Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 03 DE Agosto 2009

O COSTA DO SOL está a atravessar uma crise sem precedentes. Se nos últimos jogos do Moçambola não vinha conseguindo bons resultados, ontem a situação agravou-se, pois, na sua deslocação ao Niassa, perdeu com FC Lichinga, por 0-1, e terá, deste modo, hipotecado momentaneamente as esperanças de conquistar o ceptro.

O COSTA DO SOL está a atravessar uma crise sem precedentes
Mas, a ronda do fim-de-semana, portanto a 18ª, foi manchada pela chuva torrencial que fustigou a cidade de Maputo, fazendo com que todos os encontros (Liga Muçulmana-Desportivo e Atlético Muçulmano) fossem adiados para amanhã, se as condições climatéricas o permitirem.

Dos jogos efectuados, destaque vai para a vitória do Ferroviário de Maputo, em Tete, frente ao HCB, por 2-0. As horas da ronda também vão para os representantes de Nampula. O Ferroviário da capital do norte veio a Maputo arrancar três preciosos pontos diante do Matchedje (1-0), em pleno Estádio da Machava, enquanto o de Nacala recebeu e bateu o seu homónimo da Beira, também por um tento sem concorrência. O Maxaquene, por seu turno, foi empatar em Chimoio com o Textáfrica sem abertura de contagem.

A Liga Muçulmana, apesar de não ter jogado, continua a liderar com 37 pontos, mais um que o Ferroviário de Maputo. O Desportivo, que também não actuou, continua em terceiro com 33, enquanto os “canarinhos” vão em quarto com 32. Abaixo da linha de água estão o Textáfrica, Chingale e Ferroviário de Nacala, mas os tetenses têm um jogo em atraso e caso vençam amanhã ao Atlético trocam de posição com os “locomotivas” de Nampula.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:22
 O que é? |  O que é? | favorito

O COSTA DO SOL está a atravessar uma crise sem precedentes. Se nos últimos jogos do Moçambola não vinha conseguindo bons resultados, ontem a situação agravou-se, pois, na sua deslocação ao Niassa, perdeu com FC Lichinga, por 0-1, e terá, deste modo, hipotecado momentaneamente as esperanças de conquistar o ceptro.

O COSTA DO SOL está a atravessar uma crise sem precedentes
Mas, a ronda do fim-de-semana, portanto a 18ª, foi manchada pela chuva torrencial que fustigou a cidade de Maputo, fazendo com que todos os encontros (Liga Muçulmana-Desportivo e Atlético Muçulmano) fossem adiados para amanhã, se as condições climatéricas o permitirem.

Dos jogos efectuados, destaque vai para a vitória do Ferroviário de Maputo, em Tete, frente ao HCB, por 2-0. As horas da ronda também vão para os representantes de Nampula. O Ferroviário da capital do norte veio a Maputo arrancar três preciosos pontos diante do Matchedje (1-0), em pleno Estádio da Machava, enquanto o de Nacala recebeu e bateu o seu homónimo da Beira, também por um tento sem concorrência. O Maxaquene, por seu turno, foi empatar em Chimoio com o Textáfrica sem abertura de contagem.

A Liga Muçulmana, apesar de não ter jogado, continua a liderar com 37 pontos, mais um que o Ferroviário de Maputo. O Desportivo, que também não actuou, continua em terceiro com 33, enquanto os “canarinhos” vão em quarto com 32. Abaixo da linha de água estão o Textáfrica, Chingale e Ferroviário de Nacala, mas os tetenses têm um jogo em atraso e caso vençam amanhã ao Atlético trocam de posição com os “locomotivas” de Nampula.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:22
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LIGA Muçulmana-Desportivo e Atlético Muçulmano-Chingale, que estavam agendados para a tarde de ontem, foram adiados devido à chuva torrencial que fustigou a capital do país no período de manhã e que inundou por completo os campos do Maxaquene (Machava) e do ex-Maxaquene (baixa).

Dirigentes do Atlético e do Chingale
Contudo, esta décima oitava ronda do Moçambola trouxe um resultado que estava fora das cogitações de muitos. A derrota do Costa do Sol em Lichinga, por uma bola sem resposta, agravando cada vez mais a crise de resultados com que se vem ressentindo nos últimos jogos. Apesar de não ter jogado ontem, a Liga Muçulmana continua no comando com 37 pontos, mais um que o Ferroviário de Maputo que foi à Tete arrancar uma preciosa vitória diante do HCB, por duas bolas sem resposta, por sinal o resultado mais volumoso da ronda, com Jerry a apontar os dois golos.

Os “canarinhos” com a derrota fora de portas manteve-se em quarto com 32 pontos, menos um que os “alvi-negros” e mais cinco que os “tricolores”, que na sua deslocação à Chimoio ganharam apenas um ponto (0-0).

Quem deve estar a respirar de alívio é o Ferroviário de Nampula, que veio a Maputo, em pleno Estádio da Machava, bater o Matchedje, por um tento sem concorrência. Com este triunfo, os “locomotivas” de Nampula estão um degrau acima da linha de água com 16 pontos, mais um que a dupla Textáfrica e Chingale, mas caso este último vença amanhã frente ao Atlético, o Ferroviário voltará a cair no grupo dos prováveis despromovidos.

O outro representante de Nampula, o Ferroviário de Nacala, recebeu e bateu o seu homónimo da Beira, por uma bola sem concorrência e continua a sonhar com a permanência nesta prova máxima do futebol nacional.

