Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 27 DE Agosto 2009

DE forma decidida, e fundamentalmente com o objectivo de marcar presença pela terceira vez consecutiva na fase final da Taça dos Campeões Africanos de Basquetebol em Seniores Femininos, o Desportivo vai ao Zimbabwe jogar toda a sua reconhecida autoridade e, na qualidade de principal favorito, não deixar os seus créditos por mãos alheias.

Jogo de Basquetebol entre Apolitecnica e o Desportivo de Maputo
Trata-se da eliminatória da Zona VI, a decorrer entre 31 deste mês e 5 de Setembro, em Harare, e na qual o nosso país far-se-á representar, igualmente, pela “A Politécnica”, outra formação candidata à transição para a etapa decisiva.

A braços com seriíssimos problemas financeiros, as bicampeãs africanas ainda não sabem se viajarão por via terrestre ou aérea, mas de uma coisa o seu treinador, Nazir Salé, não tem a menor dúvida: o Desportivo estará em Harare, sim senhor, tendo como horizonte o primeiro lugar e o consequente apuramento para a fase final, de forma a lutar pelo terceiro título, após os conquistados em Maputo e em Nairobi, em 2007 e 2008, respectivamente.

Na capital zimbabweana, para além de Moçambique, que contará com o Desportivo e “A Politécnica”, estarão duas formações angolanas, designadamente 1º de Agosto e Inter de Luanda, outras duas do país anfitrião, assim como representantes da África do Sul e provavelmente do Botswana.

Apesar de não poder ter a contribuição da valiosíssima Deolinda Ngulela, que Nazir Salé classifica como uma “grande líder”, em virtude de se encontrar na fase do mestrado, nos Estados Unidos da América, o técnico “alvi-negro” afirma que acredita sem quaisquer reticências no seu grupo, a quem “tiro o chapéu, pela sua extraordinária entrega ao trabalho, perseverança e grande sentido de sacrifício”.

Nazir Salé
Segundo ele, o Desportivo trabalha diariamente durante quatro horas, sendo duas de manhã, muito cedo, antes das atletas abraçarem as suas ocupações profissionais, e outras duas à noite, para além, inclusive, dos fins-de-semana. Aliás, “todo o mundo” reconhece hoje que as “alvi-negras” são a equipa que mais trabalha no país, contando mesmo com os masculinos, razão para a clara diferença com as suas principais adversárias.

“Tenho estado a potenciar cada vez mais o grupo, pois a finalidade da nossa ida a Harare é inequívoca: obter a qualificação para a fase final, condição indispensável para pensarmos na revalidação do título”, disse Nazir Salé, lamentando, no entanto, o facto de o Desportivo, apesar de duplamente campeão, para o orgulho de todo o país, se encontrar praticamente desamparado para a concretização da viagem ao vizinho Zimbabwe.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:52
 O que é? |  O que é? | favorito

DE forma decidida, e fundamentalmente com o objectivo de marcar presença pela terceira vez consecutiva na fase final da Taça dos Campeões Africanos de Basquetebol em Seniores Femininos, o Desportivo vai ao Zimbabwe jogar toda a sua reconhecida autoridade e, na qualidade de principal favorito, não deixar os seus créditos por mãos alheias.

Jogo de Basquetebol entre Apolitecnica e o Desportivo de Maputo
Trata-se da eliminatória da Zona VI, a decorrer entre 31 deste mês e 5 de Setembro, em Harare, e na qual o nosso país far-se-á representar, igualmente, pela “A Politécnica”, outra formação candidata à transição para a etapa decisiva.

A braços com seriíssimos problemas financeiros, as bicampeãs africanas ainda não sabem se viajarão por via terrestre ou aérea, mas de uma coisa o seu treinador, Nazir Salé, não tem a menor dúvida: o Desportivo estará em Harare, sim senhor, tendo como horizonte o primeiro lugar e o consequente apuramento para a fase final, de forma a lutar pelo terceiro título, após os conquistados em Maputo e em Nairobi, em 2007 e 2008, respectivamente.

Na capital zimbabweana, para além de Moçambique, que contará com o Desportivo e “A Politécnica”, estarão duas formações angolanas, designadamente 1º de Agosto e Inter de Luanda, outras duas do país anfitrião, assim como representantes da África do Sul e provavelmente do Botswana.

