Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 05 DE Agosto 2009

CONTA a sabedoria bíblica que a arca de Noé foi o meio de salvação de muitas pessoas e animais do dilúvio.

Liga Muçulmana, 0-Desportivo, 1 - Mexer comandou a arca de Noé Aníbal fez as delícias da “águia”
No rescaldo da abundante e arreliadora chuva de domingo, que fez com que o desafio entre Liga Muçulmana e Desportivo fosse disputado ontem, o central Mexer acabou seguindo a cartilha do profeta Noé, construindo e comandando com mestria e inteligência a arca “alvi-negra” , que proporcionou ao time um importante triunfo por uma bola sem resposta. Mas Mexer teve no seu rebanho um discípulo obediente e também inteligente: o avançado Aníbal, que com o seu golo, pleno de oportunidade, fez as delícias da “águia” , cujos adeptos saíram da Machava entoando cânticos de evocação e de incentivo à formação treinada por Artur Semedo.

Ninguém sabe o que teria acontecido se a partida tivesse sido realizada no domingo. O que sabemos, isso sim, é o que testemunhámos ontem: um jogo disputado debaixo de forte emoção, magnífica entrega dos artistas, incessante trabalho dos guarda-redes e até incerteza em relação ao seu desfecho. É que, apesar de o Desportivo ter sabido conservar o tento apontado aos 19 minutos, usando o ataque como a melhor defesa, o certo é que a Liga Muçulmana em nenhum momento baixou os braços e, inclusive, na ponta final, exerceu uma pressão que se traduziu numa clara supremacia sobre o adversário.

Inquestionavelmente, o melhor elemento em campo, nota máxima para Mexer. Regressando, desta vez, à zona central da defesa, devido à ausência de Zainadine Júnior, Mexer foi o trinco e a tranca que fecharam todos os caminhos em direcção à baliza de Jaimito.

Bom no jogo de cabeça, aproveitando da melhor forma a sua altura, e excelente na execução com os dois pés, a sua actuação foi extraordinariamente determinante para a inacção dos atacantes “muçulmanos” , anulando por completo Chikwepo, que viria a ser substituído aos 15 minutos por Maurício, assim como Masitara.

Mas Mexer não esteve sozinho na arca salvadora. Emídio e o revigorado Josué também ofereciam segurança e estabilidade à defesa, enquanto Muandro e Nelson eram os donos da linha intermediária, em estreita combinação com os atacantes Aníbal e Binó.

E a Liga Muçulmana? Palmas para o incansável Fanuel! Deslocado para o lado direito – um grave erro de Neca, que optou por jogar com quatro unidades eminentemente “stoppers” (Fanuel, Marito, Maek e Gabito) – Fanuel viu a sua habitual função de certo modo diminuída, mas não deixou de emprestar luta em todos os instantes e até chegar com o esférico à zona do golo. Do ponto de vista de remates à meia distância, os “muçulmanos” foram mais perigosos e situações tiveram em que os adeptos do Desportivo ficaram emudecidos.

A emoção que se vivia nas quatro linhas transportava-se também para as bancadas, com os “alvi-negros” mais eufóricos. Alguma virilidade à mistura, situação que levou o juiz gazense José Maria Rachide a interromper o desenrolar do jogo em várias ocasiões. Aliás, embora, no global, tenha realizado um trabalho à altura da grandeza dos acontecimentos, cremos que terá poupado alguns atletas, perdoando-lhes o cartão amarelo.

FICHA DO JOGO

Árbitro: José Maria Rachide, coadjuvado por Henrique Langa e Carlos Nhanengue. Quarto árbitro: Aureliano Mabote;

LIGA MUÇULMANA – Binó; Fanuel, Marito, Maek e Gabito; Micas, Paíto, Chico e Vling (Suleimane); Chikwepo (Maurício) e Masitara (Kelvin);

DESPORTIVO – Jaimito; Josué, Emídio, Mexer e Mayunda; Secanhe (Tchitcho), Nelinho, Nelson e Muandro; Aníbal (Imo) e Binó (Sonito);

Acção disciplinar: cartão amarelo para Nelinho e vermelho para Paíto;

Golo: 0-1, Aníbal (19 m).

