Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 13 DE Outubro 2009

Os quatro atletas dispensa­dos da selecção nacional de futebol de Moçambique,no­meadamente, Mustafá, Lamá, Jerry e Zé Luís ficaram retidos, sábado e domingo, em Lagos, antiga capital da Nigéria.

o ponta-de-lança “locomotiva” Jerry, actual melhor marcador do Moçambola,

Em contacto com o nosso diário, os quatro atletas conta­ram-nos que depois de terem sido dispensados dos trabalhos da selecção foram mandados a Lagos, onde deveriam apanhar o voo que os levassem a Maputo, de regresso, sem que alguém da FMFos acompa­nhasse.

No aeroporto de Lagos, os atletas foram informados que nenhuma informação havia sobre a sua viagem a Maputo, o que os deixou transtornados. Foi assim que em contacto com os dirigentes da FMFforam aconselhados a procurar um local para se hospedarem.

“Encontrámos uma pensão e foi ali onde nos hospedá­mos”, revelam os jogadores, realçando que na altura em que os contactámos já se encontravam fora da pensão. “Estamos sem saber o que nos vai acontecer nas próximas horas. Disseram-nos que Abdul Abdulá está a caminho daqui (Lagos)”.

Mais tarde, por volta das 21h00, efectuámos um outro contac­to, no qual nos informaram que Abdul Abdulá já se encon­trava com eles no aeroporto de Lagos e que o seu voo já tinha sido confirmado para às 23h30 de ontem.

Esta não é primeira vez que jogadores da selecção nacional são abandonados pela FMF. Aoutra vez foi nas vésperas do confronto entre Quénia e Moçambique, em Nairobi. Na altura, ficaram retidos na África do Sul e só conseguiram o voo mediante uma intervenção de Shafi Sidat, empresário des­portivo. Curiosamente, foram os mesmos jogadores que voltaram a enfrentar o mesmo problema, com excepção de Jerry.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:32
 O que é? |  O que é? | favorito

Os quatro atletas dispensa­dos da selecção nacional de futebol de Moçambique,no­meadamente, Mustafá, Lamá, Jerry e Zé Luís ficaram retidos, sábado e domingo, em Lagos, antiga capital da Nigéria.

o ponta-de-lança “locomotiva” Jerry, actual melhor marcador do Moçambola,

Em contacto com o nosso diário, os quatro atletas conta­ram-nos que depois de terem sido dispensados dos trabalhos da selecção foram mandados a Lagos, onde deveriam apanhar o voo que os levassem a Maputo, de regresso, sem que alguém da FMFos acompa­nhasse.

No aeroporto de Lagos, os atletas foram informados que nenhuma informação havia sobre a sua viagem a Maputo, o que os deixou transtornados. Foi assim que em contacto com os dirigentes da FMFforam aconselhados a procurar um local para se hospedarem.

“Encontrámos uma pensão e foi ali onde nos hospedá­mos”, revelam os jogadores, realçando que na altura em que os contactámos já se encontravam fora da pensão. “Estamos sem saber o que nos vai acontecer nas próximas horas. Disseram-nos que Abdul Abdulá está a caminho daqui (Lagos)”.

Mais tarde, por volta das 21h00, efectuámos um outro contac­to, no qual nos informaram que Abdul Abdulá já se encon­trava com eles no aeroporto de Lagos e que o seu voo já tinha sido confirmado para às 23h30 de ontem.

Esta não é primeira vez que jogadores da selecção nacional são abandonados pela FMF. Aoutra vez foi nas vésperas do confronto entre Quénia e Moçambique, em Nairobi. Na altura, ficaram retidos na África do Sul e só conseguiram o voo mediante uma intervenção de Shafi Sidat, empresário des­portivo. Curiosamente, foram os mesmos jogadores que voltaram a enfrentar o mesmo problema, com excepção de Jerry.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:32
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NOUTRAS circunstâncias, provavelmente já proclamássemos, seguros da nossa vida, que o segundo lugar no Grupo “A” está garantido em definitivo, tendo em conta o desaire perante o Senegal e os compromissos que agora se seguem.

Cada dia é um grande desafio!No Afrobasquete Madagascar 2009(Anabela)jogadora moçambicana
No entanto, fazendo uma avaliação objectiva àquilo que tem sido este Afrobásquete Madagáscar-2009, as incertezas e surpresas que o caracterizam, o seleccionador moçambicano prefere, desapaixonadamente, primar pela prudência, sem que isso seja sinónimo de fraqueza e nem tão pouco do abdicar do principal objectivo que persegue: a conquista do título. Decorridas três jornadas, com um saldo de duas vitórias e uma derrota, Nazir Salé afirma que cada dia é um grande desafio para a sua equipa, sobretudo hoje e amanhã, em que diante da África do Sul e das anfitriãs terá de decidir se o segundo posto efectivamente lhe pertencerá ou não.

É evidente que a transição para a segunda fase da prova não está em causa, pois existem quatro vagas em cada grupo e um deles, com toda a segurança, pertencerá a Moçambique. Mas, qual das vagas? Eis a pertinente questão que importa escalpelizar, depois de ontem ter sido cumprida a folga geral do campeonato. Uma folga, porém, activa, dado que nenhuma selecção ficou no hotel a descansar ou então a passear pela cidade de Antananarivo.

Todas elas dedicaram o dia ao trabalho e, especificamente, a moçambicana efectuou dois treinos: um no período da manhã e outro ao fim do dia, para além de uma sessão de vídeo na qual o treinador incidiu a sua prelecção na correcção de determinados aspectos tácticos mal interpretados nos jogos anteriores, com particular realce frente às senegalesas.

Embora a sua aposta vá claramente para a segunda posição, Nazir Salé acha ser extremamente importante não menosprezar a capacidade – que qualifica de grande – das sul-africanas e das malgaxes, particularmente destas, que a jogar em casa têm sido extraordinárias e com um magnífico apoio do público.

