Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 22 DE Novembro 2010

HÁ muito apelidado de Baby Schumi pela Imprensa alemã, apesar de ser epítetSebastian Vettel, o rei da F1o que rejeita, Sebastian Vettel conquistou o primeiro título mundial de F1.

 
 

Entrou no restrito clube de campeões da categoria rainha do desporto automóvel após a vitória em Abu Dhabi, no último GP do ano, e juntou-se à lista onde figura aquele que é para ele o “maior desportista de todos os tempos”, ou não fosse o heptacampeão mundial Michael Schumacher o seu ídolo e onde foi buscar inspiração. A Alemanha regozijou-se com a descoberta do sucessor do seu maior herói e o jovem piloto mergulhou na euforia por demais conhecida pelo mestre: a da consagração.

 

Tal como Schumacher, que é oriundo de Kerpen, Vettel nasceu numa pequena localidade da Alemanha, Heppenheim, a sul de Frankfurt. É o terceiro filho de Norbert, carpinteiro de profissão, enquanto a matriarca Heike é doméstica e mãe de mais três filhos. Vettel tem duas irmãs mais velhas, Stefanie (27 anos) e Melanie (25) e um irmão mais jovem, Fabian, de 11 anos, que também já acelera no karting. O progenitor costumava fazer corridas por diversão e levava com ele Vettel. Apesar de no início se ter assustado com o ruído do motor, o pequeno só lhe pedia “mais vrruum, vrruum”, daí que lhe tenha oferecido o primeiro kart quando tinha apenas três anos. Todos os dias era um castigo para convencer o filho a deixar o carro.

TROFÉU DAS MÃOS DE “SCHUMI”

 
 

Quatro anos mais tarde aconteceria o primeiro contacto com o seu herói e o momento decisivo para dar origem à carreira de piloto. Correu no famoso kartódromo de Kerpen, onde os irmãos Schumacher começaram a carreira e onde Vettel ganhou a sua primeira corrida. Foi das mãos do próprio Schumacher que recebeu o troféu. “Era fã de Michael e da Ferrari e usava regularmente o boné dele. Quando fiz aquela corrida e depois parei na grelha tirei o capacete e pedi para colocar o boné de Michael”, recorda.

 

Mas foi o desempenho de Vettel que impressionou o compatriota, quando observou que enquanto os outros meninos mudavam para pneus de chuva, o pequeno Vettel arriscava continuar com os de piso seco para sentir mais adrenalina.

 

A ousadia valeu-lhe a vitória, mas também a recomendação de Schumacher àquele que foi, igualmente, o seu primeiro mentor e o mesmo empresário que o ajudou no início da carreira: Gerhard Noack, para alívio da família, para quem suportar a carreira do filho se tornara grande sacrifício, pois Noack também passou a investir nele depois de ouvir o conselho de Schumi: “Neste vale a pena apostar!”

 

Desde essa primeira corrida que o jovem Vettel fixou posters do alemão nas paredes do quarto, ou não fosse fã do compatriota. Mas não só, quando costuma dizer que é fã dos três Michael (Schumacher, Jordan e Jackson), tendo sido para ele enorme desilusão quando descobriu não ter voz para seguir os passos do rei da pop. Perdeu-se um cantor, mas ganhou-se um piloto cheio de talento, um jovem prodígio.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:19
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