ALEXANDRE ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 15:24
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CONTA a sabedoria bíblica que a arca de Noé foi o meio de salvação de muitas pessoas e animais do dilúvio.

Liga Muçulmana, 0-Desportivo, 1 - Mexer comandou a arca de Noé Aníbal fez as delícias da “águia”
No rescaldo da abundante e arreliadora chuva de domingo, que fez com que o desafio entre Liga Muçulmana e Desportivo fosse disputado ontem, o central Mexer acabou seguindo a cartilha do profeta Noé, construindo e comandando com mestria e inteligência a arca “alvi-negra” , que proporcionou ao time um importante triunfo por uma bola sem resposta. Mas Mexer teve no seu rebanho um discípulo obediente e também inteligente: o avançado Aníbal, que com o seu golo, pleno de oportunidade, fez as delícias da “águia” , cujos adeptos saíram da Machava entoando cânticos de evocação e de incentivo à formação treinada por Artur Semedo.

Ninguém sabe o que teria acontecido se a partida tivesse sido realizada no domingo. O que sabemos, isso sim, é o que testemunhámos ontem: um jogo disputado debaixo de forte emoção, magnífica entrega dos artistas, incessante trabalho dos guarda-redes e até incerteza em relação ao seu desfecho. É que, apesar de o Desportivo ter sabido conservar o tento apontado aos 19 minutos, usando o ataque como a melhor defesa, o certo é que a Liga Muçulmana em nenhum momento baixou os braços e, inclusive, na ponta final, exerceu uma pressão que se traduziu numa clara supremacia sobre o adversário.

Inquestionavelmente, o melhor elemento em campo, nota máxima para Mexer. Regressando, desta vez, à zona central da defesa, devido à ausência de Zainadine Júnior, Mexer foi o trinco e a tranca que fecharam todos os caminhos em direcção à baliza de Jaimito.

Bom no jogo de cabeça, aproveitando da melhor forma a sua altura, e excelente na execução com os dois pés, a sua actuação foi extraordinariamente determinante para a inacção dos atacantes “muçulmanos” , anulando por completo Chikwepo, que viria a ser substituído aos 15 minutos por Maurício, assim como Masitara.

Mas Mexer não esteve sozinho na arca salvadora. Emídio e o revigorado Josué também ofereciam segurança e estabilidade à defesa, enquanto Muandro e Nelson eram os donos da linha intermediária, em estreita combinação com os atacantes Aníbal e Binó.

E a Liga Muçulmana? Palmas para o incansável Fanuel! Deslocado para o lado direito – um grave erro de Neca, que optou por jogar com quatro unidades eminentemente “stoppers” (Fanuel, Marito, Maek e Gabito) – Fanuel viu a sua habitual função de certo modo diminuída, mas não deixou de emprestar luta em todos os instantes e até chegar com o esférico à zona do golo. Do ponto de vista de remates à meia distância, os “muçulmanos” foram mais perigosos e situações tiveram em que os adeptos do Desportivo ficaram emudecidos.

A emoção que se vivia nas quatro linhas transportava-se também para as bancadas, com os “alvi-negros” mais eufóricos. Alguma virilidade à mistura, situação que levou o juiz gazense José Maria Rachide a interromper o desenrolar do jogo em várias ocasiões. Aliás, embora, no global, tenha realizado um trabalho à altura da grandeza dos acontecimentos, cremos que terá poupado alguns atletas, perdoando-lhes o cartão amarelo.

