Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 10 DE Agosto 2009

O DESPORTIVO passou ao lado de uma goleada, frente ao Textáfrica, por culpa da ineficácia dos dianteiros Aníbal e Binó, bastante perdulários quando solicitados a fazer o remate final.

Aníbal e Binó levaram a goleada para casa
Num jogo que teve praticamente uma só direcção – a baliza do guarda-redes Minguinho – os “alvi-negros” criaram um sem-número de oportunidades, não devidamente correspondidas pelo sector atacante.

Artur Semedo apostou num futebol ofensivo, alicerçado em movimentos rápidos e criativos de Muandro, Mexer, Nelinho e Nelson, que cedo ganharam a batalha no miolo do terreno e orquestraram jogadas perigosas na área adversária.

O técnico brasileiro do Textáfrica, Alex Alves, não respondeu da melhor forma à disposição “alvi-negra”, povoando o seu próprio meio-campo, estratégia que permitia que a bola permanecesse longo período em zonas próximas da baliza defendida por Minguinho.

Assim, as iniciativas de Mambinho, à direita, e Ângelo, no centro, não tinham a devida sequência na dianteira, de tal sorte que Edgar foi presa fácil para Zainadine Júnior e Emídio. Secanhe é que foi obrigado a intervir por algumas vezes para parar Mambinho, o jogador mais irrequieto da turma do Chimoio.

Nesta disposição, o Desportivo ganhou ascendente e aí Aníbal mostrou como não se faz. Rematou torto em duas ocasiões flagrantes para inaugurar o marcador. Aos 26 minutos, ficou cara-a-cara com Minguinho e rematou para a defesa do “keeper”. Artur Semedo não gostava das imagens que observa e trocou Matlombe por Binó, aos 34.

Saído do banco, Binó abriu o activo na primeira oportunidade clara de golo, em cima do intervalo. No regresso, adivinhava-se uma reacção do conjunto forasteiro. Mas nada disso aconteceu. O Desportivo continuou dono e senhor do jogo, e Binó entrou em cena para auxiliar Aníbal no desperdício de golos certos.

O jogo terminou com a turma maputense a defender a magra vantagem, tarefa que foi fácil porque o Textáfrica não arriscou o suficiente para merecer outro resultado, tendo a goleada “alvi-negra” ficado adiada.

A equipa de arbitragem, chefiada por Filimão Filipe, realizou um bom trabalho, técnica e disciplinarmente.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Filimão Filipe, auxiliado por Agostinho Pelembe e Mário Albino. Quarto árbitro: Aníbal Armando

DESPORTIVO – Jaimito; Josué (Imo), Zainadine, Emídio e Secanhe; Mexer, Nelinho, Matlombe (Binó) e Nelson; Muandro e Aníbal (Tchitcho).

TEXTÁFRICA – Minguinho; Edgar (Rúben), Zola (Ussene), Loló e Dondo; Jossias (Jorge), Mitó e Ângelo; Mambinho, Mambo e César.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Mambinho e Edgar.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
 O que é? |  O que é? | favorito

O DESPORTIVO passou ao lado de uma goleada, frente ao Textáfrica, por culpa da ineficácia dos dianteiros Aníbal e Binó, bastante perdulários quando solicitados a fazer o remate final.

Aníbal e Binó levaram a goleada para casa
Num jogo que teve praticamente uma só direcção – a baliza do guarda-redes Minguinho – os “alvi-negros” criaram um sem-número de oportunidades, não devidamente correspondidas pelo sector atacante.

Artur Semedo apostou num futebol ofensivo, alicerçado em movimentos rápidos e criativos de Muandro, Mexer, Nelinho e Nelson, que cedo ganharam a batalha no miolo do terreno e orquestraram jogadas perigosas na área adversária.

O técnico brasileiro do Textáfrica, Alex Alves, não respondeu da melhor forma à disposição “alvi-negra”, povoando o seu próprio meio-campo, estratégia que permitia que a bola permanecesse longo período em zonas próximas da baliza defendida por Minguinho.

Assim, as iniciativas de Mambinho, à direita, e Ângelo, no centro, não tinham a devida sequência na dianteira, de tal sorte que Edgar foi presa fácil para Zainadine Júnior e Emídio. Secanhe é que foi obrigado a intervir por algumas vezes para parar Mambinho, o jogador mais irrequieto da turma do Chimoio.

Nesta disposição, o Desportivo ganhou ascendente e aí Aníbal mostrou como não se faz. Rematou torto em duas ocasiões flagrantes para inaugurar o marcador. Aos 26 minutos, ficou cara-a-cara com Minguinho e rematou para a defesa do “keeper”. Artur Semedo não gostava das imagens que observa e trocou Matlombe por Binó, aos 34.

Saído do banco, Binó abriu o activo na primeira oportunidade clara de golo, em cima do intervalo. No regresso, adivinhava-se uma reacção do conjunto forasteiro. Mas nada disso aconteceu. O Desportivo continuou dono e senhor do jogo, e Binó entrou em cena para auxiliar Aníbal no desperdício de golos certos.

O jogo terminou com a turma maputense a defender a magra vantagem, tarefa que foi fácil porque o Textáfrica não arriscou o suficiente para merecer outro resultado, tendo a goleada “alvi-negra” ficado adiada.

A equipa de arbitragem, chefiada por Filimão Filipe, realizou um bom trabalho, técnica e disciplinarmente.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Filimão Filipe, auxiliado por Agostinho Pelembe e Mário Albino. Quarto árbitro: Aníbal Armando

DESPORTIVO – Jaimito; Josué (Imo), Zainadine, Emídio e Secanhe; Mexer, Nelinho, Matlombe (Binó) e Nelson; Muandro e Aníbal (Tchitcho).

TEXTÁFRICA – Minguinho; Edgar (Rúben), Zola (Ussene), Loló e Dondo; Jossias (Jorge), Mitó e Ângelo; Mambinho, Mambo e César.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Mambinho e Edgar.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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NUMA tarde em que Jerry (o apelidado “rato”) esteve em branco, o Ferroviário acabou empatando com o Atlético Muçulmano, que fez um jogo inteligente perante uma “locomotiva” que não soube aproveitar as diversas oportunidades que teve, fruto de uma excelente coordenação dos sectores, com o meio-campo bastante produtivo.

Jogo entre o Ferroviaario e o Atletico
O Ferroviário assumiu deste modo cedo o favoritismo, face a uma perfeita circulação de bola e a uma brilhante actuação de Momed Hagy no miolo do terreno, que espevitou o jogo ofensivo da equipa. Porém, esse esforço acabou não sendo compensado, porque Jerry não esteve nos seus melhores dias, desperdiçando soberbas oportunidades de visar a baliza defendida por Samito.

