Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 15 DE Abril 2009
Carlos Sousa (esq.) e Albino da Conceição
NUMA sala do Hotel “Mont Fébé, em Yaoundé, em que a velha aristocracia do desporto africano se faz presente de forma altiva e ainda guiada no anacrónico princípio de que a organização dos grandes acontecimentos somente está à altura da tríplice que aglutina árabes, francófonos e anglófonos, o surgimento de Moçambique, como candidato a sede da 10ª edição dos Jogos Africanos, em 2011, colheu de surpresa tudo e todos.

E, se cépticos existiam no local, agradavelmente surpreendidos ainda ficaram quando, numa mega operação de charme, a nossa candidatura foi apresentada, com todo o requinte e convincentemente. O resultado, claro, não podia ser outro: a entrega e plena confiança a Moçambique no êxito da organização da Olimpíada continental, um gigantesco desafio que doravante é colocado ao país e que este deverá saber corresponder devidamente.

Se não fosse a presença, na qualidade de convidado especial, do mítico e sempre atacante camaronês Roger Milla, dificilmente se poderia imaginar tratar-se de um fórum desportivo. Um sultão e octogenários dirigentes de diversos organismos disputavam o mesmo espaço de protagonismo com jovens ministros e com uma visão mais actual e globalística da realidade.

Foi nesta composição, pois, que o nosso país, através de uma delegação encabeçada pelo Vice-Ministro da Juventude e Desportos, Carlos Sousa, apresentou os seus propósitos para que os Jogos Africanos, em 2011, aportem a Pérola do Índico.

A avaliar pelos rostos estupefactos dos delegados à sessão extraordinária do Comité Executivo do Conselho Superior do Desporto em África (SCSA), reunida sexta-feira passada na capital camaronesa, muito provavelmente não se acreditava nos argumentos que Moçambique iria apresentar para convencer aquela sala, já que, na retranca, países como Egipto e Camarões aguardavam por uma possível nomeação. O Vice-Ministro Carlos Sousa, com uma apresentação em “power point”, foi suficientemente eloquente na sua explanação para arrancar incessantes aplausos e respectiva aprovação por aclamação.

Estava, desse modo e sem quaisquer reticências, oficializado o nosso país como sede daquele grandioso e prestigiante evento. O que depois se seguiu foram os discursos da praxe, o encorajamento e a confiança de que Moçambique podia organizar o certame com sucesso, tendo em conta experiências anteriores, embora em menor dimensão, como são casos dos Campeonatos Africanos de Basquetebol e, no plano político, a Cimeira da União Africana, entre outros fóruns.

E, como não podia deixar de ser, a entrega da bandeira do SCSA ao governante moçambicano, em jeito de passagem de testemunho.

ALÍVIO ZAMBIANO

Muito embora já tivesse anunciado, em devido tempo, a sua desistência de acolher os Jogos Africanos de 2011, invocando razões de ordem económica, a Zâmbia não se sentia descansada enquanto, primeiro, não houvesse o beneplácito do SCSA neste facto, sabido que é nefasto na plena regularidade do evento, que é quadrienal, e, segundo, não se encontrasse um país que estivesse disposto a acolher esta Olimpíada continental.

Quando a aprovação de Moçambique aconteceu, o júbilo dos zambianos, representados pelo respectivo Ministro dos Desportos, foi incontido, sobretudo porque, parafraseando-o, os Jogos não saíram da África Austral e foram para um país vizinho e com laços fortes e históricos consigo.

Por outro lado, os zambianos sentiram-se aliviados na proposta que havia sido avançada por alguns membros, segundo a qual devia ser fortemente penalizada pelos transtornos causados, pois desde 2005 que se havia comprometido a organizar os Jogos. Das discussões que se desenrolaram chegou-se à conclusão de que nenhuma multa devia ser aplicada à Zâmbia, até porque os estatutos nem o prevêem. No entanto, recomendou-se que deve, pelo menos, ressarcir o Secretariado-Geral do SCSA, que funciona em Yaoundé e, curiosamente, dirigida por um cidadão seu, Sonstone Kashiba, por todo o trabalho de preparação que foi levando a cabo.

APOIO ESPONTÂNEO

Para além dos zambianos, a escolha de Moçambique foi vista também como sua vitória por parte dos Ministros dos Desportos da África do Sul, Stofile, e da Guiné-Bissau, Baciro Djá, que se encontravam em representação das Zonas 6 e 2, respectivamente.

