Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 12 DE Julho 2010



Roberto Assunção assume ainda o interesse do ex-jogador do Benfica

A SAD “leonina” tem acompanhado a situação de Geovanni, extremo-direito brasileiro que se desvinculou dos ingleses do Hull e está livre para assinar pelo Sporting - assim que se concretizar a proposta do interesse já demonstrado junto do jogador.

A revelação é feita a “O JOGO” pelo representante de Geovanni, Roberto Assunção: “É real o interesse do Sporting. Estamos a falar há cerca de um mês, mas queriam primeiro definir a situação de um jogador do plantel. Agora que o João Moutinho já saiu e o Mundial está prestes a acabar, espero uma nova abordagem.” Roberto Assunção assume ainda o interesse do ex-jogador do Benfica (e Cruzeiro, Atlético Mineiro e Manchester City, além do Hull) em chegar a acordo com os leões.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:56
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Roberto Assunção assume ainda o interesse do ex-jogador do Benfica

A SAD “leonina” tem acompanhado a situação de Geovanni, extremo-direito brasileiro que se desvinculou dos ingleses do Hull e está livre para assinar pelo Sporting - assim que se concretizar a proposta do interesse já demonstrado junto do jogador.

A revelação é feita a “O JOGO” pelo representante de Geovanni, Roberto Assunção: “É real o interesse do Sporting. Estamos a falar há cerca de um mês, mas queriam primeiro definir a situação de um jogador do plantel. Agora que o João Moutinho já saiu e o Mundial está prestes a acabar, espero uma nova abordagem.” Roberto Assunção assume ainda o interesse do ex-jogador do Benfica (e Cruzeiro, Atlético Mineiro e Manchester City, além do Hull) em chegar a acordo com os leões.
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 15:01
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Fase de Apuramento à Fase Regional da Liga Nacional

A Politécnica ganhou no terreno o apuramento para a Liga Nacional de Basquetebol, mas agora está presa a uma decisão da secretaria, pois há um recurso depositado no Conselho Jurisdicional da ABCM.

Uma agitação moral caminha velozmente para uma grande polémica, envolvendo a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM), os clubes Real Sociedade, Universidade Pedagógica e A Politécnica, devido à divergência de opiniões no tocante ao sistema de apuramento da equipa representante da cidade de Maputo.

A ABCM defende que é preciso manter o sistema inicialmente previsto - sistema de todos contra todos numa única volta -, enquanto alguns clubes são de opinião de que com o adiamento de 2 para 16 de Julho da Fase Regional de Acesso à Liga Nacional deve haver lugar para a realização duma segunda volta. Mais ainda, após o final da primeira volta, há três equipas empatadas com sete pontos cada. Face ao recurso depositado no Conselho Jurisdicional da ABCM, a homologação definitiva da A Politécnica está dependente da decisão deste órgão.

Crescêncio José
publicado por Vaxko Zakarias às 13:52
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Moçambola-2010 à passagem da décima terceira jornada

Um dérbi sem muito espectáculo, um Ferroviário de Maputo que tremeu em alguns momentos, e uma Liga Muçulmana com classe de campeã, eis como se pode caracterizar o encontro de ontem à tarde, no Estádio da Machava. Um empate sem golos, que tornou o Ferroviário de Maputo campeão da primeira volta, com 30 pontos.

Os espectadores que acorreram ao Estádio da Machava tiveram uma tarde não tão inolvidável como se esperava, mas uma partida disputada com a expectativa de que, a qualquer momento, o Ferroviário ou a Liga poderiam marcar o esperado golo que não surgiu.

Para além da falta de golos, em particular a obra-prima de como cada uma das equipas mostrou o perfume do seu futebol, o desafio foi disputado com galhardia pelos artistas de ambos os “times”, criaram-se jogadas tecnicamente de grande classe e, até ao derradeiro apito do juiz Samuel, ainda se jogava com a valentia necessária nestas ocasiões.

No sábado, dois jogos, com perda de pontos para os favoritos das partidas. O Atlético Muçulmano garantiu um triunfo importantíssimo frente a um histórico do futebol nacional, o Desportivo, por 1-0, facto que pode permitir o início da fuga dos lugares de despromoção.

E a tarde caiu com mais um resultado modesto do Costa do Sol, na sua recepção ao Vilankulo FC. A formação “canarinha” não conseguiu fintar a história no seu próprio reduto.

Domingo foi dia de empates, de resultados magros, formando um belo cartaz de apresentação do futebol moçambicano. Empates sem abertura de contagem verificaram-se em quatro embates: Ferroviário de Maputo vs Liga Muçulmana; Matchedje vs Maxaquene; Ferroviário de Pemba vs FC de Lichinga; e Costa do Sol vs Vilankulo FC.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:22
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Os “alvi-negros” averbaram, sábado, a segunda derrota

Não foi desta que o Desportivo de Maputo conseguiu dar um pontapé na crise de resultados no Moçambola-2010. Os “alvi-negros” averbaram, sábado, a segunda derrota consecutiva na prova, ao perderem diante do Atlético Muçulmano da Matola por 1-0. Os “muçulmanos”, que já não venciam há três meses, reencontraram-se, desta forma, com as vitórias no certame.

Entrada fulgurante

Numa partida que marcou a estreia de Uzaras Mahomed no comando técnico do Desportivo, em substituição de Akil Marcelino, os “alvi-negros” entraram com a intensões de resolver, o quanto cedo possível, o jogo a seu favor. E, aos seis minutos, Zainadine Jr. desferiu um portentoso remate do meio da rua, mas o guarda-redes Castro correspondeu com uma boa defesa. Dois minutos volvidos, Tchitcho ganhou o esférico numa zona privilegiada e rematou para uma defesa fácil de Castro.

Na resposta, aos 10 minutos, Patrício fez um slalon e já enquadrado com a baliza rematou por cima. Era o sacudir da pressão dos “muçulmanos”, que procuravam sair em contra-ataques rápidos.

O Desportivo, com melhor circulação de bola e ocupação de espaços, continuava dono e senhor do jogo. Porém, o seu domínio territorial não se traduzia em golos, uma vez que não encontrava soluções para furar a muralha defensiva contrária.

A partir do minuto 18, o Atlético Muçulmano conseguiu equilibrar o jogo, passando a jogar de igual para igual com os “alvi-negros”.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:13
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Moçambola – 2010

O Maxaquene não foi além de um empate a zero no embate diante do Matchedje, numa partida havida ontem no campo do Costa do Sol.

Os “tricolores”, que vinham de uma vitória de dois a zero diante do Textáfrica de Chimoio, sabiam das dificuldades que iriam encontrar diante dos militares, que jogam na contenção.

Ainda assim, o Maxaquene entrou melhor no jogo e dispôs da primeira oportunidade de golo. Eboh cruzou do lado esquerdo, com Kito a aparecer no segundo poste e a dominar e rematar por cima.

os militares durante largo período do jogo limitavam-se a fazer o habitual anti-jogo, na tentativa de saírem, pelo menos, com ponto neste jogo e saaim continuo ate passar os primeiros 30 minutos da partida.

Contudo, “os tricolores” não desistiam, andavam à procura do almejado golo que os colocaria na posição de vencedor, mas o mesmo teimava em não aparecer. Aos 43 minutos, Kito faz um centro para a área, onde surge Mustafá a dominar e chutar para o travessão.

