Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 28 DE Setembro 2009

A Universidade Pedagógica (UP) atribui hoje o título de Doutora Honoris Causa à antiga atleta moçambicana Maria de Lurdes Mutola, numa cerimónia a ter lugar no Centro de Conferências Joaquim Chissano.

homenagem oficial à Lurdes Mutola, pelos feitos conseguidos durante os mais de 20 anos de carreira no atletismo
Maria de Lurdes Mutola chegou a estabelecer, na sua especialidade, algumas das melhores marcas do continente Africano e do mundo, tendo sido, entre outros, recordista mundial de juniores e campeã olímpica.

Em Setembro de 1993 a UP atribuiu o título de Mestre em Desportos a Lurdes Mutola.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:56
 O que é? |  O que é? | favorito

A Universidade Pedagógica (UP) atribui hoje o título de Doutora Honoris Causa à antiga atleta moçambicana Maria de Lurdes Mutola, numa cerimónia a ter lugar no Centro de Conferências Joaquim Chissano.

homenagem oficial à Lurdes Mutola, pelos feitos conseguidos durante os mais de 20 anos de carreira no atletismo
Maria de Lurdes Mutola chegou a estabelecer, na sua especialidade, algumas das melhores marcas do continente Africano e do mundo, tendo sido, entre outros, recordista mundial de juniores e campeã olímpica.

Em Setembro de 1993 a UP atribuiu o título de Mestre em Desportos a Lurdes Mutola.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:56
 O que é? |  O que é? | favorito

O DESPORTIVO e o Ferroviário de Maputo, actuais comandantes do Moçambola-2009, foram ontem travados e tudo indica que o título só será decidido na última jornada.

Jogo entre o Ferroviario e o Costa do Sol
Os “alvi-negros” perderam em Tete com o Chingale, por duas bola a uma, enquanto os “locomotivas” da capital sucumbiam frente ao rival, Costa do Sol, por um golo sem concorrência. Apesar da derrota, ambos mantêm-se colados no topo com 47 pontos.


Os “canarinhos, por sua vez, aproximaram-se do dueto e já contam com 44 pontos. A Liga Muçulmana, finalmente, regressou às vitórias, batendo o Maxaquene, por 2-1. Já no grupo dos aflitos, o Textáfrica foi quem deu um passo gigantesco, ao passar do penúltimo para o décimo lugar, mercê da vitória conseguida em Nampula diante do Ferroviário de Nacala, por 3-2. O Chingale também continua a subir e passou da 11ª para a nona posição.

Quem parece ter enterrado definitivamente as esperanças de sobrevivência nesta prova mais importante do futebol moçambicano é o Ferroviário de Nampula, que ontem foi perder com o seu homónimo da Beira, por 0-1, e já é penúltimo, só superando o outro representante da capital do norte, neste caso o Ferroviário de Nacala, que já está despromovido.

O Atlético Muçulmano, por sinal vice-campeão nacional e vencedor da Taça de Moçambique, é um dos aflitos. Ontem consentiu um empate, em casa, a duas bolas diante da sensacional formação da HCB, que se manteve em sexto com 35 pontos. A próxima jornada vai ser de grande sofrimento, pois teremos jogos empolgantes, onde os candidatos ao título defrontam os aflitos.

O Desportivo terá pela frente o Atlético Muçulmano, enquanto o Ferroviário recebe o Chingale. O Costa do Sol vai à Nampula, onde lhe espera o Ferroviário local. O Maxaquene e o Matchedje terão as visitas dos Ferroviários da Beira e de Nacala. O FC Lichinga desloca-se ao terreno da HCB e a Liga vai a Chimoio.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:50
 O que é? |  O que é? | favorito

O DESPORTIVO e o Ferroviário de Maputo, actuais comandantes do Moçambola-2009, foram ontem travados e tudo indica que o título só será decidido na última jornada.

Jogo entre o Ferroviario e o Costa do Sol
Os “alvi-negros” perderam em Tete com o Chingale, por duas bola a uma, enquanto os “locomotivas” da capital sucumbiam frente ao rival, Costa do Sol, por um golo sem concorrência. Apesar da derrota, ambos mantêm-se colados no topo com 47 pontos.


Os “canarinhos, por sua vez, aproximaram-se do dueto e já contam com 44 pontos. A Liga Muçulmana, finalmente, regressou às vitórias, batendo o Maxaquene, por 2-1. Já no grupo dos aflitos, o Textáfrica foi quem deu um passo gigantesco, ao passar do penúltimo para o décimo lugar, mercê da vitória conseguida em Nampula diante do Ferroviário de Nacala, por 3-2. O Chingale também continua a subir e passou da 11ª para a nona posição.

Quem parece ter enterrado definitivamente as esperanças de sobrevivência nesta prova mais importante do futebol moçambicano é o Ferroviário de Nampula, que ontem foi perder com o seu homónimo da Beira, por 0-1, e já é penúltimo, só superando o outro representante da capital do norte, neste caso o Ferroviário de Nacala, que já está despromovido.

O Atlético Muçulmano, por sinal vice-campeão nacional e vencedor da Taça de Moçambique, é um dos aflitos. Ontem consentiu um empate, em casa, a duas bolas diante da sensacional formação da HCB, que se manteve em sexto com 35 pontos. A próxima jornada vai ser de grande sofrimento, pois teremos jogos empolgantes, onde os candidatos ao título defrontam os aflitos.

O Desportivo terá pela frente o Atlético Muçulmano, enquanto o Ferroviário recebe o Chingale. O Costa do Sol vai à Nampula, onde lhe espera o Ferroviário local. O Maxaquene e o Matchedje terão as visitas dos Ferroviários da Beira e de Nacala. O FC Lichinga desloca-se ao terreno da HCB e a Liga vai a Chimoio.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:50
 O que é? |  O que é? | favorito

A PONTA final do Moçambola-2009 vai ser imprópria para cardíacos se se tiver em conta que na jornada de ontem, portanto a antepenúltima, os da linha da frente perderam e os da cauda galgaram terreno. É caso para dizer que as próximas duas rondas serão de lágrimas! O Desportivo e o Ferroviário de Maputo apanharam pela mesma tabela.