Os jogos ontem adiados devido à chuva realizar-se-ão amanhã à mesmo hora e nos locais inicialmente previstos, caso as condições climatéricas o permitirem. Entretanto, a próxima ronda, portanto a décima nona, terá como partidas de fundo o Ferroviário da Beira-Liga Muçulmana e Ferroviário de Maputo-Atlético, para além do Maxaquene-Matchedje, Ferroviário de Nampula-HCB, Chingale-FC Lichinga, Costa do Sol-Ferroviário de Nacala e Desportivo-Textáfrica.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:15
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LIGA Muçulmana-Desportivo e Atlético Muçulmano-Chingale, que estavam agendados para a tarde de ontem, foram adiados devido à chuva torrencial que fustigou a capital do país no período de manhã e que inundou por completo os campos do Maxaquene (Machava) e do ex-Maxaquene (baixa).

Dirigentes do Atlético e do Chingale
Contudo, esta décima oitava ronda do Moçambola trouxe um resultado que estava fora das cogitações de muitos. A derrota do Costa do Sol em Lichinga, por uma bola sem resposta, agravando cada vez mais a crise de resultados com que se vem ressentindo nos últimos jogos. Apesar de não ter jogado ontem, a Liga Muçulmana continua no comando com 37 pontos, mais um que o Ferroviário de Maputo que foi à Tete arrancar uma preciosa vitória diante do HCB, por duas bolas sem resposta, por sinal o resultado mais volumoso da ronda, com Jerry a apontar os dois golos.

Os “canarinhos” com a derrota fora de portas manteve-se em quarto com 32 pontos, menos um que os “alvi-negros” e mais cinco que os “tricolores”, que na sua deslocação à Chimoio ganharam apenas um ponto (0-0).

Quem deve estar a respirar de alívio é o Ferroviário de Nampula, que veio a Maputo, em pleno Estádio da Machava, bater o Matchedje, por um tento sem concorrência. Com este triunfo, os “locomotivas” de Nampula estão um degrau acima da linha de água com 16 pontos, mais um que a dupla Textáfrica e Chingale, mas caso este último vença amanhã frente ao Atlético, o Ferroviário voltará a cair no grupo dos prováveis despromovidos.

O outro representante de Nampula, o Ferroviário de Nacala, recebeu e bateu o seu homónimo da Beira, por uma bola sem concorrência e continua a sonhar com a permanência nesta prova máxima do futebol nacional.

Os jogos ontem adiados devido à chuva realizar-se-ão amanhã à mesmo hora e nos locais inicialmente previstos, caso as condições climatéricas o permitirem. Entretanto, a próxima ronda, portanto a décima nona, terá como partidas de fundo o Ferroviário da Beira-Liga Muçulmana e Ferroviário de Maputo-Atlético, para além do Maxaquene-Matchedje, Ferroviário de Nampula-HCB, Chingale-FC Lichinga, Costa do Sol-Ferroviário de Nacala e Desportivo-Textáfrica.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:15
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O GRUPO Desportivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa ( HCB) foi ontem derrotado por duas bolas sem concorrência pelo Ferrovário de Maputo no jogo realizado no campo do Desportivo na cidade de Tete, onde a turma “locomotiva”, agora treinada por Chiquinho Conde, mostrou uma superioridade absoluta, dominando em todos os aspectos

Destes poucos saiem
Logo no primeiro quarto de hora, a HCB tentou mostrar a sua disposição em vencer o jogo, mas os visitantes estavam espertos e bem arrumados sobretudo no sector defensivo e aos poucos foram controlando as jogadas da HCB. Aos poucos, o Ferroviário de Maputo começou a desenhar o seu estilo de jogo, encuralando os homens do HCB na sua zona mais recuada, pressionando-os pelas duas alas, onde Danito Parruque, Hagy e Jotamo tomavam de assalto o meio-campo da equipa adversária.

Jerry, bem posicionado no ataque, tentava a todo o custo violar a barreira da HCB, mas de tanta procura acabou pressionando o adversário que deixou uma pequena brecha do lado esquerdo, onde actuava o lateral Antoninho, e começou a “chuva” de remates à baliza do HCB.

Já a caminho dos quarenta minutos, surgem os dois golos num espaço de cinco minutos, por intermédio do inevitável Jerry. O primeiro aconteceu à passagem do trigésimo terceiro minuto, numa jogada de entendimento entre Hagy, Dário e Danito Parruque que em tabelinhas passaram o meio-campo do adversário, Zabula recebeu o esfério junto ao vértice da grande área, do lado direito, e cruzou para o interior e Jerry bem posicionado dominou, galgou alguns metros até à pequena área e depois de passar por Venâncio e sem mais largou um potente remate e a bola foi directamente para o fundo das malhas da baliza defendida por Chico. Estava aberto o marcador.

O golo perturbou momentaneamente os jogadores do HCB que ficaram descontrolados em todos os seus sectores, o que permitiu ao Ferroviário subir em grande medida de rendimento, mostrando um futebol mais maduro e esclarecido. Pautou por um sistema de bola rente à relva e com passes curtos e foi invadindo constantemente a zona mais recuada da HCB, onde os homens treinados por Mussá Ossman não conseguiam travar a velocidade da “locomotiva”.

Foi com esta maneira de jogar que o Ferroviário fez o segundo golo precisamente cinco minutos depois, isto aos 38 minutos, por intermédio, mais uma vez, de Jerry. Um golo muito bem executado, Jerry rebeceu a bola no meio campo da HCB, correu e deixou para atrás o defesa lateral Mucuapele e já no centro da pequena área, junto à marca de grande penalidade, Chico saiu da baliza na tentativa de diminuir o ângulo, e Jerry, em forma de chapéu, passou a bola por cima do guarda-redes da HCB e a bola foi travada pelas malhas no fundo da baliza.

