Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 18 DE Maio 2009


O COSTA do Sol voltou a colar-se ao Ferroviário de Maputo no comando do Moçambola-2009, depois de se ter atrasado nas últimas duas jornadas.

Chana tenta driblar Délcio (A. Marrengula)
Com 23 pontos, os mesmos dos “canarinhos”, que sábado receberam e venceram, por 1-0, no seu reduto o Chingale, os “locomotivas” da capital do país foram abanados ontem no “inferno” do Chiveve pelo seu homónimo, mas acabaram por sair com um precioso ponto fruto do empate sem abertura de contagem nesta que foi a 11ª jornada.

A Liga Muçulmana, que comandou a prova nas primeiras rondas, também não deixou os seus créditos por mãos alheias, batendo o aflito Ferroviário de Nampula, por 2-1, numa partida em que o zimbabweano Sadomba esteve, mais uma vez, em evidência ao marcar os dois golos.

Os muçulmanos ocupam a terceira posição com 22 pontos. Mas as honras da jornada vão para o Maxaquene, que na sua deslocação à Nampula goleou o “lanterna vermelha”, o Ferroviário de Nacala, por 4-0. Com este desfecho, os “tricolores” saltaram da sexta para a quarta posição já com 16 pontos, os mesmos do Desportivo e Ferroviário da Beira, que ontem empataram sem golos com o HCB, em Tete, e o Ferroviário de Maputo, na capital provincial de Sofala, respectivamente.

O Ferroviário de Nampula continua a decepcionar, pois ainda não saboreou a vitória, decorridas que foram 11 jornadas, ocupando a penúltima posição de parceria com o seu homónimo de Nacala, por sinal, outro representante de Nampula nesta que é a mais importante prova futebolística do país.

O Chingale também vai de mal a pior. Mesmo depois de ter corrido, semana passada, com o seu treinador principal, José Maria, não foi feliz na sua deslocação à Maputo, onde descarrilou diante dos “canarinhos”, como já fizemos referência, encontrando-se um degrau abaixo da linha de água, com apenas seis pontos. O FC Lichinga reencontrou-se ontem com os seus adeptos ao receber e vencer o Textáfrica, por 2-1. Fruto dessa proeza, o representante do Niassa neste Moçambola subiu um degrau e já não está na zona de despromoção, para onde foi relegado o Chingale.

Do grupo dos novos inquilinos desta prova, o HCB parece estar melhor. Ontem, em terreno emprestado, campo do Desportivo de Tete, travou um dos candidatos ao título, o Desportivo, com quem empatou a zero.

O Atlético Muçulmano, sem o técnico principal, Arnaldo Salvado, suspenso por três meses pela Liga Moçambicana de Futebol, por comportamento incorrecto, também não foi para além de um nulo na recepção ao Matchedje. Aliás, as duas equipas estão empatadas a pontos (13) na classificação actual, com ligeira vantagem para os “militares” devido ao melhor “goal-average”.

Entretanto, a próxima jornada, portanto a 12ª, é de grandes embates, sendo de destacar o Ferroviário de Maputo-Costa do Sol (sábado) e Maxaquene-Liga Muçulmana (domingo), para além do Desportivo-Chingale, HCB-Atlético Muçulmano, Matchedje-FC Lichinga, Textáfrica-Ferroviário Nacala e Ferroviário de Nampula-Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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O COSTA do Sol voltou a colar-se ao Ferroviário de Maputo no comando do Moçambola-2009, depois de se ter atrasado nas últimas duas jornadas.

Chana tenta driblar Délcio (A. Marrengula)
Com 23 pontos, os mesmos dos “canarinhos”, que sábado receberam e venceram, por 1-0, no seu reduto o Chingale, os “locomotivas” da capital do país foram abanados ontem no “inferno” do Chiveve pelo seu homónimo, mas acabaram por sair com um precioso ponto fruto do empate sem abertura de contagem nesta que foi a 11ª jornada.

A Liga Muçulmana, que comandou a prova nas primeiras rondas, também não deixou os seus créditos por mãos alheias, batendo o aflito Ferroviário de Nampula, por 2-1, numa partida em que o zimbabweano Sadomba esteve, mais uma vez, em evidência ao marcar os dois golos.

Os muçulmanos ocupam a terceira posição com 22 pontos. Mas as honras da jornada vão para o Maxaquene, que na sua deslocação à Nampula goleou o “lanterna vermelha”, o Ferroviário de Nacala, por 4-0. Com este desfecho, os “tricolores” saltaram da sexta para a quarta posição já com 16 pontos, os mesmos do Desportivo e Ferroviário da Beira, que ontem empataram sem golos com o HCB, em Tete, e o Ferroviário de Maputo, na capital provincial de Sofala, respectivamente.

O Ferroviário de Nampula continua a decepcionar, pois ainda não saboreou a vitória, decorridas que foram 11 jornadas, ocupando a penúltima posição de parceria com o seu homónimo de Nacala, por sinal, outro representante de Nampula nesta que é a mais importante prova futebolística do país.

O Chingale também vai de mal a pior. Mesmo depois de ter corrido, semana passada, com o seu treinador principal, José Maria, não foi feliz na sua deslocação à Maputo, onde descarrilou diante dos “canarinhos”, como já fizemos referência, encontrando-se um degrau abaixo da linha de água, com apenas seis pontos. O FC Lichinga reencontrou-se ontem com os seus adeptos ao receber e vencer o Textáfrica, por 2-1. Fruto dessa proeza, o representante do Niassa neste Moçambola subiu um degrau e já não está na zona de despromoção, para onde foi relegado o Chingale.

Do grupo dos novos inquilinos desta prova, o HCB parece estar melhor. Ontem, em terreno emprestado, campo do Desportivo de Tete, travou um dos candidatos ao título, o Desportivo, com quem empatou a zero.

O Atlético Muçulmano, sem o técnico principal, Arnaldo Salvado, suspenso por três meses pela Liga Moçambicana de Futebol, por comportamento incorrecto, também não foi para além de um nulo na recepção ao Matchedje. Aliás, as duas equipas estão empatadas a pontos (13) na classificação actual, com ligeira vantagem para os “militares” devido ao melhor “goal-average”.

Entretanto, a próxima jornada, portanto a 12ª, é de grandes embates, sendo de destacar o Ferroviário de Maputo-Costa do Sol (sábado) e Maxaquene-Liga Muçulmana (domingo), para além do Desportivo-Chingale, HCB-Atlético Muçulmano, Matchedje-FC Lichinga, Textáfrica-Ferroviário Nacala e Ferroviário de Nampula-Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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A luta pela posse do esférico foi uma constante
A TRÊS jornadas da conclusão da primeira volta do Moçambola-2009, o triunvirato da liderança está de novo entrelaçado, com os grandes rivais Ferroviário e Costa do Sol empatados (23 pontos) e a Liga Muçulmana ali pertinho, a apenas um ponto, numa altura em que teremos, no próximo fim-de-semana, uma jornada verdadeiramente explosiva, senão vejamos: Ferroviário a receber Costa do Sol, no Estádio da Machava, e Liga Muçulmana visitando o extraordinariamente recuperado Maxaquene, ora na quarta posição.

Dados que de facto fazem deste Campeonato Nacional de Futebol uma prova cheia de competitividade e grandiosidade que semanalmente prendem a atenção dos amantes do jogo da bola, e não só. Se, entre os três da frente, na nona jornada foi o Ferroviário a colher dividendos dourados, em virtude do percalço dos seus concorrentes, desta vez, na décima ronda, aconteceu precisamente o inverso: atraso dos “locomotivas” e recuperação dos outros.

Especificamente, os campeões nacionais e então líderes isolados foram, ontem, ao “inferno” do Chiveve empatar sem abertura de contagem com o aguerrido e sensacional Ferroviário da Beira, enquanto, no sábado, Costa do Sol e Liga Muçulmana haviam ganho: os “canarinhos” ao Chingale por uma bola sem resposta e os “muçulmanos” ao Ferroviário de Nampula por 2-1.

