Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 27 DE Abril 2009

FOI, verdadeiramente, um voo bastante alegre, a do “canário”, ontem à tarde, no seu “ninho”, no epílogo de uma magnífica festa de futebol vivida euforicamente, tanto nas quatro linhas, como nas bancadas.

O “penalty” convertido por Josimar (D. Elias)
Com uma exibição primorosa e que teve no adversário o necessário acompanhamento, tornando-se assim um espectáculo belo e agradável de se seguir, o Costa do Sol derrotou a Liga Muçulmana por 2-1 e assumiu a liderança isolada do Moçambola-2009, com 19 pontos, após a disputa da sétima jornada.

Depois de várias rondas empatados “ex-aequo” no comando da prova, esperava-se que deste encontro, em caso de vitória de um dos contendores, saísse o novo líder e até aqui a formação invicta. E essa equipa é precisamente a “canarinha”, que teve nas suas estrelas Josimar – inequivocamente o homem do jogo – Ruben, Tó e Marufo um futebol ofensivo altamente envolvente e compensado com um triunfo justo e merecido. Os golos pertenceram a Josimar, de grande penalidade, aos 19 minutos e a Marufo, aos 52, enquanto Alvim, no final da primeira parte, assinou o tento da Liga Muçulmana.

Numa jornada autenticamente atípica, dois concorrentes ao título caíram no seu terreno, na capital do país. Trata-se dos vizinhos Desportivo e Maxaquene derrotados pelo mesmo resultado de 0-1 pelo Ferroviário da Beira e HCB de Songo, respectivamente. Quem não esteve para brincadeiras é o Ferroviário de Maputo, que no Estádio da Machava goleou FC Lichinga por 6-0.

Noutros desafios, destaque para a vitória do Matchedje na Soalpo por uma bola sem resposta, diante do Textáfrica, bem como para o nulo, em Nampula, entre o Ferroviário local e o Atlético Muçulmano. Finalmente, em Tete, o Chingale venceu tranquilamente, Ferroviário de Nacala, por 2-0.

Na classificação, o Costa do Sol surge destacado na primeira posição com 19 pontos, seguido da dupla Ferroviário de Maputo/Liga Muçulmana com 16. Depois surgem Desportivo com 11, Maxaquene e HCB 10, Matchedje, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano nove, Textáfrica sete, Chingale seis e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula cinco, FC Lichinga três e Ferroviário de Nacala.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:49
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI, verdadeiramente, um voo bastante alegre, a do “canário”, ontem à tarde, no seu “ninho”, no epílogo de uma magnífica festa de futebol vivida euforicamente, tanto nas quatro linhas, como nas bancadas.

O “penalty” convertido por Josimar (D. Elias)
Com uma exibição primorosa e que teve no adversário o necessário acompanhamento, tornando-se assim um espectáculo belo e agradável de se seguir, o Costa do Sol derrotou a Liga Muçulmana por 2-1 e assumiu a liderança isolada do Moçambola-2009, com 19 pontos, após a disputa da sétima jornada.

Depois de várias rondas empatados “ex-aequo” no comando da prova, esperava-se que deste encontro, em caso de vitória de um dos contendores, saísse o novo líder e até aqui a formação invicta. E essa equipa é precisamente a “canarinha”, que teve nas suas estrelas Josimar – inequivocamente o homem do jogo – Ruben, Tó e Marufo um futebol ofensivo altamente envolvente e compensado com um triunfo justo e merecido. Os golos pertenceram a Josimar, de grande penalidade, aos 19 minutos e a Marufo, aos 52, enquanto Alvim, no final da primeira parte, assinou o tento da Liga Muçulmana.

Numa jornada autenticamente atípica, dois concorrentes ao título caíram no seu terreno, na capital do país. Trata-se dos vizinhos Desportivo e Maxaquene derrotados pelo mesmo resultado de 0-1 pelo Ferroviário da Beira e HCB de Songo, respectivamente. Quem não esteve para brincadeiras é o Ferroviário de Maputo, que no Estádio da Machava goleou FC Lichinga por 6-0.

Noutros desafios, destaque para a vitória do Matchedje na Soalpo por uma bola sem resposta, diante do Textáfrica, bem como para o nulo, em Nampula, entre o Ferroviário local e o Atlético Muçulmano. Finalmente, em Tete, o Chingale venceu tranquilamente, Ferroviário de Nacala, por 2-0.

Na classificação, o Costa do Sol surge destacado na primeira posição com 19 pontos, seguido da dupla Ferroviário de Maputo/Liga Muçulmana com 16. Depois surgem Desportivo com 11, Maxaquene e HCB 10, Matchedje, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano nove, Textáfrica sete, Chingale seis e, abaixo da linha de água, Ferroviário de Nampula cinco, FC Lichinga três e Ferroviário de Nacala.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:49
 O que é? |  O que é? | favorito

ESTE Costa do Sol é, na verdade, uma formação com todos os condimentos necessários para se ser uma grande equipa de futebol.

“ESTOU no Costa do Sol para melhorar os meus níveis de jogo, este é o sentimento do médio-ofensivo, Ruben.
Artistas de classe invejável, desde o guarda-redes Antoninho – que voltou aos seus tempos áureos, quando ascendeu ao time principal “canarinho” – até ao repentino e astuto Tó, passando pela mestria de Ruben, Josimar, Marufo, Dito, João e companhia. Uma equipa que ontem não somente justificou a vitória (2-1) arrancada perante uma Liga Muçulmana tenaz e que em nenhum momento virou a cara à luta como também soube construí-la com dignidade e virtuosismo necessários nestas ocasiões, particularmente porque estava em causa a luta pela primeira posição do Moçambola-2009.