O Ferroviário começou a gerir o resultado com constantes trocas de bola no seu meio- campo, enquanto o estofo dos jogadores da HCB já tinha desaparecido e necessitavam já de um descanso e foi com este resultado que terminou a primeira parte da partida.

Veio a segunda metade. A HCB tentou com as substituições contrariar a boa exibição do Ferroviário, mas foi tudo água abaixo, porque Chiquinho Conde tinha se preparado bem para esta partida. O jogo começou a ganhar um outro desenvolvimento, com a HCB à procura do tento de horna e o Ferroviário a defender-se com toda classe e arrancando sempre em contra-ataques rápidos sempre que possível.

Em termos de jogo, foi um autêntico espectáculo de futebol, que já faz muito tempo que não se via nos nossos campos, sobretudo quando actuam os ditos grandes do futebol de Moçambique. O Ferroviário passeou a sua classe e conseguiu uma simpatia valente do público da cidade de Tete, que mostrou que quando se joga bem deve se apoiar a equipa que melhor se apresentar em campo.

A arbitragem de Aníbal Armando, coadjuvado por Meque Machate, Daniel Filipe e Isabel Abreu não sofre contestação, pois esteve à altura. Realizou um belo trabalho e não influenciou no resultado final.

FICHA TÉCNICA

HCB: Chico; Venâncio, Antoninho, Mucuapel, Danga, Paito, Eládio, Henry, Aurito, Amílcar e Gito.

Alinharam ainda King e Sergito.

FER. MAPUTO: Mohamed; Jotamo, Tchaka, Tony, Danito Parruque, Hagy, Fredy, Dário, Zabula, Luís e Jerry.

Suplentes utilizados: Maurício, Mendes e Joca.

BERNARDO CARLOS

publicado por Vaxko Zakarias às 15:10
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O GRUPO Desportivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa ( HCB) foi ontem derrotado por duas bolas sem concorrência pelo Ferrovário de Maputo no jogo realizado no campo do Desportivo na cidade de Tete, onde a turma “locomotiva”, agora treinada por Chiquinho Conde, mostrou uma superioridade absoluta, dominando em todos os aspectos

Destes poucos saiem
Logo no primeiro quarto de hora, a HCB tentou mostrar a sua disposição em vencer o jogo, mas os visitantes estavam espertos e bem arrumados sobretudo no sector defensivo e aos poucos foram controlando as jogadas da HCB. Aos poucos, o Ferroviário de Maputo começou a desenhar o seu estilo de jogo, encuralando os homens do HCB na sua zona mais recuada, pressionando-os pelas duas alas, onde Danito Parruque, Hagy e Jotamo tomavam de assalto o meio-campo da equipa adversária.

Jerry, bem posicionado no ataque, tentava a todo o custo violar a barreira da HCB, mas de tanta procura acabou pressionando o adversário que deixou uma pequena brecha do lado esquerdo, onde actuava o lateral Antoninho, e começou a “chuva” de remates à baliza do HCB.

Já a caminho dos quarenta minutos, surgem os dois golos num espaço de cinco minutos, por intermédio do inevitável Jerry. O primeiro aconteceu à passagem do trigésimo terceiro minuto, numa jogada de entendimento entre Hagy, Dário e Danito Parruque que em tabelinhas passaram o meio-campo do adversário, Zabula recebeu o esfério junto ao vértice da grande área, do lado direito, e cruzou para o interior e Jerry bem posicionado dominou, galgou alguns metros até à pequena área e depois de passar por Venâncio e sem mais largou um potente remate e a bola foi directamente para o fundo das malhas da baliza defendida por Chico. Estava aberto o marcador.

O golo perturbou momentaneamente os jogadores do HCB que ficaram descontrolados em todos os seus sectores, o que permitiu ao Ferroviário subir em grande medida de rendimento, mostrando um futebol mais maduro e esclarecido. Pautou por um sistema de bola rente à relva e com passes curtos e foi invadindo constantemente a zona mais recuada da HCB, onde os homens treinados por Mussá Ossman não conseguiam travar a velocidade da “locomotiva”.

Foi com esta maneira de jogar que o Ferroviário fez o segundo golo precisamente cinco minutos depois, isto aos 38 minutos, por intermédio, mais uma vez, de Jerry. Um golo muito bem executado, Jerry rebeceu a bola no meio campo da HCB, correu e deixou para atrás o defesa lateral Mucuapele e já no centro da pequena área, junto à marca de grande penalidade, Chico saiu da baliza na tentativa de diminuir o ângulo, e Jerry, em forma de chapéu, passou a bola por cima do guarda-redes da HCB e a bola foi travada pelas malhas no fundo da baliza.

O Ferroviário começou a gerir o resultado com constantes trocas de bola no seu meio- campo, enquanto o estofo dos jogadores da HCB já tinha desaparecido e necessitavam já de um descanso e foi com este resultado que terminou a primeira parte da partida.

Veio a segunda metade. A HCB tentou com as substituições contrariar a boa exibição do Ferroviário, mas foi tudo água abaixo, porque Chiquinho Conde tinha se preparado bem para esta partida. O jogo começou a ganhar um outro desenvolvimento, com a HCB à procura do tento de horna e o Ferroviário a defender-se com toda classe e arrancando sempre em contra-ataques rápidos sempre que possível.

Em termos de jogo, foi um autêntico espectáculo de futebol, que já faz muito tempo que não se via nos nossos campos, sobretudo quando actuam os ditos grandes do futebol de Moçambique. O Ferroviário passeou a sua classe e conseguiu uma simpatia valente do público da cidade de Tete, que mostrou que quando se joga bem deve se apoiar a equipa que melhor se apresentar em campo.

