Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 08 DE Janeiro 2010

A SELECÇÃO Nacional de Futebol desembarca esta tarde em Benguela, cidade-sede do Grupo “C” da 27ª edição do Campeonato Africano das Nações, que se inicia já no domingo, no Estádio 11 de Novembro, em Luanda.

Os “Mambas”, que durante duas semanas realizaram um estágio em Bloemfontein, pernoitaram ontem em Joanesburgo, tendo jantado com o Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana, que se deslocou àquela cidade com a finalidade de se despedir da equipa e, ao mesmo tempo, entregar-lhes a mensagem endereçada pelo Presidente da República, Armando Guebuza.

Ao princípio desta tarde e logo após o desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, na capital angolana, a turma moçambicana seguiu para Benguela, onde na próxima terça-feira inicia a sua participação na prova, defrontando o Benin.

Ao longo do seu estágio, que principiou no dia 7 de Dezembro, na vila do Songo, em Tete, terminando em Bloemfontein, os “Mambas” efectuaram quatro partidas contra três selecções igualmente apuradas para o CAN, designadamente Malawi, Zâmbia e Gabão, tendo perdido em todas as ocasiões.

Nos primeiros três encontros, a derrota foi pela mesma marca de uma bola sem resposta e, no último embate, quarta-feira, diante dos gaboneses, o resultado foi de 2-0, com o primeiro tento da autoria de Fanuel, na própria baliza, e o segundo na sequência de uma grande penalidade provocada por Dário Khan.

Apesar destes desaires, o ambiente na equipa é óptimo, notando-se uma grande confiança na realização de um campeonato à altura dos pergaminhos dos jogadores que hoje constituem a selecção.

Entretanto, no prosseguimento da apresentação das formações participantes neste CAN, hoje desfilam os integrantes do Grupo “B”, com sede em Cabinda, designadamente Costa do Marfim, Gana, Burkina Faso e Togo. Apresentamos, igualmente, a selecção da Argélia, que faz parte do Grupo “A”, juntamente com Angola, Mali e Malawi, em virtude de não termos tido espaço na nossa edição de ontem.
publicado por Vaxko Zakarias às 14:01
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A SELECÇÃO Nacional de Futebol desembarca esta tarde em Benguela, cidade-sede do Grupo “C” da 27ª edição do Campeonato Africano das Nações, que se inicia já no domingo, no Estádio 11 de Novembro, em Luanda.

Os “Mambas”, que durante duas semanas realizaram um estágio em Bloemfontein, pernoitaram ontem em Joanesburgo, tendo jantado com o Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana, que se deslocou àquela cidade com a finalidade de se despedir da equipa e, ao mesmo tempo, entregar-lhes a mensagem endereçada pelo Presidente da República, Armando Guebuza.

Ao princípio desta tarde e logo após o desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, na capital angolana, a turma moçambicana seguiu para Benguela, onde na próxima terça-feira inicia a sua participação na prova, defrontando o Benin.

Ao longo do seu estágio, que principiou no dia 7 de Dezembro, na vila do Songo, em Tete, terminando em Bloemfontein, os “Mambas” efectuaram quatro partidas contra três selecções igualmente apuradas para o CAN, designadamente Malawi, Zâmbia e Gabão, tendo perdido em todas as ocasiões.

Nos primeiros três encontros, a derrota foi pela mesma marca de uma bola sem resposta e, no último embate, quarta-feira, diante dos gaboneses, o resultado foi de 2-0, com o primeiro tento da autoria de Fanuel, na própria baliza, e o segundo na sequência de uma grande penalidade provocada por Dário Khan.

Apesar destes desaires, o ambiente na equipa é óptimo, notando-se uma grande confiança na realização de um campeonato à altura dos pergaminhos dos jogadores que hoje constituem a selecção.

Entretanto, no prosseguimento da apresentação das formações participantes neste CAN, hoje desfilam os integrantes do Grupo “B”, com sede em Cabinda, designadamente Costa do Marfim, Gana, Burkina Faso e Togo. Apresentamos, igualmente, a selecção da Argélia, que faz parte do Grupo “A”, juntamente com Angola, Mali e Malawi, em virtude de não termos tido espaço na nossa edição de ontem.
publicado por Vaxko Zakarias às 14:01
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ÚLTIMA selecção africana a apurar-se para o Mundial, porque teve de jogar um “play-off” com o Egipto, a Argélia desde muito cedo carimbara no entanto o passaporte para Angola.