Deste modo, ao cabo da sétima jornada, a turma de João Chissano, que se exibiu com uma grandeza e peculiaridade que nos fizeram recordar o ano antepassado, quando conquistou meritoriamente o Moçambola e a Taça de Moçambique, comanda isolada a prova com 19 pontos, mais três que a dupla constituída pelo Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana.

Jogando no Estádio da Machava e disposto a trazer a verdadeira alegria às suas hostes, depois da contestação dos adeptos em relação ao técnico brasileiro Paulo Camargo, os campeões nacionais golearam o FC Lichinga por seis bolas sem resposta, agravando ainda mais a já precária situação do representante do Niassa.

Três triunfos pelo mesmo resultado de 1-0 foram conseguidos por igual número de visitantes. Trata-se do Ferroviário da Beira, que derrotou o Desportivo, da HCB de Songo, vitorioso perante o Maxaquene, e do Matchedje, que na Soalpo bateu o Textáfrica.

Surpresas, de alguma forma, para quem não viu estes desafios, porém, vitórias merecidas, a avaliar pelo desenrolar dos factos nas quatro linhas. Quem também se vê a braços com uma crise é o Ferroviário de Nampula, que em sete jogos ainda não ganhou nenhum. Desta vez, em pleno Estádio 25 de Junho, empatou sem abertura de contagem com o Atlético Muçulmano.

Enquanto isso, o técnico Zé Maria pode ter apaziguado os ânimos mais exaltados dos adeptos do Chingale, com a vitória sobre Ferroviário de Nacala por 2-0, facto que permitiu à equipa sair da zona da despromoção, em troca com os “locomotivas” da capital nortenha. Agora com um líder destacado, o Moçambola tem à frente o Costa do Sol com 19 pontos, seguido do Ferroviário e da Liga Muçulmana com 16, Desportivo 11, Maxaquene e HCB 10, Matchedje, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano nove, Textáfrica sete, Chingale seis, Ferroviário de Nampula cinco, FC Lichinga três e Ferroviário de Nacala dois pontos. No próximo fim-de-semana rodará a oitava jornada, com os seguintes desafios: Matchedje-Desportivo, HCB-Textáfrica, Atlético Muçulmano-Maxaquene, FC Lichinga-Ferroviário de Nampula, Ferroviário de Nacala-Ferroviário de Maputo, Liga Muçulmana-Chingale e Ferroviário da Beira-Costa do Sol.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:48
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ESTE Costa do Sol é, na verdade, uma formação com todos os condimentos necessários para se ser uma grande equipa de futebol.

“ESTOU no Costa do Sol para melhorar os meus níveis de jogo, este é o sentimento do médio-ofensivo, Ruben.
Artistas de classe invejável, desde o guarda-redes Antoninho – que voltou aos seus tempos áureos, quando ascendeu ao time principal “canarinho” – até ao repentino e astuto Tó, passando pela mestria de Ruben, Josimar, Marufo, Dito, João e companhia. Uma equipa que ontem não somente justificou a vitória (2-1) arrancada perante uma Liga Muçulmana tenaz e que em nenhum momento virou a cara à luta como também soube construí-la com dignidade e virtuosismo necessários nestas ocasiões, particularmente porque estava em causa a luta pela primeira posição do Moçambola-2009.

Deste modo, ao cabo da sétima jornada, a turma de João Chissano, que se exibiu com uma grandeza e peculiaridade que nos fizeram recordar o ano antepassado, quando conquistou meritoriamente o Moçambola e a Taça de Moçambique, comanda isolada a prova com 19 pontos, mais três que a dupla constituída pelo Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana.

Jogando no Estádio da Machava e disposto a trazer a verdadeira alegria às suas hostes, depois da contestação dos adeptos em relação ao técnico brasileiro Paulo Camargo, os campeões nacionais golearam o FC Lichinga por seis bolas sem resposta, agravando ainda mais a já precária situação do representante do Niassa.

Três triunfos pelo mesmo resultado de 1-0 foram conseguidos por igual número de visitantes. Trata-se do Ferroviário da Beira, que derrotou o Desportivo, da HCB de Songo, vitorioso perante o Maxaquene, e do Matchedje, que na Soalpo bateu o Textáfrica.

Surpresas, de alguma forma, para quem não viu estes desafios, porém, vitórias merecidas, a avaliar pelo desenrolar dos factos nas quatro linhas. Quem também se vê a braços com uma crise é o Ferroviário de Nampula, que em sete jogos ainda não ganhou nenhum. Desta vez, em pleno Estádio 25 de Junho, empatou sem abertura de contagem com o Atlético Muçulmano.

