Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 23 DE Junho 2009

Se a FIFA queria fazer da Taça das Confederações um teste para o Campeonato do Mundo, que realiza-se no próximo ano na África do Sul, o exame parece estar a correr mal.

Brazil na Taça das Confederações
Depois do Egipto, é agora a vez da selecção brasileira queixar-se de ter sido roubada no hotel onde está hospedada.

A revelação foi feita hoje pelo seleccionador brasileiro. Sem acrescentar grandes pormenores, Dunga afirmou que “houve um roubo no hotel”. Rodrigo Paiva, assessor de imprensa da selecção brasileira, acrescentou que desapareceu “um casaco” e “algum dinheiro” dos quartos do defesa Kleber e do fisioterapeuta Odir Carmo no hotel Centurion Lakehotel, em Pretória.

O assalto terá acontecido sexta-feira, quando a comitiva do Brasil participou num safari. Segundo Rodrigo Paiva, os responsáveis brasileiros já entraram em contacto com a polícia sul-africana.

Recorde-se que a comitiva egípcia já se tinha queixado de um assalto a alguns quartos do hotel onde está hospedada, em Joanesburgo. Um responsável da organização da prova referiu que “a segurança na Taça das Confederações é muito rigorosa” e que “ninguém pode entrar nos quartos sem autorização ou sem a devida acreditação” e o jornal The Independant on Sunday (citando um elemento da polícia) noticiou que os jogadores, que se queixaram do assalto, realizaram “uma festa” privada com direito a prostitutas. No entanto, este episódio com a selecção brasileira, volta a levantar muitas dúvidas sobre a segurança das selecções presentes na África do Sul.

Desde que escolheu a África do Sul para país anfitrião do Campeonato do Mundo de 2010, a FIFA tem sido alvo de críticas, sobretudo de países europeus, que alegam falta de condições de segurança no país.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:08
 O que é? |  O que é? | favorito

Se a FIFA queria fazer da Taça das Confederações um teste para o Campeonato do Mundo, que realiza-se no próximo ano na África do Sul, o exame parece estar a correr mal.

Brazil na Taça das Confederações
Depois do Egipto, é agora a vez da selecção brasileira queixar-se de ter sido roubada no hotel onde está hospedada.

A revelação foi feita hoje pelo seleccionador brasileiro. Sem acrescentar grandes pormenores, Dunga afirmou que “houve um roubo no hotel”. Rodrigo Paiva, assessor de imprensa da selecção brasileira, acrescentou que desapareceu “um casaco” e “algum dinheiro” dos quartos do defesa Kleber e do fisioterapeuta Odir Carmo no hotel Centurion Lakehotel, em Pretória.

O assalto terá acontecido sexta-feira, quando a comitiva do Brasil participou num safari. Segundo Rodrigo Paiva, os responsáveis brasileiros já entraram em contacto com a polícia sul-africana.

Recorde-se que a comitiva egípcia já se tinha queixado de um assalto a alguns quartos do hotel onde está hospedada, em Joanesburgo. Um responsável da organização da prova referiu que “a segurança na Taça das Confederações é muito rigorosa” e que “ninguém pode entrar nos quartos sem autorização ou sem a devida acreditação” e o jornal The Independant on Sunday (citando um elemento da polícia) noticiou que os jogadores, que se queixaram do assalto, realizaram “uma festa” privada com direito a prostitutas. No entanto, este episódio com a selecção brasileira, volta a levantar muitas dúvidas sobre a segurança das selecções presentes na África do Sul.

Desde que escolheu a África do Sul para país anfitrião do Campeonato do Mundo de 2010, a FIFA tem sido alvo de críticas, sobretudo de países europeus, que alegam falta de condições de segurança no país.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:08
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200 milhões de euros, pelos vistos, era pouco. Segundo o jornal espanhol "Marca", a verdadeira cláusula de rescisão de Cristiano Ronaldo é ainda mais astronómica: mil milhões de euros (1.000.000.000).

Cristiano Ronaldo pode vir a tornar-se no reforço mais caro da história do Real Madrid

O Real Madrid pretende, deste modo, afastar qualquer hipótese de perder o avançado português durante as seis temporadas previstas no contrato assinado entre jogador e clube. É um valor recorde - a verba de 200 milhões de euros avançada pelo jornal "As" há uns dias também já era - que, espera o Real Madrid, tire qualquer ideia aos milionários donos de alguns clubes de Inglaterra, especialmente ao xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, proprietário do Manchester City.

Até à contratação de Ronaldo, que rendeu 94 milhões de euros ao Manchester United, Puyol, Raúl e Van Nistelrooy tinham as cláusulas de rescisão mais altas do futebol mundial (180 milhões de euros). A de Messi é de 150 milhões.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
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200 milhões de euros, pelos vistos, era pouco. Segundo o jornal espanhol "Marca", a verdadeira cláusula de rescisão de Cristiano Ronaldo é ainda mais astronómica: mil milhões de euros (1.000.000.000).

Cristiano Ronaldo pode vir a tornar-se no reforço mais caro da história do Real Madrid

O Real Madrid pretende, deste modo, afastar qualquer hipótese de perder o avançado português durante as seis temporadas previstas no contrato assinado entre jogador e clube. É um valor recorde - a verba de 200 milhões de euros avançada pelo jornal "As" há uns dias também já era - que, espera o Real Madrid, tire qualquer ideia aos milionários donos de alguns clubes de Inglaterra, especialmente ao xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, proprietário do Manchester City.

Até à contratação de Ronaldo, que rendeu 94 milhões de euros ao Manchester United, Puyol, Raúl e Van Nistelrooy tinham as cláusulas de rescisão mais altas do futebol mundial (180 milhões de euros). A de Messi é de 150 milhões.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
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Naide Gomes liderou do princípio ao fim o concurso do salto em comprimento dos Europeus por equipas em atletismo, dando assim a terceira vitória individual para Portugal.

A atleta portuguesa Naide Gomes
A selecção portuguesa terminou a competição, que se disputou em Leiria, no 11.º e penúltimo lugar. É a melhor classificação portuguesa, mas não evita a descida de divisão. O seleccionador luso, José Barros, considera, porém, que "todos os objectivos foram cumpridos". O primeiro lugar é dos alemães.

Depois das vitórias de Rui Silva (sábado, nos 1500 metros) e de Nélson Évora (domingo, no triplo salto), foi a vez de Naide Gomes conquistar nova vitória individual. Com um salto vencedor de 6,83m, Naide ficou a sete centímetros da sua melhor marca deste ano (e da Europa). A russa Olga Kucherenko foi segunda, a 10 centímetros.