Apesar de não poder ter a contribuição da valiosíssima Deolinda Ngulela, que Nazir Salé classifica como uma “grande líder”, em virtude de se encontrar na fase do mestrado, nos Estados Unidos da América, o técnico “alvi-negro” afirma que acredita sem quaisquer reticências no seu grupo, a quem “tiro o chapéu, pela sua extraordinária entrega ao trabalho, perseverança e grande sentido de sacrifício”.

Nazir Salé
Segundo ele, o Desportivo trabalha diariamente durante quatro horas, sendo duas de manhã, muito cedo, antes das atletas abraçarem as suas ocupações profissionais, e outras duas à noite, para além, inclusive, dos fins-de-semana. Aliás, “todo o mundo” reconhece hoje que as “alvi-negras” são a equipa que mais trabalha no país, contando mesmo com os masculinos, razão para a clara diferença com as suas principais adversárias.

“Tenho estado a potenciar cada vez mais o grupo, pois a finalidade da nossa ida a Harare é inequívoca: obter a qualificação para a fase final, condição indispensável para pensarmos na revalidação do título”, disse Nazir Salé, lamentando, no entanto, o facto de o Desportivo, apesar de duplamente campeão, para o orgulho de todo o país, se encontrar praticamente desamparado para a concretização da viagem ao vizinho Zimbabwe.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:52
 O que é? |  O que é? | favorito

A PRÓXIMA semana será de verdadeira efervescência para os adeptos do jogo da bola, e não só.

Treino dos Mambas de preparação para o jogo com o Quenia
Será a semana em que os moçambicanos voltarão a colorir-se de vermelho, ávidos como jamais havia acontecido e roendo as unhas de nervosismo, fazendo as contas à vida de toda uma nação sedenta de sucessos dos seus desportistas, em particular do futebol, o ópio do povo. Será a semana em que no domingo, dia 6, no longo fim-de-semana por ocasião do 7 de Setembro, Dia da Vitória, a Selecção Nacional realizará a mais sublime e delicada batalha rumo ao CAN e Mundial de 2010, tendo como adversário o Quénia, com quem disputa directamente a terceira vaga de qualificação do Grupo “B” para o Campeonato Africano a ter lugar em Angola.

É verdade que não se trata da decisão final, pois os “Mambas” ainda se deslocarão à Nigéria, em Outubro, e receberão a Tunísia, em Novembro, no entanto, o confronto com o Quénia assume um carácter transcendental em virtude de poder se constituir numa rampa de relançamento dos nossos objectivos, um tanto ou quanto definhados em consequência da derrota (2-1) em Nairobi, no pretérito dia 20 de Junho.

É, portanto, por essa via, que o Estádio da Machava, a 6 de Setembro, deverá ser o verdadeiro santuário dos moçambicanos, dado que uma vitória será sinónimo de cerca de oitenta por cento do caminho percorrido em direcção ao Atlântico angolano.

Na terça-feira, a selecção efectuou a derradeira sessão semanal destinada aos jogadores que actuam intramuros. Na próxima segunda-feira, já com todos os atletas convocados concentrados no Hotel Rovuma, o “quartel-general” da equipa de todos nós, iniciar-se-á o ciclo de treinos bidiários, no Vale do Infulene, com a finalidade de, em definitivo se acertar a máquina com o objectivo de “abater” os quenianos. Uma máquina que iminentemente se pretende saiba aliar com harmonia a boa exibição aos golos, elemento fundamental para se atingir o êxito desejado.

É consenso que os “Mambas”, na presente campanha, têm estado muitíssimo bem do ponto de vista de exibição, mesmo nas partidas realizadas fora de portas, mas a pecha continua a residir no aspecto da concretização.

É desta forma que o seleccionador nacional, Mart Nooij, entende que, para ver concretizado aquilo que preconiza, terá de dedicar especial atenção a esta questão ao longo da semana. Procura-se, acima de tudo, o aprimoramento da finalização e um maior aproveitamento do volume de jogo ofensivo produzido pelos homens da intermediária, onde cintilam estrelas como Dominguez, Genito, Miro, Momed Hagy e companhia.

JOGAR PARA GANHAR

Apesar da derrota em Nairobi, Mart Nooij não vê fantasmas à sua frente. Vê nos quenianos um time perfeitamente à altura da capacidade dos nossos atletas, que, se estiverem em tarde de grande inspiração, podem construir um resultado histórico.