As “Raposas do Deserto” chegam ao CAN-2010 com um título continental e duas presenças (consecutivas) no Campeonato do Mundo. Mas também com a fresca referência de terem “tirado” do Mundial o campeão e “papão” dos títulos em África.

No Continente africano, o seu “ano dourado” foi 1990, quando organizou e ganhou, de forma categórica, o seu primeiro e único título continental. Com uma equipa onde pontificavam Djamel Menad e Rabah Madjer. Os anfitriões começaram a prova com uma goleada sobre a Nigéria de 5-1, o mesmo adversário que bateram na final por 1-0 num percurso em que foram invictos. Na altura a fase final era disputada por oito selecções.

O seu poderio ficou sublinhado com o título de melhor marcador (Menad, com quatro golos) e seis jogadores na “equipa ideal” do torneio.

A nível do Campeonato do Mundo, as “Raposas” foram muito bem sucedidas na estreia, Espanha-82. No primeiro jogo da sua história “escandalizaram” o mundo do futebol com vitória sobre a poderosa Alemanha, por 2-1, o que permitiu embalarem para a fase seguinte. Na edição seguinte (México-86), porém, após apuramento consecutivo para um Mundial, regressaram à casa após a primeira fase.

A Argélia falhou a qualificação nas últimas duas edições do CAN (Egipto-2006 e Ghana-2008). Na sua última participação, em 2004, foi afastada nos quartos-de-final pela selecção de Marrocos.

Quando prepara a sua 14ª participação num CAN, a selecção argelina amealhou já um primeiro lugar, foi uma vez finalista (1980, derrotada pela Nigéria), duas vezes terceira (1984 e 1988) e chegou aos quartos-de-final em 1996 (eliminada pela África do Sul), 2000 (batida pelos Camarões) e em 2004 (superada pelo Marrocos).

Contudo, o seu percurso actual indicia regresso aos seus “altos voos”, tendo como principal “cartão de visitas” a eliminação do Egipto do primeiro Campeonato do Mundo no Continente Africano.

Neste momento a Argélia ocupa o 26º lugar no ranking da FIFA e é a quinta melhor selecção em África, apenas superada pelos Camarões, Costa do Marfim e Egipto.

Sob orientação de um compatriota, Rabah Saadane, a equipa das “Raposas do Deserto” tem como referências os melhores marcadores do conjunto Karim Ziami, Rakif Saifi e Antar Yahia, com três golos cada, e Rafik Djebbour, Abdelkader Ghezzal (2), Nadir Blhadj, Yazid Mansouri, Lounes Gaouaoui e Kaled Lemmouchia.

O recorde de internacionalizações é pertença de Mahieddine Meftah (107 jogos) e o melhor marcador de todos os tempos é Abdelhafid Tasfaout (35 golos).

Para chegar ao CAN-2010, a Argélia venceu o seu grupo de qualificação com 16 pontos em sete encontros (o último foi de desempate para desfazer a igualdade com o Egipto), com cinco vitórias, um empate e uma derrota. Marcou 10 golos e consentiu quatro, deixando para o segundo plano o detentor do troféu, Egipto, que terminou com 13 pontos, nove golos marcados e cinco sofridos.

A Zâmbia (cinco pontos) foi terceira e completou o trio de representantes do grupo na competição de Angola, relegando para último o Ruanda, que amealhou apenas dois pontos.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:54
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ÚLTIMA selecção africana a apurar-se para o Mundial, porque teve de jogar um “play-off” com o Egipto, a Argélia desde muito cedo carimbara no entanto o passaporte para Angola.

As “Raposas do Deserto” chegam ao CAN-2010 com um título continental e duas presenças (consecutivas) no Campeonato do Mundo. Mas também com a fresca referência de terem “tirado” do Mundial o campeão e “papão” dos títulos em África.