Portugal teve uma série de várias outras boas prestações ao longo do segundo dia de competição, destacando-se o segundo lugar de Arnaldo Abrantes nos 200 metros. O atleta do Sporting, de 22 anos, deu meia volta à pista de Leiria em 20,62s, marca que garante os mínimos para o Mundial de Berlim, que se disputa em Agosto.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:55
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Naide Gomes liderou do princípio ao fim o concurso do salto em comprimento dos Europeus por equipas em atletismo, dando assim a terceira vitória individual para Portugal.

A atleta portuguesa Naide Gomes
A selecção portuguesa terminou a competição, que se disputou em Leiria, no 11.º e penúltimo lugar. É a melhor classificação portuguesa, mas não evita a descida de divisão. O seleccionador luso, José Barros, considera, porém, que "todos os objectivos foram cumpridos". O primeiro lugar é dos alemães.

Depois das vitórias de Rui Silva (sábado, nos 1500 metros) e de Nélson Évora (domingo, no triplo salto), foi a vez de Naide Gomes conquistar nova vitória individual. Com um salto vencedor de 6,83m, Naide ficou a sete centímetros da sua melhor marca deste ano (e da Europa). A russa Olga Kucherenko foi segunda, a 10 centímetros.

Portugal teve uma série de várias outras boas prestações ao longo do segundo dia de competição, destacando-se o segundo lugar de Arnaldo Abrantes nos 200 metros. O atleta do Sporting, de 22 anos, deu meia volta à pista de Leiria em 20,62s, marca que garante os mínimos para o Mundial de Berlim, que se disputa em Agosto.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:55
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QUANDO a 29 de Março, em pleno Estádio da Machava, os Mambas empataram com a Nigéria, sem abertura de contagem, no início desta terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010, todos saímos da nossa “Sala de Visitas” cheios de esperança de que estava aberto um bom caminho para uma campanha maravilhosa, que culminaria com a qualificação tanto para o Campeonato do Mundo, como para o das Nações Africanas.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Volvidos cerca de dois meses, todos andamos a choramingar, porque nem água vem e nem água vai. Seguiram-se a Tunísia, em Tunis, a 6 de Junho corrente, onde perdemos, por 0-2. Sábado último foi em Nairobi, onde sucumbimos, por 1-2, e parece termos deitado tudo abaixo, mas como ninguém está proibido de sonhar, vamos sonhando com a nossa presença nas fases finais das duas provas, mas conscientes de que o caminho está repleto de espinhos e minas!

A partir de já, em cada jogo, temos que ter a máquina de calcular na mão para fazermos as contas. Os matemáticos, pelas contas que fazem, demonstram que podemos terminar a prova em primeiro lugar. Mas há muitos que já não acreditam nem num milagre. Mas no final veremos quem tem razão.

Os matemáticos dizem que para terminarmos em primeiro lugar no grupo temos que: primeira hipótese, ganhar todos os jogos que faltam e o Quénia também fazer o mesmo em relação aos restantes dois e a Nigéria e a Tunísia empatarem; segunda hipótese: Ganhar todos os jogos, o Quénia vencer a Tunísia e empatar com a Nigéria, este, por sua vez, bater a Tunísia.

Estas são algumas das hipóteses que os matemáticos apresentam. Trata-se, até certo ponto, de um raciocínio lógico na lógica matemática.

Mais do que andarmos às contas, o mais importante neste momento é sentarmos à mesma mesa e fumarmos o mesmo cachimbo, enquanto fazemos a reflexão do que foi a primeira volta e perspectivarmos o futuro, sem nos esquecermos de encontrar as diferenças para ultrapassá-las.

O que aconteceu sábado em Nairobi foi que a “máscara” caiu. As diferenças de pensamento entre Mart Nooij e nós os outros vieram à tona. Alguns jornalistas e o público, em geral, em muitos debates, já haviam alertado o técnico dos Mambas sobre a utilização de jogadores menos aproveitados nos seus clubes. Isto é, jogadores que não têm ritmo e que são, nalguns casos, imprevisíveis e temperamentais.

Mart Nooij fez ouvidos de mercador e sábado pagou a factura e devia, quanto a mim, ser penalizado pela arrogância que tem demonstrado desde que cá chegou como se ele e somente ele entendesse do futebol.

Aliás, como se ele tivesse descoberto um país atrasadíssimo, onde nunca se jogou futebol. O holandês deve apenas conhecer Marco Van Basten, seu conterrâneo, e não deve saber que Eusébio, um dos melhores jogadores do mundo de todos os tempos, é moçambicano; nascido em Moçambique, para não lhe falar de tantos outros como Matateu, Vicente…

Mas nisso tudo, o culpado somos nós, que não demos a história do nosso futebol para ele ler (para não dizer estudar) antes de assumir os destinos dos Mambas.

Mart Nooij criou tantas inimizades no meio futebolístico nacional, que até nem respeita os próprios dirigentes federativos. Criou um grupo de jogadores que o protegem numa altura em que está em vias de se ver sozinho no mar alto a remar uma embarcação que à partida tinha 20 milhões de moçambicanos.

Mart Nooij não pode continuar a pensar que descobriu Moçambique como Cristovão Colombo descobriu América. Tem que saber respeitar a sensibilidade dos moçambicanos e, acima de tudo, ter ouvidos de ouvir e olhos de ver, porque todos nós temos ambições: Se não formos ao Mundial, no mínimo que a gente vá ao CAN.

Não ficaria bem os mambas não participarem em nenhuma destas duas provas mais importantes, sendo uma do Mundo e outro de África, numa altura em que todas vão ter lugar na nossa região: o CAN em Angola e o Mundial na África do Sul. Até porque é o CAN de 2010 ao qual nos tínhamos candidatado a acolher.

Sinceramente, se não mudarmos de mentalidade, ou se não mudarmos a mentalidade de Mart Nooij acabaremos por dar razão à CAF, quando disse que não podíamos acolher esta maior prova futebolística do continente, porque não apresentávamos resultados desportivos positivos, uma das condições “sine qua non” para se ser anfitrião.

Faça sol ou chuva, vamos todos apoiar os Mambas (S. Costa)
RENOVAR A EQUIPA NUNCA PODE SER CRIME

Ninguém, em nenhum momento, disse que Tico-Tico, Dário Monteiro e outros desta geração deveriam ficar no banco ou pendurar as “chuteiras”. O que se defende é que se tem que começar a pensar em renovar a selecção aos poucos, injectando sangue novo.