O Vice-Ministro da Juventude e Desportos de Angola, Albino da Conceição, que superiormente dirigiu o encontro, na qualidade de vice-presidente do SCSA, teceu rasgados elogios ao nosso país, afirmando acreditar que Moçambique será um exemplo na organização do evento – aliás, já foi pioneiro na apresentação da candidatura em formato “power point”, que claramente estava fora das previsões de “todo o mundo”.

Do Egipto e da Argélia, países que possuem uma grande experiência na recepção de acontecimentos desta dimensão, chegou igualmente a pronta disponibilidade na concessão de apoio multiforme, aproveitando a sua experiência e os recursos humanos que detêm.

Do próprio Secretariado-Geral do organismo supremo do desporto africano, assim como da Associação dos Comités Olímpicos de África (ACNOA) e da União das Confederações Desportivas Africanas (UCSA), Moçambique encontrou o necessário conforto para que 2011 cristalize a viragem e a universalidade dos Jogos Africanos, na senda do preconizado pelo Comité Olímpico Internacional em relação aos Jogos Olímpicos.

Doravante, caberá ao nosso país olhar e encarar os Jogos Africanos como um desafio transcendental e que tanto pode nos prestigiar, caso a organização seja um êxito, como também nos desacreditar aos olhos do continente e do mundo, se o evento fracassar.

Estes Jogos ocorrerão um ano depois do Campeonato do Mundo de Futebol e que, em relação ao qual, Moçambique tem estado envolvido numa grande preparação, tanto do ponto de vista desportivo como económico e turismo, tendo como propósito tirar vantagens do facto de se realizar na vizinha África do Sul.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:02
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Carlos Sousa (esq.) e Albino da Conceição
NUMA sala do Hotel “Mont Fébé, em Yaoundé, em que a velha aristocracia do desporto africano se faz presente de forma altiva e ainda guiada no anacrónico princípio de que a organização dos grandes acontecimentos somente está à altura da tríplice que aglutina árabes, francófonos e anglófonos, o surgimento de Moçambique, como candidato a sede da 10ª edição dos Jogos Africanos, em 2011, colheu de surpresa tudo e todos.

E, se cépticos existiam no local, agradavelmente surpreendidos ainda ficaram quando, numa mega operação de charme, a nossa candidatura foi apresentada, com todo o requinte e convincentemente. O resultado, claro, não podia ser outro: a entrega e plena confiança a Moçambique no êxito da organização da Olimpíada continental, um gigantesco desafio que doravante é colocado ao país e que este deverá saber corresponder devidamente.

Se não fosse a presença, na qualidade de convidado especial, do mítico e sempre atacante camaronês Roger Milla, dificilmente se poderia imaginar tratar-se de um fórum desportivo. Um sultão e octogenários dirigentes de diversos organismos disputavam o mesmo espaço de protagonismo com jovens ministros e com uma visão mais actual e globalística da realidade.

Foi nesta composição, pois, que o nosso país, através de uma delegação encabeçada pelo Vice-Ministro da Juventude e Desportos, Carlos Sousa, apresentou os seus propósitos para que os Jogos Africanos, em 2011, aportem a Pérola do Índico.

A avaliar pelos rostos estupefactos dos delegados à sessão extraordinária do Comité Executivo do Conselho Superior do Desporto em África (SCSA), reunida sexta-feira passada na capital camaronesa, muito provavelmente não se acreditava nos argumentos que Moçambique iria apresentar para convencer aquela sala, já que, na retranca, países como Egipto e Camarões aguardavam por uma possível nomeação. O Vice-Ministro Carlos Sousa, com uma apresentação em “power point”, foi suficientemente eloquente na sua explanação para arrancar incessantes aplausos e respectiva aprovação por aclamação.

Estava, desse modo e sem quaisquer reticências, oficializado o nosso país como sede daquele grandioso e prestigiante evento. O que depois se seguiu foram os discursos da praxe, o encorajamento e a confiança de que Moçambique podia organizar o certame com sucesso, tendo em conta experiências anteriores, embora em menor dimensão, como são casos dos Campeonatos Africanos de Basquetebol e, no plano político, a Cimeira da União Africana, entre outros fóruns.

E, como não podia deixar de ser, a entrega da bandeira do SCSA ao governante moçambicano, em jeito de passagem de testemunho.

