Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 18 DE Junho 2009

O ENVOLVIMENTO, a dedicação e o esforço para superar todas as vicissitudes que terão pela frente, estas foram as características dos cinco dias de estágio dos Mambas na Etiópia tendo em vista a partida de sábado, pelas 15.00 horas, diante do Quénia, a contar para a terceira jornada do Grupo B de qualificação para CAN e Mundial de 2010.

O ENVOLVIMENTO, a dedicação e o esforço para superar todas as vicissitudes que forãono jogo  pela frente a Tunisia.
Nairobi fervilha de expectativa em redor deste importante embate para ambos os conjuntos, pelo menos no que diz respeito às suas contas de apuramento para o Campeonato Africano de Angola. A turma moçambicana conclui hoje a sua preparação em Addis-Abeba, ocasião que será aproveitada pelo técnico Mart Nooij para divulgar a lista dos 18 futebolistas que seguirão viagem para o “teatro das operações”*, enquanto os dispensados regressão a Maputo.

Partindo do pressuposto de que numa prova de apuramento desta natureza, com apenas seis jogos, uma derrota é sempre um grande revés, é de calcular que Quénia e Moçambique não estejam a pensar num outro desfecho que não seja a vitória.

É verdade que não será determinante para as suas aspirações, no entanto, representará um passo muito importante, pelo menos para entrar na segunda volta com mais determinação e confiança.

Confiança, aliás, é o que se vive no seio da turma moçambicana, mas sem embandeirar em arco, sabido é que os quenianos entrarão a exercer uma grande pressão. Uma pressão que até pode ser desmedida, situação que, na óptica de Mart Nooij, pode muito bem ser aproveitada pela nossa equipa.

Os jogadores estão dispostos a enfrentar todas as barreiras que naturalmente terão em Nairobi. O estágio na Etiópia teve o condão de ambientar o time à temperatura que encontrará no Quénia, mas sem sofrer efeitos de maior, pois tem a chegada prevista para amanhã, portanto, a somente 24 horas do desafio.

Hoje, derradeiro dia do estágio, o seleccionador nacional fará a divulgação dos 18 jogadores que seguirão para Nairobi.

Segundo estimamos, Lamá, Alvarito, Zé Luís, Mustafá e Carlitos deverão ser os dispensados, significando isso que Mart Nooij levará para o Quénia os guarda-redes Marcelino e Binó; os defesas Dário Khan, Fanuel, Mano, Paíto, Campira e Whisky; os meio-canpistas Danito Parruque, Momed Hagy, Dominguez, Simão e Genito; e os avançados Tico-Tico, Dário Monteiro, Hélder Pelembe, Josimar e Gonçalves Fumo.

GANA REJEITA QUÉNIA

A selecção do Gana está a efectuar, no Quénia, um estágio de preparação e climatização para o desafio contra o Sudão, domingo, em Cartum. As “Estrelas Negras” instalaram o seu campo de treino em Naivasha, a cerca de 100 quilómetros a oeste de Nairobi, para evitar a vida agitada da capital.

A equipa comporta 24 jogadores, é dirigida pelo seleccionador Milovan Rajevac e instalou a sua base na Residência Simba, treinando no Estádio Oserian, propriedade da empresa de horticultura Oserian Flowers.

No entanto, para grande decepção dos adeptos de futebol no Quénia, as “Estrelas Negras”** rejeitaram um jogo amigável com a selecção local, alegando que desejavam evitar eventuais lesões na véspera do embate de Cartum.

O Gana lidera o Grupo D com seis pontos, seguido pelo Benin com três, Sudão e Mali um ponto cada.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:40
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O ENVOLVIMENTO, a dedicação e o esforço para superar todas as vicissitudes que terão pela frente, estas foram as características dos cinco dias de estágio dos Mambas na Etiópia tendo em vista a partida de sábado, pelas 15.00 horas, diante do Quénia, a contar para a terceira jornada do Grupo B de qualificação para CAN e Mundial de 2010.

O ENVOLVIMENTO, a dedicação e o esforço para superar todas as vicissitudes que forãono jogo  pela frente a Tunisia.
Nairobi fervilha de expectativa em redor deste importante embate para ambos os conjuntos, pelo menos no que diz respeito às suas contas de apuramento para o Campeonato Africano de Angola. A turma moçambicana conclui hoje a sua preparação em Addis-Abeba, ocasião que será aproveitada pelo técnico Mart Nooij para divulgar a lista dos 18 futebolistas que seguirão viagem para o “teatro das operações”*, enquanto os dispensados regressão a Maputo.