Os “militares” fecharam-se muito bem. Procuravam partir em contra-ataques de modo a encontrarem a defensiva do Maxaquene em contrapé. Perto do intervalo, Tchotchó combina muito bem com Calo, que faz um passe para Julinho e este remata por cima.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:53
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Fase de Apuramento à Fase Regional da Liga Nacional

A Politécnica ganhou no terreno o apuramento para a Liga Nacional de Basquetebol, mas agora está presa a uma decisão da secretaria, pois há um recurso depositado no Conselho Jurisdicional da ABCM.

Uma agitação moral caminha velozmente para uma grande polémica, envolvendo a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM), os clubes Real Sociedade, Universidade Pedagógica e A Politécnica, devido à divergência de opiniões no tocante ao sistema de apuramento da equipa representante da cidade de Maputo.

A ABCM defende que é preciso manter o sistema inicialmente previsto - sistema de todos contra todos numa única volta -, enquanto alguns clubes são de opinião de que com o adiamento de 2 para 16 de Julho da Fase Regional de Acesso à Liga Nacional deve haver lugar para a realização duma segunda volta. Mais ainda, após o final da primeira volta, há três equipas empatadas com sete pontos cada. Face ao recurso depositado no Conselho Jurisdicional da ABCM, a homologação definitiva da A Politécnica está dependente da decisão deste órgão.

Crescêncio José
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 12:52
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O PRIMEIRO Campeonato Mundial de Futebol em solo africano teve um campeão inédito. O mundo do futebol tem, indiscutivelmente, a sua melhor equipa. E, para sempre, um novo integrante para a sua elite. Que a Espanha seja bem vinda à galeria! Uma entrada para a galeria que se verificou ontem à noite no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, após derrotar a Holanda na final por 1-0, golo da autoria de Andrés Iniesta, aos 116 minutos, isto é, a quatro do fim do prolongamento, uma vez que os 90 minutos expiraram com a igualdade a zero bola.



O Mundial 2010 teve a final que mereceu. Um jogo muito bem disputado, e cheio de um drama bem positivo. A decisão foi levada quase até ao limite, mas um golo de Iniesta, garantiu a festa espanhola. A Holanda foi uma digna finalista, mas o campeonato da África do Sul acabou por coroar uma geração de luxo, que poucos países se podem dar ao luxo de dizer que tiveram igual. O mundo do futebol tem um novo campeão!

Ainda que estivesse prometido que ambas as equipas se iam manter fiéis ao guião habitual, que é como quem diz ao futebol de ataque, já seria de esperar que a Espanha tivesse um pouco mais de posse de bola, e que a Holanda jogasse de forma mais vertical.

O início do jogo confirmou essa expectativa. A Espanha seguiu a receita do costume, trocando a bola com mestria no meio-campo e depois procurando o passe de ruptura. Estabilizada defensivamente, a Holanda começou a aparecer mais no ataque, mas o golo temia em não aparecer para nenhuma das formações em campo, facto que aconteceu até ao final dos 90 minutos.

E porque a decisão merecia ir até ao limite, mesmo no prolongamento ninguém parecia querer o troféu. Fabregas imitou Robben e permitiu a defesa do guarda-redes, quando estava isolado. A Holanda sofreu um duro golpe ao minuto 109, com a expulsão de Heitinga, e acabou por sofrer o golpe final a quatro minutos do fim. Iniesta, o melhor em campo, garantiu o título mundial, dedicado ao falecido Dani Jarque.

Um lance muito discutido, de resto. O médio espanhol não está em posição irregular, no lance decisivo, mas, segundos antes, o árbitro da partida ignorou um canto a favor da Holanda.

Antes da final, no sábado, em Port Elizabeth, numa outra partida dramática, a Alemanha garantiu o terceiro lugar e a consequente medalha de bronze, ao derrotar o Uruguai por 3-2.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:40
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Moçambola-2010 à passagem da décima terceira jornada

Um dérbi sem muito espectáculo, um Ferroviário de Maputo que tremeu em alguns momentos, e uma Liga Muçulmana com classe de campeã, eis como se pode caracterizar o encontro de ontem à tarde, no Estádio da Machava. Um empate sem golos, que tornou o Ferroviário de Maputo campeão da primeira volta, com 30 pontos.

Os espectadores que acorreram ao Estádio da Machava tiveram uma tarde não tão inolvidável como se esperava, mas uma partida disputada com a expectativa de que, a qualquer momento, o Ferroviário ou a Liga poderiam marcar o esperado golo que não surgiu.

Para além da falta de golos, em particular a obra-prima de como cada uma das equipas mostrou o perfume do seu futebol, o desafio foi disputado com galhardia pelos artistas de ambos os “times”, criaram-se jogadas tecnicamente de grande classe e, até ao derradeiro apito do juiz Samuel, ainda se jogava com a valentia necessária nestas ocasiões.

No sábado, dois jogos, com perda de pontos para os favoritos das partidas. O Atlético Muçulmano garantiu um triunfo importantíssimo frente a um histórico do futebol nacional, o Desportivo, por 1-0, facto que pode permitir o início da fuga dos lugares de despromoção.

E a tarde caiu com mais um resultado modesto do Costa do Sol, na sua recepção ao Vilankulo FC. A formação “canarinha” não conseguiu fintar a história no seu próprio reduto.

Domingo foi dia de empates, de resultados magros, formando um belo cartaz de apresentação do futebol moçambicano. Empates sem abertura de contagem verificaram-se em quatro embates: Ferroviário de Maputo vs Liga Muçulmana; Matchedje vs Maxaquene; Ferroviário de Pemba vs FC de Lichinga; e Costa do Sol vs Vilankulo FC.
 
CRESCENCIO JOSE
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 12:24
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Os “alvi-negros” averbaram, sábado, a segunda derrota

Não foi desta que o Desportivo de Maputo conseguiu dar um pontapé na crise de resultados no Moçambola-2010. Os “alvi-negros” averbaram, sábado, a segunda derrota consecutiva na prova, ao perderem diante do Atlético Muçulmano da Matola por 1-0. Os “muçulmanos”, que já não venciam há três meses, reencontraram-se, desta forma, com as vitórias no certame.

Entrada fulgurante

Numa partida que marcou a estreia de Uzaras Mahomed no comando técnico do Desportivo, em substituição de Akil Marcelino, os “alvi-negros” entraram com a intensões de resolver, o quanto cedo possível, o jogo a seu favor. E, aos seis minutos, Zainadine Jr. desferiu um portentoso remate do meio da rua, mas o guarda-redes Castro correspondeu com uma boa defesa. Dois minutos volvidos, Tchitcho ganhou o esférico numa zona privilegiada e rematou para uma defesa fácil de Castro.

Na resposta, aos 10 minutos, Patrício fez um slalon e já enquadrado com a baliza rematou por cima. Era o sacudir da pressão dos “muçulmanos”, que procuravam sair em contra-ataques rápidos.

O Desportivo, com melhor circulação de bola e ocupação de espaços, continuava dono e senhor do jogo. Porém, o seu domínio territorial não se traduzia em golos, uma vez que não encontrava soluções para furar a muralha defensiva contrária.

