Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 20 DE Julho 2009
MOÇAMBIQUE terminou em nono lugar na segunda edição dos Jogos da Lusofonia
MOÇAMBIQUE terminou em nono lugar na segunda edição dos Jogos da Lusofonia, que encerraram na noite de ontem, com uma festa de arromba, na praia de Oeiras, em Lisboa, com um total de quatro medalhas, sendo duas de prata e outras tantas de bronze, o que significa que caiu cinco lugares em relação à primeira edição de 2006 em Macau, onde amealhou seis insígnias (três de ouro e igual número de bronze).

As esperanças de se conseguir mais uma medalha ainda ontem, a de bronze, esvaíram-se, quando a selecção feminina de basquetebol perdeu, mais uma vez, infantilmente, diante da sua eterna rival Angola, por 65-62, numa partida decidida nos últimos 14 segundos.

Sem as irmãs Machanguana (Clarisse e Zinóbia), que tiveram que regressar mais cedo devido ao falecimento da sua avó, Moçambique encontrou muitas dificuldades para se impor diante de Angola, principalmente nos ressaltos, tanto defensivos como ofensivos, e nos lançamentos para além dos 6,25 metros.

No primeiro período, as moçambicanas já perdiam por 10 pontos de diferença (15-25), para ao intervalo o resultado estar em 40-31 a favor das angolanas.

Contudo, no terceiro período, graças a um esforço suplementar de algumas jogadoras, a Selecção Nacional reduziu para quatro a diferença pontual, quando estavam decorridos quatro minutos (42-46), mas voltou a ceder, permitindo que Angola chegasse a sete (51-44), no final desta etapa.

O quarto período foi espectacular! Moçambique jogou o tudo por tudo. Pressionou a toda largura do terreno, desnorteando momentaneamente Angola, que teve que puxar dos galões para recuperar a auto-estima. A seis minutos do final, a diferença era de três (53-50) ainda favorável às angolanas, para a um minuto e 33 segundos apertar o cerco para apenas um (61-60).

O último minuto foi de grande sofrimento para ambos os bancos técnicos, principalmente o de Angola, porque a 42 segundos do final do jogo, Moçambique passou pela primeira vez à frente no marcador por apenas um ponto (62-61). No ataque seguinte, Angola beneficiou de dois lances livres convertidos e voltou a assumir as rédeas da partida.

A 14 segundos do final, Deolinda Ngulela perdeu um ataque e Angola “pulou” de alegria, pois para além de ter convertido os dois pontos ainda beneficiou de uma falta, elevando a contagem para três de diferença, resultado com que terminou o jogo (65-62).

Portanto, a Selecção Nacional, que na edição anterior tinha conquistado a medalha de ouro, terminou esta segunda, fora do pódio (quarto lugar).

FUTEBOL TAMBÉM COM PIOR DESEMPENHO

O Futebol é outra modalidade que teve um dos piores desempenhos neste torneio. Depois de uma estreia de “cinco estrelas”, com vitória sobre a Índia, por 2-0, os “Mambinhas” foram paulatinamente caindo de jornada em jornada. Primeiro frente a Angola, por 0-5, e depois diante de Portugal, por 0-2. Na última ronda, na tarde de sábado, no Estádio do Jamor, as “minhoquinhas”, aliás os “Mambinhas”, voltaram a decepcionar, desta feita frente a Cabo Verde (2-0), por sinal o vencedor do torneio (medalha de ouro).

Portugal, que ainda sonhava com o primeiro lugar, venceu Angola, por 4-1, e ficou com prata, num jogo bastante polémico, em que o técnico de Angola e mais dois jogadores foram expulsos por contestarem veementemente as decisões do árbitro. A dupla de voleibol, por seu turno, foi afastada da prova também na tarde de sábado, na praia de Oeiras, ao consentir a segunda derrota frente a Angola, por 2-1.

PARTIDA HOJE CHEGADA AMANHÃ

A comitiva moçambicana regressa amanhã ao país, iniciando viagem ao final da tarde de hoje, num voo directo Lisboa/Maputo. Entretanto, para além das irmãs Machanguana (Clarisse e Zinóbia), antecipou também o regresso, o Chefe da Delegação, o Director da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, António Munguambe, que perdeu durante o fim-de-semana dois parentes (irmão e pai). A estes, a secção Desportiva do “Notícias” endereça as mais sentidas condolências.

GIL CARVALHO, em Lisboa

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
 O que é? |  O que é? | favorito
MOÇAMBIQUE terminou em nono lugar na segunda edição dos Jogos da Lusofonia
MOÇAMBIQUE terminou em nono lugar na segunda edição dos Jogos da Lusofonia, que encerraram na noite de ontem, com uma festa de arromba, na praia de Oeiras, em Lisboa, com um total de quatro medalhas, sendo duas de prata e outras tantas de bronze, o que significa que caiu cinco lugares em relação à primeira edição de 2006 em Macau, onde amealhou seis insígnias (três de ouro e igual número de bronze).

As esperanças de se conseguir mais uma medalha ainda ontem, a de bronze, esvaíram-se, quando a selecção feminina de basquetebol perdeu, mais uma vez, infantilmente, diante da sua eterna rival Angola, por 65-62, numa partida decidida nos últimos 14 segundos.

Sem as irmãs Machanguana (Clarisse e Zinóbia), que tiveram que regressar mais cedo devido ao falecimento da sua avó, Moçambique encontrou muitas dificuldades para se impor diante de Angola, principalmente nos ressaltos, tanto defensivos como ofensivos, e nos lançamentos para além dos 6,25 metros.

No primeiro período, as moçambicanas já perdiam por 10 pontos de diferença (15-25), para ao intervalo o resultado estar em 40-31 a favor das angolanas.

