Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 14 DE Setembro 2009

A selecção nacional vai defrontar ainda o Senegal, vice-campeão africano

Desfile de rainhas no regresso da prov
A selecção nacional de bas­quetebol sénior feminina estreia-se na 21ª edição do “Afrobasket”, no dia 9 de Outubro, diante dos Camarões, segundo di­tou o sorteio realizado no passado sábado em Antananarivo, Madagás­car.

Adstrito ao grupo A, juntamen­te com o Senegal, vice-campeão afri­cano, Madagáscar, anfitrião, Ilhas Maurícias e África do Sul, o combi­nado nacional, que na última edição ocupou o quarto lugar, parte para este certame com o objectivo, senão mesmo com a convicção, de lutar pelos lugares de pódio.

Na primei­ra fase, Senegal, formação que em 2007 derrotou Moçambique na fase de grupos e nas meias-finais, respec­tivamente, por 59-42 e 63-48, apre­senta-se como adversário de outro nível, mais a mais porque apresenta um conjunto constituído, maiorita­riamente, por atletas que evoluem na Europa. Já a selecção camarone­sa, a mais “alta” do “Afrobasket” de 2003 em Maputo, é um adversário teoricamente acessível para a turma orientada por Nazir Salé.

O mesmo pode dizer-se em relação ao modes­to Madagáscar, formação que per­deu diante do combinado nacional por claros 83-49 em 2007, nas Ilhas Maurícias e África do Sul. Contra­riamente a 2007, ano em que cum­priu um estágio pré-competitivo no Centro de Preparação Olímpica de Rio Maior, em Portugal, permitindo a dupla Nazir Salé/Simão Mataveia ter atletas mais concentradas, bem como efectuar jogos de controlo, este ano a selecção nacional está a experimentar um processo de inde­finição quanto ao ciclo preparató­rio.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:31
 O que é? |  O que é? | favorito

A selecção nacional vai defrontar ainda o Senegal, vice-campeão africano

Desfile de rainhas no regresso da prov
A selecção nacional de bas­quetebol sénior feminina estreia-se na 21ª edição do “Afrobasket”, no dia 9 de Outubro, diante dos Camarões, segundo di­tou o sorteio realizado no passado sábado em Antananarivo, Madagás­car.

Adstrito ao grupo A, juntamen­te com o Senegal, vice-campeão afri­cano, Madagáscar, anfitrião, Ilhas Maurícias e África do Sul, o combi­nado nacional, que na última edição ocupou o quarto lugar, parte para este certame com o objectivo, senão mesmo com a convicção, de lutar pelos lugares de pódio.

Na primei­ra fase, Senegal, formação que em 2007 derrotou Moçambique na fase de grupos e nas meias-finais, respec­tivamente, por 59-42 e 63-48, apre­senta-se como adversário de outro nível, mais a mais porque apresenta um conjunto constituído, maiorita­riamente, por atletas que evoluem na Europa. Já a selecção camarone­sa, a mais “alta” do “Afrobasket” de 2003 em Maputo, é um adversário teoricamente acessível para a turma orientada por Nazir Salé.

O mesmo pode dizer-se em relação ao modes­to Madagáscar, formação que per­deu diante do combinado nacional por claros 83-49 em 2007, nas Ilhas Maurícias e África do Sul. Contra­riamente a 2007, ano em que cum­priu um estágio pré-competitivo no Centro de Preparação Olímpica de Rio Maior, em Portugal, permitindo a dupla Nazir Salé/Simão Mataveia ter atletas mais concentradas, bem como efectuar jogos de controlo, este ano a selecção nacional está a experimentar um processo de inde­finição quanto ao ciclo preparató­rio.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:31
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O FERROVIÁRIO realizou ontem, frente à Liga Muçulmana, uma primeira parte de luxo, mais do que suficiente para pôr um ponto final em relação à decisão do vencedor, em 45 minutos de sonho, coroados com um “bis” de Luís, que regressou aos golos e às grandes exibições, após algumas jornadas sem fazer o gosto ao pé.

Jogo de Futebol entre a Liga Mulçulmana e o Ferroviario de Maputo
Os “locomotivas” ganharam com toda a justiça, e podiam o ter feito por mais de dois golos. Neco, guarda-redes da Liga, por duas vezes evitou que a festa verde-e-branca fosse mais reluzente. Ousamos afirmar que apenas houve uma equipa em campo, que na primeira parte deu um autêntico banho de futebol ao adversário, que não chegou a ter argumentos para esgrimir frente a uma “locomotiva” que carburava a todo o vapor, com Whisky, Momed Hagy, Jerry e Luís, este último a figura do encontro, a produzirem com arte e mestria as jogadas ofensivas. No sector mais recuado, Jotamo e Tony eram imperiais e venciam claramente no duelo com Massitara, Chicuepo e Maurício, que entrou na segunda parte, mas sem trazer nada de novo.

O primeiro golo nasce de uma jogada bem delineada. Mendes recebe a bola na esquerda, endossa a Jerry, que, em alta velocidade, vai à linha e centra para Luís atirar vitoriosamente. Os jogadores da Liga ficaram a pedir fora-de-jogo, mas Arão Júnior esteve bem ao deixar seguir.

Em vantagem, os “locomotivas” aceleraram e, volvidos três minutos, Momed Hagy desfere um portentoso remate, à entrada da grande área, mas sem sucesso. Os comandados de Chiquinho Conde controlavam o jogo a seu belprazer. Trocavam o esférico como queriam, com os “muçulmanos” a verem a carruagem a passar.

Para uma equipa que partia com o intuito de discutir o resultado, os pupilos de Neca fizeram muito pouco ou quase nada para justificarem tal estatuto. O único lance de perigo deu-se à passagem dos 35 minutos, quando Massitara foge dos “centrais” e, com Muhamad pela frente, remata frouxo, permitindo uma defesa fácil. Enganaram-se os que pensaram que, após este lance, a Liga poderia se galvanizar, pois foi a turma “locomotiva” que voltou a criar os lances de apuro, que viriam a culminar com o “bis” de Luís, concluindo com classe mais uma jogada de ataque.

Com uma vantagem de 2-0, o Ferroviário saiu para o intervalo mais confortável e entrou para a segunda parte com a missão de gerir e aproveitar um e outro deslize da defesa adversária, que sofreu uma contrariedade com a saída do “patrão” Fanuel, devido à lesão.

Na etapa complementar, a partida desceu muito de qualidade, já que o Ferroviário abdicou de atacar e a Liga, por sua vez, não conseguia se soltar nos movimentos ofensivos, embora o Prof. Neca tenha feito entrar Maninho e o já mencionado Maurício.

Aliás, foi aos “locomotivas” que pertenceu a melhor oportunidade de golo, com Luís, já perto do final, a surgir em posição privilegiada, no entanto, a não ter a mesma frieza para bater Neco.

Arão Júnior, árbitro do encontro, realizou um excelente trabalho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Arão Júnior, auxiliado por Francisco Machel e Daniel Filipe. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

LIGA MUÇULMANA - Neco; Gabito, Marito, Fanuel (Aguiar) e Mark (Maurício); Chico, Carlitos, Vling e Micas; Chicuepo (Maninho) e Massitara.