A arbitragem de Aníbal Armando, coadjuvado por Meque Machate, Daniel Filipe e Isabel Abreu não sofre contestação, pois esteve à altura. Realizou um belo trabalho e não influenciou no resultado final.

FICHA TÉCNICA

HCB: Chico; Venâncio, Antoninho, Mucuapel, Danga, Paito, Eládio, Henry, Aurito, Amílcar e Gito.

Alinharam ainda King e Sergito.

FER. MAPUTO: Mohamed; Jotamo, Tchaka, Tony, Danito Parruque, Hagy, Fredy, Dário, Zabula, Luís e Jerry.

Suplentes utilizados: Maurício, Mendes e Joca.

BERNARDO CARLOS

publicado por Vaxko Zakarias às 15:10
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O Ferroviário de Nacala, lanterna vermelha no presente Moçambola, finalmente conquistou ontem no Estádio 25 de Junho na cidade de Nampula a sua segunda vitória frente ao seu homónimo da Beira. É uma vitória que não sofre qualquer contestação, tanto é que muitos golos ficaram por marcar.

Quanto ao jogo, na primeira parte a equipa treinada actualmente por Uzaras Mohamed foi nitidamente superior, e poderia ter chegado ao golo aos minutos nove e 14. Durante o primeiro tempo, o guarda-redes Chuma foi um mero espectador, visto que nenhuma jogada de perigo protagonizada pelos jogadores dos “locomovias” da Beira rondou a sua baliza.

As trocas de bola eram feitas no meio-campo, com lançamentos pelas alas para as entradas de Phondo, Edmundo e Romão, apoiados principalmente pelos defesas laterais. Mas, este domínio, apesar de ter permitido aos lacais chegar mais vezes à baliza contrária, não foi materializado em golos.

Até ao intervalo a formação do Ferroviário de Nacala criou várias oportunidades, mas a falta de eficácia na finalização, um aspecto que se vem evidencia na equipa, incluindo a boa organização defensiva dos visitantes, não permitia que inaugurasse o marcador.

No primeiro minuto da etapa complementar, numa jogada de mestria entre Telinho e Phondo, que constituíram a espinha dorsal da equipa, este último inaugura o marcador, através de um remate seco que não deu qualquer hipótese de defesa a Rocksana.

Daqui em diante, o que se assistiu do lado dos visitados, galvanizados com o golo, foi essencialmente a intensificação de ataques e “festival” de falhanços dos seus avançados.

O Ferroviário da Beira, que esteve remetido ao seu meio-campo, sempre ia tentando responder às incursões contrárias, mas só aos 65 minutos surgiu o seu primeiro remate, ainda assim sem qualquer perigo para a baliza de Chuma.

Nesta altura, os visitantes, que ainda continuavam irreconhecíveis e particularmente “desarticulados”, começavam a reagir ao domínio dos nacalenses, tentando equilibrar a partida, tendo inclusive exercido alguma pressão, sem, no entanto, criar oportunidades de golo.

Porém, aos 79 minutos o Ferroviário da Beira teve uma flagrante oportunidade de empatar o jogo, mas Cândido chutou ao lado da baliza contrária. O resultado afigura-se justo, e “sobretudo” premeia o labor e o espírito de entreajuda da equipa do Ferroviário de Nacala que deixou “tudo o que tinha” em campo, conseguindo uma vitória preciosa que poderá contribuir para que esta formação seja despromovida da primeira divisão com dignidade.

FICHA TÉCNICA:

Árbitro: António Hamilton, auxiliado por Bento Chengerinau e Estrela Gonçalves.

FERROVIÁRIO DE NACALA: Chuma, Thamate, Mariote, Pascoal, Edmundo, Tovela, Phondo, Custódio (Wazir), Telinho, Ivan(Alberto) e Romão (Guidesse).

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Rocksana, Ninito, Cândido, Nené, Mupoja, Mano (Abílio), Burra (Dalito), Jossias, De Gato (Betinho),Tony e Bobo.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Romão, Chuma, Mariote e Telinho do Ferroviário de Nacala, e Ninito e Mano, do Ferroviário da Beira.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 15:03
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O Ferroviário de Nacala, lanterna vermelha no presente Moçambola, finalmente conquistou ontem no Estádio 25 de Junho na cidade de Nampula a sua segunda vitória frente ao seu homónimo da Beira. É uma vitória que não sofre qualquer contestação, tanto é que muitos golos ficaram por marcar.

Quanto ao jogo, na primeira parte a equipa treinada actualmente por Uzaras Mohamed foi nitidamente superior, e poderia ter chegado ao golo aos minutos nove e 14. Durante o primeiro tempo, o guarda-redes Chuma foi um mero espectador, visto que nenhuma jogada de perigo protagonizada pelos jogadores dos “locomovias” da Beira rondou a sua baliza.

As trocas de bola eram feitas no meio-campo, com lançamentos pelas alas para as entradas de Phondo, Edmundo e Romão, apoiados principalmente pelos defesas laterais. Mas, este domínio, apesar de ter permitido aos lacais chegar mais vezes à baliza contrária, não foi materializado em golos.

Até ao intervalo a formação do Ferroviário de Nacala criou várias oportunidades, mas a falta de eficácia na finalização, um aspecto que se vem evidencia na equipa, incluindo a boa organização defensiva dos visitantes, não permitia que inaugurasse o marcador.

No primeiro minuto da etapa complementar, numa jogada de mestria entre Telinho e Phondo, que constituíram a espinha dorsal da equipa, este último inaugura o marcador, através de um remate seco que não deu qualquer hipótese de defesa a Rocksana.

Daqui em diante, o que se assistiu do lado dos visitados, galvanizados com o golo, foi essencialmente a intensificação de ataques e “festival” de falhanços dos seus avançados.