Madagáscar, que começou por “despachar” as também insulares mauricianas, perdeu a seguir diante dos Camarões, mas, no domingo, foi a segunda equipa a atingir a “chapa 100”, depois de Moçambique, vencendo a África do Sul pela marca de 101-76. Números muitíssimos bons para ambos os conjuntos e que serviram de chamada de atenção para os adversários que se seguem, nomeadamente Moçambique, com quem disputam o tal lugar a seguir ao já garantido pelas “leoas”.

MUITA SERIEDADE

Rotulado como teoricamente o mais fácil, o treinador moçambicano não concorda que o Grupo A seja assim de facto, justificando a sua asserção com base, primeiro, na forma disputadíssima como se vem desenrolando, à semelhança, aliás, do Grupo “B”, apesar de este aglutinar conjuntos de maior quilate; segundo, naquilo que se viveu na noite de domingo no Palácio dos Desportos, no embate entre Madagáscar e África do Sul. Ao intervalo, registava-se uma igualdade: 40-40. Porém, no segundo tempo, as malgaxes, fortemente incentivadas por cerca de cinco mil ruidosas almas, dispararam como uma flecha para os 100 pontos.

“Na minha óptica, e sem desprimor dos nossos adversários, o segundo lugar depende só e somente de nós e, para tanto, os próximos dois embates são decisivos para a prossecução deste desiderato. Tivemos no sábado, contra o Senegal, uma partida em que a equipa não se encontrou e as atletas foram demasiadamente receosas.

Aguentámos o primeiro período, mas depois veio o descalabro: no segundo apenas conseguimos 14 pontos contra 32 das senegalesas. Foi a partir desta realidade que residiu a diferença e que acabou por nos ser fatal. Ora, sem fugir do nosso objectivo, vamos encarar estes dois desafios com muita seriedade e sempre com a perspectiva de vitória, para, cumprida essa etapa, pensarmos no que virá mais à frente”, disse Nazir Salé.

Segundo ele, tanto um como outro oponente merece o mesmo respeito. Analisando as sul-africanas, diz que possuem uma excelente percentagem de tiro curto, tendo, no domingo, atingido os 100 por cento nos lances livres, contrariamente ao que acontece com a nossa selecção, cujos índices são bastante baixos, tendo o exemplo mais flagrante e arreliador sido diante do Senegal.

“Contra as Maurícias elevámos um pouco a nossa eficácia, também porque o tipo de adversário assim o permitiu, mas, contra a África do Sul, é preciso reconhecer que não será fácil. Aliás, embora a sua competição interna não seja muito consistente, tiveram, no entanto, a vantagem de usufruírem de mais tempo de trabalho conjunto e, de permeio, um torneio internacional em Angola, facto que lhes permitiu solidificar mais a coesão do grupo e o volume de treino em preparação deste campeonato”.

No que diz respeito a Madagáscar, o “mister” recorre ao facto de, mesmo estando a perder por 20 pontos, o apoio do seu público ser incessante, para ilustrar o grau de dificuldades que a selecção terá. Tendo em conta estes pressupostos, Nazir Salé revela que já preparou o grupo para passar por cima destas vicissitudes e somente se compenetrar nos seus objectivos, que têm a ver apenas com o triunfo.

LUFADA DE AR FRESCO

Nesta primeira parte da prova, Moçambique teve dois embates muito difíceis, o segundo dos quais com uma exibição confrangedora. Depois veio a lufada de ar fresco contra as Ilhas Maurícias, em que até se deu ao luxo de fazer história: a primeira centena do campeonato e a maior diferença: 90 pontos (121-31).

Nazir Salé
Na análise do seleccionador, esta partida veio mesmo a calhar, porquanto possibilitou a elevação dos índices de confiança, sobretudo em termos de eficácia, e de predominância da equipa, apesar das claras facilidades oferecidas pelas adversárias.

“Foi bom termos tido um jogo desta natureza, o grupo continua a acreditar que pode fazer melhor, pois cada dia é um grande desafio que se impõe à nossa frente. Precisamos de corrigir alguns aspectos importantes, todavia, a vontade de todos nós é de dar o melhor para que efectivamente Moçambique consiga o melhor e aquilo que de facto merece. A motivação é muito grande e a vontade de trabalhar não pára. Estou satisfeito com todas as atletas, pois são um grupo de trabalho exemplar. Tudo é feito em sintonia, com pontualidade, assiduidade e cumprimento das regras. Do nosso lado, vai um grande abraço ao povo moçambicano e que reze e torce por nós”, concluiu Nazir Salé.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 15:14
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NOUTRAS circunstâncias, provavelmente já proclamássemos, seguros da nossa vida, que o segundo lugar no Grupo “A” está garantido em definitivo, tendo em conta o desaire perante o Senegal e os compromissos que agora se seguem.

Cada dia é um grande desafio!No Afrobasquete Madagascar 2009(Anabela)jogadora moçambicana
No entanto, fazendo uma avaliação objectiva àquilo que tem sido este Afrobásquete Madagáscar-2009, as incertezas e surpresas que o caracterizam, o seleccionador moçambicano prefere, desapaixonadamente, primar pela prudência, sem que isso seja sinónimo de fraqueza e nem tão pouco do abdicar do principal objectivo que persegue: a conquista do título. Decorridas três jornadas, com um saldo de duas vitórias e uma derrota, Nazir Salé afirma que cada dia é um grande desafio para a sua equipa, sobretudo hoje e amanhã, em que diante da África do Sul e das anfitriãs terá de decidir se o segundo posto efectivamente lhe pertencerá ou não.

É evidente que a transição para a segunda fase da prova não está em causa, pois existem quatro vagas em cada grupo e um deles, com toda a segurança, pertencerá a Moçambique. Mas, qual das vagas? Eis a pertinente questão que importa escalpelizar, depois de ontem ter sido cumprida a folga geral do campeonato. Uma folga, porém, activa, dado que nenhuma selecção ficou no hotel a descansar ou então a passear pela cidade de Antananarivo.