No Continente africano, o seu “ano dourado” foi 1990, quando organizou e ganhou, de forma categórica, o seu primeiro e único título continental. Com uma equipa onde pontificavam Djamel Menad e Rabah Madjer. Os anfitriões começaram a prova com uma goleada sobre a Nigéria de 5-1, o mesmo adversário que bateram na final por 1-0 num percurso em que foram invictos. Na altura a fase final era disputada por oito selecções.

O seu poderio ficou sublinhado com o título de melhor marcador (Menad, com quatro golos) e seis jogadores na “equipa ideal” do torneio.

A nível do Campeonato do Mundo, as “Raposas” foram muito bem sucedidas na estreia, Espanha-82. No primeiro jogo da sua história “escandalizaram” o mundo do futebol com vitória sobre a poderosa Alemanha, por 2-1, o que permitiu embalarem para a fase seguinte. Na edição seguinte (México-86), porém, após apuramento consecutivo para um Mundial, regressaram à casa após a primeira fase.

A Argélia falhou a qualificação nas últimas duas edições do CAN (Egipto-2006 e Ghana-2008). Na sua última participação, em 2004, foi afastada nos quartos-de-final pela selecção de Marrocos.

Quando prepara a sua 14ª participação num CAN, a selecção argelina amealhou já um primeiro lugar, foi uma vez finalista (1980, derrotada pela Nigéria), duas vezes terceira (1984 e 1988) e chegou aos quartos-de-final em 1996 (eliminada pela África do Sul), 2000 (batida pelos Camarões) e em 2004 (superada pelo Marrocos).

Contudo, o seu percurso actual indicia regresso aos seus “altos voos”, tendo como principal “cartão de visitas” a eliminação do Egipto do primeiro Campeonato do Mundo no Continente Africano.

Neste momento a Argélia ocupa o 26º lugar no ranking da FIFA e é a quinta melhor selecção em África, apenas superada pelos Camarões, Costa do Marfim e Egipto.

Sob orientação de um compatriota, Rabah Saadane, a equipa das “Raposas do Deserto” tem como referências os melhores marcadores do conjunto Karim Ziami, Rakif Saifi e Antar Yahia, com três golos cada, e Rafik Djebbour, Abdelkader Ghezzal (2), Nadir Blhadj, Yazid Mansouri, Lounes Gaouaoui e Kaled Lemmouchia.

O recorde de internacionalizações é pertença de Mahieddine Meftah (107 jogos) e o melhor marcador de todos os tempos é Abdelhafid Tasfaout (35 golos).

Para chegar ao CAN-2010, a Argélia venceu o seu grupo de qualificação com 16 pontos em sete encontros (o último foi de desempate para desfazer a igualdade com o Egipto), com cinco vitórias, um empate e uma derrota. Marcou 10 golos e consentiu quatro, deixando para o segundo plano o detentor do troféu, Egipto, que terminou com 13 pontos, nove golos marcados e cinco sofridos.

A Zâmbia (cinco pontos) foi terceira e completou o trio de representantes do grupo na competição de Angola, relegando para último o Ruanda, que amealhou apenas dois pontos.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:54
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AUSENTE no Gana-2008 mas estreante no Mundial-2006, a selecção do Togo mostra-se para este CAN como um dos “outsiders” a ter em conta, mesmo que para muitos Emmanuel Adebayor seja apenas mais um avançado “isolado” num plantel mediano.

Sem título continental, os “Falcões” ou “Gaviões” entram na sétima participação com receio de falhar na primeira fase preliminar, mas a doce lembrança de terem abanado as "forças africanas" na campanha do Alemanha-2006 fazem desta selecção um conjunto que pode levar alegria aos relvados de Angola.

Depois de ter deixado para trás formações como Zâmbia e Senegal no Mundial passado, esta equipa de um pequeno país, localizado ao Oeste de África, possui pouca história futebolística em conquistas relevantes. Foi dirigida até inícios deste ano por um dos contemporâneos de Bwalya, o nigeriano Stephen Keshi, capitão das “Super Águias” no Estados Unidos-94.

A proeza dos togoleses não pode, ainda assim, mascarar factos controversos, ao longo da sua campanha para Angola-2010. É uma selecção que vive do talento e inspiração do avançado do Manchester City Emmanuel Adebayor. Sem ele, a equipa desaparece, por isso tem se constituído uma presa fácil de abater.

