Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 13 DE Abril 2009

O COSTA do Sol, mercê da sua vitória ontem frente ao FC Lichinga, por 3-0, igualou a Liga Muçulmana, que empatou com o Desportivo a um tento, no comando do Moçambola-2009, decorridas que já foram cinco jornadas, com 13 pontos cada, enquanto o Ferroviário de Maputo manteve o terceiro lugar, fruto do triunfo na tarde de sábado frente à HCB, por 3-1, totalizando 12 pontos.

Imagem Corporativa do Clube Costa do Sol de Maputo
Quem deu um salto significativo foi o Maxaquene, que trocou de posição com os “alvi-negros”, depois de ter batido, também na tarde de sábado, a aguerrida formação do Textáfrica, por escasso 1-0. Com este triunfo, os “tricolores” passaram de sete para 10 pontos, enquanto o seu vizinho tem oito.

Os “fabris” do planalto de Chimoio, apesar da derrota, mantiveram a sexta posição, com sete pontos, os mesmos com que entraram para esta ronda. O Atlético Muçulmano fez das suas. Foi a Tete arrancar três preciosos pontos ao Chingale (2-1), que continua a decepcionar no seu próprio reduto. Os “pupilos” de Arnaldo Salvado já estão em sétimo, com os mesmos sete pontos do sexto.

O Matchedje também teve uma prestação notável. Na sua deslocação a Nampula amealhou um preciso ponto, ao empatar com o Ferroviário local a um tento. Com este desfecho, os “militares” estão em 11º, com três pontos, menos um que os “locomotivas” da capital do norte.

O outro representante de Nampula, o Ferroviário de Nacala, foi à Beira empatar com o seu homónimo sem abertura de contagem, sendo o único encontro da ronda que não teve golos. Mesmo assim, a equipa de Nacala não fugiu da cauda, somando dois pontos, os mesmos do último, FC Lichinga, e do antepenúltimo, Chingale.

Entretanto, a próxima jornada, a sexta, é de grande risco para os chamados grandes. O Desportivo vai a Chimoio, onde lhe aguarda o Textáfrica. O Maxaquene cruza-se com o Matchedje, o Ferroviário de Maputo com o Atlético Muçulmano. A Liga Muçulmana, o Costa do Sol, FC Lichinga e HCB terão visitas do Ferroviário da Beira, Ferroviário de Nacala, Chingale e Ferroviário de Nampula, respectivamente.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:52
 O que é? |  O que é? | favorito

O COSTA do Sol, mercê da sua vitória ontem frente ao FC Lichinga, por 3-0, igualou a Liga Muçulmana, que empatou com o Desportivo a um tento, no comando do Moçambola-2009, decorridas que já foram cinco jornadas, com 13 pontos cada, enquanto o Ferroviário de Maputo manteve o terceiro lugar, fruto do triunfo na tarde de sábado frente à HCB, por 3-1, totalizando 12 pontos.

Imagem Corporativa do Clube Costa do Sol de Maputo
Quem deu um salto significativo foi o Maxaquene, que trocou de posição com os “alvi-negros”, depois de ter batido, também na tarde de sábado, a aguerrida formação do Textáfrica, por escasso 1-0. Com este triunfo, os “tricolores” passaram de sete para 10 pontos, enquanto o seu vizinho tem oito.

Os “fabris” do planalto de Chimoio, apesar da derrota, mantiveram a sexta posição, com sete pontos, os mesmos com que entraram para esta ronda. O Atlético Muçulmano fez das suas. Foi a Tete arrancar três preciosos pontos ao Chingale (2-1), que continua a decepcionar no seu próprio reduto. Os “pupilos” de Arnaldo Salvado já estão em sétimo, com os mesmos sete pontos do sexto.

O Matchedje também teve uma prestação notável. Na sua deslocação a Nampula amealhou um preciso ponto, ao empatar com o Ferroviário local a um tento. Com este desfecho, os “militares” estão em 11º, com três pontos, menos um que os “locomotivas” da capital do norte.

O outro representante de Nampula, o Ferroviário de Nacala, foi à Beira empatar com o seu homónimo sem abertura de contagem, sendo o único encontro da ronda que não teve golos. Mesmo assim, a equipa de Nacala não fugiu da cauda, somando dois pontos, os mesmos do último, FC Lichinga, e do antepenúltimo, Chingale.

Entretanto, a próxima jornada, a sexta, é de grande risco para os chamados grandes. O Desportivo vai a Chimoio, onde lhe aguarda o Textáfrica. O Maxaquene cruza-se com o Matchedje, o Ferroviário de Maputo com o Atlético Muçulmano. A Liga Muçulmana, o Costa do Sol, FC Lichinga e HCB terão visitas do Ferroviário da Beira, Ferroviário de Nacala, Chingale e Ferroviário de Nampula, respectivamente.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:52
 O que é? |  O que é? | favorito

JÁ não há equipas cem por cento vitoriosas no Moçambola. É que a Liga Muçulmana, única que à entrada para esta quinta jornada somava por vitórias as partidas efectuadas, não foi para além de um empate diante do Desportivo, a uma bola.

