Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 31 DE Julho 2009

AMANHÃ o país vai jubilar. Jubilar de norte a sul. Jubilar porque, de norte a sul, estará “verdadeiramente unido”, via terrestre, com a inauguração da majestosa ponte sobre o Rio Zambeze, a Ponte Armando Emílio Guebuza.

Começa “fogo cruzado” sobre Liga Muçulmana

Múltiplos ganhos o país terá e múltiplos ganhos também teremos, desportivamente. E, como é óbvio, o Moçambola não será excepção com os inequívocos benefícios trazidos por este empreendimento que muito orgulha a nação moçambicana. Pois, paralelamente à festa que este fim-de-semana será vivida, de um modo especial em Chimuara, na Zambézia, e Caia, em Sofala, o campeonato levará os seus emocionantes momentos de futebol a diferentes cidades, emprestando também ao país a preciosa unidade.

Com a competitividade a crescer vertiginosamente, acompanhada dos mais díspares vaticínios, tendo em conta, acima de tudo, o nome do futuro campeão nacional, posto para o qual perfilam cinco formações, a 18ª jornada irá marcar, para a Liga Muçulmana, o início do “fogo cruzado”.

O início da etapa mais complexa da sua carreira, pois as suas pretensões de chegar ao título serão verdadeiramente postas à prova. Será, para o actual comandante destacado do Moçambola-2009, o período de resistir, com toda a abnegação necessária, para no fim festejar os louros, ou então se deixar trair pelas muitas vicissitudes que naturalmente vai enfrentar neste novo percurso que se abre.

E o começo do tormento dos “muçulmanos” não podia ser, nada mais, nada menos, que diante de um dos segundos classificados, o Desportivo, curiosamente, uma formação em crescendo, em todos os aspectos, e com um futebol qualitativamente agradável.

A seguir, entre os grandes, será a vez de enfrentarem o Costa do Sol, que, a despeito de algum mal-estar causado pelos resultados menos conseguidos nas últimas jornadas, é um candidato incontornável. É este, pois, o caminho que Neca e seus pupilos irão percorrer doravante e que exigirá deles máxima prudência e inteligência para se desenvencilharem deste colete-de-forças.

Numa jornada em que os outros três concorrentes ao “canecão”, Maxaquene, Ferroviário e Costa do Sol, escalam, respectivamente, Chimoio, Tete e Lichinga, o encontro entre Liga Muçulmana e Desportivo, a partir das 15.00 horas de domingo, no campo dos “tricolores”, na Machava, é encarado de uma forma muito especial pelos contendores e aguardado com invulgar expectativa pelos adeptos dos dois conjuntos, e não só. O bom futebol, “a priori”, está salvaguardado, tendo em conta a inquestionável capacidade dos artistas que estarão no relvado, digladiando-se pelo melhor resultado possível.

É verdade que, para a Liga Muçulmana, nenhum resultado altera a sua condição de guia do campeonato, dado que dispõe de uma vantagem de quatro pontos sobre os segundos classificados, porém, uma derrota não deixa de ter um efeito perverso, senão vejamos: se, neste momento, está de certo modo confortável, passaria para uma situação de apenas um ponto de dianteira, para imediatamente se encontrar com os “canarinhos”, outro adversário com quem disputa a liderança. Não seria, portanto, uma maré boa para navegar sem turbulência, embora a própria equipa esteja consciente de que será obrigada a atravessar autênticos tsunamis.

Não fosse a intempestiva igualdade frente ao Maxaquene, na ronda transacta, o Desportivo apresentar-se-ia perante a Liga Muçulmana sabendo que um triunfo seria sinónimo de ascensão ao comando.

Neste caso, tal não acontecerá, mesmo ganhando. No entanto, será um magnífico passo nas suas contas e um forte alicerce numa caminhada que, sem dar muito nas vistas, tem sido de uma qualidade invejável. Os “alvi-negros” revelam uma grande estrutura competitiva, aliada a um excelente sentido de entreajuda, pressupondo, desse modo, uma tarde de domingo espectacular na Machava.