FERROVIÁRIO – Muhamad; Jotamo, Tony, Zabula e Fred; Whisky (Edgar); Momed Hagy (Tchaka) e Danito Parruque; Jerry, Mendes e Luís.

Golos: Luís (12 e 85 minutos).

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 12:55
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O FERROVIÁRIO realizou ontem, frente à Liga Muçulmana, uma primeira parte de luxo, mais do que suficiente para pôr um ponto final em relação à decisão do vencedor, em 45 minutos de sonho, coroados com um “bis” de Luís, que regressou aos golos e às grandes exibições, após algumas jornadas sem fazer o gosto ao pé.

Jogo de Futebol entre a Liga Mulçulmana e o Ferroviario de Maputo
Os “locomotivas” ganharam com toda a justiça, e podiam o ter feito por mais de dois golos. Neco, guarda-redes da Liga, por duas vezes evitou que a festa verde-e-branca fosse mais reluzente. Ousamos afirmar que apenas houve uma equipa em campo, que na primeira parte deu um autêntico banho de futebol ao adversário, que não chegou a ter argumentos para esgrimir frente a uma “locomotiva” que carburava a todo o vapor, com Whisky, Momed Hagy, Jerry e Luís, este último a figura do encontro, a produzirem com arte e mestria as jogadas ofensivas. No sector mais recuado, Jotamo e Tony eram imperiais e venciam claramente no duelo com Massitara, Chicuepo e Maurício, que entrou na segunda parte, mas sem trazer nada de novo.

O primeiro golo nasce de uma jogada bem delineada. Mendes recebe a bola na esquerda, endossa a Jerry, que, em alta velocidade, vai à linha e centra para Luís atirar vitoriosamente. Os jogadores da Liga ficaram a pedir fora-de-jogo, mas Arão Júnior esteve bem ao deixar seguir.

Em vantagem, os “locomotivas” aceleraram e, volvidos três minutos, Momed Hagy desfere um portentoso remate, à entrada da grande área, mas sem sucesso. Os comandados de Chiquinho Conde controlavam o jogo a seu belprazer. Trocavam o esférico como queriam, com os “muçulmanos” a verem a carruagem a passar.

Para uma equipa que partia com o intuito de discutir o resultado, os pupilos de Neca fizeram muito pouco ou quase nada para justificarem tal estatuto. O único lance de perigo deu-se à passagem dos 35 minutos, quando Massitara foge dos “centrais” e, com Muhamad pela frente, remata frouxo, permitindo uma defesa fácil. Enganaram-se os que pensaram que, após este lance, a Liga poderia se galvanizar, pois foi a turma “locomotiva” que voltou a criar os lances de apuro, que viriam a culminar com o “bis” de Luís, concluindo com classe mais uma jogada de ataque.

Com uma vantagem de 2-0, o Ferroviário saiu para o intervalo mais confortável e entrou para a segunda parte com a missão de gerir e aproveitar um e outro deslize da defesa adversária, que sofreu uma contrariedade com a saída do “patrão” Fanuel, devido à lesão.

Na etapa complementar, a partida desceu muito de qualidade, já que o Ferroviário abdicou de atacar e a Liga, por sua vez, não conseguia se soltar nos movimentos ofensivos, embora o Prof. Neca tenha feito entrar Maninho e o já mencionado Maurício.

Aliás, foi aos “locomotivas” que pertenceu a melhor oportunidade de golo, com Luís, já perto do final, a surgir em posição privilegiada, no entanto, a não ter a mesma frieza para bater Neco.

Arão Júnior, árbitro do encontro, realizou um excelente trabalho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Arão Júnior, auxiliado por Francisco Machel e Daniel Filipe. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

LIGA MUÇULMANA - Neco; Gabito, Marito, Fanuel (Aguiar) e Mark (Maurício); Chico, Carlitos, Vling e Micas; Chicuepo (Maninho) e Massitara.

FERROVIÁRIO – Muhamad; Jotamo, Tony, Zabula e Fred; Whisky (Edgar); Momed Hagy (Tchaka) e Danito Parruque; Jerry, Mendes e Luís.

Golos: Luís (12 e 85 minutos).

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 12:55
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NO sábado, à saída do campo dos “canarinhos”, Chiquinho Conde esfregava as mãos e fazia as contas lógicas de quem realmente tem ambições de reconquistar o título

Chiquinho treinador do Desportivo
E não eram contas difíceis: uma vitória sobre a Liga Muçulmana era suficiente para igualar o comandante e a partir daí começar a ver o que oferece o futuro.


Um futuro que passa por quatro jornadas, determinantes e aguardadas com extraordinária expectativa. Depois de um período algo titubeante, o campeão nacional aqui está, bem vivo e a recomendar-se.

Ontem, no campo do Maxaquene, na Machava, o Ferroviário não quis dar tréguas à Liga Muçulmana. Com uma entrada verdadeiramente em grande, aos 12 minutos já abria o activo, por intermédio do atacante Luís, que viria a fixar o resultado final em 2-0, aos 40, proporcionando à sua equipa uma saborosíssima vitória e um relançamento para a gigantesca luta que vem aí.

Na véspera, Costa do Sol e Desportivo tinham oferecido um grande espectáculo de futebol, repartido e com a igualdade (1-1) a justificar-se plenamente. Os “alvi-negros” dispuseram do domínio dos acontecimentos num determinado período da contenda e os “canarinhos” também tiveram o seu, com a perseverança por si demonstrada a ser coroada de êxito.

Binó abriu o activo e Félix empatou, mesmo ao cair do pano, para gáudio dos adeptos do Costa do Sol e ira dos “alvi-negros”, apontando imediatamente o dedo acusador ao árbitro Dionísio Dongaze, que expulsou Mexer, numa altura decisiva da contenda, e João, já no fim.

Difícil, mas bastante compensador foi o triunfo do Maxaquene, na deslocação ao Estádio Municipal 1º de Maio, diante do FC Lichinga por 1-0 e mantendo o quinto posto. O Ferroviário da Beira e o HCB de Songo, que disputam entre si a hegemonia da zona centro, ganharam em casa: os tetenses ao Matchedje por 2-1 e a turma do Chiveve ao Chingale por 1-0, tendo obtido na marcação de uma grande penalidade.

Na interessante luta pela figa à despromoção, o Atlético Muçulmano deu um passo em frente, mercê da vitória sobre Textáfrica por duas bolas sem resposta. Abaixo da linha de água, e no frente-a-frente nampulense, o Ferroviário da capital nortenha bateu o Ferroviário de Nacala por 1-0, estando neste momento com os olhos para a busca da manutenção.

Na classificação, Desportivo e Ferroviário de Maputo seguem à frente com 44 pontos cada, seguidos da dupla Costa do Sol/Liga Muçulmana 40, Maxaquene 36, HCB 31, Ferroviário da Beira 30, Matchedje, FC Lichinga e Atlético Muçulmano 26, Chingale 24 e, na zona da despromoção, Ferroviário de Nampula 22, Textáfrica 21 e Ferroviário de Nacala 12 pontos.