O Ferroviário da Beira, que esteve remetido ao seu meio-campo, sempre ia tentando responder às incursões contrárias, mas só aos 65 minutos surgiu o seu primeiro remate, ainda assim sem qualquer perigo para a baliza de Chuma.

Nesta altura, os visitantes, que ainda continuavam irreconhecíveis e particularmente “desarticulados”, começavam a reagir ao domínio dos nacalenses, tentando equilibrar a partida, tendo inclusive exercido alguma pressão, sem, no entanto, criar oportunidades de golo.

Porém, aos 79 minutos o Ferroviário da Beira teve uma flagrante oportunidade de empatar o jogo, mas Cândido chutou ao lado da baliza contrária. O resultado afigura-se justo, e “sobretudo” premeia o labor e o espírito de entreajuda da equipa do Ferroviário de Nacala que deixou “tudo o que tinha” em campo, conseguindo uma vitória preciosa que poderá contribuir para que esta formação seja despromovida da primeira divisão com dignidade.

FICHA TÉCNICA:

Árbitro: António Hamilton, auxiliado por Bento Chengerinau e Estrela Gonçalves.

FERROVIÁRIO DE NACALA: Chuma, Thamate, Mariote, Pascoal, Edmundo, Tovela, Phondo, Custódio (Wazir), Telinho, Ivan(Alberto) e Romão (Guidesse).

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Rocksana, Ninito, Cândido, Nené, Mupoja, Mano (Abílio), Burra (Dalito), Jossias, De Gato (Betinho),Tony e Bobo.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Romão, Chuma, Mariote e Telinho do Ferroviário de Nacala, e Ninito e Mano, do Ferroviário da Beira.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 15:03
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O FERROVIÁRIO de Nampula, agora sob a batuta do técnico malawiano Cannock Munde, um conhecedor dos cantos da casa, poderá estar a reencontrar-se na presente edição do Moçambola, com mais uma vitória no passado sábado, no Estádio da Machava, por 1-0, frente ao Matchedje, em jogo inaugural da 18ª jornada.

O FERROVIÁRIO de Nampula, agora  sob a batuta do técnico malawiano Cannock Munde
Portanto, se fizermos a leitura a partir dos últimos resultados construídos pela equipa, sobretudo as duas vitórias consecutivas em duas semanas, encontrando-se neste momento, tanto do ponto de vista pontual como anímico, em melhores condições de sonhar com a manutenção na prova para o próximo ano.

Relativamente ao jogo de sábado, foi o Matchedje que mais procurou justificar o factor casa, mas viria a ser a turma nampulense a melhor posicionada, em termos tácticos, atacando a partir do meio-campo e procurando empurrar o seu adversário para fora da zona de perigo.

Foi assim que conseguiu o golo que ditou a conquista dos três pontos em disputa, por intermédio de Zuma, quando decorriam 20 minutos, ainda na primeira etapa, num pontapé livre de bela execução à entrada da área.

A turma da casa reagiu até o suficiente, mas em termos de golo, que lhe proporcionasse uma igualdade, nada conseguiu concretizar. Já teve essas oportunidades, sobretudo as flagrantes aos 42 e 77 minutos, por intermédio de Chana e Zico, respectivamente.

O culpado de muitas das infelicidades do Matchedje terá sido o próprio guarda-redes Zacarias, que anulou golos claros, sobretudo o de Zico no lance atrás mencionado, que valeu pelo sacrifício do “keeper”, ao se fazer ao chão.

Tratou-se de uma partida que tanto podia fechar com um empate, por aquilo que o Matchedje produziu, como por um 2-0, dada a inteligência demonstrada pela equipa forasteira, porque as duas turmas emprestaram um ritmo digno de realçar, sobretudo tratando-se de dois contendores que, praticamente, se encontram a fazer o mesmo campeonato, o da média, com uma ligeira tranquilidade para a turma militar. Uma partida que teve boa arbitragem de Samuel Chirindza.

FICHA TÉCNICA:

Estádio da Machava: cerca de 300 espectadores.

Árbitro: Samuel Chirindza, auxiliado por Baltazar Hilário e Carlos Paulino.

Quarto árbitro: Hélder Napido.

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Silva (Matchedje) e Osvaldo, Matofe e Mudy (Fer. Nampula).

MATCHEDJE: Victor; Caló, Silva, Cufa, Vasco (West), João (Paito), Tchotchó, Zico, Edmundo, Nito (Gabito) e Chana.

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Zacarias; Matofe, Duda, Osvaldo, Hipo, Elídio, Nando (Mudy), Sparrow (Rodger), Zuma, Leonel (Jimmy) e Gomy.

Golo de Zuma aos 20 minutos.

Jafar Buana, colaboração
publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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O FERROVIÁRIO de Nampula, agora sob a batuta do técnico malawiano Cannock Munde, um conhecedor dos cantos da casa, poderá estar a reencontrar-se na presente edição do Moçambola, com mais uma vitória no passado sábado, no Estádio da Machava, por 1-0, frente ao Matchedje, em jogo inaugural da 18ª jornada.

O FERROVIÁRIO de Nampula, agora  sob a batuta do técnico malawiano Cannock Munde
Portanto, se fizermos a leitura a partir dos últimos resultados construídos pela equipa, sobretudo as duas vitórias consecutivas em duas semanas, encontrando-se neste momento, tanto do ponto de vista pontual como anímico, em melhores condições de sonhar com a manutenção na prova para o próximo ano.

Relativamente ao jogo de sábado, foi o Matchedje que mais procurou justificar o factor casa, mas viria a ser a turma nampulense a melhor posicionada, em termos tácticos, atacando a partir do meio-campo e procurando empurrar o seu adversário para fora da zona de perigo.

