Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 23 DE Março 2009

A SELECÇÃO Nacional de futebol inicia hoje a sua preparação para o confronto de domingo frente á Nigéria da primeira jornada do Grupo B de apuramento para o Campeonato Africano das nações (CAN) e Mundial de 2010, cujas fases finais terão lugar respectivamente em Angola e na África do Sul.

Dário Monteiro em acçãocontra um tanzaniano

Maior parte dos jogadores “estrangeiros”, principalmente os que jogam na África do Sul, já se encontram no país e prontos para arrancarem com os trabalhos de preparação hoje á tarde no Estádio da Machava, local onde terá lugar o embate com a Nigéria.

Os restantes, que actuam no norte de África e na Europa, vão desembarcando paulatinamente, devendo os últimos como são os casos de Paíto, Simão e Genito chegarem ao país amanhã, terça-feira.

Eis a lista dos convocados:

GUARDA-REDES: Kampango (Tersana FC); Marcelino (Desportivo de Maputo) e Binó (Liga Muçulmana);

DEFESAS: Mano (Enppi Sport e Culture); Dário Khan (Ismaily Sporting Clube); Mexer (Desportivo de Maputo), Paito (Sion FC); Miro (Platinum Stars), Fanuel (Liga Muçulmana), Campira (Maxaquene) e Tony (Ferroviário); MÉDIOS: Domiguez (Super Sport United); Simão (Panathinaikos); Nelinho (Desportivo), Danito Parruque (Ferroviário de Maputo), Genito (Honved Budapest); Carlitos (Liga Muçulmana), Momed Hagy (Ferroviário) e Josimar (Costa do Sol); AVANÇADOS: Tico-Tico (Jomo Cosmos); Dário Monteiro (Mamelodi Sundowns); Luís (Ferroviário de Maputo) e Nito (Costa do Sol).

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
 O que é? |  O que é? | favorito

A SELECÇÃO Nacional de futebol inicia hoje a sua preparação para o confronto de domingo frente á Nigéria da primeira jornada do Grupo B de apuramento para o Campeonato Africano das nações (CAN) e Mundial de 2010, cujas fases finais terão lugar respectivamente em Angola e na África do Sul.

Dário Monteiro em acçãocontra um tanzaniano

Maior parte dos jogadores “estrangeiros”, principalmente os que jogam na África do Sul, já se encontram no país e prontos para arrancarem com os trabalhos de preparação hoje á tarde no Estádio da Machava, local onde terá lugar o embate com a Nigéria.

Os restantes, que actuam no norte de África e na Europa, vão desembarcando paulatinamente, devendo os últimos como são os casos de Paíto, Simão e Genito chegarem ao país amanhã, terça-feira.

Eis a lista dos convocados:

GUARDA-REDES: Kampango (Tersana FC); Marcelino (Desportivo de Maputo) e Binó (Liga Muçulmana);

DEFESAS: Mano (Enppi Sport e Culture); Dário Khan (Ismaily Sporting Clube); Mexer (Desportivo de Maputo), Paito (Sion FC); Miro (Platinum Stars), Fanuel (Liga Muçulmana), Campira (Maxaquene) e Tony (Ferroviário); MÉDIOS: Domiguez (Super Sport United); Simão (Panathinaikos); Nelinho (Desportivo), Danito Parruque (Ferroviário de Maputo), Genito (Honved Budapest); Carlitos (Liga Muçulmana), Momed Hagy (Ferroviário) e Josimar (Costa do Sol); AVANÇADOS: Tico-Tico (Jomo Cosmos); Dário Monteiro (Mamelodi Sundowns); Luís (Ferroviário de Maputo) e Nito (Costa do Sol).

publicado por Vaxko Zakarias às 14:56
 O que é? |  O que é? | favorito

A LIGA Muçulmana está imparável no Moçambola-2009. Ontem voltou a passear a sua classe, desta feita frente ao FC Lichinga, a quem venceu por 4-0, por sinal o resultado mais desnivelado desta terceira jornada da primeira volta. Com este triunfo, os muçulmanos comandam isolados a prova, com nove pontos.

Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar
Mas as honras da ronda vão, sem dúvidas, para o Textáfrica do Chimoio, que veio a Maputo, e em pleno Estádio da Machava, vencer o actual campeão nacional, o Ferroviário, por 2-0.


Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar, com seis pontos, os mesmos dos “fabris” do planalto do Chimoio. O Desportivo e o Costa do Sol, sérios candidatos ao título, confirmaram o seu favoritismo, batendo os seus adversários, respectivamente HCB e Ferroviário de Nacala, pelo mesmo resultado de 2-0.

Os “canarinhos” e “alvi-negros” ocupam o segundo e terceiro lugares, com sete pontos cada.

O Maxaquene foi ao “inferno” de Nampula arrancar um precioso ponto ao empatar com o Ferroviário local a duas bolas, e atrasou-se ainda mais na luta pelos lugares cimeiros, ocupando neste momento a sexta posição, com quatro pontos, os mesmos do Ferroviário da Beira e do Atlético, que ontem não foram para além de uma igualdade a um tento.

O Chingale, por seu turno, conseguiu o primeiro ponto, na recepção ao Matchedje (0-0) e remeteu o FC Lichinga e Ferroviário de Nacala para as últimas duas posições, embora com o mesmo número de pontos. Os “militares” e os “locomotivas” de Nampula somam dois pontos cada, menos um que o HCB.

Entretanto, o Moçambola vai sofrer uma interrupção no próximo fim-de-semana, para dar lugar ao embate entre Moçambique e Nigéria de apuramento para os Campeonatos Africano e Mundial de 2010.

Porém, a quarta ronda terá mais um “derby”: o Maxaquene-Desportivo, para além dos confrontos Textáfrica-Ferroviário de Nampula, Matchedje-Ferroviário de Maputo, HCB-Chingale, Atlético Muçulmano-Costa do Sol, FC Lichinga-Ferroviário da Beira e Ferroviário de Nacala-Liga Muçulmana.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:29
 O que é? |  O que é? | favorito

A LIGA Muçulmana está imparável no Moçambola-2009. Ontem voltou a passear a sua classe, desta feita frente ao FC Lichinga, a quem venceu por 4-0, por sinal o resultado mais desnivelado desta terceira jornada da primeira volta. Com este triunfo, os muçulmanos comandam isolados a prova, com nove pontos.

Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar
Mas as honras da ronda vão, sem dúvidas, para o Textáfrica do Chimoio, que veio a Maputo, e em pleno Estádio da Machava, vencer o actual campeão nacional, o Ferroviário, por 2-0.


Os “locomotivas” caíram do primeiro para o quinto lugar, com seis pontos, os mesmos dos “fabris” do planalto do Chimoio. O Desportivo e o Costa do Sol, sérios candidatos ao título, confirmaram o seu favoritismo, batendo os seus adversários, respectivamente HCB e Ferroviário de Nacala, pelo mesmo resultado de 2-0.

Os “canarinhos” e “alvi-negros” ocupam o segundo e terceiro lugares, com sete pontos cada.