Na 23ª jornada, no próximo fim-de-semana, teremos os encontros Desportivo-HCB, Matchedje-Atlético Muçulmano (sábado), Textáfrica-FC Lichinga, Maxaquene-Ferroviário de Nacala, Ferroviário de Nampula-Liga Muçulmana, Ferroviário de Maputo-Ferroviário da Beira e Chingale-Costa do Sol.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:39
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NO sábado, à saída do campo dos “canarinhos”, Chiquinho Conde esfregava as mãos e fazia as contas lógicas de quem realmente tem ambições de reconquistar o título

Chiquinho treinador do Desportivo
E não eram contas difíceis: uma vitória sobre a Liga Muçulmana era suficiente para igualar o comandante e a partir daí começar a ver o que oferece o futuro.


Um futuro que passa por quatro jornadas, determinantes e aguardadas com extraordinária expectativa. Depois de um período algo titubeante, o campeão nacional aqui está, bem vivo e a recomendar-se.

Ontem, no campo do Maxaquene, na Machava, o Ferroviário não quis dar tréguas à Liga Muçulmana. Com uma entrada verdadeiramente em grande, aos 12 minutos já abria o activo, por intermédio do atacante Luís, que viria a fixar o resultado final em 2-0, aos 40, proporcionando à sua equipa uma saborosíssima vitória e um relançamento para a gigantesca luta que vem aí.

Na véspera, Costa do Sol e Desportivo tinham oferecido um grande espectáculo de futebol, repartido e com a igualdade (1-1) a justificar-se plenamente. Os “alvi-negros” dispuseram do domínio dos acontecimentos num determinado período da contenda e os “canarinhos” também tiveram o seu, com a perseverança por si demonstrada a ser coroada de êxito.

Binó abriu o activo e Félix empatou, mesmo ao cair do pano, para gáudio dos adeptos do Costa do Sol e ira dos “alvi-negros”, apontando imediatamente o dedo acusador ao árbitro Dionísio Dongaze, que expulsou Mexer, numa altura decisiva da contenda, e João, já no fim.

Difícil, mas bastante compensador foi o triunfo do Maxaquene, na deslocação ao Estádio Municipal 1º de Maio, diante do FC Lichinga por 1-0 e mantendo o quinto posto. O Ferroviário da Beira e o HCB de Songo, que disputam entre si a hegemonia da zona centro, ganharam em casa: os tetenses ao Matchedje por 2-1 e a turma do Chiveve ao Chingale por 1-0, tendo obtido na marcação de uma grande penalidade.

Na interessante luta pela figa à despromoção, o Atlético Muçulmano deu um passo em frente, mercê da vitória sobre Textáfrica por duas bolas sem resposta. Abaixo da linha de água, e no frente-a-frente nampulense, o Ferroviário da capital nortenha bateu o Ferroviário de Nacala por 1-0, estando neste momento com os olhos para a busca da manutenção.

Na classificação, Desportivo e Ferroviário de Maputo seguem à frente com 44 pontos cada, seguidos da dupla Costa do Sol/Liga Muçulmana 40, Maxaquene 36, HCB 31, Ferroviário da Beira 30, Matchedje, FC Lichinga e Atlético Muçulmano 26, Chingale 24 e, na zona da despromoção, Ferroviário de Nampula 22, Textáfrica 21 e Ferroviário de Nacala 12 pontos.

Na 23ª jornada, no próximo fim-de-semana, teremos os encontros Desportivo-HCB, Matchedje-Atlético Muçulmano (sábado), Textáfrica-FC Lichinga, Maxaquene-Ferroviário de Nacala, Ferroviário de Nampula-Liga Muçulmana, Ferroviário de Maputo-Ferroviário da Beira e Chingale-Costa do Sol.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:39
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FOI uma partida disputada a passo de camaleão, que mais parecia uma sessão de treino do que propriamente um desafio de futebol.

Akil Marcelino treinador do Ferroviário da Beira
Foi mesmo um jogo lento, morno... enfim, morto, sem jogadas de levantar a assistência, tirando, é claro, o lance do golo. E o golo, este, num jogo disputado lentamente, só poderia acontecer de grande penalidade. Óscar, aos 70 minutos, marcou o tento solitário, de penalte, atirando a bola para um lado e o guarda-redes Jaime para o outro.

Foi uma grande penalidade bem assinalada, apesar das críticas dos elementos do Chingale, durante e depois do jogo, sobre o referido lance. O técnico Sérgio Faife e o capitão Mavó falaram após a partida em “vergonha”, referindo-se ao penalte que, para eles, teria sido forçado pelo árbitro.

Mas foi mesmo castigo máximo. Henrique isolou Tony e este, quando tentava posicionar-se para o remate, é tocado no pé de apoio por Manuelito, caindo em seguida, tendo o árbitro António Hamilton assinalado a falta. Até ficou por mostrar o cartão amarelo ao defesa do Chingale. Aliás, na óptica do técnico “locomotiva”, Akil Marcelino, até deveria ser exibido o vermelho a Manuelito, porque Tony estava só com o guarda-redes pela frente.

Emoção no jogo só existiu no primeiro quarto de hora, quando o Ferroviário tentou mostrar “algum futebol”, altura em que o árbitro não assinalou, aos seis minutos, um penalte limpo, quando um defesa cortou a jogada com a mão. O juiz ainda olhou para o seus assistente, mas era ele quem estava perto da jogada e deveria ver, pois o lance se deu do lado em que o árbitro faz a diagonal nas suas movimentações, estando o auxiliar bem distante.

Depois, ainda houve um cruzamento de Nando, aos 30 minutos, que Henrique, com tudo para marcar, cabeceou por cima, e uns cinco minutos de ascendência do Chingale, na segunda parte, por ironia do destino, mesmo a anteceder o golo do Ferroviário. Só isso!

O árbitro António Hamilton, de Manica, teve uma tarde para esquecer. Para além do penalte não assinalado na primeira parte, esteve muito mal tanto no capítulo disciplinar como no técnico. Muitas faltas foram mal marcadas e outras ficaram por marcar, acontecendo o mesmo na exibição das cartolinas. Não era mesmo o seu dia.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: António Hamilton, auxiliado por Edmundo Macamo e Aly Rajá Omar. Quarto árbitro: José Mandava,

FER. BEIRA – Rockssana; Nando, Burra, Ninito e Mano; Timbe (Degato), Nené (Mupoga), Óscar e Betinho; Tony e Henrique (Cândido),

CHINGALE – Jaime; Fred, Elísio, Manuelito e Tony; Diogo, Zé, Hagy e Hilário (Manecas); Magaba e Mavó.

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Timbe, Betinho, Tony, Fred e Hilário.

AMAD SADIQUE (colaboração)

publicado por Vaxko Zakarias às 12:29
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FOI uma partida disputada a passo de camaleão, que mais parecia uma sessão de treino do que propriamente um desafio de futebol.

Akil Marcelino treinador do Ferroviário da Beira
Foi mesmo um jogo lento, morno... enfim, morto, sem jogadas de levantar a assistência, tirando, é claro, o lance do golo. E o golo, este, num jogo disputado lentamente, só poderia acontecer de grande penalidade. Óscar, aos 70 minutos, marcou o tento solitário, de penalte, atirando a bola para um lado e o guarda-redes Jaime para o outro.

Foi uma grande penalidade bem assinalada, apesar das críticas dos elementos do Chingale, durante e depois do jogo, sobre o referido lance. O técnico Sérgio Faife e o capitão Mavó falaram após a partida em “vergonha”, referindo-se ao penalte que, para eles, teria sido forçado pelo árbitro.