ALÍVIO ZAMBIANO

Muito embora já tivesse anunciado, em devido tempo, a sua desistência de acolher os Jogos Africanos de 2011, invocando razões de ordem económica, a Zâmbia não se sentia descansada enquanto, primeiro, não houvesse o beneplácito do SCSA neste facto, sabido que é nefasto na plena regularidade do evento, que é quadrienal, e, segundo, não se encontrasse um país que estivesse disposto a acolher esta Olimpíada continental.

Quando a aprovação de Moçambique aconteceu, o júbilo dos zambianos, representados pelo respectivo Ministro dos Desportos, foi incontido, sobretudo porque, parafraseando-o, os Jogos não saíram da África Austral e foram para um país vizinho e com laços fortes e históricos consigo.

Por outro lado, os zambianos sentiram-se aliviados na proposta que havia sido avançada por alguns membros, segundo a qual devia ser fortemente penalizada pelos transtornos causados, pois desde 2005 que se havia comprometido a organizar os Jogos. Das discussões que se desenrolaram chegou-se à conclusão de que nenhuma multa devia ser aplicada à Zâmbia, até porque os estatutos nem o prevêem. No entanto, recomendou-se que deve, pelo menos, ressarcir o Secretariado-Geral do SCSA, que funciona em Yaoundé e, curiosamente, dirigida por um cidadão seu, Sonstone Kashiba, por todo o trabalho de preparação que foi levando a cabo.

APOIO ESPONTÂNEO

Para além dos zambianos, a escolha de Moçambique foi vista também como sua vitória por parte dos Ministros dos Desportos da África do Sul, Stofile, e da Guiné-Bissau, Baciro Djá, que se encontravam em representação das Zonas 6 e 2, respectivamente.

O Vice-Ministro da Juventude e Desportos de Angola, Albino da Conceição, que superiormente dirigiu o encontro, na qualidade de vice-presidente do SCSA, teceu rasgados elogios ao nosso país, afirmando acreditar que Moçambique será um exemplo na organização do evento – aliás, já foi pioneiro na apresentação da candidatura em formato “power point”, que claramente estava fora das previsões de “todo o mundo”.

Do Egipto e da Argélia, países que possuem uma grande experiência na recepção de acontecimentos desta dimensão, chegou igualmente a pronta disponibilidade na concessão de apoio multiforme, aproveitando a sua experiência e os recursos humanos que detêm.

Do próprio Secretariado-Geral do organismo supremo do desporto africano, assim como da Associação dos Comités Olímpicos de África (ACNOA) e da União das Confederações Desportivas Africanas (UCSA), Moçambique encontrou o necessário conforto para que 2011 cristalize a viragem e a universalidade dos Jogos Africanos, na senda do preconizado pelo Comité Olímpico Internacional em relação aos Jogos Olímpicos.

Doravante, caberá ao nosso país olhar e encarar os Jogos Africanos como um desafio transcendental e que tanto pode nos prestigiar, caso a organização seja um êxito, como também nos desacreditar aos olhos do continente e do mundo, se o evento fracassar.

Estes Jogos ocorrerão um ano depois do Campeonato do Mundo de Futebol e que, em relação ao qual, Moçambique tem estado envolvido numa grande preparação, tanto do ponto de vista desportivo como económico e turismo, tendo como propósito tirar vantagens do facto de se realizar na vizinha África do Sul.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:02
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CLUBES, dirigentes, atletas e amantes do futebol e do desporto nampulense em geral estão a subscrever um abaixo-assinado dirigido ao presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Castro Sanfis Namuaca, repudiando algumas informações postas a circular, embora não oficialmente, da pretensão de este executivo de vender o Estádio 25 de Setembro, a catedral desportiva da região norte do país.


O referido abaixo-assinado, que foi recentemente apresentado na Assembleia-Geral Ordinária da Associação Provincial de Futebol, os desportistas dirigentes consideram uma autêntica insensatez do Conselho Municipal pôr em prática a aludida venda daquele património que, por sinal, as suas instalações, acolhem as direcções provinciais de futebol, basquetebol, atletismo, natação, infantil juvenis e as comissões dos árbitros de futebol e de andebol, para além do campo de futebol.

Para além daquelas instituições, segundo se pode ler no abaixo-assinado que já colheu consenso e aclamação de muitos desportistas ao menos na cidade de Nampula, onde já colheu 300 assinaturas, já foi enviado a Nacala-Porto, Angoche, Monapo, Ilha de Moçambique e Ribaué, regiões, que movimentam a modalidade rainha, o futebol.

