Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 16 DE Fevereiro 2009

O MAXAQUENE voltou a somar mais uma vitória ontem no campo do Costa do Sol, desta feita diante da Liga Muçulmana de Maputo, por 1-0, e segue em frente na Taça de Honra em futebol, concluída que foi a terceira jornada da prova, em que se destaca igualmente o nulo no embate entre o Desportivo e o Costa do Sol, noutro jogo da ronda, que teve lugar no mesmo recinto.



Com este triunfo, os tricolores contabilizam sete pontos, frutos de duas vitórias e um empate. A primeira vitória foi diante do Desportivo, na ronda inaugural, pela mesma contagem. Empataram com o Matchedje sem abertura de contagem, na jornada seguinte.

O Maxaquene é seguido pelo Desportivo, que conta com quatro pontos, resultantes da vitória sobre a Liga Muçulmana, na jornada anterior, também por 1-0, e uma igualdade frente ao Matchedje. Por seu turno, o Ferroviário, com menos dois, está em terceiro lugar com três pontos. Os locomotivas, que venceram a Liga Muçulmana, por 2-0, na única partida que efectuaram, têm no seu encalço o Costa do Sol e o Matchedje, ambos com dois pontos, frutos de igual número de empates, e com menos um jogo. Os canarinhos e militares empataram a uma bola no jogo entre si, na estreia. O Matchedje voltou a sofrer um empate na jornada seguinte com o Maxaquene, sem golos.

Na cauda está a Liga Muçulmana que perdeu em todas as jornadas já efectuadas.

A próxima ronda abre com o jogo Liga Muçulmana-Costa do Sol, na quinta-feira. Os restantes jogos terão lugar no domingo. O Maxaquene medirá forças com o Ferroviário e o Desportivo com o Matchedje.

O Costa do Sol viu o seu sonho de triunfar pela primeira vez na prova a ruir graças às grandes intervenções do guarda-redes Jaimito, que fechou todos os ângulos da baliza inviabilizando uma série de investidas, com defesas de recurso e que mereceram grandes aplausos por parte dos adeptos do Desportivo. Foi um jogo que trouxe uma certa alegria ao público que foi ao campo dos canarinhos, pois as duas equipas abriram-se no máximo expressando maior vontade de fazer o melhor de si.

Porém, foi o Costa do Sol que mais deu nas vistas em termos ofensivos e merecia outra sorte. Muito cedo, os ;canarinhos deram o aviso que estavam decididos a saírem do encontro com o melhor resultado e, em consequência disso, ganharam muitos lances de bola parada, que levaram muito perigo à baliza de Jaimito. O primeiro aviso foi dado pelo meio-campista Mambo, que obrigou o keeper alvi-negro a uma palmada para canto.

O Costa do Sol foi ganhando mais pontapés de canto e, num deles, o defensor João, que os canarinhos haviam emprestado ao Chingale, antecipou-se à defensiva de cabeça, mas a bola foi devolvida por um contrário na linha de golo, com Jaimito já batido. João teve excelentes subidas e foi um dos melhores executantes de lances de bola parada junto à zona defensiva dos alvi-negros. Fez um belíssimo arco, pela esquerda, em mais um livre, que forçou novamente Jaimito a uma defesa de recurso.

Contudo, o momento mais certo para o Costa do Sol visar a baliza de Jaimito foi aquele em que Mexer obstruiu a entrada do congolês Perry, pela direita, na grande área, tendo Anónio Massango assinalado o castigo máximo. Mas Jaimito voltou a provar a sua mestria e defendeu o penalte batido pelo capitão Mambo, já no final da primeira parte.

Os alvi-negros não foram meros espectadores. Tiveram uma boa abordagem do jogo e uma maior briga pela posse da bola. Mas foram ineficazes nas acções ofensivas, sobretudo na primeira parte, em que Aníbal e Imo não encontraram espaços de manobra dada a maior eficácia da defensiva canarinha. Aníbal tentou arrancar alguns remates fora da área, mas não tiveram o melhor enquadramento com a baliza defendida pelo ganês Abu.