A partir do minuto 18, o Atlético Muçulmano conseguiu equilibrar o jogo, passando a jogar de igual para igual com os “alvi-negros”.
 
HELIOGABALDO CUNA
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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Moçambola – 2010

O Maxaquene não foi além de um empate a zero no embate diante do Matchedje, numa partida havida ontem no campo do Costa do Sol.

Os “tricolores”, que vinham de uma vitória de dois a zero diante do Textáfrica de Chimoio, sabiam das dificuldades que iriam encontrar diante dos militares, que jogam na contenção.

Ainda assim, o Maxaquene entrou melhor no jogo e dispôs da primeira oportunidade de golo. Eboh cruzou do lado esquerdo, com Kito a aparecer no segundo poste e a dominar e rematar por cima.

os militares durante largo período do jogo limitavam-se a fazer o habitual anti-jogo, na tentativa de saírem, pelo menos, com ponto neste jogo e saaim continuo ate passar os primeiros 30 minutos da partida.

Contudo, “os tricolores” não desistiam, andavam à procura do almejado golo que os colocaria na posição de vencedor, mas o mesmo teimava em não aparecer. Aos 43 minutos, Kito faz um centro para a área, onde surge Mustafá a dominar e chutar para o travessão.

Os “militares” fecharam-se muito bem. Procuravam partir em contra-ataques de modo a encontrarem a defensiva do Maxaquene em contrapé. Perto do intervalo, Tchotchó combina muito bem com Calo, que faz um passe para Julinho e este remata por cima.
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 12:06
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O PRIMEIRO Campeonato Mundial de Futebol em solo africano teve um campeão inédito. O mundo do futebol tem, indiscutivelmente, a sua melhor equipa. E, para sempre, um novo integrante para a sua elite. Que a Espanha seja bem vinda à galeria! Uma entrada para a galeria que se verificou ontem à noite no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, após derrotar a Holanda na final por 1-0, golo da autoria de Andrés Iniesta, aos 116 minutos, isto é, a quatro do fim do prolongamento, uma vez que os 90 minutos expiraram com a igualdade a zero bola.



O Mundial 2010 teve a final que mereceu. Um jogo muito bem disputado, e cheio de um drama bem positivo. A decisão foi levada quase até ao limite, mas um golo de Iniesta, garantiu a festa espanhola. A Holanda foi uma digna finalista, mas o campeonato da África do Sul acabou por coroar uma geração de luxo, que poucos países se podem dar ao luxo de dizer que tiveram igual. O mundo do futebol tem um novo campeão!

Ainda que estivesse prometido que ambas as equipas se iam manter fiéis ao guião habitual, que é como quem diz ao futebol de ataque, já seria de esperar que a Espanha tivesse um pouco mais de posse de bola, e que a Holanda jogasse de forma mais vertical.

O início do jogo confirmou essa expectativa. A Espanha seguiu a receita do costume, trocando a bola com mestria no meio-campo e depois procurando o passe de ruptura. Estabilizada defensivamente, a Holanda começou a aparecer mais no ataque, mas o golo temia em não aparecer para nenhuma das formações em campo, facto que aconteceu até ao final dos 90 minutos.

E porque a decisão merecia ir até ao limite, mesmo no prolongamento ninguém parecia querer o troféu. Fabregas imitou Robben e permitiu a defesa do guarda-redes, quando estava isolado. A Holanda sofreu um duro golpe ao minuto 109, com a expulsão de Heitinga, e acabou por sofrer o golpe final a quatro minutos do fim. Iniesta, o melhor em campo, garantiu o título mundial, dedicado ao falecido Dani Jarque.

Um lance muito discutido, de resto. O médio espanhol não está em posição irregular, no lance decisivo, mas, segundos antes, o árbitro da partida ignorou um canto a favor da Holanda.

Antes da final, no sábado, em Port Elizabeth, numa outra partida dramática, a Alemanha garantiu o terceiro lugar e a consequente medalha de bronze, ao derrotar o Uruguai por 3-2.
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:43
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FOI bonita à festa de encerramento do Campeonato do Mundo. Uma festa com muita luz e ritmos africanos, abrilhantada pela presença de Nelson Mandela, símbolo máximo do país, que por momentos silenciou as vuvuzelas e levou os noventa mil adeptos presentes no Soccer City a chamar por “Madiba”, como o antigo presidente é tratado de forma carinhosa pelos seus conterrâneos.



A presença do histórico líder africano foi uma dúvida até poucos minutos antes do início da cerimónia, mas acabou por se tornar num dos pontos altos da noite. Mandela surgiu num veículo móvel, acompanhado pela sua mulher, Graça Machel, deu uma volta pelo relvado, com um largo sorriso, a cumprimentar os adeptos. As bancadas responderam em euforia com o nome de “Madiba, Madiba, Madiba”. Foram poucos minutos, mas bem mais emotivos do que o espectáculo de cor e som tinha proporcionado minutos antes.

A cantora colombiana Shakira abriu o espectáculo com o “Waka Waka (This Time for Africa)", a música oficial do evento e o espectáculo prosseguiu depois com aviões, falsos elefantes e muitos efeitos especiais, com imagens dos protagonistas do Mundial a serem projectadas no relvado.

Com o aproximar da hora do jogo, o palco começou a ser transformado para o espectáculo mais esperado. Fábio Cannavro, capitão da selecção italiana, trouxe o ambicionado troféu para junto do relvado. Jimmy Jump, o catalão que ganhou fama por aparecer em eventos desportivos, também fez questão de aparecer, mesmo antes de se ouvirem os hinos da Holanda e da Espanha.
Depois o árbitro Howard Webb apitou e a bola começou a rolar para o verdadeiro espectáculo a noite...
publicado por Vaxko Zakarias às 10:51
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PRONTO! Apesar de se ter apresentado um tanto ou quanto longe dos seus pergaminhos, vergando perante o domínio técnico e territorial da Liga Muçulmana, o Ferroviário de Maputo acabou conquistando o título de campeão de Inverno do Moçambola-2010, que ontem concluiu a primeira volta. Num embate realizado no Estádio da Machava, envolvendo os dois primeiros classificados da prova, a igualdade a zero bola acabou beneficiando os “locomotivas”, que assim continuam com uma vantagem de dois pontos (30-28) sobre os “muçulmanos”, que caso tivessem traduzido em golos o seu domínio e o perfeito futebol que puseram em campo teriam ascendido à liderança.



Numa jornada que conheceu resultados surpreendentes, há a realçar o triunfo do Atlético Muçulmano sobre o Desportivo por uma bola sem resposta, assim como o empate 0-0 no desafio entre Costa do Sol e Vilankulo FC, o mesmo resultado, aliás, verificado no jogo Matchedje-Maxaquene. O Textáfrica esteve em grande no “derby” da zona centro, frente ao Ferroviário da Beira, ganhando por esclarecedores 3-1, enquanto Sporting e HCB de Songo, no Chiveve, empataram 1-1. Outro empate sem golos verificou-se em Nampula, no duelo nortenho entre Ferroviário de Pemba e FC Lichinga.