Vimos alguns jogadores a arrastarem-se em Nairobi. A reclamarem descanso, mas Mart Nooij, não sabemos por alma de quem, fez vista grossa. Não quis assumir o risco (!).

Mart Nooij a continuar tão arrogante como tem sido, inclusivamente rejeitando jogos amigáveis e de rodagem não vai longe. Tenho a certeza. Se as outras selecções realizam jogos amigáveis, porque é que nós não o pode fazer?

Seria nesses jogos que o técnico havia de experimentar esses jogadores que despontam nas provas internas e que não têm a oportunidade de alinharem nos “Mambas” nesta fase, como são os casos de Jerry, Luís, Hélder Pelembe, entre outros, porque de certeza se nos qualificarmos para o CAN de Angola no próximo ano, estes é que serão o esteio da Selecção Nacional. Não acredito que Tico-Tico e Dário Monteiro estejam em condições de aguentarem os 90 minutos nessa prova, que, como se sabe, tem sido bastante competitiva.

Mart Nooij devia aprender dos outros técnicos que estão em África, que tentam a todo custo constituir selecções de esperanças que alimentam as principais. Que siga o exemplo da Nigéria, por sinal está no nosso grupo, que tem uma selecção de esperanças muito forte, que até chegou à final dos Jogos Olímpicos, perdendo apenas com a Argentina de Leonel Messi.

Temos que ser futuristas e optimistas, acreditando que, pelo menos, ao CAN iremos.

Para isso temos que ganhar jogos em casa, principalmente o que nos colocará frente ao Quénia.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 14:17
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QUANDO a 29 de Março, em pleno Estádio da Machava, os Mambas empataram com a Nigéria, sem abertura de contagem, no início desta terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010, todos saímos da nossa “Sala de Visitas” cheios de esperança de que estava aberto um bom caminho para uma campanha maravilhosa, que culminaria com a qualificação tanto para o Campeonato do Mundo, como para o das Nações Africanas.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Volvidos cerca de dois meses, todos andamos a choramingar, porque nem água vem e nem água vai. Seguiram-se a Tunísia, em Tunis, a 6 de Junho corrente, onde perdemos, por 0-2. Sábado último foi em Nairobi, onde sucumbimos, por 1-2, e parece termos deitado tudo abaixo, mas como ninguém está proibido de sonhar, vamos sonhando com a nossa presença nas fases finais das duas provas, mas conscientes de que o caminho está repleto de espinhos e minas!

A partir de já, em cada jogo, temos que ter a máquina de calcular na mão para fazermos as contas. Os matemáticos, pelas contas que fazem, demonstram que podemos terminar a prova em primeiro lugar. Mas há muitos que já não acreditam nem num milagre. Mas no final veremos quem tem razão.

Os matemáticos dizem que para terminarmos em primeiro lugar no grupo temos que: primeira hipótese, ganhar todos os jogos que faltam e o Quénia também fazer o mesmo em relação aos restantes dois e a Nigéria e a Tunísia empatarem; segunda hipótese: Ganhar todos os jogos, o Quénia vencer a Tunísia e empatar com a Nigéria, este, por sua vez, bater a Tunísia.

Estas são algumas das hipóteses que os matemáticos apresentam. Trata-se, até certo ponto, de um raciocínio lógico na lógica matemática.

Mais do que andarmos às contas, o mais importante neste momento é sentarmos à mesma mesa e fumarmos o mesmo cachimbo, enquanto fazemos a reflexão do que foi a primeira volta e perspectivarmos o futuro, sem nos esquecermos de encontrar as diferenças para ultrapassá-las.

O que aconteceu sábado em Nairobi foi que a “máscara” caiu. As diferenças de pensamento entre Mart Nooij e nós os outros vieram à tona. Alguns jornalistas e o público, em geral, em muitos debates, já haviam alertado o técnico dos Mambas sobre a utilização de jogadores menos aproveitados nos seus clubes. Isto é, jogadores que não têm ritmo e que são, nalguns casos, imprevisíveis e temperamentais.

Mart Nooij fez ouvidos de mercador e sábado pagou a factura e devia, quanto a mim, ser penalizado pela arrogância que tem demonstrado desde que cá chegou como se ele e somente ele entendesse do futebol.

Aliás, como se ele tivesse descoberto um país atrasadíssimo, onde nunca se jogou futebol. O holandês deve apenas conhecer Marco Van Basten, seu conterrâneo, e não deve saber que Eusébio, um dos melhores jogadores do mundo de todos os tempos, é moçambicano; nascido em Moçambique, para não lhe falar de tantos outros como Matateu, Vicente…

Mas nisso tudo, o culpado somos nós, que não demos a história do nosso futebol para ele ler (para não dizer estudar) antes de assumir os destinos dos Mambas.

Mart Nooij criou tantas inimizades no meio futebolístico nacional, que até nem respeita os próprios dirigentes federativos. Criou um grupo de jogadores que o protegem numa altura em que está em vias de se ver sozinho no mar alto a remar uma embarcação que à partida tinha 20 milhões de moçambicanos.

Mart Nooij não pode continuar a pensar que descobriu Moçambique como Cristovão Colombo descobriu América. Tem que saber respeitar a sensibilidade dos moçambicanos e, acima de tudo, ter ouvidos de ouvir e olhos de ver, porque todos nós temos ambições: Se não formos ao Mundial, no mínimo que a gente vá ao CAN.

Não ficaria bem os mambas não participarem em nenhuma destas duas provas mais importantes, sendo uma do Mundo e outro de África, numa altura em que todas vão ter lugar na nossa região: o CAN em Angola e o Mundial na África do Sul. Até porque é o CAN de 2010 ao qual nos tínhamos candidatado a acolher.

Sinceramente, se não mudarmos de mentalidade, ou se não mudarmos a mentalidade de Mart Nooij acabaremos por dar razão à CAF, quando disse que não podíamos acolher esta maior prova futebolística do continente, porque não apresentávamos resultados desportivos positivos, uma das condições “sine qua non” para se ser anfitrião.

Faça sol ou chuva, vamos todos apoiar os Mambas (S. Costa)
RENOVAR A EQUIPA NUNCA PODE SER CRIME

Ninguém, em nenhum momento, disse que Tico-Tico, Dário Monteiro e outros desta geração deveriam ficar no banco ou pendurar as “chuteiras”. O que se defende é que se tem que começar a pensar em renovar a selecção aos poucos, injectando sangue novo.