Paulatinamente a refazer-se da crise directiva – apesar de o seu técnico, Litos, ter sido suspenso por um mês pela Liga Moçambicana de Futebol – está o Maxaquene, ora na quarta posição, em igualdade pontual (16) com Desportivo e Ferroviário da Beira. Impiedosos, os “tricolores” foram a Nampula esmagar o Ferroviário de Nacala por 4-0, fazendo ressurgir as esperanças quanto aos seus objectivos.

Deslocação difícil tiveram os “alvi-negros”, que em Tete empataram 0-0 com a HCB de Songo. Também sem golos terminou o pobre desafio entre Atlético Muçulmano e Matchedje, enquanto no Estádio Municipal 1º de Maio os adeptos do FC Lichinga jubilavam com o segundo triunfo da equipa, desta feita por 2-1, diante do Textáfrica.

Aliás, foi um resultado que permitiu à equipa sair da zona da despromoção, embora ainda esteja num posto periclitante. Na tabela classificativa, Ferroviário de Maputo e Costa do Sol registam 23 pontos cada, seguidos da Liga Muçulmana 22, Maxaquene, Desportivo e Ferroviário da Beira 16, HCB de Songo 14, Matchedje e Atlético Muçulmano 13, Textáfrica 10, FC Lichinga nove, Chingale seis, Ferroviário de Nampula e Ferroviário de Nacala cinco cada.

Na 11ª jornada, no próximo fim-de-semana, destaque para os Ferroviário de Maputo-Costa do Sol e Maxaquene-Liga Muçulmana. Os outros encontros são: Desportivo-Chingale, HCB-Atlético Muçulmano, Matchedje-FC Lichinga, Textáfrica-Ferroviário de Nacala e Ferroviário de Nampula-Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:20
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A luta pela posse do esférico foi uma constante
A TRÊS jornadas da conclusão da primeira volta do Moçambola-2009, o triunvirato da liderança está de novo entrelaçado, com os grandes rivais Ferroviário e Costa do Sol empatados (23 pontos) e a Liga Muçulmana ali pertinho, a apenas um ponto, numa altura em que teremos, no próximo fim-de-semana, uma jornada verdadeiramente explosiva, senão vejamos: Ferroviário a receber Costa do Sol, no Estádio da Machava, e Liga Muçulmana visitando o extraordinariamente recuperado Maxaquene, ora na quarta posição.

Dados que de facto fazem deste Campeonato Nacional de Futebol uma prova cheia de competitividade e grandiosidade que semanalmente prendem a atenção dos amantes do jogo da bola, e não só. Se, entre os três da frente, na nona jornada foi o Ferroviário a colher dividendos dourados, em virtude do percalço dos seus concorrentes, desta vez, na décima ronda, aconteceu precisamente o inverso: atraso dos “locomotivas” e recuperação dos outros.

Especificamente, os campeões nacionais e então líderes isolados foram, ontem, ao “inferno” do Chiveve empatar sem abertura de contagem com o aguerrido e sensacional Ferroviário da Beira, enquanto, no sábado, Costa do Sol e Liga Muçulmana haviam ganho: os “canarinhos” ao Chingale por uma bola sem resposta e os “muçulmanos” ao Ferroviário de Nampula por 2-1.

Paulatinamente a refazer-se da crise directiva – apesar de o seu técnico, Litos, ter sido suspenso por um mês pela Liga Moçambicana de Futebol – está o Maxaquene, ora na quarta posição, em igualdade pontual (16) com Desportivo e Ferroviário da Beira. Impiedosos, os “tricolores” foram a Nampula esmagar o Ferroviário de Nacala por 4-0, fazendo ressurgir as esperanças quanto aos seus objectivos.

Deslocação difícil tiveram os “alvi-negros”, que em Tete empataram 0-0 com a HCB de Songo. Também sem golos terminou o pobre desafio entre Atlético Muçulmano e Matchedje, enquanto no Estádio Municipal 1º de Maio os adeptos do FC Lichinga jubilavam com o segundo triunfo da equipa, desta feita por 2-1, diante do Textáfrica.

Aliás, foi um resultado que permitiu à equipa sair da zona da despromoção, embora ainda esteja num posto periclitante. Na tabela classificativa, Ferroviário de Maputo e Costa do Sol registam 23 pontos cada, seguidos da Liga Muçulmana 22, Maxaquene, Desportivo e Ferroviário da Beira 16, HCB de Songo 14, Matchedje e Atlético Muçulmano 13, Textáfrica 10, FC Lichinga nove, Chingale seis, Ferroviário de Nampula e Ferroviário de Nacala cinco cada.

Na 11ª jornada, no próximo fim-de-semana, destaque para os Ferroviário de Maputo-Costa do Sol e Maxaquene-Liga Muçulmana. Os outros encontros são: Desportivo-Chingale, HCB-Atlético Muçulmano, Matchedje-FC Lichinga, Textáfrica-Ferroviário de Nacala e Ferroviário de Nampula-Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:20
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A LIGA Muçulmana voltou a sorrir no presente Moçambola às custas do Ferroviário de Nampula, que prossegue a sua travessia no deserto sem saber o que sentem aqueles que ganham na edição deste ano do campeonato principal de futebol.

Jogo entre Atlético Muçulmano e Matchedje
Desta vez, os nampulenses até podem queixar-se de si próprios, porque construíram oportunidades suficientes para marcar mais de um golo como acabou sucedendo. Mas terão, obrigatoriamente, que se queixar do zimbabweano Sadomba, que por várias vezes enlouqueceu os defesas “locomotivas” e marcou os dois golos que conferiram a vitória aos “muçulmanos”.

Na verdade, Sadomba protagonizou uma boa exibição, tendo estado directamente envolvido na vitória da sua equipa. Primeiro, aos nove minutos obrigou Joaquim a jogar a bola com a mão na grande área, tendo o árbitro assinalado o respectivo castigo máximo.

Chamado a cobrar, o mesmo Sadomba inaugurou o marcador para, seis minutos depois, galgar o meio-campo contrário e desferir um forte remate que culminou com o segundo tento.

Mas atenção que o Ferroviário não se limitou a assistir, antes pelo contrário. Aliás, antes de Sadomba abrir o activo, Hipo teve o golo nos pés, mas rematou fraco para a defesa de Lamá. Em desvantagem, os “locomotivas” foram atrás do resultado e só não empataram porque os dianteiros Leonel, Manecas e Zé falharam o alvo em condições privilegiadas para concretizar.

Na segunda parte a Liga Muçulmana optou por um jogo seguro, sem grandes aventuras, socorrendo-se da habilidade de Sadomba, Micas e Carlitos para perturbar a defesa adversária.

O Ferroviário pressionou, sim senhor, mas a aposta no futebol aéreo revelou-se ineficaz dada a estatura física dos defesas Marito, Fanuel e Calima. Resultado justo na tarde que Sadomba mostrou as suas qualidades para quem ainda duvidava da sua capacidade atlética.

O árbitro José Maria Rachide esteve bem e seguramente não será por ele que os nampulenses devem queixar-se. Talvez de Leonel, Zé e Hipo, que não acertaram a baliza quando deviam.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: José Maria Rachide, auxiliado por Baltazar Hilário e João Abreu. Quarto árbitro: Samuel Chirindza

LIGA: Lama, Alex, Marito, Mack (Calima), Fanuel, Sulemane, Chico, Micas, Carlitos, Sadomba e Maurício (Alvim).

FER. Nampula: Sozinho, Matofa, Elídio, Joaquim, Stélio, Rodjas (Samuel), Hipo, Manecas (Rafael), Zuma, Zé e Leonel (Fedo).

Acção disciplinar: cartões amarelos para Joaquim, Elídio, Zuma e Maurício.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 11:41
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A LIGA Muçulmana voltou a sorrir no presente Moçambola às custas do Ferroviário de Nampula, que prossegue a sua travessia no deserto sem saber o que sentem aqueles que ganham na edição deste ano do campeonato principal de futebol.