Contudo, no terceiro período, graças a um esforço suplementar de algumas jogadoras, a Selecção Nacional reduziu para quatro a diferença pontual, quando estavam decorridos quatro minutos (42-46), mas voltou a ceder, permitindo que Angola chegasse a sete (51-44), no final desta etapa.

O quarto período foi espectacular! Moçambique jogou o tudo por tudo. Pressionou a toda largura do terreno, desnorteando momentaneamente Angola, que teve que puxar dos galões para recuperar a auto-estima. A seis minutos do final, a diferença era de três (53-50) ainda favorável às angolanas, para a um minuto e 33 segundos apertar o cerco para apenas um (61-60).

O último minuto foi de grande sofrimento para ambos os bancos técnicos, principalmente o de Angola, porque a 42 segundos do final do jogo, Moçambique passou pela primeira vez à frente no marcador por apenas um ponto (62-61). No ataque seguinte, Angola beneficiou de dois lances livres convertidos e voltou a assumir as rédeas da partida.

A 14 segundos do final, Deolinda Ngulela perdeu um ataque e Angola “pulou” de alegria, pois para além de ter convertido os dois pontos ainda beneficiou de uma falta, elevando a contagem para três de diferença, resultado com que terminou o jogo (65-62).

Portanto, a Selecção Nacional, que na edição anterior tinha conquistado a medalha de ouro, terminou esta segunda, fora do pódio (quarto lugar).

FUTEBOL TAMBÉM COM PIOR DESEMPENHO

O Futebol é outra modalidade que teve um dos piores desempenhos neste torneio. Depois de uma estreia de “cinco estrelas”, com vitória sobre a Índia, por 2-0, os “Mambinhas” foram paulatinamente caindo de jornada em jornada. Primeiro frente a Angola, por 0-5, e depois diante de Portugal, por 0-2. Na última ronda, na tarde de sábado, no Estádio do Jamor, as “minhoquinhas”, aliás os “Mambinhas”, voltaram a decepcionar, desta feita frente a Cabo Verde (2-0), por sinal o vencedor do torneio (medalha de ouro).

Portugal, que ainda sonhava com o primeiro lugar, venceu Angola, por 4-1, e ficou com prata, num jogo bastante polémico, em que o técnico de Angola e mais dois jogadores foram expulsos por contestarem veementemente as decisões do árbitro. A dupla de voleibol, por seu turno, foi afastada da prova também na tarde de sábado, na praia de Oeiras, ao consentir a segunda derrota frente a Angola, por 2-1.

PARTIDA HOJE CHEGADA AMANHÃ

A comitiva moçambicana regressa amanhã ao país, iniciando viagem ao final da tarde de hoje, num voo directo Lisboa/Maputo. Entretanto, para além das irmãs Machanguana (Clarisse e Zinóbia), antecipou também o regresso, o Chefe da Delegação, o Director da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, António Munguambe, que perdeu durante o fim-de-semana dois parentes (irmão e pai). A estes, a secção Desportiva do “Notícias” endereça as mais sentidas condolências.

GIL CARVALHO, em Lisboa

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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Não foi um prato bem temperado e apetitoso o que nos foi servido na tarde de ontem em Maputo pelo Maxaquene e Ferroviário de Nampula.

Não foi um prato bem temperado e apetitoso o que nos foi servido na tarde de ontem em Maputo pelo Maxaquene e Ferroviário de Nampula
Longe disso, foi um espectáculo sensaborão que valeu mais pela disponibilidade física dos atletas envolvidos, porque a técnica, essa, esteve ausente e daí o magro resultado final.

A pressão acompanhou os artistas do primeiro ao último minuto, sobretudo na primeira parte, período no qual o Maxaquene, mesmo jogando em casa, criou apenas uma situação clara de abrir o activo, quando aos 30 minutos, Kito centrou para Liberty, que, mesmo livre de marcação, rematou fraco para a defesa de Zacarias.

Os “locomotivas”, por sua vez, desperdiçaram a singular oportunidade de golo quando, depois duma oferta de Soarito, Gomo não foi lesto e permitiu uma defesa com a mão dum contrário, tendo Duda convertido o livre perigoso para uma defesa espectacular do guarda-redes “tricolor”.

A escassez do perigo junto às áreas resultou sobretudo da fraca qualidade de passe na zona intermediária, com uma alimentação deficitária dos sectores atacantes. Kito e Jumisse, do lado “tricolor”, Zuma e Nando, da turma nampulense, ainda tentaram sair da mediocridade, mas não tiverem coro por parte dos colegas.

Desagradados com a situação, os dois técnicos apostaram nas opções do banco de suplentes. E quem saiu a ganhar foi Zainadine Mulungo, porque Eurico melhorou o ataque do Maxaquene.

Aos 57 minutos, Eurico avisou a defesa “locomotiva” com um portentoso remate desviado por Zacarias para canto. Na sequência da jogada, Jumisse descobriu Faria na área perigosa, que desviou certeiro para o deliro nas bancadas.

Os nampulenses acusaram o golo, passaram momentos de pesadelo e o Maxaquene só não ampliou o resultado porque, conforme referimos acima, a técnica não fez parte do jogo de ontem. Tivemos muitos jogadores a correr, mas desordenadamente.

Já no período de compensação, os forasteiros criaram perigo, num lance que o guarda-redes Soarito derrubou Paíto na área, mas o árbitro Abdul Gani não assinalou a falta. Este lance marcou a actuação da equipa de arbitragem, que podia ter feito muito melhor, sobretudo no aspecto disciplinar. Não percebemos porque Abdul Gani perdoou cartões amarelos a Campira e Faria em lances que o justificavam.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Abdul Gani, assistido por Adão Chitache e Edmundo Gatoma. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

Maxaquene: Soarito, Nito, Campira, Faria, Kiki, Mustafa, Jumisse (Eusébio), Kito, Liberty (Eurico), Macamito e Lakay (Rafael).