Partindo do pressuposto de que numa prova de apuramento desta natureza, com apenas seis jogos, uma derrota é sempre um grande revés, é de calcular que Quénia e Moçambique não estejam a pensar num outro desfecho que não seja a vitória.

É verdade que não será determinante para as suas aspirações, no entanto, representará um passo muito importante, pelo menos para entrar na segunda volta com mais determinação e confiança.

Confiança, aliás, é o que se vive no seio da turma moçambicana, mas sem embandeirar em arco, sabido é que os quenianos entrarão a exercer uma grande pressão. Uma pressão que até pode ser desmedida, situação que, na óptica de Mart Nooij, pode muito bem ser aproveitada pela nossa equipa.

Os jogadores estão dispostos a enfrentar todas as barreiras que naturalmente terão em Nairobi. O estágio na Etiópia teve o condão de ambientar o time à temperatura que encontrará no Quénia, mas sem sofrer efeitos de maior, pois tem a chegada prevista para amanhã, portanto, a somente 24 horas do desafio.

Hoje, derradeiro dia do estágio, o seleccionador nacional fará a divulgação dos 18 jogadores que seguirão para Nairobi.

Segundo estimamos, Lamá, Alvarito, Zé Luís, Mustafá e Carlitos deverão ser os dispensados, significando isso que Mart Nooij levará para o Quénia os guarda-redes Marcelino e Binó; os defesas Dário Khan, Fanuel, Mano, Paíto, Campira e Whisky; os meio-canpistas Danito Parruque, Momed Hagy, Dominguez, Simão e Genito; e os avançados Tico-Tico, Dário Monteiro, Hélder Pelembe, Josimar e Gonçalves Fumo.

GANA REJEITA QUÉNIA

A selecção do Gana está a efectuar, no Quénia, um estágio de preparação e climatização para o desafio contra o Sudão, domingo, em Cartum. As “Estrelas Negras” instalaram o seu campo de treino em Naivasha, a cerca de 100 quilómetros a oeste de Nairobi, para evitar a vida agitada da capital.

A equipa comporta 24 jogadores, é dirigida pelo seleccionador Milovan Rajevac e instalou a sua base na Residência Simba, treinando no Estádio Oserian, propriedade da empresa de horticultura Oserian Flowers.

No entanto, para grande decepção dos adeptos de futebol no Quénia, as “Estrelas Negras”** rejeitaram um jogo amigável com a selecção local, alegando que desejavam evitar eventuais lesões na véspera do embate de Cartum.

O Gana lidera o Grupo D com seis pontos, seguido pelo Benin com três, Sudão e Mali um ponto cada.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:40
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OS novos corpos directivos do Conselho Nacional do Desporto (CND), saídos do escrutínio de Abril passado, em Quelimane, no decorrer da Assembleia Geral do organismo, tomaram posse ontem, em cerimónia havida na sede do Comité Olímpico de Moçambique e dirigida pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana.

OS novos corpos directivos do Conselho Nacional do Desporto (CND) acompanhados pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana
Foram empossados Eugénio Chongo, para o cargo de presidente da Direcção, Cremildo Gonçalves, vice-presidente, e Gil Carvalho, relator.

Falando na ocasião, e perante representantes de diversas instituições desportivas, Fernando Sumbana vincou a necessidade de o Conselho Nacional do Desporto, entanto que órgão de consulta do Governo, trabalhar em estreita colaboração com o Ministério da Juventude e Desporto, tendo como finalidade o desenvolvimento do desporto nacional.

“Sendo um órgão aglutinador de diversas sensibilidades, achamos que o CND é por excelência uma unidade que nos pode aconselhar nas nossas acções”, disse.

Para o ministro, a massificação é imperiosa, nesta fase em que pretendemos ver cada vez mais gente envolvida na prática desportiva. Segundo ele, capitalizar o desporto nos bairros afigura-se fundamental, pois, parafraseando-o, o desporto é uma brincadeira positiva e ele deve ser desenvolvido a partir da própria família, incuti-lo nas crianças, de forma a crescerem harmoniosamente e afastarem-se daquilo que é nocivo para a sua saúde.

“Todos sabemos que o Governo tem pela frente a árdua missão de organizar os Jogos Africanos de 2011. Mas o Governo não o pode fazer sozinho. Por isso, contamos com todos os organismos desportivos, em particular do CND, na preparação e execução deste evento continental e que certamente irá prestigiar o país. Temos que trabalhar juntos e na mesma direcção”, concluiu.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:26
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OS novos corpos directivos do Conselho Nacional do Desporto (CND), saídos do escrutínio de Abril passado, em Quelimane, no decorrer da Assembleia Geral do organismo, tomaram posse ontem, em cerimónia havida na sede do Comité Olímpico de Moçambique e dirigida pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana.