Todas elas dedicaram o dia ao trabalho e, especificamente, a moçambicana efectuou dois treinos: um no período da manhã e outro ao fim do dia, para além de uma sessão de vídeo na qual o treinador incidiu a sua prelecção na correcção de determinados aspectos tácticos mal interpretados nos jogos anteriores, com particular realce frente às senegalesas.

Embora a sua aposta vá claramente para a segunda posição, Nazir Salé acha ser extremamente importante não menosprezar a capacidade – que qualifica de grande – das sul-africanas e das malgaxes, particularmente destas, que a jogar em casa têm sido extraordinárias e com um magnífico apoio do público.

Madagáscar, que começou por “despachar” as também insulares mauricianas, perdeu a seguir diante dos Camarões, mas, no domingo, foi a segunda equipa a atingir a “chapa 100”, depois de Moçambique, vencendo a África do Sul pela marca de 101-76. Números muitíssimos bons para ambos os conjuntos e que serviram de chamada de atenção para os adversários que se seguem, nomeadamente Moçambique, com quem disputam o tal lugar a seguir ao já garantido pelas “leoas”.

MUITA SERIEDADE

Rotulado como teoricamente o mais fácil, o treinador moçambicano não concorda que o Grupo A seja assim de facto, justificando a sua asserção com base, primeiro, na forma disputadíssima como se vem desenrolando, à semelhança, aliás, do Grupo “B”, apesar de este aglutinar conjuntos de maior quilate; segundo, naquilo que se viveu na noite de domingo no Palácio dos Desportos, no embate entre Madagáscar e África do Sul. Ao intervalo, registava-se uma igualdade: 40-40. Porém, no segundo tempo, as malgaxes, fortemente incentivadas por cerca de cinco mil ruidosas almas, dispararam como uma flecha para os 100 pontos.

“Na minha óptica, e sem desprimor dos nossos adversários, o segundo lugar depende só e somente de nós e, para tanto, os próximos dois embates são decisivos para a prossecução deste desiderato. Tivemos no sábado, contra o Senegal, uma partida em que a equipa não se encontrou e as atletas foram demasiadamente receosas.

Aguentámos o primeiro período, mas depois veio o descalabro: no segundo apenas conseguimos 14 pontos contra 32 das senegalesas. Foi a partir desta realidade que residiu a diferença e que acabou por nos ser fatal. Ora, sem fugir do nosso objectivo, vamos encarar estes dois desafios com muita seriedade e sempre com a perspectiva de vitória, para, cumprida essa etapa, pensarmos no que virá mais à frente”, disse Nazir Salé.

Segundo ele, tanto um como outro oponente merece o mesmo respeito. Analisando as sul-africanas, diz que possuem uma excelente percentagem de tiro curto, tendo, no domingo, atingido os 100 por cento nos lances livres, contrariamente ao que acontece com a nossa selecção, cujos índices são bastante baixos, tendo o exemplo mais flagrante e arreliador sido diante do Senegal.

“Contra as Maurícias elevámos um pouco a nossa eficácia, também porque o tipo de adversário assim o permitiu, mas, contra a África do Sul, é preciso reconhecer que não será fácil. Aliás, embora a sua competição interna não seja muito consistente, tiveram, no entanto, a vantagem de usufruírem de mais tempo de trabalho conjunto e, de permeio, um torneio internacional em Angola, facto que lhes permitiu solidificar mais a coesão do grupo e o volume de treino em preparação deste campeonato”.

No que diz respeito a Madagáscar, o “mister” recorre ao facto de, mesmo estando a perder por 20 pontos, o apoio do seu público ser incessante, para ilustrar o grau de dificuldades que a selecção terá. Tendo em conta estes pressupostos, Nazir Salé revela que já preparou o grupo para passar por cima destas vicissitudes e somente se compenetrar nos seus objectivos, que têm a ver apenas com o triunfo.

LUFADA DE AR FRESCO

Nesta primeira parte da prova, Moçambique teve dois embates muito difíceis, o segundo dos quais com uma exibição confrangedora. Depois veio a lufada de ar fresco contra as Ilhas Maurícias, em que até se deu ao luxo de fazer história: a primeira centena do campeonato e a maior diferença: 90 pontos (121-31).

Nazir Salé
Na análise do seleccionador, esta partida veio mesmo a calhar, porquanto possibilitou a elevação dos índices de confiança, sobretudo em termos de eficácia, e de predominância da equipa, apesar das claras facilidades oferecidas pelas adversárias.

“Foi bom termos tido um jogo desta natureza, o grupo continua a acreditar que pode fazer melhor, pois cada dia é um grande desafio que se impõe à nossa frente. Precisamos de corrigir alguns aspectos importantes, todavia, a vontade de todos nós é de dar o melhor para que efectivamente Moçambique consiga o melhor e aquilo que de facto merece. A motivação é muito grande e a vontade de trabalhar não pára. Estou satisfeito com todas as atletas, pois são um grupo de trabalho exemplar. Tudo é feito em sintonia, com pontualidade, assiduidade e cumprimento das regras. Do nosso lado, vai um grande abraço ao povo moçambicano e que reze e torce por nós”, concluiu Nazir Salé.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 15:14
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O ESTÁDIO 1º de Maio/Standard Bank viveu na tarde de sábado momentos emocionantes com as quatro maiores equipas nacionais, nomeadamente Ferroviário, Costa do Sol, Desportivo e Maxaquene, a digladiarem-se nos quartos-de-final da Taça Maputo.

Jumisse driblado pelo jogador da equipe adversaria
Nesses confrontos de gigantes, os vizinhos Maxaquene e Desportivo foram felizes ao derrotarem o Ferroviário (3-0) e Costa do Sol (2-1), respectivamente, triunfos que lhes valeram o apuramento para as meias-finais, onde já estão presentes a Liga Muçulmana e o 1º de Maio.

O maior destaque destes jogos foi o invulgar resultado alcançado pelos “tricolores”. Frente aos “locomotivas”, que se apresentaram sem cinco das suas principais unidades, nomeadamente Danito Parruque, Momed Hagy, Luís, Jerry e Whisky, todos ao serviço da selecção. Ausências que terão influenciado o rendimento do campeão.