TRIUNVIRATO EM VIAGEM

Não! Não se trata de viagens de mero passeio. Trata-se de viagens em que a indumentária terá de ser o fato-macaco. Nem Chimoio, nem Tete e Lichinga serão pontos de passagem com facilidade para o triunvirato maputense que para lá se desloca. Os adversários não aspiram lugares do topo, todavia, procuram na medida do possível melhorar a sua classificação.

À Soalpo, vai o Maxaquene. Um Maxaquene que precisa de se impor como um grande, mesmo reconhecendo, sozinho, que a questão do título poderá ter-se esfumado. É que, se assim não for, corre o risco de se deixar vulgarizar perante formações de menor expressão, algumas das quais, como é o caso do Textáfrica, com a corda ao pescoço. Aliás, é justamente por esta razão – aflição dos “fabris” do planalto de Manica – que os “tricolores” devem encarar esta deslocação com acrescidas responsabilidades.

Grande incógnita é como se pode caracterizar a visita do Ferroviário a Tete, onde será recebido pelo HCB de Songo. Uma incógnita ditada por vários factores, nomeadamente um adversário bastante ambicioso e a fazer um brilhante campeonato, um técnico, Mussá Osman, que conhece os “locomotivas” com a palma da sua mão e à frente dos quais foi campeão nacional. À magnífica movimentação de Luís e Jerry, certamente que Mussá terá a devida resposta. Por isso, o Ferroviário deve admitir que terá uma partida extremamente difícil.

E os “canarinhos”? É verdade que Lichinga não está a ser o mesmo palco em que os dinossauros temiam da sua sobrevivência, no entanto, não há lugar para embandeirar em arco. O Costa do Sol está muito pressionado.

Treinador e jogadores sentem-se como se estivessem em dívida para com os adeptos, cuja insatisfação foi expressa após o nulo da jornada passada. A calma e serenidade são o remédio recomendado nestas ocasiões, mas o FC Lichinga, no Estádio Municipal 1º de Maio, pode vir a agravar a ferida e aí a confusão subir de tom.

Noutros embates, a discussão entre Atlético Muçulmano e Chingale, no ex-campo do Maxaquene, na Baixa, promete algum desequilíbrio, com a formação de Arnaldo Salvado levando vantagem.

No Estádio 25 de Junho, a visita do Ferroviário da Beira é aguarda com apreensão, pois pode contribuir para o alargamento do fosso em que se encontrado mergulhado o seu homónimo de Nacala. Na única partida agendada para a tarde de amanhã, Matchedje defronta Ferroviário de Nampula, no Estádio da Machava, prevendo-se que os “militares”, agora já com as baterias na frente ofensiva, levem à melhor e deteriorando ainda mais a precária situação dos “locomotivas” da capital nortenha.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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AMANHÃ o país vai jubilar. Jubilar de norte a sul. Jubilar porque, de norte a sul, estará “verdadeiramente unido”, via terrestre, com a inauguração da majestosa ponte sobre o Rio Zambeze, a Ponte Armando Emílio Guebuza.

Começa “fogo cruzado” sobre Liga Muçulmana

Múltiplos ganhos o país terá e múltiplos ganhos também teremos, desportivamente. E, como é óbvio, o Moçambola não será excepção com os inequívocos benefícios trazidos por este empreendimento que muito orgulha a nação moçambicana. Pois, paralelamente à festa que este fim-de-semana será vivida, de um modo especial em Chimuara, na Zambézia, e Caia, em Sofala, o campeonato levará os seus emocionantes momentos de futebol a diferentes cidades, emprestando também ao país a preciosa unidade.

Com a competitividade a crescer vertiginosamente, acompanhada dos mais díspares vaticínios, tendo em conta, acima de tudo, o nome do futuro campeão nacional, posto para o qual perfilam cinco formações, a 18ª jornada irá marcar, para a Liga Muçulmana, o início do “fogo cruzado”.