Enquanto isso, o técnico Zé Maria pode ter apaziguado os ânimos mais exaltados dos adeptos do Chingale, com a vitória sobre Ferroviário de Nacala por 2-0, facto que permitiu à equipa sair da zona da despromoção, em troca com os “locomotivas” da capital nortenha. Agora com um líder destacado, o Moçambola tem à frente o Costa do Sol com 19 pontos, seguido do Ferroviário e da Liga Muçulmana com 16, Desportivo 11, Maxaquene e HCB 10, Matchedje, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano nove, Textáfrica sete, Chingale seis, Ferroviário de Nampula cinco, FC Lichinga três e Ferroviário de Nacala dois pontos. No próximo fim-de-semana rodará a oitava jornada, com os seguintes desafios: Matchedje-Desportivo, HCB-Textáfrica, Atlético Muçulmano-Maxaquene, FC Lichinga-Ferroviário de Nampula, Ferroviário de Nacala-Ferroviário de Maputo, Liga Muçulmana-Chingale e Ferroviário da Beira-Costa do Sol.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:48
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É verdade que não é por ter ganho ontem que o Costa do Sol se pode dar ao luxo de festejar para além de uma vitória.

Sol brilhante, vivo e fantástico contra a Liga Muçulmana
No entanto, tem razões de sobra para depois, deste “simples” triunfo se arvorar a algo mais consistente, neste caso concreto a liderança isolada do campeonato. Mais: para além de ter sido um 2-1 perante o adversário com quem vinha discutindo tenazmente o primeiro lugar, tratou-se do rescaldo de uma exibição a todos os títulos magnífica, numa tarde em que o futebol, pela excelente qualidade do jogo proporcionado por ambos os contendores, voltou a ser uma indiscutível paixão para os adeptos que marcaram presença no campo dos “canarinhos”.

A objectividade do Costa do Sol começou a marcar diferença desde logo, mercê de uma linha intermediária funcional, com Mambo mais no apoio às missões defensivas, Silvério, Josimar e Ruben, o deslumbrante triunvirato, a interligar-se eficazmente com a dupla de sonho Marufo/Tó.

Foi assim que os “canarinhos” se assenhorearam dos acontecimentos sem grandes problemas, com o facto caricato de os baixinhos desta formação, usando da sua irrepreensível técnica, se sobreporem com uma facilidade tremenda aos gigantes centrais da Liga Muçulmana, nomeadamente Mack e Gabito e posteriormente Marito.

Mas, senhoras e senhores, mérito igualmente para a turma de Neca. Com efeito, a Liga, superiormente comandada por Sadomba, foi paulatinamente mostrando a sua grandeza, através de venenosos contra-ataques que no Costa do Sol acabaram revelando o seguinte: o lateral direito João com um nível invejável e o guarda-redes Antoninho com reflexos renovados.

A grande penalidade cobertura por Josimar, aos 19 minutos, não abalou o adversário. Embora os “canarinhos” mantivessem a sua fantástica qualidade de jogo ofensivo, assente numa velocidade estonteante, desmarcações e triangulações de se lhe tirar o chapéu a Liga também ligou o “turbo” e, aí, os desequilíbrios de Sadomba vieram ao de cima, culminando com o passe de mestria para o cabeceamento vitorioso de Alvim, no final da primeira parte.

Ninguém definhou perante estas circunstâncias. Igualmente, ninguém se mostrou satisfeito com o empate. Novamente na mó de cima, o Costa do Sol chega ao segundo tento por intermédio de Marufo, na conclusão de um excelente trabalho individual de Tó. Descanso para os “canarinhos”? Bem gostariam os seus adeptos, só que a verdade manda dizer que a Liga replicou como manda o preceito, encostando o adversário na defesa e saindo esporadicamente em contra-ataques. Os momentos finais foram vividos com o credo na boca, mas a grande tarde de Antoninho anulou tudo.

Apesar de, incompreensivelmente, contestado pelos “canarinhos”, o juiz nampulense Dionísio Dongaze esteve bem.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Mário Albino e Januário Pastola. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

COSTA DO SOL – Antoninho; João, Kito, Jonas e Dito; Silvério (Alvarito), Mambo, Josimar e Ruben; Marufo (Inácio) e Tó (Artur).

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima (Filipe), Mack, Gabito (Marito) e Suleimane; Micas (Carlitos), Alvim, Chico e Vling; Maninho e Sadomba.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Gabito, Calima, Kito, Carlitos, João e Alvim.

Golos: 1-0, Josimar (19 m), de “penalty”; 1-1, Alvim (46 m); 2-1, Marufo (52 m).

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 13:47
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É verdade que não é por ter ganho ontem que o Costa do Sol se pode dar ao luxo de festejar para além de uma vitória.

Sol brilhante, vivo e fantástico contra a Liga Muçulmana
No entanto, tem razões de sobra para depois, deste “simples” triunfo se arvorar a algo mais consistente, neste caso concreto a liderança isolada do campeonato. Mais: para além de ter sido um 2-1 perante o adversário com quem vinha discutindo tenazmente o primeiro lugar, tratou-se do rescaldo de uma exibição a todos os títulos magnífica, numa tarde em que o futebol, pela excelente qualidade do jogo proporcionado por ambos os contendores, voltou a ser uma indiscutível paixão para os adeptos que marcaram presença no campo dos “canarinhos”.

A objectividade do Costa do Sol começou a marcar diferença desde logo, mercê de uma linha intermediária funcional, com Mambo mais no apoio às missões defensivas, Silvério, Josimar e Ruben, o deslumbrante triunvirato, a interligar-se eficazmente com a dupla de sonho Marufo/Tó.

Foi assim que os “canarinhos” se assenhorearam dos acontecimentos sem grandes problemas, com o facto caricato de os baixinhos desta formação, usando da sua irrepreensível técnica, se sobreporem com uma facilidade tremenda aos gigantes centrais da Liga Muçulmana, nomeadamente Mack e Gabito e posteriormente Marito.