O Maxaquene também viu-se privado de Hélder Pelembe e Mustafa pelos motivos anteriormente referidos.

Face a estas ausências, coube aos “tricolores” tirarem melhor proveito e alcançarem uma vitória história ante um “colosso” do futebol moçambicano.

O jogo entre o Desportivo e o Costa do Sol foi disputado mais intensamente, embora não estivessem alguns dos seus melhores jogadores, casos de Mexer, nos “alvi-negros”, e Josimar, nos “canarinhos”, que também representaram a equipa nacional.

As meias-finais realizam-se numa data a agendar.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:55
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O ESTÁDIO 1º de Maio/Standard Bank viveu na tarde de sábado momentos emocionantes com as quatro maiores equipas nacionais, nomeadamente Ferroviário, Costa do Sol, Desportivo e Maxaquene, a digladiarem-se nos quartos-de-final da Taça Maputo.

Jumisse driblado pelo jogador da equipe adversaria
Nesses confrontos de gigantes, os vizinhos Maxaquene e Desportivo foram felizes ao derrotarem o Ferroviário (3-0) e Costa do Sol (2-1), respectivamente, triunfos que lhes valeram o apuramento para as meias-finais, onde já estão presentes a Liga Muçulmana e o 1º de Maio.

O maior destaque destes jogos foi o invulgar resultado alcançado pelos “tricolores”. Frente aos “locomotivas”, que se apresentaram sem cinco das suas principais unidades, nomeadamente Danito Parruque, Momed Hagy, Luís, Jerry e Whisky, todos ao serviço da selecção. Ausências que terão influenciado o rendimento do campeão.

O Maxaquene também viu-se privado de Hélder Pelembe e Mustafa pelos motivos anteriormente referidos.

Face a estas ausências, coube aos “tricolores” tirarem melhor proveito e alcançarem uma vitória história ante um “colosso” do futebol moçambicano.

O jogo entre o Desportivo e o Costa do Sol foi disputado mais intensamente, embora não estivessem alguns dos seus melhores jogadores, casos de Mexer, nos “alvi-negros”, e Josimar, nos “canarinhos”, que também representaram a equipa nacional.

As meias-finais realizam-se numa data a agendar.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:55
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O PILOTO Tiaz de Matos, da classe GP Júnior, apertou o cerco ao rival Aidan Hughes, actual líder da categoria, reduzindo a distância que lhes separa para apenas três pontos na oitava e antepenúltima prova do Campeonato de Karts mcel da Cidade de Maputo, realizada domingo, no kartódromo do Automóvel Touring Clube de Moçambique.

Um dos momentos interessantes da oitava prova do campeonato
A oitava prova contou com a particpação de 23 concorrentesno somatório das três classes, nomeadamente GP Júnior, Max Júnior e Max Challenge.

Tiaz de Matos teve o melhor tempo, ou seja conquistou a prova com a pontuação máxima ao fim das quatro mangas, relegando Hughes ao segundo plano, com menos seis pontos (45-39). O sucesso deste piloto começou a desenhar-se nos treinos cronometrados, sendo que Tiaz de Matos ganhou a “pole-position” com o tempo de 50.64 segundos, deixando atrás para Aidan Hughes (51.07 segundos) e Neil Ayob (52.00 segundos).

Nas restantes categorias, a proeza foi cometida pelos pilotos Benjamin Heineke e Cristian Bouché, respectivamente. Mesmo assim, não houve grandes alarmes para os detentores da liderança nas categorias, sendo que Megan Prinsloo e Connor Hughes continuam a liderar as classes Max Júnior e Max Challenge com uma margem de vantagem considerável.

Apesar da sua surpreendente queda nesta prova, na qual foi relegado ao terceiro plano por Cristian Bouché e Bruno Campos, Connor Hughes mantém-se principal favorito à conquista da classe máxima. Detém 39 pontos de vantagem em relação ao seu mais directo perseguidor na classificação geral, Bruno Campos, que podem ser insuperáveis se ele continuar firme nas próximas duas provas ou se nada lhe impedir de competir.

Os prognósticos são menos claros em relação às outras classes, onde o título poderá ser disputado até ao fim do campeonato.

A nona e antepenúltima prova do campeonato está agendada para o próximo dia 25 de Outubro.

//CLASSFICAÇÕES ACTUAIS

GP JÚNIOR

1º Aidan Hughes - 305 pontos

2º Tiaz de Matos - 302 pontos

3º Tomás Brazuna - 246 pontos

MAX JÚNIOR

1º Megan Prinsloo - 296 pontos

2º Benjamim Heineke - 269 pontos

3º Manuel Brazuna - 244 pontos

MAX CHALLENGE

1º Connor Hughes - 293 pontos

2º Bruno Campos - 254 pontos

3º Norberto Varinde - 204 pontos

publicado por Vaxko Zakarias às 14:17
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O PILOTO Tiaz de Matos, da classe GP Júnior, apertou o cerco ao rival Aidan Hughes, actual líder da categoria, reduzindo a distância que lhes separa para apenas três pontos na oitava e antepenúltima prova do Campeonato de Karts mcel da Cidade de Maputo, realizada domingo, no kartódromo do Automóvel Touring Clube de Moçambique.

Um dos momentos interessantes da oitava prova do campeonato
A oitava prova contou com a particpação de 23 concorrentesno somatório das três classes, nomeadamente GP Júnior, Max Júnior e Max Challenge.

Tiaz de Matos teve o melhor tempo, ou seja conquistou a prova com a pontuação máxima ao fim das quatro mangas, relegando Hughes ao segundo plano, com menos seis pontos (45-39). O sucesso deste piloto começou a desenhar-se nos treinos cronometrados, sendo que Tiaz de Matos ganhou a “pole-position” com o tempo de 50.64 segundos, deixando atrás para Aidan Hughes (51.07 segundos) e Neil Ayob (52.00 segundos).