Mas foi mesmo castigo máximo. Henrique isolou Tony e este, quando tentava posicionar-se para o remate, é tocado no pé de apoio por Manuelito, caindo em seguida, tendo o árbitro António Hamilton assinalado a falta. Até ficou por mostrar o cartão amarelo ao defesa do Chingale. Aliás, na óptica do técnico “locomotiva”, Akil Marcelino, até deveria ser exibido o vermelho a Manuelito, porque Tony estava só com o guarda-redes pela frente.

Emoção no jogo só existiu no primeiro quarto de hora, quando o Ferroviário tentou mostrar “algum futebol”, altura em que o árbitro não assinalou, aos seis minutos, um penalte limpo, quando um defesa cortou a jogada com a mão. O juiz ainda olhou para o seus assistente, mas era ele quem estava perto da jogada e deveria ver, pois o lance se deu do lado em que o árbitro faz a diagonal nas suas movimentações, estando o auxiliar bem distante.

Depois, ainda houve um cruzamento de Nando, aos 30 minutos, que Henrique, com tudo para marcar, cabeceou por cima, e uns cinco minutos de ascendência do Chingale, na segunda parte, por ironia do destino, mesmo a anteceder o golo do Ferroviário. Só isso!

O árbitro António Hamilton, de Manica, teve uma tarde para esquecer. Para além do penalte não assinalado na primeira parte, esteve muito mal tanto no capítulo disciplinar como no técnico. Muitas faltas foram mal marcadas e outras ficaram por marcar, acontecendo o mesmo na exibição das cartolinas. Não era mesmo o seu dia.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: António Hamilton, auxiliado por Edmundo Macamo e Aly Rajá Omar. Quarto árbitro: José Mandava,

FER. BEIRA – Rockssana; Nando, Burra, Ninito e Mano; Timbe (Degato), Nené (Mupoga), Óscar e Betinho; Tony e Henrique (Cândido),

CHINGALE – Jaime; Fred, Elísio, Manuelito e Tony; Diogo, Zé, Hagy e Hilário (Manecas); Magaba e Mavó.

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Timbe, Betinho, Tony, Fred e Hilário.

AMAD SADIQUE (colaboração)

publicado por Vaxko Zakarias às 12:29
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No Super Sport United.

DÁRIO Monteiro, do Estrela da Amadora, que frente ao Burkina Faso marcou o golo de penalte que traçou o destino do jogo a favor dos “Mambas”
Está confirmado: o Super Sport United é o novo clube do internacional moçambicano Dário Alberto de Jesus Monteiro. O avançado dos Mambas poderá ter-se apresenta­do no novo clube, no início desta semana, devendo imediatamen­te iniciar os trabalhos para que seja uma das apostas dos campe­ões em título do futebol sul-afri­cano.

No último domingo, Gavin Hunt, seu novo treinador, esteve no Estádio da Machava para o observar e certamente terá fica­do bem impressionado, pois Dá­rio Monteiro rubricou uma boa exibição e foi um dos principais responsáveis pela vitória de Mo­çambique sobre o Quénia, por ter efectuado o passe que per­mitiu a Tico-Tico anotar o único tento com que os Mambas derro­taram os Harambee Stars.

Monteiro chega ao Super sport como jogador livre, pelo facto de no início da temporada ter sido colocado fora dos pla­nos do treinador búlgaro Hristo Stoijkov. Se Dário poderá colher informações sobre o seu novo clube junto de Dominguez, o mesmo se pode dizer em rela­ção ao “puto maravilha”, que se transferiu para o anterior clube do avançado moçambicano.

Alfredo Júnior

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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No Super Sport United.

DÁRIO Monteiro, do Estrela da Amadora, que frente ao Burkina Faso marcou o golo de penalte que traçou o destino do jogo a favor dos “Mambas”
Está confirmado: o Super Sport United é o novo clube do internacional moçambicano Dário Alberto de Jesus Monteiro. O avançado dos Mambas poderá ter-se apresenta­do no novo clube, no início desta semana, devendo imediatamen­te iniciar os trabalhos para que seja uma das apostas dos campe­ões em título do futebol sul-afri­cano.

No último domingo, Gavin Hunt, seu novo treinador, esteve no Estádio da Machava para o observar e certamente terá fica­do bem impressionado, pois Dá­rio Monteiro rubricou uma boa exibição e foi um dos principais responsáveis pela vitória de Mo­çambique sobre o Quénia, por ter efectuado o passe que per­mitiu a Tico-Tico anotar o único tento com que os Mambas derro­taram os Harambee Stars.

Monteiro chega ao Super sport como jogador livre, pelo facto de no início da temporada ter sido colocado fora dos pla­nos do treinador búlgaro Hristo Stoijkov. Se Dário poderá colher informações sobre o seu novo clube junto de Dominguez, o mesmo se pode dizer em rela­ção ao “puto maravilha”, que se transferiu para o anterior clube do avançado moçambicano.

Alfredo Júnior

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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Recebe cerca de 16,6 milhões de euros por ano

O seleccionador Nacional, o brasileiro Luiz Felipe Scolari
Em Moçambique, o profes­sor Neca, da Liga Muçul­mana de Maputo, lidera uma lista bem curta e restrita, auferindo perto de 83 mil euros por ano.

O brasileiro Luis Felipe Scola­ri, do Bunydkor, do Uzbequistão, é o treinador mais bem pago do mundo ao receber cerca de 16,6 milhões de euros por ano, segun­do revela o jornal espanhol Sport. José Mourinho, técnico portu­guês do Inter de Milão, surge na segunda posição, com cerca de 11 milhões de euros. O italiano Fabio Capello, seleccionador da Inglaterra, ocupa a terceira posi­ção, com 8,8 milhões de euros.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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Recebe cerca de 16,6 milhões de euros por ano

O seleccionador Nacional, o brasileiro Luiz Felipe Scolari
Em Moçambique, o profes­sor Neca, da Liga Muçul­mana de Maputo, lidera uma lista bem curta e restrita, auferindo perto de 83 mil euros por ano.

O brasileiro Luis Felipe Scola­ri, do Bunydkor, do Uzbequistão, é o treinador mais bem pago do mundo ao receber cerca de 16,6 milhões de euros por ano, segun­do revela o jornal espanhol Sport. José Mourinho, técnico portu­guês do Inter de Milão, surge na segunda posição, com cerca de 11 milhões de euros. O italiano Fabio Capello, seleccionador da Inglaterra, ocupa a terceira posi­ção, com 8,8 milhões de euros.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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DUAS grandes formações nas quatro linhas, artistas de inegável referência e um jovem árbitro com uma ascendência meteórica, eis o luxuoso cardápio que se apresentou no relvado dos “canarinhos”.

A táctica “alvi-negra” de pressionar os árbitros
Nas bancadas, um público efervescente e ávido de viver com intensidade a festa que se augurava. Na verdade, a hora e meia da contenda acabou sendo uma grande festa, um “derby” soalheiro, com lances muitíssimo bem executados e golos urdidos de forma genial, porém, com um desnecessário concerto dongaziano, protagonizado pelo árbitro do encontro.

Embora tenha realizado um trabalho sem mácula e tenha estado recto nas jogadas mais problemáticas, nomeadamente na expulsão a Mexer, Dionísio Dongaze acabou por se atabalhoar e cometer erros e conduzir o jogo para uma situação de intolerância.