Jogo entre Atlético Muçulmano e Matchedje
Desta vez, os nampulenses até podem queixar-se de si próprios, porque construíram oportunidades suficientes para marcar mais de um golo como acabou sucedendo. Mas terão, obrigatoriamente, que se queixar do zimbabweano Sadomba, que por várias vezes enlouqueceu os defesas “locomotivas” e marcou os dois golos que conferiram a vitória aos “muçulmanos”.

Na verdade, Sadomba protagonizou uma boa exibição, tendo estado directamente envolvido na vitória da sua equipa. Primeiro, aos nove minutos obrigou Joaquim a jogar a bola com a mão na grande área, tendo o árbitro assinalado o respectivo castigo máximo.

Chamado a cobrar, o mesmo Sadomba inaugurou o marcador para, seis minutos depois, galgar o meio-campo contrário e desferir um forte remate que culminou com o segundo tento.

Mas atenção que o Ferroviário não se limitou a assistir, antes pelo contrário. Aliás, antes de Sadomba abrir o activo, Hipo teve o golo nos pés, mas rematou fraco para a defesa de Lamá. Em desvantagem, os “locomotivas” foram atrás do resultado e só não empataram porque os dianteiros Leonel, Manecas e Zé falharam o alvo em condições privilegiadas para concretizar.

Na segunda parte a Liga Muçulmana optou por um jogo seguro, sem grandes aventuras, socorrendo-se da habilidade de Sadomba, Micas e Carlitos para perturbar a defesa adversária.

O Ferroviário pressionou, sim senhor, mas a aposta no futebol aéreo revelou-se ineficaz dada a estatura física dos defesas Marito, Fanuel e Calima. Resultado justo na tarde que Sadomba mostrou as suas qualidades para quem ainda duvidava da sua capacidade atlética.

O árbitro José Maria Rachide esteve bem e seguramente não será por ele que os nampulenses devem queixar-se. Talvez de Leonel, Zé e Hipo, que não acertaram a baliza quando deviam.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: José Maria Rachide, auxiliado por Baltazar Hilário e João Abreu. Quarto árbitro: Samuel Chirindza

LIGA: Lama, Alex, Marito, Mack (Calima), Fanuel, Sulemane, Chico, Micas, Carlitos, Sadomba e Maurício (Alvim).

FER. Nampula: Sozinho, Matofa, Elídio, Joaquim, Stélio, Rodjas (Samuel), Hipo, Manecas (Rafael), Zuma, Zé e Leonel (Fedo).

Acção disciplinar: cartões amarelos para Joaquim, Elídio, Zuma e Maurício.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 11:41
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DE facto os guarda-redes das duas formações estiveram em grande destaque, ao evitar que as suas redes fossem violadas. A partida iniciou com o Ferroviário da Beira a tomar a iniciativa do jogo, mas pela frente estava um conjunto coeso e compacto na zona mais recuada.

Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar
Porém, este facto não levou muito tempo, pois imediatamente as duas equipas se encaixaram no sistema táctico, sendo que na turma da capital Momed Hagy coordenava todo o ataque, bem secundado por Danito Parruque, criando calafrios à linha média adversária. Deste modo, passou a assistir-se a um jogo muito táctico e denunciado, sem registo de nenhum lance de perigo em ambas as balizas.

Foi preciso passar meia hora para o público vibrar com jogadas de perigo nas duas balizas, tendo Gervásio sido o primeiro a ser chamado para uma defesa de grande nível, após um cabeceamento de Luís, na sequência de um cruzamento de Maurício. E, em jeito de resposta, a equipa de Akil Marcelino desceu em contra-ataque, numa jogada de combinação entre Nené, Óscar e Betinho, tendo este último ficado frente-a-frente com Pinto e atirado à figura deste.

A segunda parte começou com os pupilos de Paulo Camargo a pressionar o adversário, com maior ascendência na linha média, visto que Hagy ganhava todas as bolas naquela zona e de imediato lançava ao ataque. Vendo que estavam a perder terreno, os “locomotivas” do Chiveve apostaram no contra-ataque, com Betinho e Tony a mudarem frequentemente de posições para contrariar os seus opositores. Esta estratégia quase que resultava, pois num desses contra-ataques Timbe centrou para o coração da grande área, onde apareceu Óscar a rematar para a defesa de Pinto.

Os campeões nacionais não se fizeram rogados e, num ataque bem organizado, criaram pânico na baliza de Gervásio, através de um portentoso remate de Fred, mas Gervásio respondeu com uma defesa em dois tempos.

O juiz esteve bem, embora tivesse pecado na dualidade de critérios na assistência aos jogadores lesionados.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Dionísio Dongaze, auxiliado por Januário Pastola e Daniel Calavete. Quarto árbitro: José Mandava.

FER. BEIRA – Gervásio; Ninito, Gildo, Cândido e Edson; Nené, Carlos, Óscar e Timbe (Mano); Tony (Henrique) e Betinho (Cláudio).

FER. MAPUTO – Pinto; Zabula, Faife, Jotamo e Fred; Momed Hagy, Danito Parruque, Jair (Whisky) e Maurício (Tchaka); Luís (Hening) e Jerry.

LUCAS PETROCE JR

publicado por Vaxko Zakarias às 11:35
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DE facto os guarda-redes das duas formações estiveram em grande destaque, ao evitar que as suas redes fossem violadas. A partida iniciou com o Ferroviário da Beira a tomar a iniciativa do jogo, mas pela frente estava um conjunto coeso e compacto na zona mais recuada.

Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar
Porém, este facto não levou muito tempo, pois imediatamente as duas equipas se encaixaram no sistema táctico, sendo que na turma da capital Momed Hagy coordenava todo o ataque, bem secundado por Danito Parruque, criando calafrios à linha média adversária. Deste modo, passou a assistir-se a um jogo muito táctico e denunciado, sem registo de nenhum lance de perigo em ambas as balizas.

Foi preciso passar meia hora para o público vibrar com jogadas de perigo nas duas balizas, tendo Gervásio sido o primeiro a ser chamado para uma defesa de grande nível, após um cabeceamento de Luís, na sequência de um cruzamento de Maurício. E, em jeito de resposta, a equipa de Akil Marcelino desceu em contra-ataque, numa jogada de combinação entre Nené, Óscar e Betinho, tendo este último ficado frente-a-frente com Pinto e atirado à figura deste.

A segunda parte começou com os pupilos de Paulo Camargo a pressionar o adversário, com maior ascendência na linha média, visto que Hagy ganhava todas as bolas naquela zona e de imediato lançava ao ataque. Vendo que estavam a perder terreno, os “locomotivas” do Chiveve apostaram no contra-ataque, com Betinho e Tony a mudarem frequentemente de posições para contrariar os seus opositores. Esta estratégia quase que resultava, pois num desses contra-ataques Timbe centrou para o coração da grande área, onde apareceu Óscar a rematar para a defesa de Pinto.

Os campeões nacionais não se fizeram rogados e, num ataque bem organizado, criaram pânico na baliza de Gervásio, através de um portentoso remate de Fred, mas Gervásio respondeu com uma defesa em dois tempos.

O juiz esteve bem, embora tivesse pecado na dualidade de critérios na assistência aos jogadores lesionados.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Dionísio Dongaze, auxiliado por Januário Pastola e Daniel Calavete. Quarto árbitro: José Mandava.

FER. BEIRA – Gervásio; Ninito, Gildo, Cândido e Edson; Nené, Carlos, Óscar e Timbe (Mano); Tony (Henrique) e Betinho (Cláudio).

FER. MAPUTO – Pinto; Zabula, Faife, Jotamo e Fred; Momed Hagy, Danito Parruque, Jair (Whisky) e Maurício (Tchaka); Luís (Hening) e Jerry.

LUCAS PETROCE JR

publicado por Vaxko Zakarias às 11:35
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O CLUBE Desportivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) empatou ontem a zero golo com o Desportivo de Maputo, numa partida em que os dois conjuntos dividiram a sua actuação, tendo a primeira parte pertencido à equipa da casa e a segunda totalmente dominada pelos forasteiros.