Ademais, os subscritores vão mais longe ao afirmarem que aquele recinto não só acolhe algumas actividades desportivas, também transporta uma componente histórica, pois para além de ter sido inaugurado no dia em que Nampula foi elevado à categoria de cidade, a 22 de Agosto de 1956, acolheu as cerimónias solenes da proclamação da Independência Nacional a 25 de Junho de 1975.

O receio dos desportistas nampulenses, caso se concretize a venda daquele património público, reside no facto de há alguns anos estarem a escassear campos para a prática desportiva, existindo actualmente na chamada capital do norte apenas três campos, nomeadamente, o 25 de Junho, propriedade do Ferroviário de Nampula, o 25 de Setembro e do Benfica de Nampula, com o agravante de o município não mostrar capacidade de ter uma alternativa a curto prazo para construir um outro campo.

Entretanto, o presidente do Conselho Municipal, Castro Namuaca, justifica essa pretensão de venda daquela sala de visita do desporto nampulense pelo facto de nos primeiros três anos do seu mandato terem sido realizados estudos para a manutenção que se mostraram ineficazes, de modo que as últimas avaliações técnicas indicavam a necessidade de um investimento na ordem de 24 milhões de meticais, ou seja um milhão de dólares.

“As considerações técnicas e a opinião tecnológica mostraram-nos que com este valor é possível construir um estádio novo, relvado e iluminado e com maior capacidade que o actual, que comporta 10 mil espectadores. Nós evitamos decidir sobre este assunto, optando por levar a matéria à sociedade civil, desportistas e outros intervenientes no processo desportivo. As opiniões divergem, alguns dizem sim outros não, mas importa referir que o Estádio 25 de Setembro está numa bacia hidrográfica, onde nasce o rio Muahala e as condutas que foram feitas não tiveram em conta as várias nascentes”, justificou-se Castro Namuaca.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:49
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CLUBES, dirigentes, atletas e amantes do futebol e do desporto nampulense em geral estão a subscrever um abaixo-assinado dirigido ao presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Castro Sanfis Namuaca, repudiando algumas informações postas a circular, embora não oficialmente, da pretensão de este executivo de vender o Estádio 25 de Setembro, a catedral desportiva da região norte do país.


O referido abaixo-assinado, que foi recentemente apresentado na Assembleia-Geral Ordinária da Associação Provincial de Futebol, os desportistas dirigentes consideram uma autêntica insensatez do Conselho Municipal pôr em prática a aludida venda daquele património que, por sinal, as suas instalações, acolhem as direcções provinciais de futebol, basquetebol, atletismo, natação, infantil juvenis e as comissões dos árbitros de futebol e de andebol, para além do campo de futebol.

Para além daquelas instituições, segundo se pode ler no abaixo-assinado que já colheu consenso e aclamação de muitos desportistas ao menos na cidade de Nampula, onde já colheu 300 assinaturas, já foi enviado a Nacala-Porto, Angoche, Monapo, Ilha de Moçambique e Ribaué, regiões, que movimentam a modalidade rainha, o futebol.

Ademais, os subscritores vão mais longe ao afirmarem que aquele recinto não só acolhe algumas actividades desportivas, também transporta uma componente histórica, pois para além de ter sido inaugurado no dia em que Nampula foi elevado à categoria de cidade, a 22 de Agosto de 1956, acolheu as cerimónias solenes da proclamação da Independência Nacional a 25 de Junho de 1975.

O receio dos desportistas nampulenses, caso se concretize a venda daquele património público, reside no facto de há alguns anos estarem a escassear campos para a prática desportiva, existindo actualmente na chamada capital do norte apenas três campos, nomeadamente, o 25 de Junho, propriedade do Ferroviário de Nampula, o 25 de Setembro e do Benfica de Nampula, com o agravante de o município não mostrar capacidade de ter uma alternativa a curto prazo para construir um outro campo.

Entretanto, o presidente do Conselho Municipal, Castro Namuaca, justifica essa pretensão de venda daquela sala de visita do desporto nampulense pelo facto de nos primeiros três anos do seu mandato terem sido realizados estudos para a manutenção que se mostraram ineficazes, de modo que as últimas avaliações técnicas indicavam a necessidade de um investimento na ordem de 24 milhões de meticais, ou seja um milhão de dólares.