O Maxaquene foi ao “inferno” de Nampula arrancar um precioso ponto ao empatar com o Ferroviário local a duas bolas, e atrasou-se ainda mais na luta pelos lugares cimeiros, ocupando neste momento a sexta posição, com quatro pontos, os mesmos do Ferroviário da Beira e do Atlético, que ontem não foram para além de uma igualdade a um tento.

O Chingale, por seu turno, conseguiu o primeiro ponto, na recepção ao Matchedje (0-0) e remeteu o FC Lichinga e Ferroviário de Nacala para as últimas duas posições, embora com o mesmo número de pontos. Os “militares” e os “locomotivas” de Nampula somam dois pontos cada, menos um que o HCB.

Entretanto, o Moçambola vai sofrer uma interrupção no próximo fim-de-semana, para dar lugar ao embate entre Moçambique e Nigéria de apuramento para os Campeonatos Africano e Mundial de 2010.

Porém, a quarta ronda terá mais um “derby”: o Maxaquene-Desportivo, para além dos confrontos Textáfrica-Ferroviário de Nampula, Matchedje-Ferroviário de Maputo, HCB-Chingale, Atlético Muçulmano-Costa do Sol, FC Lichinga-Ferroviário da Beira e Ferroviário de Nacala-Liga Muçulmana.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:29
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É o primeiro campeão nacional! Em 1976, um ano após a independência, o Grupo Desportivo e Recreativo da Textáfrica inscrevia o seu nome, em letras douradas, como primeiro detentor do título de futebol no nosso país. Na altura, o treinador, esse grande nome que dá pelo nome de Mário Coluna.

imagem corporativa do moçambola
Entre altos e baixos, passaram-se 33 anos e, no Moçambola-2009, a julgar pelos factos, os “fabris” da Soalpo estão dispostos a mostrar que, efectivamente, o rei está vivo, bem vivo e recomenda-se.

Sábado, na “catedral” e perante o campeão Ferroviário, o Textáfrica foi verdadeiramente uma maravilha de equipa. Uma equipa que mostrou, com distinção, um pouco de tudo: bem a defender, excelente na transposição do esférico da intermediária para frente e extraordinária a atacar. Por isso, o triunfo (2-0) acabou por lhe assentar como uma luva na mão, numa jornada – a terceira – em que o maior beneficiado foi a Liga Muçulmana. Pois, mercê da sua goleada, ontem, sobre o FC Lichinga por quatro bolas sem resposta, a turma do Prof.

Neca passou para a liderança isolada e invicta do campeonato, somando nove pontos, mais dois que os segundos Costa do Sol e Desportivo. Estes, coincidentemente, ganharam pelo mesmo resultado de 2-0: os “canarinhos” à HCB e os “alvi-negros”ao Ferroviário de Nacala. Em relação aos restantes três desafios, registaram-se empates, que tiveram a particularidade de serem progressivos: 0-0 no Chingale-Matchedje, 1-1 no Ferroviário da Beira-Atlético Muçulmano e 2-2 no Ferroviário de Nampula-Maxaquene.

Com nove pontos, Liga Muçulmana comanda a prova, seguida do Costa do Sol e do Desportivo sete, Textáfrica e Ferroviário de Maputo seis, Maxaquene, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano quatro, HCB três, Matchedje e Ferroviário de Nampula dois, Chingale, Ferroviário de Nacala e FC Lichinga um. A quarta jornada, a ter lugar nos dias 4 e 5 de Abril, pois no próximo domingo temos o Moçambique-Nigéria.

Compreenderá os embates Maxaquene-Desportivo, Textáfrica-Ferroviário de Nampula, Matchedje-Ferroviário de Maputo, HCB-Chingale, Atlético Muçulmano-Costa do Sol, FC Lichinga-Ferroviário da Beira e Ferroviário de Nacala-Liga Muçulmana..

RESULTADOS E CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

RESULTADOS DA JORNADA

Ferroviário de Nampula–Maxaquene 2-2

Ferroviário de Maputo–Textáfrica 0-2

Chingale–Matchedje 0-0

Costa do Sol–HCB 2-0

Ferroviário da Beira–Atlético Muçulmano 1-1

Liga Muçulmana–FC Lichinga 4-0

Desportivo–Ferroviário de Nacala 2-0

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 3 3 0 0 7-0 9

2º Costa do Sol 3 2 1 0 5-1 7

3º Desportivo 3 2 1 0 5-2 7

4º Textáfrica 3 2 0 1 4-3 6

5º Ferroviário de Maputo 3 2 0 1 3-2 6

6º Maxaquene 3 1 1 1 4-4 4

7º Ferroviário da Beira 3 1 1 1 2-2 4

8º Atlético Muçulmano 3 1 1 1 2-3 4

9º HCB 3 1 0 2 1-3 3

10º Matchedje 3 0 2 1 0-1 2

11º Ferroviário de Nampula 3 0 2 1 2-4 2

12º Chingale 3 0 1 2 1-3 1

13º Ferroviário de Nacala 3 0 1 2 1-4 1

14º FC Lichinga 3 0 1 2 3-7 1

PRÓXIMA JORNADA (4/5 ABR)

Maxaquene-Desportivo

Textáfrica-Fer. Nampula

Matchedje-Fer. Maputo

HCB-Chingale

Atlético-Costa do Sol

FC Lichinga- Fer. Beira

Fer. Nacala-Liga Muçulmana

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
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É o primeiro campeão nacional! Em 1976, um ano após a independência, o Grupo Desportivo e Recreativo da Textáfrica inscrevia o seu nome, em letras douradas, como primeiro detentor do título de futebol no nosso país. Na altura, o treinador, esse grande nome que dá pelo nome de Mário Coluna.

imagem corporativa do moçambola
Entre altos e baixos, passaram-se 33 anos e, no Moçambola-2009, a julgar pelos factos, os “fabris” da Soalpo estão dispostos a mostrar que, efectivamente, o rei está vivo, bem vivo e recomenda-se.

Sábado, na “catedral” e perante o campeão Ferroviário, o Textáfrica foi verdadeiramente uma maravilha de equipa. Uma equipa que mostrou, com distinção, um pouco de tudo: bem a defender, excelente na transposição do esférico da intermediária para frente e extraordinária a atacar. Por isso, o triunfo (2-0) acabou por lhe assentar como uma luva na mão, numa jornada – a terceira – em que o maior beneficiado foi a Liga Muçulmana. Pois, mercê da sua goleada, ontem, sobre o FC Lichinga por quatro bolas sem resposta, a turma do Prof.

Neca passou para a liderança isolada e invicta do campeonato, somando nove pontos, mais dois que os segundos Costa do Sol e Desportivo. Estes, coincidentemente, ganharam pelo mesmo resultado de 2-0: os “canarinhos” à HCB e os “alvi-negros”ao Ferroviário de Nacala. Em relação aos restantes três desafios, registaram-se empates, que tiveram a particularidade de serem progressivos: 0-0 no Chingale-Matchedje, 1-1 no Ferroviário da Beira-Atlético Muçulmano e 2-2 no Ferroviário de Nampula-Maxaquene.