Mas, senhoras e senhores, mérito igualmente para a turma de Neca. Com efeito, a Liga, superiormente comandada por Sadomba, foi paulatinamente mostrando a sua grandeza, através de venenosos contra-ataques que no Costa do Sol acabaram revelando o seguinte: o lateral direito João com um nível invejável e o guarda-redes Antoninho com reflexos renovados.

A grande penalidade cobertura por Josimar, aos 19 minutos, não abalou o adversário. Embora os “canarinhos” mantivessem a sua fantástica qualidade de jogo ofensivo, assente numa velocidade estonteante, desmarcações e triangulações de se lhe tirar o chapéu a Liga também ligou o “turbo” e, aí, os desequilíbrios de Sadomba vieram ao de cima, culminando com o passe de mestria para o cabeceamento vitorioso de Alvim, no final da primeira parte.

Ninguém definhou perante estas circunstâncias. Igualmente, ninguém se mostrou satisfeito com o empate. Novamente na mó de cima, o Costa do Sol chega ao segundo tento por intermédio de Marufo, na conclusão de um excelente trabalho individual de Tó. Descanso para os “canarinhos”? Bem gostariam os seus adeptos, só que a verdade manda dizer que a Liga replicou como manda o preceito, encostando o adversário na defesa e saindo esporadicamente em contra-ataques. Os momentos finais foram vividos com o credo na boca, mas a grande tarde de Antoninho anulou tudo.

Apesar de, incompreensivelmente, contestado pelos “canarinhos”, o juiz nampulense Dionísio Dongaze esteve bem.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Mário Albino e Januário Pastola. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

COSTA DO SOL – Antoninho; João, Kito, Jonas e Dito; Silvério (Alvarito), Mambo, Josimar e Ruben; Marufo (Inácio) e Tó (Artur).

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima (Filipe), Mack, Gabito (Marito) e Suleimane; Micas (Carlitos), Alvim, Chico e Vling; Maninho e Sadomba.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Gabito, Calima, Kito, Carlitos, João e Alvim.

Golos: 1-0, Josimar (19 m), de “penalty”; 1-1, Alvim (46 m); 2-1, Marufo (52 m).

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 13:47
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FOI interessante seguir este desafio, mormente na segunda parte, período durante o qual os jogadores aplicaram-se o suficiente para chegar ao golo, objectivo falhado por mera casualidade.

O Ferroviário de Nampula continua a lutar contra fantasmas, tendo somado o quinto empate em sete jogos. Mas, quais terão sido os tais fantasmas que impediram o golo no desafio de ontem?

A Equipe do Atlético Muçulmano
O único que vimos foi um Atlético personalizado, aguerrido e ambicioso em conquistar os três pontos, jogando sempre com os olhos postos na baliza adversária. Eboh foi um quebra-cabeças no ataque, bem acompanhado por Ngoni, Madeira e Délcio. No primeiro tempo, os “muçulmanos” falharam dois golos certos, primeiro por Ngoni, que rematou ao lado, depois por Amad, que desviou um cruzamento para a defesa atenta de Zaca.

Perante o atrevimento dos forasteiros, os “locomotivas” privilegiaram um futebol rápido e concentração de muitas pedras no miolo do terreno, um posicionamento que permitiu aos dianteiros Zé e Leonel ganharem bolas na área de perigo. Contudo, os avançados não atinavam com a baliza.

O segundo tempo começou com a expulsão do guarda-redes Zaca. A partir daí, o Atlético controlou o jogo, surgindo com mais unidades no meio- campo adversário. Enquanto isso, mesmo jogando com menos uma unidade, o Ferroviário continuou a alimentar o sonho de somar a primeira vitória, mas Leonel e Nando desperdiçaram as melhores oportunidades de inaugurar o marcador.

O árbitro realizou um bom trabalho técnica e disciplinarmente. Ajuizou correctamente a falta que culminou com o cartão vermelho a Zaca.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: João Armando, auxiliado por Alfredo Sitoe e Daniel Viegas.Quarto árbitro: Machuara Abujahama.

FER. NAMPULA – Zaca; Stélio, Hipo, Elídio e Matofe; Joaquim, Nando, Fedo (Samuel) e Ginho (Sozinho); Leonel (Nildo) e Zé.

ATLÉTICO – Sidónio; Amad, Clarêncio, Baúte e Nelito; Sumilo (Manuelito), Madeira, Ngoni (Danito) e Délcio; Dino e Eboh (Fadil).
Acção Disciplinar: cartão amarelo para Nando, Délcio, Dino e Fadil. Vermelho para Zaca.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 13:46
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FOI interessante seguir este desafio, mormente na segunda parte, período durante o qual os jogadores aplicaram-se o suficiente para chegar ao golo, objectivo falhado por mera casualidade.

O Ferroviário de Nampula continua a lutar contra fantasmas, tendo somado o quinto empate em sete jogos. Mas, quais terão sido os tais fantasmas que impediram o golo no desafio de ontem?

A Equipe do Atlético Muçulmano
O único que vimos foi um Atlético personalizado, aguerrido e ambicioso em conquistar os três pontos, jogando sempre com os olhos postos na baliza adversária. Eboh foi um quebra-cabeças no ataque, bem acompanhado por Ngoni, Madeira e Délcio. No primeiro tempo, os “muçulmanos” falharam dois golos certos, primeiro por Ngoni, que rematou ao lado, depois por Amad, que desviou um cruzamento para a defesa atenta de Zaca.