Nas restantes categorias, a proeza foi cometida pelos pilotos Benjamin Heineke e Cristian Bouché, respectivamente. Mesmo assim, não houve grandes alarmes para os detentores da liderança nas categorias, sendo que Megan Prinsloo e Connor Hughes continuam a liderar as classes Max Júnior e Max Challenge com uma margem de vantagem considerável.

Apesar da sua surpreendente queda nesta prova, na qual foi relegado ao terceiro plano por Cristian Bouché e Bruno Campos, Connor Hughes mantém-se principal favorito à conquista da classe máxima. Detém 39 pontos de vantagem em relação ao seu mais directo perseguidor na classificação geral, Bruno Campos, que podem ser insuperáveis se ele continuar firme nas próximas duas provas ou se nada lhe impedir de competir.

Os prognósticos são menos claros em relação às outras classes, onde o título poderá ser disputado até ao fim do campeonato.

A nona e antepenúltima prova do campeonato está agendada para o próximo dia 25 de Outubro.

//CLASSFICAÇÕES ACTUAIS

GP JÚNIOR

1º Aidan Hughes - 305 pontos

2º Tiaz de Matos - 302 pontos

3º Tomás Brazuna - 246 pontos

MAX JÚNIOR

1º Megan Prinsloo - 296 pontos

2º Benjamim Heineke - 269 pontos

3º Manuel Brazuna - 244 pontos

MAX CHALLENGE

1º Connor Hughes - 293 pontos

2º Bruno Campos - 254 pontos

3º Norberto Varinde - 204 pontos

publicado por Vaxko Zakarias às 14:17
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OS reclusos das Cadeias Central, Civil e da Máxima Segurança da Machava, vulgo BO, todas em Maputo, e de Mabalane, em Gaza, terão a oportunidade de conviver mutuamente com a promoção do torneio envolvendo equipas daqueles recintos prisionais na modalidade de futebol.

Jogo entre o Costa do Sol e a equipe principal da Cadeia de Maxima Seguraça BO
A iniciativa segue-se aos vários jogos realizados na Cadeia Central e BO no prosseguimento do intercâmbio entre equipas do Moçambola e selecções daqueles recintos prisionais promovido pela Associação Projecto de Vida para Crianças e Jovens (Provida), em coordenação com os Serviços Nacionais de Prisões.

A intenção, sustentada por Edson Ussaca, da Provida, e que tem estado à frente da organização deste tipo de acções no âmbito da inserção social do recluso, surge depois de as partes envolvidas nesta iniciativa considerarem importante este tipo de convívio que contribui igualmente para o bem-estar da saúde dos prisioneiros. Será posta em prática em finais deste ano ou princípios do próximo, segundo indicação da fonte.

Entretanto, motivos organizacionais impediram a continuidade, ano passado, do intercâmbio desportivo entre as Cadeias Central e da Máxima Segurança da Machava iniciado em 2007. Edson Ussaca explicou que houve a necessidade de se reorganizar melhor o intercâmbio para acomodar os interesses de ambas as partes.

Salientou que foi nessa base que se decidiu que os jogos que decorrem na Cadeia Central e na BO deverão culminar com a realização de um torneio inter-cadeias, por forma a oferecer as mesmas oportunidades de entretenimento e inserção social dos reclusos.

RECLUSOS PEDEM EQUIPAMENTO

Com alguma emoção, os reclusos louvaram a iniciativa, mas pediram à organização equipamento e bolas, sendo que o material que estão a usar faz parte da oferta que receberam em 2007 quando equipas como Ferroviário, Desportivo e Maxaquene visitaram a Cadeia Central e BO, facto que marcou o início do intercâmbio com as equipas do Moçambola.

O presidente da associação desportiva e recreativa da Cadeia Central, Manuel Muianga, anotou que os equipamentos em causa já deram o que tinham a dar, daí que a selecção local se tenha apresentado frente à Liga Muçulmana de Maputo, na semana passada, com camisetas e calções com cores diferentes.

“Se pudéssemos ter mensalmente equipas a visitar-nos seria bom. Foi-nos dada a garantia de que muitas equipas do Moçambola iriam nos visitar quando recebemos a formação constituída pelos funcionários do Ministério da Juventude e Desportos (MJD). Estas visitas são muito esperadas por nós, porque é com elas que temos recebido ofertas de equipamentos e bola”, frisou.

Muianga lamentou o facto de a equipa da Cadeia Central ter-se apresentado diante da Liga Muçulmana com cores diferentes, salientando que se trata do equipamento que o Maxaquene, Ferroviário e Desportivo ofereceram à selecção aquando do primeiro intercâmbio em 2007.

Edson Ussaca disse, por seu turno, aguardar a resposta de parcerias para resolver o problema. A Liga Muçulmana de Maputo, que venceu a Cadeia Central por 4-0, prometeu dois pares de equipamento na sua próxima visita.

Mais equipas do Moçambola irão à Cadeia Central e BO nos próximos dias, casos do Ferroviário, Desportivo, Atlético, Matchedje, todos de Maputo, e HCB de Songo, segundo contactos que foram confirmados por Edson Ussaca.

De salientar que o Costa do Sol foi o último a visitar um daqueles recintos prisionais (BO) na última quinta-feira, tendo ganho por 6-1. A equipa local vai beneficiar de um dia de visita extra pelo tento conseguido, isto como prémio. Esta medida é considerada de positiva pelos reclusos, que esperam com o intercâmbio por mais visitas de familiares e amigos.

O DEFESA central da equipa da casa(BO), Jorge, apelidado no “team” local por Djodjo,
INICIATIVA LOUVÁVEL


O DEFESA central da equipa da casa, Jorge, apelidado no “team” local por Djodjo, enalteceu a iniciativa dos Serviços Nacionais das Prisões, anotando que, “apesar de estarmos aqui, também fazemos parte da sociedade”, isto para implicitamente referir-se à necessidade de os reclusos poderem beneficiar de mais iniciativas como aquelas, como forma de proporcionar-lhes algum momento de distracção.