"LOCOMOTIVA" ESTREMECE

A Liga Muçulmana passou próximo da vitória no embate de ontem, mas foi infeliz nas duas ocasiões em que o ponta-de-lança Maurício apareceu em vantagem sobre a defensiva “locomotiva”, com o mérito a pertencer ao guarda-redes Mohamed, que negou aquilo que seriam golos certos.

Artur Semedo merecia outra sorte neste desafio, pois venceu na táctica e nas oportunidades de golo, com maior domínio de posse de bola e perfeita circulação do esférico. Foram escassas as vezes em que o Ferroviário apareceu em melhores condições de finalizar, senão aquela em que Luís foi pouco inteligente ao dominar o esférico para as mãos de Neco, na recepção ao centro de Mendes, que entrou a substituir Momed Hagy.

O equilíbrio que se registou na primeira parte tinha explicação, em grande medida, na semelhança no sistema táctico com o qual as duas equipas se apresentaram no terreno, ambos privilegiando o 4x4x2. Esta semelhança até chegou a igualar-se na forma de abordagem de jogo, mas a Liga Muçulmana foi gradualmente assumindo o favoritismo dentro das quatro linhas, face à perfeita movimentação dos seus atletas, facto que acabou baralhando, nalguns momentos, a defensiva contrária.

Foi assim que Maurício deu o aviso à navegação, para o grande mérito do “keeper” Mahomed que, vendo-o completamente isolado, fez perfeita leitura à movimentação do pé do atacante e esticou-se para o desvio com um toque subtil para canto, aos 23 minutos. A defensiva “locomotiva” ficou presa, pensando numa posição irregular do avançado que, de trás para a frente, se desmarcou dos “centrais” para receber o passe batido da zona frontal da grande área.

Enquanto as coisas saíam com alguma perfeição para a Liga, o Ferroviário denunciava as suas jogadas e, com o meio-campo pouco flexível face ao desenquadramento de Momed Hagy no seu reaparecimento depois da lesão, as coisas complicaram-se muito mais. A Liga, que se fechava bem na defensiva, fez o maior aproveitamento desses erros para se aproximar ao reduto dos “locomotivas” e estremecer a defensiva, obrigada a ceder vários pontapés de canto, no entanto, mal aproveitados. O lateral esquerdo Mayunda teve algumas subidas de realce pela esquerda e despejos para a área, o que não acontecia do lado contrário, que teve poucas chances de sobressair pelas alas. O lateral direito Zabula ainda tentou, mas sem sucesso.

Mayunda acabou fazendo aquilo que cabia a Vling, que actuava na posição mais adiantada. Mas acabou sendo ele a fomentar mais um lance de perigo, com um centro geométrico para um perfeito desvio de Maurício, no primeiro poste, mas Mohamed voltou a negar que a bola violasse as suas malhas e, com uma palmada, cedeu mais um pontapé de canto, aos 44 minutos.

Com a igualdade, as duas equipas foram ao intervalo e regressaram com o mesmo onze, mas sem soluções precisas. O Ferroviário chamou à atenção o guarda-redes Neco com um tiro bem executado por Momed Hagy a sair ligeiramente alto.

De seguida o esquerdino Michael igualmente encheu o pé, a secundar um remate de Luís sobre o corpo de um adversário, para uma defesa apertada de Neco. A Liga reagiu e, perante a pressão que exercia no esforço de penetrar pela zona frontal, arrancou alguns livres próximo da grande área, mas mal aproveitados. E ia pagar caro se Luís tivesse tido calma na recepção a um passe centrado de Mendes. Até que podia ter atirado de primeira, mas preferiu o domínio (mau), permitindo a intervenção de Neco, já na ponta final da partida.

A equipa de arbitragem, liderada por Samuel Chirindza, não soube, nalgumas vezes, usar a Lei da Vantagem, provocando paragens desnecessárias. Mas foi disciplinarmente excelente e não influenciou no resultado.

FICHA TÉCNICA


Árbitro: Samuel Chirindza, coadjuvado por Arsénio Marrengula e Daniel Viegas. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FEROVIÁRIO
– Mahomed; Zabula, Tony, Jotamo e Michael; Danito Parruque (Imo), Whisky, Ítalo e Momed Hagy (Mendes); Luís e Jerry (Sonito).

LIGA MUÇULMANA – Neco; Cantoná, Narciso, Aguiar e Mayunda (Carlitos); Micas, Paíto, Jumisse e Vling; Nelson (Evans) e Maurício (Silvério).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Whisky, Aguiar e Paíto.

Salvador Nhantumbo
publicado por Vaxko Zakarias às 10:44
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AQUILO que se vem ensaiando dizer há pelo menos dois anos – desde o brilhante título do Euro-2008 – agora pode ser proferido sem qualquer resquício de dúvida ou concessões: a Espanha é a melhor selecção de futebol do mundo. E mais: é de facto a campeã do mundo, o oitavo país na história a conquistar o Campeonato Mundial. A final do África do Sul-2010 fez com que o lotado Soccer City, em Joanesburgo, prendesse a respiração não uma ou duas, mas incontáveis vezes. Noventa minutos não foram o suficiente para decidir qual dos dois, Holanda ou Espanha, se tornaria o mais novo campeão do mundo. Na verdade, faltou pouco para que 120 minutos também não o fossem. Apenas um golo de Andrés Iniesta, a quatro minutos do prolongamento, confirmou a superioridade que os espanhóis mostraram ao longo de quase todo o jogo e coroou definitivamente uma geração que pulverizou um tal “estigma dos quartos-de-final que caracterizava o país até há pouco.



Quem continua, sim, com um estigma desconfortável é a Holanda, que após 14 vitórias consecutivas, entre eliminatórias e Campeonato, caiu mais uma vez na partida decisiva, pela terceira vez na sua história, depois das derrotas frente à Alemanha em 1974 e perante a Argentina em 1978.

PRESSÃO QUE VEM E SAI

A princípio, era como se a Espanha saísse directamente do apito final da sua partida diante da Alemanha para o Soccer City. O mesmo domínio que a “Fúria” exerceu na meia-final apareceu claro e intenso nos primeiros minutos: logo aos cinco, Sérgio Ramos acertou uma cabeçada linda que obrigou Maarten Stekelenburg a uma boa defesa. Em seguida, o mesmo lateral direito invadiu a área e obrigou John Heitinga a afastar na boca da baliza. Mais um minuto e era David Villa a acertar na malha. Pressão, jogo de uma só formação, questão de tempo para o golo sair?

Não exactamente. Porque, afinal, o que estava em jogo não era qualquer coisa, mas um título mundial. Aliás, não só isso, mas essencialmente o lugar dos dois países na história do futebol. E, com um prémio destes, é compreensível que quem acabe tomando conta do ambiente seja o nervosismo. Foram 20 faltas ao longo de todo o primeiro tempo, com cinco cartões amarelos. Entre as divididas e disputas acirradas, sobrou uma breve reacção holandesa nos últimos minutos, quando a equipa chegou a ameaçar a baliza de Iker Casillas, num remate rasteiro de Arjen Robben, já nos descontos da primeira parte.

Veio o segundo tempo e, com ele, uma média aritmética daquilo que aconteceu no primeiro: se, por um lado, o clima seguia tenso – com mais oito cartões amarelos no total, além de um vermelho, chegando ao recorde de dez numa final do Campeonato do Mundo, superando os seis de 1986 –, por outro, também a Espanha dominava a posse de bola e aparentava estar mais perto de marcar. A principal diferença é que o contra golpe da Holanda, o motor da grande campanha recente do país, começou a funcionar.