Desportivo festejando o título (A. Marrengula)

Numa tarde agradável para a prática de futebol, onde os termómetros estiveram ao lado dos jogadores, logo nos primeiros minutos notou-se de ambos os lados uma atenção muito cautelosa com jogadas de sistema táctico quase idênticas, pois todos faziam tudo no sentido de povoar os dois meios campos e tentarem em contra-ataques construir os lances de golo. A turma do HCB conseguia sempre penetrar na zona mais recuada do Desportivo criando jogadas de perigo, mas que não surtiam os seus efeitos.

Já à entrada do primeiro quarto de hora, a turma do HCB poderia ter aberto o activo por intermédio de Danga, que recebeu o esférico de Eládio e à entrada da área desferiu um potente remate que foi defendido em voo por Marcelino, quando o público já gritava pelo golo.

Foi o primeiro lance de perigo do jogo no qual os “alvi-negros” reagiram e muito bem, conseguindo controlar o esquema de jogo do HCB.

Já na ponta final da primeira parte, o HCB voltou a manietar o Desportivo, mas a muralha montada por Semedo não permitia que a equipa da casa conseguisse os seus intentos, até porque tudo morria nos pés de Zainadine Júnior e Nelson que foram os autênticos “carrascos” dos avançados Danga, Amílcar e Gito.

A etapa complementar foi praticamente dominada pelo Desportivo que tudo fez para vencer a partida, mas faltou acutilância e agilidade dos seus avançados principalmente Muandro e Secanhe que na hora da verdade rematavam por cima do travessão ou desnecessariamente embrulhavam-se com os defesas do HCB.

A partir dos 65 minutos, o meio-campo da turma do HCB desapareceu por completo e a equipa defensiva congelou-se na defensiva como forma de assegurar o empate, porque os seus jogadores já não tinham estofo suficiente para jogar de igual com os “alvi-negros”.

As duas formações vendo o tempo esgotar-se, adoptaram outro sistema táctico, centrando as suas jogadas no meio campo e optando por ataques esporádicos à espera do apito final.

O jogo terminou com um nulo. Resultado justo que premeia o desempenho das duas formações.

A arbitragem, comandada por Abdul Gani, auxiliado por Gimo Patrício e Carlos Nhanjenje, tendo como Félix Maugente como quarto juiz, esteve bem.

Vejamos como as equipas alinharam:

HCB - Chico; Bila, Costa, Mucuapele, Antoninho, Paito, Eládio, Henry, Danga, Amílcar e Gito. Alinharam ainda Jordão e Aurito.

DESPORTIVO - Marcelino; Nelson. Zainadine Júnior, Sonito, Tchitcho, Binó, Muandro, Josué, Secanhe e Emídio.

Jogaram ainda Imo, Aníbal e Julinho.
Acção Disciplinar - Cartolina amarela para Artur Semedo, treinador do Desportivo, por alegadamente se dirigir mal aos árbitros.

Bernardo Carlos

publicado por Vaxko Zakarias às 11:24
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O CLUBE Desportivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) empatou ontem a zero golo com o Desportivo de Maputo, numa partida em que os dois conjuntos dividiram a sua actuação, tendo a primeira parte pertencido à equipa da casa e a segunda totalmente dominada pelos forasteiros.

Desportivo festejando o título (A. Marrengula)

Numa tarde agradável para a prática de futebol, onde os termómetros estiveram ao lado dos jogadores, logo nos primeiros minutos notou-se de ambos os lados uma atenção muito cautelosa com jogadas de sistema táctico quase idênticas, pois todos faziam tudo no sentido de povoar os dois meios campos e tentarem em contra-ataques construir os lances de golo. A turma do HCB conseguia sempre penetrar na zona mais recuada do Desportivo criando jogadas de perigo, mas que não surtiam os seus efeitos.

Já à entrada do primeiro quarto de hora, a turma do HCB poderia ter aberto o activo por intermédio de Danga, que recebeu o esférico de Eládio e à entrada da área desferiu um potente remate que foi defendido em voo por Marcelino, quando o público já gritava pelo golo.

Foi o primeiro lance de perigo do jogo no qual os “alvi-negros” reagiram e muito bem, conseguindo controlar o esquema de jogo do HCB.

Já na ponta final da primeira parte, o HCB voltou a manietar o Desportivo, mas a muralha montada por Semedo não permitia que a equipa da casa conseguisse os seus intentos, até porque tudo morria nos pés de Zainadine Júnior e Nelson que foram os autênticos “carrascos” dos avançados Danga, Amílcar e Gito.

A etapa complementar foi praticamente dominada pelo Desportivo que tudo fez para vencer a partida, mas faltou acutilância e agilidade dos seus avançados principalmente Muandro e Secanhe que na hora da verdade rematavam por cima do travessão ou desnecessariamente embrulhavam-se com os defesas do HCB.

A partir dos 65 minutos, o meio-campo da turma do HCB desapareceu por completo e a equipa defensiva congelou-se na defensiva como forma de assegurar o empate, porque os seus jogadores já não tinham estofo suficiente para jogar de igual com os “alvi-negros”.

As duas formações vendo o tempo esgotar-se, adoptaram outro sistema táctico, centrando as suas jogadas no meio campo e optando por ataques esporádicos à espera do apito final.

O jogo terminou com um nulo. Resultado justo que premeia o desempenho das duas formações.

A arbitragem, comandada por Abdul Gani, auxiliado por Gimo Patrício e Carlos Nhanjenje, tendo como Félix Maugente como quarto juiz, esteve bem.

Vejamos como as equipas alinharam:

HCB - Chico; Bila, Costa, Mucuapele, Antoninho, Paito, Eládio, Henry, Danga, Amílcar e Gito. Alinharam ainda Jordão e Aurito.

DESPORTIVO - Marcelino; Nelson. Zainadine Júnior, Sonito, Tchitcho, Binó, Muandro, Josué, Secanhe e Emídio.

Jogaram ainda Imo, Aníbal e Julinho.
Acção Disciplinar - Cartolina amarela para Artur Semedo, treinador do Desportivo, por alegadamente se dirigir mal aos árbitros.

Bernardo Carlos

publicado por Vaxko Zakarias às 11:24
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NÃO é imperativo que haja golos para se catalogar uma partida de futebol de espectacular. Evidentemente que se se poder aliar as duas situações (golos e futebol-espectáculo) melhor ainda e os espectadores saem do campo com razões para voltar mais vezes ao futebol.

Jogo entre Atlético Muçulmano e Matchedje
No caso específico deste desafio, para a nossa desgraça, não tivemos nem jogo espectacular, nem – pior ainda – golos para pelo menos animar o público e disfarçar a mediocridade que caracterizou a hora e meia da contenda.

Foi realmente ruim o que Atlético Muçulmano e Matchedje produziram, pois, a despeito de terem criado algumas (pouquíssimas) oportunidades de visar a baliza, o certo é que foram de uma ingenuidade arreliadora.

O facto de somarem o mesmo número de pontos na tabela classificativa podia ser uma motivação bastante forte para um despique condimentado com todos os ingredientes necessários nestas situações.

Porém, nada disso aconteceu. Os espectadores presentes no ex-campo do Maxaquene foram soluçando face a uma partida insípida e sem acções de vulto de parte a parte. Complicativos, a cada minuto, os jogadores de ambos os times iam revelando uma gritante falta de objectividade para a desejada vitória, daí que os guarda-redes Samito e Victor tinham uma tarde praticamente de descanso, dado que, mesmo solicitados a intervir, era sem perigo para os seus postes.

No ataque “militar”, o egoísmo de Chana deitava tudo a perder. Adicionalmente, o habitual e incisivo apoio de Jacinto e João era inexistente, para além da ausência, também, dos esperados despejos bem construídos pelos pés de Edmundo. Resultado: Nacir Armando acabou mesmo por abdicar de Chana e Jacinto, entrando para os seus lugares Bebé e Avú, tendo o primeiro trazido alguma dinâmica ofensiva, porém, longe de uma mudança estrutural condigna.