OS novos corpos directivos do Conselho Nacional do Desporto (CND) acompanhados pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana
Foram empossados Eugénio Chongo, para o cargo de presidente da Direcção, Cremildo Gonçalves, vice-presidente, e Gil Carvalho, relator.

Falando na ocasião, e perante representantes de diversas instituições desportivas, Fernando Sumbana vincou a necessidade de o Conselho Nacional do Desporto, entanto que órgão de consulta do Governo, trabalhar em estreita colaboração com o Ministério da Juventude e Desporto, tendo como finalidade o desenvolvimento do desporto nacional.

“Sendo um órgão aglutinador de diversas sensibilidades, achamos que o CND é por excelência uma unidade que nos pode aconselhar nas nossas acções”, disse.

Para o ministro, a massificação é imperiosa, nesta fase em que pretendemos ver cada vez mais gente envolvida na prática desportiva. Segundo ele, capitalizar o desporto nos bairros afigura-se fundamental, pois, parafraseando-o, o desporto é uma brincadeira positiva e ele deve ser desenvolvido a partir da própria família, incuti-lo nas crianças, de forma a crescerem harmoniosamente e afastarem-se daquilo que é nocivo para a sua saúde.

“Todos sabemos que o Governo tem pela frente a árdua missão de organizar os Jogos Africanos de 2011. Mas o Governo não o pode fazer sozinho. Por isso, contamos com todos os organismos desportivos, em particular do CND, na preparação e execução deste evento continental e que certamente irá prestigiar o país. Temos que trabalhar juntos e na mesma direcção”, concluiu.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:26
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O FENÓMENO Mambas já está a ser, efectivamente, um elemento catalisador da paixão dos moçambicanos em relação à sua Pátria e aglutinador de múltiplas almas desta terra espalhadas pelo mundo.

Em casa ou no estrangeiro, sempre entrelaçados com os Mambas
Se nos desafios realizados pela selecção nos países vizinhos a presença de compatriotas nossos nos estádios é sempre massiva e nem sequer espanta, porque são aos milhares a residir na Suazilândia, África do Sul, Malawi, Tanzania e companhia, já na Tunísia, a milhares de quilómetros deste simpático cantinho do Índico, encontrar adeptos moçambicanos na bancada, puxando vibrantemente pela sua equipa, foi realmente gratificante e tocou a sensibilidade patriótica dos atletas.

Em Tunis, contam-se com os dedos de uma mão os moçambicanos lá residentes. O Mambo, alto funcionário do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), é o expoente máximo da hospitalidade nata da nossa terra transportada para o Magrebe.

Sempre solícito e de braços abertos, a sua face só espelha diligência e permanente disposição de ajudar e até de servir de pronto-socorro, tal como sucedeu quando, sozinhos, Paíto e Simão desembarcaram no aeroporto da capital tunisina, enquanto os colegas ainda se encontravam em Tripoli. Alertado telefonicamente sobre o facto, imediatamente foi em auxílio dos dois jogadores.

Ao “kota” Mambo junta-se, na mesma instituição bancária continental, o Bilale, um jovem promissor na sua carreira. Mas, sedento das notícias da terra, de falar chope, de “curtir” o fervilhar de Maputo, encontrámos Moisés Zandamela. Jovem estudante em Tunis, desde que os seus compatriotas chegaram àquela cidade em nenhum momento os largou. Cicerone por excelência, Moisés acabou sendo o elo de ligação entre moçambicanos e tunisinos, tanto a nível institucional como formal.

A sua grande satisfação residia no facto de poder estar, tal como o faria se estivesse no Estádio da Machava, ao lado de gente da terra, rigorosamente vestido à “mamba” e a deliciar-se com os aventurados e maravilhosos pés de Dominguez.

Aliás, o extraordinário interesse nacional pela selecção foi vincado na Tunísia de uma forma transcendental. Dos Estados Unidos da América, da Inglaterra e da Alemanha, os filhos do vento, verdadeiros filhos desta terra moçambicana, não quiseram perder o grande ensejo de juntar o seu calor em redor dos Mambas, a sua voz ao coro dos poucos mas bons adeptos que se entrelaçam nesta jovem equipa que a cada jogo içam verticalmente a crista moçambicana.

ESTUDANTES PERSEVERANTES

Pena, no entanto, foi a odisseia por que passaram os estudantes moçambicanos na Argélia, embora o final tenha sido feliz. Estimados em cerca de 50, animaram-se com a presença dos Mambas no Magrebe e puseram-se em marcha rumo à vizinha Tunísia. Só que, chegados à fronteira, questões burocráticas relacionadas com o visto “tramaram-lhes” por completo.