Fer. Nampula: Zacarias, Matofe, Duda, Osvaldo, Hipo, Sparrow, Nando (Fedo), Jimmy (Paíto), Zuma, Gomo e Mildo (Elídio).

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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Não foi um prato bem temperado e apetitoso o que nos foi servido na tarde de ontem em Maputo pelo Maxaquene e Ferroviário de Nampula.

Não foi um prato bem temperado e apetitoso o que nos foi servido na tarde de ontem em Maputo pelo Maxaquene e Ferroviário de Nampula
Longe disso, foi um espectáculo sensaborão que valeu mais pela disponibilidade física dos atletas envolvidos, porque a técnica, essa, esteve ausente e daí o magro resultado final.

A pressão acompanhou os artistas do primeiro ao último minuto, sobretudo na primeira parte, período no qual o Maxaquene, mesmo jogando em casa, criou apenas uma situação clara de abrir o activo, quando aos 30 minutos, Kito centrou para Liberty, que, mesmo livre de marcação, rematou fraco para a defesa de Zacarias.

Os “locomotivas”, por sua vez, desperdiçaram a singular oportunidade de golo quando, depois duma oferta de Soarito, Gomo não foi lesto e permitiu uma defesa com a mão dum contrário, tendo Duda convertido o livre perigoso para uma defesa espectacular do guarda-redes “tricolor”.

A escassez do perigo junto às áreas resultou sobretudo da fraca qualidade de passe na zona intermediária, com uma alimentação deficitária dos sectores atacantes. Kito e Jumisse, do lado “tricolor”, Zuma e Nando, da turma nampulense, ainda tentaram sair da mediocridade, mas não tiverem coro por parte dos colegas.

Desagradados com a situação, os dois técnicos apostaram nas opções do banco de suplentes. E quem saiu a ganhar foi Zainadine Mulungo, porque Eurico melhorou o ataque do Maxaquene.

Aos 57 minutos, Eurico avisou a defesa “locomotiva” com um portentoso remate desviado por Zacarias para canto. Na sequência da jogada, Jumisse descobriu Faria na área perigosa, que desviou certeiro para o deliro nas bancadas.

Os nampulenses acusaram o golo, passaram momentos de pesadelo e o Maxaquene só não ampliou o resultado porque, conforme referimos acima, a técnica não fez parte do jogo de ontem. Tivemos muitos jogadores a correr, mas desordenadamente.

Já no período de compensação, os forasteiros criaram perigo, num lance que o guarda-redes Soarito derrubou Paíto na área, mas o árbitro Abdul Gani não assinalou a falta. Este lance marcou a actuação da equipa de arbitragem, que podia ter feito muito melhor, sobretudo no aspecto disciplinar. Não percebemos porque Abdul Gani perdoou cartões amarelos a Campira e Faria em lances que o justificavam.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Abdul Gani, assistido por Adão Chitache e Edmundo Gatoma. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

Maxaquene: Soarito, Nito, Campira, Faria, Kiki, Mustafa, Jumisse (Eusébio), Kito, Liberty (Eurico), Macamito e Lakay (Rafael).

Fer. Nampula: Zacarias, Matofe, Duda, Osvaldo, Hipo, Sparrow, Nando (Fedo), Jimmy (Paíto), Zuma, Gomo e Mildo (Elídio).

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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DOIS dos crónicos candidatos a conquistarem o Campeonato Nacional de Futebol (Moçambola), nomeadamente o Costa do Sol e o Ferroviário de Maputo marcaram passo na corrida pelo título ao empatarem frente a HCB (2-2) e Textáfrica (0-0), respectivamente, em desafios realizados ontem a contar para 16ª jornada.

O tanzaniano Victor Costa, tentando livrar-se de Toni II
Tanto “canarinhos” como “locomotivas” jogaram com adversários que têm vindo a demonstrar qualidade ao longo do campeonato, embora para o caso dos “fabris” isso contraste com a modesta posição que ocupam na tabela classificativa.

Os comandados de João Chissano eram os que teoricamente tinham a missão mais espinhosa, visto que a HCB, orientada pelo último técnico a conquistar a prova, Mussá Osman, no ano passado ao leme do barco do Ferroviário de Maputo, está claramente a subir de forma, ocupando a sexta posição.

Já o Ferroviário não foi capaz de desencravar a espinha que tem na garganta desde aquela surpreende desaire da primeira volta ante o Textáfrica, que foi ao Estádio da Machava vencer os campeões nacionais por 2-0.

Quem tirou maior proveito das derrotas do Costa do Sol e o Ferroviário foram a Liga Muçulmana e o Desportivo, que deram um salto qualitativo na classificação.

Os muçulmanos, que já eram líderes, consolidaram este estatuto ao venceram fora o FC Lichinga, por 2-0, enquanto o Desportivo saltou da quarta para a segunda posição ao ganhar ao “lanterna vermelha”, Ferroviário de Nacala, por 1-0, em partida realizada no Estádio 25 de Junho em Nampula. Os comandados de Artur Semedo reagiram de forma categórica ao percalço sofrido na quarta-feira passada ao serem eliminados da Taça de Moçambique.

O Maxaquene, outro crónico candidato ao “título”, regressou às vitórias no Moçambola ao bater em casa o Ferroviário de Nampula, por 1-0. Os “tricolores” puseram fim a um jejum de quatro jogos sem ganhar e subiram na classificação da sétima para a quinta posição graças também ao empate do HCB e às derrotas do FC Lichinga e do Ferroviário da Beira.

Os beirenses perderam no sábado, na abertura da ronda, diante do Atlético Muçulmano por 1-0. Sublinhe-se que o Atlético foi orientado por Danito Nhamposse, que passou a desempenhar as funções de jogador e treinador após as suspensões de Arnaldo Salvado e Garrincha, técnico principal e adjunto, respectivamente.