Com nove pontos, Liga Muçulmana comanda a prova, seguida do Costa do Sol e do Desportivo sete, Textáfrica e Ferroviário de Maputo seis, Maxaquene, Ferroviário da Beira e Atlético Muçulmano quatro, HCB três, Matchedje e Ferroviário de Nampula dois, Chingale, Ferroviário de Nacala e FC Lichinga um. A quarta jornada, a ter lugar nos dias 4 e 5 de Abril, pois no próximo domingo temos o Moçambique-Nigéria.

Compreenderá os embates Maxaquene-Desportivo, Textáfrica-Ferroviário de Nampula, Matchedje-Ferroviário de Maputo, HCB-Chingale, Atlético Muçulmano-Costa do Sol, FC Lichinga-Ferroviário da Beira e Ferroviário de Nacala-Liga Muçulmana..

RESULTADOS E CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

RESULTADOS DA JORNADA

Ferroviário de Nampula–Maxaquene 2-2

Ferroviário de Maputo–Textáfrica 0-2

Chingale–Matchedje 0-0

Costa do Sol–HCB 2-0

Ferroviário da Beira–Atlético Muçulmano 1-1

Liga Muçulmana–FC Lichinga 4-0

Desportivo–Ferroviário de Nacala 2-0

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º LIGA MUÇULMANA 3 3 0 0 7-0 9

2º Costa do Sol 3 2 1 0 5-1 7

3º Desportivo 3 2 1 0 5-2 7

4º Textáfrica 3 2 0 1 4-3 6

5º Ferroviário de Maputo 3 2 0 1 3-2 6

6º Maxaquene 3 1 1 1 4-4 4

7º Ferroviário da Beira 3 1 1 1 2-2 4

8º Atlético Muçulmano 3 1 1 1 2-3 4

9º HCB 3 1 0 2 1-3 3

10º Matchedje 3 0 2 1 0-1 2

11º Ferroviário de Nampula 3 0 2 1 2-4 2

12º Chingale 3 0 1 2 1-3 1

13º Ferroviário de Nacala 3 0 1 2 1-4 1

14º FC Lichinga 3 0 1 2 3-7 1

PRÓXIMA JORNADA (4/5 ABR)

Maxaquene-Desportivo

Textáfrica-Fer. Nampula

Matchedje-Fer. Maputo

HCB-Chingale

Atlético-Costa do Sol

FC Lichinga- Fer. Beira

Fer. Nacala-Liga Muçulmana

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
 O que é? |  O que é? | favorito

FOI uma lição bem dada. O Ferroviário foi tão apático que não mereceu nada que a derrota diante do Textáfrica que, com as cartas na mesa, soube utilizar os seus melhores trunfos, sobretudo em situações em que o adversário foi encontrado em contrapé.

Os campeões nacionais já começaram a reforçar-se
O campeão não teve em conta que só os golos determinam a vitória num jogo de futebol e esteve convencido de que a qualquer momento apareceria a solução, mesmo sem se esforçar.

E enganou-se redondamente, porque quando despertou os “fabris” já haviam feito o resultado. Não entendemos por que é que Paulo Camargo mudou a estrutura da equipa. Danito Parruque, que joga no centro do terreno, foi deslocado para a ala esquerda, lugar que habitualmente é ocupado por Maurício, que esteve no banco de suplentes.

Do lado contrário, Tchaka foi ineficaz, dai que quem teve a emissão de encaixar as bolas na zona adversária foi o lateral Butana, que actuava nas suas costas.

Enquanto isto, Momed Hagy sentiu-se desapoiado para a transposição do jogo ofensivo a partir do meio-terreno, uma vez que tinha ao seu lado o inexperiente Dário. Não havia velocidade no ataque da equipa, visto que Danito Parruque, que habitualmente joga ao lado de Momed Hagy, não estava no lugar certo donde conseguisse desdobrar-se, tanto para apoiar o ataque, como para desfeitear as manobras ofensivas do adversário.

No entanto, o Textáfrica, que se defendeu bem, teve muitas recuperações de bola no meio-campo e saiu-se bem em contra-ataque, face à rapidez dos seus homens mais adiantados, sobretudo o sul-africano Surpris, encostado à esquerda do ataque, que foi a maior dor de cabeça para os “centrais” Jotamo e Tony Gravata.

Encetou fugas que muitas vezes deixaram a defensiva “locomotiva” desnorteada, muito bem apoiado pelo também sul-africano Mombush, à direita, e Ângelo, à frente dos “centrais”. Esta tripla criou furor e deixou o aviso para os outros.

O Textáfrica foi estrategicamente feliz no seu sistema de jogo (4x3x3), que se impôs ao tradicional 4x4x2 dos “locomotivas”. Com as alas inoperantes e muitas vezes descobertas, os “fabris” fizeram o melhor aproveitamento, sobretudo pela direita, quando saíssem em contra-ataque. Mombush apareceu várias vezes sozinho a fazer belíssimas combinações com Surpris, que sempre o acompanhou nas descidas para o ataque.

Num dos lances, Surpris usou da sua bem apurada técnica individual para arrancar um golo de belo efeito, aos 37 minutos, desequilibrando os “centrais” que, temidos, recuaram perante o seu avanço galopante, mandando de seguida um remate rasteiro que deixou Pinto boquiaberto. O Estádio da Machava “gelou” perante o júbilo de um minguado número de apoiantes “fabris” que viajaram com a equipa.

Com o 1-0 a favor dos visitantes as equipas foram ao intervalo e ficou-se à espera de mudanças sobretudo nos caseiros. Mas, Paulo Camargo manteve a equipa. Houve alguma tentativa de virar o resultado, mas o Textáfrica continuou a defender-se bem e, em algumas ocasiões, o Ferroviário foi ineficaz. O “central” Tony Gravata viu de longe Jerry em melhor posição na pequena área, bicou a bola para o seu isolamento, mas este rematou desenquadrado com a baliza. Luís ainda foi capaz de interceptar o esférico que embateu no poste, aos 50 minutos.

Foi o fim da história, pois o Textáfrica marcou dois minutos depois, na sequência de uma grande penalidade, bem cobrada pelo “capitão” Custódio, a castigar uma saída faltosa de Pinto contra Surpris, já isolado. E o Textáfrica só não marcou mais por falta de sorte.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: João Armando, auxiliado por Henriques Langa e Estrela Gonçalves. Quarto árbitro: Mateus Infante.

FER. MAPUTO – Pinto; Butana, Tony Gravata, Jotamo e Fredy; Tchaka, Dário (Artur Manhiça), Momed Hagy e Danito Parruque; Luís e Jerry.

TEXTÁFRICA: Tony; Loló, Zola, Mitó e Dondo; Gervásio, Custódio e Malate; Mombush, Ângelo e Surpris.

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Tony e Custódio, ambos do Textáfrica.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:01
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FOI uma lição bem dada. O Ferroviário foi tão apático que não mereceu nada que a derrota diante do Textáfrica que, com as cartas na mesa, soube utilizar os seus melhores trunfos, sobretudo em situações em que o adversário foi encontrado em contrapé.