Perante esta entrada fulgurante do adversário, o Atlético viveu momentos de aflição no primeiro quarto de jogo e dificilmente conseguiu sair da sua zona. E não tardou para que os “locomotivas” lograssem o seu objectivo, com Luís a antecipar-se vitoriosamente à saída de Samito, para travar um centro projectado pela direita.

Com este tento “matutino”, ficou a impressão de que o Ferroviário acabaria resolvendo o problema cedo e com uma vitória folgada. Mas foi puro engano, pois o Atlético foi despertando à medida que o tempo ia passando, actuando com frieza e determinação, sobretudo depois do lance em eu Eboh, após sofrer falta à entrada da área, rematou a roçar o poste. ~

O jogo ganhou outro interesse a partir deste momento em que o Atlético se lançou em pé de igualdade com o adversário, mas sem soluções no ataque. Patrício, o único ponta-de-lança de raiz, não tinha muito espaço de manobra diante do quarteto defensivo liderado pelo “capitão” Jotamo.

JERRY PERDULÁRIO

Em duas situações de golo evidente, Jerry não demonstrou a arte que tem de fazer golos. Na primeira, precipitou-se perante a saída de Samito e o “chapéu” que tentou desenhar saiu à balão, desperdiçando um belo trabalho de Luís. Na segunda, também com o guarda-redes pela frente, embrulhou-se com Samito, quando tinha tempo para atirar.

Há quem diga que quando Jerry não está bem, Luís é que faz a compensação, e foi o que se viu. O atacante não deu o segundo golo aos “locomotivas” talvez por força dos deuses “muçulmanos”, naquele forte cabeceamento para o travessão.

Com este cenário, o Ferroviário acabou pagando caro, aos 62 minutos, na sequência de um pontapé de canto, em que o médio Délcio foi às alturas cabecear para o travessão, tendo Patrício finalizado. Patrício, por pouco, dava vitória aos “muçulmanos”, numa outra jogada de contra-ataque em que foi projectado em velocidade. Lançou um forte remate para uma defesa espectacular de Mohamed. Aliás, foi uma defesa incompleta e não estava ninguém de perto para completar a acção.

O empate acabou sendo um resultado justo, perante uma arbitragem não de todo bom.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Bernardino dos Santos, auxiliado por João Paulo e Daniel Viegas. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FERROVIÁRIO – Mohamed; Zabula, Jotamo, Tony e Fred (Artur Manhiça); Danito Parruque, Dário (Joca), Momed Hagy e Maurício (Tchaka); Jerry e Luís.

ATLÉTICO – Samito; Nelito, Moca, James e Gito; Danito Nhampossa (Jojó), Délcio, Dino, Manuelito (Julinho) e Eboh; Patrício (Zito).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Fred, Dário e Samito.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:15
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NUMA tarde em que Jerry (o apelidado “rato”) esteve em branco, o Ferroviário acabou empatando com o Atlético Muçulmano, que fez um jogo inteligente perante uma “locomotiva” que não soube aproveitar as diversas oportunidades que teve, fruto de uma excelente coordenação dos sectores, com o meio-campo bastante produtivo.

Jogo entre o Ferroviaario e o Atletico
O Ferroviário assumiu deste modo cedo o favoritismo, face a uma perfeita circulação de bola e a uma brilhante actuação de Momed Hagy no miolo do terreno, que espevitou o jogo ofensivo da equipa. Porém, esse esforço acabou não sendo compensado, porque Jerry não esteve nos seus melhores dias, desperdiçando soberbas oportunidades de visar a baliza defendida por Samito.

Perante esta entrada fulgurante do adversário, o Atlético viveu momentos de aflição no primeiro quarto de jogo e dificilmente conseguiu sair da sua zona. E não tardou para que os “locomotivas” lograssem o seu objectivo, com Luís a antecipar-se vitoriosamente à saída de Samito, para travar um centro projectado pela direita.

Com este tento “matutino”, ficou a impressão de que o Ferroviário acabaria resolvendo o problema cedo e com uma vitória folgada. Mas foi puro engano, pois o Atlético foi despertando à medida que o tempo ia passando, actuando com frieza e determinação, sobretudo depois do lance em eu Eboh, após sofrer falta à entrada da área, rematou a roçar o poste. ~

O jogo ganhou outro interesse a partir deste momento em que o Atlético se lançou em pé de igualdade com o adversário, mas sem soluções no ataque. Patrício, o único ponta-de-lança de raiz, não tinha muito espaço de manobra diante do quarteto defensivo liderado pelo “capitão” Jotamo.

JERRY PERDULÁRIO

Em duas situações de golo evidente, Jerry não demonstrou a arte que tem de fazer golos. Na primeira, precipitou-se perante a saída de Samito e o “chapéu” que tentou desenhar saiu à balão, desperdiçando um belo trabalho de Luís. Na segunda, também com o guarda-redes pela frente, embrulhou-se com Samito, quando tinha tempo para atirar.

Há quem diga que quando Jerry não está bem, Luís é que faz a compensação, e foi o que se viu. O atacante não deu o segundo golo aos “locomotivas” talvez por força dos deuses “muçulmanos”, naquele forte cabeceamento para o travessão.

Com este cenário, o Ferroviário acabou pagando caro, aos 62 minutos, na sequência de um pontapé de canto, em que o médio Délcio foi às alturas cabecear para o travessão, tendo Patrício finalizado. Patrício, por pouco, dava vitória aos “muçulmanos”, numa outra jogada de contra-ataque em que foi projectado em velocidade. Lançou um forte remate para uma defesa espectacular de Mohamed. Aliás, foi uma defesa incompleta e não estava ninguém de perto para completar a acção.

O empate acabou sendo um resultado justo, perante uma arbitragem não de todo bom.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Bernardino dos Santos, auxiliado por João Paulo e Daniel Viegas. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FERROVIÁRIO – Mohamed; Zabula, Jotamo, Tony e Fred (Artur Manhiça); Danito Parruque, Dário (Joca), Momed Hagy e Maurício (Tchaka); Jerry e Luís.

ATLÉTICO – Samito; Nelito, Moca, James e Gito; Danito Nhampossa (Jojó), Délcio, Dino, Manuelito (Julinho) e Eboh; Patrício (Zito).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Fred, Dário e Samito.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:15
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EFECTIVAMENTE, foi uma partida com três histórias para se contar. A primeira relaciona-se com a entrada fulgurante da Liga Muçulmana e uma actuação brilhante durante a primeira parte, período em que conseguiu o golo que lhe valeu os três pontos.