Respeitamos o HCB - Professor Neca, Liga Muçulmana
Os “alvi-negros” podem se gabar igualmente de terem sido os primeiros a desfeitearem a baliza de Binó, que ainda não tinha sofrido nenhum golo.

O defesa central Mexer foi quem cometeu a proeza. Os “muçulmanos” foram os primeiros a marcar por intermédio de Sadomba, já no decorrer do segundo tempo, mas os comandados de Artur Semedo viriam a restabelecer a igualdade passados alguns minutos e com toda a justiça, diga-se de passagem. Com este empate a Liga foi alcançada na liderança pelo Costa do Sol.

Os “canarinhos” foram a equipa mais beneficiada da ronda, não só pela vitória convincente sobre o FC Lichinga, por 3-0, mas também porque colou-se à Liga Muçulmana na primeira posição. Ambos têm 13 pontos. Um facto curioso é que até em número de golos marcados e sofridos ficaram empatados (10-1).

O certo é que com a disputa pela primeira posição ao rubro, a maior prova futebolística nacional ganha maior fervura. O Ferroviário de Maputo, detentor do título, segue também bem colocado para, na próxima jornada, atacar a primeira posição, caso a Liga e o Costa do Sol sofram um “desaire”. Os “locomotivas” da capital do país consolidaram a terceira posição ao vencer sábado, no Estádio da Machava, o HCB, por 3-1, e mostraram que estão firmes para lutarem pelo “bis”.

O Maxaquene é outra formação que se manteve na senda das vitórias após ter batido o Textáfrica, por 1-0, depois de na jornada anterior ter superado o Desportivo, seu arqui-rival pelo mesmo “score”. O Atlético Muçulmano, equipa sensação da época passada, foi a Tete arrancar uma preciosa vitória frente ao Chingale, por 2-1, um terreno muito difícil de triunfar.

O Ferroviário de Nampula que noutras épocas apresentou-se muito forte, sobretudo a jogar em casa, continua a desiludir perante o seu público. Desta vez, consentiu um empate frente ao Matchedje, a uma bola. Os “locomotivas” ainda não ganharam nesta prova.

Aliás, há um conjunto de cinco equipas que ainda não sentiram o sabor da vitória, a saber: Ferroviário de Nampula, Matchedje, Chingale, FC Lichinga e Ferroviário de Nacala, que no “derby” dos ferroviários empatou com o da Beira, a zero golo.

Na próxima jornada realizam-se os seguintes jogos: Textáfrica-Desportivo, Matchedje-Maxaquene, HCB-Ferroviário de Nampula, Atlético Muçulmano-Ferroviário de Maputo, FC Lichinga-Chingale, Costa do Sol-Ferroviário de Nacala e Liga Muçulmana Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:44
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JÁ não há equipas cem por cento vitoriosas no Moçambola. É que a Liga Muçulmana, única que à entrada para esta quinta jornada somava por vitórias as partidas efectuadas, não foi para além de um empate diante do Desportivo, a uma bola.

Respeitamos o HCB - Professor Neca, Liga Muçulmana
Os “alvi-negros” podem se gabar igualmente de terem sido os primeiros a desfeitearem a baliza de Binó, que ainda não tinha sofrido nenhum golo.

O defesa central Mexer foi quem cometeu a proeza. Os “muçulmanos” foram os primeiros a marcar por intermédio de Sadomba, já no decorrer do segundo tempo, mas os comandados de Artur Semedo viriam a restabelecer a igualdade passados alguns minutos e com toda a justiça, diga-se de passagem. Com este empate a Liga foi alcançada na liderança pelo Costa do Sol.

Os “canarinhos” foram a equipa mais beneficiada da ronda, não só pela vitória convincente sobre o FC Lichinga, por 3-0, mas também porque colou-se à Liga Muçulmana na primeira posição. Ambos têm 13 pontos. Um facto curioso é que até em número de golos marcados e sofridos ficaram empatados (10-1).

O certo é que com a disputa pela primeira posição ao rubro, a maior prova futebolística nacional ganha maior fervura. O Ferroviário de Maputo, detentor do título, segue também bem colocado para, na próxima jornada, atacar a primeira posição, caso a Liga e o Costa do Sol sofram um “desaire”. Os “locomotivas” da capital do país consolidaram a terceira posição ao vencer sábado, no Estádio da Machava, o HCB, por 3-1, e mostraram que estão firmes para lutarem pelo “bis”.

O Maxaquene é outra formação que se manteve na senda das vitórias após ter batido o Textáfrica, por 1-0, depois de na jornada anterior ter superado o Desportivo, seu arqui-rival pelo mesmo “score”. O Atlético Muçulmano, equipa sensação da época passada, foi a Tete arrancar uma preciosa vitória frente ao Chingale, por 2-1, um terreno muito difícil de triunfar.

O Ferroviário de Nampula que noutras épocas apresentou-se muito forte, sobretudo a jogar em casa, continua a desiludir perante o seu público. Desta vez, consentiu um empate frente ao Matchedje, a uma bola. Os “locomotivas” ainda não ganharam nesta prova.

Aliás, há um conjunto de cinco equipas que ainda não sentiram o sabor da vitória, a saber: Ferroviário de Nampula, Matchedje, Chingale, FC Lichinga e Ferroviário de Nacala, que no “derby” dos ferroviários empatou com o da Beira, a zero golo.