A espera foi muito longa e, quando finalmente foi aceite a sua entrada no território tunisino, o tempo já era escasso para chegarem à hora do embate no Estádio 7 de Novembro, em Radés, tendo em conta a distância da fronteira para a cidade.

Apesar de tudo, os jovens estudantes não se coibiram em juntar-se aos seus compatriotas, ver de perto e conviver com as estrelas da selecção.

Porque a Federação Moçambicana de Futebol, num gesto digno de louvor, havia levado uma colecção de camisetes dos Mambas, precisamente destinadas àqueles estudantes, imaginem, senhoras e senhores, o que foi a noite de sábado e a manhã de domingo, na principal artéria de Tunis, denominada Avenida Habib Bourguiba, em homenagem ao primeiro presidente daquele país do norte de África: um movimento desusado de moçambicanos, com a onda vermelha em plano de destaque.

Mesmo com a derrota, o nosso país ficou vincado, por um lado, face à brilhante exibição da equipa no segundo tempo da contenda, e, por outro, devido à presença massiva de adeptos, facto não comum nos tunisinos. Aliás, segundo eles próprios diziam, quando a sua selecção jogar em Maputo, em Novembro, provavelmente nenhum tunisino estará na bancada, pois não faz parte da sua cultura acompanhar as equipas de futebol fora do país.

A própria selecção não consegue arrastar muita falange, razão para o facto de o estádio não ter registado a enchente que nós, moçambicanos, temíamos. Para eles, o “derby” entre Esperance de Tunis e o Club African é que efectivamente faz a diferença. Esse é o jogo, sim, que põe o “7 de Novembro” completamente lotado, acompanhado de uma terrível guerra de claques. Por isso, a ida dos adeptos dos Mambas deixou-os boquiabertos, admirados com esta nossa “loucura” em relação ao futebol.

Uma “loucura” que também arrastou para Tunis diplomatas moçambicanos em serviço no Egipto, casos de José Nhalungo, ex-presidente da Federação Moçambicana de Natação, e do Bila; na Argélia, do Fakirá, irmão do Izidine, o “dono da voz” na Rádio Moçambique; e na França, do Langa, que já ia trajado a preceito com as cores da selecção.

No sábado, em Nairobi, os filhos do vento, filhos desta terra, estarão lá em peso. Ávidos de ver jogarem os seus compatriotas. Prontos para oferecer o seu calor e gritar pelos nossos jogadores até à rouquidão. A partir do próprio Quénia, serão muitos os moçambicanos ao lado dos “Mambas”.

Mas também irão adeptos da Tanzânia, da Zâmbia, do Uganda, da Etiópia e de outros países daquela região, em mais uma clara demonstração de que a nossa selecção, hoje por hoje e por mérito próprio, é uma fonte aglutinadora das almas moçambicanas, quer estejam no país quer na diáspora.

OS AMIGOS DA AVENTURA

Adeptos como o Xiba, um machangana orgulhoso de si, das suas vestes “sui generis”, simbolizando essa nossa querida selecção.
Quer faça chuva quer faça sol, eles sempre estão lá. Fiéis à sua moçambicanidade. Fiéis à equipa de todos nós. Para eles não importa se a selecção joga em Maputo ou na Namíbia. Na Tunísia ou no Quénia.

Na África do Sul ou na Nigéria. Até na Mongólia, certamente que eles não se importariam. Pois, o que mais interessa é vincar o seu sangue “mamba” nas guelras. São os amigos da aventura. Aventura por uma causa sublime. A causa dos “Mambas”. Conhecemos alguns. Nossos contemporâneos e que fizeram furor no futebol de salão: o Cuca, o Mascarenhas, o Carlitos, entre outros, sempre bem dispostos, amigos de toda a gente e amigos do seu país.

Se não há excursão organizada, através de uma agência de viagem, eles juntam-se, pegam nas suas viaturas e partem para grandes aventuras pelo continente. Atravessar o deserto, como por exemplo na viagem para Namíbia. Eles adoram a aventura. Mas, sobretudo, adoram a sua selecção. No Estádio da Machava, têm lugares cativos. Destacados e a mobilizarem o público para o sempre necessário apoio aos Mambas.

Estiveram na Tunísia. Regressam a casa para recarregar as baterias. Partem agora para o Quénia. Para eles, os Mambas são a bandeira que nunca arriará. Os amigos da aventura são um grande exemplo. Mas também o são adeptos como o Xiba, um machangana orgulhoso de si, das suas vestes “sui generis”, simbolizando essa nossa querida selecção.