Binó, autor do único golo da partida, tenta livrar-se de Alex (C. Bila)

A segunda situação tem a ver com o segundo período, em que os donos da casa inverteram completamente os pratos a seu favor, pecando apenas na finalização, enquanto a terceira e a última história diz respeito à equipa de arbitragem, que, apesar de não ter influenciado directamente no resultado, actuou de forma desarticulada durante toda a partida.

Quando o jogo iniciou, a Liga Muçulmana deu logo mostras de que queria resolver as coisas a seu favor, tendo por isso se lançado ao ataque, criado muitas oportunidades de golo, mas a pecar na finalização. Mesmo assim, acabaram por abrir o activo, aos 25 minutos, por intermédio de Maurício, que concluiu da melhor forma um cruzamento de Massitara.

Depois do golo, o Ferroviário tentou reagir, mas de forma desconexa, até ao intervalo. Já na etapa complementar, os treinados de Akil Marcelino apareceram mais adultos, depois do “puxão” de orelhas no balneário, passando a jogar de forma aberta e, por conseguinte, criando inúmeras oportunidades de golo que, infantilmente, iam desperdiçando.

Aos 73 minutos, Tony, depois de uma luta com um defensor, levou à melhor e bateu de forma categórica o guardião Binó, mas o juiz auxiliar Januário Pastola invalidou o golo, alegando fora-de-jogo. Decisão bastante contestada pelos beirenses (banco técnico, dirigentes e massa associativa). O certo, porém, é que esta situação levou a que no final o quarteto de arbitragem saísse do campo escoltado.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Januário Pastola e João Abreu. Quarto árbitro: José Mandava

FER. BEIRA - Gervásio; Ninito, Cândido, Mano (Mupoga) e Edson; Carlos (Abílio), Nené, Timbe (Degato) e Jossias; Betinho e Tony.

LIGA MUÇULMANA - Binó; Micas, Marito, Mack e Gabito; Carlitos (Alex), Chico, Fanuel e Vling; Maurício (Maninho) e Massitara (Kelvin).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Ninito, Chico e Maurício.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:06
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EFECTIVAMENTE, foi uma partida com três histórias para se contar. A primeira relaciona-se com a entrada fulgurante da Liga Muçulmana e uma actuação brilhante durante a primeira parte, período em que conseguiu o golo que lhe valeu os três pontos.

Binó, autor do único golo da partida, tenta livrar-se de Alex (C. Bila)

A segunda situação tem a ver com o segundo período, em que os donos da casa inverteram completamente os pratos a seu favor, pecando apenas na finalização, enquanto a terceira e a última história diz respeito à equipa de arbitragem, que, apesar de não ter influenciado directamente no resultado, actuou de forma desarticulada durante toda a partida.

Quando o jogo iniciou, a Liga Muçulmana deu logo mostras de que queria resolver as coisas a seu favor, tendo por isso se lançado ao ataque, criado muitas oportunidades de golo, mas a pecar na finalização. Mesmo assim, acabaram por abrir o activo, aos 25 minutos, por intermédio de Maurício, que concluiu da melhor forma um cruzamento de Massitara.

Depois do golo, o Ferroviário tentou reagir, mas de forma desconexa, até ao intervalo. Já na etapa complementar, os treinados de Akil Marcelino apareceram mais adultos, depois do “puxão” de orelhas no balneário, passando a jogar de forma aberta e, por conseguinte, criando inúmeras oportunidades de golo que, infantilmente, iam desperdiçando.

Aos 73 minutos, Tony, depois de uma luta com um defensor, levou à melhor e bateu de forma categórica o guardião Binó, mas o juiz auxiliar Januário Pastola invalidou o golo, alegando fora-de-jogo. Decisão bastante contestada pelos beirenses (banco técnico, dirigentes e massa associativa). O certo, porém, é que esta situação levou a que no final o quarteto de arbitragem saísse do campo escoltado.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Januário Pastola e João Abreu. Quarto árbitro: José Mandava

FER. BEIRA - Gervásio; Ninito, Cândido, Mano (Mupoga) e Edson; Carlos (Abílio), Nené, Timbe (Degato) e Jossias; Betinho e Tony.

LIGA MUÇULMANA - Binó; Micas, Marito, Mack e Gabito; Carlitos (Alex), Chico, Fanuel e Vling; Maurício (Maninho) e Massitara (Kelvin).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Ninito, Chico e Maurício.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:06
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QUEM passa no Chiveve merece verdadeiras palmas! O epíteto de inferno não surgiu por acaso. É que, de facto, Beira é um inferno. Beira vive o futebol de uma forma peculiar.

Equipe prncipal da Liga Muçulmana
O seu bairrismo é inigualável. Qualquer candidato ao título sabe perfeitamente que ganhar no Chiveve constitui uma obra de extraordinária relevância. É o que sucedeu ontem com a Liga Muçulmana, que foi derrotar o Ferroviário da Beira por 1-0, numa das partidas aguardadas com grande expectativa na 19ª jornada do Moçambola-2009.

Uma partida caracterizada por muita luta e a incerteza quanto ao seu desfecho a prevalecer até ao derradeiro apito do árbitro. Os dois conjuntos se equivaleram e produziram um espectáculo de qualidade invejável. A turma “muçulmana” acabou por ser a mais feliz e saborear um precioso triunfo que lhe permite manter-se no trono, com 40 pontos, mais um que Desportivo, três em relação ao Ferroviário de Maputo e sete face ao Costa do Sol.

Numa ronda em que foram produzidos apenas nove golos, realce para o ascendente dos visitados, que foram fazer a festa em terreno alheio. Na crucial marcha em direcção ao “canecão”, apenas o Desportivo acompanhou a Liga Muçulmana na conquista dos três pontos, enquanto os outros dois marcaram passo. Com efeito, os “alvi-negros” levaram de vencido o Textáfrica por uma bola sem resposta, no rescaldo de um jogo em que o seu volume atacante merecia, inquestionavelmente, um resultado bem gordinho, mas os dianteiros Aníbal e Binó levaram a goleada para casa.

Pelo mesmo “score” de 1-1, empataram Ferroviário de Maputo e Costa do Sol diante do Atlético Muçulmano e do Ferroviário de Nacala, respectivamente. Na “catedral”, os campeões nacionais terão festejado cedo o triunfo, esquecendo-se de uma eventual surpresa que podia ser protagonizada pelos “muçulmanos” e que, realmente, viria a acontecer, atrasando de certo modo as suas contas de revalidação do título.

Quanto aos “canarinhos”, quando se pensava que a recepção ao “lanterna vermelha” Ferroviário de Nacala seria uma oportunidade soberana para o ansiosamente aguardado pontapé na crise, eis falham de novo, ficando-se por um empate vergonhoso.