Peremptoriamente, o técnico holandês afirma que é preciso jogar para ganhar e os seus pupilos devem assumir seriamente esta nobre responsabilidade, pois está em causa todo um trabalho que vêm desenvolvendo nos últimos dois anos. “Reconheço que todos os moçambicanos clamam pela vitória e nós temos a obrigação de lhes oferecer essa felicidade. Todavia, é preciso ter muita paciência e acima de tudo confiança, porquanto estes jogadores são capazes e assim já o demonstraram”.

O treinador diz que aguarda pela chegada dos “estrangeiros” para aferir o seu estado de forma e verificar minuciosamente as condições que cada um apresenta. Em relação aos dos Moçambola, afirma-se tranquilo, uma vez que têm estado a corresponder, tanto nos seus clubes como nas sessões semanais da selecção.

Tomando como ponto de partida o desafio particular de 12 de Agosto, diante da Suazilândia, em que ganhámos por escasso 1-0, com esbanjamentos atrozes, Mart Nooij sublinha a necessidade de ensaios mais consistentes no ataque, pois, conforme disse, “este é o nosso verdadeiro “calcanhar de Aquiles”, apesar de, globalmente, jogarmos bem. Por isso, volto a frisar que temos de aliar a boa exibição aos golos, sob pena de defraudarmos a expectativa de todo o povo moçambicano”.

O seleccionador nacional não se coíbe naquilo que espera dos jogadores: marcar um golo e nunca desistir de procurar o segundo, o terceiro e por aí fora. “Em nenhum momento devemos baixar os braços, pois estaremos a permitir que o adversário se recupere e nos cause problemas. O sector defensivo do Quénia não se apresenta muito consolidado, e este é um ponto que teremos de saber explorar ao máximo”.

Na sessão de terça-feira marcaram presença 16 jogadores, designadamente os guarda-redes Binó, Lamá e Antoninho; os defesas Fanuel, Campira e Whisky; os meio-campistas Nelinho, Josimar, Momed Hagy, Danito Parruque, Alvarito, Maurício e Mustafá; e os avançados Hélder Pelembe, Jerry e Mendes.

À excepção de Mano, cuja chegada a Maputo somente se verificará terça ou quarta-feira, em virtude de a sua equipa jogar na RD Congo, para as Afrotaças, todos os outros “estrangeiros” estarão entre nós entre domingo e segunda-feira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
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A PRÓXIMA semana será de verdadeira efervescência para os adeptos do jogo da bola, e não só.

Treino dos Mambas de preparação para o jogo com o Quenia
Será a semana em que os moçambicanos voltarão a colorir-se de vermelho, ávidos como jamais havia acontecido e roendo as unhas de nervosismo, fazendo as contas à vida de toda uma nação sedenta de sucessos dos seus desportistas, em particular do futebol, o ópio do povo. Será a semana em que no domingo, dia 6, no longo fim-de-semana por ocasião do 7 de Setembro, Dia da Vitória, a Selecção Nacional realizará a mais sublime e delicada batalha rumo ao CAN e Mundial de 2010, tendo como adversário o Quénia, com quem disputa directamente a terceira vaga de qualificação do Grupo “B” para o Campeonato Africano a ter lugar em Angola.

É verdade que não se trata da decisão final, pois os “Mambas” ainda se deslocarão à Nigéria, em Outubro, e receberão a Tunísia, em Novembro, no entanto, o confronto com o Quénia assume um carácter transcendental em virtude de poder se constituir numa rampa de relançamento dos nossos objectivos, um tanto ou quanto definhados em consequência da derrota (2-1) em Nairobi, no pretérito dia 20 de Junho.

É, portanto, por essa via, que o Estádio da Machava, a 6 de Setembro, deverá ser o verdadeiro santuário dos moçambicanos, dado que uma vitória será sinónimo de cerca de oitenta por cento do caminho percorrido em direcção ao Atlântico angolano.

Na terça-feira, a selecção efectuou a derradeira sessão semanal destinada aos jogadores que actuam intramuros. Na próxima segunda-feira, já com todos os atletas convocados concentrados no Hotel Rovuma, o “quartel-general” da equipa de todos nós, iniciar-se-á o ciclo de treinos bidiários, no Vale do Infulene, com a finalidade de, em definitivo se acertar a máquina com o objectivo de “abater” os quenianos. Uma máquina que iminentemente se pretende saiba aliar com harmonia a boa exibição aos golos, elemento fundamental para se atingir o êxito desejado.

É consenso que os “Mambas”, na presente campanha, têm estado muitíssimo bem do ponto de vista de exibição, mesmo nas partidas realizadas fora de portas, mas a pecha continua a residir no aspecto da concretização.