Na próxima jornada realizam-se os seguintes jogos: Textáfrica-Desportivo, Matchedje-Maxaquene, HCB-Ferroviário de Nampula, Atlético Muçulmano-Ferroviário de Maputo, FC Lichinga-Chingale, Costa do Sol-Ferroviário de Nacala e Liga Muçulmana Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:44
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O DESPORTIVO veio com a lição bem estudada e impôs-se categoricamente à Liga Muçulmana, mas a sorte foi-lhe madrasta naquele que foi o jogo mais importante da quinta jornada.

Os “alvi-negros” foram muito produtivos e transtornaram o adversário desde o início
Os “alvi-negros” foram muito produtivos e transtornaram o adversário desde o início que, vendo-se sem alternativas para anular as suas investidas, foi forçado a cometer inúmeras infracções que lhe valeram muitas sanções. Aliás, acabou pagando caro com a expulsão de Fanuel, uma das suas pedras preponderantes no eixo defensivo, que em ocasiões seguidas “bateu” dois oponentes e o árbitro da partida, João Armando, acabou exibindo-lhe um “vermelho” por acumulação de cartões amarelos. Este acabou sendo o jogo com mais cartões exibidos, um total de sete.

Com a vantagem numérica, o Desportivo viu-se na obrigação de se abrir mais e encetar maior velocidade no ataque. Foi o que fez e a Liga teve que recuar por temer represálias. Aliás, o professor Neca, técnico da equipa “muçulmana”, viu-se na obrigação de compensar a lacuna deixada por Fanuel, sacrificando um atacante, neste caso Maninho, para meter o “central” Marito. Foi uma opção estrategicamente correcta, pois o Desportivo já havia assumido a iniciativa do jogo desde o princípio e uma baixa de vulto no seu sector recuado poderia ser fatal.

Aliás, muitos avisos haviam sido dados por Isac, Aníbal, Zainadine Júnior e Mexer. Porém, o mais saliente foi aquele desvio de cabeça de Aníbal, à boca da baliza, em que Binó, o guarda-redes, foi espectacular.

A Liga só arrancou o primeiro lance de belo efeito aos 61 minutos, no qual Maninho foi às alturas e cabeceou para o travessão, na sequência de um canto.

Com o zimbaweano Sadomba desapoiado no ataque, a Liga optou por jogar em contra-ataques, aproveitando a velocidade deste. E o esquema resultou. Houve um deslize a seguir a mais uma descida “alvi-negra” e a bola foi projectada de imediato para a frente. O defensor Mexer estava um pouco adiantado e perdeu o controlo do esférico, que ficou na posse de Sadomba.

Zainandine Júnior, com quem fazia a dupla de “centrais”, estava um pouco distante para a dobra. O zimbabweano, vendo Jaimito a sair dos postes em apuros, colocou a bola para o ângulo mais distante e a visar. Foi um “balde de água fria” para o Desportivo e num momento crucial do jogo, pois faltavam apenas 10 minutos por jogar.

Contudo, os “alvi-negros” não vacilaram. Puseram mãos à cabeça e foram à luta, desta vez muito endiabrados, com as bolas a serem projectadas pelos flancos para a zona de rigor. E não tardou! Nelson, que actuava pela asa direita, despejou o esférico em jeito de arco para Mexer, nas alturas, antecipar vitoriosamente de cabeça a saída de Binó, aos 88 minutos.

Estava feita a igualdade e Mexer acabou tapando a mancha naquele lance em que se descuidou e Sadomba aproveitou a oportunidade para colocar a Liga em vantagem.

A moral subiu nas hostes “alvi-negras” e os poucos minutos que sobravam para o término da partida tornaram-se fatais para a Liga. Mas o mais vistoso lance que teria determinado a vitória “alvi-negra” partiu dos pés de Mayunda, naquele remate bem tirado fora da grande área que Binó defendeu com recurso. A bola sobrou para Sonito que infelizmente atirou sobre o corpo do “keeper” da Liga. O esférico projectou-se novamente para a confusão, donde o trinco Nelinho recarregou sobre o corpo de um adversário para canto.

Estes foram os últimos cartuchos do jogo vividos durante os quatro minutos de compensação concedidos pelo árbitro João Armando, que teve uma tarde impecável, agindo assim como mandam as leis do jogo. Não se deixou influenciar e foi técnica e disciplinarmente bom.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: João Armando, auxiliado por Edmundo Macamo e João Paulo. O quarto árbitro foi Araújo Martinho.

DESPORTIVO – Jaimito; Josué, Mexer, Zainadine Júnior e Mayunda; Isac (Lalá), Nelson, Nelinho e Muandro; Imo (Secanhe) e Aníbal (Sonito).

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima, Gabito II, Fanuel e Suleimane; Micas (Mack), Chico, Carlitos e Vling; Maninho (Marito) e Sadomba (Maurício).

DISCIPLINA: “vermelho” para Fanuel por acumulação de cartões amarelos. Tiveram igualmente “amarelos” Calima, Micas, Chico, todos da Liga; Nelson e Isac, do Desportivo.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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O DESPORTIVO veio com a lição bem estudada e impôs-se categoricamente à Liga Muçulmana, mas a sorte foi-lhe madrasta naquele que foi o jogo mais importante da quinta jornada.