Quem já não tem quaisquer dúvidas em relação ao seu afastamento definitivo da corrida para o primeiro lugar é o Maxaquene. Com a sua carreira titubeante, estava claro que os “tricolores” não iriam longe. Ontem, voltaram a perder com o Matchedje, desta vez por 1-0, com a turma “militar” a mostrar que agora, descoberta a face ofensiva que andou literalmente escondida ao longo da primeira volta, pode gritar a plenos pulmões o seu nome.

Sorrateiramente, a HCB de Songo vai se aproximando dos lugares cimeiros. É verdade que não entra na discussão do título, no entanto, está disposta a lutar pelos lugares da frente. Subiu agora para a quinta posição, em resultado do seu triunfo (0-1) no Estádio 25 de Junho, diante do Ferroviário de Nampula, que vai experimentando muitas dificuldades para se livrar da zona da despromoção.

Num confronto directo entre duas formações que também procuram estar longe da linha fatal, Chingale, em Tete, derrotou FC Lichinga por 1-0, encontrando-se agora a um ponto deste seu adversário.

Na classificação, Liga Muçulmana soma 40 pontos, seguida do Desportivo 39, Ferroviário de Maputo 37, Costa do Sol 33, HCB de Songo 28, Maxaquene 27, Ferroviário da Beira e Matchedje 26, Atlético Muçulmano 23, FC Lichinga 22, Chingale 21 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 16, Textáfrica 15 e Ferroviário de Nacala nove pontos. A 20ª jornada, no próximo fim-de-semana, contempla os embates Atlético Muçulmano-Ferroviário de Nampula, Liga Muçulmana-Costa do Sol (sábado), Matchedje-Textáfrica, HCB de Songo-Maxaquene, FC Lichinga-Ferroviário de Maputo, Ferroviário de Nacala-Chingale e Ferroviário da Beira-Desportivo.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:59
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QUEM passa no Chiveve merece verdadeiras palmas! O epíteto de inferno não surgiu por acaso. É que, de facto, Beira é um inferno. Beira vive o futebol de uma forma peculiar.

Equipe prncipal da Liga Muçulmana
O seu bairrismo é inigualável. Qualquer candidato ao título sabe perfeitamente que ganhar no Chiveve constitui uma obra de extraordinária relevância. É o que sucedeu ontem com a Liga Muçulmana, que foi derrotar o Ferroviário da Beira por 1-0, numa das partidas aguardadas com grande expectativa na 19ª jornada do Moçambola-2009.

Uma partida caracterizada por muita luta e a incerteza quanto ao seu desfecho a prevalecer até ao derradeiro apito do árbitro. Os dois conjuntos se equivaleram e produziram um espectáculo de qualidade invejável. A turma “muçulmana” acabou por ser a mais feliz e saborear um precioso triunfo que lhe permite manter-se no trono, com 40 pontos, mais um que Desportivo, três em relação ao Ferroviário de Maputo e sete face ao Costa do Sol.

Numa ronda em que foram produzidos apenas nove golos, realce para o ascendente dos visitados, que foram fazer a festa em terreno alheio. Na crucial marcha em direcção ao “canecão”, apenas o Desportivo acompanhou a Liga Muçulmana na conquista dos três pontos, enquanto os outros dois marcaram passo. Com efeito, os “alvi-negros” levaram de vencido o Textáfrica por uma bola sem resposta, no rescaldo de um jogo em que o seu volume atacante merecia, inquestionavelmente, um resultado bem gordinho, mas os dianteiros Aníbal e Binó levaram a goleada para casa.

Pelo mesmo “score” de 1-1, empataram Ferroviário de Maputo e Costa do Sol diante do Atlético Muçulmano e do Ferroviário de Nacala, respectivamente. Na “catedral”, os campeões nacionais terão festejado cedo o triunfo, esquecendo-se de uma eventual surpresa que podia ser protagonizada pelos “muçulmanos” e que, realmente, viria a acontecer, atrasando de certo modo as suas contas de revalidação do título.

Quanto aos “canarinhos”, quando se pensava que a recepção ao “lanterna vermelha” Ferroviário de Nacala seria uma oportunidade soberana para o ansiosamente aguardado pontapé na crise, eis falham de novo, ficando-se por um empate vergonhoso.

Quem já não tem quaisquer dúvidas em relação ao seu afastamento definitivo da corrida para o primeiro lugar é o Maxaquene. Com a sua carreira titubeante, estava claro que os “tricolores” não iriam longe. Ontem, voltaram a perder com o Matchedje, desta vez por 1-0, com a turma “militar” a mostrar que agora, descoberta a face ofensiva que andou literalmente escondida ao longo da primeira volta, pode gritar a plenos pulmões o seu nome.

Sorrateiramente, a HCB de Songo vai se aproximando dos lugares cimeiros. É verdade que não entra na discussão do título, no entanto, está disposta a lutar pelos lugares da frente. Subiu agora para a quinta posição, em resultado do seu triunfo (0-1) no Estádio 25 de Junho, diante do Ferroviário de Nampula, que vai experimentando muitas dificuldades para se livrar da zona da despromoção.

Num confronto directo entre duas formações que também procuram estar longe da linha fatal, Chingale, em Tete, derrotou FC Lichinga por 1-0, encontrando-se agora a um ponto deste seu adversário.

Na classificação, Liga Muçulmana soma 40 pontos, seguida do Desportivo 39, Ferroviário de Maputo 37, Costa do Sol 33, HCB de Songo 28, Maxaquene 27, Ferroviário da Beira e Matchedje 26, Atlético Muçulmano 23, FC Lichinga 22, Chingale 21 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 16, Textáfrica 15 e Ferroviário de Nacala nove pontos. A 20ª jornada, no próximo fim-de-semana, contempla os embates Atlético Muçulmano-Ferroviário de Nampula, Liga Muçulmana-Costa do Sol (sábado), Matchedje-Textáfrica, HCB de Songo-Maxaquene, FC Lichinga-Ferroviário de Maputo, Ferroviário de Nacala-Chingale e Ferroviário da Beira-Desportivo.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:59
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O COSTA do Sol teima em não ganhar, já passam cinco jornadas. No sábado, quando todos acreditavam que tinha a missão facilitada, eis que, depois de um susto causado pelo golo de Dulá aos 45 (+4) minutos, conseguiu empatar aos 65, por intermédio de Ruben

“ESTOU no Costa do Sol para melhorar os meus níveis de jogo, este é o sentimento do médio-ofensivo, Ruben.
O Ferroviário de Nacala sabia que teria pela frente um Costa do Sol nervoso, à espera de uma oportunidade para dar o pontapé na crise de resultados, daí que preferiu encarar o jogo de peito aberto, à espera de erros alheios que acabaram surgindo ao longo da partida.