Depois do esporádico apuramento para o Mundial passado, falhou a mesma façanha para África do Sul, porém conseguiu sobreviver e garantir presença no CAN, invertendo o quadro de há quatro anos, quando foi à Alemanha e tropeçou para Gana-2008.

A estrela dos “Gaviões” é também a grande fonte de problemas, já que esteve na base da demissão de Keshi. Apesar desses factores, continua a ser a referência e a esperança do Togo no sétimo campeonato da selecção.

Devido a isso, os “Gaviões” para a grande maioria dos “melhores” de África para este ano são uma incógnita, mas tentarão mostrar que têm asas para voar alto, mesmo que isso signifique sacrifício para futebolistas que alinham em ligas europeias.

Razak Boukari é um dos temíveis atacantes a par de Adebayor. Outros jogadores, como o guarda-redes Obilalé Dodji (Pontivy) e Serge Akakpo (Vaslui), os defesas Assimiou Touré (Bayern Leverkusen), Senah Mango (Marselha), os médios Moustapha Salifou (Aston Villa), Floyd Ayité (Nancy), os atacantes Thomas Dossevi (Nantes) e Serge Gakpé (Mónaco) querem transformar-se em centro de atracções.

Na fase qualificativa para este CAN-2010, o Togo bateu em casa, no Grupo A, os Camarões, por 1-0, com golo de Adebayor, mas na segunda jornada sucumbiu em Libreville diante do Gabão (0-3), tendo empatado na terceira ronda (0-0) em Rabat frente ao Marrocos, um dos ausentes de peso deste CAN.

No seu grupo passaram Camarões, Togo e Gabão, deixando para fora da maior cimeira futebolística africana o Marrocos.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:47
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AUSENTE no Gana-2008 mas estreante no Mundial-2006, a selecção do Togo mostra-se para este CAN como um dos “outsiders” a ter em conta, mesmo que para muitos Emmanuel Adebayor seja apenas mais um avançado “isolado” num plantel mediano.

Sem título continental, os “Falcões” ou “Gaviões” entram na sétima participação com receio de falhar na primeira fase preliminar, mas a doce lembrança de terem abanado as "forças africanas" na campanha do Alemanha-2006 fazem desta selecção um conjunto que pode levar alegria aos relvados de Angola.

Depois de ter deixado para trás formações como Zâmbia e Senegal no Mundial passado, esta equipa de um pequeno país, localizado ao Oeste de África, possui pouca história futebolística em conquistas relevantes. Foi dirigida até inícios deste ano por um dos contemporâneos de Bwalya, o nigeriano Stephen Keshi, capitão das “Super Águias” no Estados Unidos-94.

A proeza dos togoleses não pode, ainda assim, mascarar factos controversos, ao longo da sua campanha para Angola-2010. É uma selecção que vive do talento e inspiração do avançado do Manchester City Emmanuel Adebayor. Sem ele, a equipa desaparece, por isso tem se constituído uma presa fácil de abater.

Depois do esporádico apuramento para o Mundial passado, falhou a mesma façanha para África do Sul, porém conseguiu sobreviver e garantir presença no CAN, invertendo o quadro de há quatro anos, quando foi à Alemanha e tropeçou para Gana-2008.

A estrela dos “Gaviões” é também a grande fonte de problemas, já que esteve na base da demissão de Keshi. Apesar desses factores, continua a ser a referência e a esperança do Togo no sétimo campeonato da selecção.

Devido a isso, os “Gaviões” para a grande maioria dos “melhores” de África para este ano são uma incógnita, mas tentarão mostrar que têm asas para voar alto, mesmo que isso signifique sacrifício para futebolistas que alinham em ligas europeias.

Razak Boukari é um dos temíveis atacantes a par de Adebayor. Outros jogadores, como o guarda-redes Obilalé Dodji (Pontivy) e Serge Akakpo (Vaslui), os defesas Assimiou Touré (Bayern Leverkusen), Senah Mango (Marselha), os médios Moustapha Salifou (Aston Villa), Floyd Ayité (Nancy), os atacantes Thomas Dossevi (Nantes) e Serge Gakpé (Mónaco) querem transformar-se em centro de atracções.