Os campeões nacionais já começaram a reforçar-se
O campeão não teve em conta que só os golos determinam a vitória num jogo de futebol e esteve convencido de que a qualquer momento apareceria a solução, mesmo sem se esforçar.

E enganou-se redondamente, porque quando despertou os “fabris” já haviam feito o resultado. Não entendemos por que é que Paulo Camargo mudou a estrutura da equipa. Danito Parruque, que joga no centro do terreno, foi deslocado para a ala esquerda, lugar que habitualmente é ocupado por Maurício, que esteve no banco de suplentes.

Do lado contrário, Tchaka foi ineficaz, dai que quem teve a emissão de encaixar as bolas na zona adversária foi o lateral Butana, que actuava nas suas costas.

Enquanto isto, Momed Hagy sentiu-se desapoiado para a transposição do jogo ofensivo a partir do meio-terreno, uma vez que tinha ao seu lado o inexperiente Dário. Não havia velocidade no ataque da equipa, visto que Danito Parruque, que habitualmente joga ao lado de Momed Hagy, não estava no lugar certo donde conseguisse desdobrar-se, tanto para apoiar o ataque, como para desfeitear as manobras ofensivas do adversário.

No entanto, o Textáfrica, que se defendeu bem, teve muitas recuperações de bola no meio-campo e saiu-se bem em contra-ataque, face à rapidez dos seus homens mais adiantados, sobretudo o sul-africano Surpris, encostado à esquerda do ataque, que foi a maior dor de cabeça para os “centrais” Jotamo e Tony Gravata.

Encetou fugas que muitas vezes deixaram a defensiva “locomotiva” desnorteada, muito bem apoiado pelo também sul-africano Mombush, à direita, e Ângelo, à frente dos “centrais”. Esta tripla criou furor e deixou o aviso para os outros.

O Textáfrica foi estrategicamente feliz no seu sistema de jogo (4x3x3), que se impôs ao tradicional 4x4x2 dos “locomotivas”. Com as alas inoperantes e muitas vezes descobertas, os “fabris” fizeram o melhor aproveitamento, sobretudo pela direita, quando saíssem em contra-ataque. Mombush apareceu várias vezes sozinho a fazer belíssimas combinações com Surpris, que sempre o acompanhou nas descidas para o ataque.

Num dos lances, Surpris usou da sua bem apurada técnica individual para arrancar um golo de belo efeito, aos 37 minutos, desequilibrando os “centrais” que, temidos, recuaram perante o seu avanço galopante, mandando de seguida um remate rasteiro que deixou Pinto boquiaberto. O Estádio da Machava “gelou” perante o júbilo de um minguado número de apoiantes “fabris” que viajaram com a equipa.

Com o 1-0 a favor dos visitantes as equipas foram ao intervalo e ficou-se à espera de mudanças sobretudo nos caseiros. Mas, Paulo Camargo manteve a equipa. Houve alguma tentativa de virar o resultado, mas o Textáfrica continuou a defender-se bem e, em algumas ocasiões, o Ferroviário foi ineficaz. O “central” Tony Gravata viu de longe Jerry em melhor posição na pequena área, bicou a bola para o seu isolamento, mas este rematou desenquadrado com a baliza. Luís ainda foi capaz de interceptar o esférico que embateu no poste, aos 50 minutos.

Foi o fim da história, pois o Textáfrica marcou dois minutos depois, na sequência de uma grande penalidade, bem cobrada pelo “capitão” Custódio, a castigar uma saída faltosa de Pinto contra Surpris, já isolado. E o Textáfrica só não marcou mais por falta de sorte.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: João Armando, auxiliado por Henriques Langa e Estrela Gonçalves. Quarto árbitro: Mateus Infante.

FER. MAPUTO – Pinto; Butana, Tony Gravata, Jotamo e Fredy; Tchaka, Dário (Artur Manhiça), Momed Hagy e Danito Parruque; Luís e Jerry.

TEXTÁFRICA: Tony; Loló, Zola, Mitó e Dondo; Gervásio, Custódio e Malate; Mombush, Ângelo e Surpris.

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Tony e Custódio, ambos do Textáfrica.

Salvador Nhantumbo

publicado por Vaxko Zakarias às 13:01
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ESTÁ a virar moda nos jogos deste Moçambola apresentarem-se em campo duas equipas com objectivos diametralmente opostos. Uma à procura da vitória, outra a jogar apenas para evitar a derrota, mudando de missão logo que sofra o primeiro golo.

É golo do Desportivo
É esta a síntese do jogo entre o Desportivo e o Ferroviário de Nacala disputado no Estádio 1º de Maio Standard Bank, ganho pelos maputenses por dois a zero. Um resultado que premeia a única equipa que lutou para ganhar, ainda que tenha registado momentos de incerteza no desfecho final.

Logo nos instantes iniciais, o Desportivo apresentou-se ambicioso, rápido e até guloso na elaboração de jogadas ofensivas, colocando muitos jogadores no meio-campo adversário.

Assim, com o jogo inclinado para a zona defensiva dos nacalenses, o golo adivinhava-se a qualquer momento. Os atacantes “alvi-negros” não acertavam com a baliza e nalgumas vezes confundiam-se no momento do remate.

Nesta toada, os “alvi-negros” ganhavam algumas faltas em zonas de perigo, com Muandro a revelar-se um verdadeiro “quebra-cabeças”, em contraste com Isac, Binó e Imo, que estiveram pouco concentrados.

Quase a fechar a primeira parte, Muandro arrancou um livre à direita do ataque, cobrado por Nelinho para a pequena área, onde surgiu Isac completamente solto a inaugurar o marcador.

Em desvantagem, o treinador dos “locomotivas”, Ozias Fumo, alterou a estratégia, orientando a equipa a atacar o adversário. Aí o Ferroviário mostrou que vale mais do que mostrara na primeira parte.

Aliás, o empate só não aconteceu porque o guarda-redes Jaimito esteve atento, defendendo um remate de Romão aos 62 minutos, numa altura em que os contra-ataques do Desportivo quase não existiam.

A excepção aconteceu aos 72 minutos, quando Aníbal sofreu uma falta cobrada rapidamente para a área “locomotiva”, surgindo Muandro a arrumar a discussão do encontro com um remate subtil acompanhado por muita sorte.

Até ao final não aconteceu nada de especial. A arbitragem de Abdul Gani não sofre contestações, apesar de o juiz ter se revelado pouco amigo dos cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Abdul Gani, auxiliado por Célio Mugabe e João Abreu. Quarto árbitro foi Aureliano Mabote.

DESPORTIVO: Jaimito; Josué (Secanhe), Mexer, Zainadine, Mayunda, Nelson, Nelinho, Isac (Julinho), Muandro, Imo e Binó (Aníbal).

FER. NACALA: Alio; Senyo, Mariote, Coutinho, Matias, Tamathe, Pondo (Mauro), Telinho, Nelson (Wazir), Mambete, Romão (Pintado).