A táctica “alvi-negra” de pressionar os árbitros, nos anos transactos usada pelo seu presidente através de insonsas Conferências de Imprensa, está agora centrada no seu banco técnico. No sábado, mal a partida começou, cada falta assinalada pelo juiz era imediatamente motivo de protesto por parte de Artur Semedo e seus adjuntos.

Os adeptos, no afã de apoiar a sua equipa, cegamente seguiam o gesto, quais inócuas caixas de ressonância, atingindo o clímax da sua indesejável intransigência quando, de dedo em riste e perante os agentes da lei e ordem, pediam a cabeça do árbitro.

Para nós, a pressão – repetimos, desnecessária – exercida sobre Dongaze acabou por lhes sair pela culatra, pois o juiz da partida não se deixou condescender e até exibiu o cartão vermelho directo ao habitualmente bem comportado Mexer, numa situação em que, caso não quisesse mostrar a sua autoridade ao Desportivo, contrariando assim a sua pressão, nem sequer teria usado o amarelo, dado que a falta sobre Tó ocorre alguns metros à entrada da meia-lua e o tal perigo iminente preconizado estava fora de questão. Enfim, quem semeia ventos já sabe que colherá tempestades, e a maior tempestade “alvi-negra” foi justamente a expulsão da sua jóia.

Entretanto, apesar de ter sido um desafio bastante quente, as unidades mais envolventes dos dois conjuntos estiveram longe de se assumirem como desequilibradoras.

E porquê? A ordem dada aos defesas foi clara: não permitir que joguem. É assim que Tó, Rúben, Josimar, Silvério e Mambo – este último com o agravante de se ter lesionado e obrigado a abandonar cedo as quatro linhas -, de um lado, Mayunda, Aníbal, Muandro e mais tarde o “amnistiado” Nelson, do outro, pouco espaço tinham para desbobinar o seu futebol e dessa forma criarem as situações letais que nos habituaram.

A defender, o Desportivo era mais rigoroso. Fazia-o à zona, para além de prontamente cair em cima do homem em poder do esférico, diminuindo assim a possibilidade de manobra aos elementos nucleares do adversário e retirar-lhes as linhas de passe. Já o Costa do Sol abria brechas na sua retaguarda, facto aproveitado pelos “alvi-negros”* para levar muitas jogadas de perigo à baliza de Abú. Aliás, foi na sequência desta maneira de jogar que o Desportivo chega ao golo, por intermédio de Binó, a caminho do intervalo.

REVÉS “ALVI-NEGRO”

Com uma segunda parte mais dinâmica de parte a parte, sobretudo dos “canarinhos”, a expulsão de Mexer criou dores de cabeça a Artur Semedo, obrigado a efectuar mudanças tácticas para compensar este revés. Por exemplo, para além de o destemido Zainadine Jr. ter ido para a zona central, praticamente toda a equipa recuou, ficando lá à frente somente Binó, incapaz de se libertar do colete-de-forças montado por Jonas e Kito. Resultado: o poder ofensivo “alvi-negro” decresceu na mesma proporção em que veio ao de cima o jogo atacante do Costa do Sol, com uma persistência muito grande, sem no entanto conseguir bater Marcelino.

Artur e Félix, que se juntaram a Alvarito, inegavelmente eram os melhores recursos para João Chissano traduzir em êxito o caudal ofensivo do seu time. Jogava-se com muito ardor, pois o tempo ia escasseando, as paragens se sucediam, os nervos e a ansiedade tomavam conta dos jogadores e o árbitro, com a coacção que ia sofrendo, atrapalhava-se e cometia erros que em situações normais não tinham razão de acontecer.

Mas os “canarinhos” tanto se bateram até que, aos 92 minutos, após um pontapé de canto executado por Artur, para o coração da área, Félix surgiu no local certo e no momento certo a fazer a igualdade.

Do árbitro, já dissemos que o seu trabalho foi de grande qualidade, no aspecto técnico, enquanto no disciplinar foi excessivamente zeloso, sobretudo no vermelho a Mexer. Quis mostrar ao banco do Desportivo que não cede a pressões e acabou pagando um jovem que joga de uma forma limpa e disciplinada e que, inquestionavelmente, será uma ausência de vulto nas jornadas que se seguem, dependendo da duração da pena.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Agostinho Pelembe e Célio Mugabe. Quarto árbitro: Felisberto José

COSTA DO SOL – Abú; João, Jonas, Kito e Dito (Félix); Silvério, Mambo (Alvarito), Josimar (Artur) e Rúben; Marrufo e Tó

DESPORTIVO – Marcelino; Zainadine Jr., Mexer, Emídio e Secanhe (Nelson); Nelinho, Muandro, Mayunda e Tchitcho; Aníbal e Binó (Sonito)

Acção disciplinar: cartão amarelo para Tó, Marcelino, Aníbal e Binó. Vermelho directo para Mexer e João, este último por acumulação de amarelos

Golos: 0-1, Binó (39 m); 1-1, Félix (92 m).

ALEXANDRE ZANDAMELA
publicado por Vaxko Zakarias às 11:03
 O que é? |  O que é? | favorito

DUAS grandes formações nas quatro linhas, artistas de inegável referência e um jovem árbitro com uma ascendência meteórica, eis o luxuoso cardápio que se apresentou no relvado dos “canarinhos”.

A táctica “alvi-negra” de pressionar os árbitros
Nas bancadas, um público efervescente e ávido de viver com intensidade a festa que se augurava. Na verdade, a hora e meia da contenda acabou sendo uma grande festa, um “derby” soalheiro, com lances muitíssimo bem executados e golos urdidos de forma genial, porém, com um desnecessário concerto dongaziano, protagonizado pelo árbitro do encontro.

Embora tenha realizado um trabalho sem mácula e tenha estado recto nas jogadas mais problemáticas, nomeadamente na expulsão a Mexer, Dionísio Dongaze acabou por se atabalhoar e cometer erros e conduzir o jogo para uma situação de intolerância.

A táctica “alvi-negra” de pressionar os árbitros, nos anos transactos usada pelo seu presidente através de insonsas Conferências de Imprensa, está agora centrada no seu banco técnico. No sábado, mal a partida começou, cada falta assinalada pelo juiz era imediatamente motivo de protesto por parte de Artur Semedo e seus adjuntos.

Os adeptos, no afã de apoiar a sua equipa, cegamente seguiam o gesto, quais inócuas caixas de ressonância, atingindo o clímax da sua indesejável intransigência quando, de dedo em riste e perante os agentes da lei e ordem, pediam a cabeça do árbitro.

Para nós, a pressão – repetimos, desnecessária – exercida sobre Dongaze acabou por lhes sair pela culatra, pois o juiz da partida não se deixou condescender e até exibiu o cartão vermelho directo ao habitualmente bem comportado Mexer, numa situação em que, caso não quisesse mostrar a sua autoridade ao Desportivo, contrariando assim a sua pressão, nem sequer teria usado o amarelo, dado que a falta sobre Tó ocorre alguns metros à entrada da meia-lua e o tal perigo iminente preconizado estava fora de questão. Enfim, quem semeia ventos já sabe que colherá tempestades, e a maior tempestade “alvi-negra” foi justamente a expulsão da sua jóia.