O ala direito do Costa do Sol Artur Comboio
REENCONTREI ALGUNS JOGADORES

MUITO impressionado, o ala direito do Costa do Sol Artur Comboio disse, aquando da visita do Costa do Sol à BO, ter vivido um momento ímpar ao, surpreendentemente, reencontrar-se com dois dos seus ex-companheiros de equipa quando era júnior.

Disse, adiante, que, apesar dos crimes que cometeram, o mais importante para cada um dos reclusos é saber viver.

“Vi quatro jovens que foram meus colegas de equipa quando era júnior e foi uma grande sensação para mim o reencontro com eles”, frisou.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:21
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OS reclusos das Cadeias Central, Civil e da Máxima Segurança da Machava, vulgo BO, todas em Maputo, e de Mabalane, em Gaza, terão a oportunidade de conviver mutuamente com a promoção do torneio envolvendo equipas daqueles recintos prisionais na modalidade de futebol.

Jogo entre o Costa do Sol e a equipe principal da Cadeia de Maxima Seguraça BO
A iniciativa segue-se aos vários jogos realizados na Cadeia Central e BO no prosseguimento do intercâmbio entre equipas do Moçambola e selecções daqueles recintos prisionais promovido pela Associação Projecto de Vida para Crianças e Jovens (Provida), em coordenação com os Serviços Nacionais de Prisões.

A intenção, sustentada por Edson Ussaca, da Provida, e que tem estado à frente da organização deste tipo de acções no âmbito da inserção social do recluso, surge depois de as partes envolvidas nesta iniciativa considerarem importante este tipo de convívio que contribui igualmente para o bem-estar da saúde dos prisioneiros. Será posta em prática em finais deste ano ou princípios do próximo, segundo indicação da fonte.

Entretanto, motivos organizacionais impediram a continuidade, ano passado, do intercâmbio desportivo entre as Cadeias Central e da Máxima Segurança da Machava iniciado em 2007. Edson Ussaca explicou que houve a necessidade de se reorganizar melhor o intercâmbio para acomodar os interesses de ambas as partes.

Salientou que foi nessa base que se decidiu que os jogos que decorrem na Cadeia Central e na BO deverão culminar com a realização de um torneio inter-cadeias, por forma a oferecer as mesmas oportunidades de entretenimento e inserção social dos reclusos.

RECLUSOS PEDEM EQUIPAMENTO

Com alguma emoção, os reclusos louvaram a iniciativa, mas pediram à organização equipamento e bolas, sendo que o material que estão a usar faz parte da oferta que receberam em 2007 quando equipas como Ferroviário, Desportivo e Maxaquene visitaram a Cadeia Central e BO, facto que marcou o início do intercâmbio com as equipas do Moçambola.

O presidente da associação desportiva e recreativa da Cadeia Central, Manuel Muianga, anotou que os equipamentos em causa já deram o que tinham a dar, daí que a selecção local se tenha apresentado frente à Liga Muçulmana de Maputo, na semana passada, com camisetas e calções com cores diferentes.

“Se pudéssemos ter mensalmente equipas a visitar-nos seria bom. Foi-nos dada a garantia de que muitas equipas do Moçambola iriam nos visitar quando recebemos a formação constituída pelos funcionários do Ministério da Juventude e Desportos (MJD). Estas visitas são muito esperadas por nós, porque é com elas que temos recebido ofertas de equipamentos e bola”, frisou.

Muianga lamentou o facto de a equipa da Cadeia Central ter-se apresentado diante da Liga Muçulmana com cores diferentes, salientando que se trata do equipamento que o Maxaquene, Ferroviário e Desportivo ofereceram à selecção aquando do primeiro intercâmbio em 2007.

Edson Ussaca disse, por seu turno, aguardar a resposta de parcerias para resolver o problema. A Liga Muçulmana de Maputo, que venceu a Cadeia Central por 4-0, prometeu dois pares de equipamento na sua próxima visita.

Mais equipas do Moçambola irão à Cadeia Central e BO nos próximos dias, casos do Ferroviário, Desportivo, Atlético, Matchedje, todos de Maputo, e HCB de Songo, segundo contactos que foram confirmados por Edson Ussaca.

De salientar que o Costa do Sol foi o último a visitar um daqueles recintos prisionais (BO) na última quinta-feira, tendo ganho por 6-1. A equipa local vai beneficiar de um dia de visita extra pelo tento conseguido, isto como prémio. Esta medida é considerada de positiva pelos reclusos, que esperam com o intercâmbio por mais visitas de familiares e amigos.

O DEFESA central da equipa da casa(BO), Jorge, apelidado no “team” local por Djodjo,
INICIATIVA LOUVÁVEL


O DEFESA central da equipa da casa, Jorge, apelidado no “team” local por Djodjo, enalteceu a iniciativa dos Serviços Nacionais das Prisões, anotando que, “apesar de estarmos aqui, também fazemos parte da sociedade”, isto para implicitamente referir-se à necessidade de os reclusos poderem beneficiar de mais iniciativas como aquelas, como forma de proporcionar-lhes algum momento de distracção.

O ala direito do Costa do Sol Artur Comboio
REENCONTREI ALGUNS JOGADORES

MUITO impressionado, o ala direito do Costa do Sol Artur Comboio disse, aquando da visita do Costa do Sol à BO, ter vivido um momento ímpar ao, surpreendentemente, reencontrar-se com dois dos seus ex-companheiros de equipa quando era júnior.

Disse, adiante, que, apesar dos crimes que cometeram, o mais importante para cada um dos reclusos é saber viver.

“Vi quatro jovens que foram meus colegas de equipa quando era júnior e foi uma grande sensação para mim o reencontro com eles”, frisou.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:21
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DEPOIS do intervalo de ontem, que foi antecedido de uma vitória gordíssima (121-31) sobre as Maurícias, que venham as sul-africanas, hoje!