Perante o atrevimento dos forasteiros, os “locomotivas” privilegiaram um futebol rápido e concentração de muitas pedras no miolo do terreno, um posicionamento que permitiu aos dianteiros Zé e Leonel ganharem bolas na área de perigo. Contudo, os avançados não atinavam com a baliza.

O segundo tempo começou com a expulsão do guarda-redes Zaca. A partir daí, o Atlético controlou o jogo, surgindo com mais unidades no meio- campo adversário. Enquanto isso, mesmo jogando com menos uma unidade, o Ferroviário continuou a alimentar o sonho de somar a primeira vitória, mas Leonel e Nando desperdiçaram as melhores oportunidades de inaugurar o marcador.

O árbitro realizou um bom trabalho técnica e disciplinarmente. Ajuizou correctamente a falta que culminou com o cartão vermelho a Zaca.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: João Armando, auxiliado por Alfredo Sitoe e Daniel Viegas.Quarto árbitro: Machuara Abujahama.

FER. NAMPULA – Zaca; Stélio, Hipo, Elídio e Matofe; Joaquim, Nando, Fedo (Samuel) e Ginho (Sozinho); Leonel (Nildo) e Zé.

ATLÉTICO – Sidónio; Amad, Clarêncio, Baúte e Nelito; Sumilo (Manuelito), Madeira, Ngoni (Danito) e Délcio; Dino e Eboh (Fadil).
Acção Disciplinar: cartão amarelo para Nando, Délcio, Dino e Fadil. Vermelho para Zaca.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 13:46
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O LATERAL direito Campira acabou “tramando” tudo o que os “tricolores” tentaram construir, tendo como objectivo os três pontos, ao oferecer o tento da vitória ao adversário.

Com o esférico em seu poder e espaço suficiente de manobra, Campira fez o pior, ao projectar o esférico para a sua própria mão. Araújo Martinho, juiz da partida, assinalou grande penalidade e o meio-campista Paíto cobrou vitoriosamente aos 70 minutos.

A equipa do Maxaquene
Numa tarde“tricolor” sem grande inspiração e soluções no ataque, apesar do esforço abnegado levado a cabo pelo principal artilheiro da equipa, Hélder Pelembe, as chances de violar a baliza defendida por Chico tornaram-se escassas. Faltou clarividência na hora da verdade, para além de que HCB actuava com muitas cautelas defensivas, procurando sempre sair seguro para o ataque.

Na tentativa de encontrar soluções para remediar a situação, o técnico Litos efectuou substituições imediatamente após o intervalo. A pressão aumentou no reduto da HCB, mas ninguém teve inteligência para romper a grande área pela zona frontal. O Maxaquene mudou sistematicamente os flancos e surgiram muitos despejos para a área de rigor, mas a defensiva tetense continuava impenetrável, gorando-se todas as chances “tricolores” de chegar ao golo.

O trabalho do árbitro não foi dos melhores. Confundiu-se nas decisões, beneficiando muitas vezes o infractor.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Araújo Martinho, auxiliado por Gimo Patrício e Bento Chengueranao. Quarto árbitro: Felisberto José.

MAXAQUENE – Soarito; Campira, Narciso (Steven), Nito e Kiki; Jumisse (Eusébio), Macamito, Mustafá (Kito) e Liberty; Hélder Pelembe e Eurico.

HCB – Chico; Bila, Venâncio, Mucuapel e Antoninho; Eládio, Paito (Paulino), Dangalira e Reginaldo (Zaid); Gito e Amílcar (Jordão).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Jumisse e Mucuapera e vermelho para Hélder Pelembe.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:45
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O LATERAL direito Campira acabou “tramando” tudo o que os “tricolores” tentaram construir, tendo como objectivo os três pontos, ao oferecer o tento da vitória ao adversário.

Com o esférico em seu poder e espaço suficiente de manobra, Campira fez o pior, ao projectar o esférico para a sua própria mão. Araújo Martinho, juiz da partida, assinalou grande penalidade e o meio-campista Paíto cobrou vitoriosamente aos 70 minutos.

A equipa do Maxaquene
Numa tarde“tricolor” sem grande inspiração e soluções no ataque, apesar do esforço abnegado levado a cabo pelo principal artilheiro da equipa, Hélder Pelembe, as chances de violar a baliza defendida por Chico tornaram-se escassas. Faltou clarividência na hora da verdade, para além de que HCB actuava com muitas cautelas defensivas, procurando sempre sair seguro para o ataque.

Na tentativa de encontrar soluções para remediar a situação, o técnico Litos efectuou substituições imediatamente após o intervalo. A pressão aumentou no reduto da HCB, mas ninguém teve inteligência para romper a grande área pela zona frontal. O Maxaquene mudou sistematicamente os flancos e surgiram muitos despejos para a área de rigor, mas a defensiva tetense continuava impenetrável, gorando-se todas as chances “tricolores” de chegar ao golo.

O trabalho do árbitro não foi dos melhores. Confundiu-se nas decisões, beneficiando muitas vezes o infractor.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Araújo Martinho, auxiliado por Gimo Patrício e Bento Chengueranao. Quarto árbitro: Felisberto José.

MAXAQUENE – Soarito; Campira, Narciso (Steven), Nito e Kiki; Jumisse (Eusébio), Macamito, Mustafá (Kito) e Liberty; Hélder Pelembe e Eurico.