Vimos alguns jogadores a arrastarem-se em Nairobi. A reclamarem descanso, mas Mart Nooij, não sabemos por alma de quem, fez vista grossa. Não quis assumir o risco (!).

Mart Nooij a continuar tão arrogante como tem sido, inclusivamente rejeitando jogos amigáveis e de rodagem não vai longe. Tenho a certeza. Se as outras selecções realizam jogos amigáveis, porque é que nós não o pode fazer?

Seria nesses jogos que o técnico havia de experimentar esses jogadores que despontam nas provas internas e que não têm a oportunidade de alinharem nos “Mambas” nesta fase, como são os casos de Jerry, Luís, Hélder Pelembe, entre outros, porque de certeza se nos qualificarmos para o CAN de Angola no próximo ano, estes é que serão o esteio da Selecção Nacional. Não acredito que Tico-Tico e Dário Monteiro estejam em condições de aguentarem os 90 minutos nessa prova, que, como se sabe, tem sido bastante competitiva.

Mart Nooij devia aprender dos outros técnicos que estão em África, que tentam a todo custo constituir selecções de esperanças que alimentam as principais. Que siga o exemplo da Nigéria, por sinal está no nosso grupo, que tem uma selecção de esperanças muito forte, que até chegou à final dos Jogos Olímpicos, perdendo apenas com a Argentina de Leonel Messi.

Temos que ser futuristas e optimistas, acreditando que, pelo menos, ao CAN iremos.

Para isso temos que ganhar jogos em casa, principalmente o que nos colocará frente ao Quénia.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 14:17
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QUANDO a 29 de Março, em pleno Estádio da Machava, os Mambas empataram com a Nigéria, sem abertura de contagem, no início desta terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010, todos saímos da nossa “Sala de Visitas” cheios de esperança de que estava aberto um bom caminho para uma campanha maravilhosa, que culminaria com a qualificação tanto para o Campeonato do Mundo, como para o das Nações Africanas.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Volvidos cerca de dois meses, todos andamos a choramingar, porque nem água vem e nem água vai. Seguiram-se a Tunísia, em Tunis, a 6 de Junho corrente, onde perdemos, por 0-2. Sábado último foi em Nairobi, onde sucumbimos, por 1-2, e parece termos deitado tudo abaixo, mas como ninguém está proibido de sonhar, vamos sonhando com a nossa presença nas fases finais das duas provas, mas conscientes de que o caminho está repleto de espinhos e minas!

A partir de já, em cada jogo, temos que ter a máquina de calcular na mão para fazermos as contas. Os matemáticos, pelas contas que fazem, demonstram que podemos terminar a prova em primeiro lugar. Mas há muitos que já não acreditam nem num milagre. Mas no final veremos quem tem razão.

Os matemáticos dizem que para terminarmos em primeiro lugar no grupo temos que: primeira hipótese, ganhar todos os jogos que faltam e o Quénia também fazer o mesmo em relação aos restantes dois e a Nigéria e a Tunísia empatarem; segunda hipótese: Ganhar todos os jogos, o Quénia vencer a Tunísia e empatar com a Nigéria, este, por sua vez, bater a Tunísia.

Estas são algumas das hipóteses que os matemáticos apresentam. Trata-se, até certo ponto, de um raciocínio lógico na lógica matemática.

Mais do que andarmos às contas, o mais importante neste momento é sentarmos à mesma mesa e fumarmos o mesmo cachimbo, enquanto fazemos a reflexão do que foi a primeira volta e perspectivarmos o futuro, sem nos esquecermos de encontrar as diferenças para ultrapassá-las.

O que aconteceu sábado em Nairobi foi que a “máscara” caiu. As diferenças de pensamento entre Mart Nooij e nós os outros vieram à tona. Alguns jornalistas e o público, em geral, em muitos debates, já haviam alertado o técnico dos Mambas sobre a utilização de jogadores menos aproveitados nos seus clubes. Isto é, jogadores que não têm ritmo e que são, nalguns casos, imprevisíveis e temperamentais.

Mart Nooij fez ouvidos de mercador e sábado pagou a factura e devia, quanto a mim, ser penalizado pela arrogância que tem demonstrado desde que cá chegou como se ele e somente ele entendesse do futebol.

Aliás, como se ele tivesse descoberto um país atrasadíssimo, onde nunca se jogou futebol. O holandês deve apenas conhecer Marco Van Basten, seu conterrâneo, e não deve saber que Eusébio, um dos melhores jogadores do mundo de todos os tempos, é moçambicano; nascido em Moçambique, para não lhe falar de tantos outros como Matateu, Vicente…

Mas nisso tudo, o culpado somos nós, que não demos a história do nosso futebol para ele ler (para não dizer estudar) antes de assumir os destinos dos Mambas.

Mart Nooij criou tantas inimizades no meio futebolístico nacional, que até nem respeita os próprios dirigentes federativos. Criou um grupo de jogadores que o protegem numa altura em que está em vias de se ver sozinho no mar alto a remar uma embarcação que à partida tinha 20 milhões de moçambicanos.

Mart Nooij não pode continuar a pensar que descobriu Moçambique como Cristovão Colombo descobriu América. Tem que saber respeitar a sensibilidade dos moçambicanos e, acima de tudo, ter ouvidos de ouvir e olhos de ver, porque todos nós temos ambições: Se não formos ao Mundial, no mínimo que a gente vá ao CAN.

Não ficaria bem os mambas não participarem em nenhuma destas duas provas mais importantes, sendo uma do Mundo e outro de África, numa altura em que todas vão ter lugar na nossa região: o CAN em Angola e o Mundial na África do Sul. Até porque é o CAN de 2010 ao qual nos tínhamos candidatado a acolher.

Sinceramente, se não mudarmos de mentalidade, ou se não mudarmos a mentalidade de Mart Nooij acabaremos por dar razão à CAF, quando disse que não podíamos acolher esta maior prova futebolística do continente, porque não apresentávamos resultados desportivos positivos, uma das condições “sine qua non” para se ser anfitrião.

Faça sol ou chuva, vamos todos apoiar os Mambas (S. Costa)
RENOVAR A EQUIPA NUNCA PODE SER CRIME

Ninguém, em nenhum momento, disse que Tico-Tico, Dário Monteiro e outros desta geração deveriam ficar no banco ou pendurar as “chuteiras”. O que se defende é que se tem que começar a pensar em renovar a selecção aos poucos, injectando sangue novo.