FICHA DO JOGO

Árbitro: José Maria Rachide, coadjuvado por Henrique Langa e Carlos Nhanengue. Quarto árbitro: Aureliano Mabote;

LIGA MUÇULMANA – Binó; Fanuel, Marito, Maek e Gabito; Micas, Paíto, Chico e Vling (Suleimane); Chikwepo (Maurício) e Masitara (Kelvin);

DESPORTIVO – Jaimito; Josué, Emídio, Mexer e Mayunda; Secanhe (Tchitcho), Nelinho, Nelson e Muandro; Aníbal (Imo) e Binó (Sonito);

Acção disciplinar: cartão amarelo para Nelinho e vermelho para Paíto;

Golo: 0-1, Aníbal (19 m).

ALEXANDRE ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 15:24
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NÃO se sabe se foi o efeito da torrencial chuva de domingo que acabou sendo nefasto para os dois emblemas, ou se o adiamento dos desafios por 48 horas serviu de motivação extraordinária para os adversários.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Mas a verdade manda dizer que a tarde de ontem foi autenticamente triste para os muçulmanos, na conclusão da 18ª jornada do Moçambola-2009.

Tanto a Liga Muçulmana, que vinha comandando a prova de forma destacada, como o Atlético Muçulmano caíram diante do Desportivo e do Chingale, coincidentemente, pelo mesmo resultado de uma bola sem resposta.

Um facto, particularmente em relação à derrota da turma de Neca, visto como uma ponte para acrescentar ainda mais a emoção e a incerteza que se vivem nos lugares do topo da tabela classificativa. É que, agora, a Liga Muçulmana dispõe de apenas de um ponto de vantagem (37-36) sobre Ferroviário e Desportivo e cinco em relação ao Costa do Sol, que apesar da travessia do deserto continua na lição.

Neste momento vão sendo avançadas conjecturas das mais díspares, tendo em conta aquilo que ainda se reserva para qualquer um dos concorrentes.

Na jornada que se segue, a décima nona, enquanto os “muçulmanos” enfrentam uma deslocação extremamente complicada para o Chiveve, onde lhes aguarda o Ferroviário da Beira, os “locomotivas” recebem o Atlético Muçulmano e os “alvi-negros” terão pela frente o Textáfrica, portanto, adversário de menor dimensão e “a priori” com o triunfo garantido.

Ontem, o campo do Maxaquene, na Machava, viveu uma tarde de grande em emoção, sobretudo os derradeiros minutos, que mais se assemelhavam a uma final de campeonato. A luta foi tenaz durante os 90 minutos, com o Desportivo a fazer valer-se pelo tento solitário do ora goleador Aníbal, aos 19 minutos, assinando assim o seu nome na história de mais um jogo em que os “alvi-negros” conquistaram três valiosos pontos.

Na Baixa da cidade, o Atlético Muçulmano, muito provavelmente, não contava com um Chingale disposto a iniciar a viragem na sua caminhada, na tentativa de fugir dos lugares da despromoção.

O veterano Mavó, bem pertinho do final do jogo, foi quem transportou a alegria para a cidade de Tete, embora ainda se exija muito da equipa, pois a ameaça não está dissipada.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:14
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NÃO se sabe se foi o efeito da torrencial chuva de domingo que acabou sendo nefasto para os dois emblemas, ou se o adiamento dos desafios por 48 horas serviu de motivação extraordinária para os adversários.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Mas a verdade manda dizer que a tarde de ontem foi autenticamente triste para os muçulmanos, na conclusão da 18ª jornada do Moçambola-2009.

Tanto a Liga Muçulmana, que vinha comandando a prova de forma destacada, como o Atlético Muçulmano caíram diante do Desportivo e do Chingale, coincidentemente, pelo mesmo resultado de uma bola sem resposta.

Um facto, particularmente em relação à derrota da turma de Neca, visto como uma ponte para acrescentar ainda mais a emoção e a incerteza que se vivem nos lugares do topo da tabela classificativa. É que, agora, a Liga Muçulmana dispõe de apenas de um ponto de vantagem (37-36) sobre Ferroviário e Desportivo e cinco em relação ao Costa do Sol, que apesar da travessia do deserto continua na lição.