O início da etapa mais complexa da sua carreira, pois as suas pretensões de chegar ao título serão verdadeiramente postas à prova. Será, para o actual comandante destacado do Moçambola-2009, o período de resistir, com toda a abnegação necessária, para no fim festejar os louros, ou então se deixar trair pelas muitas vicissitudes que naturalmente vai enfrentar neste novo percurso que se abre.

E o começo do tormento dos “muçulmanos” não podia ser, nada mais, nada menos, que diante de um dos segundos classificados, o Desportivo, curiosamente, uma formação em crescendo, em todos os aspectos, e com um futebol qualitativamente agradável.

A seguir, entre os grandes, será a vez de enfrentarem o Costa do Sol, que, a despeito de algum mal-estar causado pelos resultados menos conseguidos nas últimas jornadas, é um candidato incontornável. É este, pois, o caminho que Neca e seus pupilos irão percorrer doravante e que exigirá deles máxima prudência e inteligência para se desenvencilharem deste colete-de-forças.

Numa jornada em que os outros três concorrentes ao “canecão”, Maxaquene, Ferroviário e Costa do Sol, escalam, respectivamente, Chimoio, Tete e Lichinga, o encontro entre Liga Muçulmana e Desportivo, a partir das 15.00 horas de domingo, no campo dos “tricolores”, na Machava, é encarado de uma forma muito especial pelos contendores e aguardado com invulgar expectativa pelos adeptos dos dois conjuntos, e não só. O bom futebol, “a priori”, está salvaguardado, tendo em conta a inquestionável capacidade dos artistas que estarão no relvado, digladiando-se pelo melhor resultado possível.

É verdade que, para a Liga Muçulmana, nenhum resultado altera a sua condição de guia do campeonato, dado que dispõe de uma vantagem de quatro pontos sobre os segundos classificados, porém, uma derrota não deixa de ter um efeito perverso, senão vejamos: se, neste momento, está de certo modo confortável, passaria para uma situação de apenas um ponto de dianteira, para imediatamente se encontrar com os “canarinhos”, outro adversário com quem disputa a liderança. Não seria, portanto, uma maré boa para navegar sem turbulência, embora a própria equipa esteja consciente de que será obrigada a atravessar autênticos tsunamis.

Não fosse a intempestiva igualdade frente ao Maxaquene, na ronda transacta, o Desportivo apresentar-se-ia perante a Liga Muçulmana sabendo que um triunfo seria sinónimo de ascensão ao comando.

Neste caso, tal não acontecerá, mesmo ganhando. No entanto, será um magnífico passo nas suas contas e um forte alicerce numa caminhada que, sem dar muito nas vistas, tem sido de uma qualidade invejável. Os “alvi-negros” revelam uma grande estrutura competitiva, aliada a um excelente sentido de entreajuda, pressupondo, desse modo, uma tarde de domingo espectacular na Machava.

TRIUNVIRATO EM VIAGEM

Não! Não se trata de viagens de mero passeio. Trata-se de viagens em que a indumentária terá de ser o fato-macaco. Nem Chimoio, nem Tete e Lichinga serão pontos de passagem com facilidade para o triunvirato maputense que para lá se desloca. Os adversários não aspiram lugares do topo, todavia, procuram na medida do possível melhorar a sua classificação.

À Soalpo, vai o Maxaquene. Um Maxaquene que precisa de se impor como um grande, mesmo reconhecendo, sozinho, que a questão do título poderá ter-se esfumado. É que, se assim não for, corre o risco de se deixar vulgarizar perante formações de menor expressão, algumas das quais, como é o caso do Textáfrica, com a corda ao pescoço. Aliás, é justamente por esta razão – aflição dos “fabris” do planalto de Manica – que os “tricolores” devem encarar esta deslocação com acrescidas responsabilidades.

Grande incógnita é como se pode caracterizar a visita do Ferroviário a Tete, onde será recebido pelo HCB de Songo. Uma incógnita ditada por vários factores, nomeadamente um adversário bastante ambicioso e a fazer um brilhante campeonato, um técnico, Mussá Osman, que conhece os “locomotivas” com a palma da sua mão e à frente dos quais foi campeão nacional. À magnífica movimentação de Luís e Jerry, certamente que Mussá terá a devida resposta. Por isso, o Ferroviário deve admitir que terá uma partida extremamente difícil.