Vimos alguns jogadores a arrastarem-se em Nairobi. A reclamarem descanso, mas Mart Nooij, não sabemos por alma de quem, fez vista grossa. Não quis assumir o risco (!).

Mart Nooij a continuar tão arrogante como tem sido, inclusivamente rejeitando jogos amigáveis e de rodagem não vai longe. Tenho a certeza. Se as outras selecções realizam jogos amigáveis, porque é que nós não o pode fazer?

Seria nesses jogos que o técnico havia de experimentar esses jogadores que despontam nas provas internas e que não têm a oportunidade de alinharem nos “Mambas” nesta fase, como são os casos de Jerry, Luís, Hélder Pelembe, entre outros, porque de certeza se nos qualificarmos para o CAN de Angola no próximo ano, estes é que serão o esteio da Selecção Nacional. Não acredito que Tico-Tico e Dário Monteiro estejam em condições de aguentarem os 90 minutos nessa prova, que, como se sabe, tem sido bastante competitiva.

Mart Nooij devia aprender dos outros técnicos que estão em África, que tentam a todo custo constituir selecções de esperanças que alimentam as principais. Que siga o exemplo da Nigéria, por sinal está no nosso grupo, que tem uma selecção de esperanças muito forte, que até chegou à final dos Jogos Olímpicos, perdendo apenas com a Argentina de Leonel Messi.

Temos que ser futuristas e optimistas, acreditando que, pelo menos, ao CAN iremos.

Para isso temos que ganhar jogos em casa, principalmente o que nos colocará frente ao Quénia.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 14:08
 O que é? |  O que é? | favorito

QUANDO a 29 de Março, em pleno Estádio da Machava, os Mambas empataram com a Nigéria, sem abertura de contagem, no início desta terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010, todos saímos da nossa “Sala de Visitas” cheios de esperança de que estava aberto um bom caminho para uma campanha maravilhosa, que culminaria com a qualificação tanto para o Campeonato do Mundo, como para o das Nações Africanas.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Volvidos cerca de dois meses, todos andamos a choramingar, porque nem água vem e nem água vai. Seguiram-se a Tunísia, em Tunis, a 6 de Junho corrente, onde perdemos, por 0-2. Sábado último foi em Nairobi, onde sucumbimos, por 1-2, e parece termos deitado tudo abaixo, mas como ninguém está proibido de sonhar, vamos sonhando com a nossa presença nas fases finais das duas provas, mas conscientes de que o caminho está repleto de espinhos e minas!

A partir de já, em cada jogo, temos que ter a máquina de calcular na mão para fazermos as contas. Os matemáticos, pelas contas que fazem, demonstram que podemos terminar a prova em primeiro lugar. Mas há muitos que já não acreditam nem num milagre. Mas no final veremos quem tem razão.

Os matemáticos dizem que para terminarmos em primeiro lugar no grupo temos que: primeira hipótese, ganhar todos os jogos que faltam e o Quénia também fazer o mesmo em relação aos restantes dois e a Nigéria e a Tunísia empatarem; segunda hipótese: Ganhar todos os jogos, o Quénia vencer a Tunísia e empatar com a Nigéria, este, por sua vez, bater a Tunísia.

Estas são algumas das hipóteses que os matemáticos apresentam. Trata-se, até certo ponto, de um raciocínio lógico na lógica matemática.

Mais do que andarmos às contas, o mais importante neste momento é sentarmos à mesma mesa e fumarmos o mesmo cachimbo, enquanto fazemos a reflexão do que foi a primeira volta e perspectivarmos o futuro, sem nos esquecermos de encontrar as diferenças para ultrapassá-las.

O que aconteceu sábado em Nairobi foi que a “máscara” caiu. As diferenças de pensamento entre Mart Nooij e nós os outros vieram à tona. Alguns jornalistas e o público, em geral, em muitos debates, já haviam alertado o técnico dos Mambas sobre a utilização de jogadores menos aproveitados nos seus clubes. Isto é, jogadores que não têm ritmo e que são, nalguns casos, imprevisíveis e temperamentais.

Mart Nooij fez ouvidos de mercador e sábado pagou a factura e devia, quanto a mim, ser penalizado pela arrogância que tem demonstrado desde que cá chegou como se ele e somente ele entendesse do futebol.

Aliás, como se ele tivesse descoberto um país atrasadíssimo, onde nunca se jogou futebol. O holandês deve apenas conhecer Marco Van Basten, seu conterrâneo, e não deve saber que Eusébio, um dos melhores jogadores do mundo de todos os tempos, é moçambicano; nascido em Moçambique, para não lhe falar de tantos outros como Matateu, Vicente…

Mas nisso tudo, o culpado somos nós, que não demos a história do nosso futebol para ele ler (para não dizer estudar) antes de assumir os destinos dos Mambas.

Mart Nooij criou tantas inimizades no meio futebolístico nacional, que até nem respeita os próprios dirigentes federativos. Criou um grupo de jogadores que o protegem numa altura em que está em vias de se ver sozinho no mar alto a remar uma embarcação que à partida tinha 20 milhões de moçambicanos.

Mart Nooij não pode continuar a pensar que descobriu Moçambique como Cristovão Colombo descobriu América. Tem que saber respeitar a sensibilidade dos moçambicanos e, acima de tudo, ter ouvidos de ouvir e olhos de ver, porque todos nós temos ambições: Se não formos ao Mundial, no mínimo que a gente vá ao CAN.

Não ficaria bem os mambas não participarem em nenhuma destas duas provas mais importantes, sendo uma do Mundo e outro de África, numa altura em que todas vão ter lugar na nossa região: o CAN em Angola e o Mundial na África do Sul. Até porque é o CAN de 2010 ao qual nos tínhamos candidatado a acolher.

Sinceramente, se não mudarmos de mentalidade, ou se não mudarmos a mentalidade de Mart Nooij acabaremos por dar razão à CAF, quando disse que não podíamos acolher esta maior prova futebolística do continente, porque não apresentávamos resultados desportivos positivos, uma das condições “sine qua non” para se ser anfitrião.

Faça sol ou chuva, vamos todos apoiar os Mambas (S. Costa)
RENOVAR A EQUIPA NUNCA PODE SER CRIME

Ninguém, em nenhum momento, disse que Tico-Tico, Dário Monteiro e outros desta geração deveriam ficar no banco ou pendurar as “chuteiras”. O que se defende é que se tem que começar a pensar em renovar a selecção aos poucos, injectando sangue novo.