E o Atlético? O técnico-adjunto Garrincha esteve constantemente a chamar à atenção aos seus pupilos, e com toda a razão, pois brincadeiras como aquelas que foram protagonizadas pela defesa, mormente pelo veterano Amad, atabalhoado e desconcentrado, podiam ter sido fatais. Ngoni procurou soluções individuais, mas sem sucesso. Dino e Eboh caíam na teia defensiva montada pela retaguarda do Matchedje, conhecida pela sua grande resistência.

Apesar de tudo, vejamos os seguintes realces: remate com o pé esquerdo de Danito para uma magnífica defesa de Victor, para canto; e golo certo do Matchedje, já no final da contenda, com o guarda-redes Samito a desviar o esférico por cima da barra transversal.

Pouco ou nada a referir em relação ao árbitro, cujo trabalho foi aceitável.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Hélder Napido, coadjuvado por Adão Chitache e Al Rajá Omar. Quarto árbitro: Ainad Ussene

ATLÉTICO – Samito; Clarêncio, Baúte, Amad e Nelito; Ngoni (Madeira), Délcio, Manuelito (Fadil) e Danito (Sumahila); Dino e Eboh

MATCHEDJE – Victor, West, Calo, Silva e Vasco (Zuze); João, Rogério, Jacinto (Avú) e Edmundo; Chana (Bebé) e Zico
Acção disciplinar: cartão amarelo para Jacinto e Vasco.

ALEXANDRE ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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NÃO é imperativo que haja golos para se catalogar uma partida de futebol de espectacular. Evidentemente que se se poder aliar as duas situações (golos e futebol-espectáculo) melhor ainda e os espectadores saem do campo com razões para voltar mais vezes ao futebol.

Jogo entre Atlético Muçulmano e Matchedje
No caso específico deste desafio, para a nossa desgraça, não tivemos nem jogo espectacular, nem – pior ainda – golos para pelo menos animar o público e disfarçar a mediocridade que caracterizou a hora e meia da contenda.

Foi realmente ruim o que Atlético Muçulmano e Matchedje produziram, pois, a despeito de terem criado algumas (pouquíssimas) oportunidades de visar a baliza, o certo é que foram de uma ingenuidade arreliadora.

O facto de somarem o mesmo número de pontos na tabela classificativa podia ser uma motivação bastante forte para um despique condimentado com todos os ingredientes necessários nestas situações.

Porém, nada disso aconteceu. Os espectadores presentes no ex-campo do Maxaquene foram soluçando face a uma partida insípida e sem acções de vulto de parte a parte. Complicativos, a cada minuto, os jogadores de ambos os times iam revelando uma gritante falta de objectividade para a desejada vitória, daí que os guarda-redes Samito e Victor tinham uma tarde praticamente de descanso, dado que, mesmo solicitados a intervir, era sem perigo para os seus postes.

No ataque “militar”, o egoísmo de Chana deitava tudo a perder. Adicionalmente, o habitual e incisivo apoio de Jacinto e João era inexistente, para além da ausência, também, dos esperados despejos bem construídos pelos pés de Edmundo. Resultado: Nacir Armando acabou mesmo por abdicar de Chana e Jacinto, entrando para os seus lugares Bebé e Avú, tendo o primeiro trazido alguma dinâmica ofensiva, porém, longe de uma mudança estrutural condigna.

E o Atlético? O técnico-adjunto Garrincha esteve constantemente a chamar à atenção aos seus pupilos, e com toda a razão, pois brincadeiras como aquelas que foram protagonizadas pela defesa, mormente pelo veterano Amad, atabalhoado e desconcentrado, podiam ter sido fatais. Ngoni procurou soluções individuais, mas sem sucesso. Dino e Eboh caíam na teia defensiva montada pela retaguarda do Matchedje, conhecida pela sua grande resistência.

Apesar de tudo, vejamos os seguintes realces: remate com o pé esquerdo de Danito para uma magnífica defesa de Victor, para canto; e golo certo do Matchedje, já no final da contenda, com o guarda-redes Samito a desviar o esférico por cima da barra transversal.

Pouco ou nada a referir em relação ao árbitro, cujo trabalho foi aceitável.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Hélder Napido, coadjuvado por Adão Chitache e Al Rajá Omar. Quarto árbitro: Ainad Ussene

ATLÉTICO – Samito; Clarêncio, Baúte, Amad e Nelito; Ngoni (Madeira), Délcio, Manuelito (Fadil) e Danito (Sumahila); Dino e Eboh

MATCHEDJE – Victor, West, Calo, Silva e Vasco (Zuze); João, Rogério, Jacinto (Avú) e Edmundo; Chana (Bebé) e Zico
Acção disciplinar: cartão amarelo para Jacinto e Vasco.

ALEXANDRE ZANDAMELA

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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O COSTA do Sol esteve longe de rubricar uma exibição de cinco estrelas frente ao Chingale, mas diga-se em abono da verdade que acabou ganhado com toda a justiça, muito graças à persistência e audácia de Silvério, que sendo defesa esquerdo de raiz foi mais uma vez aposta de João Chissano para o meio-campo.

outros festejam o título de campeão nacional
Foi ele que procurou gizar mais vezes a baliza à guarda de Chin, que até esteve em dia inspirado. O certo, porém, é que doutro lado estava um Silvério destemindo e decidido a fazer o gosto ao pé frente, curiosamente, à sua ex-equipa. Mas foram precisos três tentativas para o “canhoto” vencer no duelo com Chin.

Aconteceu à passagem do nono minuto da segunda parte, numa altura em já se notava alguma preocupação no banco “canarinho”, quando Silvério, à entrada da grande área, rematou forte e colocado não dando chances ao “keeper” que terá visto a bola partir, mas que na sua frente estava um “cacho” de jogadores a taparem-lhe a vista. O defesa esquerdo acertava assim o alvo na sua terceira tentativa, depois de, em duas ocasiões, não ter marcado, numa das quais, devido à espectacular intervenção de Chin.

Mas o primeiro aviso de perigo dos “canarinhos” no encontro foi dado por Félix de cabeça após cruzamento de Josimar. Félix, que acabaria por ser subistuído no reatamento em troca com Artur Comboio. Aliás, foram duas as alterações que João Chissano procedeu ao intervalo, a outra foi a entrada de Elfídio para o lugar de Perry, embora o Costa do Sol tivesse o domínio do jogo, com a maior tempo de posse de bola eram poucas as vezes que chegava com perigo à área contrária e era preciso dar maior fervor ao ataque.

E parece ter resultado, visto que na etapa complementar, para além do golo de Silvério, a equipa da casa dispôs de uma grande penalidade desperdiçada por Josimar, e já no final podia ter marcado o golo da tranquilidade, se Ruben não tivesse cabeceado de forma desastrosa, quando estava em boa posição para ampliar o “score”. Importa salientar que os comandados de João Chissano viram a vida facilitada quando à passagem dos 68 minutos Alick foi expulso por acomulação de cartões amarelos após a entrada perigosa sobre Dito.

Aureliano Mabote, árbitro do encontro, realizou uma boa exibição.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Aureliano Mabote, auxiliado por António Costa e Meque Machate. Quarto árbitro: Amosse Lazáro.

COSTA DO SOL: Antoninho; Kito, Jonas, João Mazive e Dito; Mambo, Silvério (Payó), Josimar e Ruben; Félix (Artur Comboio) e Perry (Elfidio).

CHINGALE: Chin; Messica, Richard, Celso e Fred; Hagy, Miguel, Alick e Diogo (Tony); Mavó (Alone) e Magaba.

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartão vermelho para Alick, po acumulação de amarelos e ainda amarelos para Messica e João Mazive, este último dos “canarinhos”.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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O COSTA do Sol esteve longe de rubricar uma exibição de cinco estrelas frente ao Chingale, mas diga-se em abono da verdade que acabou ganhado com toda a justiça, muito graças à persistência e audácia de Silvério, que sendo defesa esquerdo de raiz foi mais uma vez aposta de João Chissano para o meio-campo.

outros festejam o título de campeão nacional
Foi ele que procurou gizar mais vezes a baliza à guarda de Chin, que até esteve em dia inspirado. O certo, porém, é que doutro lado estava um Silvério destemindo e decidido a fazer o gosto ao pé frente, curiosamente, à sua ex-equipa. Mas foram precisos três tentativas para o “canhoto” vencer no duelo com Chin.