Na fase qualificativa para este CAN-2010, o Togo bateu em casa, no Grupo A, os Camarões, por 1-0, com golo de Adebayor, mas na segunda jornada sucumbiu em Libreville diante do Gabão (0-3), tendo empatado na terceira ronda (0-0) em Rabat frente ao Marrocos, um dos ausentes de peso deste CAN.

No seu grupo passaram Camarões, Togo e Gabão, deixando para fora da maior cimeira futebolística africana o Marrocos.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:47
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A COSTA do Marfim chega ao seu 18º Africano das Nações como uma das selecções a quem é reconhecida capacidade para atingir o pódio, suportada por estrelas "globais" como Didier Drogba, Salomon Kalou, Kolo Touré e Yaya Touré.

Depois de uma situação infeliz no Gana em 2008, onde fizeram o pleno na primeira fase, goleando nos quartos-de-final a Guiné Conacri (5-0), os “Elefantes” acabaram em quarto de forma inglória para uma equipa repleta de jogadores de referência nos clubes europeus.

Nas meias-finais caiu (1-4) diante do campeão em título, Egipto, e outro deslize nas classificativas do terceiro lugar frente aos anfitriões (Gana), por 2-4, esse desfecho faz da Costa do Marfim um conjunto “ferido” em busca da glória perdida nas últimas edições.

Uma das formações apuradas para o Mundial deste ano, na África do Sul, os “Elefantes” têm na sua folha de prestações em campeonatos africanos oito semifinais, duas finais e um título, conquistado em 1992 no Senegal diante do Gana, de Yeboah, Lamptey e Mensah.

Na altura, a Costa do Marfim, depois do nulo no tempo regulamentar e prolongamento, recorreu-se aos penaltes, tendo resistido o empate e apenas desfeito na terceira série (11-10) desta etapa.

Nas meias-finais, ainda na capital senegalesa (Dakar), os “Elefantes” tiraram do caminho os “Leões Indomáveis” por 3-1, após penaltes (0-0, tempo regulamentar). Na época, nem mesmo estrelas da craveira de Antoine Bell, Ebwelle, Kundé, Ekeké, Kana Biyik, Oman-Biyik e Makanaky, que constituíam a “elite” do futebol africano, conseguiram travar a fúria marfinense, liderada por Gouamené, Sekana, Tiéhi e Abdoulaye Traoré.

Apesar de ser uma das grandes selecções de África, teve sempre problemas para se qualificar em campeonatos mundiais, facto que só aconteceu no Alemanha-2006, na mesma prova da FIFA onde Angola se estreou sob comando técnico de Oliveira Gonçalves.

A marca da evolução do seu futebol é de ter muitos dos principais jogadores em grandes emblemas europeus, nomeadamente Didier Drogba, Salomon Kalou (Chelsea), Kolo Touré (Arsenal) e Yaya Touré (Barcelona).

O seu último desafio antes do Mundial-2006 foi em Março diante da Espanha (3-2). Estreou-se na Alemanha no chamado “grupo da morte”, com Argentina, Holanda e Sérvia. Foi eliminada na primeira fase e terminou na 19ª posição do Mundial na classificação final.

A equipa é capitaneada por Didier Drogba, o maior artilheiro dos “Elefantes” (36 golos), enquanto Didier Zokora conserva o título de jogador com mais internacionalizações (75).
publicado por Vaxko Zakarias às 13:38
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A COSTA do Marfim chega ao seu 18º Africano das Nações como uma das selecções a quem é reconhecida capacidade para atingir o pódio, suportada por estrelas "globais" como Didier Drogba, Salomon Kalou, Kolo Touré e Yaya Touré.

Depois de uma situação infeliz no Gana em 2008, onde fizeram o pleno na primeira fase, goleando nos quartos-de-final a Guiné Conacri (5-0), os “Elefantes” acabaram em quarto de forma inglória para uma equipa repleta de jogadores de referência nos clubes europeus.

Nas meias-finais caiu (1-4) diante do campeão em título, Egipto, e outro deslize nas classificativas do terceiro lugar frente aos anfitriões (Gana), por 2-4, esse desfecho faz da Costa do Marfim um conjunto “ferido” em busca da glória perdida nas últimas edições.