“As considerações técnicas e a opinião tecnológica mostraram-nos que com este valor é possível construir um estádio novo, relvado e iluminado e com maior capacidade que o actual, que comporta 10 mil espectadores. Nós evitamos decidir sobre este assunto, optando por levar a matéria à sociedade civil, desportistas e outros intervenientes no processo desportivo. As opiniões divergem, alguns dizem sim outros não, mas importa referir que o Estádio 25 de Setembro está numa bacia hidrográfica, onde nasce o rio Muahala e as condutas que foram feitas não tiveram em conta as várias nascentes”, justificou-se Castro Namuaca.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:49
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A EQUIPA de basquetebol da APolitécnica confirmou a sua participação na 25ª edição dos Jogos Internacionais das Universíadas em seniores femininos a realizar-se na cidade de Belgrado, Sérvia, de 1 a 12 de Julho.

Leia Rachid, com a bola, uma das fundamentais da APolitécnica
Participarão no evento 16 equipas que estarão divididas em quatro grupos. A APolitécnica estará inserida no Grupo C juntamente com os representantes da Rússia, Taipe e Hungria, sendo que os dois representantes do continente europeu são os principais candidatos a transitarem para a segunda fase.

Já a APolitécnica, que voltará a representar o país numa competição que a cada edição tem ganho contornos muito competitivos, tem a missão de melhorar o 12º lugar alcançado em Banquecoque em 2007, até porque faz parte do seu grupo a Rússia, vice-campeã. A Áustria é a detentora do título.

Apesar do 12º lugar, a prestação da equipa moçambicana acabou sendo classificada como aceitável, a julgar pelo nível dos adversários presentes na competição. Para obterem uma melhor prestação em Belgrado, as comandadas de Armando Meque terão que vencer pelo menos dois jogos do seu grupo por forma a seguirem à fase seguinte onde estarão as oito melhores formações.

Caso a turma moçambicana não consiga transitar à etapa seguinte, outro cenário que permitirá melhorar a 12ª posição é superar, nos jogos de atribuição do nono lugar, a barreira das três vitórias alcançadas em Banquecoque.

Sublinhe-se que a APolitécnica conseguiu na edição anterior vencer o Brasil (55-44), Japão (79-76) e Coreia do Sul (58-42). Mas nos dois últimos confrontos decisivos para se posicionar na nona posição caiu nas “mãos” dos sérvios (57-77), e da China, por uma margem de 15 pontos (50-65).

Entretanto, a preparação da APolitécnica já começou com a disputa do Torneio de Abertura da Cidade de Maputo, sendo que este fim-de-semana defrontará o Ferroviário nas meias-finais.

Eis a composição dos grupos:

GRUPO A - Sérvia, EUA, França e Grã-Bretanha

GRUPO B - Áustria, Canada, Eslováquia e Japão

GRUPO C - Rússia, Taipe, Hungria e Moçambique

GRUPO D - Polónia, República Checa, Turquia e China

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
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A EQUIPA de basquetebol da APolitécnica confirmou a sua participação na 25ª edição dos Jogos Internacionais das Universíadas em seniores femininos a realizar-se na cidade de Belgrado, Sérvia, de 1 a 12 de Julho.

Leia Rachid, com a bola, uma das fundamentais da APolitécnica
Participarão no evento 16 equipas que estarão divididas em quatro grupos. A APolitécnica estará inserida no Grupo C juntamente com os representantes da Rússia, Taipe e Hungria, sendo que os dois representantes do continente europeu são os principais candidatos a transitarem para a segunda fase.

Já a APolitécnica, que voltará a representar o país numa competição que a cada edição tem ganho contornos muito competitivos, tem a missão de melhorar o 12º lugar alcançado em Banquecoque em 2007, até porque faz parte do seu grupo a Rússia, vice-campeã. A Áustria é a detentora do título.

Apesar do 12º lugar, a prestação da equipa moçambicana acabou sendo classificada como aceitável, a julgar pelo nível dos adversários presentes na competição. Para obterem uma melhor prestação em Belgrado, as comandadas de Armando Meque terão que vencer pelo menos dois jogos do seu grupo por forma a seguirem à fase seguinte onde estarão as oito melhores formações.

Caso a turma moçambicana não consiga transitar à etapa seguinte, outro cenário que permitirá melhorar a 12ª posição é superar, nos jogos de atribuição do nono lugar, a barreira das três vitórias alcançadas em Banquecoque.

Sublinhe-se que a APolitécnica conseguiu na edição anterior vencer o Brasil (55-44), Japão (79-76) e Coreia do Sul (58-42). Mas nos dois últimos confrontos decisivos para se posicionar na nona posição caiu nas “mãos” dos sérvios (57-77), e da China, por uma margem de 15 pontos (50-65).