Onde Dominguez estivesse, a vigilância "locomotiva" era cerrada
Os “alvi-negros” em Tete frente ao Chingale, por 1-2, e os “locomotivas” em Maputo diante do Costa do Sol, por 0-1. Foi uma tarde em cheio para a família “canarinha”, não é? Mas o que consola os dois é que continuam colados no comando com 47 pontos e por sinal na próxima jornada ambos jogam em casa.

Se no topo houve choramingos, cá na cauda houve festa, pois alguns dos aflitos subiram alguns degraus com destaque para o Textáfrica e Chingale que se livraram (momentaneamente?) dos lugares de sufoco, quer dizer, os de despromoção. Mas vamos aos resultados: o Maxaquene, que matematicamente ainda sonhava com o título, sucumbiu (1-2) diante da Liga Muçulmana, que ontem regressou às vitórias depois da saída do Professor Neca.

O Matchedje foi a Lichinga empatar sem abertura de contagem, enquanto o Textáfrica arrecadava três preciosos pontos (3-2) frente ao já despromovido, mas aguerrido, Ferroviário de Nacala. Os “locomotivas” beirenses enterraram cada vez mais os seus homónimos de Nampula (1-0).

A HCB veio a Maputo empatar com o aflito Atlético Muçulmano. A próxima ronda contempla os encontros Desportivo-Atlético Muçulmano, HCB-FC Lichinga, Matchedje-Ferroviário de Nacala, Textáfrica-Liga Muçulmana, Maxaquene-Ferroviário da Beira, Ferroviário de Nampula-Costa do Sol e Ferroviário de Maputo-Chingale.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:44
 O que é? |  O que é? | favorito

A PONTA final do Moçambola-2009 vai ser imprópria para cardíacos se se tiver em conta que na jornada de ontem, portanto a antepenúltima, os da linha da frente perderam e os da cauda galgaram terreno. É caso para dizer que as próximas duas rondas serão de lágrimas! O Desportivo e o Ferroviário de Maputo apanharam pela mesma tabela.

Onde Dominguez estivesse, a vigilância "locomotiva" era cerrada
Os “alvi-negros” em Tete frente ao Chingale, por 1-2, e os “locomotivas” em Maputo diante do Costa do Sol, por 0-1. Foi uma tarde em cheio para a família “canarinha”, não é? Mas o que consola os dois é que continuam colados no comando com 47 pontos e por sinal na próxima jornada ambos jogam em casa.

Se no topo houve choramingos, cá na cauda houve festa, pois alguns dos aflitos subiram alguns degraus com destaque para o Textáfrica e Chingale que se livraram (momentaneamente?) dos lugares de sufoco, quer dizer, os de despromoção. Mas vamos aos resultados: o Maxaquene, que matematicamente ainda sonhava com o título, sucumbiu (1-2) diante da Liga Muçulmana, que ontem regressou às vitórias depois da saída do Professor Neca.

O Matchedje foi a Lichinga empatar sem abertura de contagem, enquanto o Textáfrica arrecadava três preciosos pontos (3-2) frente ao já despromovido, mas aguerrido, Ferroviário de Nacala. Os “locomotivas” beirenses enterraram cada vez mais os seus homónimos de Nampula (1-0).

A HCB veio a Maputo empatar com o aflito Atlético Muçulmano. A próxima ronda contempla os encontros Desportivo-Atlético Muçulmano, HCB-FC Lichinga, Matchedje-Ferroviário de Nacala, Textáfrica-Liga Muçulmana, Maxaquene-Ferroviário da Beira, Ferroviário de Nampula-Costa do Sol e Ferroviário de Maputo-Chingale.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:44
 O que é? |  O que é? | favorito

VERDADEIRA batalha pelos três pontos, foi o que se viu ontem no campo do Costa do Sol com a equipa da casa a levar a melhor com golo do inevitável pequeno/grande jogador Ruben. Já era de prever esta luta sem precedentes, porque nestas alturas do Moçambola ninguém quer ficar atrás.

Jogo entre o Ferroviario e Costa do Sol
O Costa do Sol entrou bastante pressionante. Colocou todo o seu arsenal virado para a baliza de Muhamed e criou sempre espaços vazios, aproveitando, muito bem, a velocidade pelos flancos de Josimar, Marufo, Tó e, por vezes, Silvério. Ruben aparecia nas costas e era o verdadeiro “maestro”. Era ele que rodopiava e abria espaços vazios com aqueles seus pezinhos de lã, mas de grande obreiro. Dito, era o outro jogador que aparecia em cunha, ficando Mambo para as compensações no grande círculo. João, Kito e Jonas eram autênticos bombeiros, com o segundo a ir sempre à “racha”.

O Ferroviário tremia. Danito Parruque enchia o campo, bem secundado por Hagy. Mas era Mendes que dava mais nas vistas com alguns rasgos individuais que faziam vibrar os adversários. Na frente estava a dupla Luís/Jerry a tentar as penetrações. Mas os espaços estavam tão fechados que nem uma agulha podia penetrar. Na retaguarda, Tony comandava a defensiva, onde Jotamo, Zabula e Fredy não permitiam brincadeiras.

O jogo corria a uma velocidade estonteante, mas poucas eram as ocasiões de golo, tendo na primeira, de grande perigo, Josimar chutado para a defesa apertada de Muhamed.

O Ferroviário, aos poucos, foi ganhando terreno. Numa dessas subidas teria inaugurado o marcador, quando na sequência de um canto, Antoninho embrulhou-se com companheiros e adversários, aparecendo sobre a linha de golo um defesa a sacudir com muita autoridade.

O Costa do Sol sempre que fosse ao ataque o fazia com muito perigo. E numa dessas subidas, aos 28 minutos, Ruben - este grande jogador! – penetrou pela esquerda. Levantou a cabeça. Viu que os companheiros estavam ligeiramente atrasados. Arriscou com um remate/cruzamento em arco. A bola, na trajectória, embateu no pé de um defesa e rapidamente mudou de direcção, traindo, deste modo, o guarda-redes. Era verdadeira festa “canarinha”.