Entretanto, apesar de ter sido um desafio bastante quente, as unidades mais envolventes dos dois conjuntos estiveram longe de se assumirem como desequilibradoras.

E porquê? A ordem dada aos defesas foi clara: não permitir que joguem. É assim que Tó, Rúben, Josimar, Silvério e Mambo – este último com o agravante de se ter lesionado e obrigado a abandonar cedo as quatro linhas -, de um lado, Mayunda, Aníbal, Muandro e mais tarde o “amnistiado” Nelson, do outro, pouco espaço tinham para desbobinar o seu futebol e dessa forma criarem as situações letais que nos habituaram.

A defender, o Desportivo era mais rigoroso. Fazia-o à zona, para além de prontamente cair em cima do homem em poder do esférico, diminuindo assim a possibilidade de manobra aos elementos nucleares do adversário e retirar-lhes as linhas de passe. Já o Costa do Sol abria brechas na sua retaguarda, facto aproveitado pelos “alvi-negros”* para levar muitas jogadas de perigo à baliza de Abú. Aliás, foi na sequência desta maneira de jogar que o Desportivo chega ao golo, por intermédio de Binó, a caminho do intervalo.

REVÉS “ALVI-NEGRO”

Com uma segunda parte mais dinâmica de parte a parte, sobretudo dos “canarinhos”, a expulsão de Mexer criou dores de cabeça a Artur Semedo, obrigado a efectuar mudanças tácticas para compensar este revés. Por exemplo, para além de o destemido Zainadine Jr. ter ido para a zona central, praticamente toda a equipa recuou, ficando lá à frente somente Binó, incapaz de se libertar do colete-de-forças montado por Jonas e Kito. Resultado: o poder ofensivo “alvi-negro” decresceu na mesma proporção em que veio ao de cima o jogo atacante do Costa do Sol, com uma persistência muito grande, sem no entanto conseguir bater Marcelino.

Artur e Félix, que se juntaram a Alvarito, inegavelmente eram os melhores recursos para João Chissano traduzir em êxito o caudal ofensivo do seu time. Jogava-se com muito ardor, pois o tempo ia escasseando, as paragens se sucediam, os nervos e a ansiedade tomavam conta dos jogadores e o árbitro, com a coacção que ia sofrendo, atrapalhava-se e cometia erros que em situações normais não tinham razão de acontecer.

Mas os “canarinhos” tanto se bateram até que, aos 92 minutos, após um pontapé de canto executado por Artur, para o coração da área, Félix surgiu no local certo e no momento certo a fazer a igualdade.

Do árbitro, já dissemos que o seu trabalho foi de grande qualidade, no aspecto técnico, enquanto no disciplinar foi excessivamente zeloso, sobretudo no vermelho a Mexer. Quis mostrar ao banco do Desportivo que não cede a pressões e acabou pagando um jovem que joga de uma forma limpa e disciplinada e que, inquestionavelmente, será uma ausência de vulto nas jornadas que se seguem, dependendo da duração da pena.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Agostinho Pelembe e Célio Mugabe. Quarto árbitro: Felisberto José

COSTA DO SOL – Abú; João, Jonas, Kito e Dito (Félix); Silvério, Mambo (Alvarito), Josimar (Artur) e Rúben; Marrufo e Tó

DESPORTIVO – Marcelino; Zainadine Jr., Mexer, Emídio e Secanhe (Nelson); Nelinho, Muandro, Mayunda e Tchitcho; Aníbal e Binó (Sonito)

Acção disciplinar: cartão amarelo para Tó, Marcelino, Aníbal e Binó. Vermelho directo para Mexer e João, este último por acumulação de amarelos

Golos: 0-1, Binó (39 m); 1-1, Félix (92 m).

ALEXANDRE ZANDAMELA
publicado por Vaxko Zakarias às 11:03
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APARENTEMENTE jogando em sintonia com as suas posições na tabela classificativa, que não são nada confortáveis para ambas as equipas, apenas o Atlético conseguiu demonstrar que ainda pode manter-se no Moçambola.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Com o Textáfrica retraído no seu reduto, viriam a ser os visitados a tirar melhor proveito dessa estratégia, através dos golos de Ngoni, aos 23 minutos, num livre directo em que Minguinho só viu “estrelas”, e de Eboh, aos 39, através de um toque mágico em corrida.

Quando o Textáfrica se apercebeu do prejuízo, já era tarde demais, ainda que tenha deixado a entender que não é uma “moleza”, assustando o adversário de forma clara, sobretudo aos 13 minutos, quando César, em queda, rematou por cima da baliza de Samito, assim como de Corado, aos 29, mas a bola tomou uma trajectória favorável ao guarda-redes contrário.

Na segunda parte, os “fabris” da Soalpo foram a equipa que mais procurou chegar ao golo, o que, a acontecer, relançaria o jogo para um outro contexto, em termos de resultado. Teve essa oportunidade por intermédio de Mambush, acabado de entrar para o lugar de Corado, quando decorriam 60 minutos, não tivesse a bola sido interceptada por um contrário. Na insistência, Italo fê-lo fraco e o remate foi “morrer” nas mãos do guarda-redes Samito.

O Atlético, que nos últimos 10 minutos da partida viria a ficar desfalcado no seu ataque, na sequência da lesão do nigeriano Eboh, fechou a sua defesa a sete chaves, com uma muralha constituída por Clarêncio, Weah, James e o capitão Baúte, enquanto lá à frente Patrício estava encarregue de “queimar” tempo, através de constantes quedas, etc.

Aureliano Mabote, juiz que apitou o jogo, positivamente, confirmou o resultado final de 2-0 a favor do Atlético Muçulmano, justíssimo por aquilo que foi a sua actuação, sobretudo na primeira parte.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Aureliano Mabote, auxiliado por Daniel Calavete e Arsénio Marrengula. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

ATLÉTICO - Samito; Clarêncio, Baúte, James e Weah; Zito, Ngoni (Dino), Délcio e Danito (Madeira); Patrício e Eboh (Mouka),

TEXTÁFRICA - Minguinho; Zola, Gervásio, Loló e Dondo; César, Mitó e Ângelo; Corado (Mambush), Tuno e Italo,

Acção disciplinar: cartão amarelo para Clarêncio, Zito, Ngoni, Gervásio, César e Mitó,

Golos: 1-0, Ngoni (23 m); 2-0, Eboh (39 m).

JAFAR BUANA

publicado por Vaxko Zakarias às 10:00
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APARENTEMENTE jogando em sintonia com as suas posições na tabela classificativa, que não são nada confortáveis para ambas as equipas, apenas o Atlético conseguiu demonstrar que ainda pode manter-se no Moçambola.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Com o Textáfrica retraído no seu reduto, viriam a ser os visitados a tirar melhor proveito dessa estratégia, através dos golos de Ngoni, aos 23 minutos, num livre directo em que Minguinho só viu “estrelas”, e de Eboh, aos 39, através de um toque mágico em corrida.

Quando o Textáfrica se apercebeu do prejuízo, já era tarde demais, ainda que tenha deixado a entender que não é uma “moleza”, assustando o adversário de forma clara, sobretudo aos 13 minutos, quando César, em queda, rematou por cima da baliza de Samito, assim como de Corado, aos 29, mas a bola tomou uma trajectória favorável ao guarda-redes contrário.