Entretanto, a preparação da APolitécnica já começou com a disputa do Torneio de Abertura da Cidade de Maputo, sendo que este fim-de-semana defrontará o Ferroviário nas meias-finais.

Eis a composição dos grupos:

GRUPO A - Sérvia, EUA, França e Grã-Bretanha

GRUPO B - Áustria, Canada, Eslováquia e Japão

GRUPO C - Rússia, Taipe, Hungria e Moçambique

GRUPO D - Polónia, República Checa, Turquia e China

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
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O TREINADOR da equipa principal de futebol do Maxaquene, Litos, não descartou a hipótese de abandonar o clube se as condições dos jogadores não forem melhoradas o mais rápido possível.

O TREINADOR do Maxaquene, Litos
Informações de algumas fontes do clube dão conta de que há três meses que as LAM não têm alocado os perto de 300 mil meticais que constituem o orçamento mensal estipulado pela empresa a depositar nos cofres da colectividade.

Aliás, a não disponibilidade regular dos fundos pelas LAM ao Maxaquene é que tem vindo a causar transtornos na gestão das actividades do clube, com maior impacto na equipa principal de futebol.

Contudo, o presidente do Maxaquene, Rafindine Mahomed, assegurou que o problema será resolvido brevemente, uma vez que a empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), patrocinadora do clube, reassumiu o compromisso de disponibilizar fundos para assegurar as actividades e o funcionamento normal da colectividade.

“O problema foi ultrapassado. Tive ontem (segunda-feira) uma conversa telefónica com o PCA das LAM”, disse Rafindine Mahomed.

Litos contou que os jogadores têm passado por várias situações, desde a falta de condições financeiras e alimentação condignas, à insuficiência de equipamento para jogos e treinos.

“A equipa conta com apenas dois conjuntos de equipamento para jogos, não tem botas suficientes e não dispõe de equipamento de estágio, para além de espaço condigno para albergar os atletas”, comentou.

O técnico “tricolor” acredita que o problema venha a ser resolvido, mas defende que seja ultrapassado o mais rápido possível para que não prejudique os objectivos traçados.

“Há indicação de que todos os problemas serão solucionados na assembleia-geral do dia 25 deste mês, mas antes teremos dois jogos pela frente e interessa-nos que antes tenhamos estas situações ultrapassadas”, salientou Litos.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:28
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O TREINADOR da equipa principal de futebol do Maxaquene, Litos, não descartou a hipótese de abandonar o clube se as condições dos jogadores não forem melhoradas o mais rápido possível.

O TREINADOR do Maxaquene, Litos
Informações de algumas fontes do clube dão conta de que há três meses que as LAM não têm alocado os perto de 300 mil meticais que constituem o orçamento mensal estipulado pela empresa a depositar nos cofres da colectividade.

Aliás, a não disponibilidade regular dos fundos pelas LAM ao Maxaquene é que tem vindo a causar transtornos na gestão das actividades do clube, com maior impacto na equipa principal de futebol.

Contudo, o presidente do Maxaquene, Rafindine Mahomed, assegurou que o problema será resolvido brevemente, uma vez que a empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), patrocinadora do clube, reassumiu o compromisso de disponibilizar fundos para assegurar as actividades e o funcionamento normal da colectividade.

“O problema foi ultrapassado. Tive ontem (segunda-feira) uma conversa telefónica com o PCA das LAM”, disse Rafindine Mahomed.

Litos contou que os jogadores têm passado por várias situações, desde a falta de condições financeiras e alimentação condignas, à insuficiência de equipamento para jogos e treinos.

“A equipa conta com apenas dois conjuntos de equipamento para jogos, não tem botas suficientes e não dispõe de equipamento de estágio, para além de espaço condigno para albergar os atletas”, comentou.

O técnico “tricolor” acredita que o problema venha a ser resolvido, mas defende que seja ultrapassado o mais rápido possível para que não prejudique os objectivos traçados.

“Há indicação de que todos os problemas serão solucionados na assembleia-geral do dia 25 deste mês, mas antes teremos dois jogos pela frente e interessa-nos que antes tenhamos estas situações ultrapassadas”, salientou Litos.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:28
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O TORNEIO inter-provincial de Sub-17 em futebol da região norte que se deveria realizar na cidade de Pemba, envolvendo as selecções de Cabo Delgado, Niassa e Nampula vai ter lugar na chamada capital do norte, prova que arranca hoje com os jogos a serem disputados no relvado do Ferroviário.