2ª edição do Campeonato Africano de Basquetebol Feminino Sub-20, a decorrer desde sábado, no Pavilhão do Maxaquene

Em partida a acontecer no Ginásio de Mahamisina, mesmo ao lado do Palácio dos Desportos, palco central deste Afrobásquete, a partir das 14.00 horas locais (13.00 de Maputo), Moçambique obriga-se a vencer, de forma a continuarem intactas as suas aspirações de transitar para os quartos-de-final na qualidade de segundo classificado.

Nos outros encontros do Grupo A, destaque para o Madagáscar-Senegal, em que, a despeito de todo o favoritismo das “leoas”, estas serão verdadeiramente infernizadas pelo público, a puxar pela sua selecção.

O outro jogo coloca frente-a-frente Camarões e Maurícias.

Em relação ao Grupo B, as atenções estarão viradas para o grandioso embate Mali-Angola, isto é, entre o primeiro e o terceiro classificados do último Afrobásquete, 2007, no Senegal. Não menos importante é o desafio entre Camarões e Nigéria, dado que ambos os conjuntos lutam pela qualificação para a segunda fase. Ruanda-Tunísia, os dois últimos, completa o quadro.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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DEPOIS do intervalo de ontem, que foi antecedido de uma vitória gordíssima (121-31) sobre as Maurícias, que venham as sul-africanas, hoje!

2ª edição do Campeonato Africano de Basquetebol Feminino Sub-20, a decorrer desde sábado, no Pavilhão do Maxaquene

Em partida a acontecer no Ginásio de Mahamisina, mesmo ao lado do Palácio dos Desportos, palco central deste Afrobásquete, a partir das 14.00 horas locais (13.00 de Maputo), Moçambique obriga-se a vencer, de forma a continuarem intactas as suas aspirações de transitar para os quartos-de-final na qualidade de segundo classificado.

Nos outros encontros do Grupo A, destaque para o Madagáscar-Senegal, em que, a despeito de todo o favoritismo das “leoas”, estas serão verdadeiramente infernizadas pelo público, a puxar pela sua selecção.

O outro jogo coloca frente-a-frente Camarões e Maurícias.

Em relação ao Grupo B, as atenções estarão viradas para o grandioso embate Mali-Angola, isto é, entre o primeiro e o terceiro classificados do último Afrobásquete, 2007, no Senegal. Não menos importante é o desafio entre Camarões e Nigéria, dado que ambos os conjuntos lutam pela qualificação para a segunda fase. Ruanda-Tunísia, os dois últimos, completa o quadro.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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É, inquestionavelmente, o “grupo da morte”. Senão vejamos: Mali, campeão em título, Angola, Nigéria e Costa do Marfim. Cada um destes, sem sombra de dúvida, sério candidato ao pedestal de honra. Uns degraus abaixo, Tunísia, que igualmente espreita uma possível qualificação, e depois o Ruanda, que paulatinamente vai ganhando o seu espaço no contexto basquetebolístico africano em femininos.

Moçambique na grande ilha com uma equipa guerreira(Deolinda)
Quem seguirá em frente? Por enquanto, todos os prognósticos e conjecturas apontam para o quarteto que segue nos lugares cimeiros, encabeçado pelas angolanas, mas as incertezas e surpresas que têm que caracterizado o Grupo B, em particular, fazem com ninguém arrisque o seu palpite, mesmo tendo a certeza absoluta de que acabará por ser este grupo a se qualificar, a menos que aconteça um “golpe de teatro” a ser protagonizado por tunisinas e ruandesas, entre hoje e amanhã.

Das surpresas já acontecidas, registo para o seguinte: derrota do Mali diante da Costa do Marfim por 10 pontos (52-62) e das marfinenses face às angolanas, pela mesma diferença (55-65). Angola, que igualmente bateu Ruanda (66-54) e Tunísia (62-56), comanda invicta o grupo com seis pontos, porém, tem agora dois colossos: Mali, hoje, e Nigéria, amanhã, para a decisão definitiva do seu primeiro lugar, ou não.

Mas há mais uma partida a ter em consideração nas contas finais: Costa do Marfim-Nigéria, esta tarde, num grupo em que, indubitavelmente, há a realçar o extraordinário crescimento das marfinenses, que “a priori” não eram tidas nem achadas para esta discussão que agora se desenrola.

Ora, tendo em conta que Moçambique, nos quartos-de-final, enfrentará um destes quatro adversários – não há melhor escolha possível – que preferência tem o seleccionador nacional? Nazir Salé afirma que será preciosamente nessa altura que irá começar, de facto, o Afrobásquete, dado que os candidatos vão se cruzar já no sistema de eliminatórias, portanto, sem qualquer apelação para uma nova oportunidade.

“Teremos que nos conformar com qualquer selecção que vier, pois há muitas surpresas neste grupo e outras virão ainda. Nesta altura, as escolhas são difíceis, até porque todos já estão com os olhos postos no título. Angola? Bom, se calhar continua a ser mais difícil jogar contra esta equipa do que com as outras, mas temos que estar preparados para o que der e vier”, referiu Nelito.
Segundo ele, o grande “handicap”
das moçambicanas é o jogo interior, porém, parafraseando-o, como não se tem cão tem de se caçar com gato.

“A diferença não reside essencialmente no porte físico, mas em termos defensivos e de ataque. Contra o Senegal, por exemplo, falhámos oportunidades facílimas de obtenção de pontos. E esta foi a grande diferença entre nós e eles, pois podíamos ter chegado aos 60 pontos. Todavia, como nestas situações os “ses” não contam, mas sim os feitos, aquilo que temos que atingir no jogo, então, temos que aceitar a realidade”, destacou o “mister”.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 10:03
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É, inquestionavelmente, o “grupo da morte”. Senão vejamos: Mali, campeão em título, Angola, Nigéria e Costa do Marfim. Cada um destes, sem sombra de dúvida, sério candidato ao pedestal de honra. Uns degraus abaixo, Tunísia, que igualmente espreita uma possível qualificação, e depois o Ruanda, que paulatinamente vai ganhando o seu espaço no contexto basquetebolístico africano em femininos.