Entretanto, quem entrou bem foram os “canarinhos”, que dominaram o jogo pelo menos durante os 20 minutos iniciais, mas os nacalenses conseguiram sacudir essa pressão e, como corolário disso, chegaram ao golo quando já se jogava o quarto minuto do período de compensação. Foi um golo algo caricato, pois surgiu na sequência de um canto directo marcado por Dulá, com a bola a descrever um arco até “beijar” as malhas, não tendo valido em nada o toque de Antoninho.

O Costa do Sol saiu desta forma para o intervalo a perder, daí que se esperava muito dos seus jogadores na etapa complementar, para que no mínimo empatassem a partida. E foi exactamente o que se viu: um Costa do Sol mais pressionante e adulto, com Josimar e Ruben a terem boas combinações, mas não havia a devida finalização quer por Tó quer por Marrufo. E acabou sendo o próprio Ruben a empatar aos 65 minutos, completando um passe de Félix, que acabava de entrar para o lugar de Dito.

Chegou-se a acreditar que seria um golo que empurraria o Costa do Sol a lutar pela vitória, mas nada disso aconteceu porque os falhanços multiplicaram-se até ao apito final de Hélder Napito, que realizou um trabalho aceitável.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Hélder Napido, auxiliado por Francisco Machel e Júlio Mungoi.

Quarto árbitro: João Armando

COSTA DO SOL – Antoninho; João, Jonas, Mambo e Dito (Artur); Silvério, (Félix), Alvarito e Josimar; Ruben, Tó (Júnior) e Marrufo.

FER. NACALA – Schuma; Pascoal, Tamathe, Mariote e Edmundo; Valy (Wazir), Pondo e Pintado; Dulá (Manjate), Ivan (Guedesse) e Romão.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Ruben, Romão, Dulá, Edmundo, Pondo, Ivan e Schuma. Vermelho para Romão, por acumulação de amarelo.

Golos: Dulá (45+4´) e Ruben (65´).

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:47
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O COSTA do Sol teima em não ganhar, já passam cinco jornadas. No sábado, quando todos acreditavam que tinha a missão facilitada, eis que, depois de um susto causado pelo golo de Dulá aos 45 (+4) minutos, conseguiu empatar aos 65, por intermédio de Ruben

“ESTOU no Costa do Sol para melhorar os meus níveis de jogo, este é o sentimento do médio-ofensivo, Ruben.
O Ferroviário de Nacala sabia que teria pela frente um Costa do Sol nervoso, à espera de uma oportunidade para dar o pontapé na crise de resultados, daí que preferiu encarar o jogo de peito aberto, à espera de erros alheios que acabaram surgindo ao longo da partida.

Entretanto, quem entrou bem foram os “canarinhos”, que dominaram o jogo pelo menos durante os 20 minutos iniciais, mas os nacalenses conseguiram sacudir essa pressão e, como corolário disso, chegaram ao golo quando já se jogava o quarto minuto do período de compensação. Foi um golo algo caricato, pois surgiu na sequência de um canto directo marcado por Dulá, com a bola a descrever um arco até “beijar” as malhas, não tendo valido em nada o toque de Antoninho.

O Costa do Sol saiu desta forma para o intervalo a perder, daí que se esperava muito dos seus jogadores na etapa complementar, para que no mínimo empatassem a partida. E foi exactamente o que se viu: um Costa do Sol mais pressionante e adulto, com Josimar e Ruben a terem boas combinações, mas não havia a devida finalização quer por Tó quer por Marrufo. E acabou sendo o próprio Ruben a empatar aos 65 minutos, completando um passe de Félix, que acabava de entrar para o lugar de Dito.

Chegou-se a acreditar que seria um golo que empurraria o Costa do Sol a lutar pela vitória, mas nada disso aconteceu porque os falhanços multiplicaram-se até ao apito final de Hélder Napito, que realizou um trabalho aceitável.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Hélder Napido, auxiliado por Francisco Machel e Júlio Mungoi.

Quarto árbitro: João Armando

COSTA DO SOL – Antoninho; João, Jonas, Mambo e Dito (Artur); Silvério, (Félix), Alvarito e Josimar; Ruben, Tó (Júnior) e Marrufo.

FER. NACALA – Schuma; Pascoal, Tamathe, Mariote e Edmundo; Valy (Wazir), Pondo e Pintado; Dulá (Manjate), Ivan (Guedesse) e Romão.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Ruben, Romão, Dulá, Edmundo, Pondo, Ivan e Schuma. Vermelho para Romão, por acumulação de amarelo.

Golos: Dulá (45+4´) e Ruben (65´).

ATANÁSIO ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 12:47
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A AGONIA vai se apossando cada vez mais dos adeptos do Ferroviário de Nampula. Ontem, apesar das inúmeras oportunidades criadas, o golo não aconteceu.

E, como no futebol vale o adágio popular segundo o qual “quem não marca, arrisca-se a sofrer”, os nortenhos experimentaram esse dissabor quando, aos 51 minutos, Eládio cabeceou com êxito para o fundo das redes de Zacarias.

A iniciativa atacante pertenceu à HCB, mas os “locomotivas” conseguiram assentar o seu jogo, com Hipo, no meio-campo, a ser simultaneamente o recuperador e organizador, mercê da sua pujança. Foi assim que, aos 20 minutos, o Ferroviário poderia ter chegado ao golo quando Gomes, na pequena área e na disputa com um contrário, vê o seu remate rechaçado na linha do golo, com o “keeper” já batido.

Esta jogada galvanizou a turma treinada pelo malawiano Cannok Munde, que passou a pressionar a zona intermédia do adversário, mas foi a HCB a chegar novamente ao golo, por intermédio de Sérgio, quanto a nós mal anulado, por pretenso fora-de-jogo.

Na segunda metade, o Ferroviário entrou endiabrado, dando mostras de querer resolver a contenda, só que, para o seu desconsolo, aos 51 minutos surgiu o tal tento de Eládio que deu vitória à turma tetense.

Mesmo em desvantagem, os “locomotivas” não baixaram os braços. Como resultado desse domínio territorial, Zuma, aos 57 minutos, executa um pontapé livre que roça o poste direito da baliza de Chico. A avalanche “locomotiva” não se ficou por aqui, pois, aos 62, Hipo vê um potente remate seu a ser defendido com algumas dificuldades pelo guarda-redes.

A arbitragem portou-se a contento.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Geraldo Gueze, auxiliado por Meque Machate e Amisse Juma.

FER. NAMPULA - Zacarias; Matofa, Duda, Osvaldo e Hipo; Elídio, Nando (Rojas), Zuma e Sparrow (Mudy); Leonel e Gomes.