Uma das formações apuradas para o Mundial deste ano, na África do Sul, os “Elefantes” têm na sua folha de prestações em campeonatos africanos oito semifinais, duas finais e um título, conquistado em 1992 no Senegal diante do Gana, de Yeboah, Lamptey e Mensah.

Na altura, a Costa do Marfim, depois do nulo no tempo regulamentar e prolongamento, recorreu-se aos penaltes, tendo resistido o empate e apenas desfeito na terceira série (11-10) desta etapa.

Nas meias-finais, ainda na capital senegalesa (Dakar), os “Elefantes” tiraram do caminho os “Leões Indomáveis” por 3-1, após penaltes (0-0, tempo regulamentar). Na época, nem mesmo estrelas da craveira de Antoine Bell, Ebwelle, Kundé, Ekeké, Kana Biyik, Oman-Biyik e Makanaky, que constituíam a “elite” do futebol africano, conseguiram travar a fúria marfinense, liderada por Gouamené, Sekana, Tiéhi e Abdoulaye Traoré.

Apesar de ser uma das grandes selecções de África, teve sempre problemas para se qualificar em campeonatos mundiais, facto que só aconteceu no Alemanha-2006, na mesma prova da FIFA onde Angola se estreou sob comando técnico de Oliveira Gonçalves.

A marca da evolução do seu futebol é de ter muitos dos principais jogadores em grandes emblemas europeus, nomeadamente Didier Drogba, Salomon Kalou (Chelsea), Kolo Touré (Arsenal) e Yaya Touré (Barcelona).

O seu último desafio antes do Mundial-2006 foi em Março diante da Espanha (3-2). Estreou-se na Alemanha no chamado “grupo da morte”, com Argentina, Holanda e Sérvia. Foi eliminada na primeira fase e terminou na 19ª posição do Mundial na classificação final.

A equipa é capitaneada por Didier Drogba, o maior artilheiro dos “Elefantes” (36 golos), enquanto Didier Zokora conserva o título de jogador com mais internacionalizações (75).
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O BANCO Comercial de Investimentos (BCI) vai desembolsar 150 mil dólares norte-americanos ao Projecto Fut-21, montante do qual é sustentada a Selecção Nacional de Futebol, numa altura em que se prepara para o CAN de Angola.

O acordo para o efeito, que é válido por três anos, foi celebrado ontem em Maputo pelo administrador executivo do BCI, João Jorge, e o representante da Comissão Executiva do Fut-21, o Secretário Permanente do Ministério da Juventude e Desportos (MJD), João Loforte.

O acto foi testemunhado pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana Júnior, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, entre outros dignitários.

De salientar que o BCI conseguiu juntar, através dos serviços POS, 16 mil dólares, o que constitui um esforço adicional ao patrocínio que tem estada a prestar ao Fut-21, em particular aos “Mambas”.

Falando no acto, Fernando Sumbana classificou o feito de uma acção que traduz aquilo que é o esforço do BCI na sua relação de trabalho com o desporto, em particular com o futebol, e o Governo com vista à criação de condições para o bem- estar dos “Mambas”.

Elucidou a forma inovadora do BCI, através do seu esforço adicional de encontrar mais recursos para reforçar o apoio anual ao Fut-21, como uma acção salutar em cuja finalidade é criar o bem-estar e boa disposição da Selecção Nacional. “Acredito que os “Mambas” vão fazer surpresas em Angola”, sublinhou.

Por seu turno, Feizal Sidat realçou que a selecção passou a sentir-se mais protegida com o apoio que o BCI presta ao futebol, em especial aos “Mambas”, ressalvando que “é sinónimo de confiança com o Fut-21 e a FMF. Nós, os atletas e a equipa técnica, vamos com este apoio empreender esforços para elevar mais alto a Bandeira Nacional e dignificar o nome da Selecção Nacional”, frisou.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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O BANCO Comercial de Investimentos (BCI) vai desembolsar 150 mil dólares norte-americanos ao Projecto Fut-21, montante do qual é sustentada a Selecção Nacional de Futebol, numa altura em que se prepara para o CAN de Angola.