Moçambique na grande ilha com uma equipa guerreira(Deolinda)
Quem seguirá em frente? Por enquanto, todos os prognósticos e conjecturas apontam para o quarteto que segue nos lugares cimeiros, encabeçado pelas angolanas, mas as incertezas e surpresas que têm que caracterizado o Grupo B, em particular, fazem com ninguém arrisque o seu palpite, mesmo tendo a certeza absoluta de que acabará por ser este grupo a se qualificar, a menos que aconteça um “golpe de teatro” a ser protagonizado por tunisinas e ruandesas, entre hoje e amanhã.

Das surpresas já acontecidas, registo para o seguinte: derrota do Mali diante da Costa do Marfim por 10 pontos (52-62) e das marfinenses face às angolanas, pela mesma diferença (55-65). Angola, que igualmente bateu Ruanda (66-54) e Tunísia (62-56), comanda invicta o grupo com seis pontos, porém, tem agora dois colossos: Mali, hoje, e Nigéria, amanhã, para a decisão definitiva do seu primeiro lugar, ou não.

Mas há mais uma partida a ter em consideração nas contas finais: Costa do Marfim-Nigéria, esta tarde, num grupo em que, indubitavelmente, há a realçar o extraordinário crescimento das marfinenses, que “a priori” não eram tidas nem achadas para esta discussão que agora se desenrola.

Ora, tendo em conta que Moçambique, nos quartos-de-final, enfrentará um destes quatro adversários – não há melhor escolha possível – que preferência tem o seleccionador nacional? Nazir Salé afirma que será preciosamente nessa altura que irá começar, de facto, o Afrobásquete, dado que os candidatos vão se cruzar já no sistema de eliminatórias, portanto, sem qualquer apelação para uma nova oportunidade.

“Teremos que nos conformar com qualquer selecção que vier, pois há muitas surpresas neste grupo e outras virão ainda. Nesta altura, as escolhas são difíceis, até porque todos já estão com os olhos postos no título. Angola? Bom, se calhar continua a ser mais difícil jogar contra esta equipa do que com as outras, mas temos que estar preparados para o que der e vier”, referiu Nelito.
Segundo ele, o grande “handicap”
das moçambicanas é o jogo interior, porém, parafraseando-o, como não se tem cão tem de se caçar com gato.

“A diferença não reside essencialmente no porte físico, mas em termos defensivos e de ataque. Contra o Senegal, por exemplo, falhámos oportunidades facílimas de obtenção de pontos. E esta foi a grande diferença entre nós e eles, pois podíamos ter chegado aos 60 pontos. Todavia, como nestas situações os “ses” não contam, mas sim os feitos, aquilo que temos que atingir no jogo, então, temos que aceitar a realidade”, destacou o “mister”.

ALEXANDRE ZANDAMELA, em Antananarivo

publicado por Vaxko Zakarias às 10:03
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FICA hoje definido quais as equipas que seguirão para a final do Campeonato do Mundo de Sub-20 que se disputa no Egipto.

Selecção Mundial Sub-20 do Brazil
Gana-Hungria e Brasil-Costa Rica são os desafios agendados para hoje das meias-finais que irão determinar quem garantirá a passagem para a grande final, cuja realização está prevista para sexta-feira.

O embate entre o Gana e a Hungria disputa-se às 16.00 horas, enquanto Brasil e Costa Rica estarão em acção a partir das 20.00 horas.

Ambos os jogos antevêem-se renhidos a julgar pela prestação das quatro equipas até então, embora os brasileiros sejam favoritos no duelo com os costa-riquenhos. O mesmo já não se pode dizer em relação ao despique entre ganeses e húngaros, se se atender que se apresentaram bastante fortes e até seria injusto apontar um favorito.

Nos quartos-de-final o Gana deixou pelo caminho a Coreia do Sul (2-3), enquanto a Hungria eliminou a Itália pela mesma marca.

O Brasil, por sua vez, venceu, nos “quartos”, a Alemanha, por 2-1, naquele que foi o grande jogo. A Costa Rica, tida como a surpresa da prova, bateu os Emiratos Árabes Unidos, por 2-1. Recorde-se que esta equipa do continente americano protagonizou uma grande surpresa nos oitavos-de-final ao eliminar o Egipto, a selecção anfitriã.

Meias-finais

Hoje (13.10.09)

16:30 h Gana-Hungria

20:00 h Brasil-Costa Rica

publicado por Vaxko Zakarias às 09:52
 O que é? |  O que é? | favorito

FICA hoje definido quais as equipas que seguirão para a final do Campeonato do Mundo de Sub-20 que se disputa no Egipto.

Selecção Mundial Sub-20 do Brazil
Gana-Hungria e Brasil-Costa Rica são os desafios agendados para hoje das meias-finais que irão determinar quem garantirá a passagem para a grande final, cuja realização está prevista para sexta-feira.

O embate entre o Gana e a Hungria disputa-se às 16.00 horas, enquanto Brasil e Costa Rica estarão em acção a partir das 20.00 horas.

Ambos os jogos antevêem-se renhidos a julgar pela prestação das quatro equipas até então, embora os brasileiros sejam favoritos no duelo com os costa-riquenhos. O mesmo já não se pode dizer em relação ao despique entre ganeses e húngaros, se se atender que se apresentaram bastante fortes e até seria injusto apontar um favorito.

Nos quartos-de-final o Gana deixou pelo caminho a Coreia do Sul (2-3), enquanto a Hungria eliminou a Itália pela mesma marca.

O Brasil, por sua vez, venceu, nos “quartos”, a Alemanha, por 2-1, naquele que foi o grande jogo. A Costa Rica, tida como a surpresa da prova, bateu os Emiratos Árabes Unidos, por 2-1. Recorde-se que esta equipa do continente americano protagonizou uma grande surpresa nos oitavos-de-final ao eliminar o Egipto, a selecção anfitriã.

Meias-finais

Hoje (13.10.09)

16:30 h Gana-Hungria

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