O Desportivo teve maior reacção já na segunda parte, em que entra a fazer estremecer a baliza adversária, com Imo a levar a bola ao poste. Mas o Costa do Sol reagiu de imediato, com duas investidas de Marufo e Samito, mas controladas por Jaimito. Imo voltou a romper a zona, mas revelou alguma lentidão tendo os seus remates obstruídos.

O Costa do Sol voltou à carga. João foi chamado novamente a executar um livre próximo à grande área e com força e arte fê-lo muito bem, mas Jaimito esticou-se e cedeu canto. Impecável, manteve a sua baliza inviolável até que Massango apitou pela última vez. Este juiz fez um bom trabalho, mas exagerou no aspecto disciplinar. Mostrou muitos cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Baltazar Hilário e Téofilo Mungoi. O quarto árbitro foi Imeldina Mapelane.

DESPORTIVO Jaimito; Josué (Mayunda), Zainadine Júnior, Mexer e Secanhe; Isac (Julinho), Nelson, Nelinho e Muandro; Aníbal (Bito) e Imo (Binó).

COSTA DO SOL Abu; João, Kito, Jonas e Nhabanga; Samito (Silvério), King (Josimar), Mambo e Ruben (Júnior); Félix (Marufo) e Perry.

DISCIPLINA: cartões amarelos para Mexer (Desportivo) e João, Kito, Rúben e King (Costa do Sol).

MARITO OFERECE VITÓRIA AOS TRICOLORES



O Maxaquene foi bafejado pela sorte no encontro com a Liga Muçulmana, com o central Marito a marcar na própria baliza, quando tentava anular o centro de Jetinho para a zona de rigor. Foi um golpe que acabou confortando os tricolores, que foram a melhor equipa no que respeita às oportunidades que criou junto ao reduto do adversário, sobretudo na segunda parte.

O jogo foi bastante monótono. Os jogadores acusaram falta de ritmo e uma fraca abordagem do seu jogo, que foi perdendo interesse de minuto a minuto, pois as coisas não melhoravam em termos de produção no terreno. Um espectáculo pálido, que deu alguma soneca à assistência, acima de tudo no primeiro período, em que as duas equipas tiveram apenas uma ocasião de visar a baliza contrária.

A Liga Muçulmana foi a primeira a agir, numa jogada de contra-ataque em que Edgar embrulhou-se com Mustafá e o esférico sobrou-lhe, mas não rematou de primeira e quando o fez foi com menos força, pois já tinha Narciso a fazer a dobra.

Os tricoloresreagiram, Liberty arrancou um remate preciso, mas Lamá estava atento.

O Maxaquene melhorou a sua prestação na segunda parte, mas foi a Liga que entrou a ameaçar. Ganhou um livre na meia-lua, mas o central Fanuel não acertou. A seguir a este lance, Alex foi isolado por Carlitos, mas atirou sem jeito para fora.

Daí para frente o Maxaquene tomou as rédeas do jogo, a começar com o tiro de Michael quase a roçar o poste. A secundar, Jumisse falhou igualmente por pouco o alvo, na intercepção do livre batido por Campira. Com Hélder Cuinica e Pelembe junto no ataque, houve muita briga na ofensiva, Cuinica levou a bola ao poste, nos derradeiros minutos da partida. Esgotaram-se os 90 minutos e eis que Jetinho despeja a bola para a área e Marito faz um mau corte, já no período de compensação.

FICHA TÉCNICA

MAXAQUENE Soarito; Campira, Narciso, Nito e Kiki; Kito (Michalel), Mustafá, Macamito (Hélder Pelembe) e Jumisse (Jetinho); Liberty e Eurico (Hélder Cuinica).

LIGA MUÇULMANA Lama; Calima, Fanuel, Marito e Gabito; Alex, Emeka, Carlitos (Josssias) e Sulemane; Edgar (Affes) e Maninho (Nito).

DISCIPLINA: amarelo para Eurico.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
 O que é? |  O que é? | favorito

O MAXAQUENE voltou a somar mais uma vitória ontem no campo do Costa do Sol, desta feita diante da Liga Muçulmana de Maputo, por 1-0, e segue em frente na Taça de Honra em futebol, concluída que foi a terceira jornada da prova, em que se destaca igualmente o nulo no embate entre o Desportivo e o Costa do Sol, noutro jogo da ronda, que teve lugar no mesmo recinto.