HCB - Chico; Sergito (Paíto), Antoninho, Venâncio e Mucuapene; Danga (King), Eládio, Henry e Bila; Amílcar e Gito.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Eládio, Danga e Paíto.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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A AGONIA vai se apossando cada vez mais dos adeptos do Ferroviário de Nampula. Ontem, apesar das inúmeras oportunidades criadas, o golo não aconteceu.

E, como no futebol vale o adágio popular segundo o qual “quem não marca, arrisca-se a sofrer”, os nortenhos experimentaram esse dissabor quando, aos 51 minutos, Eládio cabeceou com êxito para o fundo das redes de Zacarias.

A iniciativa atacante pertenceu à HCB, mas os “locomotivas” conseguiram assentar o seu jogo, com Hipo, no meio-campo, a ser simultaneamente o recuperador e organizador, mercê da sua pujança. Foi assim que, aos 20 minutos, o Ferroviário poderia ter chegado ao golo quando Gomes, na pequena área e na disputa com um contrário, vê o seu remate rechaçado na linha do golo, com o “keeper” já batido.

Esta jogada galvanizou a turma treinada pelo malawiano Cannok Munde, que passou a pressionar a zona intermédia do adversário, mas foi a HCB a chegar novamente ao golo, por intermédio de Sérgio, quanto a nós mal anulado, por pretenso fora-de-jogo.

Na segunda metade, o Ferroviário entrou endiabrado, dando mostras de querer resolver a contenda, só que, para o seu desconsolo, aos 51 minutos surgiu o tal tento de Eládio que deu vitória à turma tetense.

Mesmo em desvantagem, os “locomotivas” não baixaram os braços. Como resultado desse domínio territorial, Zuma, aos 57 minutos, executa um pontapé livre que roça o poste direito da baliza de Chico. A avalanche “locomotiva” não se ficou por aqui, pois, aos 62, Hipo vê um potente remate seu a ser defendido com algumas dificuldades pelo guarda-redes.

A arbitragem portou-se a contento.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Geraldo Gueze, auxiliado por Meque Machate e Amisse Juma.

FER. NAMPULA - Zacarias; Matofa, Duda, Osvaldo e Hipo; Elídio, Nando (Rojas), Zuma e Sparrow (Mudy); Leonel e Gomes.

HCB - Chico; Sergito (Paíto), Antoninho, Venâncio e Mucuapene; Danga (King), Eládio, Henry e Bila; Amílcar e Gito.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Eládio, Danga e Paíto.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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FOI num ambiente de festa e de muita animação que o Matchedje obteve o seu triunfo. Embora a partida tenha sido no reduto dos “tricolores”, foi a claque militar que, animada pela sua banda, muito bem orquestrada, fez vibrar o recinto ao longo da mais de hora e meia da contenda.

Nacir Armando, técnico do Ferroviário de Nampula
E pode se dizer que o seu incansável apoio foi coroado com uma vitória saborosa sobre um gigante que esteve em dia desastrado.

O primeiro sinal de perigo dos “militares” foi dado aos 8 minutos pelo central Cufa, que, à entrada da grande área, desferiu um portentoso remate a que Soarito correspondeu com uma defesa brilhante. Os “tricolores”, que denotavam muitas dificuldades de construir uma jogada com princípio, meio e fim, responderam por Kito que, do meio da rua, levou o esférico a passar a poucos centímetros acima da trave.

No entanto, os comandados de Nacir Armando davam indicações claras de que estavam dispostos a lutar pela vitória e, em contra-ataques, iam dando um ar da sua graça. Num desses lances, Cufa surge em boa posição e cabeceia forte para uma intervenção arrojada de Soarito para canto. Na sequência deste, eis que surge o golo do Matchedje, por intermédio de Cufa, aos 17 minutos, que se aproveitou muito bem de uma saída em falso do guarda-redes para com o pé direito fazer a bola se anichar nas malhas.

Era a alegria total nas bancadas “militares”, com a banda a tornar a casa alheia num autêntico inferno. Enfurecidos, os adeptos do Maxaquene clamavam pelo golo, algo que poderiam ter visto volvidos três minutos se Rafael tivesse tido mais frieza. Este lance veio estimular os “tricolores”, que a pouco e pouco iam assumindo as rédeas do jogo. Um controlo, porém, que não se materializava em oportunidades de golo, visto que o futebol praticado pelos pupilos de Zainadine era muito denunciado e feito pelo meio e por cima, o que facilitava a missão dos centrais Cufa e Caló, sempre superiores nas alturas.

Importa dizer que a má actuação dos “tricolores” também se reflectia na defesa, sempre trémula. Aos 31 minutos, tal ficou evidente com Artur Faria a deixar a bola passar por entre as pernas, quando nas suas costas tinha o avançado Nito, que prontamente ganhou o esférico e seguiu para a baliza, tendo sido, já dentro da pequena área, carregado pelo mesmo Artur Faria. Amosse Lázaro, árbitro da partida, não hesitou em assinalar a grande penalidade. Era uma oportunidade preciosa para o Matchedje aumentar o “score”, mas Zico fê-lo sem força e colocação, permitindo uma defesa fácil do “keeper”.

A reacção “tricolor” foi nula até ao intervalo, tendo na mesma toada se desenrolado a segunda parte. Nem água vem, nem água vai, o Matchedje controlava facilmente as investidas da equipa da casa, que quase sempre esbarravam na teia defensiva montada por Nacir. Na segunda parte, só por uma vez o Maxaquene incomodou o guarda-redes Victor, que acabou tendo uma tarde sossegada.

Amosse Lázaro realizou um bom trabalho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Amosse Lázaro, auxiliado por Henrique Langa e Henriques da Costa. Quarto árbitro: Felisberto José.

MAXAQUENE - Soarito; Nito, Campira, Artur Faria (Jumisse) e Kiki; Eusébio, Mustafá, Macamito (Liberty) e Kito; Eurico e Rafael (Hélder Pelembe).

MATCHEDJE – Victor; Caló, Cufa, Silva e West; João (Bebé), Tchotchó, Zico e Edmundo; Nito (César Bento) e Chana (Jacinto).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Artur Faria, Eusébio, Soarito e Edmundo

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 12:38
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FOI num ambiente de festa e de muita animação que o Matchedje obteve o seu triunfo. Embora a partida tenha sido no reduto dos “tricolores”, foi a claque militar que, animada pela sua banda, muito bem orquestrada, fez vibrar o recinto ao longo da mais de hora e meia da contenda.

Nacir Armando, técnico do Ferroviário de Nampula
E pode se dizer que o seu incansável apoio foi coroado com uma vitória saborosa sobre um gigante que esteve em dia desastrado.