Faizal Sidat (de boné ) após o depósito do expediente da sua candidatura
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol que anunciou o facto aos órgãos de comunicação social na sua recente estada em Nampula justificou a alteração do local anteriormente indicado com facto de a Associação Provincial de Cabo Delgado ter informado à direcção de Feizal Sidat da não existência de condições para acolher a prova em virtude de mesmo o Governo provincial não ter apoiado.

De acordo com o presidente da FMF, para que esta prova não seja cancelada, o seu organismo já assumiu as despesas inerentes ao alojamento e alimentação numa das unidades hoteleiras da cidade.

Acrescentou que este tipo de torneios passa a ser anuais, nas três zonas do país, nomeadamente norte, centro e sul que irão apurar os três primeiros classificados que irão disputar uma final para se encontrar a província campeã nacional da categoria.

Outro objectivo que orienta a realização do tipo de torneios de Sub-17 é a descoberta de novos talentos a nível de outras regiões do país e que poderão vir a ingressar na academia Mário Esteves Coluna.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:05
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O TORNEIO inter-provincial de Sub-17 em futebol da região norte que se deveria realizar na cidade de Pemba, envolvendo as selecções de Cabo Delgado, Niassa e Nampula vai ter lugar na chamada capital do norte, prova que arranca hoje com os jogos a serem disputados no relvado do Ferroviário.

Faizal Sidat (de boné ) após o depósito do expediente da sua candidatura
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol que anunciou o facto aos órgãos de comunicação social na sua recente estada em Nampula justificou a alteração do local anteriormente indicado com facto de a Associação Provincial de Cabo Delgado ter informado à direcção de Feizal Sidat da não existência de condições para acolher a prova em virtude de mesmo o Governo provincial não ter apoiado.

De acordo com o presidente da FMF, para que esta prova não seja cancelada, o seu organismo já assumiu as despesas inerentes ao alojamento e alimentação numa das unidades hoteleiras da cidade.

Acrescentou que este tipo de torneios passa a ser anuais, nas três zonas do país, nomeadamente norte, centro e sul que irão apurar os três primeiros classificados que irão disputar uma final para se encontrar a província campeã nacional da categoria.

Outro objectivo que orienta a realização do tipo de torneios de Sub-17 é a descoberta de novos talentos a nível de outras regiões do país e que poderão vir a ingressar na academia Mário Esteves Coluna.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:05
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JESUALDO Ferreira afirmou que se sentiu “honrado” pela exibição do FC Porto frente ao Manchester United na primeira “mão” dos quartos-de-final da Liga dos Campeões Europeus, já que a equipa soube reagir da melhor maneira e fazer o 2-2 final no último minuto.

Portistas farão a festa hoje?
Perante este resultado motivador, conseguido em Old Trafford, os “dragões” estão na iminência de hoje, a partir das 20.45 horas, lutarem confortavelmente pelo apuramento para as meias-finais, visto que mesmo o empate a zero golo ou a um serve para o equipa portuguesa seguir em frente.

Mas apesar de a eliminatória estar inclinada para o lado da cidade Invicta, Jesualdo Ferreira e os jogadores asseguram que irão encarar este jogo com a maior seriedade possível, pois estão conscientes que uma equipa como o Manchester United, detentor do título, tem condições para virar a eliminatória seja na posição de anfitrião ou forasteiro e com que adversário for.

À excepção de Fucile, lesionado, a equipa portuguesa tem todos os jogadores disponíveis, sendo bem provável que Jesualdo venha a apostar no mesmo onze que se apresentou há sete dias na Inglaterra, sendo que Hulk, Lisandro, Cristian Rodriguez serão as unidades mais adiantadas.

Por seu turno, o Manchester United, cujo objectivo único é a vitória, deverá apresentar uma frente de ataque alargada com a inclusão de Tevez para o lugar de Fletcher. Assim, o “trio” de ataque será composto por Rooney, Cristiano Ronaldo e o já referido Tevez.

O avançado Berbatov e o defesa Rio Ferdinand continuam a ser os principais ausentes nos “Red Devills”.

Caso o conjunto “azul-e-branco” siga em frente, há uma boa possibilidade de reencontrar nas meias-finais o seu maior adversário na fase de grupos, o Arsenal. O espectacular golo de Emmanuel Adebayor, que estabeleceu o empate no El Madrigal diante do Villarreal, colocou a equipa de Arsene Wenger em vantagem, mas com o “submarino amarelo” a procurar desforrar-se da eliminação ante os “gunners” na meia-final de 2006, tudo poderá acontecer na segunda “mão”.