O Ferroviário foi à busca da igualdade. Mendes, inconformado, foi a todas e por duas vezes obrigou Antoninho a defesas de recurso. O mesmo Antoninho evitou um golo certo com um mergulho espectacular à segunda tentativa, a tirar a bola da ponta da bota de Mendes.

Momentos depois, veio o intervalo.

SEGUNDA PARTE

À “LOCOMOTIVA”

Ninguém pode contestar se dissermos que na segunda parte o Ferroviário sufocou o adversário. Mas há que ter em conta que o Costa do Sol jogava o que lhe convinha, porque sabia que estava em vantagem e tinha que ter muitas cautelas para não permitir o empate. Nalguns casos, embora de forma exagerada, os seus jogadores simularam lesões para ganharem tempo. Aqui, questiona-se ao árbitro: afinal para que servem os cartões que leva no bolso?

Mas como dizíamos, o Ferroviário entrou para a etapa conclusiva muito pressionante. Encostou o seu adversário às cordas, contudo, não encontrava espaço para o “KO”.

A dupla Luís/Jerry não atinava como de costume. Chiquinho Conde injectava sangue novo e acenava constantemente para que a bola fosse rapidamente transportada para a área contrária.

João Chissano respondia também com algumas substituições, sendo a que mais produziu efeitos, a de Artur Comboio, que com a sua experiência, veio controlar o meio-campo do lado direito.

A vez já era dos Artur’s, porque doutro lado também tinha entrado o Manhiça, que com dois remates violentos, abanou a defensiva “canarinha”.

Já na ponta final, Josimar entrou na área. Levantou a bola para a zona dos braços de Jotamo. O público reclamou penalte. Terá existido? Julgamos que o árbitro estava ali pertinho e decidiu por aquilo que viu.

Mas a história estava escrita: o Costa do Sol iria ganhar por 1-0. E… ganhou mesmo!

No final do jogo houve festa por parte dos “canarinhos”, mas os “locomotivas” também sentiram-se ressarcidos, pois sabiam que o seu rival, o Desportivo, tinha perdido em Tete.

A equipa de arbitragem teve alguns deslizes, principalmente no capítulo disciplinar. Sentiu-se muito pressionada e nalgumas ocasiões cedeu. Apenas dizer aos árbitros que têm que ser mais coerentes nas suas decisões.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Estevão Matsinhe; Gimo Patrício e Arsénio Marrengula. Bernardino dos Santos foi o quarto.

COSTA DO SOL: Antoninho; João, Kito, Jonas, Dito, Mambo (Nhabanga), Josimar, Silvério (Artur Comboio), Ruben, Tó e Marufo (Samito).

FER. MAPUTO: Muhamed; Zabula, Tony, Jotamo, Fredy, Hagy, Danito (Maurício), Joca (Artur Manhiça), Memdes (Dário), Luís e Jerry.

ACÇÂO DISCIPLINAR: “Amarelo” para Kito.

GIL CRVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:34
 O que é? |  O que é? | favorito

VERDADEIRA batalha pelos três pontos, foi o que se viu ontem no campo do Costa do Sol com a equipa da casa a levar a melhor com golo do inevitável pequeno/grande jogador Ruben. Já era de prever esta luta sem precedentes, porque nestas alturas do Moçambola ninguém quer ficar atrás.

Jogo entre o Ferroviario e Costa do Sol
O Costa do Sol entrou bastante pressionante. Colocou todo o seu arsenal virado para a baliza de Muhamed e criou sempre espaços vazios, aproveitando, muito bem, a velocidade pelos flancos de Josimar, Marufo, Tó e, por vezes, Silvério. Ruben aparecia nas costas e era o verdadeiro “maestro”. Era ele que rodopiava e abria espaços vazios com aqueles seus pezinhos de lã, mas de grande obreiro. Dito, era o outro jogador que aparecia em cunha, ficando Mambo para as compensações no grande círculo. João, Kito e Jonas eram autênticos bombeiros, com o segundo a ir sempre à “racha”.

O Ferroviário tremia. Danito Parruque enchia o campo, bem secundado por Hagy. Mas era Mendes que dava mais nas vistas com alguns rasgos individuais que faziam vibrar os adversários. Na frente estava a dupla Luís/Jerry a tentar as penetrações. Mas os espaços estavam tão fechados que nem uma agulha podia penetrar. Na retaguarda, Tony comandava a defensiva, onde Jotamo, Zabula e Fredy não permitiam brincadeiras.

O jogo corria a uma velocidade estonteante, mas poucas eram as ocasiões de golo, tendo na primeira, de grande perigo, Josimar chutado para a defesa apertada de Muhamed.

O Ferroviário, aos poucos, foi ganhando terreno. Numa dessas subidas teria inaugurado o marcador, quando na sequência de um canto, Antoninho embrulhou-se com companheiros e adversários, aparecendo sobre a linha de golo um defesa a sacudir com muita autoridade.

O Costa do Sol sempre que fosse ao ataque o fazia com muito perigo. E numa dessas subidas, aos 28 minutos, Ruben - este grande jogador! – penetrou pela esquerda. Levantou a cabeça. Viu que os companheiros estavam ligeiramente atrasados. Arriscou com um remate/cruzamento em arco. A bola, na trajectória, embateu no pé de um defesa e rapidamente mudou de direcção, traindo, deste modo, o guarda-redes. Era verdadeira festa “canarinha”.

O Ferroviário foi à busca da igualdade. Mendes, inconformado, foi a todas e por duas vezes obrigou Antoninho a defesas de recurso. O mesmo Antoninho evitou um golo certo com um mergulho espectacular à segunda tentativa, a tirar a bola da ponta da bota de Mendes.

Momentos depois, veio o intervalo.

SEGUNDA PARTE

À “LOCOMOTIVA”

Ninguém pode contestar se dissermos que na segunda parte o Ferroviário sufocou o adversário. Mas há que ter em conta que o Costa do Sol jogava o que lhe convinha, porque sabia que estava em vantagem e tinha que ter muitas cautelas para não permitir o empate. Nalguns casos, embora de forma exagerada, os seus jogadores simularam lesões para ganharem tempo. Aqui, questiona-se ao árbitro: afinal para que servem os cartões que leva no bolso?