Vimos alguns jogadores a arrastarem-se em Nairobi. A reclamarem descanso, mas Mart Nooij, não sabemos por alma de quem, fez vista grossa. Não quis assumir o risco (!).

Mart Nooij a continuar tão arrogante como tem sido, inclusivamente rejeitando jogos amigáveis e de rodagem não vai longe. Tenho a certeza. Se as outras selecções realizam jogos amigáveis, porque é que nós não o pode fazer?

Seria nesses jogos que o técnico havia de experimentar esses jogadores que despontam nas provas internas e que não têm a oportunidade de alinharem nos “Mambas” nesta fase, como são os casos de Jerry, Luís, Hélder Pelembe, entre outros, porque de certeza se nos qualificarmos para o CAN de Angola no próximo ano, estes é que serão o esteio da Selecção Nacional. Não acredito que Tico-Tico e Dário Monteiro estejam em condições de aguentarem os 90 minutos nessa prova, que, como se sabe, tem sido bastante competitiva.

Mart Nooij devia aprender dos outros técnicos que estão em África, que tentam a todo custo constituir selecções de esperanças que alimentam as principais. Que siga o exemplo da Nigéria, por sinal está no nosso grupo, que tem uma selecção de esperanças muito forte, que até chegou à final dos Jogos Olímpicos, perdendo apenas com a Argentina de Leonel Messi.

Temos que ser futuristas e optimistas, acreditando que, pelo menos, ao CAN iremos.

Para isso temos que ganhar jogos em casa, principalmente o que nos colocará frente ao Quénia.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 14:08
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MAIS do que ninguém, o culpado pela derrota de sábado só pode ser um e um só: o técnico Mart Nooij. O guarda-redes Marcelino só pode apanhar por tabela, dada a sua infantilidade.

Marcelino a pensar no “frango” que ofereceu aos quenianos
Esta tese que apresento é sustentada pelo facto de o seleccionador nacional ter colocado a titular, na baliza, Marcelino, mesmo sabendo que não está nos seus melhores dias.

Já foi, por diversas vezes, alertado sobre a actuação pouco convincente de Marcelino, tanto no seu clube, como na Selecção Nacional, mas Mart Nooij sempre insistiu no seu argumento de que ele (Marcelino) é o segundo guarda-redes dos “Mambas”, depois de Kampango.

Marcelino fez exactamente o que muitos já esperavam: oferecer um golo ao adversário, num autêntico frango, cujas imagens televisivas poderão ser muito bem aproveitadas por algumas empresas para fins publicitários.

Perante esta situação, mais do que ninguém, Mart Nooij só pagou pela sua teimosia. Mas, mais do que ele, quem sofreu foram os moçambicanos, em geral, e os simpatizantes dos “Mambas”, em particular, alguns dos quais gastaram o seu dinheirinho para irem ao Quénia, assistir aquelas todas trapaças.

E por onde o Marcelino apanha por tabela? É que, ingénuo que é, não foi capaz de dizer ao “mister” que não estava em condições de estar na baliza. Quis puxar a brasa à sua sardinha e acabou por assar as suas próprias mãos no lugar da sardinha.

Naquele golo até lhe perdou-o. Já vi lances piores que aquele. Já vi muitos guarda-redes de renome a deixarem a bola passar entre as pernas. Já vi guarda-redes que ao tentarem repor a bola com a mão deixaram-na escorregar para atrás. São ossos do ofício no futebol. E só erra quem lá está.

O que já não concordo é a sua atitude quando foi substituído. Primeiro negou abandonar as quatro linhas até que Paíto serviu de “padrinho” para o empurrar lá para fora. Depois mandou uns … para o técnico, depois de ter atirado a camisola da selecção para o chão. Isto só em si é gravíssimo. Muito mais tarde, sentou-se e não mais se quis levantar até que um dirigente da FMF foi retirá-lo directamente para o hotel.

Estas atitudes são, no mínimo, de condenar, principalmente quando o jogador nem sequer tinha razão. São atitudes de um atleta psicologicamente mal preparado e que brinca com o esforço dos outros.

Por aquilo que aconteceu em Nairobi, Mart Nooij e o seu “afilhado” Marcelino devem pedir desculpas em público, caso contrário terão hipotecado a sua personalidade.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:34
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MAIS do que ninguém, o culpado pela derrota de sábado só pode ser um e um só: o técnico Mart Nooij. O guarda-redes Marcelino só pode apanhar por tabela, dada a sua infantilidade.

Marcelino a pensar no “frango” que ofereceu aos quenianos
Esta tese que apresento é sustentada pelo facto de o seleccionador nacional ter colocado a titular, na baliza, Marcelino, mesmo sabendo que não está nos seus melhores dias.

Já foi, por diversas vezes, alertado sobre a actuação pouco convincente de Marcelino, tanto no seu clube, como na Selecção Nacional, mas Mart Nooij sempre insistiu no seu argumento de que ele (Marcelino) é o segundo guarda-redes dos “Mambas”, depois de Kampango.

Marcelino fez exactamente o que muitos já esperavam: oferecer um golo ao adversário, num autêntico frango, cujas imagens televisivas poderão ser muito bem aproveitadas por algumas empresas para fins publicitários.

Perante esta situação, mais do que ninguém, Mart Nooij só pagou pela sua teimosia. Mas, mais do que ele, quem sofreu foram os moçambicanos, em geral, e os simpatizantes dos “Mambas”, em particular, alguns dos quais gastaram o seu dinheirinho para irem ao Quénia, assistir aquelas todas trapaças.

E por onde o Marcelino apanha por tabela? É que, ingénuo que é, não foi capaz de dizer ao “mister” que não estava em condições de estar na baliza. Quis puxar a brasa à sua sardinha e acabou por assar as suas próprias mãos no lugar da sardinha.

Naquele golo até lhe perdou-o. Já vi lances piores que aquele. Já vi muitos guarda-redes de renome a deixarem a bola passar entre as pernas. Já vi guarda-redes que ao tentarem repor a bola com a mão deixaram-na escorregar para atrás. São ossos do ofício no futebol. E só erra quem lá está.

O que já não concordo é a sua atitude quando foi substituído. Primeiro negou abandonar as quatro linhas até que Paíto serviu de “padrinho” para o empurrar lá para fora. Depois mandou uns … para o técnico, depois de ter atirado a camisola da selecção para o chão. Isto só em si é gravíssimo. Muito mais tarde, sentou-se e não mais se quis levantar até que um dirigente da FMF foi retirá-lo directamente para o hotel.