Na segunda parte, os “fabris” da Soalpo foram a equipa que mais procurou chegar ao golo, o que, a acontecer, relançaria o jogo para um outro contexto, em termos de resultado. Teve essa oportunidade por intermédio de Mambush, acabado de entrar para o lugar de Corado, quando decorriam 60 minutos, não tivesse a bola sido interceptada por um contrário. Na insistência, Italo fê-lo fraco e o remate foi “morrer” nas mãos do guarda-redes Samito.

O Atlético, que nos últimos 10 minutos da partida viria a ficar desfalcado no seu ataque, na sequência da lesão do nigeriano Eboh, fechou a sua defesa a sete chaves, com uma muralha constituída por Clarêncio, Weah, James e o capitão Baúte, enquanto lá à frente Patrício estava encarregue de “queimar” tempo, através de constantes quedas, etc.

Aureliano Mabote, juiz que apitou o jogo, positivamente, confirmou o resultado final de 2-0 a favor do Atlético Muçulmano, justíssimo por aquilo que foi a sua actuação, sobretudo na primeira parte.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Aureliano Mabote, auxiliado por Daniel Calavete e Arsénio Marrengula. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

ATLÉTICO - Samito; Clarêncio, Baúte, James e Weah; Zito, Ngoni (Dino), Délcio e Danito (Madeira); Patrício e Eboh (Mouka),

TEXTÁFRICA - Minguinho; Zola, Gervásio, Loló e Dondo; César, Mitó e Ângelo; Corado (Mambush), Tuno e Italo,

Acção disciplinar: cartão amarelo para Clarêncio, Zito, Ngoni, Gervásio, César e Mitó,

Golos: 1-0, Ngoni (23 m); 2-0, Eboh (39 m).

JAFAR BUANA

publicado por Vaxko Zakarias às 10:00
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É PRECISO destacar que foi uma vitória muito sofrida, que até certo ponto dissipa os comentários que circulavam nos meandros desportivos da capital do norte, segundo os quais o Ferroviário de Nampula venceria sem sofrer, contando com facilidades dos nacalenses, tendo em conta a irmandade entre os dois clubes. Só que quem assim pensou se enganou.

Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória

Nos primeiros minutos, o jogo desenvolveu-se a uma grande velocidade e numa toada de equilíbrio, com os nampulenses a chegarem mais vezes à baliza defendida por Alio, mas sem conseguirem marcar golo. Aliás, não fossem os já habituais falhanços, alguns dos quais de forma infantil, o triunfo dos visitados teria sido por muitos golos.

O Ferroviário de Nacala exibiu-se muito bem nesta partida, embora tenha criado poucas oportunidades de golo em relação ao seu oponente. Foi uma equipa que parecia ter ido com a lição bem estudada e determinada a complicar o seu adversário, procurando contrariar os seus objectivos, com jogadas de contra-ataque bem elaboradas.

Porém, até ao intervalo, os locais mantiveram o seu domínio, criando muitas oportunidades de golo, mas faltando objectividade dos seus avançados, daí o nulo ter sido injusto para si.

No reatamento, os nacalenses protagonizaram um lance de perigo, por intermédio de Romão. Assustados, os “locomotivas” da capital nortenha responderam através de jogadas curtas com o intuito de confundir o seu opositor. Foi uma estratégia que teve sucesso, pois aos 90 minutos, finalmente, conseguiram o tento da vitória, assinado por Gomes.

O árbitro teve um bom desempenho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Mateus Infante, auxiliado por Gimo Patrício e Carlos Nhanengue.

FER. NACALA – Alio; Magido, Alberto (Abdul), Mariote e Matias; Wazir, Pondo, Pintado e Telinho (Mangate); Romão e Guedesse,

FER. NAMPULA – Zacarias; Duda, Rojas, Matofa e Hipo; Suma, Sparow, Ilídio (Nando) e Ginho (Leo); Gomes e Leonel.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 09:46
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É PRECISO destacar que foi uma vitória muito sofrida, que até certo ponto dissipa os comentários que circulavam nos meandros desportivos da capital do norte, segundo os quais o Ferroviário de Nampula venceria sem sofrer, contando com facilidades dos nacalenses, tendo em conta a irmandade entre os dois clubes. Só que quem assim pensou se enganou.

Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória

Nos primeiros minutos, o jogo desenvolveu-se a uma grande velocidade e numa toada de equilíbrio, com os nampulenses a chegarem mais vezes à baliza defendida por Alio, mas sem conseguirem marcar golo. Aliás, não fossem os já habituais falhanços, alguns dos quais de forma infantil, o triunfo dos visitados teria sido por muitos golos.

O Ferroviário de Nacala exibiu-se muito bem nesta partida, embora tenha criado poucas oportunidades de golo em relação ao seu oponente. Foi uma equipa que parecia ter ido com a lição bem estudada e determinada a complicar o seu adversário, procurando contrariar os seus objectivos, com jogadas de contra-ataque bem elaboradas.

Porém, até ao intervalo, os locais mantiveram o seu domínio, criando muitas oportunidades de golo, mas faltando objectividade dos seus avançados, daí o nulo ter sido injusto para si.

No reatamento, os nacalenses protagonizaram um lance de perigo, por intermédio de Romão. Assustados, os “locomotivas” da capital nortenha responderam através de jogadas curtas com o intuito de confundir o seu opositor. Foi uma estratégia que teve sucesso, pois aos 90 minutos, finalmente, conseguiram o tento da vitória, assinado por Gomes.

O árbitro teve um bom desempenho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Mateus Infante, auxiliado por Gimo Patrício e Carlos Nhanengue.

FER. NACALA – Alio; Magido, Alberto (Abdul), Mariote e Matias; Wazir, Pondo, Pintado e Telinho (Mangate); Romão e Guedesse,

FER. NAMPULA – Zacarias; Duda, Rojas, Matofa e Hipo; Suma, Sparow, Ilídio (Nando) e Ginho (Leo); Gomes e Leonel.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 09:46
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Costa do Sol-Desportivo (1-1)

Liga Muçulmana-Fer. Maputo (0-2)

imagem corporativa do moçambola
FC Lichinga-Maxaquene (0-1)

Fer. Beira-Chingale (1-0)

HCB de Songo-Matchedje (2-1)

Atlético Muçulmano-Textáfrica (2-0)

Fer. Nacala-Fer. Nampula (0-1)

J V E D B P

1º DESPORTIVO 22 12 8 2 20-10 44

2º Fer. Maputo 22 13 5 4 33-13 44

3º Costa do Sol 22 11 7 4 29-11 40

4º Liga Muçulmana 22 13 1 8 28-13 40

5º Maxaquene 22 10 6 6 18-13 36

6º HCB de Songo 22 8 7 7 14-15 31

7º Ferroviário da Beira 22 7 9 6 13-12 30

8º Matchedje 22 7 5 10 13-19 26

9º FC Lichinga 22 7 5 10 15-28 26

10º Atlético Muçulmano 22 6 8 8 11-13 26

11º Chingale 22 6 6 10 17-22 24

12º Ferroviário de Nampula 22 5 7 10 11-17 22

13º Textáfrica 22 6 3 13 19-19 21

14º Ferroviário de Nacala 22 3 3 16 9-37 12

PRÓXIMA JORNADA (23ª)