Mas como dizíamos, o Ferroviário entrou para a etapa conclusiva muito pressionante. Encostou o seu adversário às cordas, contudo, não encontrava espaço para o “KO”.

A dupla Luís/Jerry não atinava como de costume. Chiquinho Conde injectava sangue novo e acenava constantemente para que a bola fosse rapidamente transportada para a área contrária.

João Chissano respondia também com algumas substituições, sendo a que mais produziu efeitos, a de Artur Comboio, que com a sua experiência, veio controlar o meio-campo do lado direito.

A vez já era dos Artur’s, porque doutro lado também tinha entrado o Manhiça, que com dois remates violentos, abanou a defensiva “canarinha”.

Já na ponta final, Josimar entrou na área. Levantou a bola para a zona dos braços de Jotamo. O público reclamou penalte. Terá existido? Julgamos que o árbitro estava ali pertinho e decidiu por aquilo que viu.

Mas a história estava escrita: o Costa do Sol iria ganhar por 1-0. E… ganhou mesmo!

No final do jogo houve festa por parte dos “canarinhos”, mas os “locomotivas” também sentiram-se ressarcidos, pois sabiam que o seu rival, o Desportivo, tinha perdido em Tete.

A equipa de arbitragem teve alguns deslizes, principalmente no capítulo disciplinar. Sentiu-se muito pressionada e nalgumas ocasiões cedeu. Apenas dizer aos árbitros que têm que ser mais coerentes nas suas decisões.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Estevão Matsinhe; Gimo Patrício e Arsénio Marrengula. Bernardino dos Santos foi o quarto.

COSTA DO SOL: Antoninho; João, Kito, Jonas, Dito, Mambo (Nhabanga), Josimar, Silvério (Artur Comboio), Ruben, Tó e Marufo (Samito).

FER. MAPUTO: Muhamed; Zabula, Tony, Jotamo, Fredy, Hagy, Danito (Maurício), Joca (Artur Manhiça), Memdes (Dário), Luís e Jerry.

ACÇÂO DISCIPLINAR: “Amarelo” para Kito.

GIL CRVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:34
 O que é? |  O que é? | favorito

ARTUR Semedo apostou numa equipa suficientemente ofensiva para chamar a si a vitória e continuar firme na luta pela conquista do Moçambola. Todavia, a estratégia do Desportivo teve uma oposição adulta e de elevada qualidade técnica, personalizada em Mavô, o criminoso do momento no campeonato.

NELINHO, o “patrão” do meio-campo “alvi-negro”
Não garantimos ao leitor se Secanhe já terá acordado do pesadelo imposto por Mavô na tarde de ontem. O certo é que o veterano avançado torturou Secanhe até limites inadmissíveis quanto penosos. E foi numa dessas torturas que Mavô passou por Secanhe, galgou bons metros como se fosse um menino e perante a saída desesperada de Marcelino inaugurou o marcador. Estavam jogados 28 minutos.

O Desportivo não se aquietou. Pelo contrário, forçou ainda mais o ataque, empurrando o Chingale para a sua própria grande área. Foi nesta toada que os “alvi-negros” ganharam três cantos consecutivos, sendo que no terceiro o esférico foi desviado por um defesa tetense sobre a linha de golo. E, aos 34 minutos, quando se aguardava pelo empate, Mavô voltou a desgraçar Secanhe isolando-se, perdendo o duelo a favor de Marcelino aos 47 minutos.

O Desportivo iguala o marcador por Mexer, que saltou à vontade na grande área cabeceando sem hipóteses para Jaime, depois de um canto cobrado à direita.

A segunda parte abriu com Binó a rematar torto, quando tinha tudo para desempatar a contenda. No ataque seguinte, Muandro desviou sem direcção após um cruzamento perigoso do enérgico Zainadine Jr.

O Desportivo continuou a pressionar, colocando muitos jogadores no terreno adversário. Incómodo mesmo continuava a ser Mavô, ainda que na segunda metade tenha tido em Mexer um opositor à altura do seu nível. Aos 72 minutos, Hagy é desmarcado à direita, batendo os defesas “alvi-negros” em velocidade, e bateu Marcelino sem dó nem piedade, fixando o resultado final.

Os pupilos de Semedo não se conformaram. Assaltaram o meio-campo do Chingale, que apostava em tudo para manter o resultado, incluindo o recurso a antijogo. Nelson ainda teve a igualdade nos pés, mas rematou fraco para a defesa de Kingsley, que entrara para o lugar do lesionado Jaime.

O árbitro António Massango esteve impecável em todos aspectos, daí assumirmos a nossa ignorância para explicar os exuberantes protestos de um grupo de “alvi-negros” durante o intervalo do jogo.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Francisco Machel e Eduardo Gatoma. Quarto árbitro foi Félix Maugente.

CHINGALE: Jaime (Kingsley), Elísio, Fredy, Manuelito, Richard, Hagy, Manecas, Hilário (Abertur), Tony (Malate), Magaba e Mavô.

DESPORTIVO: Marcelino, Zainadine Jr., Emídio, Mexer, Secanhe (Matlombe), Nelinho, Nelson, Tchitcho, Muandro (Isac), Binó e Sonito (Aníbal)

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
 O que é? |  O que é? | favorito

ARTUR Semedo apostou numa equipa suficientemente ofensiva para chamar a si a vitória e continuar firme na luta pela conquista do Moçambola. Todavia, a estratégia do Desportivo teve uma oposição adulta e de elevada qualidade técnica, personalizada em Mavô, o criminoso do momento no campeonato.

NELINHO, o “patrão” do meio-campo “alvi-negro”
Não garantimos ao leitor se Secanhe já terá acordado do pesadelo imposto por Mavô na tarde de ontem. O certo é que o veterano avançado torturou Secanhe até limites inadmissíveis quanto penosos. E foi numa dessas torturas que Mavô passou por Secanhe, galgou bons metros como se fosse um menino e perante a saída desesperada de Marcelino inaugurou o marcador. Estavam jogados 28 minutos.