O exemplo mais claro foi a ocasião em que Robben aproveitou um tremendo buraco na defesa aos 16 minutos, recebeu passe de Wesley Sneijder e apareceu frente-a-frente com Casillas. O guarda-redes do Real Madrid esperou até ao último minuto para sair e impediu o tento com as pernas. Embora quem tenha passado a criar mais e mais oportunidades tenha sido a Espanha, o recado estava dado.

NERVOS E A CARTADA FINAL

Mesmo as alterações que Bert van Marwijk e Vicente del Bosque fizeram ao longo do segundo tempo tinham menos o risco de tentar mudar demais o jogo do que apenas a reposição de peças por outras similares, mas mais descansadas. Foi assim para a Holanda, com Eljero Elia no lugar de Dirk Kuyt, e também com os espanhóis, que trocaram Pedro por Jesús Navas e Xabi Alonso por Cesc Fàbregas. Até o fim dos 90 minutos, a história foi a mesma, com a Espanha a aproximar-se perigosamente, como nas situações claras de David Villa – salva por Heitinga à frente da baliza – e um cabeceamento de Sérgio Ramos, livre na pequena área.

Noventa minutos não foram o bastante para destilar tanto nervosismo. Pela sexta vez na história, a final do Mundial precisava da prolongamento. E, então, era como se o desafio começasse outra vez. A partida em que a Espanha resolvia controlar o jogo e decidi-lo à sua maneira. Que foi o que quase aconteceu com Andrés Iniesta, livre na cara do guarda-redes. O espanhol avançou, demorou a chutar e foi desarmado. Em seguida, Jesús Navas assustou a massa holandesa que ocupou boa parte do Soccer City, com um remate desviado que bateu na rede pelo lado de fora.

Era uma pressão que já não pararia mais, e que só se intensificou quando Heitinga recebeu o seu segundo amarelo aos quatro minutos do segundo tempo. De alguma forma, o golo precisava sair. Foram precisos, no total, 116 minutos, mas enfim a Espanha matadora apareceu. Andrés Iniesta, que tantas vezes tivera chances de invadir a área holandesa sem poder concluir, recebeu um passe perfeito de Fàbregas, que não deixava outra opção além da bomba cruzada que bateu Stekelenburg.
publicado por Vaxko Zakarias às 10:32
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TRÊS atletas das modalidades de atletismo, natação e judo bme como os respectivos técnicos seguiram viagem ontem com destino à cidade de Rabat, em Marrocos, que de amanhã até domingo vai acolher a primeira edição dos Jogos Africanos da Juventude, que surgem para proporcionar aos atletas do continente a preparação para os Jogos Olímpicos da Juventude. Trata-se de Sílvia Panguana, Jéssica Stagno e Evaristo Abreu, que se despediram sexta-feira no Comité Olímpico de Moçambique, perante o seu presidente, Marcelino Macome.



Estes jogos têm como principal objectivo a amizade e fraternidade entre os atletas em preparação dos Jogos Olímpicos da Juventude a realizarem-se em Singapura em Agosto. O Comité Olímpico Internacional achou por bem que, antes se irmos à competição olímpica tínhamos que passar por uma prova continental, daí que a vossa missão, nestes Jogos, deve ser a melhoria das vossas marcas”, disse Macome.

Segundo ele, há uma orientação do Governo de que o país deve sair desta situação em que não tem atletas com mínimos olímpicos, atendendo que Moçambique participa nestes Jogos da Juventude no âmbito da Solidariedade Olímpica, que defende a representatividade de todos os países.

Já tivemos bons atletas e não se justifica que continuemos a depender da Solidariedade Olímpica”, frisou, apontando implicitamente o facto de, depois de Lurdes Mutola, o país apenas ter conseguido apurar um atleta (Kurt Couto) com mínimos para os Jogos Olímpicos.

Macome disse ainda que os Jogos da Juventude marcam também a preparação para os Jogos da Commonwealth, que também se realizam este ano.
publicado por Vaxko Zakarias às 10:05
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FOI bonita à festa de encerramento do Campeonato do Mundo. Uma festa com muita luz e ritmos africanos, abrilhantada pela presença de Nelson Mandela, símbolo máximo do país, que por momentos silenciou as vuvuzelas e levou os noventa mil adeptos presentes no Soccer City a chamar por “Madiba”, como o antigo presidente é tratado de forma carinhosa pelos seus conterrâneos.



A presença do histórico líder africano foi uma dúvida até poucos minutos antes do início da cerimónia, mas acabou por se tornar num dos pontos altos da noite. Mandela surgiu num veículo móvel, acompanhado pela sua mulher, Graça Machel, deu uma volta pelo relvado, com um largo sorriso, a cumprimentar os adeptos. As bancadas responderam em euforia com o nome de “Madiba, Madiba, Madiba”. Foram poucos minutos, mas bem mais emotivos do que o espectáculo de cor e som tinha proporcionado minutos antes.

A cantora colombiana Shakira abriu o espectáculo com o “Waka Waka (This Time for Africa)", a música oficial do evento e o espectáculo prosseguiu depois com aviões, falsos elefantes e muitos efeitos especiais, com imagens dos protagonistas do Mundial a serem projectadas no relvado.

Com o aproximar da hora do jogo, o palco começou a ser transformado para o espectáculo mais esperado. Fábio Cannavro, capitão da selecção italiana, trouxe o ambicionado troféu para junto do relvado. Jimmy Jump, o catalão que ganhou fama por aparecer em eventos desportivos, também fez questão de aparecer, mesmo antes de se ouvirem os hinos da Holanda e da Espanha.
Depois o árbitro Howard Webb apitou e a bola começou a rolar para o verdadeiro espectáculo a noite...
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:53
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PRONTO! Apesar de se ter apresentado um tanto ou quanto longe dos seus pergaminhos, vergando perante o domínio técnico e territorial da Liga Muçulmana, o Ferroviário de Maputo acabou conquistando o título de campeão de Inverno do Moçambola-2010, que ontem concluiu a primeira volta. Num embate realizado no Estádio da Machava, envolvendo os dois primeiros classificados da prova, a igualdade a zero bola acabou beneficiando os “locomotivas”, que assim continuam com uma vantagem de dois pontos (30-28) sobre os “muçulmanos”, que caso tivessem traduzido em golos o seu domínio e o perfeito futebol que puseram em campo teriam ascendido à liderança.



Numa jornada que conheceu resultados surpreendentes, há a realçar o triunfo do Atlético Muçulmano sobre o Desportivo por uma bola sem resposta, assim como o empate 0-0 no desafio entre Costa do Sol e Vilankulo FC, o mesmo resultado, aliás, verificado no jogo Matchedje-Maxaquene. O Textáfrica esteve em grande no “derby” da zona centro, frente ao Ferroviário da Beira, ganhando por esclarecedores 3-1, enquanto Sporting e HCB de Songo, no Chiveve, empataram 1-1. Outro empate sem golos verificou-se em Nampula, no duelo nortenho entre Ferroviário de Pemba e FC Lichinga.