E os “canarinhos”? É verdade que Lichinga não está a ser o mesmo palco em que os dinossauros temiam da sua sobrevivência, no entanto, não há lugar para embandeirar em arco. O Costa do Sol está muito pressionado.

Treinador e jogadores sentem-se como se estivessem em dívida para com os adeptos, cuja insatisfação foi expressa após o nulo da jornada passada. A calma e serenidade são o remédio recomendado nestas ocasiões, mas o FC Lichinga, no Estádio Municipal 1º de Maio, pode vir a agravar a ferida e aí a confusão subir de tom.

Noutros embates, a discussão entre Atlético Muçulmano e Chingale, no ex-campo do Maxaquene, na Baixa, promete algum desequilíbrio, com a formação de Arnaldo Salvado levando vantagem.

No Estádio 25 de Junho, a visita do Ferroviário da Beira é aguarda com apreensão, pois pode contribuir para o alargamento do fosso em que se encontrado mergulhado o seu homónimo de Nacala. Na única partida agendada para a tarde de amanhã, Matchedje defronta Ferroviário de Nampula, no Estádio da Machava, prevendo-se que os “militares”, agora já com as baterias na frente ofensiva, levem à melhor e deteriorando ainda mais a precária situação dos “locomotivas” da capital nortenha.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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ALEX Alves está de regresso ao comando técnico do Textáfrica, com um objectivo bem vincado: a manutenção no Moçambola.

ALEX Alves está de regresso ao comando técnico do Textáfrica
O técnico brasileiro regressa aos “fabris” da Soalpo 40 dias depois de ter sido convidado a demitir-se, devido aos maus resultados, tendo para o seu lugar sido indicado Miguel Júnior, ora afastado após a derrota (1-2) frente ao Ferroviário de Nampula, no último fim-de-semana.

Neste seu regresso ao Textáfrica, Alex Alves depara-se com a árdua tarefa de tirar a equipa dos lugares da despromoção, pois ocupa a 12ª posição com 14 pontos. Com o objectivo de assegurar a manutenção, o técnico leva dois reforços, designadamente Telanta, um médio sul-africano, e Ítalo, um avançado brasileiro. Estas aquisições vêm colmatar, de alguma forma, a saída do avançado sul-africano Surprise, que há pouco mais de um mês se transferiu para o Helsinborg, da Suécia.

Falando ao “Notícias”, Alex Alves disse que tudo fará para tirar o clube dos lugares abaixo da linha de água. “Quando saí, o Textáfrica ocupava uma posição que lhe permitia se manter na prova. Mas o presidente entendeu que a equipa não estava a render e me afastou. Agora volto com mais força e disposto a recolocar o time num lugar que assegure a manutenção”.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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ALEX Alves está de regresso ao comando técnico do Textáfrica, com um objectivo bem vincado: a manutenção no Moçambola.

ALEX Alves está de regresso ao comando técnico do Textáfrica
O técnico brasileiro regressa aos “fabris” da Soalpo 40 dias depois de ter sido convidado a demitir-se, devido aos maus resultados, tendo para o seu lugar sido indicado Miguel Júnior, ora afastado após a derrota (1-2) frente ao Ferroviário de Nampula, no último fim-de-semana.

Neste seu regresso ao Textáfrica, Alex Alves depara-se com a árdua tarefa de tirar a equipa dos lugares da despromoção, pois ocupa a 12ª posição com 14 pontos. Com o objectivo de assegurar a manutenção, o técnico leva dois reforços, designadamente Telanta, um médio sul-africano, e Ítalo, um avançado brasileiro. Estas aquisições vêm colmatar, de alguma forma, a saída do avançado sul-africano Surprise, que há pouco mais de um mês se transferiu para o Helsinborg, da Suécia.