O acordo para o efeito, que é válido por três anos, foi celebrado ontem em Maputo pelo administrador executivo do BCI, João Jorge, e o representante da Comissão Executiva do Fut-21, o Secretário Permanente do Ministério da Juventude e Desportos (MJD), João Loforte.

O acto foi testemunhado pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana Júnior, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, entre outros dignitários.

De salientar que o BCI conseguiu juntar, através dos serviços POS, 16 mil dólares, o que constitui um esforço adicional ao patrocínio que tem estada a prestar ao Fut-21, em particular aos “Mambas”.

Falando no acto, Fernando Sumbana classificou o feito de uma acção que traduz aquilo que é o esforço do BCI na sua relação de trabalho com o desporto, em particular com o futebol, e o Governo com vista à criação de condições para o bem- estar dos “Mambas”.

Elucidou a forma inovadora do BCI, através do seu esforço adicional de encontrar mais recursos para reforçar o apoio anual ao Fut-21, como uma acção salutar em cuja finalidade é criar o bem-estar e boa disposição da Selecção Nacional. “Acredito que os “Mambas” vão fazer surpresas em Angola”, sublinhou.

Por seu turno, Feizal Sidat realçou que a selecção passou a sentir-se mais protegida com o apoio que o BCI presta ao futebol, em especial aos “Mambas”, ressalvando que “é sinónimo de confiança com o Fut-21 e a FMF. Nós, os atletas e a equipa técnica, vamos com este apoio empreender esforços para elevar mais alto a Bandeira Nacional e dignificar o nome da Selecção Nacional”, frisou.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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O BENFICA está interessado em contratar o jogador do Milan Ronaldinho Gaúcho, segundo o jornal português “Diário de Notícias” e o jornal italiano “Corriere dello Sport”.

No entanto, o desejo só será realizado se o Benfica garantir lugar na Liga dos Campeões 2010/2011.

A transferência é bastante plausível devido a vários factores: o primeiro deles é que o Milan está interessado na contratação do brasileiro David Luiz. Além disso, Rui Costa, director de Futebol do Benfica, jogou muitos anos na equipa italiana e possui uma óptima relação com toda a direcção.

Para completar, o técnico das águias, Jorge Jesus, é amigo do ex-sportinguista Roberto de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho. Ambos trabalharam juntos no Estrela da Amadora, em 1998, nos tempos em que Assis ainda era jogador. A amizade é tanta que, em 2008, Ronaldinho deu uma camisola do Milan a Jorge Jesus a pedido do irmão.

O presente foi entregue durante uma partida da antiga Taça UEFA (actual Liga Europa) entre a equipa italiana e o Sporting de Braga, equipa treinada por Jesus na altura. O principal impedimento para a transferência é o salário do avançado brasileiro, que ronda os 6,5 milhões de euros anuais, incomportável para os cofres encarnados.
publicado por Vaxko Zakarias às 13:18
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O BENFICA está interessado em contratar o jogador do Milan Ronaldinho Gaúcho, segundo o jornal português “Diário de Notícias” e o jornal italiano “Corriere dello Sport”.

No entanto, o desejo só será realizado se o Benfica garantir lugar na Liga dos Campeões 2010/2011.

A transferência é bastante plausível devido a vários factores: o primeiro deles é que o Milan está interessado na contratação do brasileiro David Luiz. Além disso, Rui Costa, director de Futebol do Benfica, jogou muitos anos na equipa italiana e possui uma óptima relação com toda a direcção.

Para completar, o técnico das águias, Jorge Jesus, é amigo do ex-sportinguista Roberto de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho. Ambos trabalharam juntos no Estrela da Amadora, em 1998, nos tempos em que Assis ainda era jogador. A amizade é tanta que, em 2008, Ronaldinho deu uma camisola do Milan a Jorge Jesus a pedido do irmão.

O presente foi entregue durante uma partida da antiga Taça UEFA (actual Liga Europa) entre a equipa italiana e o Sporting de Braga, equipa treinada por Jesus na altura. O principal impedimento para a transferência é o salário do avançado brasileiro, que ronda os 6,5 milhões de euros anuais, incomportável para os cofres encarnados.
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