Foi assim que conseguiu o golo que ditou a conquista dos três pontos em disputa, por intermédio de Zuma, quando decorriam 20 minutos, ainda na primeira etapa, num pontapé livre de bela execução à entrada da área.

A turma da casa reagiu até o suficiente, mas em termos de golo, que lhe proporcionasse uma igualdade, nada conseguiu concretizar. Já teve essas oportunidades, sobretudo as flagrantes aos 42 e 77 minutos, por intermédio de Chana e Zico, respectivamente.

O culpado de muitas das infelicidades do Matchedje terá sido o próprio guarda-redes Zacarias, que anulou golos claros, sobretudo o de Zico no lance atrás mencionado, que valeu pelo sacrifício do “keeper”, ao se fazer ao chão.

Tratou-se de uma partida que tanto podia fechar com um empate, por aquilo que o Matchedje produziu, como por um 2-0, dada a inteligência demonstrada pela equipa forasteira, porque as duas turmas emprestaram um ritmo digno de realçar, sobretudo tratando-se de dois contendores que, praticamente, se encontram a fazer o mesmo campeonato, o da média, com uma ligeira tranquilidade para a turma militar. Uma partida que teve boa arbitragem de Samuel Chirindza.

FICHA TÉCNICA:

Estádio da Machava: cerca de 300 espectadores.

Árbitro: Samuel Chirindza, auxiliado por Baltazar Hilário e Carlos Paulino.

Quarto árbitro: Hélder Napido.

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Silva (Matchedje) e Osvaldo, Matofe e Mudy (Fer. Nampula).

MATCHEDJE: Victor; Caló, Silva, Cufa, Vasco (West), João (Paito), Tchotchó, Zico, Edmundo, Nito (Gabito) e Chana.

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Zacarias; Matofe, Duda, Osvaldo, Hipo, Elídio, Nando (Mudy), Sparrow (Rodger), Zuma, Leonel (Jimmy) e Gomy.

Golo de Zuma aos 20 minutos.

Jafar Buana, colaboração
publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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Textáfrica-Maxaquene (0-0)

Matchedje-Fer. Nampula (0-1)

imagem corporativa do moçambola
HCB de Songo-Fer. Maputo (0-2)

Atlético Muçulmano-Chingale a)

FC Lichinga-Costa do Sol (1-0)

Fer. Nacala-Fer. Beira (1-0)

Liga Muçulmana-Desportivo a)

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 17 12 1 4 27-8 37

2º Fer. Maputo 18 11 3 4 29-12 36

3º Desportivo 17 9 6 2 16-9 33

4º Costa do Sol 18 9 5 4 23-9 32

5º Maxaquene 18 7 6 5 15-12 27

6º Ferroviário da Beira 18 6 8 4 12-8 26

7º HCB de Songo 18 6 7 5 11-12 25

8º Matchedje 18 6 5 7 11-14 23

9º Atlético Muçulmano 17 5 7 5 8-9 22

10º FC Lichinga 18 6 4 8 14-26 22

11º Ferroviário de Nampula 18 3 7 8 9-15 16

12º Textáfrica 18 4 3 11 16-16 15

13º Chingale 17 3 6 8 14-20 15

14º Ferroviário de Nacala 18 2 2 14 7-34 08

a) adiados para amanhã nos locais inicialmente marcados

Próxima Jornada (19ª)

Desportivo-Textáfrica

Maxaquene-Matchedje

Fer. Nampula-HCB

Fer. Maputo-Atlético

Chingale-FC Lichinga

Costa do Sol-Fer. Nacala

Fer. Beira-Liga Muçulmana

publicado por Vaxko Zakarias às 11:02
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Textáfrica-Maxaquene (0-0)

Matchedje-Fer. Nampula (0-1)

imagem corporativa do moçambola
HCB de Songo-Fer. Maputo (0-2)

Atlético Muçulmano-Chingale a)

FC Lichinga-Costa do Sol (1-0)

Fer. Nacala-Fer. Beira (1-0)

Liga Muçulmana-Desportivo a)

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 17 12 1 4 27-8 37

2º Fer. Maputo 18 11 3 4 29-12 36

3º Desportivo 17 9 6 2 16-9 33

4º Costa do Sol 18 9 5 4 23-9 32

5º Maxaquene 18 7 6 5 15-12 27

6º Ferroviário da Beira 18 6 8 4 12-8 26

7º HCB de Songo 18 6 7 5 11-12 25

8º Matchedje 18 6 5 7 11-14 23

9º Atlético Muçulmano 17 5 7 5 8-9 22

10º FC Lichinga 18 6 4 8 14-26 22

11º Ferroviário de Nampula 18 3 7 8 9-15 16

12º Textáfrica 18 4 3 11 16-16 15

13º Chingale 17 3 6 8 14-20 15

14º Ferroviário de Nacala 18 2 2 14 7-34 08

a) adiados para amanhã nos locais inicialmente marcados

Próxima Jornada (19ª)

Desportivo-Textáfrica

Maxaquene-Matchedje

Fer. Nampula-HCB

Fer. Maputo-Atlético

Chingale-FC Lichinga

Costa do Sol-Fer. Nacala

Fer. Beira-Liga Muçulmana

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3º Desportivo 17 9 6 2 16-9 33

4º Costa do Sol 18 9 5 4 23-9 32

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6º Ferroviário da Beira 18 6 8 4 12-8 26

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10º FC Lichinga 18 6 4 8 14-26 22

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11º Ferroviário de Nampula 18 3 7 8 9-15 16

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O governador do Niassa, Arnaldo Bimbe
OS grandes e pequenos comerciantes, sobretudo serviços de confecções e do ramo hoteleiro, bem como os vendedores da rua são os que mais ficaram beneficiados com a realização do Festival de Jogos Escolares em Lichinga, segundo a nossa constatação e de algumas pessoas ligadas àquelas áreas interpeladas pela nossa Reportagem para comentarem sobre o assunto. Aliás, o governador do Niassa, Arnaldo Bimbe, havia dado claras indicações de que o evento traria benefícios económicos locais e teria orientado à população para se preparar de modo a tirar proveito da contribuição que o festival proporcionaria à província.