O Matchedje obteve a vitória mais avolumada da jornada ao superar o Chingale, por 3-1 e passou da nona para a sétima posição.

Na próxima jornada, a 17ª, estão agendados os seguintes jogos: Desportivo-Maxaquene; Fer. de Nampula-Textáfrica; Fer.de Maputo-Matchedje; Chingale-HCB; Costa do Sol-Atlético Muçulmano; Fer. da Beira-FC Lichinga e Liga Muçulmana-Fer. de Nacala.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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DOIS dos crónicos candidatos a conquistarem o Campeonato Nacional de Futebol (Moçambola), nomeadamente o Costa do Sol e o Ferroviário de Maputo marcaram passo na corrida pelo título ao empatarem frente a HCB (2-2) e Textáfrica (0-0), respectivamente, em desafios realizados ontem a contar para 16ª jornada.

O tanzaniano Victor Costa, tentando livrar-se de Toni II
Tanto “canarinhos” como “locomotivas” jogaram com adversários que têm vindo a demonstrar qualidade ao longo do campeonato, embora para o caso dos “fabris” isso contraste com a modesta posição que ocupam na tabela classificativa.

Os comandados de João Chissano eram os que teoricamente tinham a missão mais espinhosa, visto que a HCB, orientada pelo último técnico a conquistar a prova, Mussá Osman, no ano passado ao leme do barco do Ferroviário de Maputo, está claramente a subir de forma, ocupando a sexta posição.

Já o Ferroviário não foi capaz de desencravar a espinha que tem na garganta desde aquela surpreende desaire da primeira volta ante o Textáfrica, que foi ao Estádio da Machava vencer os campeões nacionais por 2-0.

Quem tirou maior proveito das derrotas do Costa do Sol e o Ferroviário foram a Liga Muçulmana e o Desportivo, que deram um salto qualitativo na classificação.

Os muçulmanos, que já eram líderes, consolidaram este estatuto ao venceram fora o FC Lichinga, por 2-0, enquanto o Desportivo saltou da quarta para a segunda posição ao ganhar ao “lanterna vermelha”, Ferroviário de Nacala, por 1-0, em partida realizada no Estádio 25 de Junho em Nampula. Os comandados de Artur Semedo reagiram de forma categórica ao percalço sofrido na quarta-feira passada ao serem eliminados da Taça de Moçambique.

O Maxaquene, outro crónico candidato ao “título”, regressou às vitórias no Moçambola ao bater em casa o Ferroviário de Nampula, por 1-0. Os “tricolores” puseram fim a um jejum de quatro jogos sem ganhar e subiram na classificação da sétima para a quinta posição graças também ao empate do HCB e às derrotas do FC Lichinga e do Ferroviário da Beira.

Os beirenses perderam no sábado, na abertura da ronda, diante do Atlético Muçulmano por 1-0. Sublinhe-se que o Atlético foi orientado por Danito Nhamposse, que passou a desempenhar as funções de jogador e treinador após as suspensões de Arnaldo Salvado e Garrincha, técnico principal e adjunto, respectivamente.

O Matchedje obteve a vitória mais avolumada da jornada ao superar o Chingale, por 3-1 e passou da nona para a sétima posição.

Na próxima jornada, a 17ª, estão agendados os seguintes jogos: Desportivo-Maxaquene; Fer. de Nampula-Textáfrica; Fer.de Maputo-Matchedje; Chingale-HCB; Costa do Sol-Atlético Muçulmano; Fer. da Beira-FC Lichinga e Liga Muçulmana-Fer. de Nacala.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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A PROVÍNCIA de Manica insurgiu-se nos derradeiros dias do IX Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares, que decorre em Lichinga, e pode ser confirmada hoje, dia do encerramento do evento, vencedora absoluta, uma vez que as contas mostram que conquistou maior número de medalhas de ouro, em consequência do domínio evidenciado na maior parte das modalidades que corporizam a maior festa desportiva escolar.

Manica insurge-se e provável vencedor absoluto do festiva
Manica esteve no pódio nas modalidades de futebol masculino, basquetebol feminino, atletismo, voleibol e xadrez feminino, à frente de Zambézia e Maputo cidade, que eram tidas como principais favoritas desta edição.

Porém, tudo terá ficado claro após as contas de atletismo, que foram feitas toda a noite de ontem. Mas a nossa contabilidade dá indicações de que Manica terá sido o mais cotado, com a vantagem de ter conquistado maior número de provas colectivas.

A maior decepção foi logicamente a Zambézia, que após marcar presença em peso nas diversas finais caiu nas modalidades de futebol e andebol masculino e xadrez feminino. A sua grandeza reduziu-se às modalidades de basquetebol, voleibol e xadrez masculinos, nas quais chegou ao pódio.

Zambézia derrotou na final de basquetebol masculino a Cidade de Maputo por 82-81 já na derradeira etapa do jogo. Foi aqui onde realmente vingou-se e assim poderá sonhar com os lugares cimeiros na classificação geral das modalidades. Zambézia não teve mesma sorte em basquetebol feminino, onde perdeu na final com Manica por 51-53.

A queda dos zambezianos começou na final de futebol masculino com Manica, que ambos dominaram nas séries “A” e “B” sem conhecer o sabor amargo da derrota, estendendo-se para o andebol masculino e xadrez feminino, onde deixaram os títulos nas mãos de Maputo cidade e Manica.

Maputo cidade esteve igualmente aquém das expectativas. O seu sucesso resume-se apenas ao andebol masculino e ginástica, modalidade que é nova a nível do festival. Caiu na final de voleibol feminino, depois de falhar a presença na final masculina, como era de esperar. Não esteve igualmente nas finais de xadrez, modalidade que vem dominando desde que foi introduzido neste evento.

Porém, a pior decepção foi de Maputo província, que não marcou presença em sequer uma única final.