É desta forma que o seleccionador nacional, Mart Nooij, entende que, para ver concretizado aquilo que preconiza, terá de dedicar especial atenção a esta questão ao longo da semana. Procura-se, acima de tudo, o aprimoramento da finalização e um maior aproveitamento do volume de jogo ofensivo produzido pelos homens da intermediária, onde cintilam estrelas como Dominguez, Genito, Miro, Momed Hagy e companhia.

JOGAR PARA GANHAR

Apesar da derrota em Nairobi, Mart Nooij não vê fantasmas à sua frente. Vê nos quenianos um time perfeitamente à altura da capacidade dos nossos atletas, que, se estiverem em tarde de grande inspiração, podem construir um resultado histórico.

Peremptoriamente, o técnico holandês afirma que é preciso jogar para ganhar e os seus pupilos devem assumir seriamente esta nobre responsabilidade, pois está em causa todo um trabalho que vêm desenvolvendo nos últimos dois anos. “Reconheço que todos os moçambicanos clamam pela vitória e nós temos a obrigação de lhes oferecer essa felicidade. Todavia, é preciso ter muita paciência e acima de tudo confiança, porquanto estes jogadores são capazes e assim já o demonstraram”.

O treinador diz que aguarda pela chegada dos “estrangeiros” para aferir o seu estado de forma e verificar minuciosamente as condições que cada um apresenta. Em relação aos dos Moçambola, afirma-se tranquilo, uma vez que têm estado a corresponder, tanto nos seus clubes como nas sessões semanais da selecção.

Tomando como ponto de partida o desafio particular de 12 de Agosto, diante da Suazilândia, em que ganhámos por escasso 1-0, com esbanjamentos atrozes, Mart Nooij sublinha a necessidade de ensaios mais consistentes no ataque, pois, conforme disse, “este é o nosso verdadeiro “calcanhar de Aquiles”, apesar de, globalmente, jogarmos bem. Por isso, volto a frisar que temos de aliar a boa exibição aos golos, sob pena de defraudarmos a expectativa de todo o povo moçambicano”.

O seleccionador nacional não se coíbe naquilo que espera dos jogadores: marcar um golo e nunca desistir de procurar o segundo, o terceiro e por aí fora. “Em nenhum momento devemos baixar os braços, pois estaremos a permitir que o adversário se recupere e nos cause problemas. O sector defensivo do Quénia não se apresenta muito consolidado, e este é um ponto que teremos de saber explorar ao máximo”.

Na sessão de terça-feira marcaram presença 16 jogadores, designadamente os guarda-redes Binó, Lamá e Antoninho; os defesas Fanuel, Campira e Whisky; os meio-campistas Nelinho, Josimar, Momed Hagy, Danito Parruque, Alvarito, Maurício e Mustafá; e os avançados Hélder Pelembe, Jerry e Mendes.

À excepção de Mano, cuja chegada a Maputo somente se verificará terça ou quarta-feira, em virtude de a sua equipa jogar na RD Congo, para as Afrotaças, todos os outros “estrangeiros” estarão entre nós entre domingo e segunda-feira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
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HÁ uma discrepância entre a Federação Moçambicana de Futebol e o seleccionador nacional na interpretação da legislação da FIFA em relação à validação dos desafios particulares para o caso dos jogadores que estejam castigados.

Fanuel, autor do único golo da Liga Muçulmana (C. Bila)
Para a FMF, os jogos amigáveis, apesar de se realizarem em datas-FIFA e ocorrem com o beneplácito desta instituição, não servem para “limpar” as suspensões, enquanto Mart Nooij apresenta uma opinião contrária, afirmando que servem, sim senhor, na contagem para a “amortização” do castigo.

E em que é que ficamos? A Federação, por intermédio do seu vice-presidente, António Chambal, afirma categoricamente que Fanuel ainda está castigado, isto é, o jogo com a Suazilândia não serviu para cumprir a sanção. Segundo ele, está na posse de um comunicado da FIFA a dar conta deste facto e no qual se chama ainda a atenção para o cartão amarelo que Dominguez, Momed Hagy, Tico-Tico e Dário Khan têm, o que quer dizer que se devem precaver nos próximos embates.

Fanuel esteve no treino dos “Mambas”, na terça-feira, sendo uma das pedras de extrema confiança de Mart Nooij, que afirma querer ver, com os seus próprios olhos, o tal comunicado da FIFA que ainda mantém o castigo ao vigoroso central da Liga Muçulmana.

