprem com os requisitos exigidos pela Lei no 11/2002 de 12 de Março.

 

 

O despacho que fizemos referência é datado de 18 de Janeiro de 2011 e é assinado pelo vice-ministro da Justiça, Alberto Hawa Januário Nkutumula.

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 15:09
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MauricioA LIGA Muçulmana deixa hoje Joanesburgo com destino à Zâmbia, onde sábado defronta o Zesco United em partida da primeira “mão” da pré-eliminatória da Liga dos Campeões Africanos.

 
 

Também o Maxaquene, nosso representante na Taça CAF, segue esta manhã para Madagáscar, para no domingo jogar com o AS Adema.

 

O campeão moçambicano viaja após duas semanas de estágio competitivo na África do Sul, tendo defrontado o Bidvest, Universidade de Pretória e Orlando Pirates. O estágio permitiu ao técnico Artur Semedo seleccionar 20 dos 32 jogadores que participaram na preparação do embate com os zambianos, dentre eles alguns estrangeiros que procuravam pela sorte de se juntarem ao clube.

 

Infelizmente, nenhum estrangeiro faz parte da lista, dado que alguns ainda não atingiram o estado de forma aceitável, tanto os novos ingressos como os que já faziam parte da equipa. São os casos do lateral zimbabweano Asani e do avançado nigeriano Ibrahim, que eram tidos como apostas certas para o jogo de sábado, na cidade zambiana de Ndola. Entre os internos, está o central Emídio, um dos esteios da defensiva, em repouso por conselho médico até à próxima semana.


Tendo em conta a natureza do embate, Artur Semedo não abdicou das suas novas jóias, nomeadamente os internacionais Dário Monteiro, Momed Hagy e Jerry, assim como Muandro, Mustafá, Joaquim, Telinho e o guarda-redes Nelinho.

 

O técnico campeão nacional vaticina um jogo difícil, pois, segundo ele, a equipa ainda não está no ritmo desejável, apesar de uma aparente coesão entre os sectores. Anotou que o sector defensivo é o que apresenta mais problemas relativamente ao meio-campo e ao ataque. “Vamos fazer apelo ao nosso sofrimento para ver se conseguimos um bom resultado”, frisou.

 

Quanto ao estado de forma do time, Semedo comentou que está ao nível do que se pretendia até esta altura da pré-época. “Ainda não estamos na forma que procuro, e só os jogos poderão responder aos anseios, desde a componente física até aos aspectos técnico-tácticos”, explicou.

 

Um facto curioso nesta nova filosofia visando a montagem da equipa para defrontar os zambianos o “mister” tem estado a adaptar o ala Cantoná à posição de lateral.

Os 20 futebolistas convocados para o compromisso da Zâmbia são os seguintes:

 

GUARDA-REDES – Gervásio e Nelinho.

 

DEFESAS – Silvério, Cantoná, Aguiar, Fanuel, Narciso e Mayunda.

 

MÉDIOS – Micas, Carlitos, Paíto, Momed Hagy, Mustafá, Muandro, Joaquim, Telinho e Nelson.

 

AVANÇADOS – Dário Monteiro, Jerry e Maurício.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:54
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AMascote dos jogos de maputo 2011S selecções do Botswana, Malawi e Zimbabwe transitaram da pré-eliminatória de qualificação da Zona VI para os Jogos Africanos de Maputo-2011. Apesar de as três formações terem empatado – coincidentemente, pelo mesmo resultado de 1-1 – nos seus desafios da segunda “mão”, realizados no pretérito fim-de-semana, beneficiaram do facto de terem vencido nos embates da jornada inaugural.

 
 

Os tswanas receberam a Suazilândia, em Gaberone, e selaram o seu apuramento, pois haviam ganho fora de portas por uma bola sem resposta. Os zimbabweanos também empataram em casa com a Zâmbia, mas como tinham derrotado o seu adversário no terreno deste por 3-2 seguem em frente, à semelhança dos malawianos, que mesmo com o 1-1 no Lesotho teve maior peso a vitória por três bolas sem resposta no seu estádio.

 

Entretanto, a primeira eliminatória compreenderá os seguintes desafios: Egipto-Líbia, Guiné-Bissau-Senegal, Guiné-Mali, Libéria-Nigéria, Gana-Benin, Gabão-RD Congo, Uganda-Tanzania, Eritreia-Quénia, vencedor do Angola/África do Sul-Malawi, Botswana-Zimbabwe e Seychelles-Madagáscar.