ZAMBÉZIA CHORA

Foi muito triste e difícil de gerir a queda livre da Zambézia na hora de fazer a história destes jogos, depois de ter feito tudo a seu favor nas diversas modalidades, sobretudo no futebol, onde havia dado claras indicações de que o título seria seu, ao dominar a série “A” que se adivinhava mais competitiva, tendo em conta a presença das selecções de Maputo cidade e província que, porém, acabaram se rendendo a selecções como Gaza, segundo deste grupo e Niassa.

Zambézia acabou provando ao contrário do que estava previsto, ao aceitar derrota frente a Manica. Foi um golpe a doer, pelo que Manica nunca havia entrado nos prognósticos da modalidade rei a nível desta competição, assim como manda dizer a história dos Jogos Escolares. Porém, a formação do planalto deu-se ao luxo de manietar os zambezianos, invertendo a vantagem para si já na segunda metade do período complementar, depois da igualdade a um tento.

Por seu turno, Gaza deixou claro que vinha bem preparada para fazer face aos tidos como mais fortes e acabou arrancando terceiro lugar com o triunfo diante de Maputo Província (2-1).

O técnico da formação zambeziana, José Manuel, atirou as culpas para a irregularidade do piso do Estádio 1º de Maio, que está a tornar-se cada vez mais pelado face ao mau tratamento do relvado e a carga de jogos que recebe.

Enquanto isso, o treinador da selecção de Manica, Arlindo Manuel, realçou que as duas equipas jogaram em igualdade de circunstâncias, sendo que partiram para a fase final na condição de primeiros classificados dos grupos e ambos sem derrotas. Para Arlindo Manuel, Manica demonstrou que é superior, tendo demonstrado a sua frieza durante os 80 minutos regulamentares.

NIASSA CONFORMA-SE

Tudo justificava, à entrada para estes Jogos, que Niassa teria uma palavra a dizer nestes jogos, mas acabou sendo arrastado pelas fragilidades que foi paulatinamente registando ao longo das competições, a começar pelo futebol e basquetebol masculino, competições nas quais resistiu perante os mais fortes.

Não transitou à fase seguinte face à inexperiência. Contudo, esteve à altura de salvar a honra, em futebol feminino, derrotando na final Gaza na marcação de grandes penalidades, depois de um empate a dois tentos no tempo regulamentar. Marcou três “penaltes” contra dois do adversário. De salientar que Gaza acompanhou Niassa na série “A” de apuramento para a fase seguinte.

No entanto, Inhambane, que era detentor do título feminino e que liderou a série “B” à frente de Manica, contentou-se com o terceiro lugar, com a vitória diante de Manica (2-1).

SALVADOR NHANTUMBO, em Lichinga

publicado por Vaxko Zakarias às 11:59
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A PROVÍNCIA de Manica insurgiu-se nos derradeiros dias do IX Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares, que decorre em Lichinga, e pode ser confirmada hoje, dia do encerramento do evento, vencedora absoluta, uma vez que as contas mostram que conquistou maior número de medalhas de ouro, em consequência do domínio evidenciado na maior parte das modalidades que corporizam a maior festa desportiva escolar.

Manica insurge-se e provável vencedor absoluto do festiva
Manica esteve no pódio nas modalidades de futebol masculino, basquetebol feminino, atletismo, voleibol e xadrez feminino, à frente de Zambézia e Maputo cidade, que eram tidas como principais favoritas desta edição.

Porém, tudo terá ficado claro após as contas de atletismo, que foram feitas toda a noite de ontem. Mas a nossa contabilidade dá indicações de que Manica terá sido o mais cotado, com a vantagem de ter conquistado maior número de provas colectivas.

A maior decepção foi logicamente a Zambézia, que após marcar presença em peso nas diversas finais caiu nas modalidades de futebol e andebol masculino e xadrez feminino. A sua grandeza reduziu-se às modalidades de basquetebol, voleibol e xadrez masculinos, nas quais chegou ao pódio.

Zambézia derrotou na final de basquetebol masculino a Cidade de Maputo por 82-81 já na derradeira etapa do jogo. Foi aqui onde realmente vingou-se e assim poderá sonhar com os lugares cimeiros na classificação geral das modalidades. Zambézia não teve mesma sorte em basquetebol feminino, onde perdeu na final com Manica por 51-53.

A queda dos zambezianos começou na final de futebol masculino com Manica, que ambos dominaram nas séries “A” e “B” sem conhecer o sabor amargo da derrota, estendendo-se para o andebol masculino e xadrez feminino, onde deixaram os títulos nas mãos de Maputo cidade e Manica.

Maputo cidade esteve igualmente aquém das expectativas. O seu sucesso resume-se apenas ao andebol masculino e ginástica, modalidade que é nova a nível do festival. Caiu na final de voleibol feminino, depois de falhar a presença na final masculina, como era de esperar. Não esteve igualmente nas finais de xadrez, modalidade que vem dominando desde que foi introduzido neste evento.

Porém, a pior decepção foi de Maputo província, que não marcou presença em sequer uma única final.

ZAMBÉZIA CHORA

Foi muito triste e difícil de gerir a queda livre da Zambézia na hora de fazer a história destes jogos, depois de ter feito tudo a seu favor nas diversas modalidades, sobretudo no futebol, onde havia dado claras indicações de que o título seria seu, ao dominar a série “A” que se adivinhava mais competitiva, tendo em conta a presença das selecções de Maputo cidade e província que, porém, acabaram se rendendo a selecções como Gaza, segundo deste grupo e Niassa.

Zambézia acabou provando ao contrário do que estava previsto, ao aceitar derrota frente a Manica. Foi um golpe a doer, pelo que Manica nunca havia entrado nos prognósticos da modalidade rei a nível desta competição, assim como manda dizer a história dos Jogos Escolares. Porém, a formação do planalto deu-se ao luxo de manietar os zambezianos, invertendo a vantagem para si já na segunda metade do período complementar, depois da igualdade a um tento.