O Desportivo não se aquietou. Pelo contrário, forçou ainda mais o ataque, empurrando o Chingale para a sua própria grande área. Foi nesta toada que os “alvi-negros” ganharam três cantos consecutivos, sendo que no terceiro o esférico foi desviado por um defesa tetense sobre a linha de golo. E, aos 34 minutos, quando se aguardava pelo empate, Mavô voltou a desgraçar Secanhe isolando-se, perdendo o duelo a favor de Marcelino aos 47 minutos.

O Desportivo iguala o marcador por Mexer, que saltou à vontade na grande área cabeceando sem hipóteses para Jaime, depois de um canto cobrado à direita.

A segunda parte abriu com Binó a rematar torto, quando tinha tudo para desempatar a contenda. No ataque seguinte, Muandro desviou sem direcção após um cruzamento perigoso do enérgico Zainadine Jr.

O Desportivo continuou a pressionar, colocando muitos jogadores no terreno adversário. Incómodo mesmo continuava a ser Mavô, ainda que na segunda metade tenha tido em Mexer um opositor à altura do seu nível. Aos 72 minutos, Hagy é desmarcado à direita, batendo os defesas “alvi-negros” em velocidade, e bateu Marcelino sem dó nem piedade, fixando o resultado final.

Os pupilos de Semedo não se conformaram. Assaltaram o meio-campo do Chingale, que apostava em tudo para manter o resultado, incluindo o recurso a antijogo. Nelson ainda teve a igualdade nos pés, mas rematou fraco para a defesa de Kingsley, que entrara para o lugar do lesionado Jaime.

O árbitro António Massango esteve impecável em todos aspectos, daí assumirmos a nossa ignorância para explicar os exuberantes protestos de um grupo de “alvi-negros” durante o intervalo do jogo.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Francisco Machel e Eduardo Gatoma. Quarto árbitro foi Félix Maugente.

CHINGALE: Jaime (Kingsley), Elísio, Fredy, Manuelito, Richard, Hagy, Manecas, Hilário (Abertur), Tony (Malate), Magaba e Mavô.

DESPORTIVO: Marcelino, Zainadine Jr., Emídio, Mexer, Secanhe (Matlombe), Nelinho, Nelson, Tchitcho, Muandro (Isac), Binó e Sonito (Aníbal)

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
 O que é? |  O que é? | favorito

O ATLÉTICO Muçulmano ainda não pode festejar a manutenção já que ontem não conseguiu melhor que um empate (2-2) na recepção do HCB de Songo, que esteve à frente do marcador por duas vezes, mas sempre permitiu a recuperação dos anfitriões.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Nesta partida dois dos quatro golos foram apontados na cobrança de grandes penalidade, primeiro aos 16 minutos, por Clarêncio, para o Atlético e segundo aos 50 minutos por Costa, para o HCB de Songo.


Logo cedo percebeu-se que as duas equipas não estavam dispostas a correrem riscos e por largo período da partida tenha se assistido a um jogo cuidadoso com os intervenientes a evitar mínimos erros.

Apesar das mudanças operadas na sua equipa, o Atlético continua sendo sombra daquilo que fez o ano passado enfrentando muitas dificuldades na construção de jogadas e apresentando uma defesa trémula e sem segurança. Aliás, foi na sequência disso que o HCB de Songo chegou ao primeiro golo quando Henry ganhou o esférico à entrada da grande área e centrou para Gito, que não perdoou. Os defensores do Atlético dividem entre si as responsabilidades no golo.

Entretanto, o golo até espevitou os “muçulmanos” que correram atrás de prejuízo e só demoraram três minutos para igualarem a partida na cobrança de uma grande penalidade convertida por Clarêncio aos 16 minutos.

Antes do intervalo destaque para duas situações: primeiro Patrício, após passe de James, cabeceou perigosamente, mas o guarda-redes dos hidroeléctricos, Dionísio, com uma palmada evitou o golo e já no fim da primeira parte foi Amílcar que teve tudo para fazer o tento, mas defronte de Samito atirou para fora.

No reatamento, o HCB só demorou cinco minutos para voltar a estar em vantagem quando, aos 50 minutos, Costa, na cobrança de uma grande penalidade, fez o 1-2.

Entretanto, a reacção dos “muçulmanos” voltou a ser eficaz e seis minutos depois do golo restabeleceu a igualdade na sequência de uma jogada bastante rápida com Moca a fazer um grande passe para o remate certeiro de Patrício.

E depois disso não se viu grandes situações de golo com a partida a terminar com a igualdade que sabe bem aos dois conjuntos.

O trabalho do trio de arbitragem dirigido por Ainade Ussene esteve à altura da partida.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Ainade Ussene, auxiliado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

ATLÉTICO: Samito, Amad, Clarêncio, Baúte e James; Ngoni (Madeira), Délcio, Moca (Dino) e Danito Jojó); Patrício e Eboh.

HCB DE SONGO: Dionísio, Antoninho (3), Mucuapene, Costa (Venâncio) e Bila; Eládio, King, Henry (Paíto), Aulito (Joaquim); Amílcar e Gito.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Baúte, pelo Atlético, e para Bila e Mucuapene, pelo HCB de Songo.

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:20
 O que é? |  O que é? | favorito

O ATLÉTICO Muçulmano ainda não pode festejar a manutenção já que ontem não conseguiu melhor que um empate (2-2) na recepção do HCB de Songo, que esteve à frente do marcador por duas vezes, mas sempre permitiu a recuperação dos anfitriões.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Nesta partida dois dos quatro golos foram apontados na cobrança de grandes penalidade, primeiro aos 16 minutos, por Clarêncio, para o Atlético e segundo aos 50 minutos por Costa, para o HCB de Songo.


Logo cedo percebeu-se que as duas equipas não estavam dispostas a correrem riscos e por largo período da partida tenha se assistido a um jogo cuidadoso com os intervenientes a evitar mínimos erros.

Apesar das mudanças operadas na sua equipa, o Atlético continua sendo sombra daquilo que fez o ano passado enfrentando muitas dificuldades na construção de jogadas e apresentando uma defesa trémula e sem segurança. Aliás, foi na sequência disso que o HCB de Songo chegou ao primeiro golo quando Henry ganhou o esférico à entrada da grande área e centrou para Gito, que não perdoou. Os defensores do Atlético dividem entre si as responsabilidades no golo.