Temos para nós que Federação e seleccionador devem sentar-se e esclarecer esta divergência, pois o país não gostaria de, infantilmente, ser como o Costa do Sol que utilizou indevidamente Mambo frente ao Matchedje, acabando por pagar caro as consequências dessa irresponsabilidade.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:27
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HÁ uma discrepância entre a Federação Moçambicana de Futebol e o seleccionador nacional na interpretação da legislação da FIFA em relação à validação dos desafios particulares para o caso dos jogadores que estejam castigados.

Fanuel, autor do único golo da Liga Muçulmana (C. Bila)
Para a FMF, os jogos amigáveis, apesar de se realizarem em datas-FIFA e ocorrem com o beneplácito desta instituição, não servem para “limpar” as suspensões, enquanto Mart Nooij apresenta uma opinião contrária, afirmando que servem, sim senhor, na contagem para a “amortização” do castigo.

E em que é que ficamos? A Federação, por intermédio do seu vice-presidente, António Chambal, afirma categoricamente que Fanuel ainda está castigado, isto é, o jogo com a Suazilândia não serviu para cumprir a sanção. Segundo ele, está na posse de um comunicado da FIFA a dar conta deste facto e no qual se chama ainda a atenção para o cartão amarelo que Dominguez, Momed Hagy, Tico-Tico e Dário Khan têm, o que quer dizer que se devem precaver nos próximos embates.

Fanuel esteve no treino dos “Mambas”, na terça-feira, sendo uma das pedras de extrema confiança de Mart Nooij, que afirma querer ver, com os seus próprios olhos, o tal comunicado da FIFA que ainda mantém o castigo ao vigoroso central da Liga Muçulmana.

Temos para nós que Federação e seleccionador devem sentar-se e esclarecer esta divergência, pois o país não gostaria de, infantilmente, ser como o Costa do Sol que utilizou indevidamente Mambo frente ao Matchedje, acabando por pagar caro as consequências dessa irresponsabilidade.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:27
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MAURO Costa foi o melhor piloto moçambicano na primeira prova do torneio de karts “Triangular Series” envolvendo nacionais e sul-africanos, que se realizou no último fim-de-semana no Circuito de Indube, em Durban, na vizinha “terra do rand”.

Motores vão roncar bem alto no dia 19 deste mês
Costa teve a sorte de registar o melhor tempo cronometrado (46,935 segundos) nas qualificativas da classe dos Max Challenge relativamente a Cristian Bouchè (47,195 segundos), com quem empatou em pontos ao fim de quatro mangas que corporizaram a competição, completamente dominada pelos sul-africanos.

Aliás, o melhor tempo nas qualificativas dos Max Challenge pertenceu a Conor Hughes (46,601 segundos), mas esteve oito degraus abaixo dos dois compatriotas, ao amealhar 114 pontos na classificação final.

Aliás, Conor Hughes desperdiçou a chance de se tornar no melhor piloto entre os nacionais ao não concluir uma das mangas, perdendo deste modo alguns pontos que lhe teriam colocado num lugar mais adiantado. Quem esteve longe das expectativas entre os moçambicanos nesta classe foi Bruno Campos (111 pontos), que ficou na 18ª posição numa competição que teve 22 concorrentes.

BENJAMIN HEYNEKE NOS MAX JÚNIOR

Apesar de pertencer a classe imediatamente inferior ao dos Max Challenge, Benjamin Heyneke acabou provando que está melhor rodado que alguns pilotos da classe máxima e foi o piloto que esteve bem próximo de igualar ou superar Mauro Costa em termos de prestação, ao amealhar 121 pontos nos Max Júnior e com o melhor tempo cronometrado em relação àquele (46,618). Benjamin Heyneke foi o 14º classificado entre 17 concorrentes, o melhor lugar entre os moçambicanos que se fizeram nesta classe, sendo que Megan Prinsloo, o seu único companheiro, foi penúltimo com 112 pontos.

O piloto Aidan Hughes, da classe dos GP Júnior, esteve quase na mesma situação, ao ficar em 14º lugar numa prova que igualmente contou com 17 participantes, tendo sido o único moçambicano entre os concorrentes desta categoria.