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Zainadine e Pintado.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 12:37
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ESTÁ a virar moda nos jogos deste Moçambola apresentarem-se em campo duas equipas com objectivos diametralmente opostos. Uma à procura da vitória, outra a jogar apenas para evitar a derrota, mudando de missão logo que sofra o primeiro golo.

É golo do Desportivo
É esta a síntese do jogo entre o Desportivo e o Ferroviário de Nacala disputado no Estádio 1º de Maio Standard Bank, ganho pelos maputenses por dois a zero. Um resultado que premeia a única equipa que lutou para ganhar, ainda que tenha registado momentos de incerteza no desfecho final.

Logo nos instantes iniciais, o Desportivo apresentou-se ambicioso, rápido e até guloso na elaboração de jogadas ofensivas, colocando muitos jogadores no meio-campo adversário.

Assim, com o jogo inclinado para a zona defensiva dos nacalenses, o golo adivinhava-se a qualquer momento. Os atacantes “alvi-negros” não acertavam com a baliza e nalgumas vezes confundiam-se no momento do remate.

Nesta toada, os “alvi-negros” ganhavam algumas faltas em zonas de perigo, com Muandro a revelar-se um verdadeiro “quebra-cabeças”, em contraste com Isac, Binó e Imo, que estiveram pouco concentrados.

Quase a fechar a primeira parte, Muandro arrancou um livre à direita do ataque, cobrado por Nelinho para a pequena área, onde surgiu Isac completamente solto a inaugurar o marcador.

Em desvantagem, o treinador dos “locomotivas”, Ozias Fumo, alterou a estratégia, orientando a equipa a atacar o adversário. Aí o Ferroviário mostrou que vale mais do que mostrara na primeira parte.

Aliás, o empate só não aconteceu porque o guarda-redes Jaimito esteve atento, defendendo um remate de Romão aos 62 minutos, numa altura em que os contra-ataques do Desportivo quase não existiam.

A excepção aconteceu aos 72 minutos, quando Aníbal sofreu uma falta cobrada rapidamente para a área “locomotiva”, surgindo Muandro a arrumar a discussão do encontro com um remate subtil acompanhado por muita sorte.

Até ao final não aconteceu nada de especial. A arbitragem de Abdul Gani não sofre contestações, apesar de o juiz ter se revelado pouco amigo dos cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Abdul Gani, auxiliado por Célio Mugabe e João Abreu. Quarto árbitro foi Aureliano Mabote.

DESPORTIVO: Jaimito; Josué (Secanhe), Mexer, Zainadine, Mayunda, Nelson, Nelinho, Isac (Julinho), Muandro, Imo e Binó (Aníbal).

FER. NACALA: Alio; Senyo, Mariote, Coutinho, Matias, Tamathe, Pondo (Mauro), Telinho, Nelson (Wazir), Mambete, Romão (Pintado).

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Zainadine e Pintado.

Custódio Mugabe

publicado por Vaxko Zakarias às 12:37
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PRIMEIRO que tudo, vejamos o antes e o actual em relação ao novo campo do Maxaquene. Antes, pertença ao Atlético Muçulmano: sempre aprimorado e marcações em dia, à hora de qualquer jogo.

Fanuel, autor do único golo da Liga Muçulmana (C. Bila)
Actual, nas mãos dos “tricolores”: perca de alguma qualidade no relvado e, por exemplo, ontem, o árbitro inhambanense Justino Faduco não aceitou iniciar a partida às 15.00, dado que as marcações eram invisíveis, daí o atraso de 20 minutos verificado. Oxalá, pois, que Rafindine Mahomed e seus pares não matem um dos melhores relvados que o país se orgulha de possuir.

Agora, vamos aos factos do embate em si, que foi um autêntico passeio requintado da Liga Muçulmana pelas bandas da Machava. Nítidas diferenças competitivas e de atitude caracterizaram a hora e meia da contenda, com a formação da capital do país claramente em vantagem sobre um FC Lichinga apavorado consigo mesmo, sem um fio condutor consistente e uma estampa futebolística visível.

Aliás, enquanto a Liga primava por um futebol progressivo, através da acção ofensiva de jogadores como Vling, Carlitos e Sandomba, o Lichinga preferia o contrário, isto é, quando desenvolvesse um lance atacante vistoso, imediatamente o jogador em posse do esférico parava, atrasava a jogada e tudo regredia, para um novo começo.

Que estranha forma de jogar! Mas, paulatinamente, fomo-nos apercebendo que a equipa não tem personalidade e teme tudo que possa acontecer mais à frente.

Grande oportunidade para a formação de Neca, sem exactamente dar um “show” de bola, praticar o seu futebol à vontade e chegar aos quatro golos sem sobressaltos: No primeiro caso, Vling apontou de forma superior um livre; no segundo, Gabito corresponde bem a um cruzamento do lado direito, levando a bola a embater na base interior da barra transversal; no terceiro, com a baliza quase deserta, após saída intempestiva do guarda-redes Jorge, Sandomba só precisou de ter o pé direito desocupado para elevar a contagem; e, no quarto, já com o placo praticamente desmontado, Maninho, de cabeça, fazer o golo.

O que mais dizer? Bom, só um recado à Liga: se efectivamente é candidato aio título, então, tem que se mostrar mais. A não ser que alguns trunfos estejam ainda guardados para confrontos de maior responsabilidade.

Quanto ao juiz da partida, nada em desabono.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Justino Faduco, coadjuvado por António da Costa e Júlio Muianga. Quarto árbitro: Bernardino dos Santos

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima, Fanuel, Gabito e Suleimane; Micas, Carlitos (Chico), Alvim e Vling; Sandomba (Alex) e Edgar (Edgar)

FC LICHINGA – Jorge; Maior, Chimbeta, Mavume e Chume; Paúnde, Nando e Sadique (Barbosa); Okocha (Maninho), Wacheka (Anselmo) e Clemente

Acção disciplinar: cartão amarelo para Carlitos

Golos: 1-0, Vling (18 m); 2-0, Gabito (60 m); 3-0, Sandomba (74 m); 4-0, Maninho (92 m).

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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PRIMEIRO que tudo, vejamos o antes e o actual em relação ao novo campo do Maxaquene. Antes, pertença ao Atlético Muçulmano: sempre aprimorado e marcações em dia, à hora de qualquer jogo.

Fanuel, autor do único golo da Liga Muçulmana (C. Bila)
Actual, nas mãos dos “tricolores”: perca de alguma qualidade no relvado e, por exemplo, ontem, o árbitro inhambanense Justino Faduco não aceitou iniciar a partida às 15.00, dado que as marcações eram invisíveis, daí o atraso de 20 minutos verificado. Oxalá, pois, que Rafindine Mahomed e seus pares não matem um dos melhores relvados que o país se orgulha de possuir.

Agora, vamos aos factos do embate em si, que foi um autêntico passeio requintado da Liga Muçulmana pelas bandas da Machava. Nítidas diferenças competitivas e de atitude caracterizaram a hora e meia da contenda, com a formação da capital do país claramente em vantagem sobre um FC Lichinga apavorado consigo mesmo, sem um fio condutor consistente e uma estampa futebolística visível.