Isso veio a confirmar-se com as declarações prestadas por alguns comerciantes no fim do festival, que apelaram para que mais eventos desta natureza tenham lugar no Niassa, por forma a promover o desenvolvimento da província, que ainda precisa de mais energia para aproximar ou alcançar o ritmo das outras.

Lichinga foi durante os Jogos, para além de um centro de férias desportivas escolares e de convívio entre os estudantes, um local de convergência de vários interesses, sobretudo económicos. Como exemplo, alguns dos comerciantes das províncias circunvizinhas, como Nampula, basearam-se na capital provincial do Niassa, para exporem os seus produtos, nomeadamente trajes de frio, objectos de adorno, entre outros.

O gerente do restaurante, lanchonete e pastelaria Sarifo’s Net Café, Paulo Mulewa, contou que houve, desde o primeiro dia do festival, alguma mudança na receita da casa. Salientou que, apesar de o seu estabelecimento não ter sido incluso para servir os Jogos Escolares, ficou preparado para atender a várias eventualidades e opções dos participantes no evento, tendo em conta que nem todos ficariam satisfeitos com as refeições servidas pela organização.

“Posso confirmar que a percentagem de rendimento que passámos a ganhar com os Jogos subiu 10 a 15 por cento relativamente ao que conseguíamos antes. Tivemos muitas pessoas a passar almoços aqui” , elucidou, ressalvando que a loja de que é gerente, apesar de ter não sido contemplada para servir o festival, ficou igualmente a ganhar como tantos outros estabelecimentos comerciais.

O proprietário da lanchonete junto ao Pavilhão de Lichinga, Luciano Alves, realçou que o seu negócio tornou-se igualmente mais rentável com o movimento provocado pelo festival e que os Jogos trouxeram um valor positivo para a cidade no geral. “Chegámos a sentir que não estamos a trabalhar. Mas, apesar de poucos dias, sentimos algo diferente com este festival. Gostaríamos que mais eventos tivessem lugar aqui em Lichinga ou noutro lugar da província para que ela possa desenvolver. Consegui, em termos de receita por dia, 100 por cento daquilo conseguia antes do festival. Antes fazia 1500 meticais por dia, mas com os Jogos conseguia fazer três a quatro mil.

Contudo, quem fez o melhor aproveitamento do festival em termos de negócio e que facturou a valer foi o Hotel 2+1, que se instalou em Lichinga em princípios do ano, tendo transferido parte do seu pessoal da Beira, onde está sediado, para atender a demanda dos Jogos. Foi a si que foi atribuída a responsabilidade de servir as refeições (almoços) aos perto de 1500 atletas e seus acompanhantes que estiveram envolvidos no evento.

Os transportadores privados também tiraram maior proveito do festival, sendo que a maior parte dos autocarros que levavam os atletas dos centros de acolhimento até aos campos de jogos e vice-versa foram a eles alugada. Dados em nosso poder dão conta que cada transportador facturava por dia entre cinco a oito mil meticais.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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O governador do Niassa, Arnaldo Bimbe
OS grandes e pequenos comerciantes, sobretudo serviços de confecções e do ramo hoteleiro, bem como os vendedores da rua são os que mais ficaram beneficiados com a realização do Festival de Jogos Escolares em Lichinga, segundo a nossa constatação e de algumas pessoas ligadas àquelas áreas interpeladas pela nossa Reportagem para comentarem sobre o assunto. Aliás, o governador do Niassa, Arnaldo Bimbe, havia dado claras indicações de que o evento traria benefícios económicos locais e teria orientado à população para se preparar de modo a tirar proveito da contribuição que o festival proporcionaria à província.

Isso veio a confirmar-se com as declarações prestadas por alguns comerciantes no fim do festival, que apelaram para que mais eventos desta natureza tenham lugar no Niassa, por forma a promover o desenvolvimento da província, que ainda precisa de mais energia para aproximar ou alcançar o ritmo das outras.

Lichinga foi durante os Jogos, para além de um centro de férias desportivas escolares e de convívio entre os estudantes, um local de convergência de vários interesses, sobretudo económicos. Como exemplo, alguns dos comerciantes das províncias circunvizinhas, como Nampula, basearam-se na capital provincial do Niassa, para exporem os seus produtos, nomeadamente trajes de frio, objectos de adorno, entre outros.

O gerente do restaurante, lanchonete e pastelaria Sarifo’s Net Café, Paulo Mulewa, contou que houve, desde o primeiro dia do festival, alguma mudança na receita da casa. Salientou que, apesar de o seu estabelecimento não ter sido incluso para servir os Jogos Escolares, ficou preparado para atender a várias eventualidades e opções dos participantes no evento, tendo em conta que nem todos ficariam satisfeitos com as refeições servidas pela organização.

“Posso confirmar que a percentagem de rendimento que passámos a ganhar com os Jogos subiu 10 a 15 por cento relativamente ao que conseguíamos antes. Tivemos muitas pessoas a passar almoços aqui” , elucidou, ressalvando que a loja de que é gerente, apesar de ter não sido contemplada para servir o festival, ficou igualmente a ganhar como tantos outros estabelecimentos comerciais.