Os “alvi-negros” foram muito produtivos e transtornaram o adversário desde o início
Os “alvi-negros” foram muito produtivos e transtornaram o adversário desde o início que, vendo-se sem alternativas para anular as suas investidas, foi forçado a cometer inúmeras infracções que lhe valeram muitas sanções. Aliás, acabou pagando caro com a expulsão de Fanuel, uma das suas pedras preponderantes no eixo defensivo, que em ocasiões seguidas “bateu” dois oponentes e o árbitro da partida, João Armando, acabou exibindo-lhe um “vermelho” por acumulação de cartões amarelos. Este acabou sendo o jogo com mais cartões exibidos, um total de sete.

Com a vantagem numérica, o Desportivo viu-se na obrigação de se abrir mais e encetar maior velocidade no ataque. Foi o que fez e a Liga teve que recuar por temer represálias. Aliás, o professor Neca, técnico da equipa “muçulmana”, viu-se na obrigação de compensar a lacuna deixada por Fanuel, sacrificando um atacante, neste caso Maninho, para meter o “central” Marito. Foi uma opção estrategicamente correcta, pois o Desportivo já havia assumido a iniciativa do jogo desde o princípio e uma baixa de vulto no seu sector recuado poderia ser fatal.

Aliás, muitos avisos haviam sido dados por Isac, Aníbal, Zainadine Júnior e Mexer. Porém, o mais saliente foi aquele desvio de cabeça de Aníbal, à boca da baliza, em que Binó, o guarda-redes, foi espectacular.

A Liga só arrancou o primeiro lance de belo efeito aos 61 minutos, no qual Maninho foi às alturas e cabeceou para o travessão, na sequência de um canto.

Com o zimbaweano Sadomba desapoiado no ataque, a Liga optou por jogar em contra-ataques, aproveitando a velocidade deste. E o esquema resultou. Houve um deslize a seguir a mais uma descida “alvi-negra” e a bola foi projectada de imediato para a frente. O defensor Mexer estava um pouco adiantado e perdeu o controlo do esférico, que ficou na posse de Sadomba.

Zainandine Júnior, com quem fazia a dupla de “centrais”, estava um pouco distante para a dobra. O zimbabweano, vendo Jaimito a sair dos postes em apuros, colocou a bola para o ângulo mais distante e a visar. Foi um “balde de água fria” para o Desportivo e num momento crucial do jogo, pois faltavam apenas 10 minutos por jogar.

Contudo, os “alvi-negros” não vacilaram. Puseram mãos à cabeça e foram à luta, desta vez muito endiabrados, com as bolas a serem projectadas pelos flancos para a zona de rigor. E não tardou! Nelson, que actuava pela asa direita, despejou o esférico em jeito de arco para Mexer, nas alturas, antecipar vitoriosamente de cabeça a saída de Binó, aos 88 minutos.

Estava feita a igualdade e Mexer acabou tapando a mancha naquele lance em que se descuidou e Sadomba aproveitou a oportunidade para colocar a Liga em vantagem.

A moral subiu nas hostes “alvi-negras” e os poucos minutos que sobravam para o término da partida tornaram-se fatais para a Liga. Mas o mais vistoso lance que teria determinado a vitória “alvi-negra” partiu dos pés de Mayunda, naquele remate bem tirado fora da grande área que Binó defendeu com recurso. A bola sobrou para Sonito que infelizmente atirou sobre o corpo do “keeper” da Liga. O esférico projectou-se novamente para a confusão, donde o trinco Nelinho recarregou sobre o corpo de um adversário para canto.

Estes foram os últimos cartuchos do jogo vividos durante os quatro minutos de compensação concedidos pelo árbitro João Armando, que teve uma tarde impecável, agindo assim como mandam as leis do jogo. Não se deixou influenciar e foi técnica e disciplinarmente bom.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: João Armando, auxiliado por Edmundo Macamo e João Paulo. O quarto árbitro foi Araújo Martinho.

DESPORTIVO – Jaimito; Josué, Mexer, Zainadine Júnior e Mayunda; Isac (Lalá), Nelson, Nelinho e Muandro; Imo (Secanhe) e Aníbal (Sonito).

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima, Gabito II, Fanuel e Suleimane; Micas (Mack), Chico, Carlitos e Vling; Maninho (Marito) e Sadomba (Maurício).

DISCIPLINA: “vermelho” para Fanuel por acumulação de cartões amarelos. Tiveram igualmente “amarelos” Calima, Micas, Chico, todos da Liga; Nelson e Isac, do Desportivo.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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O COSTA do Sol realizou ontem diante do FC Lichinga uma grande exibição que se saldou numa goleada, por 3-0. Todavia, pode-se dizer que esta vitória avolumada podia ter sido por mais golos, pois os “canarinhos” desperdiçaram uma “mão” cheia de oportunidades para gizar por mais vezes a baliza defendida por Priscas.

outros festejam o título de campeão nacional
Em domingo de Páscoa, os “canarinhos” estiveram mesmo em tarde inspirada. Reflexo disso é que ainda não estavam decorridos dez minutos e já tinham criado três claras oportunidades para inaugurar o marcador, no entanto dois dos remates, de Mambo e Ruben, foram dar à trave e de Silvério foi parado por uma grande intervenção do “keeper”.