Falando ao “Notícias”, Alex Alves disse que tudo fará para tirar o clube dos lugares abaixo da linha de água. “Quando saí, o Textáfrica ocupava uma posição que lhe permitia se manter na prova. Mas o presidente entendeu que a equipa não estava a render e me afastou. Agora volto com mais força e disposto a recolocar o time num lugar que assegure a manutenção”.

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AMANHÃ

Estádio da Machava

15.00h – Matchedje-Fer. Nampula

imagem corporativa do moçambola
DOMINGO

Campo do Maxaquene (Machava)

15.00h – Liga Muçulmana-Desportivo

Ex-Campo do Maxaquene (Baixa)

15.00h – Atlético Muçulmano-Chingale

Campo do Desportivo de Tete

15.00h – HCB de Songo-Fer. Maputo

Campo da Soalpo

15.00h – Textáfrica-Maxaquene

Estádio 25 de Junho

15.00h – Fer. Nacala-Fer. Beira

Estádio Municipal 1º de Maio

15.00h – FC Lichinga-Costa do Sol

publicado por Vaxko Zakarias às 10:58
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DOMINGO

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15.00h – Liga Muçulmana-Desportivo

Ex-Campo do Maxaquene (Baixa)

15.00h – Atlético Muçulmano-Chingale

Campo do Desportivo de Tete

15.00h – HCB de Songo-Fer. Maputo

Campo da Soalpo

15.00h – Textáfrica-Maxaquene

Estádio 25 de Junho

15.00h – Fer. Nacala-Fer. Beira

Estádio Municipal 1º de Maio

15.00h – FC Lichinga-Costa do Sol

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CINCO recordes nacionais é o saldo conseguido pelos nadadores que participam nos Campeonato Mundial da modalidade que decorre desde o dia 19 deste mês em Roma, Itália.

No Campeonato Mundial de Natação: Moçambicanos batem cinco recordes nacionais
Para já está fora de hipóteses a possibilidade de a Selecção Nacional disputar lugares de pódio neste evento que conta com os melhores atletas do mundo.

Para este evento, a equipa técnica, constituída pela dupla Frederico dos Santos e Aristides Gumende, quer comparar o nível de nadadores nacionais ao de outros atletas africanos que compõem as selecções continentais que provavelmente farão igualmente parte do Campeonato Africano a realizar-se nas Maurícias em Outubro próximo. São os casos de Géssica Stagno e Jéssica Cossa, ambas do Golfinhos, e Faina Salate, do Ferroviário de Maputo, que constituem a base do grupo feminino. Aliás, do grupo que concorre para o “Africano” das Maurícias a equipa técnica optou pela escolha de femininos.

Entretanto, dos cinco recordes absolutos fixados até esta altura dois são individuais e foram batidos por Mónica Bernardo nos 100 metros mariposa, Leonel Matonse nos 50 mariposa e por Ivo Chilaúle nos 50 bruços.

Os máximos absolutos de estafetas foram registados nas provas de 4x100 metros livres masculinos e femininos. O recorde masculino foi conseguido pelo quarteto Leonel Matonse, Gerúsio Matonse, Ivo Chilaúle e Patrício Vera. O feminino foi fixado pelo também quarteto constituído por Mónica Bernardo, Géssica Stagno, Jéssica Cossa e Faina Salate também nos 4x100. Foram igualmente batidos dois recordes nacionais de categoria nos 50 e 100 metros costas por Jéssica Cossa.

Frederico dos Santos destacou que a participação moçambicana está a corresponder às expectativas, atendendo que apenas um recorde absoluto foi registado na época passada. A aposta nas estafetas, tendo em vista atacar os mínimos africanos e mundiais, está igualmente a surtir os efeitos desejados, o que se justifica pelo aparecimento dos dois recordes nacionais absolutos.

Mónica Bernardo é a nadadora com a melhor prestação individual, porém não estará presente nas Maurícias, porque está fora da idade estabelecida pela Federação Internacional de Natação (FINA) para o campeonato em perspectiva.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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CINCO recordes nacionais é o saldo conseguido pelos nadadores que participam nos Campeonato Mundial da modalidade que decorre desde o dia 19 deste mês em Roma, Itália.