Estas atitudes são, no mínimo, de condenar, principalmente quando o jogador nem sequer tinha razão. São atitudes de um atleta psicologicamente mal preparado e que brinca com o esforço dos outros.

Por aquilo que aconteceu em Nairobi, Mart Nooij e o seu “afilhado” Marcelino devem pedir desculpas em público, caso contrário terão hipotecado a sua personalidade.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:34
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É COMO o sangue que corre nas veias. É assim o Básquete Show/Mcel; apossa-se do corpo e da alma de quem assiste e repentinamente a pessoa se vê envolvida e contagiada pelo espectáculo brioso e emocionante, só ao alcance de grandiosos eventos.

É assim o Básquete Show/Mcel; apossa-se do corpo e da alma de quem assist
Quem acorreu na tarde de sábado ao pavilhão do Maxaquene para assistir ao arranque da terceira edição do mega-evento juvenil da bola ao cesto terá, certamente, sentido na pele esses momentos de puro êxtase. Apesar de se tratar do lançamento da sensacional prova, não havia espaço para uma “agulha” sequer. A um ritmo supersónico, as pessoas, na sua maioria crianças, foram preenchendo as bancadas do “Maxaquene” deixando-as a rebentar pelas costuras.

O evento começou com o desfile das 12 escolas participantes, nomeadamente Matola, Polana, Estrela Vermelha, Josina Machel, Noroeste 1, Francisco Manyanga, Zedequias Manganhela, Eduardo Mondlane, Laulane, Sul-Africana, Zona Verde e Quisse Mavota.

Um dos momentos mais altos aconteceu quando Sidzaquiel Matlombe, a jovem cantora dos Kapa Dêch, entoou o “Pátria Amada”, o Hino da República de Moçambique. Houve ainda espaço para a apresentação da Dama do Bling, mestre de cerimónia, e Denny Og e MozDance, que levaram os espectadores à “loucura”.

É enorme a festa que se vive nas bancadas (F.Laice)
NEM A FEIJÕES FACILITAM

Como não podia deixar de ser, houve lugar a espectáculo dentro do rectângulo do jogo. Afinal este é o principal motivo de todo este movimento. Estavam agendados dois jogos entre as quatro primeiras classificadas da edição passada.

A Escola Secundária da Matola (vencedora de 2008) defrontou a Francisco Manyanga, enquanto a Noroeste 1 mediu forças com a Polana. Estas partidas serviram sobretudo para aguçar o apetite dos fãs do “Básquete Show”, já que arranca a sério no sábado.

Mas mesmo a feijões notou-se uma Matola muito forte que não facilitou e triunfou com toda a naturalidade, por 39-21.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:09
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É COMO o sangue que corre nas veias. É assim o Básquete Show/Mcel; apossa-se do corpo e da alma de quem assiste e repentinamente a pessoa se vê envolvida e contagiada pelo espectáculo brioso e emocionante, só ao alcance de grandiosos eventos.

É assim o Básquete Show/Mcel; apossa-se do corpo e da alma de quem assist
Quem acorreu na tarde de sábado ao pavilhão do Maxaquene para assistir ao arranque da terceira edição do mega-evento juvenil da bola ao cesto terá, certamente, sentido na pele esses momentos de puro êxtase. Apesar de se tratar do lançamento da sensacional prova, não havia espaço para uma “agulha” sequer. A um ritmo supersónico, as pessoas, na sua maioria crianças, foram preenchendo as bancadas do “Maxaquene” deixando-as a rebentar pelas costuras.

O evento começou com o desfile das 12 escolas participantes, nomeadamente Matola, Polana, Estrela Vermelha, Josina Machel, Noroeste 1, Francisco Manyanga, Zedequias Manganhela, Eduardo Mondlane, Laulane, Sul-Africana, Zona Verde e Quisse Mavota.

Um dos momentos mais altos aconteceu quando Sidzaquiel Matlombe, a jovem cantora dos Kapa Dêch, entoou o “Pátria Amada”, o Hino da República de Moçambique. Houve ainda espaço para a apresentação da Dama do Bling, mestre de cerimónia, e Denny Og e MozDance, que levaram os espectadores à “loucura”.

É enorme a festa que se vive nas bancadas (F.Laice)
NEM A FEIJÕES FACILITAM

Como não podia deixar de ser, houve lugar a espectáculo dentro do rectângulo do jogo. Afinal este é o principal motivo de todo este movimento. Estavam agendados dois jogos entre as quatro primeiras classificadas da edição passada.

A Escola Secundária da Matola (vencedora de 2008) defrontou a Francisco Manyanga, enquanto a Noroeste 1 mediu forças com a Polana. Estas partidas serviram sobretudo para aguçar o apetite dos fãs do “Básquete Show”, já que arranca a sério no sábado.

Mas mesmo a feijões notou-se uma Matola muito forte que não facilitou e triunfou com toda a naturalidade, por 39-21.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:09
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NEM a vitória do Brasil sobre a Itália, por 3-0, ajudou o Egipto a ganhar o direito de estar presente amanhã nas meias-finais da Taça das Confederações de Futebol.

Festa norte-americana na desilusão dos “Faraós”
É que os “Faraós”, contra todas as antevisões, foram derrotados no domingo pelos Estados Unidos, por 0-3, e ficaram afastados das “meias”. O encontro era pontuável para a terceira e última jornada do Grupo B.

Os Estados Unidos, que ainda não tinham ganho nenhum jogo, terminaram empatados na segunda posição - com três pontos - com os egípcios e italianos, mas levaram vantagem no saldo de golos. Já o Egipto, que precisava apenas de um empate caso a Itália perdesse, o que acabou acontecendo, sofreu uma pesada derrota e deitou tudo a perder.

A equipa treinada por Bob Bradley abriu o marcador aos 21 minutos do primeiro tempo, por Davies. Na etapa final, Michael Bradley e Clint Dempsey ampliaram e permitiram o apuramento dos EUA.

Mas os norte-americanos têm que agradecer ao Brasil, pois foi graças a mais uma bela exibição do “escrete” que poderão obter tal feito. Jogando bem, o Brasil venceu a Itália, por 3-0. Os brasileiros garantiram a primeira posição da série com nove pontos. A Itália, com três, está eliminada. O Brasil abriu o marcador aos 36 minutos do primeiro tempo. Maicon chutou rasteiro, a bola desviou na defesa e sobrou para Luís Fabiano, que mandou para o fundo da baliza.