Com este triunfo, os tricolores contabilizam sete pontos, frutos de duas vitórias e um empate. A primeira vitória foi diante do Desportivo, na ronda inaugural, pela mesma contagem. Empataram com o Matchedje sem abertura de contagem, na jornada seguinte.

O Maxaquene é seguido pelo Desportivo, que conta com quatro pontos, resultantes da vitória sobre a Liga Muçulmana, na jornada anterior, também por 1-0, e uma igualdade frente ao Matchedje. Por seu turno, o Ferroviário, com menos dois, está em terceiro lugar com três pontos. Os locomotivas, que venceram a Liga Muçulmana, por 2-0, na única partida que efectuaram, têm no seu encalço o Costa do Sol e o Matchedje, ambos com dois pontos, frutos de igual número de empates, e com menos um jogo. Os canarinhos e militares empataram a uma bola no jogo entre si, na estreia. O Matchedje voltou a sofrer um empate na jornada seguinte com o Maxaquene, sem golos.

Na cauda está a Liga Muçulmana que perdeu em todas as jornadas já efectuadas.

A próxima ronda abre com o jogo Liga Muçulmana-Costa do Sol, na quinta-feira. Os restantes jogos terão lugar no domingo. O Maxaquene medirá forças com o Ferroviário e o Desportivo com o Matchedje.

O Costa do Sol viu o seu sonho de triunfar pela primeira vez na prova a ruir graças às grandes intervenções do guarda-redes Jaimito, que fechou todos os ângulos da baliza inviabilizando uma série de investidas, com defesas de recurso e que mereceram grandes aplausos por parte dos adeptos do Desportivo. Foi um jogo que trouxe uma certa alegria ao público que foi ao campo dos canarinhos, pois as duas equipas abriram-se no máximo expressando maior vontade de fazer o melhor de si.

Porém, foi o Costa do Sol que mais deu nas vistas em termos ofensivos e merecia outra sorte. Muito cedo, os ;canarinhos deram o aviso que estavam decididos a saírem do encontro com o melhor resultado e, em consequência disso, ganharam muitos lances de bola parada, que levaram muito perigo à baliza de Jaimito. O primeiro aviso foi dado pelo meio-campista Mambo, que obrigou o keeper alvi-negro a uma palmada para canto.

O Costa do Sol foi ganhando mais pontapés de canto e, num deles, o defensor João, que os canarinhos haviam emprestado ao Chingale, antecipou-se à defensiva de cabeça, mas a bola foi devolvida por um contrário na linha de golo, com Jaimito já batido. João teve excelentes subidas e foi um dos melhores executantes de lances de bola parada junto à zona defensiva dos alvi-negros. Fez um belíssimo arco, pela esquerda, em mais um livre, que forçou novamente Jaimito a uma defesa de recurso.

Contudo, o momento mais certo para o Costa do Sol visar a baliza de Jaimito foi aquele em que Mexer obstruiu a entrada do congolês Perry, pela direita, na grande área, tendo Anónio Massango assinalado o castigo máximo. Mas Jaimito voltou a provar a sua mestria e defendeu o penalte batido pelo capitão Mambo, já no final da primeira parte.

Os alvi-negros não foram meros espectadores. Tiveram uma boa abordagem do jogo e uma maior briga pela posse da bola. Mas foram ineficazes nas acções ofensivas, sobretudo na primeira parte, em que Aníbal e Imo não encontraram espaços de manobra dada a maior eficácia da defensiva canarinha. Aníbal tentou arrancar alguns remates fora da área, mas não tiveram o melhor enquadramento com a baliza defendida pelo ganês Abu.

O Desportivo teve maior reacção já na segunda parte, em que entra a fazer estremecer a baliza adversária, com Imo a levar a bola ao poste. Mas o Costa do Sol reagiu de imediato, com duas investidas de Marufo e Samito, mas controladas por Jaimito. Imo voltou a romper a zona, mas revelou alguma lentidão tendo os seus remates obstruídos.