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 12:06
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O FENÓMENO Mambas já está a ser, efectivamente, um elemento catalisador da paixão dos moçambicanos em relação à sua Pátria e aglutinador de múltiplas almas desta terra espalhadas pelo mundo.

Em casa ou no estrangeiro, sempre entrelaçados com os Mambas
Se nos desafios realizados pela selecção nos países vizinhos a presença de compatriotas nossos nos estádios é sempre massiva e nem sequer espanta, porque são aos milhares a residir na Suazilândia, África do Sul, Malawi, Tanzania e companhia, já na Tunísia, a milhares de quilómetros deste simpático cantinho do Índico, encontrar adeptos moçambicanos na bancada, puxando vibrantemente pela sua equipa, foi realmente gratificante e tocou a sensibilidade patriótica dos atletas.

Em Tunis, contam-se com os dedos de uma mão os moçambicanos lá residentes. O Mambo, alto funcionário do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), é o expoente máximo da hospitalidade nata da nossa terra transportada para o Magrebe.

Sempre solícito e de braços abertos, a sua face só espelha diligência e permanente disposição de ajudar e até de servir de pronto-socorro, tal como sucedeu quando, sozinhos, Paíto e Simão desembarcaram no aeroporto da capital tunisina, enquanto os colegas ainda se encontravam em Tripoli. Alertado telefonicamente sobre o facto, imediatamente foi em auxílio dos dois jogadores.

Ao “kota” Mambo junta-se, na mesma instituição bancária continental, o Bilale, um jovem promissor na sua carreira. Mas, sedento das notícias da terra, de falar chope, de “curtir” o fervilhar de Maputo, encontrámos Moisés Zandamela. Jovem estudante em Tunis, desde que os seus compatriotas chegaram àquela cidade em nenhum momento os largou. Cicerone por excelência, Moisés acabou sendo o elo de ligação entre moçambicanos e tunisinos, tanto a nível institucional como formal.

A sua grande satisfação residia no facto de poder estar, tal como o faria se estivesse no Estádio da Machava, ao lado de gente da terra, rigorosamente vestido à “mamba” e a deliciar-se com os aventurados e maravilhosos pés de Dominguez.

Aliás, o extraordinário interesse nacional pela selecção foi vincado na Tunísia de uma forma transcendental. Dos Estados Unidos da América, da Inglaterra e da Alemanha, os filhos do vento, verdadeiros filhos desta terra moçambicana, não quiseram perder o grande ensejo de juntar o seu calor em redor dos Mambas, a sua voz ao coro dos poucos mas bons adeptos que se entrelaçam nesta jovem equipa que a cada jogo içam verticalmente a crista moçambicana.

ESTUDANTES PERSEVERANTES

Pena, no entanto, foi a odisseia por que passaram os estudantes moçambicanos na Argélia, embora o final tenha sido feliz. Estimados em cerca de 50, animaram-se com a presença dos Mambas no Magrebe e puseram-se em marcha rumo à vizinha Tunísia. Só que, chegados à fronteira, questões burocráticas relacionadas com o visto “tramaram-lhes” por completo.

A espera foi muito longa e, quando finalmente foi aceite a sua entrada no território tunisino, o tempo já era escasso para chegarem à hora do embate no Estádio 7 de Novembro, em Radés, tendo em conta a distância da fronteira para a cidade.

Apesar de tudo, os jovens estudantes não se coibiram em juntar-se aos seus compatriotas, ver de perto e conviver com as estrelas da selecção.

Porque a Federação Moçambicana de Futebol, num gesto digno de louvor, havia levado uma colecção de camisetes dos Mambas, precisamente destinadas àqueles estudantes, imaginem, senhoras e senhores, o que foi a noite de sábado e a manhã de domingo, na principal artéria de Tunis, denominada Avenida Habib Bourguiba, em homenagem ao primeiro presidente daquele país do norte de África: um movimento desusado de moçambicanos, com a onda vermelha em plano de destaque.

Mesmo com a derrota, o nosso país ficou vincado, por um lado, face à brilhante exibição da equipa no segundo tempo da contenda, e, por outro, devido à presença massiva de adeptos, facto não comum nos tunisinos. Aliás, segundo eles próprios diziam, quando a sua selecção jogar em Maputo, em Novembro, provavelmente nenhum tunisino estará na bancada, pois não faz parte da sua cultura acompanhar as equipas de futebol fora do país.