Aconteceu à passagem do nono minuto da segunda parte, numa altura em já se notava alguma preocupação no banco “canarinho”, quando Silvério, à entrada da grande área, rematou forte e colocado não dando chances ao “keeper” que terá visto a bola partir, mas que na sua frente estava um “cacho” de jogadores a taparem-lhe a vista. O defesa esquerdo acertava assim o alvo na sua terceira tentativa, depois de, em duas ocasiões, não ter marcado, numa das quais, devido à espectacular intervenção de Chin.

Mas o primeiro aviso de perigo dos “canarinhos” no encontro foi dado por Félix de cabeça após cruzamento de Josimar. Félix, que acabaria por ser subistuído no reatamento em troca com Artur Comboio. Aliás, foram duas as alterações que João Chissano procedeu ao intervalo, a outra foi a entrada de Elfídio para o lugar de Perry, embora o Costa do Sol tivesse o domínio do jogo, com a maior tempo de posse de bola eram poucas as vezes que chegava com perigo à área contrária e era preciso dar maior fervor ao ataque.

E parece ter resultado, visto que na etapa complementar, para além do golo de Silvério, a equipa da casa dispôs de uma grande penalidade desperdiçada por Josimar, e já no final podia ter marcado o golo da tranquilidade, se Ruben não tivesse cabeceado de forma desastrosa, quando estava em boa posição para ampliar o “score”. Importa salientar que os comandados de João Chissano viram a vida facilitada quando à passagem dos 68 minutos Alick foi expulso por acomulação de cartões amarelos após a entrada perigosa sobre Dito.

Aureliano Mabote, árbitro do encontro, realizou uma boa exibição.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Aureliano Mabote, auxiliado por António Costa e Meque Machate. Quarto árbitro: Amosse Lazáro.

COSTA DO SOL: Antoninho; Kito, Jonas, João Mazive e Dito; Mambo, Silvério (Payó), Josimar e Ruben; Félix (Artur Comboio) e Perry (Elfidio).

CHINGALE: Chin; Messica, Richard, Celso e Fred; Hagy, Miguel, Alick e Diogo (Tony); Mavó (Alone) e Magaba.

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartão vermelho para Alick, po acumulação de amarelos e ainda amarelos para Messica e João Mazive, este último dos “canarinhos”.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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NÃO se tratava de um jogo entre aflitos, até porque depois das duas equipas entrarem para este confronto vindo de duas preciosas vitórias augurava-se uma partida renhida, pois ambas formações tinham motivações para brindarem o público para um bom espectáculo de futebol. Mas o desespero esta pesada derrota, já está a subjugar dos “locomotivas” de Nacala.

Maxaquene, em festa, exibe o “canecão”
Com efeito, o Maxaquene entrou deliberadamente a jogar para o ataque, empurrando o seu adversário para a sua zona defensiva e logo ao primeiro minuto poderia ter feito o primeiro golo, quando Hélder Pelembe introduziu o esférico na baliza de Alio, num lance em que foi precedido dum claro fora-de-jogo de Liberty.

O aviso já estava dado e a correlação de forças dentro das quatro linhas era evidente, com maior pendor dos “tricolores” que beneficiaram de inúmeras ocasiões de abrir o marcador, ressaltando aos quatro minutos quando Jumisse teve um cabeceamento a roçar a barra transversal da baliza “locomotiva”.

Mas o golo não tardou a aparecer, num remate de Kito que foi se anichar dentro da baliza contrária, quando estavam decorridos 13 minutos do primeiro tempo, resultado com que se chegou ao intervalo, pese embora o Ferroviário de Nacala tivesse tido algumas oportunidades de chegar ao empate.

No reatamento, o Maxaquene sentiu a pressão do seu opositor que não chegou ao golo de empate por mera casualidade e sentindo esta pressão os comandados de Litos “mataram” o jogo com um golo de Kito que passou por vários adversários e colocou o esférico no lugar certo, fazendo o 2-0, quando eram jogados 63 minutos da partida.

Daí em diante assistiu-se a um Maxaquene infernal nas suas jogadas ofensivas que resultaram na obtenção de mais dois golos por intermédio de Hélder Pelembe, aos 88 minutos, e de Jumisse, que matou definitivamente o jogo, aos 90, para o desespero dos nacalenses que viram frustradas as suas intenções de fazerem um bom resultado, depois de uma vitória na jornada anterior.

Arão Júnior, que dirigiu a partida, sem ter influenciado no resultado final da partida, pecou por algumas decisões menos óbvias para o quilate da sua categoria.

Ficha Técnica

Árbitros: Arão Júnior, coadjuvado por Célio Mugabe e Daniel Viegas

Ferroviário de Nacala: Alio; Mussa, Mariote (Romão), Magido, Matias e Telinho; Phondo, Thamathe, Nelson (Pintado); Ivan (Mambo) e Mauro.

Maxaquene: Nelinho; Nito(Narcisio), Campira, Mustafa I e Kiki; Faria, Jumisse e Liberty(Gitinho); Kito(Steven), Hélder Pelembe e Macamito.

Luís Norberto

publicado por Vaxko Zakarias às 10:47
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NÃO se tratava de um jogo entre aflitos, até porque depois das duas equipas entrarem para este confronto vindo de duas preciosas vitórias augurava-se uma partida renhida, pois ambas formações tinham motivações para brindarem o público para um bom espectáculo de futebol. Mas o desespero esta pesada derrota, já está a subjugar dos “locomotivas” de Nacala.

Maxaquene, em festa, exibe o “canecão”
Com efeito, o Maxaquene entrou deliberadamente a jogar para o ataque, empurrando o seu adversário para a sua zona defensiva e logo ao primeiro minuto poderia ter feito o primeiro golo, quando Hélder Pelembe introduziu o esférico na baliza de Alio, num lance em que foi precedido dum claro fora-de-jogo de Liberty.

O aviso já estava dado e a correlação de forças dentro das quatro linhas era evidente, com maior pendor dos “tricolores” que beneficiaram de inúmeras ocasiões de abrir o marcador, ressaltando aos quatro minutos quando Jumisse teve um cabeceamento a roçar a barra transversal da baliza “locomotiva”.

Mas o golo não tardou a aparecer, num remate de Kito que foi se anichar dentro da baliza contrária, quando estavam decorridos 13 minutos do primeiro tempo, resultado com que se chegou ao intervalo, pese embora o Ferroviário de Nacala tivesse tido algumas oportunidades de chegar ao empate.

No reatamento, o Maxaquene sentiu a pressão do seu opositor que não chegou ao golo de empate por mera casualidade e sentindo esta pressão os comandados de Litos “mataram” o jogo com um golo de Kito que passou por vários adversários e colocou o esférico no lugar certo, fazendo o 2-0, quando eram jogados 63 minutos da partida.

Daí em diante assistiu-se a um Maxaquene infernal nas suas jogadas ofensivas que resultaram na obtenção de mais dois golos por intermédio de Hélder Pelembe, aos 88 minutos, e de Jumisse, que matou definitivamente o jogo, aos 90, para o desespero dos nacalenses que viram frustradas as suas intenções de fazerem um bom resultado, depois de uma vitória na jornada anterior.

Arão Júnior, que dirigiu a partida, sem ter influenciado no resultado final da partida, pecou por algumas decisões menos óbvias para o quilate da sua categoria.

Ficha Técnica

Árbitros: Arão Júnior, coadjuvado por Célio Mugabe e Daniel Viegas

Ferroviário de Nacala: Alio; Mussa, Mariote (Romão), Magido, Matias e Telinho; Phondo, Thamathe, Nelson (Pintado); Ivan (Mambo) e Mauro.

Maxaquene: Nelinho; Nito(Narcisio), Campira, Mustafa I e Kiki; Faria, Jumisse e Liberty(Gitinho); Kito(Steven), Hélder Pelembe e Macamito.