"LOCOMOTIVA" ESTREMECE

A Liga Muçulmana passou próximo da vitória no embate de ontem, mas foi infeliz nas duas ocasiões em que o ponta-de-lança Maurício apareceu em vantagem sobre a defensiva “locomotiva”, com o mérito a pertencer ao guarda-redes Mohamed, que negou aquilo que seriam golos certos.

Artur Semedo merecia outra sorte neste desafio, pois venceu na táctica e nas oportunidades de golo, com maior domínio de posse de bola e perfeita circulação do esférico. Foram escassas as vezes em que o Ferroviário apareceu em melhores condições de finalizar, senão aquela em que Luís foi pouco inteligente ao dominar o esférico para as mãos de Neco, na recepção ao centro de Mendes, que entrou a substituir Momed Hagy.

O equilíbrio que se registou na primeira parte tinha explicação, em grande medida, na semelhança no sistema táctico com o qual as duas equipas se apresentaram no terreno, ambos privilegiando o 4x4x2. Esta semelhança até chegou a igualar-se na forma de abordagem de jogo, mas a Liga Muçulmana foi gradualmente assumindo o favoritismo dentro das quatro linhas, face à perfeita movimentação dos seus atletas, facto que acabou baralhando, nalguns momentos, a defensiva contrária.

Foi assim que Maurício deu o aviso à navegação, para o grande mérito do “keeper” Mahomed que, vendo-o completamente isolado, fez perfeita leitura à movimentação do pé do atacante e esticou-se para o desvio com um toque subtil para canto, aos 23 minutos. A defensiva “locomotiva” ficou presa, pensando numa posição irregular do avançado que, de trás para a frente, se desmarcou dos “centrais” para receber o passe batido da zona frontal da grande área.

Enquanto as coisas saíam com alguma perfeição para a Liga, o Ferroviário denunciava as suas jogadas e, com o meio-campo pouco flexível face ao desenquadramento de Momed Hagy no seu reaparecimento depois da lesão, as coisas complicaram-se muito mais. A Liga, que se fechava bem na defensiva, fez o maior aproveitamento desses erros para se aproximar ao reduto dos “locomotivas” e estremecer a defensiva, obrigada a ceder vários pontapés de canto, no entanto, mal aproveitados. O lateral esquerdo Mayunda teve algumas subidas de realce pela esquerda e despejos para a área, o que não acontecia do lado contrário, que teve poucas chances de sobressair pelas alas. O lateral direito Zabula ainda tentou, mas sem sucesso.

Mayunda acabou fazendo aquilo que cabia a Vling, que actuava na posição mais adiantada. Mas acabou sendo ele a fomentar mais um lance de perigo, com um centro geométrico para um perfeito desvio de Maurício, no primeiro poste, mas Mohamed voltou a negar que a bola violasse as suas malhas e, com uma palmada, cedeu mais um pontapé de canto, aos 44 minutos.

Com a igualdade, as duas equipas foram ao intervalo e regressaram com o mesmo onze, mas sem soluções precisas. O Ferroviário chamou à atenção o guarda-redes Neco com um tiro bem executado por Momed Hagy a sair ligeiramente alto.

De seguida o esquerdino Michael igualmente encheu o pé, a secundar um remate de Luís sobre o corpo de um adversário, para uma defesa apertada de Neco. A Liga reagiu e, perante a pressão que exercia no esforço de penetrar pela zona frontal, arrancou alguns livres próximo da grande área, mas mal aproveitados. E ia pagar caro se Luís tivesse tido calma na recepção a um passe centrado de Mendes. Até que podia ter atirado de primeira, mas preferiu o domínio (mau), permitindo a intervenção de Neco, já na ponta final da partida.

A equipa de arbitragem, liderada por Samuel Chirindza, não soube, nalgumas vezes, usar a Lei da Vantagem, provocando paragens desnecessárias. Mas foi disciplinarmente excelente e não influenciou no resultado.

FICHA TÉCNICA


Árbitro: Samuel Chirindza, coadjuvado por Arsénio Marrengula e Daniel Viegas. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FEROVIÁRIO
– Mahomed; Zabula, Tony, Jotamo e Michael; Danito Parruque (Imo), Whisky, Ítalo e Momed Hagy (Mendes); Luís e Jerry (Sonito).

LIGA MUÇULMANA – Neco; Cantoná, Narciso, Aguiar e Mayunda (Carlitos); Micas, Paíto, Jumisse e Vling; Nelson (Evans) e Maurício (Silvério).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Whisky, Aguiar e Paíto.

Salvador Nhantumbo
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:49
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MJD e FMF voltaram a reunir ontem e anunciou-se o consenso

O País” está na posse do polémico contrato de Mart Nooij e da contraproposta do mesmo feita pelo representante do técnico holandês, Bert Sonnesrein. E revela os pontos de divergência...

Mart Nooij já não foge, apesar da divergência criada. O treinador holandês terá garantido ao seu representante que irá chegar a Maputo na próxima semana, porém, não especificando o dia. A decisão de vir a Maputo foi forçada pelo ultimato dado pelo Governo e pela Federação Moçambicana de Futebol, após uma reunião de emergência havida na última quarta-feira, convocada pelo ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano. Os dois organismos ameaçaram romper o contrato, caso Mart não se apresentasse para a assinatura do contrato, num espaço de 15 dias, a partir de última quarta-feira.

Ontem, o Ministério da Juventude e Desportos e a Federação Moçambicana de Futebol reuniram-se com o agente de Mart Nooij, o holandês Bert Sonnesrein, radicado em Moçambique há mais de uma década. Mas vamos ao que importa: as divergências.

Na verdade, não é muita coisa que criava alarido. Analisado o contrato elaborado pelo contratante (Federação Moçambicana de Futebol) e a proposta de rectificações feita por Bert Sonnesrein, conclui-se que as divergências derivam de más interpretações, pequenas armadilhas no contrato e algumas manobras da parte do contratado, sem excluir os erros e lapsos no mesmo documento. Ora vejamos:

I. Erro da data do início do contrato

O contrato – de prestação de serviço individual – estipula, no artigo 2 (vigência), que o mesmo (contrato) é celebrado pelo período que decorre de 1 de Agosto de 2010 a 30 de Julho de 2014, dependendo, porém, de algumas condições de validade que a seguir abordaremos. Na verdade, a vigência do contrato deveria ter iniciado a 1 de Julho e não Agosto, conforme erradamente está estipulado. A FMF assume que se tratou, de facto, de um erro de quem redigiu o mesmo documento. 1 de Julho era a data da entrada em vigor do contrato.

O representante do treinador “agarrou-se” ao erro para argumentar que mart Nooij ainda estava dentro do período estipulado pela FMF para a entrada em vigor do contrato. Só que na proposta de rectificações ao contrato que endereçou à FMF, Sonnesrein colocou, por erro, 1 de Junho – ainda não havia acordo – como data do início da vigência e não 1 de Julho, conforme ele próprio reconheceu que era a data acordada pelas partes.

II. Desentendimento nos objectivos

De acordo com o mesmo artigo (2), no número 1, a validade do contrato de Mart Nooij depende das seguintes condições (objectivos):

a) qualificação para o CAN 2012;

b) qualificação para o CAN Interno 2013;

c) qualificação para o CAN 2014 e passar a primeira fase;

d) qualificação para o mundial 2014.