No Campeonato Mundial de Natação: Moçambicanos batem cinco recordes nacionais
Para já está fora de hipóteses a possibilidade de a Selecção Nacional disputar lugares de pódio neste evento que conta com os melhores atletas do mundo.

Para este evento, a equipa técnica, constituída pela dupla Frederico dos Santos e Aristides Gumende, quer comparar o nível de nadadores nacionais ao de outros atletas africanos que compõem as selecções continentais que provavelmente farão igualmente parte do Campeonato Africano a realizar-se nas Maurícias em Outubro próximo. São os casos de Géssica Stagno e Jéssica Cossa, ambas do Golfinhos, e Faina Salate, do Ferroviário de Maputo, que constituem a base do grupo feminino. Aliás, do grupo que concorre para o “Africano” das Maurícias a equipa técnica optou pela escolha de femininos.

Entretanto, dos cinco recordes absolutos fixados até esta altura dois são individuais e foram batidos por Mónica Bernardo nos 100 metros mariposa, Leonel Matonse nos 50 mariposa e por Ivo Chilaúle nos 50 bruços.

Os máximos absolutos de estafetas foram registados nas provas de 4x100 metros livres masculinos e femininos. O recorde masculino foi conseguido pelo quarteto Leonel Matonse, Gerúsio Matonse, Ivo Chilaúle e Patrício Vera. O feminino foi fixado pelo também quarteto constituído por Mónica Bernardo, Géssica Stagno, Jéssica Cossa e Faina Salate também nos 4x100. Foram igualmente batidos dois recordes nacionais de categoria nos 50 e 100 metros costas por Jéssica Cossa.

Frederico dos Santos destacou que a participação moçambicana está a corresponder às expectativas, atendendo que apenas um recorde absoluto foi registado na época passada. A aposta nas estafetas, tendo em vista atacar os mínimos africanos e mundiais, está igualmente a surtir os efeitos desejados, o que se justifica pelo aparecimento dos dois recordes nacionais absolutos.

Mónica Bernardo é a nadadora com a melhor prestação individual, porém não estará presente nas Maurícias, porque está fora da idade estabelecida pela Federação Internacional de Natação (FINA) para o campeonato em perspectiva.

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A DESILUSÃO ditada pelo desempenho menos conseguido da selecção feminina de basquetebol nos II Jogos da Lusofonia, disputados recentemente em Lisboa, já lá vai.

Desfile de rainhas no regresso da prov
O mesmo sucede com a caminhada para esquecer de APolitécnica nas Universíadas Mundiais, realizadas em Belgrado. Agora, os adeptos da bola-ao-cesto concentram-se para as competições intramuros, cujo regresso, esta noite, contempla um verdadeiro desfile de rainhas, com o confronto entre Desportivo e a APolitécnica, a partir das 20.00 horas, no pavilhão das “alvi-negras”.

Nas quatro linhas estarão vários nomes sonantes do nosso básquete feminino, casos de Anabela Cossa, Kátia Halar, Nádia Rodrigues, Valerdina Manhonga e Ondina Nhampossa, pelas “alvi-negras”, Ana Flávia Azinheira, Aleia Rachide, Amélia Macamo e Tânia Wachene, do lado das “universitárias”, numa partida que se perspectiva bastante envolvente, dado que a questão do título continua em aberto e qualquer destes dois conjuntos ainda pode se sagrar campeão.

Referente à quinta jornada da segunda volta, este jogo será antecedido do Maxaquene-Ferroviário, às 18.45 horas, com as “locomotivas”, que também se perfilam na corrida ao título, em melhores condições de saírem vitoriosas.

Outro desafio da ronda colocará frente-a-frente APolitécnica “B” e Eagles, pelas 18.45 horas, no pavilhão do Estrela Vermelha, com a turma-viveiro das “universitárias” como favorita.

LIGA VODACOM

Depois do apuramento da Real Sociedade e do Desportivo da Beira, em representação do sul e do centro, respectivamente, a Liga Nacional de Basquetebol Vodacom estará novamente em acção a partir de hoje, com a disputa da fase regional norte, tendo como palco o pavilhão do Ferroviário de Nampula.