O primeiro sinal de perigo dos “militares” foi dado aos 8 minutos pelo central Cufa, que, à entrada da grande área, desferiu um portentoso remate a que Soarito correspondeu com uma defesa brilhante. Os “tricolores”, que denotavam muitas dificuldades de construir uma jogada com princípio, meio e fim, responderam por Kito que, do meio da rua, levou o esférico a passar a poucos centímetros acima da trave.

No entanto, os comandados de Nacir Armando davam indicações claras de que estavam dispostos a lutar pela vitória e, em contra-ataques, iam dando um ar da sua graça. Num desses lances, Cufa surge em boa posição e cabeceia forte para uma intervenção arrojada de Soarito para canto. Na sequência deste, eis que surge o golo do Matchedje, por intermédio de Cufa, aos 17 minutos, que se aproveitou muito bem de uma saída em falso do guarda-redes para com o pé direito fazer a bola se anichar nas malhas.

Era a alegria total nas bancadas “militares”, com a banda a tornar a casa alheia num autêntico inferno. Enfurecidos, os adeptos do Maxaquene clamavam pelo golo, algo que poderiam ter visto volvidos três minutos se Rafael tivesse tido mais frieza. Este lance veio estimular os “tricolores”, que a pouco e pouco iam assumindo as rédeas do jogo. Um controlo, porém, que não se materializava em oportunidades de golo, visto que o futebol praticado pelos pupilos de Zainadine era muito denunciado e feito pelo meio e por cima, o que facilitava a missão dos centrais Cufa e Caló, sempre superiores nas alturas.

Importa dizer que a má actuação dos “tricolores” também se reflectia na defesa, sempre trémula. Aos 31 minutos, tal ficou evidente com Artur Faria a deixar a bola passar por entre as pernas, quando nas suas costas tinha o avançado Nito, que prontamente ganhou o esférico e seguiu para a baliza, tendo sido, já dentro da pequena área, carregado pelo mesmo Artur Faria. Amosse Lázaro, árbitro da partida, não hesitou em assinalar a grande penalidade. Era uma oportunidade preciosa para o Matchedje aumentar o “score”, mas Zico fê-lo sem força e colocação, permitindo uma defesa fácil do “keeper”.

A reacção “tricolor” foi nula até ao intervalo, tendo na mesma toada se desenrolado a segunda parte. Nem água vem, nem água vai, o Matchedje controlava facilmente as investidas da equipa da casa, que quase sempre esbarravam na teia defensiva montada por Nacir. Na segunda parte, só por uma vez o Maxaquene incomodou o guarda-redes Victor, que acabou tendo uma tarde sossegada.

Amosse Lázaro realizou um bom trabalho.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Amosse Lázaro, auxiliado por Henrique Langa e Henriques da Costa. Quarto árbitro: Felisberto José.

MAXAQUENE - Soarito; Nito, Campira, Artur Faria (Jumisse) e Kiki; Eusébio, Mustafá, Macamito (Liberty) e Kito; Eurico e Rafael (Hélder Pelembe).

MATCHEDJE – Victor; Caló, Cufa, Silva e West; João (Bebé), Tchotchó, Zico e Edmundo; Nito (César Bento) e Chana (Jacinto).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Artur Faria, Eusébio, Soarito e Edmundo

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 12:38
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Fer. Beira-Liga Muçulmana (0-1)

Desportivo-Textáfrica (1-0)

imagem corporativa do moçambola
Fer. Maputo-Atlético Muçulmano (1-1)

Costa do Sol-Fer. Nacala (1-1)

Maxaquene-Matchedje (0-1)

Fer. Nampula-HCB de Songo (0-1)

Chingale-FC Lichinga (1-0)

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 19 13 1 5 28-9 40

2º Desportivo 19 11 6 2 18-9 39

3º Fer. Maputo 19 11 4 4 30-13 37

4º Costa do Sol 19 9 6 4 24-10 33

5º HCB de Songo 19 7 7 5 12-12 28

6º Maxaquene 19 7 6 6 15-13 27

7º Ferroviário da Beira 19 6 8 5 12-9 26

8º Matchedje 19 7 5 7 12-14 26

9º Atlético Muçulmano 19 5 8 6 9-11 23

10º FC Lichinga 19 6 4 9 14-27 22

11º Chingale 19 5 6 8 16-20 21

12º Ferroviário de Nampula 19 3 7 9 9-16 16

13º Textáfrica 19 4 3 12 16-17 15

14º Ferroviário de Nacala 19 2 3 14 8-35 09

PRÓXIMA JORNADA (20ª)

SÁBADO

Atlético Muçulmano-Fer. Nampula

Liga Muçulmana-Costa do Sol

DOMINGO

Matchedje-Textáfrica

HCB de Songo-Maxaquene

FC Lichinga-Fer. Maputo

Fer. Nacala-Chingale

Fer. Beira-Desportivo

publicado por Vaxko Zakarias às 12:32
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Fer. Beira-Liga Muçulmana (0-1)

Desportivo-Textáfrica (1-0)

imagem corporativa do moçambola
Fer. Maputo-Atlético Muçulmano (1-1)

Costa do Sol-Fer. Nacala (1-1)

Maxaquene-Matchedje (0-1)

Fer. Nampula-HCB de Songo (0-1)

Chingale-FC Lichinga (1-0)

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 19 13 1 5 28-9 40

2º Desportivo 19 11 6 2 18-9 39

3º Fer. Maputo 19 11 4 4 30-13 37

4º Costa do Sol 19 9 6 4 24-10 33

5º HCB de Songo 19 7 7 5 12-12 28

6º Maxaquene 19 7 6 6 15-13 27

7º Ferroviário da Beira 19 6 8 5 12-9 26

8º Matchedje 19 7 5 7 12-14 26

9º Atlético Muçulmano 19 5 8 6 9-11 23

10º FC Lichinga 19 6 4 9 14-27 22

11º Chingale 19 5 6 8 16-20 21

12º Ferroviário de Nampula 19 3 7 9 9-16 16

13º Textáfrica 19 4 3 12 16-17 15

14º Ferroviário de Nacala 19 2 3 14 8-35 09

PRÓXIMA JORNADA (20ª)

SÁBADO

Atlético Muçulmano-Fer. Nampula

Liga Muçulmana-Costa do Sol

DOMINGO

Matchedje-Textáfrica

HCB de Songo-Maxaquene

FC Lichinga-Fer. Maputo

Fer. Nacala-Chingale

Fer. Beira-Desportivo

publicado por Vaxko Zakarias às 12:32
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A SELECÇÃO Nacional de Seniores Masculinos obteve ontem a sua primeira vitória no Afrobásquete Líbia-2009. O triunfo ocorreu sobre a vizinha África do Sul, por dois pontos de diferença (69-67), no desafio para a atribuição do 15º e 16º lugares.