O Costa do Sol que se apresentava no seu sistema clássico de 4-4-2 mandava no jogo perante um adversário que não tinha “pernas” para travar o ataque dos “carinhos”, muito bem orquestrado por aquele que já lhe chamam “mestre Ruben”. Aliás, foi dos pés deste médio criativo, a melhor unidade em campo, que saiu o primeiro golo do Costa do Sol à passagem dos 20 minutos, o que de certa forma veio conferir justiça na partida.

A turma da casa podia ter saído para o intervalo a ganhar por 2-0, no entanto, Félix, que foi chamado à equipa inicial para o lugar de Tó, rematou ao lado.

Na segunda parte assistiu-se a um Costa do Sol ainda mais acutilante no ataque, sobretudo depois da entrada de Alvarito que veio dar mais consistência ao meio-campo, libertando João Mazive e Silvério que pelas alas levavam apuros à defensiva contrária com os seus cruzamentos “venenosos”.

Foi num desses lances que o Costa do Sol chegou ao segundo golo. João Mazive vai à linha de fundo, cruza e Marufo surge em boa posição já dentro da pequena área para apontar o 2-0. Mas este era um triunfo que pecava por escasso, já que Marufo e Tó, este último que havia entrado para o lugar de Félix, desperdiçaram duas excelentes oportunidades.

O Lichinga não tinha espaço para delinear as suas jogadas de ataque e quando encontrava fazia-o de forma disparatada. Assim sendo, era de longe que tentava a sua sorte, Paunde e Sadique foram os que procuraram gizar a baliza à guarda de Antoninho.

No entanto, foi o Costa do Sol que chegou ao 3-0 através de Tó já perto do final do encontro.

No final, apesar da vitória, os adeptos “canarinhos” ficavam com a sensação de que a goleada soube mesmo a pouco.

O árbitro do encontro Celestino Gimo realizou um bom trabalho.

ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Henriques Langa e Estrela Gonçalves. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

COSTA DO SOL: Antoninho; Kito, Jonas, Dito e João Mazive; Silvério, Mambo (Alvarito), Josimar, Ruben (Hilário), Félix (Tó) e Marufo.

FC LICHINGA: Priscas; Maior; Maune; Sadique e Chimbeta; Clement (Kotoko); Paunde, Rachide e Casimiro (Onucha), Nando e Metangula.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Mambo (Costa do Sol), Clement e Paunde (FC Lichinga)

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
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O COSTA do Sol realizou ontem diante do FC Lichinga uma grande exibição que se saldou numa goleada, por 3-0. Todavia, pode-se dizer que esta vitória avolumada podia ter sido por mais golos, pois os “canarinhos” desperdiçaram uma “mão” cheia de oportunidades para gizar por mais vezes a baliza defendida por Priscas.

outros festejam o título de campeão nacional
Em domingo de Páscoa, os “canarinhos” estiveram mesmo em tarde inspirada. Reflexo disso é que ainda não estavam decorridos dez minutos e já tinham criado três claras oportunidades para inaugurar o marcador, no entanto dois dos remates, de Mambo e Ruben, foram dar à trave e de Silvério foi parado por uma grande intervenção do “keeper”.

O Costa do Sol que se apresentava no seu sistema clássico de 4-4-2 mandava no jogo perante um adversário que não tinha “pernas” para travar o ataque dos “carinhos”, muito bem orquestrado por aquele que já lhe chamam “mestre Ruben”. Aliás, foi dos pés deste médio criativo, a melhor unidade em campo, que saiu o primeiro golo do Costa do Sol à passagem dos 20 minutos, o que de certa forma veio conferir justiça na partida.

A turma da casa podia ter saído para o intervalo a ganhar por 2-0, no entanto, Félix, que foi chamado à equipa inicial para o lugar de Tó, rematou ao lado.

Na segunda parte assistiu-se a um Costa do Sol ainda mais acutilante no ataque, sobretudo depois da entrada de Alvarito que veio dar mais consistência ao meio-campo, libertando João Mazive e Silvério que pelas alas levavam apuros à defensiva contrária com os seus cruzamentos “venenosos”.

Foi num desses lances que o Costa do Sol chegou ao segundo golo. João Mazive vai à linha de fundo, cruza e Marufo surge em boa posição já dentro da pequena área para apontar o 2-0. Mas este era um triunfo que pecava por escasso, já que Marufo e Tó, este último que havia entrado para o lugar de Félix, desperdiçaram duas excelentes oportunidades.

O Lichinga não tinha espaço para delinear as suas jogadas de ataque e quando encontrava fazia-o de forma disparatada. Assim sendo, era de longe que tentava a sua sorte, Paunde e Sadique foram os que procuraram gizar a baliza à guarda de Antoninho.

No entanto, foi o Costa do Sol que chegou ao 3-0 através de Tó já perto do final do encontro.

No final, apesar da vitória, os adeptos “canarinhos” ficavam com a sensação de que a goleada soube mesmo a pouco.

O árbitro do encontro Celestino Gimo realizou um bom trabalho.

ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Henriques Langa e Estrela Gonçalves. Quarto árbitro: Amosse Lázaro.

COSTA DO SOL: Antoninho; Kito, Jonas, Dito e João Mazive; Silvério, Mambo (Alvarito), Josimar, Ruben (Hilário), Félix (Tó) e Marufo.

FC LICHINGA: Priscas; Maior; Maune; Sadique e Chimbeta; Clement (Kotoko); Paunde, Rachide e Casimiro (Onucha), Nando e Metangula.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Mambo (Costa do Sol), Clement e Paunde (FC Lichinga)

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
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FOI um Maxaquene esbanjador e zarolho aquele que derrotou o Textáfrica na tarde de sábado, tendo terminado o desafio a defender a magra vantagem e a rezar para que o golo de empate não acontecesse para complicar as contas da disputa do primeiro lugar.

MUITA acção e pouca eficácia na abordagem táctica e algumas lacunas técnicas caracterizaram a actuação dos “tricolores” frente a uma Liga Muçulmana de Maputo
Antes do golo obtido por Hélder Pelembe, aos 28 minutos, a turma de Litos foi a única que demonstrou vontade de inaugurar o marcador, mas os dianteiros Liberty, Eusébio e o próprio Pelembe não atinaram com a baliza, desaproveitando boas situações para abrir o activo .

Perante a maior capacidade e velocidade na circulação da bola evidenciada pelos “tricolores” , o Textáfrica limitava-se a jogar no erro adversário, atitude que transformava o guarda-redes Soarito em mais um espectador do encontro. Assim, a equipa de Chimoio dava sinais de presença em campo quando o esférico chegava aos pés do sul-africano Surprise, decididamente o novo Maradona do “Moçambola ”.

Recorrendo ao seu tecnicismo e formidável leitura de jogo, Surprise baralhou a defensiva contrária por múltiplas ocasiões, obrigando Campira, Faria, Mustafa e Kiki a recorrem à violência para o parar.

Com quase toda A defesa amarelada, os jogadores do Maxaquene apresentaram-se mais solidários na etapa complementar, vigiando Surprise passo a passo, anulando muitas investidas contrárias. Ângelo, outro sul-africano dos “fabris” , puxou para si a responsabilidade do jogo e suplantou Macamito e Jumisse no miolo do terreno, que se apresentaram desencontrados na segunda metade.

Apesar de o Textáfrica ter adiantado várias “pedras” no terreno, obrigando o Maxaquene a povoar o meio-campo defensivo, pertenceram À equipa de Litos as oportunidades mais flagrantes de alterar o marcador, mas Macamito, Liberty, Michael e Steven foram perdulários em semana de Páscoa.

Com tanto desatino com a baliza, o desafio só podia terminar com a vitória escassa, numa tarde em que os adeptos que foram ao campo levaram para casa imagens lindas de como tratar a bola com esmero e carinho. Imagem de autoria de Surprise, um verdadeiro talento a espalhar o seu perfume no “Moçambola” .

A arbitragem de José Mandava foi táctica e disciplinarmente confusa. Ajuizou mal alguns lances e poupou alguns cartões amarelos, porém, não influenciou directamente no resultado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: José Mandava, auxiliado por Agostinho Pelembe e Carlos Nhanengue. Quarto árbitro: Mateus Infante.

MAXAQUENE: Soarito, Campira, Nito, Faria, Kiki, Mustafa, Jumisse, Macamito (Narciso), Liberty, Hélder Pelembe (Steven) e Eusébio (Michael).

TEXTÁFRICA: Tony, Zola, Gervásio, Lóló, Dondo, Custódio, Mito, Ângelo, Malate (Tume), Sumbe e Surprise.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Campira, Kiki, Jumisse, Dondo e Ângelo.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 11:39
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FOI um Maxaquene esbanjador e zarolho aquele que derrotou o Textáfrica na tarde de sábado, tendo terminado o desafio a defender a magra vantagem e a rezar para que o golo de empate não acontecesse para complicar as contas da disputa do primeiro lugar.

MUITA acção e pouca eficácia na abordagem táctica e algumas lacunas técnicas caracterizaram a actuação dos “tricolores” frente a uma Liga Muçulmana de Maputo
Antes do golo obtido por Hélder Pelembe, aos 28 minutos, a turma de Litos foi a única que demonstrou vontade de inaugurar o marcador, mas os dianteiros Liberty, Eusébio e o próprio Pelembe não atinaram com a baliza, desaproveitando boas situações para abrir o activo .

Perante a maior capacidade e velocidade na circulação da bola evidenciada pelos “tricolores” , o Textáfrica limitava-se a jogar no erro adversário, atitude que transformava o guarda-redes Soarito em mais um espectador do encontro. Assim, a equipa de Chimoio dava sinais de presença em campo quando o esférico chegava aos pés do sul-africano Surprise, decididamente o novo Maradona do “Moçambola ”.

Recorrendo ao seu tecnicismo e formidável leitura de jogo, Surprise baralhou a defensiva contrária por múltiplas ocasiões, obrigando Campira, Faria, Mustafa e Kiki a recorrem à violência para o parar.