Ora, o representante de Mart entende que não faz sentido incluir “a qualificação para 2013” e “passar a primeira fase do CAN 2014” como condições para a validade do contrato. É daí que propôs a remoção dessas duas condições, além do número 2, do mesmo artigo, que determinava que “Se, no entanto, não se conseguir o objectivo previsto em qualquer das alíneas do ponto anterior, a FMF usará da prerrogativa de terminar o contrato imediatamente após o último jogo da fase de grupos. Neste cenário, não haverá qualquer indemnização”.

Lázaro Mabunda
publicado por Vaxko Zakarias às 09:45
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Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana defrontam-se domingo.

Locomotivas” de Maputo medem forças com a Liga Muçulmana, seu vice na liderança da tabela classificativa, no jogo de cartaz deste fim-de-semana.

O o actual líder do Moçambola, Ferroviário de Maputo, pode dilatar a vantagem sobre o seu perseguidor mais directo, Liga Muçulmana, caso vença domingo no Estádio da Machava. Trata-se de um duelo desportivo infernal entre os “locomotivas” e os “muçulmanos”, mas igualmente um duelo de canudos, pois em campo estarão dois dos mais qualificados treinadores da praça, já que Chiquinho Conde e Artur Semedo são, ambos, técnicos com o IV Nível. Mais ainda, em confronto estarão as equipas com melhor gráfico de produção, com vantagem para os “locomotivas”, líder com 29 pontos, 26 golos marcados e oito sofridos. A liga conta com 27 pontos consubstanciados em 23 tentos marcados e sete golos sofridos.

Os também bem posicionados HCB de Songo e Maxaquene estarão nesta jornada 13, a última da primeira volta do Campeonato Nacional de Futebol, vulgo Moçambola-2010, sob fogo cruzado, quando defrontarem o Sporting da Beira e o Matchedje, respectivamente.

Os “alvi-negros”, que estreiam o regressado treinador Uzaras Mahomed, recebem o Atlético Muçulmano, agora sob comando técnico de Garrincha que, curiosamente, regressou a casa. O Textáfrica terá a visita do Ferroviário da Beira. Finalmente, o Costa do Sol será o anfitrião no confronto com Vilankulo FC, enquanto o Ferroviário de Pemba descola-se a Nampula para receber, em casa emprestada, o FC de Lichinga.


Crescêncio José
publicado por Vaxko Zakarias às 09:39
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AQUILO que se vem ensaiando dizer há pelo menos dois anos – desde o brilhante título do Euro-2008 – agora pode ser proferido sem qualquer resquício de dúvida ou concessões: a Espanha é a melhor selecção de futebol do mundo. E mais: é de facto a campeã do mundo, o oitavo país na história a conquistar o Campeonato Mundial. A final do África do Sul-2010 fez com que o lotado Soccer City, em Joanesburgo, prendesse a respiração não uma ou duas, mas incontáveis vezes. Noventa minutos não foram o suficiente para decidir qual dos dois, Holanda ou Espanha, se tornaria o mais novo campeão do mundo. Na verdade, faltou pouco para que 120 minutos também não o fossem. Apenas um golo de Andrés Iniesta, a quatro minutos do prolongamento, confirmou a superioridade que os espanhóis mostraram ao longo de quase todo o jogo e coroou definitivamente uma geração que pulverizou um tal “estigma dos quartos-de-final que caracterizava o país até há pouco.



Quem continua, sim, com um estigma desconfortável é a Holanda, que após 14 vitórias consecutivas, entre eliminatórias e Campeonato, caiu mais uma vez na partida decisiva, pela terceira vez na sua história, depois das derrotas frente à Alemanha em 1974 e perante a Argentina em 1978.

PRESSÃO QUE VEM E SAI

A princípio, era como se a Espanha saísse directamente do apito final da sua partida diante da Alemanha para o Soccer City. O mesmo domínio que a “Fúria” exerceu na meia-final apareceu claro e intenso nos primeiros minutos: logo aos cinco, Sérgio Ramos acertou uma cabeçada linda que obrigou Maarten Stekelenburg a uma boa defesa. Em seguida, o mesmo lateral direito invadiu a área e obrigou John Heitinga a afastar na boca da baliza. Mais um minuto e era David Villa a acertar na malha. Pressão, jogo de uma só formação, questão de tempo para o golo sair?

Não exactamente. Porque, afinal, o que estava em jogo não era qualquer coisa, mas um título mundial. Aliás, não só isso, mas essencialmente o lugar dos dois países na história do futebol. E, com um prémio destes, é compreensível que quem acabe tomando conta do ambiente seja o nervosismo. Foram 20 faltas ao longo de todo o primeiro tempo, com cinco cartões amarelos. Entre as divididas e disputas acirradas, sobrou uma breve reacção holandesa nos últimos minutos, quando a equipa chegou a ameaçar a baliza de Iker Casillas, num remate rasteiro de Arjen Robben, já nos descontos da primeira parte.

Veio o segundo tempo e, com ele, uma média aritmética daquilo que aconteceu no primeiro: se, por um lado, o clima seguia tenso – com mais oito cartões amarelos no total, além de um vermelho, chegando ao recorde de dez numa final do Campeonato do Mundo, superando os seis de 1986 –, por outro, também a Espanha dominava a posse de bola e aparentava estar mais perto de marcar. A principal diferença é que o contra golpe da Holanda, o motor da grande campanha recente do país, começou a funcionar.

O exemplo mais claro foi a ocasião em que Robben aproveitou um tremendo buraco na defesa aos 16 minutos, recebeu passe de Wesley Sneijder e apareceu frente-a-frente com Casillas. O guarda-redes do Real Madrid esperou até ao último minuto para sair e impediu o tento com as pernas. Embora quem tenha passado a criar mais e mais oportunidades tenha sido a Espanha, o recado estava dado.

NERVOS E A CARTADA FINAL

Mesmo as alterações que Bert van Marwijk e Vicente del Bosque fizeram ao longo do segundo tempo tinham menos o risco de tentar mudar demais o jogo do que apenas a reposição de peças por outras similares, mas mais descansadas. Foi assim para a Holanda, com Eljero Elia no lugar de Dirk Kuyt, e também com os espanhóis, que trocaram Pedro por Jesús Navas e Xabi Alonso por Cesc Fàbregas. Até o fim dos 90 minutos, a história foi a mesma, com a Espanha a aproximar-se perigosamente, como nas situações claras de David Villa – salva por Heitinga à frente da baliza – e um cabeceamento de Sérgio Ramos, livre na pequena área.

Noventa minutos não foram o bastante para destilar tanto nervosismo. Pela sexta vez na história, a final do Mundial precisava da prolongamento. E, então, era como se o desafio começasse outra vez. A partida em que a Espanha resolvia controlar o jogo e decidi-lo à sua maneira. Que foi o que quase aconteceu com Andrés Iniesta, livre na cara do guarda-redes. O espanhol avançou, demorou a chutar e foi desarmado. Em seguida, Jesús Navas assustou a massa holandesa que ocupou boa parte do Soccer City, com um remate desviado que bateu na rede pelo lado de fora.