De salientar que o torneio “Triangular Series” é uma prova organizada pela Motor Sport da África do Sul e o Automóvel e Touring Clube de Moçambique e comporta três provas. A próxima prova terá lugar em Setembro numa outra cidade sul-africana, Pretória, e a última, realizar-se-á em Dezembro, em Maputo.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:23
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MAURO Costa foi o melhor piloto moçambicano na primeira prova do torneio de karts “Triangular Series” envolvendo nacionais e sul-africanos, que se realizou no último fim-de-semana no Circuito de Indube, em Durban, na vizinha “terra do rand”.

Motores vão roncar bem alto no dia 19 deste mês
Costa teve a sorte de registar o melhor tempo cronometrado (46,935 segundos) nas qualificativas da classe dos Max Challenge relativamente a Cristian Bouchè (47,195 segundos), com quem empatou em pontos ao fim de quatro mangas que corporizaram a competição, completamente dominada pelos sul-africanos.

Aliás, o melhor tempo nas qualificativas dos Max Challenge pertenceu a Conor Hughes (46,601 segundos), mas esteve oito degraus abaixo dos dois compatriotas, ao amealhar 114 pontos na classificação final.

Aliás, Conor Hughes desperdiçou a chance de se tornar no melhor piloto entre os nacionais ao não concluir uma das mangas, perdendo deste modo alguns pontos que lhe teriam colocado num lugar mais adiantado. Quem esteve longe das expectativas entre os moçambicanos nesta classe foi Bruno Campos (111 pontos), que ficou na 18ª posição numa competição que teve 22 concorrentes.

BENJAMIN HEYNEKE NOS MAX JÚNIOR

Apesar de pertencer a classe imediatamente inferior ao dos Max Challenge, Benjamin Heyneke acabou provando que está melhor rodado que alguns pilotos da classe máxima e foi o piloto que esteve bem próximo de igualar ou superar Mauro Costa em termos de prestação, ao amealhar 121 pontos nos Max Júnior e com o melhor tempo cronometrado em relação àquele (46,618). Benjamin Heyneke foi o 14º classificado entre 17 concorrentes, o melhor lugar entre os moçambicanos que se fizeram nesta classe, sendo que Megan Prinsloo, o seu único companheiro, foi penúltimo com 112 pontos.

O piloto Aidan Hughes, da classe dos GP Júnior, esteve quase na mesma situação, ao ficar em 14º lugar numa prova que igualmente contou com 17 participantes, tendo sido o único moçambicano entre os concorrentes desta categoria.

De salientar que o torneio “Triangular Series” é uma prova organizada pela Motor Sport da África do Sul e o Automóvel e Touring Clube de Moçambique e comporta três provas. A próxima prova terá lugar em Setembro numa outra cidade sul-africana, Pretória, e a última, realizar-se-á em Dezembro, em Maputo.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:23
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A ACADÉMICA e o 1º de Maio apuraram-se, no último fim-de-semana, para a quarta eliminatória da Taça Maputo em futebol ao superarem os seus oponentes.

Jogadores da Académica festejam o golo
Os “estudantes” bateram-se com o Estrela Vermelha e após um empate a uma bola no período regulamentar venceram nos penaltes, por 2-1. Este era o desafio mais apetecível da ronda visto que estavam em campo duas das equipas de maior tradição no futebol nacional.

Com esta vitória, os “estudantes” deram sequência a excelente época que estão a realizar no campeonato da capital do país onde é líder isolado e está bem lançado para disputar a “poule” de apuramento para o Moçambola-2010.

O 1º de Maio, por sua vez, recebeu e ganhou as Águias Especiais, por 2-1.

A Académica e o 1º de Maio vão disputar a quarta eliminatória juntamente com as equipas da cidade de Maputo presentes no Moçambola, nomeadamente Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Maxaquene, Desportivo, Liga Muçulmana e Matchedje.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:16
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A ACADÉMICA e o 1º de Maio apuraram-se, no último fim-de-semana, para a quarta eliminatória da Taça Maputo em futebol ao superarem os seus oponentes.

Jogadores da Académica festejam o golo
Os “estudantes” bateram-se com o Estrela Vermelha e após um empate a uma bola no período regulamentar venceram nos penaltes, por 2-1. Este era o desafio mais apetecível da ronda visto que estavam em campo duas das equipas de maior tradição no futebol nacional.

Com esta vitória, os “estudantes” deram sequência a excelente época que estão a realizar no campeonato da capital do país onde é líder isolado e está bem lançado para disputar a “poule” de apuramento para o Moçambola-2010.

O 1º de Maio, por sua vez, recebeu e ganhou as Águias Especiais, por 2-1.