O Brasil chegou ao segundo golo aos 43. Robinho fez tabelinha com Kaká e deixou a bola para Luís Fabiano, que concluiu com categoria. No minuto seguinte, Kaká iniciou um rápido contra-ataque pela esquerda, tocou para Robinho, que cruzou rasteiro para Ramires. No entanto, Dossena tentou interceptar e acabou tocando para o fundo das redes.

Nas meias-finais, o Brasil joga com a África do Sul, enquanto os Estados Unidos enfrentam a Espanha.

A Espanha e África do Sul ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente, do Grupo A.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:43
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NEM a vitória do Brasil sobre a Itália, por 3-0, ajudou o Egipto a ganhar o direito de estar presente amanhã nas meias-finais da Taça das Confederações de Futebol.

Festa norte-americana na desilusão dos “Faraós”
É que os “Faraós”, contra todas as antevisões, foram derrotados no domingo pelos Estados Unidos, por 0-3, e ficaram afastados das “meias”. O encontro era pontuável para a terceira e última jornada do Grupo B.

Os Estados Unidos, que ainda não tinham ganho nenhum jogo, terminaram empatados na segunda posição - com três pontos - com os egípcios e italianos, mas levaram vantagem no saldo de golos. Já o Egipto, que precisava apenas de um empate caso a Itália perdesse, o que acabou acontecendo, sofreu uma pesada derrota e deitou tudo a perder.

A equipa treinada por Bob Bradley abriu o marcador aos 21 minutos do primeiro tempo, por Davies. Na etapa final, Michael Bradley e Clint Dempsey ampliaram e permitiram o apuramento dos EUA.

Mas os norte-americanos têm que agradecer ao Brasil, pois foi graças a mais uma bela exibição do “escrete” que poderão obter tal feito. Jogando bem, o Brasil venceu a Itália, por 3-0. Os brasileiros garantiram a primeira posição da série com nove pontos. A Itália, com três, está eliminada. O Brasil abriu o marcador aos 36 minutos do primeiro tempo. Maicon chutou rasteiro, a bola desviou na defesa e sobrou para Luís Fabiano, que mandou para o fundo da baliza.

O Brasil chegou ao segundo golo aos 43. Robinho fez tabelinha com Kaká e deixou a bola para Luís Fabiano, que concluiu com categoria. No minuto seguinte, Kaká iniciou um rápido contra-ataque pela esquerda, tocou para Robinho, que cruzou rasteiro para Ramires. No entanto, Dossena tentou interceptar e acabou tocando para o fundo das redes.

Nas meias-finais, o Brasil joga com a África do Sul, enquanto os Estados Unidos enfrentam a Espanha.

A Espanha e África do Sul ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente, do Grupo A.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:43
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O alegado furto de que teriam sido alvo os jogadores da selecção egípcia de futebol na sexta-feira pode ter sido uma tentativa de esconder que os atletas foram afinal roubados por prostitutas, segundo dois jornais sul-africanos.

Destaque da seleção egípcia
O “City Press” e o “Sunday Independent” publicaram ontem versões semelhantes sobre a queixa egípcia e que coincidem num ponto: após a vitória frente à Itália por 1-0, na Taça das Confederações, alguns jogadores egípcios decidiram celebrar com prostitutas no hotel onde estavam alojados e foram as visitantes que furtaram dinheiro a alguns deles.

Esta versão foi contada a ambas as publicações por fontes anónimas da polícia sul-africana, e acrescentava que as autoridades estariam a interrogar os seleccionados egípcios sobre os acontecimentos de sexta-feira.

Os artigos sugerem que para evitar embaraços junto das famílias e justificar a perda de dinheiro na África do Sul, os jogadores teriam “inventado” que o dinheiro fora roubado dos seus quartos.

Hoje, a polícia apressou-se a desmentir que tenha interrogado os atletas ou que tenha intenção de o fazer, mas não desmente a versão apresentada pelos dois jornais.

Segundo o “City Press”, as suas fontes teriam confirmado não se terem registado quaisquer sinais de arrombamento nos quartos da delegação egípcia, revelando mesmo que as câmaras de circuito fechado do hotel teriam registado a entrada e saída de mulheres dos quartos nos quais alegadamente se verificaram os furtos.

Enquanto o presidente da federação egípcia reagiu acusando os media de “criarem um escândalo para os egípcios para desviar a atenção do verdadeiro problema, que é a segurança”, um porta-voz do Comité Organizador Local da Taça das Confederações e do Mundial 2010, Rick Mkondo, limitou-se a a firmar que assunto “está a ficar lúgubre”.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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O alegado furto de que teriam sido alvo os jogadores da selecção egípcia de futebol na sexta-feira pode ter sido uma tentativa de esconder que os atletas foram afinal roubados por prostitutas, segundo dois jornais sul-africanos.

Destaque da seleção egípcia
O “City Press” e o “Sunday Independent” publicaram ontem versões semelhantes sobre a queixa egípcia e que coincidem num ponto: após a vitória frente à Itália por 1-0, na Taça das Confederações, alguns jogadores egípcios decidiram celebrar com prostitutas no hotel onde estavam alojados e foram as visitantes que furtaram dinheiro a alguns deles.

Esta versão foi contada a ambas as publicações por fontes anónimas da polícia sul-africana, e acrescentava que as autoridades estariam a interrogar os seleccionados egípcios sobre os acontecimentos de sexta-feira.

Os artigos sugerem que para evitar embaraços junto das famílias e justificar a perda de dinheiro na África do Sul, os jogadores teriam “inventado” que o dinheiro fora roubado dos seus quartos.

Hoje, a polícia apressou-se a desmentir que tenha interrogado os atletas ou que tenha intenção de o fazer, mas não desmente a versão apresentada pelos dois jornais.

Segundo o “City Press”, as suas fontes teriam confirmado não se terem registado quaisquer sinais de arrombamento nos quartos da delegação egípcia, revelando mesmo que as câmaras de circuito fechado do hotel teriam registado a entrada e saída de mulheres dos quartos nos quais alegadamente se verificaram os furtos.

Enquanto o presidente da federação egípcia reagiu acusando os media de “criarem um escândalo para os egípcios para desviar a atenção do verdadeiro problema, que é a segurança”, um porta-voz do Comité Organizador Local da Taça das Confederações e do Mundial 2010, Rick Mkondo, limitou-se a a firmar que assunto “está a ficar lúgubre”.

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