A própria selecção não consegue arrastar muita falange, razão para o facto de o estádio não ter registado a enchente que nós, moçambicanos, temíamos. Para eles, o “derby” entre Esperance de Tunis e o Club African é que efectivamente faz a diferença. Esse é o jogo, sim, que põe o “7 de Novembro” completamente lotado, acompanhado de uma terrível guerra de claques. Por isso, a ida dos adeptos dos Mambas deixou-os boquiabertos, admirados com esta nossa “loucura” em relação ao futebol.

Uma “loucura” que também arrastou para Tunis diplomatas moçambicanos em serviço no Egipto, casos de José Nhalungo, ex-presidente da Federação Moçambicana de Natação, e do Bila; na Argélia, do Fakirá, irmão do Izidine, o “dono da voz” na Rádio Moçambique; e na França, do Langa, que já ia trajado a preceito com as cores da selecção.

No sábado, em Nairobi, os filhos do vento, filhos desta terra, estarão lá em peso. Ávidos de ver jogarem os seus compatriotas. Prontos para oferecer o seu calor e gritar pelos nossos jogadores até à rouquidão. A partir do próprio Quénia, serão muitos os moçambicanos ao lado dos “Mambas”.

Mas também irão adeptos da Tanzânia, da Zâmbia, do Uganda, da Etiópia e de outros países daquela região, em mais uma clara demonstração de que a nossa selecção, hoje por hoje e por mérito próprio, é uma fonte aglutinadora das almas moçambicanas, quer estejam no país quer na diáspora.

OS AMIGOS DA AVENTURA

Adeptos como o Xiba, um machangana orgulhoso de si, das suas vestes “sui generis”, simbolizando essa nossa querida selecção.
Quer faça chuva quer faça sol, eles sempre estão lá. Fiéis à sua moçambicanidade. Fiéis à equipa de todos nós. Para eles não importa se a selecção joga em Maputo ou na Namíbia. Na Tunísia ou no Quénia.

Na África do Sul ou na Nigéria. Até na Mongólia, certamente que eles não se importariam. Pois, o que mais interessa é vincar o seu sangue “mamba” nas guelras. São os amigos da aventura. Aventura por uma causa sublime. A causa dos “Mambas”. Conhecemos alguns. Nossos contemporâneos e que fizeram furor no futebol de salão: o Cuca, o Mascarenhas, o Carlitos, entre outros, sempre bem dispostos, amigos de toda a gente e amigos do seu país.

Se não há excursão organizada, através de uma agência de viagem, eles juntam-se, pegam nas suas viaturas e partem para grandes aventuras pelo continente. Atravessar o deserto, como por exemplo na viagem para Namíbia. Eles adoram a aventura. Mas, sobretudo, adoram a sua selecção. No Estádio da Machava, têm lugares cativos. Destacados e a mobilizarem o público para o sempre necessário apoio aos Mambas.

Estiveram na Tunísia. Regressam a casa para recarregar as baterias. Partem agora para o Quénia. Para eles, os Mambas são a bandeira que nunca arriará. Os amigos da aventura são um grande exemplo. Mas também o são adeptos como o Xiba, um machangana orgulhoso de si, das suas vestes “sui generis”, simbolizando essa nossa querida selecção.

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 12:06
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QUANDO estamos a escassas 48 horas do embarque para Nairobi vão ficando cada vez mais raros os lugares na excursão que a Golden Travel organiza, tendo como finalidade levar ao Quénia adeptos moçambicanos para apoiarem os Mambas na sua difícil missão frente à selecção local.

excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone
A partida está marcada para cinco horas da manhã de sábado, pelo que os passageiros deverão estar no Aeroporto Internacional de Maputo às três.

O voo será directo, prevendo-se que chegue a Nairobi às dez, isto é, cinco horas antes do embate.

Entretanto, uma chamada de atenção especial para os excursionistas: sejam portadores do cartão de vacina e devem ter em dia a vacina contra a febre amarela.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:42
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QUANDO estamos a escassas 48 horas do embarque para Nairobi vão ficando cada vez mais raros os lugares na excursão que a Golden Travel organiza, tendo como finalidade levar ao Quénia adeptos moçambicanos para apoiarem os Mambas na sua difícil missão frente à selecção local.

excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone
A partida está marcada para cinco horas da manhã de sábado, pelo que os passageiros deverão estar no Aeroporto Internacional de Maputo às três.

O voo será directo, prevendo-se que chegue a Nairobi às dez, isto é, cinco horas antes do embate.

Entretanto, uma chamada de atenção especial para os excursionistas: sejam portadores do cartão de vacina e devem ter em dia a vacina contra a febre amarela.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:42
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Presidente da ACOLOP de visita a Moçambique
OS presidentes das câmaras municipais de Oeiras, Isaltino Morais e de Almada, Maria Emília Neto de Sousa e o presidente da Comissão Organizadora dos II Jogos da Lusofonia (COJOL), José Vicente Moura, vão proceder à assinatura dos protocolos de cooperação que oficializam estes dois concelhos como palco deste grande evento multidesportivo (que decorrerá de 11 a 19 de Julho) e no qual Moçambique estará presente.