Luís Norberto

publicado por Vaxko Zakarias às 10:47
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RESULTADOS

imagem corporativa do moçambola
HCB-Desportivo (0-0)

Atlético-Matchedje (0-0)

FC Lichinga-Textáfrica (2-1)

Fer. Nacala-Maxaquene (0-4)

L. Muçulmana-Fer. Nampula (2-1)

Fer. Beira-Fer. Maputo (0-0)

Costa do Sol-Chingale (1-0)

CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

J V E D B P

1º FERROVIÁRIO MAPUTO 10 7 2 1 18-5 23

2º Costa do Sol 10 7 2 1 16-3 23

3º Liga Muçulmana 10 7 1 2 15-5 22

4º Maxaquene 10 5 1 4 11-8 16

5º Desportivo 10 4 4 2 8-5 16

6º Ferroviário da Beira 10 4 4 2 7-4 16

7º HCB de Songo 10 4 2 4 6-8 14

8º Matchedje 10 3 4 3 5-5 13

9º Atlético Muçulmano 10 3 4 3 5-7 13

10º Textáfrica 10 3 1 6 6-9 10

11º FC Lichinga 10 2 3 5 6-18 9

12º Chingale 10 1 3 6 6-11 6

13º Ferroviário de Nampula 10 0 5 5 4-10 5

14º Ferroviário de Nacala 10 1 2 7 4-18 5

PRÓXIMA JORNADA (11ª)

Sábado

Fer. Maputo-Costa do Sol

Desportivo-Chingale

Domingo

HCB-Atlético Muçulmano

Matchedje-FC Lichinga

Textáfrica-Fer. Nacala

publicado por Vaxko Zakarias às 10:41
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HCB-Desportivo (0-0)

Atlético-Matchedje (0-0)

FC Lichinga-Textáfrica (2-1)

Fer. Nacala-Maxaquene (0-4)

L. Muçulmana-Fer. Nampula (2-1)

Fer. Beira-Fer. Maputo (0-0)

Costa do Sol-Chingale (1-0)

CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

J V E D B P

1º FERROVIÁRIO MAPUTO 10 7 2 1 18-5 23

2º Costa do Sol 10 7 2 1 16-3 23

3º Liga Muçulmana 10 7 1 2 15-5 22

4º Maxaquene 10 5 1 4 11-8 16

5º Desportivo 10 4 4 2 8-5 16

6º Ferroviário da Beira 10 4 4 2 7-4 16

7º HCB de Songo 10 4 2 4 6-8 14

8º Matchedje 10 3 4 3 5-5 13

9º Atlético Muçulmano 10 3 4 3 5-7 13

10º Textáfrica 10 3 1 6 6-9 10

11º FC Lichinga 10 2 3 5 6-18 9

12º Chingale 10 1 3 6 6-11 6

13º Ferroviário de Nampula 10 0 5 5 4-10 5

14º Ferroviário de Nacala 10 1 2 7 4-18 5

PRÓXIMA JORNADA (11ª)

Sábado

Fer. Maputo-Costa do Sol

Desportivo-Chingale

Domingo

HCB-Atlético Muçulmano

Matchedje-FC Lichinga

Textáfrica-Fer. Nacala

publicado por Vaxko Zakarias às 10:41
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O Treinador Principal do Clube Atlético Muçulmano, Arnaldo Salvado

O Treinador Principal do Clube Atlético Muçulmano, Arnaldo Salvado, foi punido com uma pena de três meses de suspensão

e multa de 4.000,00Mt (quatro mil meticais), por uso de expressões injuriosas, difamatórias e grosseiras contra a equipa de arbitragem no jogo realizado no último fim de semana contra o Clube Desportivo e Recreativo Textáfrica do Chimoio, referente a 9ª jornada do MOÇAMBOLA 2009.

Os pronunciamentos em causa

No final do jogo em que os Muçulmanos da Matola perderam diante do Textáfrica do Chimoio, por 1-0, Arnaldo Salvado, quando instado a comentar o jogo, atacou a equipa de arbitragem referindo que “aquela senhora que estava ali não nos deixou jogar, foram 10 a 11 ataques anulados sempre com a bandeirinha no ar.

"Ela podia enfiar aquela bandeira no outro lado, se calhar gostava mais. Se fosse tratar dos filhinhos fosse melhor”, para depois acrescentar que “mas este é o resultado da democracia no desporto, nós metemos senhoritas nisto e é o que dá”.

Estas foram as palavras que ditaram a suspensão de Salvado.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:31
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O Treinador Principal do Clube Atlético Muçulmano, Arnaldo Salvado

O Treinador Principal do Clube Atlético Muçulmano, Arnaldo Salvado, foi punido com uma pena de três meses de suspensão

e multa de 4.000,00Mt (quatro mil meticais), por uso de expressões injuriosas, difamatórias e grosseiras contra a equipa de arbitragem no jogo realizado no último fim de semana contra o Clube Desportivo e Recreativo Textáfrica do Chimoio, referente a 9ª jornada do MOÇAMBOLA 2009.

Os pronunciamentos em causa

No final do jogo em que os Muçulmanos da Matola perderam diante do Textáfrica do Chimoio, por 1-0, Arnaldo Salvado, quando instado a comentar o jogo, atacou a equipa de arbitragem referindo que “aquela senhora que estava ali não nos deixou jogar, foram 10 a 11 ataques anulados sempre com a bandeirinha no ar.

"Ela podia enfiar aquela bandeira no outro lado, se calhar gostava mais. Se fosse tratar dos filhinhos fosse melhor”, para depois acrescentar que “mas este é o resultado da democracia no desporto, nós metemos senhoritas nisto e é o que dá”.

Estas foram as palavras que ditaram a suspensão de Salvado.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:31
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Campeonato da Cidade de Maputo em Basquetebol sénior masculino

À parte, óbvio, o seu início de época a meio gás, Fer­roviário de Maputo e Ma­xaquene têm travado despiques condizentes com o seu estatuto de campeão e vice-campeão na­cional, respectivamente. Esta noite, no campo do Ferrovário de Maputo, “locomotivas” e “tricolo­res” defrontam-se em desafio da quarta jornada do Campeonato da Cidade de Maputo de Basque­tebol em seniores masculinos. Este será o segundo jogo entre as duas equipas esta época, sendo que no passado dia 17 de Abril o Maxaquene levou a melhor nas meias-finais do Torneio de Aber­tura (54-80).

Decerto recomposto da derro­ta diante do Desportivo (78-76), na semana passada, o Ferroviário de Maputo pretende chamar a si a vitória e provar que está “vivo”. No entanto, a tarefa não se afigu­ra nada fácil, mais a mais porque os pupilos de Horácio Joaquim Martins partem para este jogo moralizados, depois de terem derrotado o Costa do Sol.


Interessante, outrossim, será o despique, também esta noite, en­tre Académica e Real Sociedade, esta última que se reforçou com Raul Machanguana, Wilson Gui­bunda e Helénio Filipe Machan­guana (Fifi). Já os “estudantes”, orientados por Miguel Guambe, atravessam um bom período de forma e... recomenda-se!

Ainda esta noite, Aeroporto mede forças com Eagles.

Sábado, na outra partida de destaque da quarta jornada, o Desportivo de Maputo, líder da Série A com 4 pontos, terá pela frente o Costa do Sol. A turma orientada por Carlos Ferro, qual fénix, renasceu das cinzas e tem estado a realizar uma época sen­sacional (ainda não perdeu), pelo que os “canarinhos” terão de se aplicar a fundo. Do outro lado, porém, estará o virtuoso e explo­sivo Luís de Barros, que se espera venha a travar um duelo interes­sante com o talentoso “tennager” David Canivete Jr.. Também esta noite, no pavilhão do Desportivo, teremos a partida entre Eagle e Universidade Pedagógica.

A POLITÉCNICA COM TAREFA FÁCIL

Ao nível de seniores femininos, a A Politécnica “A”, comandante da prova, tem uma jornada rela­tivamente “softy”. É que, esta noi­te, as “universitárias” recebem a nóvel equipa do Eagles, de Nel­son Maquil e Celso Martins.