Entretanto, o golo até espevitou os “muçulmanos” que correram atrás de prejuízo e só demoraram três minutos para igualarem a partida na cobrança de uma grande penalidade convertida por Clarêncio aos 16 minutos.

Antes do intervalo destaque para duas situações: primeiro Patrício, após passe de James, cabeceou perigosamente, mas o guarda-redes dos hidroeléctricos, Dionísio, com uma palmada evitou o golo e já no fim da primeira parte foi Amílcar que teve tudo para fazer o tento, mas defronte de Samito atirou para fora.

No reatamento, o HCB só demorou cinco minutos para voltar a estar em vantagem quando, aos 50 minutos, Costa, na cobrança de uma grande penalidade, fez o 1-2.

Entretanto, a reacção dos “muçulmanos” voltou a ser eficaz e seis minutos depois do golo restabeleceu a igualdade na sequência de uma jogada bastante rápida com Moca a fazer um grande passe para o remate certeiro de Patrício.

E depois disso não se viu grandes situações de golo com a partida a terminar com a igualdade que sabe bem aos dois conjuntos.

O trabalho do trio de arbitragem dirigido por Ainade Ussene esteve à altura da partida.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Ainade Ussene, auxiliado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

ATLÉTICO: Samito, Amad, Clarêncio, Baúte e James; Ngoni (Madeira), Délcio, Moca (Dino) e Danito Jojó); Patrício e Eboh.

HCB DE SONGO: Dionísio, Antoninho (3), Mucuapene, Costa (Venâncio) e Bila; Eládio, King, Henry (Paíto), Aulito (Joaquim); Amílcar e Gito.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Baúte, pelo Atlético, e para Bila e Mucuapene, pelo HCB de Songo.

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:20
 O que é? |  O que é? | favorito

O ATLÉTICO Muçulmano ainda não pode festejar a manutenção já que ontem não conseguiu melhor que um empate (2-2) na recepção do HCB de Songo, que esteve à frente do marcador por duas vezes, mas sempre permitiu a recuperação dos anfitriões.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Nesta partida dois dos quatro golos foram apontados na cobrança de grandes penalidade, primeiro aos 16 minutos, por Clarêncio, para o Atlético e segundo aos 50 minutos por Costa, para o HCB de Songo.


Logo cedo percebeu-se que as duas equipas não estavam dispostas a correrem riscos e por largo período da partida tenha se assistido a um jogo cuidadoso com os intervenientes a evitar mínimos erros.

Apesar das mudanças operadas na sua equipa, o Atlético continua sendo sombra daquilo que fez o ano passado enfrentando muitas dificuldades na construção de jogadas e apresentando uma defesa trémula e sem segurança. Aliás, foi na sequência disso que o HCB de Songo chegou ao primeiro golo quando Henry ganhou o esférico à entrada da grande área e centrou para Gito, que não perdoou. Os defensores do Atlético dividem entre si as responsabilidades no golo.

Entretanto, o golo até espevitou os “muçulmanos” que correram atrás de prejuízo e só demoraram três minutos para igualarem a partida na cobrança de uma grande penalidade convertida por Clarêncio aos 16 minutos.

Antes do intervalo destaque para duas situações: primeiro Patrício, após passe de James, cabeceou perigosamente, mas o guarda-redes dos hidroeléctricos, Dionísio, com uma palmada evitou o golo e já no fim da primeira parte foi Amílcar que teve tudo para fazer o tento, mas defronte de Samito atirou para fora.

No reatamento, o HCB só demorou cinco minutos para voltar a estar em vantagem quando, aos 50 minutos, Costa, na cobrança de uma grande penalidade, fez o 1-2.

Entretanto, a reacção dos “muçulmanos” voltou a ser eficaz e seis minutos depois do golo restabeleceu a igualdade na sequência de uma jogada bastante rápida com Moca a fazer um grande passe para o remate certeiro de Patrício.

E depois disso não se viu grandes situações de golo com a partida a terminar com a igualdade que sabe bem aos dois conjuntos.

O trabalho do trio de arbitragem dirigido por Ainade Ussene esteve à altura da partida.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Ainade Ussene, auxiliado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

ATLÉTICO: Samito, Amad, Clarêncio, Baúte e James; Ngoni (Madeira), Délcio, Moca (Dino) e Danito Jojó); Patrício e Eboh.

HCB DE SONGO: Dionísio, Antoninho (3), Mucuapene, Costa (Venâncio) e Bila; Eládio, King, Henry (Paíto), Aulito (Joaquim); Amílcar e Gito.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Baúte, pelo Atlético, e para Bila e Mucuapene, pelo HCB de Songo.

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
 O que é? |  O que é? | favorito

O ATLÉTICO Muçulmano ainda não pode festejar a manutenção já que ontem não conseguiu melhor que um empate (2-2) na recepção do HCB de Songo, que esteve à frente do marcador por duas vezes, mas sempre permitiu a recuperação dos anfitriões.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Nesta partida dois dos quatro golos foram apontados na cobrança de grandes penalidade, primeiro aos 16 minutos, por Clarêncio, para o Atlético e segundo aos 50 minutos por Costa, para o HCB de Songo.


Logo cedo percebeu-se que as duas equipas não estavam dispostas a correrem riscos e por largo período da partida tenha se assistido a um jogo cuidadoso com os intervenientes a evitar mínimos erros.

Apesar das mudanças operadas na sua equipa, o Atlético continua sendo sombra daquilo que fez o ano passado enfrentando muitas dificuldades na construção de jogadas e apresentando uma defesa trémula e sem segurança. Aliás, foi na sequência disso que o HCB de Songo chegou ao primeiro golo quando Henry ganhou o esférico à entrada da grande área e centrou para Gito, que não perdoou. Os defensores do Atlético dividem entre si as responsabilidades no golo.

Entretanto, o golo até espevitou os “muçulmanos” que correram atrás de prejuízo e só demoraram três minutos para igualarem a partida na cobrança de uma grande penalidade convertida por Clarêncio aos 16 minutos.