HCB – Chico; Bila, Venâncio, Mucuapel e Antoninho; Eládio, Paito (Paulino), Dangalira e Reginaldo (Zaid); Gito e Amílcar (Jordão).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Jumisse e Mucuapera e vermelho para Hélder Pelembe.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:45
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O FERROVIÁRIO resgatou, ontem, a sua face habitual e, por isso, não teve dificuldades para “esmagar” o FC Lichinga, um adversário que se foi reduzindo gradualmente até à pequenez, apesar de ter tentado, no início, encarar o oponente de forma destemida, jogando abertamente ao ataque.

O FERROVIÁRIO resgatou, ontem, a sua face habitual
Mas acusou falta de experiência, precipitando-se muito, até que os “locomotivas” concluíram que estavam perante uma equipa acessível.

Uma das suas vantagens, aliás, foi a opção que levou para o relvado e a vontade e entrega expressas pelos jogadores. A equipa carburou à medida do seu habitual, com Momed Hagy, bem apoiado por Danito Parruque, a fazer rasgos de primeira a partir do centro do terreno e desmarcar os homens da frente. Assim, Luís e Jerry apareciam à vontade na zona de rigor, com espaço para desequilibrar a defensiva. Pelas alas, Tchaka foi mais perfeito que Maurício, que ultimamente não se encontra na sua melhor forma.

Com este esquema a funcionar, o Ferroviário marcou o seu primeiro tento por Jerry, aos 10 minutos, com perfeita assistência de Luís, para, já próximo do intervalo, Luís fazer o 2-0.

A segunda parte foi caracterizada pelo domínio completo dos donos da casa e um festival de golos. O FC Lichinga foi confinado à sua defesa e isso abriu espaço para muitas investidas, acontecendo os tentos de forma natural.

O árbitro da partida fez um belíssimo trabalho. As equipas contribuíram para isso, pois portaram-se bem, disciplinarmente, daí que nenhum jogador foi sancionado.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: José Maria Rachide, auxiliado por João Paulo e Daniel Filipe. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FER. MAPUTO – Pinto; Butana (Zabula), Tony Gravata, Jotamo e Fred; Tchaka (Jair), Momed Hagy, Danito Parruque (Whisky) e Maurício; Luís e Jerry.

FC LICHINGA – Ribas; Sousa, Sadique, Maior e Chimbeta; Rachide, Paúnde, Kikito e Clement (Anselmo); Metangula e Wacheca (Avelino).

Golos: 1-0, Jerry; 2-0, Luís; 3-0, Danito Parruque; 4-0, Toni; 5-0, Jair; 6-0, Jerry.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:44
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O FERROVIÁRIO resgatou, ontem, a sua face habitual e, por isso, não teve dificuldades para “esmagar” o FC Lichinga, um adversário que se foi reduzindo gradualmente até à pequenez, apesar de ter tentado, no início, encarar o oponente de forma destemida, jogando abertamente ao ataque.

O FERROVIÁRIO resgatou, ontem, a sua face habitual
Mas acusou falta de experiência, precipitando-se muito, até que os “locomotivas” concluíram que estavam perante uma equipa acessível.

Uma das suas vantagens, aliás, foi a opção que levou para o relvado e a vontade e entrega expressas pelos jogadores. A equipa carburou à medida do seu habitual, com Momed Hagy, bem apoiado por Danito Parruque, a fazer rasgos de primeira a partir do centro do terreno e desmarcar os homens da frente. Assim, Luís e Jerry apareciam à vontade na zona de rigor, com espaço para desequilibrar a defensiva. Pelas alas, Tchaka foi mais perfeito que Maurício, que ultimamente não se encontra na sua melhor forma.

Com este esquema a funcionar, o Ferroviário marcou o seu primeiro tento por Jerry, aos 10 minutos, com perfeita assistência de Luís, para, já próximo do intervalo, Luís fazer o 2-0.

A segunda parte foi caracterizada pelo domínio completo dos donos da casa e um festival de golos. O FC Lichinga foi confinado à sua defesa e isso abriu espaço para muitas investidas, acontecendo os tentos de forma natural.

O árbitro da partida fez um belíssimo trabalho. As equipas contribuíram para isso, pois portaram-se bem, disciplinarmente, daí que nenhum jogador foi sancionado.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: José Maria Rachide, auxiliado por João Paulo e Daniel Filipe. Quarto árbitro: Ainad Ussene.

FER. MAPUTO – Pinto; Butana (Zabula), Tony Gravata, Jotamo e Fred; Tchaka (Jair), Momed Hagy, Danito Parruque (Whisky) e Maurício; Luís e Jerry.

FC LICHINGA – Ribas; Sousa, Sadique, Maior e Chimbeta; Rachide, Paúnde, Kikito e Clement (Anselmo); Metangula e Wacheca (Avelino).

Golos: 1-0, Jerry; 2-0, Luís; 3-0, Danito Parruque; 4-0, Toni; 5-0, Jair; 6-0, Jerry.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:44
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NELINHO, o “patrão” do meio-campo “alvi-negro”
AS bancadas do Estádio 1º de Maio/Standard Bank “pintaram-se” de preto-e-branco no sábado. As centenas de adeptos do Desportivo que puxavam pela sua equipa, mesmo antes do início do desafio, transformaram o recinto num autêntico inferno para os forasteiros, e o primeiro lance de apuros para a baliza de Gervásio aconteceu à passagem dos 31 minutos, quando Aníbal cabeceou à trave, após cruzamento de Mayunda.