O Costa do Sol voltou à carga. João foi chamado novamente a executar um livre próximo à grande área e com força e arte fê-lo muito bem, mas Jaimito esticou-se e cedeu canto. Impecável, manteve a sua baliza inviolável até que Massango apitou pela última vez. Este juiz fez um bom trabalho, mas exagerou no aspecto disciplinar. Mostrou muitos cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Baltazar Hilário e Téofilo Mungoi. O quarto árbitro foi Imeldina Mapelane.

DESPORTIVO Jaimito; Josué (Mayunda), Zainadine Júnior, Mexer e Secanhe; Isac (Julinho), Nelson, Nelinho e Muandro; Aníbal (Bito) e Imo (Binó).

COSTA DO SOL Abu; João, Kito, Jonas e Nhabanga; Samito (Silvério), King (Josimar), Mambo e Ruben (Júnior); Félix (Marufo) e Perry.

DISCIPLINA: cartões amarelos para Mexer (Desportivo) e João, Kito, Rúben e King (Costa do Sol).

MARITO OFERECE VITÓRIA AOS TRICOLORES



O Maxaquene foi bafejado pela sorte no encontro com a Liga Muçulmana, com o central Marito a marcar na própria baliza, quando tentava anular o centro de Jetinho para a zona de rigor. Foi um golpe que acabou confortando os tricolores, que foram a melhor equipa no que respeita às oportunidades que criou junto ao reduto do adversário, sobretudo na segunda parte.

O jogo foi bastante monótono. Os jogadores acusaram falta de ritmo e uma fraca abordagem do seu jogo, que foi perdendo interesse de minuto a minuto, pois as coisas não melhoravam em termos de produção no terreno. Um espectáculo pálido, que deu alguma soneca à assistência, acima de tudo no primeiro período, em que as duas equipas tiveram apenas uma ocasião de visar a baliza contrária.

A Liga Muçulmana foi a primeira a agir, numa jogada de contra-ataque em que Edgar embrulhou-se com Mustafá e o esférico sobrou-lhe, mas não rematou de primeira e quando o fez foi com menos força, pois já tinha Narciso a fazer a dobra.

Os tricoloresreagiram, Liberty arrancou um remate preciso, mas Lamá estava atento.

O Maxaquene melhorou a sua prestação na segunda parte, mas foi a Liga que entrou a ameaçar. Ganhou um livre na meia-lua, mas o central Fanuel não acertou. A seguir a este lance, Alex foi isolado por Carlitos, mas atirou sem jeito para fora.

Daí para frente o Maxaquene tomou as rédeas do jogo, a começar com o tiro de Michael quase a roçar o poste. A secundar, Jumisse falhou igualmente por pouco o alvo, na intercepção do livre batido por Campira. Com Hélder Cuinica e Pelembe junto no ataque, houve muita briga na ofensiva, Cuinica levou a bola ao poste, nos derradeiros minutos da partida. Esgotaram-se os 90 minutos e eis que Jetinho despeja a bola para a área e Marito faz um mau corte, já no período de compensação.

FICHA TÉCNICA

MAXAQUENE Soarito; Campira, Narciso, Nito e Kiki; Kito (Michalel), Mustafá, Macamito (Hélder Pelembe) e Jumisse (Jetinho); Liberty e Eurico (Hélder Cuinica).

LIGA MUÇULMANA Lama; Calima, Fanuel, Marito e Gabito; Alex, Emeka, Carlitos (Josssias) e Sulemane; Edgar (Affes) e Maninho (Nito).

DISCIPLINA: amarelo para Eurico.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
 O que é? |  O que é? | favorito

DEPOIS de várias iniciativas propaladas visando a reactivação do Clube Nova Aliança da Maxixe, que não ganharam nenhum efeito, uma grande mobilização de meios e recursos está em curso para trazer de volta aquele que foi um dos clubes históricos do país, fundado pelos pescadores de Chicuque, no longínquo ano de 1932.


Uma grande campanha de sensibilização decorre visando resgatar antigos sócios, simpatizantes e amantes do clube, bem como trazer novos, isto a nível da Maxixe e de outros pontos de Inhambane e além-fronteiras da província, particularmente na cidade de Maputo, para onde alguns dos fundadores do clube desertaram.


As acções com vista ao relançamento do Nova Aliança ganharam ímpeto a partir de 2005, um ano depois da assembleia-geral do clube, que elegeu Jacinto Abrão como presidente. Jacinto Abrão foi um dos jogadores do Nova Aliança que, após terminar a sua carreira futebolística, ocupou o cargo de secretário-geral, na altura em que Fernando Gomes era presidente e homem forte do clube.