Antes do intervalo destaque para duas situações: primeiro Patrício, após passe de James, cabeceou perigosamente, mas o guarda-redes dos hidroeléctricos, Dionísio, com uma palmada evitou o golo e já no fim da primeira parte foi Amílcar que teve tudo para fazer o tento, mas defronte de Samito atirou para fora.

No reatamento, o HCB só demorou cinco minutos para voltar a estar em vantagem quando, aos 50 minutos, Costa, na cobrança de uma grande penalidade, fez o 1-2.

Entretanto, a reacção dos “muçulmanos” voltou a ser eficaz e seis minutos depois do golo restabeleceu a igualdade na sequência de uma jogada bastante rápida com Moca a fazer um grande passe para o remate certeiro de Patrício.

E depois disso não se viu grandes situações de golo com a partida a terminar com a igualdade que sabe bem aos dois conjuntos.

O trabalho do trio de arbitragem dirigido por Ainade Ussene esteve à altura da partida.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Ainade Ussene, auxiliado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

ATLÉTICO: Samito, Amad, Clarêncio, Baúte e James; Ngoni (Madeira), Délcio, Moca (Dino) e Danito Jojó); Patrício e Eboh.

HCB DE SONGO: Dionísio, Antoninho (3), Mucuapene, Costa (Venâncio) e Bila; Eládio, King, Henry (Paíto), Aulito (Joaquim); Amílcar e Gito.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Baúte, pelo Atlético, e para Bila e Mucuapene, pelo HCB de Songo.

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI correndo atrás do prejuízo que o Textáfrica saiu ontem, do campo 25 de Junho, com os três pontos. Mesmo sem dominar o adversário, os “fabris” sempre reagiram depois de sofrer um golo.

A CIDADE de Chimoio parou, sábado último, para testemunhar o arranque do Moçambola-2008, tendo o campo da Soalpo
A histária do jogo resume-se, aliás, a uma segunda parte com cinco golos e a uma péssima arbitragem. O primeiro aviso foi mesmo do Ferroviário de Nacala que, só não saiu com melhor resultado porque permitiu sempre que o adversário lhe surpreendesse.

Camate, aos 54 minutos, depois de um belíssimo trabalho individual, na ala esquerda do seu ataque, rematou forte para as malhas laterais que, no entanto, estavam furadas. A bola ficou dentro da baliza e o público gritou golo mas não era.

Aos 57 minutos, Romão inaugura o marcador para os nacalenses, mas três minutos depois o Textáfrica reage bem e chega à igualdade, só que o árbitro Filimão Filipe invalida o golo alegando posição de fora-de-jogo que, quanto a nós, não existiu.
A pressão dos “fabris” de Chimoio foi crescendo e os donos da casa já queriam defender-se do magro 1-0. Foi assim que Italó fez a igualdade. Só assim os “locomotivas” viram que afinal era preciso continuar a jogar de igual para igual e aos 79 minutos Dulá fez o 2-1.

Correndo mais uma vez atras do prejuízo, o Textáfrica foi atacando mais e numa dessas jogadas o dianteiro Tume deixa-se cair dentro da área e o árbitro aponta a marca de penalte que sinceramente não existiu. Estava feito o empate por intermédio de Corado aos 86 minutos.

Já por cima dos 90 regulamentares Italó bisou para o golo da vitária numa fífia da defensiva do Ferroviário.

A arbitragem de Filimão Filipe foi, como já dissemos, péssima. Anulou inadequadamente um golo e marcou um penalte que não existiu dentre outras falhas que não cabiam num jogo fácil de dirigir.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO : Filimão Filipe, auxiliado por Edmundo Macamo e Baltazar Hilário.

FERROVIÁRIO DE NACALA: Alio; Tamathe, Mangate, Magido e Matias; Wazir, Custódio, Pintado e Dulá; Guedesse e Romão.

Jogaram ainda Telinho e Abdala.

TEXTÁFRICA: Melo; Zola, Gervásio, Ussene e Dondo; Mambusha, Mitó, Ângelo e Jorge; Tume e Italó.

Jogaram ainda Corado e Jossias.

Golos de Romão e Dulá, pelo Ferroviário de Nampula, e Italó (2) e Corado, pelo Textáfrica.

Cartões amarelos a Custódio e Matias, ambos do Ferroviário de Nacala.

CARLOS COELHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:12
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI correndo atrás do prejuízo que o Textáfrica saiu ontem, do campo 25 de Junho, com os três pontos. Mesmo sem dominar o adversário, os “fabris” sempre reagiram depois de sofrer um golo.

A CIDADE de Chimoio parou, sábado último, para testemunhar o arranque do Moçambola-2008, tendo o campo da Soalpo
A histária do jogo resume-se, aliás, a uma segunda parte com cinco golos e a uma péssima arbitragem. O primeiro aviso foi mesmo do Ferroviário de Nacala que, só não saiu com melhor resultado porque permitiu sempre que o adversário lhe surpreendesse.

Camate, aos 54 minutos, depois de um belíssimo trabalho individual, na ala esquerda do seu ataque, rematou forte para as malhas laterais que, no entanto, estavam furadas. A bola ficou dentro da baliza e o público gritou golo mas não era.

Aos 57 minutos, Romão inaugura o marcador para os nacalenses, mas três minutos depois o Textáfrica reage bem e chega à igualdade, só que o árbitro Filimão Filipe invalida o golo alegando posição de fora-de-jogo que, quanto a nós, não existiu.
A pressão dos “fabris” de Chimoio foi crescendo e os donos da casa já queriam defender-se do magro 1-0. Foi assim que Italó fez a igualdade. Só assim os “locomotivas” viram que afinal era preciso continuar a jogar de igual para igual e aos 79 minutos Dulá fez o 2-1.

Correndo mais uma vez atras do prejuízo, o Textáfrica foi atacando mais e numa dessas jogadas o dianteiro Tume deixa-se cair dentro da área e o árbitro aponta a marca de penalte que sinceramente não existiu. Estava feito o empate por intermédio de Corado aos 86 minutos.