Noutros jogos realizados ontem, Angola bateu Líbia por 91-58, cabo Verde derrotou Congo pela marca de 100-63, Mali venceu Costa do Marfim por 71-58, Ruanda, surpreendentemente, levou de vencida Senegal pela marca de 72-59 e Camarões bateu Marrocos por 80-54.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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A SELECÇÃO Nacional de Seniores Masculinos obteve ontem a sua primeira vitória no Afrobásquete Líbia-2009. O triunfo ocorreu sobre a vizinha África do Sul, por dois pontos de diferença (69-67), no desafio para a atribuição do 15º e 16º lugares.

Noutros jogos realizados ontem, Angola bateu Líbia por 91-58, cabo Verde derrotou Congo pela marca de 100-63, Mali venceu Costa do Marfim por 71-58, Ruanda, surpreendentemente, levou de vencida Senegal pela marca de 72-59 e Camarões bateu Marrocos por 80-54.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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LIGA Muçulmana ganha e sobe para 40 pontos. Desportivo vence e passa a somar 39. Ferroviário de Maputo empata e fica-se pelos 37. Costa do Sol, cada vez mais atrasado, não passa da igualdade e está-se nos 33 pontos.

Sol brilhante, vivo e fantástico contra a Liga Muçulmana
Um quadro extremamente interessante no topo do Moçambola-2009 e, decorridas 19 jornadas, o dente por dente continua e a incerteza quanto ao desfecho da prova mantém-se, crescendo assim a expectativa em relação à ponta final, que promete muita luta e surpresas à mistura.Antevia-se vida bastante complicada no inferno do Chiveve, mas a Liga Muçulmana soube tornear todas as vicissitudes e passar com distinção neste exame, ao vencer o Ferroviário da Beira por uma bola sem resposta. Um resultado que lhe permitiu conservar o comando isolado da prova, nesta etapa duríssima da sua carreira, senão vejamos: defrontou o Desportivo, com o qual perdeu por 1-0, na passada terça-feira, jogou agora na Beira, na próxima jornada terá pela frente o Costa do Sol e fecha o mês de Agosto em Tete, perante o Chingale.

Em relação aos outros fortes concorrentes ao título, apenas o Desportivo ganhou, enquanto Ferroviário e Costa do Sol não foram além de empates. Na recepção ao Textáfrica, os “alvi-negros” passaram ao lado de uma autêntica goleada, acabando por se ficar pelos serviços mínimos: vitória por 1-0. No Estádio da Machava, os “locomotivas” não conseguiram se desenvencilhar da ratice do Atlético Muçulmano, empatando a um golo, o mesmo resultado com que terminou o desafio dos “canarinhos” diante do “lanterna vermelha” Ferroviário de Nacala.

Subida vertiginosa teve a HCB de Songo mercê, por um lado, do seu triunfo (1-0) em Nampula sobre o Ferroviário local e, por outro, das derrotas sofridas pelo Maxaquene e pelo Ferroviário da Beira, curiosamente pelo mesmo resultado de 0-1, frente ao Matchedje e à Liga Muçulmana. A turma de Tete encontra-se agora na quinta posição.

O outro representante de Tete no Moçambola-2009, o Chingale, também ganhou nesta jornada: 1-0 ao FC Lichinga, com quem discute os lugares imediatamente a seguir à linha da despromoção.

Na classificação, Liga Muçulmana soma 40 pontos, seguida do Desportivo 39, Ferroviário de Maputo 37, Costa do Sol 33, HCB de Songo 28, Maxaquene 27, Ferroviário da Beira e Matchedje 26, Atlético Muçulmano 23, FC Lichinga 22, Chingale 21 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 16, Textáfrica 15 e Ferroviário de Nacala nove pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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LIGA Muçulmana ganha e sobe para 40 pontos. Desportivo vence e passa a somar 39. Ferroviário de Maputo empata e fica-se pelos 37. Costa do Sol, cada vez mais atrasado, não passa da igualdade e está-se nos 33 pontos.

Sol brilhante, vivo e fantástico contra a Liga Muçulmana
Um quadro extremamente interessante no topo do Moçambola-2009 e, decorridas 19 jornadas, o dente por dente continua e a incerteza quanto ao desfecho da prova mantém-se, crescendo assim a expectativa em relação à ponta final, que promete muita luta e surpresas à mistura.Antevia-se vida bastante complicada no inferno do Chiveve, mas a Liga Muçulmana soube tornear todas as vicissitudes e passar com distinção neste exame, ao vencer o Ferroviário da Beira por uma bola sem resposta. Um resultado que lhe permitiu conservar o comando isolado da prova, nesta etapa duríssima da sua carreira, senão vejamos: defrontou o Desportivo, com o qual perdeu por 1-0, na passada terça-feira, jogou agora na Beira, na próxima jornada terá pela frente o Costa do Sol e fecha o mês de Agosto em Tete, perante o Chingale.

Em relação aos outros fortes concorrentes ao título, apenas o Desportivo ganhou, enquanto Ferroviário e Costa do Sol não foram além de empates. Na recepção ao Textáfrica, os “alvi-negros” passaram ao lado de uma autêntica goleada, acabando por se ficar pelos serviços mínimos: vitória por 1-0. No Estádio da Machava, os “locomotivas” não conseguiram se desenvencilhar da ratice do Atlético Muçulmano, empatando a um golo, o mesmo resultado com que terminou o desafio dos “canarinhos” diante do “lanterna vermelha” Ferroviário de Nacala.

Subida vertiginosa teve a HCB de Songo mercê, por um lado, do seu triunfo (1-0) em Nampula sobre o Ferroviário local e, por outro, das derrotas sofridas pelo Maxaquene e pelo Ferroviário da Beira, curiosamente pelo mesmo resultado de 0-1, frente ao Matchedje e à Liga Muçulmana. A turma de Tete encontra-se agora na quinta posição.

O outro representante de Tete no Moçambola-2009, o Chingale, também ganhou nesta jornada: 1-0 ao FC Lichinga, com quem discute os lugares imediatamente a seguir à linha da despromoção.

Na classificação, Liga Muçulmana soma 40 pontos, seguida do Desportivo 39, Ferroviário de Maputo 37, Costa do Sol 33, HCB de Songo 28, Maxaquene 27, Ferroviário da Beira e Matchedje 26, Atlético Muçulmano 23, FC Lichinga 22, Chingale 21 e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula 16, Textáfrica 15 e Ferroviário de Nacala nove pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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