O primeiro passo dado foi a elaboração dos estatutos para dotar o clube de personalidade jurídica, de modo a funcionar legalmente e poder, desse modo, realizar parcerias possíveis para avançar com os projectos que têm na manga, nomeadamente o relançamento da equipa de futebol de seniores, tendo como horizonte o Moçambola, para além da construção de um campo de raiz no espaço onde o Nova Aliança começou a jogar depois da sua fundação.

De salientar que o Nova Aliança da Maxixe teve os seus momentos áureos na década 80, quando representou Inhanbane no Campeonato Nacional de Futebol, onde ombreou com grandes equipas como Maxaquene, Desportivo, Ferroviário, Costa do Sol e Matchedje, todas de Maputo, Textáfrica, Têxtil do Púnguè e Ferroviário da Beira, entre outras.

Mas o seu momento histórico no Nacional foi quando se tornou vice-campeão em 1985, em que o Maxaquene conseguiu o primeiro título. Com este feito, o Nova Aliança atingia o pico da sua grandeza desde que ascendera à prova máxima, em 1983, na qual se manteve até 1989, período em que desfilaram outras equipas históricas como o Namutequeliua e Associação Desportiva de Pemba.

GUERRA ACABOU COM O MÍSTICO 

A queda do Nova Aliança da Maxixe, como de tantos outros clubes históricos, começou a desenhar-se no período da guerra dos 16 anos, começou quando a equipa de futebol, modalidade com a qual mais se identificou, ficou sem espaço para se movimentar e Fernando Gomes desertou para Maputo. As dificuldades tornaram-se enormes para a sobrevivência do clube, até que ficou riscado do mapa futebolístico do país. Terminada a guerra, houve várias iniciativas para a sua reactivação, mas que foram por água abaixo.

Porém, tudo demonstra que as coisas poderão ser diferentes desta vez, pois o grau de mobilização e de envolvimento das pessoas no processo visando a reactivação do clube tende a crescer e alguns passos já foram dados à busca de soluções. Os estatutos do clube estão prontos e serão submetidos à aprovação em breve. 

Paralelamente a isso, a nova direcção do clube trabalha para preencher os órgãos sociais de modo a ter uma estrutura forte à altura dos desafios que se perseguem, sobretudo a construção de um campo de raiz e outras infra-estruturas para albergar as diversas modalidades com que o Nova Aliança se identificou no passado, casos de atletismo, basquetebol, voleibol e futebol de salão.

Garrido Garrine, que auxiliou Augusto Matine na Selecção Nacional de Futebol, os “Mambas”, é um dos homens que está à frente dos projectos tendo como finalidade o relançamento do Nova Aliança da Maxixe, que tinha a sua mística no futebol e seus sócios.

Garrido Garrine, conselheiro no departamento de futebol, admitiu que as dificuldades são enormes para reactivar o clube, o que vai requer maior dinâmica da própria direcção e dos órgãos sociais.

Para o efeito, aguarda-se pela publicação dos estatutos no Boletim da República para proceder a convocação de uma nova assembleia para que todos aqueles que queiram ser sócios do clube adiram. Neste momento, a colectividade abriu uma conta bancária disponível a todos os sócios activos para que façam as suas contribuições e estejam a par da gestão da colectividade, como exemplo de uma gestão que se pretende transparente.

REGRESSO EM CINCO ANOS 

A vontade de trazer o Nova Aliança rapidamente à ribalta é enorme, daí que a direcção do clube equaciona reintroduzir os seniores este ano, tendo em conta que o apuramento para o Moçambola regressa para os moldes anteriores, com a abolição da Divisão de Honra. Esta situação leva Garrine a vaticinar a possibilidade de a equipa de Maxixe regressar mais cedo ao convívio dos grandes, que as previsões anteriores, em que apontava para um período de cinco anos.

Porém, reconhece que isso dependerá do volume de apoio que for conseguido, mas não de forma isolada como tem acontecido agora.