 

A primeira “mão” realiza-se entre 15 e 17 de Abril e a segunda a 29/30 de Abril e 1 de Maio.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:46
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Alberto Simango JuniorVOU me recandidatar porque acho que há alguma coisa que ainda falta por fazer. Iniciámos uma obra e não terminámos...”, quem assim o diz é Alberto Simango Júnior, que pretende recandidatar-se a mais um mandato à frente da LMF.

 
 

Alberto Simango Júnior já deu a cara. Dissipou algumas dúvidas (?) que o apontavam como um dos fortes candidatos a presidente da FMF e vai recandidatar-se a mais um mandato de quatro anos à frente da Liga Moçambicana (LMF), entidade que gere a prova máximo do futebol nacional, porque sente que ainda há algo por fazer.

 

Apesar de o Moçambola já ser um produto de qualidade e aceite por muitos, Simango Júnior sente que a obra por si iniciada, sob o lema “a Liga Moçambicana de Futebol a caminho da sua consolidação”, ainda vai ao meio e precisa de ser concluída nos próximos quatro anos, razão pela qual aceita o desafio de se recandidatar.

 

Em entrevista ao “Notícias”, Simango resumiu em poucas palavras o que foram os quatro anos da sua governação e o que pensa que devem ser os próximos caso seja eleito, apesar de afirmar categoricamente que merece a confiada dos filiados da LMF para a sua recondução ao posto.

 

Temos uma grande obra por concluir iniciada no nosso primeiro mandato. Sentimos que deveríamos ter tido outro tipo de frutos, mas, como toda gente sabe, calhámos numa altura em que o mundo sofreu uma crise financeira global. Esta crise afectou-nos de certa forma naquilo que eram os nossos objectivos, porque as empresas e os nossos parceiros começaram a ressentir-se e apertaram um bocadinho o cinto do ponto de vista de disponibilidade de meios para cobrir aquilo que eram os nossos pedidos. Em vez de esticar a corda notou-se o contrário. E desse modo não conseguimos realizar aquilo que desejávamos neste primeiro mandato. E o nosso sonho é continuarmos a assumir o futebol e darmos um pouco mais aos nossos filiados, ao público e aos parceiros”.

 

Para que esse objectivo seja alcançado, Simango pensa em reforçar o pacote financeiro. “Temos que ir buscar mais apoios junto dos parceiros para que os clubes possam realizar a prova sem grandes sobressaltos. Criarmos outros produtos como o fizemos no primeiro mandato, em que introduzimos a bola oficial de jogos e a água do Moçambola”.

NÃO QUEREMOS UMA LIGA DE MÃO ESTENDIDA

 
 

A Liga Moçambicana de Futebol cresce de forma galopante de ano para ano, mas para Simango não se pode continuar de mão estendida. É necessário criar-se alicerces para uma melhor sustentabilidade.

 

A nossa candidatura tem em vista mudar ainda mais a imagem da própria Liga. Esta não pode continuar a estender a mão a cada ano que passa. Gostaríamos que as pessoas entendessem que a Liga Moçambicana de Futebol e o Moçambola são uma marca. E que essas marcas têm um valor. E esse valor tem de ser respeitado. Tem de ser adquirido consoante a qualidade que tem. E nós não vamos recuar nesse tipo de pressupostos”.

 

Para o presidente da LMF os clubes têm que se esforçar para valorizarem o Moçambola. Nós fazemos a nossa parte e achamos que os clubes têm que fazer a sua, que é oferecer ao público um espectáculo de qualidade. Os dirigentes, técnicos e atletas têm que dar o seu máximo para valorizarem a nossa prova, o nosso produto”.

CLUBES ESTÃO DO NOSSO LADO

 
 

Questionado se a sua direcção sentia algum carinho por parte dos clubes filiados da LMF, Simango respondeu: “sinto que sim, porque das visitas que efectuámos aos clubes, por exemplo, no ano passado, sentimos que os clubes estão connosco. Estão satisfeitos com o nosso desempenho. Todos eles. Sempre nos encorajaram que continuássemos a trabalhar.

 

É só lembrar que o nosso mandato terminou no meio do ano passado, mas porque tivemos o voto de confiança delegado em assembleia-geral pelos clubes fizemos a gestão da prova (Moçambola) até ao fim.