Neste momento vão sendo avançadas conjecturas das mais díspares, tendo em conta aquilo que ainda se reserva para qualquer um dos concorrentes.

Na jornada que se segue, a décima nona, enquanto os “muçulmanos” enfrentam uma deslocação extremamente complicada para o Chiveve, onde lhes aguarda o Ferroviário da Beira, os “locomotivas” recebem o Atlético Muçulmano e os “alvi-negros” terão pela frente o Textáfrica, portanto, adversário de menor dimensão e “a priori” com o triunfo garantido.

Ontem, o campo do Maxaquene, na Machava, viveu uma tarde de grande em emoção, sobretudo os derradeiros minutos, que mais se assemelhavam a uma final de campeonato. A luta foi tenaz durante os 90 minutos, com o Desportivo a fazer valer-se pelo tento solitário do ora goleador Aníbal, aos 19 minutos, assinando assim o seu nome na história de mais um jogo em que os “alvi-negros” conquistaram três valiosos pontos.

Na Baixa da cidade, o Atlético Muçulmano, muito provavelmente, não contava com um Chingale disposto a iniciar a viragem na sua caminhada, na tentativa de fugir dos lugares da despromoção.

O veterano Mavó, bem pertinho do final do jogo, foi quem transportou a alegria para a cidade de Tete, embora ainda se exija muito da equipa, pois a ameaça não está dissipada.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:14
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VELHO é o trapo, este é um provérbio que pode e muito bem se aplicar àquilo que foi a produção de Mavó, avançado do Chingale, que, apesar da sua idade, mostrou estar ainda em excelente forma física, ao realizar uma bela exibição e que acabou sendo coroada com o golo da vitória da sua equipa.

Mavó, seguramente um dos jogadores ainda no activo com mais quilómetros no futebol, foi sempre o mais inconformado da equipa tetense. Sempre com os olhos apontados para a baliza à guarda de Samito, sacrificou-se bastante ao abandonar vezes sem conta a sua posição de avançado, de forma a participar mais activamente no delineamento das jogadas ofensivas.

A força do super Mavó ficou vincada a meio da segunda parte, numa altura em que os “muçulmanos” carregavam no acelerador e procuravam a todo o custo inaugurar o marcador. Primeiro, numa arranca fenomenal, tirou o central Mouca do caminho e com o “keeper” pela frente, rematou por cima. Era o primeiro sinal, naquela que foi a primeira situação de golo, visto que o tempo inicial tinha sido paupérrimo em todos os aspectos.

O certo é que a bela jogada do avançado veio espevitar o resto da equipa e, minutos depois, Zé teve tudo para abrir o marcador, mas Gito meteu a mão à bola. Os tetenses pediram penalte, mas o árbitro João Armando fez vista grossa.

No entanto, a festa dos forasteiros aconteceria aos 84 minutos, isto é, a seis minutos do final do encontro, quando Mavó concluiu superiormente uma grande jogada por si iniciada. Era um grande balde de água fria para o Atlético Muçulmano, que, tendo tido maior tempo de posse de bola, foram muito raras as vezes em que conseguiu materializar em situações de golo.

Apenas por duas vezes os “muçulmanos” criaram lances de apuro junto à baliza de Samito, primeiro por Eboh, ainda na primeira parte, e a meio da segunda por Madeira, que tinha entrado a substituir o desinspirado Julinho.

O árbitro do encontro manchou a sua exibição ao não assinalar o penalte a favor do Chingale. De resto, esteve em cima dos acontecimentos.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: João Armando, auxiliado por Agostinho Pelembe e Mateus Gatuna. Quarto árbitro: Bernardino dos Santos.