Por seu turno, Gaza deixou claro que vinha bem preparada para fazer face aos tidos como mais fortes e acabou arrancando terceiro lugar com o triunfo diante de Maputo Província (2-1).

O técnico da formação zambeziana, José Manuel, atirou as culpas para a irregularidade do piso do Estádio 1º de Maio, que está a tornar-se cada vez mais pelado face ao mau tratamento do relvado e a carga de jogos que recebe.

Enquanto isso, o treinador da selecção de Manica, Arlindo Manuel, realçou que as duas equipas jogaram em igualdade de circunstâncias, sendo que partiram para a fase final na condição de primeiros classificados dos grupos e ambos sem derrotas. Para Arlindo Manuel, Manica demonstrou que é superior, tendo demonstrado a sua frieza durante os 80 minutos regulamentares.

NIASSA CONFORMA-SE

Tudo justificava, à entrada para estes Jogos, que Niassa teria uma palavra a dizer nestes jogos, mas acabou sendo arrastado pelas fragilidades que foi paulatinamente registando ao longo das competições, a começar pelo futebol e basquetebol masculino, competições nas quais resistiu perante os mais fortes.

Não transitou à fase seguinte face à inexperiência. Contudo, esteve à altura de salvar a honra, em futebol feminino, derrotando na final Gaza na marcação de grandes penalidades, depois de um empate a dois tentos no tempo regulamentar. Marcou três “penaltes” contra dois do adversário. De salientar que Gaza acompanhou Niassa na série “A” de apuramento para a fase seguinte.

No entanto, Inhambane, que era detentor do título feminino e que liderou a série “B” à frente de Manica, contentou-se com o terceiro lugar, com a vitória diante de Manica (2-1).

SALVADOR NHANTUMBO, em Lichinga

publicado por Vaxko Zakarias às 11:59
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OURO PRATA BRONZE TOTAL

Imagem Corporativa dos 2º.s Jogos da Lusofonia
BRASIL 32 19 17 68

Portugal 21 31 11 63

Angola 3 2 7 12

Macau 1 3 5 9

Índia 1 1 5 7

São Tomé e Príncipe 1 1 5 7

Cabo Verde 1 0 4 5

Sri Lanka 1 0 4 5

Moçambique 0 2 2 4

Guiné Bissau 0 0 0 0

Guiné Equatorial 0 0 0 0

Timor-Leste 0 0 0 0

publicado por Vaxko Zakarias às 11:39
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OURO PRATA BRONZE TOTAL

Imagem Corporativa dos 2º.s Jogos da Lusofonia
BRASIL 32 19 17 68

Portugal 21 31 11 63

Angola 3 2 7 12

Macau 1 3 5 9

Índia 1 1 5 7

São Tomé e Príncipe 1 1 5 7

Cabo Verde 1 0 4 5

Sri Lanka 1 0 4 5

Moçambique 0 2 2 4

Guiné Bissau 0 0 0 0

Guiné Equatorial 0 0 0 0

Timor-Leste 0 0 0 0

publicado por Vaxko Zakarias às 11:39
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LOGO à partida, esperava-se no Estádio 25 de Setembro um jogo de emoções fortes, independentemente da classificação e do momento que as duas equipas atravessam no presente Moçambola.

Desportivo festejando o título (A. Marrengula)

O Ferroviário de Nacala encontra-se na cauda da tabela classificativa e o Desportivo num dos lugares cimeiros, daí que se depreende que a maior responsabilidade estava do lado dos visitantes.

Contudo, a equipa treinada por Uzaras Mohmed, o último campeão nacional pelos “alvi-negros”, entrou bem no jogo, trocando a bola e procurando criar espaços, até porque os minutos iniciais faziam prever que o marcador seria inaugurado pelos “locomotivas” de Nacala, mas pecando por falta de visão e calma necessária na hora da verdade.

Por seu lado, na sua primeira jogada de ataque o Desportivo de Maputo poderia ter inaugurado o marcador através de Muandro, após um bom trabalho do seu colega Zainadine, aos 18 minutos. A partir daqui o Desportivo foi tendo outras oportunidades de marcar e não aconteceram devido à boa resposta do guarda- redes Abdala, que esteve bem.

A partida ia tendo uma toada de equilíbrio, ora com os “locomotivas” a terem posse de bola, mas sem grandes consequências, ora os “alvi-negros” a apossarem-se dela e a rumarem mais esclarecidos à área adversária. O único tento da partida surgiria aos 55 minutos, por intermédio de Zainadine.

Com o golo o Desportivo saiu-se mais afoito e interventivo, protagonizando jogadas de perigo que muitas vezes eram anuladas com as defesas espectaculares de Abdala.

Ficha Técnica:

Árbitro: António Massango, auxiliado por Alberto Miambo e Daniel Viegas.

Ferroviário de Nacala: Abdala, Tamathe, Abdul, Alberto, Edmundo, Wazir (Tovela, Fala- Fala), Phondo, Custódio (Valy), Telinho, Pinto e Ivan.

Desportivo: Marcelino, Zainadine, Nelinho, Aníbel (Binó),Sonito (Secanhe), Muandro, Mayonda, Josué, Mexer (Tsitcho), Matombe e Emídio.

Acção Disciplinar: amarelos para Telinho e Edmundo, todos do Ferroviário.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 11:34
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LOGO à partida, esperava-se no Estádio 25 de Setembro um jogo de emoções fortes, independentemente da classificação e do momento que as duas equipas atravessam no presente Moçambola.

Desportivo festejando o título (A. Marrengula)

O Ferroviário de Nacala encontra-se na cauda da tabela classificativa e o Desportivo num dos lugares cimeiros, daí que se depreende que a maior responsabilidade estava do lado dos visitantes.