Vincou, adiante, que o fundamental é criar infra-estruturas e ter campo próprio, porque, no seu entender, é mais fácil reunir material desportivo. “Endereçamos algumas cartas ao empresariado, nomeadamente o Standard Bank e Vodacom, sendo empresas que se identificam com as nossas cores”, contou.

O Nova Aliança precisa, para dar os primeiros passos, de ter alguma sustentabilidade financeira que lhe permita estar em condições de inscrever os atletas na Associação Provincial de Futebol de Inhambane, cobrir as despesas de secretaria e assegurar o material desportivo, pagamento dos treinadores que trabalharão na formação.

Para o efeito, lançou um apelo para que todos os que pertencem ao Nova Aliança da Maxixe, desde os pais até aos respectivos filhos, se juntem de modo que Inhambane esteja representado no Moçambola.

A nossa fonte lança as culpas da queda dos clubes também à política que culminou com a sua integração às empresas. “As empresas foram encontrar tudo organizado nos clubes, mas quando faliram nem sequer devolveram o que lá estava”, lamentou, condenando de seguida a Lei de Mecenato, para quem deve estar clara sobre as contrapartidas para as empresas que apoiam o desporto, isto no que se refere aos impostos.

“As empresas devem estar seguras de que o seu financiamento traz-lhes alguns benefícios. Tudo deve ficar claro de modo que quando olham para as suas finanças vejam que demos tanto e em contrapartida conseguimos isto, de modo a sentirem-se cada vez mais motivadas para apoiar os clubes”, sublinhou.

FORTE BASE DE TALENTOS

O Nova Aliança tem a prerrogativa de ter uma base para a prospecção de talentos à sua volta. No seu redor, estão 10 Escolas do Primeiro Grau, com as quais trabalha directamente para a formação de futuros jogadores para a iniciação.

É destas escolas que surge maior parte dos atletas que integram actualmente as equipas de juniores e juvenis, com as quais participa nos campeonatos provinciais. Aliás, o Nova Aliança esteve ano passado representado nos nacionais destes escalões, tendo deste modo uma base para a formação da equipa de seniores, com a qual participará no campeonato provincial deste ano.

Segundo Garrido Garrine, é objectivo do clube prosseguir com este projecto com a promoção de campeonatos regulares envolvendo equipas representantes das respectivas escolas a partir das quais formar-se-á as Esperanças do Nova Aliança (uma equipa de juvenis).

Temos, dentro de um raio de 20 quilómetros do clube, escolas onde faremos pesquisa de talentos, que posteriormente entrarão nas fileiras do Nova Aliança. É um projecto que se faz a custo da vontade própria e o nosso objectivo é dar andamento aos talentos que forem descobertos. Há talentos na província, mas quem está para assegurar o desporto de alta-competição a nível da província não está organizado, daí que estes talentos morrem no recreativo, afirmou, referindo-se à Associação de Futebol de Inhambane.

Porém, o clube tem falta de material desportivo para tornar este movimento mais forte.

A fonte negou que o Nova Aliança da Maxixe foi, pelas características, um clube que movimentou diversas modalidades. Porém, isso deixou de ser visível porque o clube perdeu a sua estrutura, daí que haja muita coisa por fazer para reorganizar o clube, do ponto de vista de órgãos sociais.

Para relançar a sua imagem, o clube está a fazer um trabalho de marketing baseado na reintrodução de camisetas e chapéus que ostentam as cores da colectividade. A par disso, existe um grupo que está a preparar um livro sobre a história do clube, na base dos depoimentos de pessoas mais velhas que estiveram ligadas ao Nova Aliança, algumas das quais já não existem, isto para expor as origens do clube, a sua trajectória e os seus feitos.

PROJECÇÃO COMPETITIVA

O Nova Aliança cinge-se, neste momento, aos escalões de juvenis e juniores, através dos quais participou nos últimos nacionais, mas sem grande exibição. Ficou em último lugar em juniores, mas a direcção do clube considera que a sua presença na prova foi um marco importante para o aparecimento da equipa. A equipa de juvenis esteve igualmente abaixo dos lugares intermédios da prova.

A fraca prestação das equipas no nacional deve-se, segundo o nosso entrevistado, à fraca competitividade resultante de problemas organizacionais a nível da estrutura que gera a modalidade.