Quatro equipas concorrem à transição para a fase regional, designadamente Benfica de Quelimane, Ferroviário de Nampula, Académica de Lichinga e Desportivo de Pemba. De acordo com o programado, o sorteio da prova terá lugar esta manhã, para logo à noite se iniciar a disputa pela única vaga nortenha na próxima etapa.

À partida, duas formações apresentam-se como fortes candidatas ao primeiro lugar. Trata-se do Benfica de Quelimane e do Ferroviário de Nampula, mercê de alguma competição que foram tendo no período que antecedeu esta fase, cujos jogos serão disputados entre hoje e domingo.

Recorde-se que os apurados da fase regional – Real Sociedade e Desportivo da Beira já o fizeram – juntar-se-ão aos qualificados Ferroviário de Maputo, Maxaquene, Desportivo, Costa do Sol e Ferroviário da Beira. As oito equipas jogarão entre si no sistema de todos contra todos, em duas voltas, transitando os quatro primeiros para a fase dos “play-off”.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:50
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A DESILUSÃO ditada pelo desempenho menos conseguido da selecção feminina de basquetebol nos II Jogos da Lusofonia, disputados recentemente em Lisboa, já lá vai.

Desfile de rainhas no regresso da prov
O mesmo sucede com a caminhada para esquecer de APolitécnica nas Universíadas Mundiais, realizadas em Belgrado. Agora, os adeptos da bola-ao-cesto concentram-se para as competições intramuros, cujo regresso, esta noite, contempla um verdadeiro desfile de rainhas, com o confronto entre Desportivo e a APolitécnica, a partir das 20.00 horas, no pavilhão das “alvi-negras”.

Nas quatro linhas estarão vários nomes sonantes do nosso básquete feminino, casos de Anabela Cossa, Kátia Halar, Nádia Rodrigues, Valerdina Manhonga e Ondina Nhampossa, pelas “alvi-negras”, Ana Flávia Azinheira, Aleia Rachide, Amélia Macamo e Tânia Wachene, do lado das “universitárias”, numa partida que se perspectiva bastante envolvente, dado que a questão do título continua em aberto e qualquer destes dois conjuntos ainda pode se sagrar campeão.

Referente à quinta jornada da segunda volta, este jogo será antecedido do Maxaquene-Ferroviário, às 18.45 horas, com as “locomotivas”, que também se perfilam na corrida ao título, em melhores condições de saírem vitoriosas.

Outro desafio da ronda colocará frente-a-frente APolitécnica “B” e Eagles, pelas 18.45 horas, no pavilhão do Estrela Vermelha, com a turma-viveiro das “universitárias” como favorita.

LIGA VODACOM

Depois do apuramento da Real Sociedade e do Desportivo da Beira, em representação do sul e do centro, respectivamente, a Liga Nacional de Basquetebol Vodacom estará novamente em acção a partir de hoje, com a disputa da fase regional norte, tendo como palco o pavilhão do Ferroviário de Nampula.

Quatro equipas concorrem à transição para a fase regional, designadamente Benfica de Quelimane, Ferroviário de Nampula, Académica de Lichinga e Desportivo de Pemba. De acordo com o programado, o sorteio da prova terá lugar esta manhã, para logo à noite se iniciar a disputa pela única vaga nortenha na próxima etapa.

À partida, duas formações apresentam-se como fortes candidatas ao primeiro lugar. Trata-se do Benfica de Quelimane e do Ferroviário de Nampula, mercê de alguma competição que foram tendo no período que antecedeu esta fase, cujos jogos serão disputados entre hoje e domingo.

Recorde-se que os apurados da fase regional – Real Sociedade e Desportivo da Beira já o fizeram – juntar-se-ão aos qualificados Ferroviário de Maputo, Maxaquene, Desportivo, Costa do Sol e Ferroviário da Beira. As oito equipas jogarão entre si no sistema de todos contra todos, em duas voltas, transitando os quatro primeiros para a fase dos “play-off”.

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