No entanto, as bancadas do 1º de Maio/Standaro Bank “gelaram” à beira do intervalo, quando a defesa foi surpreendida por um cabeceamento fulgurante de Buramo, que aproveitou o momento de distracção do sector mais recuado do Desportivo para fazer golo.

Quando se pensava que o segundo tempo seria de um Desportivo modificado, o certo é que a equipa apareceu mais acinzentada. Atentos a este momento de nervosismo estavam os beirenses, que, numa jogada de contra-ataque, fizeram o 2-0, mas prontamente anulado pelo árbitro, por suposto fora-de-jogo de Toni. Diga-se, no entanto, que não existiu, pois o cruzamento de Buramo é feito já na linha do fundo. Má decisão de Amosse Lázaro, que tirava o segundo golo aos visitantes.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Amosse Lázaro, auxiliado por Agostinho Pelembe e Eduardo Gatoma.

DESPORTIVO - Jaime; Mexer, Zainadine Júnior, Mayunda e Josué; Nelinho, Tchotchó (Tchitcho), Muandro e Isac (Secanhe); Aníbal e Binó (Sonito).

FER. BEIRA - Gervásio; Ninito, Gildo, Nené e Edson; Cândido, Óscar, Buramo e Timbe; Cláudio (Betinho) e Tony (Henriques).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Gervásio, Edson e Buramo.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 13:43
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NELINHO, o “patrão” do meio-campo “alvi-negro”
AS bancadas do Estádio 1º de Maio/Standard Bank “pintaram-se” de preto-e-branco no sábado. As centenas de adeptos do Desportivo que puxavam pela sua equipa, mesmo antes do início do desafio, transformaram o recinto num autêntico inferno para os forasteiros, e o primeiro lance de apuros para a baliza de Gervásio aconteceu à passagem dos 31 minutos, quando Aníbal cabeceou à trave, após cruzamento de Mayunda.

No entanto, as bancadas do 1º de Maio/Standaro Bank “gelaram” à beira do intervalo, quando a defesa foi surpreendida por um cabeceamento fulgurante de Buramo, que aproveitou o momento de distracção do sector mais recuado do Desportivo para fazer golo.

Quando se pensava que o segundo tempo seria de um Desportivo modificado, o certo é que a equipa apareceu mais acinzentada. Atentos a este momento de nervosismo estavam os beirenses, que, numa jogada de contra-ataque, fizeram o 2-0, mas prontamente anulado pelo árbitro, por suposto fora-de-jogo de Toni. Diga-se, no entanto, que não existiu, pois o cruzamento de Buramo é feito já na linha do fundo. Má decisão de Amosse Lázaro, que tirava o segundo golo aos visitantes.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Amosse Lázaro, auxiliado por Agostinho Pelembe e Eduardo Gatoma.

DESPORTIVO - Jaime; Mexer, Zainadine Júnior, Mayunda e Josué; Nelinho, Tchotchó (Tchitcho), Muandro e Isac (Secanhe); Aníbal e Binó (Sonito).

FER. BEIRA - Gervásio; Ninito, Gildo, Nené e Edson; Cândido, Óscar, Buramo e Timbe; Cláudio (Betinho) e Tony (Henriques).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Gervásio, Edson e Buramo.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 13:43
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RESULTADOS

imagem corporativa do moçambola
Costa do Sol-Liga Muçulmana (2-1)

Ferroviário-FC Lichinga (6-0)

Desportivo-Fer. Beira (0-1)

Maxaquene-HCB de Songo (0-1)

Textáfrica-Matchedje (0-1)

Fer. Nampula-Atlético Muçulmano (0-0)

Chingale-Fer. Nacala (2-0)

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º COSTA DO SOL 7 6 1 0 15-2 19

2º Ferroviário de Maputo 7 5 1 1 14-3 16

3º Liga Muçulmana 7 5 1 1 12-3 16

4º Desportivo 7 3 2 2 7-5 11

5º Maxaquene 7 3 1 3 6-7 10

6º HCB de Songo 7 3 1 3 5-7 10

7º Matchedje 7 2 3 2 4-4 9

8º Ferroviário da Beira 7 2 3 2 3-3 9

9º Atlético Muçulmano 7 2 3 2 4-6 9

10º Textáfrica 7 2 1 4 4-6 7

11º Chingale 7 1 3 3 5-6 6

12º Ferroviário de Nampula 7 0 5 2 3-6 5

13º FC Lichinga 7 0 3 4 3-16 3

14º Ferroviário de Nacala 7 0 2 5 1-11 2

PRÓXIMA JORNADA (8ª)

Matchedje-Desportivo

HCB de Songo-Textáfrica

Atlético Muçulmano-Maxaquene

FC Lichinga-Fer. Nampula

Fer. Nacala-Fer. Maputo

Liga Muçulmana-Chingale

Fer. Beira-Costa do Sol

publicado por Vaxko Zakarias às 13:41
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Costa do Sol-Liga Muçulmana (2-1)

Ferroviário-FC Lichinga (6-0)

Desportivo-Fer. Beira (0-1)

Maxaquene-HCB de Songo (0-1)

Textáfrica-Matchedje (0-1)

Fer. Nampula-Atlético Muçulmano (0-0)

Chingale-Fer. Nacala (2-0)

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º COSTA DO SOL 7 6 1 0 15-2 19