ATLÉTICO - Samito; Mouca, Clarêncio, Gito e Nelito (James); Ngoni (Jojó), Délcio, Dino e Julinho (Madeira); Patrício e Eboh.

CHINGALE - James; Diogo, Fred, Manuelito e Elísio; Toni Malate (Hilário), Hagi (Manecas) e Zé; Mavó e Magaba (Alone).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Manuelito, Mavó e Dércio

Golo: Mavó, aos 84 minutos.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 15:07
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VELHO é o trapo, este é um provérbio que pode e muito bem se aplicar àquilo que foi a produção de Mavó, avançado do Chingale, que, apesar da sua idade, mostrou estar ainda em excelente forma física, ao realizar uma bela exibição e que acabou sendo coroada com o golo da vitória da sua equipa.

Mavó, seguramente um dos jogadores ainda no activo com mais quilómetros no futebol, foi sempre o mais inconformado da equipa tetense. Sempre com os olhos apontados para a baliza à guarda de Samito, sacrificou-se bastante ao abandonar vezes sem conta a sua posição de avançado, de forma a participar mais activamente no delineamento das jogadas ofensivas.

A força do super Mavó ficou vincada a meio da segunda parte, numa altura em que os “muçulmanos” carregavam no acelerador e procuravam a todo o custo inaugurar o marcador. Primeiro, numa arranca fenomenal, tirou o central Mouca do caminho e com o “keeper” pela frente, rematou por cima. Era o primeiro sinal, naquela que foi a primeira situação de golo, visto que o tempo inicial tinha sido paupérrimo em todos os aspectos.

O certo é que a bela jogada do avançado veio espevitar o resto da equipa e, minutos depois, Zé teve tudo para abrir o marcador, mas Gito meteu a mão à bola. Os tetenses pediram penalte, mas o árbitro João Armando fez vista grossa.

No entanto, a festa dos forasteiros aconteceria aos 84 minutos, isto é, a seis minutos do final do encontro, quando Mavó concluiu superiormente uma grande jogada por si iniciada. Era um grande balde de água fria para o Atlético Muçulmano, que, tendo tido maior tempo de posse de bola, foram muito raras as vezes em que conseguiu materializar em situações de golo.

Apenas por duas vezes os “muçulmanos” criaram lances de apuro junto à baliza de Samito, primeiro por Eboh, ainda na primeira parte, e a meio da segunda por Madeira, que tinha entrado a substituir o desinspirado Julinho.

O árbitro do encontro manchou a sua exibição ao não assinalar o penalte a favor do Chingale. De resto, esteve em cima dos acontecimentos.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: João Armando, auxiliado por Agostinho Pelembe e Mateus Gatuna. Quarto árbitro: Bernardino dos Santos.

ATLÉTICO - Samito; Mouca, Clarêncio, Gito e Nelito (James); Ngoni (Jojó), Délcio, Dino e Julinho (Madeira); Patrício e Eboh.

CHINGALE - James; Diogo, Fred, Manuelito e Elísio; Toni Malate (Hilário), Hagi (Manecas) e Zé; Mavó e Magaba (Alone).

Acção disciplinar: cartão amarelo para Manuelito, Mavó e Dércio

Golo: Mavó, aos 84 minutos.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 15:07
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Liga Muçulmana-Desportivo (0-1)

Atlético Muçulmano-Chingale (0-1)

imagem corporativa do moçambola
J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 18 12 1 5 27-9 37

2º Fer. Maputo 18 11 3 4 29-12 36

3º Desportivo 18 10 6 2 17-9 36

4º Costa do Sol 18 9 5 4 23-9 32

5º Maxaquene 18 7 6 5 15-12 27

6º Ferroviário da Beira 18 6 8 4 12-8 26

7º HCB de Songo 18 6 7 5 11-12 25

8º Matchedje 18 6 5 7 11-14 23

9º Atlético Muçulmano 18 5 7 6 8-10 22

10º FC Lichinga 18 6 4 8 14-26 22

11º Chingale 18 4 6 8 15-20 18

12º Ferroviário de Nampula 18 3 7 8 9-15 16

13º Textáfrica 18 4 3 11 16-16 15

14º Ferroviário de Nacala 18 2 2 14 7-34 08

PRÓXIMA JORNADA (19ª)