A Académica e o 1º de Maio vão disputar a quarta eliminatória juntamente com as equipas da cidade de Maputo presentes no Moçambola, nomeadamente Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Maxaquene, Desportivo, Liga Muçulmana e Matchedje.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:16
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A CORREDORA sul-africana campeã mundial Caster Semenya, cuja vitória nos 800 metros foi ofuscada por um exame de verificação de sexo, foi recebida como heroína no regresso terça-feira à casa.

A CORREDORA sul-africana campeã mundial Caster Semenya
Muitos sul-africanos indignados acusaram a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) de racismo e imperialismo por ordenar a realização de um teste de género, após a rápida evolução da corredora ter despertado suspeitas.

Semenya, que venceu os 800 metros com uma apresentação avassaladora em Berlim na semana passada, foi saudada por milhares de pessoas no Aeroporto Internacional Oliver Tambo, em Johanesburgo. Algumas seguravam cartazes com dizeres “Caster, a primeira-dama do desporto".

Os sul-africanos reuniram-se à volta de sua estrela, mas a controvérsia pode também ter tocado num assunto delicado num país onde a raça ainda é uma questão altamente sensível após décadas do “apartheid”, que terminou em 1994.

O questionamento sobre Semenya tornou-se um tema político logo depois dela ter desembarcado.

Julius Malema, activista político líder do partido da juventude militante ANC, lamentou que não foram pessoas brancas o suficiente ao aeroporto para apoiar Semenya.

“Onde estão os sul-africanos brancos?... se fosse “rugby” eles estariam aqui”, disse à multidão, referindo-se ao desporto predominantemente branco.

As próximas semanas serão tensas para Semenya, uma menina calma de 18 anos de idade, até que seja anunciado o resultado dos exames de verificação de sexo, que a colocou nos holofotes internacionais.

“A maneira como ela foi tratada é injusta. Mas mesmo se ela fosse um homem ou mulher, ela é ainda uma campeã”, disse Abigail Mqomboti, funcionária de uma penitenciária, que folgou para participar da cerimónia de boas-vindas daquela que é actualmente a menina mais querida dos sul-africanos.

Por Peroshni Govender (Reuters)

publicado por Vaxko Zakarias às 13:11
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A CORREDORA sul-africana campeã mundial Caster Semenya, cuja vitória nos 800 metros foi ofuscada por um exame de verificação de sexo, foi recebida como heroína no regresso terça-feira à casa.

A CORREDORA sul-africana campeã mundial Caster Semenya
Muitos sul-africanos indignados acusaram a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) de racismo e imperialismo por ordenar a realização de um teste de género, após a rápida evolução da corredora ter despertado suspeitas.

Semenya, que venceu os 800 metros com uma apresentação avassaladora em Berlim na semana passada, foi saudada por milhares de pessoas no Aeroporto Internacional Oliver Tambo, em Johanesburgo. Algumas seguravam cartazes com dizeres “Caster, a primeira-dama do desporto".

Os sul-africanos reuniram-se à volta de sua estrela, mas a controvérsia pode também ter tocado num assunto delicado num país onde a raça ainda é uma questão altamente sensível após décadas do “apartheid”, que terminou em 1994.

O questionamento sobre Semenya tornou-se um tema político logo depois dela ter desembarcado.

Julius Malema, activista político líder do partido da juventude militante ANC, lamentou que não foram pessoas brancas o suficiente ao aeroporto para apoiar Semenya.

“Onde estão os sul-africanos brancos?... se fosse “rugby” eles estariam aqui”, disse à multidão, referindo-se ao desporto predominantemente branco.

As próximas semanas serão tensas para Semenya, uma menina calma de 18 anos de idade, até que seja anunciado o resultado dos exames de verificação de sexo, que a colocou nos holofotes internacionais.

“A maneira como ela foi tratada é injusta. Mas mesmo se ela fosse um homem ou mulher, ela é ainda uma campeã”, disse Abigail Mqomboti, funcionária de uma penitenciária, que folgou para participar da cerimónia de boas-vindas daquela que é actualmente a menina mais querida dos sul-africanos.

Por Peroshni Govender (Reuters)

publicado por Vaxko Zakarias às 13:11
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A FERAÇÃO Nigeriana de Futebol, que em Outubro organiza o próximo Campeonato do Mundo de Sub-17, não se poupa a cuidados para evitar polémicas com as idades dos seus jogadores, a exemplo do que aconteceu em outras edições da prova.

seleccionador da Nigéria, John Obuh
Pelo menos é o que se depreende da recente exclusão de 15 jogadores que integravam o referido escalão, depois de testes através de ressonância magnética terem determinado que a idade biológica dos referidos elementos não coincida com os registos de nascimento.