A cerimónia terá lugar hoje, às 11.00 horas locais (12.00 de Maputo), no “Espaço 250 Anos”, na Praia de Santo Amaro de Oeiras (acesso recomendável pela nave visionária e depois passeio marítimo).

Neste encontro será também apresentada a Travessia do Tejo Trafaria-Algés, integrada no programa paralelo dos Jogos, a qual tem por objectivo assinalar o 100º aniversário do Comité Olímpico de Portugal.

Os II Jogos da Lusofonia - Lisboa 2009 são o maior evento internacional multidesportivo alguma vez realizado em Portugal, recebendo 1300 atletas e oficiais de Moçambique, Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, da Guiné Equatorial, da Índia, de Macau (China), de Portugal, de São Tomé e Príncipe, do Sri Lanka e de Timor-Leste, que vão competir em Atletismo, Basquetebol, Desporto para Deficientes (demonstração), Futebol, Futsal, Judo, Taekwondo, Ténis de Mesa, Voleibol e Voleibol de Praia.

A par de Oeiras e de Almada, os jogos decorrerão também nos concelhos da Amadora, de Lisboa e de Sintra.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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Presidente da ACOLOP de visita a Moçambique
OS presidentes das câmaras municipais de Oeiras, Isaltino Morais e de Almada, Maria Emília Neto de Sousa e o presidente da Comissão Organizadora dos II Jogos da Lusofonia (COJOL), José Vicente Moura, vão proceder à assinatura dos protocolos de cooperação que oficializam estes dois concelhos como palco deste grande evento multidesportivo (que decorrerá de 11 a 19 de Julho) e no qual Moçambique estará presente.

A cerimónia terá lugar hoje, às 11.00 horas locais (12.00 de Maputo), no “Espaço 250 Anos”, na Praia de Santo Amaro de Oeiras (acesso recomendável pela nave visionária e depois passeio marítimo).

Neste encontro será também apresentada a Travessia do Tejo Trafaria-Algés, integrada no programa paralelo dos Jogos, a qual tem por objectivo assinalar o 100º aniversário do Comité Olímpico de Portugal.

Os II Jogos da Lusofonia - Lisboa 2009 são o maior evento internacional multidesportivo alguma vez realizado em Portugal, recebendo 1300 atletas e oficiais de Moçambique, Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, da Guiné Equatorial, da Índia, de Macau (China), de Portugal, de São Tomé e Príncipe, do Sri Lanka e de Timor-Leste, que vão competir em Atletismo, Basquetebol, Desporto para Deficientes (demonstração), Futebol, Futsal, Judo, Taekwondo, Ténis de Mesa, Voleibol e Voleibol de Praia.

A par de Oeiras e de Almada, os jogos decorrerão também nos concelhos da Amadora, de Lisboa e de Sintra.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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OS presidentes das câmaras municipais de Oeiras, Isaltino Morais e de Almada, Maria Emília Neto de Sousa e o presidente da Comissão Organizadora dos II Jogos da Lusofonia (COJOL), José Vicente Moura, vão proceder à assinatura dos protocolos de cooperação que oficializam estes dois concelhos como palco deste grande evento multidesportivo (que decorrerá de 11 a 19 de Julho) e no qual Moçambique estará presente.

Presidente da ACOLOP de visita a Moçambique
A cerimónia terá lugar hoje, às 11.00 horas locais (12.00 de Maputo), no “Espaço 250 Anos”, na Praia de Santo Amaro de Oeiras (acesso recomendável pela nave visionária e depois passeio marítimo).

Neste encontro será também apresentada a Travessia do Tejo Trafaria-Algés, integrada no programa paralelo dos Jogos, a qual tem por objectivo assinalar o 100º aniversário do Comité Olímpico de Portugal.

Os II Jogos da Lusofonia - Lisboa 2009 são o maior evento internacional multidesportivo alguma vez realizado em Portugal, recebendo 1300 atletas e oficiais de Moçambique, Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, da Guiné Equatorial, da Índia, de Macau (China), de Portugal, de São Tomé e Príncipe, do Sri Lanka e de Timor-Leste, que vão competir em Atletismo, Basquetebol, Desporto para Deficientes (demonstração), Futebol, Futsal, Judo, Taekwondo, Ténis de Mesa, Voleibol e Voleibol de Praia.