Desportivo-Textáfrica

Maxaquene-Matchedje

Fer. Nampula-HCB de Songo

Fer. Maputo-Atlético Muçulmano

Chingale-FC Lichinga

Costa do Sol-Fer. Nacala

Fer. Beira-Liga Muçulmana

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
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Liga Muçulmana-Desportivo (0-1)

Atlético Muçulmano-Chingale (0-1)

imagem corporativa do moçambola
J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 18 12 1 5 27-9 37

2º Fer. Maputo 18 11 3 4 29-12 36

3º Desportivo 18 10 6 2 17-9 36

4º Costa do Sol 18 9 5 4 23-9 32

5º Maxaquene 18 7 6 5 15-12 27

6º Ferroviário da Beira 18 6 8 4 12-8 26

7º HCB de Songo 18 6 7 5 11-12 25

8º Matchedje 18 6 5 7 11-14 23

9º Atlético Muçulmano 18 5 7 6 8-10 22

10º FC Lichinga 18 6 4 8 14-26 22

11º Chingale 18 4 6 8 15-20 18

12º Ferroviário de Nampula 18 3 7 8 9-15 16

13º Textáfrica 18 4 3 11 16-16 15

14º Ferroviário de Nacala 18 2 2 14 7-34 08

PRÓXIMA JORNADA (19ª)

Desportivo-Textáfrica

Maxaquene-Matchedje

Fer. Nampula-HCB de Songo

Fer. Maputo-Atlético Muçulmano

Chingale-FC Lichinga

Costa do Sol-Fer. Nacala

Fer. Beira-Liga Muçulmana

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
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A PRIMEIRA jornada da segunda volta, que era aguardada com enorme expectativa, acabou confirmando que as duas equipas mais sonantes do momento, o Ferroviário de Pemba e a Associação Desportiva de Pemba (“Pembinha”) nada têm de diferente entre si.

Pela segunda vez voltaram a empatar e tal como aconteceu na primeira volta, o jogo entre si valeu pela quantidade de espectadores que conseguiram trazer ao pelado do “muncipal/CFM” de Pemba.

Aliás, a ter que ser forçoso encontrar quem é quem, de facto entre estas duas formações, acabaremos por dizer que é o “Pembinha” que em pelo menos uma prova oficial derrotou o Ferroviário. Foi na segunda maior prova do nosso país, a Taça de Moçambique, o que viabilizou a que o “Pembinha” fosse o representante de Cabo Delgado na fase regional, tendo sido eliminado em Nampula.

Por outro lado, estamos perante dois clubes do ponto de vista logistico extremamente diferentes. E o “Pembinha” sem ter estagiado num hotel e sem promessas de fundos ou mundos, acabou empatando o jogo com galardia e a espaços parecendo que poderia surpreender a todos que não acreditavam no empate, simplesmente pela maneira como os “locomotivas “ haviam preparado o jogo. Mas a verdade veio ao de cima, eles são igualzinhos.

Dum lado, nos ferroportuários, está uma equipa técnica dirigida por Antero Cambaco e por outro, no clube popular, temos o jovem Sataca Mussagy, que por via do Maxaquene passou a dirigir este clube que na prática pouco tem a dizer do futebol, em virtude da pouca seriedade que parece estar a guiar a temporada, pelo menos a partir do que nos chega, aos pingos, a partir de quem está mais próximo.