Não há competitividade até aos seniores, pois os respectivos campeonatos não vão para além de seis jornadas. Desde 2000 que o problema prevalece, daí que o futebol federado seja bastante fraco. Nos últimos anos, só tivemos o Ferroviário de Inhambane na II Liga, apontou Garrine.

Aquele antigo adjunto-técnico dos Mambas salientou que é por essa razão que o Nova Aliança está a privilegiar a formação para que, daqui a sensivelmente três ou quatro anos, o clube apareça completo em todos os escalões.

A introdução do Ensino Superior em Inhambane dá-nos certa vantagem, porque não teremos o problema dos atletas emigrarem para estudar noutras regiões. Queremos um funcionamento pleno dos órgãos sociais. Isso não acontece em muitos clubes, talvez o novo Regulamento do Clube da FIFA force os clubes a mudarem de comportamento, desejou.

ORIGEM DO CLUBE

O Nova Aliança foi fundado por um grupo de pescadores em 1932, em Chicuque, e jogou desde lá no recreativo, até que, com a sua evolução, começou a ser conhecido oficialmente em 1942, quando entrou no futebol federado.

Depois disso, alterou-se o argumento de que a origem do clube é de pescadores de Chicuque, quando se trocou, nos seus estatutos, o velho emblema para dotá-lo de estética. Ou seja, o barco que simboliza o clube era tipo triângulo, tendo se adoptado um outro que é utilizado pelos pescadores da Maxixe. Colocou-se nele a gaivota que simboliza o pescador.

O Nova Aliança conta com um espaço invejável aproximadamente quatro hectares de terreno - e que pode albergar um Complexo Desportivo, local onde pretende construir o campo de futebol com dimensões oficiais.

SALVADOR NHANTUMBO
publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
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DEPOIS de várias iniciativas propaladas visando a reactivação do Clube Nova Aliança da Maxixe, que não ganharam nenhum efeito, uma grande mobilização de meios e recursos está em curso para trazer de volta aquele que foi um dos clubes históricos do país, fundado pelos pescadores de Chicuque, no longínquo ano de 1932.


Uma grande campanha de sensibilização decorre visando resgatar antigos sócios, simpatizantes e amantes do clube, bem como trazer novos, isto a nível da Maxixe e de outros pontos de Inhambane e além-fronteiras da província, particularmente na cidade de Maputo, para onde alguns dos fundadores do clube desertaram.


As acções com vista ao relançamento do Nova Aliança ganharam ímpeto a partir de 2005, um ano depois da assembleia-geral do clube, que elegeu Jacinto Abrão como presidente. Jacinto Abrão foi um dos jogadores do Nova Aliança que, após terminar a sua carreira futebolística, ocupou o cargo de secretário-geral, na altura em que Fernando Gomes era presidente e homem forte do clube.

O primeiro passo dado foi a elaboração dos estatutos para dotar o clube de personalidade jurídica, de modo a funcionar legalmente e poder, desse modo, realizar parcerias possíveis para avançar com os projectos que têm na manga, nomeadamente o relançamento da equipa de futebol de seniores, tendo como horizonte o Moçambola, para além da construção de um campo de raiz no espaço onde o Nova Aliança começou a jogar depois da sua fundação.

De salientar que o Nova Aliança da Maxixe teve os seus momentos áureos na década 80, quando representou Inhanbane no Campeonato Nacional de Futebol, onde ombreou com grandes equipas como Maxaquene, Desportivo, Ferroviário, Costa do Sol e Matchedje, todas de Maputo, Textáfrica, Têxtil do Púnguè e Ferroviário da Beira, entre outras.

Mas o seu momento histórico no Nacional foi quando se tornou vice-campeão em 1985, em que o Maxaquene conseguiu o primeiro título. Com este feito, o Nova Aliança atingia o pico da sua grandeza desde que ascendera à prova máxima, em 1983, na qual se manteve até 1989, período em que desfilaram outras equipas históricas como o Namutequeliua e Associação Desportiva de Pemba.