O proprietário da lanchonete junto ao Pavilhão de Lichinga, Luciano Alves, realçou que o seu negócio tornou-se igualmente mais rentável com o movimento provocado pelo festival e que os Jogos trouxeram um valor positivo para a cidade no geral. “Chegámos a sentir que não estamos a trabalhar. Mas, apesar de poucos dias, sentimos algo diferente com este festival. Gostaríamos que mais eventos tivessem lugar aqui em Lichinga ou noutro lugar da província para que ela possa desenvolver. Consegui, em termos de receita por dia, 100 por cento daquilo conseguia antes do festival. Antes fazia 1500 meticais por dia, mas com os Jogos conseguia fazer três a quatro mil.

Contudo, quem fez o melhor aproveitamento do festival em termos de negócio e que facturou a valer foi o Hotel 2+1, que se instalou em Lichinga em princípios do ano, tendo transferido parte do seu pessoal da Beira, onde está sediado, para atender a demanda dos Jogos. Foi a si que foi atribuída a responsabilidade de servir as refeições (almoços) aos perto de 1500 atletas e seus acompanhantes que estiveram envolvidos no evento.

Os transportadores privados também tiraram maior proveito do festival, sendo que a maior parte dos autocarros que levavam os atletas dos centros de acolhimento até aos campos de jogos e vice-versa foram a eles alugada. Dados em nosso poder dão conta que cada transportador facturava por dia entre cinco a oito mil meticais.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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MAIS do que competir a par de outras selecções participantes no 13º Mundial de Natação em Roma, a Selecção Nacional acabou relegando todo o seu esforço na simples representação do país e rodagem da parte dos nadadores que compõem a equipa que disputará o Campeonato Africano de Juniores nas Maurícias, que se realizará em Outubro.

Como era de esperar, a Selecção Nacional não conseguiu transitar das fases preliminares das provas em que se fez individual e colectivamente no “Mundial” de Roma. A participação moçambicana resumiu-se na melhoria das marcas domésticas, com alguns recordes absolutos e nacionais de categoria registados em ambos os sexos individual e colectivamente.

Os recordes absolutos foram fixados em 50 metros bruços e costas por Ivo Chilaúle e Leonel Matonse, respectivamente, e em 100 mariposa por Mónica Bernardo.

Os restantes absolutos registaram-se em estafetas nas provas de 4x100 metros livres masculinos e femininos. A nadadora Jéssica Cossa fixou ainda dois recordes nacionais de categoria em 50 e 100 metros costas.

Porém, as marcas conseguidas em Roma não deixam de ser péssimos em relação aos melhores tempos a nível continental e do mundo, o que faz resumir que Moçambique continua muito mal no “ranking” internacional.

Os irmãos Leonel e Gerúsio Matonse, que têm sido a aposta em seniores, não foram igualmente para além da melhoria das suas marcas em 50 e 100 mariposa.

Em femininos, destaque vai igualmente para Faina Salate e Géssica Stagno que, como Jéssica Cossa, apresentaram bons indicadores para uma boa participação no “Africano” das Maurícias. Aliás, as três nadadoras constituem a base feminina para as Maurícias.

Porém, nenhum nadador da selecção masculina para as Maurícias esteve em Roma, por opção técnica, sendo que os irmãos Leonel e Gerúsio Matonse, Ivo Chilaúle e Patrício Vera são todos seniores. Apesar de fazer parte da nata moçambicana nesta modalidade, Mónica Bernardo está fora da idade estabelecida para o “Africano” das Maurícias.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:46
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MAIS do que competir a par de outras selecções participantes no 13º Mundial de Natação em Roma, a Selecção Nacional acabou relegando todo o seu esforço na simples representação do país e rodagem da parte dos nadadores que compõem a equipa que disputará o Campeonato Africano de Juniores nas Maurícias, que se realizará em Outubro.

Como era de esperar, a Selecção Nacional não conseguiu transitar das fases preliminares das provas em que se fez individual e colectivamente no “Mundial” de Roma. A participação moçambicana resumiu-se na melhoria das marcas domésticas, com alguns recordes absolutos e nacionais de categoria registados em ambos os sexos individual e colectivamente.

Os recordes absolutos foram fixados em 50 metros bruços e costas por Ivo Chilaúle e Leonel Matonse, respectivamente, e em 100 mariposa por Mónica Bernardo.

Os restantes absolutos registaram-se em estafetas nas provas de 4x100 metros livres masculinos e femininos. A nadadora Jéssica Cossa fixou ainda dois recordes nacionais de categoria em 50 e 100 metros costas.

Porém, as marcas conseguidas em Roma não deixam de ser péssimos em relação aos melhores tempos a nível continental e do mundo, o que faz resumir que Moçambique continua muito mal no “ranking” internacional.

Os irmãos Leonel e Gerúsio Matonse, que têm sido a aposta em seniores, não foram igualmente para além da melhoria das suas marcas em 50 e 100 mariposa.

Em femininos, destaque vai igualmente para Faina Salate e Géssica Stagno que, como Jéssica Cossa, apresentaram bons indicadores para uma boa participação no “Africano” das Maurícias. Aliás, as três nadadoras constituem a base feminina para as Maurícias.

Porém, nenhum nadador da selecção masculina para as Maurícias esteve em Roma, por opção técnica, sendo que os irmãos Leonel e Gerúsio Matonse, Ivo Chilaúle e Patrício Vera são todos seniores. Apesar de fazer parte da nata moçambicana nesta modalidade, Mónica Bernardo está fora da idade estabelecida para o “Africano” das Maurícias.

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