A notícia da jornada viria a ser, curiosamente, não este jogo, mas a primeira vitória do Desportivo de Pemba, que pôde derrotar o Beira-Mar de Natite, por 1-0 e o Futebol Clube de Ingonane e o de Mocimboa da Praia não chegaram a competir por razões que poderão ser explicadas ainda esta semana. Sabe-se, entretanto que o Clube do norte terá escrito uma carta a pedir o adiamento, que Ingonane recebeu.

Depois desta jornada, temos o Ferroviário de novo a partilhar o comando da tabela classificativa, com 14 pontos, mercê da quantidade de golos marcados, a seguir o Futebol Clube de Ingonane, com sete (menos um jogo), depois o Beira-Mar de Natite com sete, Mocimboa da Praia com quatro (menos um jogo) e finalmente o Desportivo de Pemba com três pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:43
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A PRIMEIRA jornada da segunda volta, que era aguardada com enorme expectativa, acabou confirmando que as duas equipas mais sonantes do momento, o Ferroviário de Pemba e a Associação Desportiva de Pemba (“Pembinha”) nada têm de diferente entre si.

Pela segunda vez voltaram a empatar e tal como aconteceu na primeira volta, o jogo entre si valeu pela quantidade de espectadores que conseguiram trazer ao pelado do “muncipal/CFM” de Pemba.

Aliás, a ter que ser forçoso encontrar quem é quem, de facto entre estas duas formações, acabaremos por dizer que é o “Pembinha” que em pelo menos uma prova oficial derrotou o Ferroviário. Foi na segunda maior prova do nosso país, a Taça de Moçambique, o que viabilizou a que o “Pembinha” fosse o representante de Cabo Delgado na fase regional, tendo sido eliminado em Nampula.

Por outro lado, estamos perante dois clubes do ponto de vista logistico extremamente diferentes. E o “Pembinha” sem ter estagiado num hotel e sem promessas de fundos ou mundos, acabou empatando o jogo com galardia e a espaços parecendo que poderia surpreender a todos que não acreditavam no empate, simplesmente pela maneira como os “locomotivas “ haviam preparado o jogo. Mas a verdade veio ao de cima, eles são igualzinhos.

Dum lado, nos ferroportuários, está uma equipa técnica dirigida por Antero Cambaco e por outro, no clube popular, temos o jovem Sataca Mussagy, que por via do Maxaquene passou a dirigir este clube que na prática pouco tem a dizer do futebol, em virtude da pouca seriedade que parece estar a guiar a temporada, pelo menos a partir do que nos chega, aos pingos, a partir de quem está mais próximo.

A notícia da jornada viria a ser, curiosamente, não este jogo, mas a primeira vitória do Desportivo de Pemba, que pôde derrotar o Beira-Mar de Natite, por 1-0 e o Futebol Clube de Ingonane e o de Mocimboa da Praia não chegaram a competir por razões que poderão ser explicadas ainda esta semana. Sabe-se, entretanto que o Clube do norte terá escrito uma carta a pedir o adiamento, que Ingonane recebeu.

Depois desta jornada, temos o Ferroviário de novo a partilhar o comando da tabela classificativa, com 14 pontos, mercê da quantidade de golos marcados, a seguir o Futebol Clube de Ingonane, com sete (menos um jogo), depois o Beira-Mar de Natite com sete, Mocimboa da Praia com quatro (menos um jogo) e finalmente o Desportivo de Pemba com três pontos.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:43
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SERÁ que pela primeira vez irá se assistir a mesma escola a ganhar por duas vezes o Básquete Show?

A ESCOLA Secundária da Matola conquistou, sábado, a segunda edição do “Basquete Show”
Esta é a pergunta que se coloca depois de o actual detentor do título, a Secundária da Matola, ter transitado para as meias-finais do mega-evento estudantil da bola-ao-cesto, beneficiando do triunfo convincente sobre Estrela Vermelha, por 46-29, em desafio da terceira e última jornada do Grupo 1.

Os matolenses, que tinham perdido na primeira jornada, souberam dar a volta aos dois jogos subsequentes e apurarem-se para as “meias”, tornando-se no primeiro campeão a atingir esta etapa.