Aliás, enquanto a Liga primava por um futebol progressivo, através da acção ofensiva de jogadores como Vling, Carlitos e Sandomba, o Lichinga preferia o contrário, isto é, quando desenvolvesse um lance atacante vistoso, imediatamente o jogador em posse do esférico parava, atrasava a jogada e tudo regredia, para um novo começo.

Que estranha forma de jogar! Mas, paulatinamente, fomo-nos apercebendo que a equipa não tem personalidade e teme tudo que possa acontecer mais à frente.

Grande oportunidade para a formação de Neca, sem exactamente dar um “show” de bola, praticar o seu futebol à vontade e chegar aos quatro golos sem sobressaltos: No primeiro caso, Vling apontou de forma superior um livre; no segundo, Gabito corresponde bem a um cruzamento do lado direito, levando a bola a embater na base interior da barra transversal; no terceiro, com a baliza quase deserta, após saída intempestiva do guarda-redes Jorge, Sandomba só precisou de ter o pé direito desocupado para elevar a contagem; e, no quarto, já com o placo praticamente desmontado, Maninho, de cabeça, fazer o golo.

O que mais dizer? Bom, só um recado à Liga: se efectivamente é candidato aio título, então, tem que se mostrar mais. A não ser que alguns trunfos estejam ainda guardados para confrontos de maior responsabilidade.

Quanto ao juiz da partida, nada em desabono.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Justino Faduco, coadjuvado por António da Costa e Júlio Muianga. Quarto árbitro: Bernardino dos Santos

LIGA MUÇULMANA – Binó; Calima, Fanuel, Gabito e Suleimane; Micas, Carlitos (Chico), Alvim e Vling; Sandomba (Alex) e Edgar (Edgar)

FC LICHINGA – Jorge; Maior, Chimbeta, Mavume e Chume; Paúnde, Nando e Sadique (Barbosa); Okocha (Maninho), Wacheka (Anselmo) e Clemente

Acção disciplinar: cartão amarelo para Carlitos

Golos: 1-0, Vling (18 m); 2-0, Gabito (60 m); 3-0, Sandomba (74 m); 4-0, Maninho (92 m).

Alexandre Zandamela

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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É verdade. O Ferroviário da Beira jogou ontem e fartou-se de falhar golos ante um adversário que desde o princípio até ao fim concedeu largas facilidades para que os beirenses saíssem desta partida a sorrirem.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Realmente o Atlético demonstrou que ainda está longe de forma que atingiu no ano passado, facto que o próprio técnico, Arnaldo Salvado, confirmou no final do embate acrescentando que esta temporada a sua equipa caso continue assim poderá lutar apenas pela manutenção.

Quando o juiz de Manica, que se estreou no Moçambola, apitou para o início apareceram os donos da casa mais balanceados ao ataque e fruto disso chegaram ao golo aos três minutos por intermédio de Henriques de cabeça. Foi preciso passarem 20 minutos para a equipa de Salvado conseguir sacudir a pressão passando assim a dividir a intermediária, mas a não ter a perspicácia e genica na hora da verdade.

No reatamento, os beirenses começaram tal como fizeram no início, controlando o sector intermediário com destaque para o jovem Timbe que nesta partida entrou de início a dar tanta dor-de-cabeça aos defensores contrários.

Neste período, destaque para as flagrantes perdidas de Tony, aos 54, 70 e 81 minutos, tendo ficado em dois dos casos cara-a-cara com Leonel. E como quem não marca arrisca-se a sofrer, eis que Eboh, aos 86 minutos, e numa jogada de contra-ataque rápido, rematou forte, tendo a bola embatido na relva, traindo o guardião Gervásio.

Celestino Gimo realizou um trabalho positivo e foi bem auxiliado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Francisco Machel e Mário Albino. Quarto árbitro: José Mandava

FER. BEIRA: Gervásio, Mano, Ninito, Gildo e Nando (Cândido); Abílio, Nené, Timbe e Dalito; Henriques (Betinho) e Tony (Carlos).

ATLÉTICO: Leonel; Clarêncio (Dino), Baúte, Amade (Madeira) e Ngony (Edmundo); Délcio, Gito, Nelito e Noca; Jojó e Eboh.

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mano e Henriques (Ferroviário da Beira) e Clarêncio (Atlético Muçulmano). Leonel viu cartão vermelho por acumulação.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:33
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É verdade. O Ferroviário da Beira jogou ontem e fartou-se de falhar golos ante um adversário que desde o princípio até ao fim concedeu largas facilidades para que os beirenses saíssem desta partida a sorrirem.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Realmente o Atlético demonstrou que ainda está longe de forma que atingiu no ano passado, facto que o próprio técnico, Arnaldo Salvado, confirmou no final do embate acrescentando que esta temporada a sua equipa caso continue assim poderá lutar apenas pela manutenção.

Quando o juiz de Manica, que se estreou no Moçambola, apitou para o início apareceram os donos da casa mais balanceados ao ataque e fruto disso chegaram ao golo aos três minutos por intermédio de Henriques de cabeça. Foi preciso passarem 20 minutos para a equipa de Salvado conseguir sacudir a pressão passando assim a dividir a intermediária, mas a não ter a perspicácia e genica na hora da verdade.

No reatamento, os beirenses começaram tal como fizeram no início, controlando o sector intermediário com destaque para o jovem Timbe que nesta partida entrou de início a dar tanta dor-de-cabeça aos defensores contrários.

Neste período, destaque para as flagrantes perdidas de Tony, aos 54, 70 e 81 minutos, tendo ficado em dois dos casos cara-a-cara com Leonel. E como quem não marca arrisca-se a sofrer, eis que Eboh, aos 86 minutos, e numa jogada de contra-ataque rápido, rematou forte, tendo a bola embatido na relva, traindo o guardião Gervásio.

Celestino Gimo realizou um trabalho positivo e foi bem auxiliado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Francisco Machel e Mário Albino. Quarto árbitro: José Mandava

FER. BEIRA: Gervásio, Mano, Ninito, Gildo e Nando (Cândido); Abílio, Nené, Timbe e Dalito; Henriques (Betinho) e Tony (Carlos).

ATLÉTICO: Leonel; Clarêncio (Dino), Baúte, Amade (Madeira) e Ngony (Edmundo); Délcio, Gito, Nelito e Noca; Jojó e Eboh.

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mano e Henriques (Ferroviário da Beira) e Clarêncio (Atlético Muçulmano). Leonel viu cartão vermelho por acumulação.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:33
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A DERROTA sofrida pelo HCB ante o Costa do Sol, por 2-0, acabou sendo demasiada penalizadora, visto que os visitantes mereciam outra sorte pela postura demonstrada ao longo do encontro.

Perry (Costa do Sol) procura livrar-se da pressão de Venâncio. (F.Laice)
A julgar por aquilo que as duas equipas produziram em campo, o resultado mais justo seria o empate, mas os “canarinhos” acabaram por ser mais certeiros na finalização.