Já o Ferroviário de Maputo defronta, no seu campo, a frá­gil formação da Académica, enquanto o Maxaquene de Bel­miro Simango joga com a A Poli­técnica “B”, numa ronda em que o Desportivo de Maputo fica de fora devido ao número ímpar de equipas

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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Campeonato da Cidade de Maputo em Basquetebol sénior masculino

À parte, óbvio, o seu início de época a meio gás, Fer­roviário de Maputo e Ma­xaquene têm travado despiques condizentes com o seu estatuto de campeão e vice-campeão na­cional, respectivamente. Esta noite, no campo do Ferrovário de Maputo, “locomotivas” e “tricolo­res” defrontam-se em desafio da quarta jornada do Campeonato da Cidade de Maputo de Basque­tebol em seniores masculinos. Este será o segundo jogo entre as duas equipas esta época, sendo que no passado dia 17 de Abril o Maxaquene levou a melhor nas meias-finais do Torneio de Aber­tura (54-80).

Decerto recomposto da derro­ta diante do Desportivo (78-76), na semana passada, o Ferroviário de Maputo pretende chamar a si a vitória e provar que está “vivo”. No entanto, a tarefa não se afigu­ra nada fácil, mais a mais porque os pupilos de Horácio Joaquim Martins partem para este jogo moralizados, depois de terem derrotado o Costa do Sol.


Interessante, outrossim, será o despique, também esta noite, en­tre Académica e Real Sociedade, esta última que se reforçou com Raul Machanguana, Wilson Gui­bunda e Helénio Filipe Machan­guana (Fifi). Já os “estudantes”, orientados por Miguel Guambe, atravessam um bom período de forma e... recomenda-se!

Ainda esta noite, Aeroporto mede forças com Eagles.

Sábado, na outra partida de destaque da quarta jornada, o Desportivo de Maputo, líder da Série A com 4 pontos, terá pela frente o Costa do Sol. A turma orientada por Carlos Ferro, qual fénix, renasceu das cinzas e tem estado a realizar uma época sen­sacional (ainda não perdeu), pelo que os “canarinhos” terão de se aplicar a fundo. Do outro lado, porém, estará o virtuoso e explo­sivo Luís de Barros, que se espera venha a travar um duelo interes­sante com o talentoso “tennager” David Canivete Jr.. Também esta noite, no pavilhão do Desportivo, teremos a partida entre Eagle e Universidade Pedagógica.

A POLITÉCNICA COM TAREFA FÁCIL

Ao nível de seniores femininos, a A Politécnica “A”, comandante da prova, tem uma jornada rela­tivamente “softy”. É que, esta noi­te, as “universitárias” recebem a nóvel equipa do Eagles, de Nel­son Maquil e Celso Martins.


Já o Ferroviário de Maputo defronta, no seu campo, a frá­gil formação da Académica, enquanto o Maxaquene de Bel­miro Simango joga com a A Poli­técnica “B”, numa ronda em que o Desportivo de Maputo fica de fora devido ao número ímpar de equipas

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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Para apoiar os Mambas

Já são conhecidos os valores que os adeptos dos Mambas deverão desembolsar para poderem acompanhar a selec­ção nacional à Tunísia e ao Qué­nia, onde o combinado de todos nós vai realizar jogos a contar para a segunda e terceira jorna­das da fase de apuramento para o CAN e Mundial 2010.

Com efeito, a Golden Travel tornou públicos os valores que os interessados deverão pagar para integrar o grupo de adeptos que irá acompanhar os Mambas nos dois importantes jogos que se seguem. Quem quiser ir a Tunis ver o jogo da segunda jornada diante da Tunísia deverá desem­bolsar o valor de 1.530 dólares norte-americanos.

“Esta tarifa inclui a passagem aérea Mapu­to/Joanesburgo/Dubai/Tunis/Dubai/Jonesburgo/Maputo, três noites de acomodação, pe­queno almoço e almoço diário, visto de entrada e bilhetes de entrada para o jogo”, explicou António Maló, director-geral da Golden Travel.

O pacote para a Tunísia vai de 4 a 8 de Junho. Segundo Antó­nio Maló, o mesmo contempla mais dias para “permitir o des­canso dos que aderirem à ini­ciativa, dada a longa distância entre os dois países”, sendo que o pagamento deverá ser efectua­do nos escritórios da agência de viagens até ao dia 21 de Maio.

Apoio aos Mambas será maior no Quénia

Para o Quénia, espera-se uma maior participação de adep­tos, visto que a excursão será através de um voo charter no Boeing 737 das Linhas Aéreas de Moçambique, com partida a 20 de Junho e regresso no dia seguinte. Para tal, foram defini­das duas categorias, económica e executiva.

Para a categoria económica existem os pacotes Single (por pessoa) e Duplo, avaliados em 1.080 por pessoa e 1.995 dólares americanos para duas pessoas, respectivamente, enquanto para os pacotes Executivo Single e Duplo, para uma e duas pesso­as, respectivamente, os preços foram fixados em 1.140 e 2.150 dólares.

“A diferenças destas duas ca­tegorias é que a económica tem direito à acomodação num hotel de 4 estrelas e o executivo num hotel de 5 estrelas. Aceitamos pré-pagamento até 10 dias antes da partida”, referiu Maló.

A excursão para o Quénia será de dois dias e inclui pas­sagem aérea Maputo/Nairobi/Maputo, visto de entrada, aco­modação com pequeno almoço, transfers, passeio turístico, bilhe­te de ingresso para o estádio e rodízio no afamado restaurante Carnivore, após o jogo

Alfredo Júnior

publicado por Vaxko Zakarias às 10:05
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Para apoiar os Mambas

Já são conhecidos os valores que os adeptos dos Mambas deverão desembolsar para poderem acompanhar a selec­ção nacional à Tunísia e ao Qué­nia, onde o combinado de todos nós vai realizar jogos a contar para a segunda e terceira jorna­das da fase de apuramento para o CAN e Mundial 2010.

Com efeito, a Golden Travel tornou públicos os valores que os interessados deverão pagar para integrar o grupo de adeptos que irá acompanhar os Mambas nos dois importantes jogos que se seguem. Quem quiser ir a Tunis ver o jogo da segunda jornada diante da Tunísia deverá desem­bolsar o valor de 1.530 dólares norte-americanos.

“Esta tarifa inclui a passagem aérea Mapu­to/Joanesburgo/Dubai/Tunis/Dubai/Jonesburgo/Maputo, três noites de acomodação, pe­queno almoço e almoço diário, visto de entrada e bilhetes de entrada para o jogo”, explicou António Maló, director-geral da Golden Travel.

O pacote para a Tunísia vai de 4 a 8 de Junho. Segundo Antó­nio Maló, o mesmo contempla mais dias para “permitir o des­canso dos que aderirem à ini­ciativa, dada a longa distância entre os dois países”, sendo que o pagamento deverá ser efectua­do nos escritórios da agência de viagens até ao dia 21 de Maio.

Apoio aos Mambas será maior no Quénia

Para o Quénia, espera-se uma maior participação de adep­tos, visto que a excursão será através de um voo charter no Boeing 737 das Linhas Aéreas de Moçambique, com partida a 20 de Junho e regresso no dia seguinte. Para tal, foram defini­das duas categorias, económica e executiva.

Para a categoria económica existem os pacotes Single (por pessoa) e Duplo, avaliados em 1.080 por pessoa e 1.995 dólares americanos para duas pessoas, respectivamente, enquanto para os pacotes Executivo Single e Duplo, para uma e duas pesso­as, respectivamente, os preços foram fixados em 1.140 e 2.150 dólares.

“A diferenças destas duas ca­tegorias é que a económica tem direito à acomodação num hotel de 4 estrelas e o executivo num hotel de 5 estrelas. Aceitamos pré-pagamento até 10 dias antes da partida”, referiu Maló.

A excursão para o Quénia será de dois dias e inclui pas­sagem aérea Maputo/Nairobi/Maputo, visto de entrada, aco­modação com pequeno almoço, transfers, passeio turístico, bilhe­te de ingresso para o estádio e rodízio no afamado restaurante Carnivore, após o jogo

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