Com quase toda A defesa amarelada, os jogadores do Maxaquene apresentaram-se mais solidários na etapa complementar, vigiando Surprise passo a passo, anulando muitas investidas contrárias. Ângelo, outro sul-africano dos “fabris” , puxou para si a responsabilidade do jogo e suplantou Macamito e Jumisse no miolo do terreno, que se apresentaram desencontrados na segunda metade.

Apesar de o Textáfrica ter adiantado várias “pedras” no terreno, obrigando o Maxaquene a povoar o meio-campo defensivo, pertenceram À equipa de Litos as oportunidades mais flagrantes de alterar o marcador, mas Macamito, Liberty, Michael e Steven foram perdulários em semana de Páscoa.

Com tanto desatino com a baliza, o desafio só podia terminar com a vitória escassa, numa tarde em que os adeptos que foram ao campo levaram para casa imagens lindas de como tratar a bola com esmero e carinho. Imagem de autoria de Surprise, um verdadeiro talento a espalhar o seu perfume no “Moçambola” .

A arbitragem de José Mandava foi táctica e disciplinarmente confusa. Ajuizou mal alguns lances e poupou alguns cartões amarelos, porém, não influenciou directamente no resultado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: José Mandava, auxiliado por Agostinho Pelembe e Carlos Nhanengue. Quarto árbitro: Mateus Infante.

MAXAQUENE: Soarito, Campira, Nito, Faria, Kiki, Mustafa, Jumisse, Macamito (Narciso), Liberty, Hélder Pelembe (Steven) e Eusébio (Michael).

TEXTÁFRICA: Tony, Zola, Gervásio, Lóló, Dondo, Custódio, Mito, Ângelo, Malate (Tume), Sumbe e Surprise.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Campira, Kiki, Jumisse, Dondo e Ângelo.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 11:39
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DECIDIDAMENTE, a equipa do Ferroviário de Nampula ainda precisa de um trabalho sério para que recupere a sua real dimensão no presente Moçambola, não por imaturidade dos seus jogadores, mas sim, e sobretudo, no capítulo referente à frieza e calma necessárias na hora do remate, que parece fazerem muita falta.

Direcção do clube com a equipa de futebol (A. Marrengula)
Caso contrário, os treinados por Sérgio Faife correm o risco de apenas disputar a manutenção e não pelos lugares cimeiros na tabela classificativa, que é o principal objectivo do clube.

Contudo, os visitados, que entraram a pressionar, foram os que procuraram desde o primeiro apito do árbitro o golo, tendo aos 11 minutos, depois de uma brilhante jogada individual de Samuel, este, ter perdido a melhor oportunidade de inaugurar o marcador, rematando ao lado da baliza contrária. Aliás, estes esbarraram sempre com a sólida defensiva dos “militares” que também iam respondendo com convicção e determinação às rapidíssimas incursões dos seus opositores.

Cientes da importância da vitória neste jogo que mereceu destaque da imprensa durante a semana, o Matchedje também usufruiu de algumas oportunidades de marcar golo, tal como aquela que aconteceu aos 40 minutos, em que Chana, mesmo encontrando-se melhor posicionado, perdeu tempo para “empurrar” a bola para a baliza defendida por Zacarias.

Com o passar do tempo, as duas equipas continuaram a crescer no relevado do Estádio 25 de Junho, com destaque para o Ferroviário, que esteve mais vezes próximo do golo. O intervalo chegou com as equipas empatadas a zero e com algum sabor de injustiça para os donos da casa.

Na segunda parte, os locais continuaram a exercer algum domínio e a ter mais iniciativas de ataque em relação aos forasteiros, só que numa altura em que se esperava que isso fosse traduzido em golos, acabaria por ser a equipa do Matchedje a inaugurar o marcador, por intermédio de João, aos 65 minutos, que, diga-se de passagem, foi um frango à “traição” da defensiva do Ferroviário.

Em posição de vantagem, os comandados por Nacir Armando, ao invés de partirem à procura de golo de tranquilidade, passaram a gerir o resultado, tentando mantê-lo até ao fim do jogo, o que foi fatal, pois, após brilhante jogada de combinação dos avançados locais, Leonel empataria o jogo, aos 92 minutos, repondo assim a justiça no marcador que há muito já deveria ter acontecido, em função do domínio exercido pelos “locomotivas” ao Matchedje.

Se bem que num jogo pouco disputado tecnicamente, como este, o resultado seria o empate, mas os visitados podem queixar-se de si próprios, já que foram os que mais oportunidades tiveram, mas que nunca souberam aproveitá-los, por falta de concentração, frieza e calma necessárias na hora da verdade.

FICHA TÉCNICA:

ÁRBITRO: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Amisse Juma e Daniel João

FER. DE NAMPULA: Zacarias, Paíto (Hipo), Matofa, Duda, Joaquim, Nando, Samuel (Fedo), Zé (Amisse), Elídio, Leonel e Rafael.

MATCHEDJE Victor, Caló, Casimiro, Cufa, Vasco, João, Silva, Jacinto, Vieira (Edmundo), Chana (Patrício) e Lewis (Rogério).

ACÇÃO DISCIPLINAR:

Amarelos para Jacinto e Edmundo, do Matchedje, Zé e Hipo, do Ferroviário de Nampula.