2º Ferroviário de Maputo 7 5 1 1 14-3 16

3º Liga Muçulmana 7 5 1 1 12-3 16

4º Desportivo 7 3 2 2 7-5 11

5º Maxaquene 7 3 1 3 6-7 10

6º HCB de Songo 7 3 1 3 5-7 10

7º Matchedje 7 2 3 2 4-4 9

8º Ferroviário da Beira 7 2 3 2 3-3 9

9º Atlético Muçulmano 7 2 3 2 4-6 9

10º Textáfrica 7 2 1 4 4-6 7

11º Chingale 7 1 3 3 5-6 6

12º Ferroviário de Nampula 7 0 5 2 3-6 5

13º FC Lichinga 7 0 3 4 3-16 3

14º Ferroviário de Nacala 7 0 2 5 1-11 2

PRÓXIMA JORNADA (8ª)

Matchedje-Desportivo

HCB de Songo-Textáfrica

Atlético Muçulmano-Maxaquene

FC Lichinga-Fer. Nampula

Fer. Nacala-Fer. Maputo

Liga Muçulmana-Chingale

Fer. Beira-Costa do Sol

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TUDO indica que no Maxaquene algumas coisas vão ser resolvidas a muros. Se por um lado há uma ala que defende a continuação da actual direcção, por outro, há a outra que quer ver acomodados os seus interesses.

Momed Rafidine Presidente do Maxaquene(a direita)
Estamos a falar da Assembleia Geral da colectividade que sábado não chegou ao fim, porque, por um lado, os sócios queriam ver a evolução da equipa (perder!) diante do HCB e, por outro, porque o assunto das infra-estruturas não se podia esgotar em um dia sequer.

Já estava previsto que a assembleia do Maxaquene não tivesse um desfecho no último sábado por razoes que se prendem com a venda das infra-estruturas, algo polémico que pode, em algum momento, conhecer o seu revés, até porque a lista de consenso que choca com os estatutos pode não e nunca ser viável. Até porque no final do encontro, o presidente da Assembleia-geral, Abdul Carimo, deixou claro que as eleições têm que se realizar antes do dia 15 do próximo mês, antes (nem sabíamos) da assinatura final do documento que confere a passagem para outrém das infra-estruturas já vendidas (!) – estamos a falar do campo de futebol.

Hoje vai se proceder à deposição do Regulamento Eleitoral e a proposta da alteração dos estatutos, para que no dia 9 sejam discutidas as questões pendentes a seu respeito.

Segundo Abdul Carimo, no próximo dia 9 será avaliada a situação actual do clube (relatórios de conta e de actividades) e o Regulamento Eleitoral e o Estatutos, que, por sinal, já foram publicados no Boletim da Republica.

Em linguagem muito simples, Abdul Carimo disse que “os sócios acumularam muitos problemas, que deverão ser resolvidos na totalidade. E quero que as eleições decorram antes do dia 15, antes da assinatura definitiva do contrato da venda de infra-estruturas, porque tudo indica que os interesses dos sócios apresentados na assembleia de 2008 não estão acomodados”.

No final do reunião do último sábado, já nos corredores, alguns apoiantes do actual presidente aventavam a hipótese de romper com a lista de consenso que colocava o ex-PCA dos Aeroportos de Moçambique, Cossa, como presidente, e Rafindine como vice.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:39
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TUDO indica que no Maxaquene algumas coisas vão ser resolvidas a muros. Se por um lado há uma ala que defende a continuação da actual direcção, por outro, há a outra que quer ver acomodados os seus interesses.

Momed Rafidine Presidente do Maxaquene(a direita)
Estamos a falar da Assembleia Geral da colectividade que sábado não chegou ao fim, porque, por um lado, os sócios queriam ver a evolução da equipa (perder!) diante do HCB e, por outro, porque o assunto das infra-estruturas não se podia esgotar em um dia sequer.

Já estava previsto que a assembleia do Maxaquene não tivesse um desfecho no último sábado por razoes que se prendem com a venda das infra-estruturas, algo polémico que pode, em algum momento, conhecer o seu revés, até porque a lista de consenso que choca com os estatutos pode não e nunca ser viável. Até porque no final do encontro, o presidente da Assembleia-geral, Abdul Carimo, deixou claro que as eleições têm que se realizar antes do dia 15 do próximo mês, antes (nem sabíamos) da assinatura final do documento que confere a passagem para outrém das infra-estruturas já vendidas (!) – estamos a falar do campo de futebol.

Hoje vai se proceder à deposição do Regulamento Eleitoral e a proposta da alteração dos estatutos, para que no dia 9 sejam discutidas as questões pendentes a seu respeito.

Segundo Abdul Carimo, no próximo dia 9 será avaliada a situação actual do clube (relatórios de conta e de actividades) e o Regulamento Eleitoral e o Estatutos, que, por sinal, já foram publicados no Boletim da Republica.

Em linguagem muito simples, Abdul Carimo disse que “os sócios acumularam muitos problemas, que deverão ser resolvidos na totalidade. E quero que as eleições decorram antes do dia 15, antes da assinatura definitiva do contrato da venda de infra-estruturas, porque tudo indica que os interesses dos sócios apresentados na assembleia de 2008 não estão acomodados”.

No final do reunião do último sábado, já nos corredores, alguns apoiantes do actual presidente aventavam a hipótese de romper com a lista de consenso que colocava o ex-PCA dos Aeroportos de Moçambique, Cossa, como presidente, e Rafindine como vice.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:39
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