O seleccionador da Nigéria, John Obuh, confirmou que os 15 jogadores já foram dispensados dos trabalhos, enquanto o presidente da federação garante que o sucedido não hipoteca as aspirações da selecção: “isto não é uma crise, ainda temos uma boa equipa”, comentou Sani Lulu. O grupo de pré-seleccionados abrangia 38 jogadores, dos quais só 23 viram confirmada a respectiva idade pelos exames médicos.

Refira-se que a Nigéria é o actual campeão do mundo deste escalão, juntando em 2007 uma terceira coroa ao seu palmarés, depois das vitórias em 1985 e 1993. O “Mundial” de Sub-17 começa no dia 24 de Outubro, com a Nigéria escalada no Grupo “A”, ao lado de Alemanha, Argentina e Honduras.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:04
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A FERAÇÃO Nigeriana de Futebol, que em Outubro organiza o próximo Campeonato do Mundo de Sub-17, não se poupa a cuidados para evitar polémicas com as idades dos seus jogadores, a exemplo do que aconteceu em outras edições da prova.

seleccionador da Nigéria, John Obuh
Pelo menos é o que se depreende da recente exclusão de 15 jogadores que integravam o referido escalão, depois de testes através de ressonância magnética terem determinado que a idade biológica dos referidos elementos não coincida com os registos de nascimento.

O seleccionador da Nigéria, John Obuh, confirmou que os 15 jogadores já foram dispensados dos trabalhos, enquanto o presidente da federação garante que o sucedido não hipoteca as aspirações da selecção: “isto não é uma crise, ainda temos uma boa equipa”, comentou Sani Lulu. O grupo de pré-seleccionados abrangia 38 jogadores, dos quais só 23 viram confirmada a respectiva idade pelos exames médicos.

Refira-se que a Nigéria é o actual campeão do mundo deste escalão, juntando em 2007 uma terceira coroa ao seu palmarés, depois das vitórias em 1985 e 1993. O “Mundial” de Sub-17 começa no dia 24 de Outubro, com a Nigéria escalada no Grupo “A”, ao lado de Alemanha, Argentina e Honduras.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:04
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INACREDITÁVEL (!), escreve o jornal português, Maisfutebol. O senhor Assaf Keinan prestou um triste contributo à arbitragem. Tudo aconteceu na liga israelita. O Maccabi Telavive vencia o Bnei Sachnin por 2-1 e chegou ao terceiro golo.

O senhor Assaf Keinan prestou um triste contributo à arbitragem
Chegou? Afinal não, o lance foi anulado pelo árbitro, devido a uma alegada falta cometida por um jogador do Maccabi. Mas, esperem um pouco... não, esqueçam, foi mesmo golo. 3-1 para o Maccabi. Pensando melhor... Pois, Assaf Keinan voltou atrás na decisão. Golo anulado. E agora é mesmo definitivo.

Mais coisa, menos coisa, durante oito minutos foi isto que se passou. O árbitro voltou três vezes atrás na decisão, antes de se decidir pela anulação da jogada. O senhor Assaf Keinan é internacional e cedeu totalmente à pressão que se verificou logo após a primeira anulação.

Preocupante, de facto.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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INACREDITÁVEL (!), escreve o jornal português, Maisfutebol. O senhor Assaf Keinan prestou um triste contributo à arbitragem. Tudo aconteceu na liga israelita. O Maccabi Telavive vencia o Bnei Sachnin por 2-1 e chegou ao terceiro golo.

O senhor Assaf Keinan prestou um triste contributo à arbitragem
Chegou? Afinal não, o lance foi anulado pelo árbitro, devido a uma alegada falta cometida por um jogador do Maccabi. Mas, esperem um pouco... não, esqueçam, foi mesmo golo. 3-1 para o Maccabi. Pensando melhor... Pois, Assaf Keinan voltou atrás na decisão. Golo anulado. E agora é mesmo definitivo.

Mais coisa, menos coisa, durante oito minutos foi isto que se passou. O árbitro voltou três vezes atrás na decisão, antes de se decidir pela anulação da jogada. O senhor Assaf Keinan é internacional e cedeu totalmente à pressão que se verificou logo após a primeira anulação.

Preocupante, de facto.

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