Mouzinho de Albuquerque

publicado por Vaxko Zakarias às 10:49
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DECIDIDAMENTE, a equipa do Ferroviário de Nampula ainda precisa de um trabalho sério para que recupere a sua real dimensão no presente Moçambola, não por imaturidade dos seus jogadores, mas sim, e sobretudo, no capítulo referente à frieza e calma necessárias na hora do remate, que parece fazerem muita falta.

Direcção do clube com a equipa de futebol (A. Marrengula)
Caso contrário, os treinados por Sérgio Faife correm o risco de apenas disputar a manutenção e não pelos lugares cimeiros na tabela classificativa, que é o principal objectivo do clube.

Contudo, os visitados, que entraram a pressionar, foram os que procuraram desde o primeiro apito do árbitro o golo, tendo aos 11 minutos, depois de uma brilhante jogada individual de Samuel, este, ter perdido a melhor oportunidade de inaugurar o marcador, rematando ao lado da baliza contrária. Aliás, estes esbarraram sempre com a sólida defensiva dos “militares” que também iam respondendo com convicção e determinação às rapidíssimas incursões dos seus opositores.

Cientes da importância da vitória neste jogo que mereceu destaque da imprensa durante a semana, o Matchedje também usufruiu de algumas oportunidades de marcar golo, tal como aquela que aconteceu aos 40 minutos, em que Chana, mesmo encontrando-se melhor posicionado, perdeu tempo para “empurrar” a bola para a baliza defendida por Zacarias.

Com o passar do tempo, as duas equipas continuaram a crescer no relevado do Estádio 25 de Junho, com destaque para o Ferroviário, que esteve mais vezes próximo do golo. O intervalo chegou com as equipas empatadas a zero e com algum sabor de injustiça para os donos da casa.

Na segunda parte, os locais continuaram a exercer algum domínio e a ter mais iniciativas de ataque em relação aos forasteiros, só que numa altura em que se esperava que isso fosse traduzido em golos, acabaria por ser a equipa do Matchedje a inaugurar o marcador, por intermédio de João, aos 65 minutos, que, diga-se de passagem, foi um frango à “traição” da defensiva do Ferroviário.

Em posição de vantagem, os comandados por Nacir Armando, ao invés de partirem à procura de golo de tranquilidade, passaram a gerir o resultado, tentando mantê-lo até ao fim do jogo, o que foi fatal, pois, após brilhante jogada de combinação dos avançados locais, Leonel empataria o jogo, aos 92 minutos, repondo assim a justiça no marcador que há muito já deveria ter acontecido, em função do domínio exercido pelos “locomotivas” ao Matchedje.

Se bem que num jogo pouco disputado tecnicamente, como este, o resultado seria o empate, mas os visitados podem queixar-se de si próprios, já que foram os que mais oportunidades tiveram, mas que nunca souberam aproveitá-los, por falta de concentração, frieza e calma necessárias na hora da verdade.

FICHA TÉCNICA:

ÁRBITRO: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Amisse Juma e Daniel João

FER. DE NAMPULA: Zacarias, Paíto (Hipo), Matofa, Duda, Joaquim, Nando, Samuel (Fedo), Zé (Amisse), Elídio, Leonel e Rafael.

MATCHEDJE Victor, Caló, Casimiro, Cufa, Vasco, João, Silva, Jacinto, Vieira (Edmundo), Chana (Patrício) e Lewis (Rogério).

ACÇÃO DISCIPLINAR:

Amarelos para Jacinto e Edmundo, do Matchedje, Zé e Hipo, do Ferroviário de Nampula.

Mouzinho de Albuquerque

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Maxaquene-Textáfrica (1-0)

Fer. de Nampula-Matchedje (1-1)

imagem corporativa do moçambola
Fer. Maputo – HCB (3-1)

Chingale-Atlético (1-2)

Costa do Sol-FC Lichinga (3-0)

Fer. Beira-Fer. de Nacala (0-0)

Desportivo-Liga Muçulmana (1-1)

J V E D B P

1º COSTA DO SOL 5 4 1 0 10-1 13

2º Liga Muçulmana 5 4 1 0 10-1 13

3º Ferroviário de Maputo 5 4 0 1 8-3 12

4º Maxaquene 5 3 1 1 6-4 10

5º Desportivo 5 2 2 1 6-4 8

6º Textáfrica 5 2 1 2 4-4 7

7º Atlético Muçulmano 5 2 1 2 4-6 7

8º Ferroviário da Beira 5 1 3 1 2-2 6

9º Ferroviário de Nampula 5 0 4 1 3-5 4

10º HCB 5 1 1 3 3-7 4

11º Matchedje 5 0 3 2 1-4 3

12º Chingale 5 0 2 3 3-6 2

13º Ferroviário de Nacala 5 0 2 3 1-6 2

14º FC Lichinga 5 0 2 3 3-10 2

PRÓXIMA JORNADA (18/19 ABR)

Textáfrica-Desportivo

Matchedje-Maxaquene

HCB do Songo-Fer. de Nampula

Atlético Muçulmano-Fer. de Maputo

FC Lichinga-Chingale

Costa do Sol-Fer. de Nacala

Liga Muçulmana-Fer. da Beira


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