A par de Oeiras e de Almada, os jogos decorrerão também nos concelhos da Amadora, de Lisboa e de Sintra.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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OS presidentes das câmaras municipais de Oeiras, Isaltino Morais e de Almada, Maria Emília Neto de Sousa e o presidente da Comissão Organizadora dos II Jogos da Lusofonia (COJOL), José Vicente Moura, vão proceder à assinatura dos protocolos de cooperação que oficializam estes dois concelhos como palco deste grande evento multidesportivo (que decorrerá de 11 a 19 de Julho) e no qual Moçambique estará presente.

Presidente da ACOLOP de visita a Moçambique
A cerimónia terá lugar hoje, às 11.00 horas locais (12.00 de Maputo), no “Espaço 250 Anos”, na Praia de Santo Amaro de Oeiras (acesso recomendável pela nave visionária e depois passeio marítimo).

Neste encontro será também apresentada a Travessia do Tejo Trafaria-Algés, integrada no programa paralelo dos Jogos, a qual tem por objectivo assinalar o 100º aniversário do Comité Olímpico de Portugal.

Os II Jogos da Lusofonia - Lisboa 2009 são o maior evento internacional multidesportivo alguma vez realizado em Portugal, recebendo 1300 atletas e oficiais de Moçambique, Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, da Guiné Equatorial, da Índia, de Macau (China), de Portugal, de São Tomé e Príncipe, do Sri Lanka e de Timor-Leste, que vão competir em Atletismo, Basquetebol, Desporto para Deficientes (demonstração), Futebol, Futsal, Judo, Taekwondo, Ténis de Mesa, Voleibol e Voleibol de Praia.

A par de Oeiras e de Almada, os jogos decorrerão também nos concelhos da Amadora, de Lisboa e de Sintra.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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A ESPANHA teve trabalho para vencer o Iraque, por 1-0, em Bloemfontein, em partida da segunda jornada do Grupo A da Taça das Confederações de Futebol. O único golo do encontro foi apontado aos nove minutos da segunda parte.

A Espanha é a nova campeã europeia de futebol
O lateral-esquerdo Joan Capdevila e o médio Juan Mata fizeram boa jogada que culminou com um cruzamento para área, com o avançado David Villa a finalizar de cabeça com categoria.

Com esta vitória os espanhóis somam já seis pontos e seguem na liderança isolada. O Iraque tem apenas um mercê do empate na primeira jornada a zero golo com a África do Sul.

Noutro desafio da ronda, a África do Sul venceu a Nova Zelândia, por 2-0.

Adepto da Selecção Sul Africana
Na próxima jornada, a última, a realizar-se no sábado, o Iraque mede forças com a Nova Zelândia, em Joanesburgo, enquanto a Espanha joga com África do Sul, em Bloemfontein.

Hoje realiza-se a segunda jornada do Grupo B, com o Brasil a enfrentar os Estados Unidos da América, às 16.00 horas, enquanto a Itália ombreia com o Egipto às 20:30 horas.

A Itália lidera com três pontos, embora o Brasil tenha os mesmos, mas está em desvantagem no “goal-avergare”. O Egipto e os Estados Unidos ocupam a segunda e a terceira posições, respectivamente, com zero ponto.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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A ESPANHA teve trabalho para vencer o Iraque, por 1-0, em Bloemfontein, em partida da segunda jornada do Grupo A da Taça das Confederações de Futebol. O único golo do encontro foi apontado aos nove minutos da segunda parte.

A Espanha é a nova campeã europeia de futebol
O lateral-esquerdo Joan Capdevila e o médio Juan Mata fizeram boa jogada que culminou com um cruzamento para área, com o avançado David Villa a finalizar de cabeça com categoria.

Com esta vitória os espanhóis somam já seis pontos e seguem na liderança isolada. O Iraque tem apenas um mercê do empate na primeira jornada a zero golo com a África do Sul.

Noutro desafio da ronda, a África do Sul venceu a Nova Zelândia, por 2-0.

Adepto da Selecção Sul Africana
Na próxima jornada, a última, a realizar-se no sábado, o Iraque mede forças com a Nova Zelândia, em Joanesburgo, enquanto a Espanha joga com África do Sul, em Bloemfontein.

Hoje realiza-se a segunda jornada do Grupo B, com o Brasil a enfrentar os Estados Unidos da América, às 16.00 horas, enquanto a Itália ombreia com o Egipto às 20:30 horas.

A Itália lidera com três pontos, embora o Brasil tenha os mesmos, mas está em desvantagem no “goal-avergare”. O Egipto e os Estados Unidos ocupam a segunda e a terceira posições, respectivamente, com zero ponto.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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