SÁBADO

Desportivo-HCB de Songo

Matchedje-Atlético Muçulmano

DOMINGO

Textáfrica-FC Lichinga

Maxaquene-Fer. Nacala

Fer. Nampula-Liga Muçulmana

Fer. Maputo-Fer. Beira

Chingale-Costa do Sol

publicado por Vaxko Zakarias às 09:39
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Costa do Sol-Desportivo (1-1)

Liga Muçulmana-Fer. Maputo (0-2)

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FC Lichinga-Maxaquene (0-1)

Fer. Beira-Chingale (1-0)

HCB de Songo-Matchedje (2-1)

Atlético Muçulmano-Textáfrica (2-0)

Fer. Nacala-Fer. Nampula (0-1)

J V E D B P

1º DESPORTIVO 22 12 8 2 20-10 44

2º Fer. Maputo 22 13 5 4 33-13 44

3º Costa do Sol 22 11 7 4 29-11 40

4º Liga Muçulmana 22 13 1 8 28-13 40

5º Maxaquene 22 10 6 6 18-13 36

6º HCB de Songo 22 8 7 7 14-15 31

7º Ferroviário da Beira 22 7 9 6 13-12 30

8º Matchedje 22 7 5 10 13-19 26

9º FC Lichinga 22 7 5 10 15-28 26

10º Atlético Muçulmano 22 6 8 8 11-13 26

11º Chingale 22 6 6 10 17-22 24

12º Ferroviário de Nampula 22 5 7 10 11-17 22

13º Textáfrica 22 6 3 13 19-19 21

14º Ferroviário de Nacala 22 3 3 16 9-37 12

PRÓXIMA JORNADA (23ª)

SÁBADO

Desportivo-HCB de Songo

Matchedje-Atlético Muçulmano

DOMINGO

Textáfrica-FC Lichinga

Maxaquene-Fer. Nacala

Fer. Nampula-Liga Muçulmana

Fer. Maputo-Fer. Beira

Chingale-Costa do Sol

publicado por Vaxko Zakarias às 09:39
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O “DERBY” Costa do Sol-Desportivo não foi além da igualdade a uma bola.

O “DERBY” Costa do Sol-Desportivo não foi além da igualdade a uma bola.
No outro desafio de grande cartel da 22ª jornada do Moçambola-2009, o Ferroviário de Maputo derrotou, categoricamente, a Liga Muçulmana por 2-0. Em face destes dois desfechos, o campeão nacional acabou colhendo dividendos de ouro, relançando-se na corrida rumo à renovação do título. Aliás, temos agora, entre o quarteto da linha da frente, um quadro de classificação bastante interessante, senão vejamos: Desportivo e Ferroviário com 44 pontos cada, Costa do Sol e Liga Muçulmana com 40, quando estamos a apenas quatro rondas para a conclusão do campeonato.

No sábado, com o campo do Costa do Sol a registar uma enchente, “canarinhos” e “alvi-negros” travaram uma partida bastante espectacular, apesar da ocorrência de muitos casos, envolvendo o árbitro nampulense Dionísio Dongaze, que acabou por expulsar Mexer e João, o primeiro com cartão vermelho directo e o segundo por acumulação de amarelos.

O Desportivo foi o primeiro a marcar, aos 39 minutos, por intermédio de Binó, tendo o empate surgido mesmo à beira do fim, por Félix, decorridos 92 minutos.

Ontem, no relvado dos “tricolores”, na Machava, o Ferroviário de Maputo praticamente passeou a sua classe, perante uma Liga Muçulmana surpreendentemente presa nos seus movimentos ofensivos, entregando o jogo ao adversário. Os verde-e-branco venceram com tentos de Luís, aos 12 e 40 minutos.

Mantendo-se tranquilamente na quinta posição, o Maxaquene foi a Lichinga ganhar por 1-0, o mesmo resultado alcançado pelo Ferroviário da Beira na recepção ao Chingale. O 1-0 esteve também na vitória do Ferroviário de Nampula sobre o seu homónimo de Nacala. Em Tete, HCB de Songo derrotou Matchedje por 2-1 e, em Maputo, Atlético Muçulmano sobrepôs-se ao Textáfrica por duas bolas sem resposta.

Na classificação, depois do Desportivo e do Ferroviário de Maputo, 44 pontos, bem como do Costa do Sol e da Liga Muçulmana, 40, surge o Maxaquene com 36, seguido da HCB 31, Ferroviário da Beira 30, Matchedje, FC Lichinga e Atlético Muçulmano 26 pontos cada, Chingale 24 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 22, Textáfrica 21 e Ferroviário de Nacala 12 pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 09:27
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O “DERBY” Costa do Sol-Desportivo não foi além da igualdade a uma bola.

O “DERBY” Costa do Sol-Desportivo não foi além da igualdade a uma bola.
No outro desafio de grande cartel da 22ª jornada do Moçambola-2009, o Ferroviário de Maputo derrotou, categoricamente, a Liga Muçulmana por 2-0. Em face destes dois desfechos, o campeão nacional acabou colhendo dividendos de ouro, relançando-se na corrida rumo à renovação do título. Aliás, temos agora, entre o quarteto da linha da frente, um quadro de classificação bastante interessante, senão vejamos: Desportivo e Ferroviário com 44 pontos cada, Costa do Sol e Liga Muçulmana com 40, quando estamos a apenas quatro rondas para a conclusão do campeonato.

No sábado, com o campo do Costa do Sol a registar uma enchente, “canarinhos” e “alvi-negros” travaram uma partida bastante espectacular, apesar da ocorrência de muitos casos, envolvendo o árbitro nampulense Dionísio Dongaze, que acabou por expulsar Mexer e João, o primeiro com cartão vermelho directo e o segundo por acumulação de amarelos.

O Desportivo foi o primeiro a marcar, aos 39 minutos, por intermédio de Binó, tendo o empate surgido mesmo à beira do fim, por Félix, decorridos 92 minutos.

Ontem, no relvado dos “tricolores”, na Machava, o Ferroviário de Maputo praticamente passeou a sua classe, perante uma Liga Muçulmana surpreendentemente presa nos seus movimentos ofensivos, entregando o jogo ao adversário. Os verde-e-branco venceram com tentos de Luís, aos 12 e 40 minutos.

Mantendo-se tranquilamente na quinta posição, o Maxaquene foi a Lichinga ganhar por 1-0, o mesmo resultado alcançado pelo Ferroviário da Beira na recepção ao Chingale. O 1-0 esteve também na vitória do Ferroviário de Nampula sobre o seu homónimo de Nacala. Em Tete, HCB de Songo derrotou Matchedje por 2-1 e, em Maputo, Atlético Muçulmano sobrepôs-se ao Textáfrica por duas bolas sem resposta.

Na classificação, depois do Desportivo e do Ferroviário de Maputo, 44 pontos, bem como do Costa do Sol e da Liga Muçulmana, 40, surge o Maxaquene com 36, seguido da HCB 31, Ferroviário da Beira 30, Matchedje, FC Lichinga e Atlético Muçulmano 26 pontos cada, Chingale 24 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 22, Textáfrica 21 e Ferroviário de Nacala 12 pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 09:27
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