Contudo, a equipa treinada por Uzaras Mohmed, o último campeão nacional pelos “alvi-negros”, entrou bem no jogo, trocando a bola e procurando criar espaços, até porque os minutos iniciais faziam prever que o marcador seria inaugurado pelos “locomotivas” de Nacala, mas pecando por falta de visão e calma necessária na hora da verdade.

Por seu lado, na sua primeira jogada de ataque o Desportivo de Maputo poderia ter inaugurado o marcador através de Muandro, após um bom trabalho do seu colega Zainadine, aos 18 minutos. A partir daqui o Desportivo foi tendo outras oportunidades de marcar e não aconteceram devido à boa resposta do guarda- redes Abdala, que esteve bem.

A partida ia tendo uma toada de equilíbrio, ora com os “locomotivas” a terem posse de bola, mas sem grandes consequências, ora os “alvi-negros” a apossarem-se dela e a rumarem mais esclarecidos à área adversária. O único tento da partida surgiria aos 55 minutos, por intermédio de Zainadine.

Com o golo o Desportivo saiu-se mais afoito e interventivo, protagonizando jogadas de perigo que muitas vezes eram anuladas com as defesas espectaculares de Abdala.

Ficha Técnica:

Árbitro: António Massango, auxiliado por Alberto Miambo e Daniel Viegas.

Ferroviário de Nacala: Abdala, Tamathe, Abdul, Alberto, Edmundo, Wazir (Tovela, Fala- Fala), Phondo, Custódio (Valy), Telinho, Pinto e Ivan.

Desportivo: Marcelino, Zainadine, Nelinho, Aníbel (Binó),Sonito (Secanhe), Muandro, Mayonda, Josué, Mexer (Tsitcho), Matombe e Emídio.

Acção Disciplinar: amarelos para Telinho e Edmundo, todos do Ferroviário.

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 11:34
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A EQUIPA da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa empatou ontem no Campo do Desportivo de Tete por duas bolas com o Costa do Sol, uma partida que valeu apenas pelos quatro golos marcados apenas em 45 minutos da partida.

 Lotaria dos penaltes dá vitória aos “canarinhos”
Foi um jogo muito rápido durante a primeira parte, com o Costa do Sol a jogar a favor de vento e a pressionar o sector defensivo do adversário, que apenas pôde mostrar-se presente no meio-campo adversário por via de jogadas de contra-ataque.Num desses contra-ataques, os homens de Mussá Osman aproveitaram-se de uma desatenção dos defensores canarinhos para se adiantarem no marcador, num autogolo de Nhabanga.

Os camandados por João Chissano não cruzaram os braços e continuaram a exercer maior pressão ao adversário. Aos 22 minutos, Josimar recebe a bola de Alvarito, corre e atravessa a linha divisória do campo, esticou-se até à zona central da ala esquerda e endossou a bola a Ruben, que à entrada da pequena área da baliza defendida por Chico foi derrubado pelo defesa Bila. A grande penalidade foi convertida por Perry.

Com a partida empatada a um tento, as equipas voltaram a trocar a bola no meio-campo do HCB e como corolário destas jogadas de insistência veio o segundo golo do Costa do Sol, quando já decorriam 41 minutos, num livre Alvarito.

Quando se esperava que o Costa do Sol sairia a ganhar nos primeiros 45 minutos, surge o golo da HCB, em mais um contra-ataque. Venâncio passa a linha divisória do campo e entra pelo extremo direito até à linha de fundo e cruza em meia altura para a bola parar nos pés de Aurito. Este galga alguns metros e entra na pequena área e quando se preparava para o cruzamento choca com Dito e cai. O árbitro manda marcar uma grande penalidade. Amílcar, chamado a cobrar, marcou o golo de empate aos 45 minutos.

Na segunda metade da partida, nada mais se viu senão o Costa do Sol a correr a procura de uma sorte para ganhar os três pontos em disputa e o HCB como sempre nos habituou, a defender-se com garras e unhas.

A arbitragem de Ainad Ussene, coadjuvado por Arsénio Marrengula, Carlos Paulino e Isabel Abreu não sofre contestações por nossa parte e não influenciou no resultado.

FICHA TÉCNICA

HCB: Chico, Bila, Antoninho, King, Venâncio, Dangalira, Eládio, Henry, Amilcar, Aurito e Gito. Jogou ainda Paito

OSTA DO SOL: Antoninho, Jonas, Nhabanga, Dito, Kito, Silvério, Josimar, Ruben, Alvarito, Tó e Perry. Suplentes usados Marrufu, Elfidio e Vasil

Acção Disciplinar: Vermelho directo a Bila da HCB por agressão sem bola a Alvarito. Amarelos para Antoninho e Nhabanga, da HCB e do Costa do Sol, respectivamente, por anti-jogo.

BERNARDO CARLOS

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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A EQUIPA da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa empatou ontem no Campo do Desportivo de Tete por duas bolas com o Costa do Sol, uma partida que valeu apenas pelos quatro golos marcados apenas em 45 minutos da partida.

 Lotaria dos penaltes dá vitória aos “canarinhos”
Foi um jogo muito rápido durante a primeira parte, com o Costa do Sol a jogar a favor de vento e a pressionar o sector defensivo do adversário, que apenas pôde mostrar-se presente no meio-campo adversário por via de jogadas de contra-ataque.Num desses contra-ataques, os homens de Mussá Osman aproveitaram-se de uma desatenção dos defensores canarinhos para se adiantarem no marcador, num autogolo de Nhabanga.

Os camandados por João Chissano não cruzaram os braços e continuaram a exercer maior pressão ao adversário. Aos 22 minutos, Josimar recebe a bola de Alvarito, corre e atravessa a linha divisória do campo, esticou-se até à zona central da ala esquerda e endossou a bola a Ruben, que à entrada da pequena área da baliza defendida por Chico foi derrubado pelo defesa Bila. A grande penalidade foi convertida por Perry.