RESULTADOS DOS JOGOS DE ONTEM

Bayern de Munique-Barcelona 1-1 (Apurado o Barcelona)

Chelsea-Liverpool 4-4 (Apurado o Chelsea)

publicado por Vaxko Zakarias às 13:00
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JESUALDO Ferreira afirmou que se sentiu “honrado” pela exibição do FC Porto frente ao Manchester United na primeira “mão” dos quartos-de-final da Liga dos Campeões Europeus, já que a equipa soube reagir da melhor maneira e fazer o 2-2 final no último minuto.

Portistas farão a festa hoje?
Perante este resultado motivador, conseguido em Old Trafford, os “dragões” estão na iminência de hoje, a partir das 20.45 horas, lutarem confortavelmente pelo apuramento para as meias-finais, visto que mesmo o empate a zero golo ou a um serve para o equipa portuguesa seguir em frente.

Mas apesar de a eliminatória estar inclinada para o lado da cidade Invicta, Jesualdo Ferreira e os jogadores asseguram que irão encarar este jogo com a maior seriedade possível, pois estão conscientes que uma equipa como o Manchester United, detentor do título, tem condições para virar a eliminatória seja na posição de anfitrião ou forasteiro e com que adversário for.

À excepção de Fucile, lesionado, a equipa portuguesa tem todos os jogadores disponíveis, sendo bem provável que Jesualdo venha a apostar no mesmo onze que se apresentou há sete dias na Inglaterra, sendo que Hulk, Lisandro, Cristian Rodriguez serão as unidades mais adiantadas.

Por seu turno, o Manchester United, cujo objectivo único é a vitória, deverá apresentar uma frente de ataque alargada com a inclusão de Tevez para o lugar de Fletcher. Assim, o “trio” de ataque será composto por Rooney, Cristiano Ronaldo e o já referido Tevez.

O avançado Berbatov e o defesa Rio Ferdinand continuam a ser os principais ausentes nos “Red Devills”.

Caso o conjunto “azul-e-branco” siga em frente, há uma boa possibilidade de reencontrar nas meias-finais o seu maior adversário na fase de grupos, o Arsenal. O espectacular golo de Emmanuel Adebayor, que estabeleceu o empate no El Madrigal diante do Villarreal, colocou a equipa de Arsene Wenger em vantagem, mas com o “submarino amarelo” a procurar desforrar-se da eliminação ante os “gunners” na meia-final de 2006, tudo poderá acontecer na segunda “mão”.

RESULTADOS DOS JOGOS DE ONTEM

Bayern de Munique-Barcelona 1-1 (Apurado o Barcelona)

Chelsea-Liverpool 4-4 (Apurado o Chelsea)

publicado por Vaxko Zakarias às 13:00
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Gheorghe Constantin, presidente da Comissão de Arbitragem da Roménia, foi preso ontem. O responsável é acusado de ter recebido um suborno de Cornel Penescu, presidente do FC Arges, um clube da primeira divisão, igualmente detido. Os dois arguidos foram condenados a 29 dias de detenção.

Gheorghe Constantin, presidente da Comissão de Arbitragem da Roménia
Segundo um comunicado do Ministério Anti-Corrupção (DNA), Penescu pagou cerca de setenta mil euros a Constantin para ter direito a “árbitros agradáveis” em 2008/2009 e promover um juiz amigo do líder do clube romeno. Penescu é também acusado de distribuir quase 41.000 euros a vários árbitros da primeira divisão, mais três mil euros a um observador.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:28
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Gheorghe Constantin, presidente da Comissão de Arbitragem da Roménia, foi preso ontem. O responsável é acusado de ter recebido um suborno de Cornel Penescu, presidente do FC Arges, um clube da primeira divisão, igualmente detido. Os dois arguidos foram condenados a 29 dias de detenção.

Gheorghe Constantin, presidente da Comissão de Arbitragem da Roménia
Segundo um comunicado do Ministério Anti-Corrupção (DNA), Penescu pagou cerca de setenta mil euros a Constantin para ter direito a “árbitros agradáveis” em 2008/2009 e promover um juiz amigo do líder do clube romeno. Penescu é também acusado de distribuir quase 41.000 euros a vários árbitros da primeira divisão, mais três mil euros a um observador.
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