Refira-se que Estrela Vermelha, vencedora da primeira edição, ficou pelo caminho na edição passada nos quartos-de-final. Noutra partida do grupo, Zona Verde bateu Zedequias Manganhela, por 30-24, e carimbou também o passaporte para as meias-finais.

No Grupo 2, nota de destaque para o embate entre Francisco Mayanga e Josina Machel, com a primeira equipa a vencer no prolongamento, por 33-30, naquele que foi o despique mais equilibrado da jornada. Ambas as equipas apuraram-se para as “meias” devido à melhor diferença entre pontos marcados e sofridos sobre Noroeste 1 e Polana.

Noroeste 1 venceu Polana, por 26-12, noutro confronto do grupo.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:36
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SERÁ que pela primeira vez irá se assistir a mesma escola a ganhar por duas vezes o Básquete Show?

A ESCOLA Secundária da Matola conquistou, sábado, a segunda edição do “Basquete Show”
Esta é a pergunta que se coloca depois de o actual detentor do título, a Secundária da Matola, ter transitado para as meias-finais do mega-evento estudantil da bola-ao-cesto, beneficiando do triunfo convincente sobre Estrela Vermelha, por 46-29, em desafio da terceira e última jornada do Grupo 1.

Os matolenses, que tinham perdido na primeira jornada, souberam dar a volta aos dois jogos subsequentes e apurarem-se para as “meias”, tornando-se no primeiro campeão a atingir esta etapa.

Refira-se que Estrela Vermelha, vencedora da primeira edição, ficou pelo caminho na edição passada nos quartos-de-final. Noutra partida do grupo, Zona Verde bateu Zedequias Manganhela, por 30-24, e carimbou também o passaporte para as meias-finais.

No Grupo 2, nota de destaque para o embate entre Francisco Mayanga e Josina Machel, com a primeira equipa a vencer no prolongamento, por 33-30, naquele que foi o despique mais equilibrado da jornada. Ambas as equipas apuraram-se para as “meias” devido à melhor diferença entre pontos marcados e sofridos sobre Noroeste 1 e Polana.

Noroeste 1 venceu Polana, por 26-12, noutro confronto do grupo.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:36
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O NORTE-AMERICANO Tyson Gay venceu sexta-feira a prova dos 100 metros no “Meeting” de Atletismo de Estocolmo, na Suécia.

Tyson Gay bate recorde dos 100 metros
O atleta completou o percurso com a marca de 9s79 e igualou a melhor do ano do jamaicano Usain Bolt.

Em segundo lugar ficou o norte-americano Darvis Patton, com 9s95, enquanto o jamaicano Asafa Powell, ex-recordista mundial, ficou apenas na terceira posição com 9s98.

Gay é campeão mundial dos 100m e 200m, mas não pode ter sua marca homologada porque contou com a colaboração de um vento de 2,6 m/s, um valor acima do permitido pelos padrões oficiais. Dentro da legalidade, a melhor marca de Gay em 2009 é de 9s77.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:33
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O NORTE-AMERICANO Tyson Gay venceu sexta-feira a prova dos 100 metros no “Meeting” de Atletismo de Estocolmo, na Suécia.

Tyson Gay bate recorde dos 100 metros
O atleta completou o percurso com a marca de 9s79 e igualou a melhor do ano do jamaicano Usain Bolt.

Em segundo lugar ficou o norte-americano Darvis Patton, com 9s95, enquanto o jamaicano Asafa Powell, ex-recordista mundial, ficou apenas na terceira posição com 9s98.

Gay é campeão mundial dos 100m e 200m, mas não pode ter sua marca homologada porque contou com a colaboração de um vento de 2,6 m/s, um valor acima do permitido pelos padrões oficiais. Dentro da legalidade, a melhor marca de Gay em 2009 é de 9s77.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:33
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