Com a partida empatada a um tento, as equipas voltaram a trocar a bola no meio-campo do HCB e como corolário destas jogadas de insistência veio o segundo golo do Costa do Sol, quando já decorriam 41 minutos, num livre Alvarito.

Quando se esperava que o Costa do Sol sairia a ganhar nos primeiros 45 minutos, surge o golo da HCB, em mais um contra-ataque. Venâncio passa a linha divisória do campo e entra pelo extremo direito até à linha de fundo e cruza em meia altura para a bola parar nos pés de Aurito. Este galga alguns metros e entra na pequena área e quando se preparava para o cruzamento choca com Dito e cai. O árbitro manda marcar uma grande penalidade. Amílcar, chamado a cobrar, marcou o golo de empate aos 45 minutos.

Na segunda metade da partida, nada mais se viu senão o Costa do Sol a correr a procura de uma sorte para ganhar os três pontos em disputa e o HCB como sempre nos habituou, a defender-se com garras e unhas.

A arbitragem de Ainad Ussene, coadjuvado por Arsénio Marrengula, Carlos Paulino e Isabel Abreu não sofre contestações por nossa parte e não influenciou no resultado.

FICHA TÉCNICA

HCB: Chico, Bila, Antoninho, King, Venâncio, Dangalira, Eládio, Henry, Amilcar, Aurito e Gito. Jogou ainda Paito

OSTA DO SOL: Antoninho, Jonas, Nhabanga, Dito, Kito, Silvério, Josimar, Ruben, Alvarito, Tó e Perry. Suplentes usados Marrufu, Elfidio e Vasil

Acção Disciplinar: Vermelho directo a Bila da HCB por agressão sem bola a Alvarito. Amarelos para Antoninho e Nhabanga, da HCB e do Costa do Sol, respectivamente, por anti-jogo.

BERNARDO CARLOS

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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Maxaquene-Fer. Nampula (1-0)

Textáfrica-Fer. Maputo (0-0)

imagem corporativa do moçambola
Matchedje-Chingale (3-1)

HCB-Costa do Sol (2-2)

Atlético-Fer.Beira (1-0)

FC Lichinga- Liga Muçulmana (0-2)

Fer.Nacala – Desportivo (0-1)

J V E D B P

1º Liga Muçulmana 16 11 1 4 21-7 34

2º Desportivo 16 9 5 2 15-7 32

3º Costa do Sol 16 9 3 3 23-11 31

4º Fer. Maputo 16 9 3 4 25-13 30

5º Maxaquene 16 7 4 5 14-9 25

6º HCB de Songo 16 6 6 4 11-10 24

7º Matchedje 16 6 5 5 14-11 23

8º Ferroviário da Beira 16 5 8 3 10-7 23

9º FC Lichinga 16 5 4 7 13-23 22

10º Atlético Muçulmano 16 5 6 5 7-10 21

11º Chingale 16 3 5 8 14-20 14

12º Textáfrica 16 4 2 10 9-15 14

13º Ferroviário de Nampula 16 1 7 8 6-14 10

14º Ferroviário de Nacala 16 1 2 13 5-27 05

PRÓXIMA JORNADA (17ª)

SÁBADO

Campo do Costa do Sol

15:00 h -Costa do Sol-Atlético Muçulmano

DOMINGO

Estádio 1º de Maio/Standard Bank

15:00 h – Desportivo-Maxaquene (1-0)

Campo do Desportivo de Tete

15:00 h – Chingale-HCB (1-1)

Estádio 25 de Junho

15:00 h - Fer. de Nampula-Textáfrica (0-0)

Campo do Ferroviário da Beira

15:00 h -Fer. da Beira-FC Lichinga (0-0)

Campo do Maxaquene (Machava)

15:00 h – Liga Muçulmana-Fer. de Nacala (2-0)

QUARTA-FEIRA (29.07.09)

Estádio da Machava

15:00 h - Fer. Maputo – Matchedje (2-0)

Resultados da primeira volta

publicado por Vaxko Zakarias às 11:01
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Atlético-Fer.Beira (1-0)

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Fer.Nacala – Desportivo (0-1)

J V E D B P

1º Liga Muçulmana 16 11 1 4 21-7 34

2º Desportivo 16 9 5 2 15-7 32

3º Costa do Sol 16 9 3 3 23-11 31

4º Fer. Maputo 16 9 3 4 25-13 30

5º Maxaquene 16 7 4 5 14-9 25

6º HCB de Songo 16 6 6 4 11-10 24

7º Matchedje 16 6 5 5 14-11 23

8º Ferroviário da Beira 16 5 8 3 10-7 23

9º FC Lichinga 16 5 4 7 13-23 22

10º Atlético Muçulmano 16 5 6 5 7-10 21

11º Chingale 16 3 5 8 14-20 14

12º Textáfrica 16 4 2 10 9-15 14

13º Ferroviário de Nampula 16 1 7 8 6-14 10

14º Ferroviário de Nacala 16 1 2 13 5-27 05

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SÁBADO

Campo do Costa do Sol

15:00 h -Costa do Sol-Atlético Muçulmano

DOMINGO

Estádio 1º de Maio/Standard Bank

15:00 h – Desportivo-Maxaquene (1-0)

Campo do Desportivo de Tete

15:00 h – Chingale-HCB (1-1)

Estádio 25 de Junho

15:00 h - Fer. de Nampula-Textáfrica (0-0)

Campo do Ferroviário da Beira

15:00 h -Fer. da Beira-FC Lichinga (0-0)

Campo do Maxaquene (Machava)

15:00 h – Liga Muçulmana-Fer. de Nacala (2-0)

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