E agora terminado o mandato é tempo de dizer missão cumprida, porque tornamos o produto Moçambola mais preferencial. Embrulhámos esta marca Moçambola como algo apetecível para que as pessoas tivessem cada vez mais a sua auto-estima, identificadas nas cores das suas preferências em termos de clubes. E nesta vertente sentimos que os clubes também cresceram naturalmente à medida que nós íamos crescendo. A nossa velocidade obrigou-nos a todos a correr ao mesmo passo na componente de mobilização, na direcção dos clubes e nos patrocinadores. Os clubes sempre estiveram connosco.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:32
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Bruno Pimente e AdriaoAS 16 selecções nacionais que participarão no Campeonato do Mundo do Grupo “A” de Hóquei em Patins em seniores masculinos, a realizar-se na cidade argentina de San Juan de 24 de Setembro a 1 de Outubro, já podem começar a inscrever-se de forma a marcarem presença no evento.

 

Trata-se das equipas nacionais de Moçambique, Angola, África do Sul, Portugal, Brasil, Espanha, Argentina, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, França, Inglaterra, Colômbia, Holanda, Itália e Chile.

 
 

O Comité Internacional de Rink Hockey (CIRH) divulgou esta informação no seu site oficial no dia 21, data em que foram abertas as inscrições.

No mesmo documento, o CIRH apela para maior celeridade possível das federações nas inscrições das respectivas selecções.

 

A Selecção Nacional integra o Grupo “C”, juntamente com Portugal, Angola e Estados Unidos.

 

A turma moçambicana classificou-se na 11ª posição na edição anterior, realizada em Vigo/Pontevedra, Espanha, e este ano tem como principal objectivo passar da fase de grupos.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:25
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O PRESIDENTE da Liga Moçambola de Futebol olha para o Moçambola numa outra dimensão social e política. Para ele, a prova, para além de constituir um sustento de várias famílias, serve igualmente como um veículo da unidade nacional.

QAlberto Simango Junior
 

A dado momento sentimos que o meio do futebol serviu como um veículo de manifestação de unidade nacional, para além de sustento de muitas famílias que nele se encontram envolvidos. As equipas quando se encontram a jogar em qualquer ponto do país manifestam a auto-estima e orgulho da nossa própria moçambicanidade. As pessoas quando jogam sem olhar para as regiões ou zonas a que pertencem fazem-no para um Moçambique unido. Isso é um grande orgulho para nós.


Sentimos ao longo destes anos todos o apoio de diversos parceiros, do Governo particularmente, que foi um grande facilitador nos diversos momentos em que passámos. Sentimos um carinho especial, um apoio, não posso dizer incondicional, mas à altura daquilo que são as nossas preocupações.


Os parceiros acolheram positivamente a nossa mensagem e melhoraram as suas contribuições porque entenderam sobretudo a parte social e política do projecto. Estão todos identificados com este projecto e sentimos também ao longo deste todo tempo que os clubes estão connosco. Parte deste sucesso não é só nosso, é também dos clubes, que colaboraram positivamente naquilo que é o nosso dia-a-dia no que é possível. Das visitas que nós efectuámos aos clubes encontrámos uma reciprocidade interessante, um diálogo positivo para que o produto se consolide.


E penso que isso tornou a nossa actividade mais facilitada e cumprimos com o objectivo final que era servir cada vez melhor os nossos filiados. Sentimos que todos navegamos no mesmo barco e com o mesmo comando. Foi e continua a ser uma experiência notável”.

Para Simango, nem tudo é um mar de rosas na condução da LMF e do Moçambola.

 

É verdade que não faltaram momentos difíceis. Houve momentos em que se demoraram alguns desembolsos. Em algum momento tivemos que esperar porque a companhia aérea não podia emitir os bilhetes. Atrasámos pagar uma e outra tranche. Mas são daquelas situações que acontecem para quem trabalha.


Nós suportámos isso. Sentimos dificuldades mutuamente, mas o mais importante é que o objectivo final vê-se no fim e no fim nós notámos que valeu a pena trabalhar para esta prova com uma equipa fantástica. Tive a sorte – é necessário enaltecer isto – de ter colaboradores dedicados e que deram o melhor de si em prol desse objectivo que era tentar fazer com que a Liga fosse uma referência e se tornasse um produto credível. Acho que cumprimos com o que nos propusemos no primeiro mandado. Mas a obra, como disse, ainda está longe de ser concluída. Gostaríamos de continuar para realizarmos o sonho que temos de fazer com que a LMF não seja uma entidade/instituição de mão sempre estendida”.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:15
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