Era uma pressão que já não pararia mais, e que só se intensificou quando Heitinga recebeu o seu segundo amarelo aos quatro minutos do segundo tempo. De alguma forma, o golo precisava sair. Foram precisos, no total, 116 minutos, mas enfim a Espanha matadora apareceu. Andrés Iniesta, que tantas vezes tivera chances de invadir a área holandesa sem poder concluir, recebeu um passe perfeito de Fàbregas, que não deixava outra opção além da bomba cruzada que bateu Stekelenburg.
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:34
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TRÊS atletas das modalidades de atletismo, natação e judo bme como os respectivos técnicos seguiram viagem ontem com destino à cidade de Rabat, em Marrocos, que de amanhã até domingo vai acolher a primeira edição dos Jogos Africanos da Juventude, que surgem para proporcionar aos atletas do continente a preparação para os Jogos Olímpicos da Juventude. Trata-se de Sílvia Panguana, Jéssica Stagno e Evaristo Abreu, que se despediram sexta-feira no Comité Olímpico de Moçambique, perante o seu presidente, Marcelino Macome.



Estes jogos têm como principal objectivo a amizade e fraternidade entre os atletas em preparação dos Jogos Olímpicos da Juventude a realizarem-se em Singapura em Agosto. O Comité Olímpico Internacional achou por bem que, antes se irmos à competição olímpica tínhamos que passar por uma prova continental, daí que a vossa missão, nestes Jogos, deve ser a melhoria das vossas marcas”, disse Macome.

Segundo ele, há uma orientação do Governo de que o país deve sair desta situação em que não tem atletas com mínimos olímpicos, atendendo que Moçambique participa nestes Jogos da Juventude no âmbito da Solidariedade Olímpica, que defende a representatividade de todos os países.

Já tivemos bons atletas e não se justifica que continuemos a depender da Solidariedade Olímpica”, frisou, apontando implicitamente o facto de, depois de Lurdes Mutola, o país apenas ter conseguido apurar um atleta (Kurt Couto) com mínimos para os Jogos Olímpicos.

Macome disse ainda que os Jogos da Juventude marcam também a preparação para os Jogos da Commonwealth, que também se realizam este ano.
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 09:26
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MJD e FMF voltaram a reunir ontem e anunciou-se o consenso

O País” está na posse do polémico contrato de Mart Nooij e da contraproposta do mesmo feita pelo representante do técnico holandês, Bert Sonnesrein. E revela os pontos de divergência...

Mart Nooij já não foge, apesar da divergência criada. O treinador holandês terá garantido ao seu representante que irá chegar a Maputo na próxima semana, porém, não especificando o dia. A decisão de vir a Maputo foi forçada pelo ultimato dado pelo Governo e pela Federação Moçambicana de Futebol, após uma reunião de emergência havida na última quarta-feira, convocada pelo ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano. Os dois organismos ameaçaram romper o contrato, caso Mart não se apresentasse para a assinatura do contrato, num espaço de 15 dias, a partir de última quarta-feira.

Ontem, o Ministério da Juventude e Desportos e a Federação Moçambicana de Futebol reuniram-se com o agente de Mart Nooij, o holandês Bert Sonnesrein, radicado em Moçambique há mais de uma década. Mas vamos ao que importa: as divergências.

Na verdade, não é muita coisa que criava alarido. Analisado o contrato elaborado pelo contratante (Federação Moçambicana de Futebol) e a proposta de rectificações feita por Bert Sonnesrein, conclui-se que as divergências derivam de más interpretações, pequenas armadilhas no contrato e algumas manobras da parte do contratado, sem excluir os erros e lapsos no mesmo documento. Ora vejamos:

I. Erro da data do início do contrato

O contrato – de prestação de serviço individual – estipula, no artigo 2 (vigência), que o mesmo (contrato) é celebrado pelo período que decorre de 1 de Agosto de 2010 a 30 de Julho de 2014, dependendo, porém, de algumas condições de validade que a seguir abordaremos. Na verdade, a vigência do contrato deveria ter iniciado a 1 de Julho e não Agosto, conforme erradamente está estipulado. A FMF assume que se tratou, de facto, de um erro de quem redigiu o mesmo documento. 1 de Julho era a data da entrada em vigor do contrato.

O representante do treinador “agarrou-se” ao erro para argumentar que mart Nooij ainda estava dentro do período estipulado pela FMF para a entrada em vigor do contrato. Só que na proposta de rectificações ao contrato que endereçou à FMF, Sonnesrein colocou, por erro, 1 de Junho – ainda não havia acordo – como data do início da vigência e não 1 de Julho, conforme ele próprio reconheceu que era a data acordada pelas partes.

II. Desentendimento nos objectivos

De acordo com o mesmo artigo (2), no número 1, a validade do contrato de Mart Nooij depende das seguintes condições (objectivos):

a) qualificação para o CAN 2012;

b) qualificação para o CAN Interno 2013;

c) qualificação para o CAN 2014 e passar a primeira fase;

d) qualificação para o mundial 2014.

Ora, o representante de Mart entende que não faz sentido incluir “a qualificação para 2013” e “passar a primeira fase do CAN 2014” como condições para a validade do contrato. É daí que propôs a remoção dessas duas condições, além do número 2, do mesmo artigo, que determinava que “Se, no entanto, não se conseguir o objectivo previsto em qualquer das alíneas do ponto anterior, a FMF usará da prerrogativa de terminar o contrato imediatamente após o último jogo da fase de grupos. Neste cenário, não haverá qualquer indemnização”.

Lázaro Mabunda
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 08:50
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Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana defrontam-se domingo.

Locomotivas” de Maputo medem forças com a Liga Muçulmana, seu vice na liderança da tabela classificativa, no jogo de cartaz deste fim-de-semana.

O o actual líder do Moçambola, Ferroviário de Maputo, pode dilatar a vantagem sobre o seu perseguidor mais directo, Liga Muçulmana, caso vença domingo no Estádio da Machava. Trata-se de um duelo desportivo infernal entre os “locomotivas” e os “muçulmanos”, mas igualmente um duelo de canudos, pois em campo estarão dois dos mais qualificados treinadores da praça, já que Chiquinho Conde e Artur Semedo são, ambos, técnicos com o IV Nível. Mais ainda, em confronto estarão as equipas com melhor gráfico de produção, com vantagem para os “locomotivas”, líder com 29 pontos, 26 golos marcados e oito sofridos. A liga conta com 27 pontos consubstanciados em 23 tentos marcados e sete golos sofridos.

Os também bem posicionados HCB de Songo e Maxaquene estarão nesta jornada 13, a última da primeira volta do Campeonato Nacional de Futebol, vulgo Moçambola-2010, sob fogo cruzado, quando defrontarem o Sporting da Beira e o Matchedje, respectivamente.

Os “alvi-negros”, que estreiam o regressado treinador Uzaras Mahomed, recebem o Atlético Muçulmano, agora sob comando técnico de Garrincha que, curiosamente, regressou a casa. O Textáfrica terá a visita do Ferroviário da Beira. Finalmente, o Costa do Sol será o anfitrião no confronto com Vilankulo FC, enquanto o Ferroviário de Pemba descola-se a Nampula para receber, em casa emprestada, o FC de Lichinga.


Crescêncio José
 
Fonte:O Pais
publicado por Vaxko Zakarias às 08:42
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