Já por cima dos 90 regulamentares Italó bisou para o golo da vitária numa fífia da defensiva do Ferroviário.

A arbitragem de Filimão Filipe foi, como já dissemos, péssima. Anulou inadequadamente um golo e marcou um penalte que não existiu dentre outras falhas que não cabiam num jogo fácil de dirigir.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO : Filimão Filipe, auxiliado por Edmundo Macamo e Baltazar Hilário.

FERROVIÁRIO DE NACALA: Alio; Tamathe, Mangate, Magido e Matias; Wazir, Custódio, Pintado e Dulá; Guedesse e Romão.

Jogaram ainda Telinho e Abdala.

TEXTÁFRICA: Melo; Zola, Gervásio, Ussene e Dondo; Mambusha, Mitó, Ângelo e Jorge; Tume e Italó.

Jogaram ainda Corado e Jossias.

Golos de Romão e Dulá, pelo Ferroviário de Nampula, e Italó (2) e Corado, pelo Textáfrica.

Cartões amarelos a Custódio e Matias, ambos do Ferroviário de Nacala.

CARLOS COELHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:12
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI, de facto, uma vitória quase ao acaso esta que o Ferroviário da Beira conseguiu ontem, no seu campo, diante do seu homónimo de Nampula, por 1-0, cujo golo saiu do “banco”, pois Timbe entrou a substituir Jossias já na segunda parte e foi ele quem fez delirar as almas “locomotivas” locais quando o seu remate em jeito de cruzamento traiu o guardião Zacarias, aos 77 minutos.

Lance do jogo Costa do Sol-Ferroviário da Beira
Saiu a equipa beirense mas foram os visitantes que logo deram mostras de quererem sair da capital de Sofala com um resultado nada melhor que uma vitória, mas lá noataque as coisas não saíam a contento pois tanto Leonel como Gomez e muito menosZuma conseguiam bater o guardião Gervásio que, por um lado, foi responsável poresta derrota dos nampulenses uma vez que defendeu tudo e mais alguma coisa que violasse as suas redes, incluindo um penalte.

O intervalo atingiu-se com o nulo a castigar ambos os conjuntos, fundamentalmente o Ferroviário de Nampula que, durante os primeiros 45 minutos, trabalhou de forma a justificar um outro resultado mas, como dissemos, os seus dianteiros estiveram em dia não, pois oportunidades de golo foram tantas. Há que também dar mérito ao guarda-redes local.

No reatamento, as coisas mudaram grandemente uma vez que as duas equipas entraram dispostas a desbobinar um bom futebol, emotivo e virado para contra-ataques. Foi nessa altura que Alberto Gimo, treinador adjunto da equipa da casa, fez entrar Timbe e Degato para os lugares de Jossias e Abílio o que veio mudar o rumo dos acontecimentos, pois a equipa ganhou a batalha na intermediária e foi nessa altura que surgiu o golo da vitória.

Depois do golo, os visitantes tentaram reagir mas não foram a tempo de inverter as

coisas. O juiz da partida e a sua equipa tiveram um bom trabalho.
Árbitros: Arão Júnior, auxiliado por João Paulo e Salomão José. Hugo Videira

foi o quarto.

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Gervásio, Edson, Barrigana, Ninito e Burra; Abílio (Degato), Óscar, Jossias (Timbe) e Mupoga; Tony (Cândido) e Betinho.

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Zacarias, Matofe, Rodjas, Duda e Hipo; Elidio, Ginho ( Nando), Sparrow (Fedo) e Zuma; Leonel e Gomez.
Cartão amarelo para Barrigana por anti-jogo.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI, de facto, uma vitória quase ao acaso esta que o Ferroviário da Beira conseguiu ontem, no seu campo, diante do seu homónimo de Nampula, por 1-0, cujo golo saiu do “banco”, pois Timbe entrou a substituir Jossias já na segunda parte e foi ele quem fez delirar as almas “locomotivas” locais quando o seu remate em jeito de cruzamento traiu o guardião Zacarias, aos 77 minutos.

Lance do jogo Costa do Sol-Ferroviário da Beira
Saiu a equipa beirense mas foram os visitantes que logo deram mostras de quererem sair da capital de Sofala com um resultado nada melhor que uma vitória, mas lá noataque as coisas não saíam a contento pois tanto Leonel como Gomez e muito menosZuma conseguiam bater o guardião Gervásio que, por um lado, foi responsável poresta derrota dos nampulenses uma vez que defendeu tudo e mais alguma coisa que violasse as suas redes, incluindo um penalte.

O intervalo atingiu-se com o nulo a castigar ambos os conjuntos, fundamentalmente o Ferroviário de Nampula que, durante os primeiros 45 minutos, trabalhou de forma a justificar um outro resultado mas, como dissemos, os seus dianteiros estiveram em dia não, pois oportunidades de golo foram tantas. Há que também dar mérito ao guarda-redes local.

No reatamento, as coisas mudaram grandemente uma vez que as duas equipas entraram dispostas a desbobinar um bom futebol, emotivo e virado para contra-ataques. Foi nessa altura que Alberto Gimo, treinador adjunto da equipa da casa, fez entrar Timbe e Degato para os lugares de Jossias e Abílio o que veio mudar o rumo dos acontecimentos, pois a equipa ganhou a batalha na intermediária e foi nessa altura que surgiu o golo da vitória.

Depois do golo, os visitantes tentaram reagir mas não foram a tempo de inverter as

coisas. O juiz da partida e a sua equipa tiveram um bom trabalho.
Árbitros: Arão Júnior, auxiliado por João Paulo e Salomão José. Hugo Videira

foi o quarto.

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Gervásio, Edson, Barrigana, Ninito e Burra; Abílio (Degato), Óscar, Jossias (Timbe) e Mupoga; Tony (Cândido) e Betinho.

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Zacarias, Matofe, Rodjas, Duda e Hipo; Elidio, Ginho ( Nando), Sparrow (Fedo) e Zuma; Leonel e Gomez.
Cartão amarelo para Barrigana por anti-jogo.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
 O que é? |  O que é? | favorito
Setembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12
13
18
19
20
21
25
26
27
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
blogs SAPO