Contudo, importa dizer que os três pontos foram arrancados a “ferro e fogo” se se atender que o HCB foi uma equipa altamente personalizada, chegando mesmo a mandar no jogo, em certos momentos, sobretudo na primeira parte em que encostaram a equipa da casa às “cordas”. Os visitantes demonstraram muito traquejo na elaboração das jogadas e uma invejável concentração a defender. Até Josimar e Ruben, os habituais quebra-cabeças do ataque do Costa do Sol, estavam “amarrados” na bem montada “teia” do HCB que tinha em Eládio, Amito e Paito as unidades mais esclarecidas no meio-campo.

Todavia, o maior ascendente dos pupilos de Mussá Osman não era materializado em lances de perigo junto à baliza defendida por Antoninho, já que faltava maior rapidez na circulação da bola. A verdade é que foi uma primeira parte nula em termos de oportunidades de golo.

A segunda parte trouxe emoção e alguma polémica. O jogo desenrolou-se a um nível “electrizante”, com o Costa do Sol a aparecer mais solto e dar mostras que queria assumir o controlo do jogo, denotando grandes lacunas na transição para o ataque, sobretudo a nível do passe. No entanto, à passagem dos 55 minutos os “deuses” estiveram do lado dos “canarinhos” em particular de Ruben pois foi ele que na cobrança de um livre directo rematou para o golo contando para tal com a colaboração de um defensor contrário, já que a bola bate nas costas deste e trai o “keeper”, Chico.

A reacção do HCB ao golo foi pronta se se atender que quatro minutos depois Joaquim introduz o esférico na baliza, golo prontamente anulado pelo árbitro da partida Filimão Filipe, que decidiu mal, visto que este estava em posição regular. Algo que até foi confirmado pelo seu auxiliar que estava melhor enquadrado para ajuizar o lance.

No minuto seguinte volta “cheirar” a golo para o HCB, mas Eládio na transformação de uma penalidade chuta fraco permitindo a defesa de Antoninho. E como que a fazer jus ao velho ditado “quem não marca sofre”, o Costa do Sol chega ao 2-0, poucos minutos depois, por intermédio de Tó, que finalizou uma boa jogada de Marufo.

O certo porém, é que o penalte desperdiçado e o segundo golo do Costa do Sol, foi um duro golpe às aspirações da equipa de Manica, que esteve tão perto de “roubar” pontos a um dos candidatos ao título.

Filimão Filipe manchou a sua exibição ao não validar o golo do HCB quando o próprio auxiliar que estava em boa posição o fez.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Filimão Filipe, auxiliado por Januário Pastola e e Meque Machate. Quarto árbitro: Anaide Ussene

COSTA DO SOL: Antoninho; Nhambamga, João Mazive, Kito e Jonas; Mambo, Samito (Silvério) e Rúben (Payó) e Josimar; Perry (Marufo) e Tó.

HCB: Chico; Bila, Mucuapene, Venâncio e Marito; Paito, Eládio, Dangaliba e Amito; Joaquim (Jordão) e Gito (Sérgio).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Eládio e Dangaliba (HCB) e João Mazive (Costa do Sol).

Ivo Tavares

publicado por Vaxko Zakarias às 11:23
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A DERROTA sofrida pelo HCB ante o Costa do Sol, por 2-0, acabou sendo demasiada penalizadora, visto que os visitantes mereciam outra sorte pela postura demonstrada ao longo do encontro.

Perry (Costa do Sol) procura livrar-se da pressão de Venâncio. (F.Laice)
A julgar por aquilo que as duas equipas produziram em campo, o resultado mais justo seria o empate, mas os “canarinhos” acabaram por ser mais certeiros na finalização.

Contudo, importa dizer que os três pontos foram arrancados a “ferro e fogo” se se atender que o HCB foi uma equipa altamente personalizada, chegando mesmo a mandar no jogo, em certos momentos, sobretudo na primeira parte em que encostaram a equipa da casa às “cordas”. Os visitantes demonstraram muito traquejo na elaboração das jogadas e uma invejável concentração a defender. Até Josimar e Ruben, os habituais quebra-cabeças do ataque do Costa do Sol, estavam “amarrados” na bem montada “teia” do HCB que tinha em Eládio, Amito e Paito as unidades mais esclarecidas no meio-campo.

Todavia, o maior ascendente dos pupilos de Mussá Osman não era materializado em lances de perigo junto à baliza defendida por Antoninho, já que faltava maior rapidez na circulação da bola. A verdade é que foi uma primeira parte nula em termos de oportunidades de golo.

A segunda parte trouxe emoção e alguma polémica. O jogo desenrolou-se a um nível “electrizante”, com o Costa do Sol a aparecer mais solto e dar mostras que queria assumir o controlo do jogo, denotando grandes lacunas na transição para o ataque, sobretudo a nível do passe. No entanto, à passagem dos 55 minutos os “deuses” estiveram do lado dos “canarinhos” em particular de Ruben pois foi ele que na cobrança de um livre directo rematou para o golo contando para tal com a colaboração de um defensor contrário, já que a bola bate nas costas deste e trai o “keeper”, Chico.

A reacção do HCB ao golo foi pronta se se atender que quatro minutos depois Joaquim introduz o esférico na baliza, golo prontamente anulado pelo árbitro da partida Filimão Filipe, que decidiu mal, visto que este estava em posição regular. Algo que até foi confirmado pelo seu auxiliar que estava melhor enquadrado para ajuizar o lance.

No minuto seguinte volta “cheirar” a golo para o HCB, mas Eládio na transformação de uma penalidade chuta fraco permitindo a defesa de Antoninho. E como que a fazer jus ao velho ditado “quem não marca sofre”, o Costa do Sol chega ao 2-0, poucos minutos depois, por intermédio de Tó, que finalizou uma boa jogada de Marufo.

O certo porém, é que o penalte desperdiçado e o segundo golo do Costa do Sol, foi um duro golpe às aspirações da equipa de Manica, que esteve tão perto de “roubar” pontos a um dos candidatos ao título.

Filimão Filipe manchou a sua exibição ao não validar o golo do HCB quando o próprio auxiliar que estava em boa posição o fez.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Filimão Filipe, auxiliado por Januário Pastola e e Meque Machate. Quarto árbitro: Anaide Ussene

COSTA DO SOL: Antoninho; Nhambamga, João Mazive, Kito e Jonas; Mambo, Samito (Silvério) e Rúben (Payó) e Josimar; Perry (Marufo) e Tó.

HCB: Chico; Bila, Mucuapene, Venâncio e Marito; Paito, Eládio, Dangaliba e Amito; Joaquim (Jordão) e Gito (Sérgio).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Eládio e Dangaliba (HCB) e João Mazive (Costa do Sol).

Ivo Tavares

publicado por Vaxko Zakarias às 11:23
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NÃO pode haver outra palavra senão esta, para descrever o que se passou em campo.

Num momento em que se quer que o nosso desporto, em particular o futebol, se desenvolva não pode haver jogadores por pura arrogância e outros factores assumam atitudes antidesportivas, muito mais numa partida da dimensão daquela que envolveu o Ferroviário de Nampula e Maxaquene, no Estádio 25 de Junho

Estes “craques” têm que ser substituídos

Todavia, numa altura como esta, em que se fala tanto sobre a melhoria da arbitragem que contribua para o crescimento do nosso futebol, não poderia igualmente haver árbitros como Zinanga Xavier, que aparentemente não tivessem capacidade de visão e decisão para apitar um jogo daqueles.

Enfim, enquanto for os jogadores e árbitros que temos, continuaremos a assistir nos campos de futebol, cenas vergonhosas, como agressões físicas, insultos e outras que se verificaram neste jogo.

Há muita história suja que se podia contar sobre essa partida aqui, em que o próprio banco técnico do Maxaquene teve alguma culpa, mas dizer que a mesma começou com as duas equipas bem balanceadas para o ataque, com particular realce para o Maxaquene, que aos dois minutos abre o marcador por intermédio de Eusébio.

Este golo trouxe mais motivação à equipa visitante que começou a ser mais incisiva e organizada.

Em posição de desvantagem, os comandados de Sérgio Faife tiveram um menor caudal atacante, dando a impressão que ainda falta alguma profundidade ao ataque e escassez de soluções, isto é, a equipa precisa de trabalhar muito para se reencontrar.

Entretanto, a partir de um momento o jogo entra numa fase má, que ditou a expulsão do técnico do Maxaquene, por mandar “bocas” ao árbitro, protestando o trabalho deste.

O certo é que Zinanga Xavier não parecia estar à altura de apitar o jogo, com o agravante de os jogadores do Maxaquene não terem lhe ajudado a fazer um bom trabalho.

É que, alguns deles ao invés de jogarem a bola, optaram por confrontos físicos desnecessários que provocaram o penalte que resultou em golo de igualdade, aos 21 minutos, da autoria de Duda. Outros dois claros penaltes a favor dos donos da casa foram ignorados pelo árbitro, o que fez com que as equipas chegassem ao fim da primeira parte com este empate.

Na segunda parte, o jogo foi muito intenso e poderia ser a melhor disputada em relação à primeira, se não fosse as atitudes antidesportivas de alguns jogadores do Maxaquene, que continuaram com agressões físicas aos seus oponentes, incentivados em parte pelo banco técnico. Contudo, trouxe os jogadores do Ferroviário, bem-dispostos, para resolver a partida, é assim que aos 66 minutos Matofa desempata o jogo.

E numa altura em que os “locomotivas” de Nampula tentavam segurar a vantagem, Jumisse restabelece a igualdade. Este jogo foi mau demais para ser verdade. Por exemplo, não se explica e muito mais dignificante que Soarito, mesmo depois do jogo ter terminado, agrida violentamente Nando, foi uma atitude muito contestada pelo público.

Ficha Técnica

Árbitro: Zinanga Xavier auxiliado por Alberto Miambo e Bento Chingeranao.

Ferroviário de Nampula: Zacarias; Paíto, Matofica, Duda, Joaquim, Nando, Elídio, Zé (Manecas), Samuel (Ginho), Rafael e Leonel.

Maxaquene: Soarito, Mustafa, Campira, Nacisio (Kito), Kiki, Faria, Jumisse, Liberti, Eusébio, Pelembe ( Cuinica) e Macamito(Eurico).

Acção disciplinar: Amarelos para Mustafa e Narciso do Maxaquene e Duda do Ferroviário.

Mouzinho de Albuquerque

publicado por Vaxko Zakarias às 11:05
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NÃO pode haver outra palavra senão esta, para descrever o que se passou em campo.

Num momento em que se quer que o nosso desporto, em particular o futebol, se desenvolva não pode haver jogadores por pura arrogância e outros factores assumam atitudes antidesportivas, muito mais numa partida da dimensão daquela que envolveu o Ferroviário de Nampula e Maxaquene, no Estádio 25 de Junho

Estes “craques” têm que ser substituídos

Todavia, numa altura como esta, em que se fala tanto sobre a melhoria da arbitragem que contribua para o crescimento do nosso futebol, não poderia igualmente haver árbitros como Zinanga Xavier, que aparentemente não tivessem capacidade de visão e decisão para apitar um jogo daqueles.

Enfim, enquanto for os jogadores e árbitros que temos, continuaremos a assistir nos campos de futebol, cenas vergonhosas, como agressões físicas, insultos e outras que se verificaram neste jogo.

Há muita história suja que se podia contar sobre essa partida aqui, em que o próprio banco técnico do Maxaquene teve alguma culpa, mas dizer que a mesma começou com as duas equipas bem balanceadas para o ataque, com particular realce para o Maxaquene, que aos dois minutos abre o marcador por intermédio de Eusébio.

Este golo trouxe mais motivação à equipa visitante que começou a ser mais incisiva e organizada.

Em posição de desvantagem, os comandados de Sérgio Faife tiveram um menor caudal atacante, dando a impressão que ainda falta alguma profundidade ao ataque e escassez de soluções, isto é, a equipa precisa de trabalhar muito para se reencontrar.

Entretanto, a partir de um momento o jogo entra numa fase má, que ditou a expulsão do técnico do Maxaquene, por mandar “bocas” ao árbitro, protestando o trabalho deste.

O certo é que Zinanga Xavier não parecia estar à altura de apitar o jogo, com o agravante de os jogadores do Maxaquene não terem lhe ajudado a fazer um bom trabalho.

É que, alguns deles ao invés de jogarem a bola, optaram por confrontos físicos desnecessários que provocaram o penalte que resultou em golo de igualdade, aos 21 minutos, da autoria de Duda. Outros dois claros penaltes a favor dos donos da casa foram ignorados pelo árbitro, o que fez com que as equipas chegassem ao fim da primeira parte com este empate.

Na segunda parte, o jogo foi muito intenso e poderia ser a melhor disputada em relação à primeira, se não fosse as atitudes antidesportivas de alguns jogadores do Maxaquene, que continuaram com agressões físicas aos seus oponentes, incentivados em parte pelo banco técnico. Contudo, trouxe os jogadores do Ferroviário, bem-dispostos, para resolver a partida, é assim que aos 66 minutos Matofa desempata o jogo.

E numa altura em que os “locomotivas” de Nampula tentavam segurar a vantagem, Jumisse restabelece a igualdade. Este jogo foi mau demais para ser verdade. Por exemplo, não se explica e muito mais dignificante que Soarito, mesmo depois do jogo ter terminado, agrida violentamente Nando, foi uma atitude muito contestada pelo público.

Ficha Técnica

Árbitro: Zinanga Xavier auxiliado por Alberto Miambo e Bento Chingeranao.

Ferroviário de Nampula: Zacarias; Paíto, Matofica, Duda, Joaquim, Nando, Elídio, Zé (Manecas), Samuel (Ginho), Rafael e Leonel.

Maxaquene: Soarito, Mustafa, Campira, Nacisio (Kito), Kiki, Faria, Jumisse, Liberti, Eusébio, Pelembe ( Cuinica) e Macamito(Eurico).

Acção disciplinar: Amarelos para Mustafa e Narciso do Maxaquene e Duda do Ferroviário.

Mouzinho de Albuquerque

publicado por Vaxko Zakarias às 11:05
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