GUERRA ACABOU COM O MÍSTICO 

A queda do Nova Aliança da Maxixe, como de tantos outros clubes históricos, começou a desenhar-se no período da guerra dos 16 anos, começou quando a equipa de futebol, modalidade com a qual mais se identificou, ficou sem espaço para se movimentar e Fernando Gomes desertou para Maputo. As dificuldades tornaram-se enormes para a sobrevivência do clube, até que ficou riscado do mapa futebolístico do país. Terminada a guerra, houve várias iniciativas para a sua reactivação, mas que foram por água abaixo.

Porém, tudo demonstra que as coisas poderão ser diferentes desta vez, pois o grau de mobilização e de envolvimento das pessoas no processo visando a reactivação do clube tende a crescer e alguns passos já foram dados à busca de soluções. Os estatutos do clube estão prontos e serão submetidos à aprovação em breve. 

Paralelamente a isso, a nova direcção do clube trabalha para preencher os órgãos sociais de modo a ter uma estrutura forte à altura dos desafios que se perseguem, sobretudo a construção de um campo de raiz e outras infra-estruturas para albergar as diversas modalidades com que o Nova Aliança se identificou no passado, casos de atletismo, basquetebol, voleibol e futebol de salão.

Garrido Garrine, que auxiliou Augusto Matine na Selecção Nacional de Futebol, os “Mambas”, é um dos homens que está à frente dos projectos tendo como finalidade o relançamento do Nova Aliança da Maxixe, que tinha a sua mística no futebol e seus sócios.

Garrido Garrine, conselheiro no departamento de futebol, admitiu que as dificuldades são enormes para reactivar o clube, o que vai requer maior dinâmica da própria direcção e dos órgãos sociais.

Para o efeito, aguarda-se pela publicação dos estatutos no Boletim da República para proceder a convocação de uma nova assembleia para que todos aqueles que queiram ser sócios do clube adiram. Neste momento, a colectividade abriu uma conta bancária disponível a todos os sócios activos para que façam as suas contribuições e estejam a par da gestão da colectividade, como exemplo de uma gestão que se pretende transparente.

REGRESSO EM CINCO ANOS 

A vontade de trazer o Nova Aliança rapidamente à ribalta é enorme, daí que a direcção do clube equaciona reintroduzir os seniores este ano, tendo em conta que o apuramento para o Moçambola regressa para os moldes anteriores, com a abolição da Divisão de Honra. Esta situação leva Garrine a vaticinar a possibilidade de a equipa de Maxixe regressar mais cedo ao convívio dos grandes, que as previsões anteriores, em que apontava para um período de cinco anos.

Porém, reconhece que isso dependerá do volume de apoio que for conseguido, mas não de forma isolada como tem acontecido agora.

Vincou, adiante, que o fundamental é criar infra-estruturas e ter campo próprio, porque, no seu entender, é mais fácil reunir material desportivo. “Endereçamos algumas cartas ao empresariado, nomeadamente o Standard Bank e Vodacom, sendo empresas que se identificam com as nossas cores”, contou.

O Nova Aliança precisa, para dar os primeiros passos, de ter alguma sustentabilidade financeira que lhe permita estar em condições de inscrever os atletas na Associação Provincial de Futebol de Inhambane, cobrir as despesas de secretaria e assegurar o material desportivo, pagamento dos treinadores que trabalharão na formação.

Para o efeito, lançou um apelo para que todos os que pertencem ao Nova Aliança da Maxixe, desde os pais até aos respectivos filhos, se juntem de modo que Inhambane esteja representado no Moçambola.

A nossa fonte lança as culpas da queda dos clubes também à política que culminou com a sua integração às empresas. “As empresas foram encontrar tudo organizado nos clubes, mas quando faliram nem sequer devolveram o que lá estava”, lamentou, condenando de seguida a Lei de Mecenato, para quem deve estar clara sobre as contrapartidas para as empresas que apoiam o desporto, isto no que se refere aos impostos.

“As empresas devem estar seguras de que o seu financiamento traz-lhes alguns benefícios. Tudo deve ficar claro de modo que quando olham para as suas finanças vejam que demos tanto e em contrapartida conseguimos isto, de modo a sentirem-se cada vez mais motivadas para apoiar os clubes”, sublinhou.

FORTE BASE DE TALENTOS

O Nova Aliança tem a prerrogativa de ter uma base para a prospecção de talentos à sua volta. No seu redor, estão 10 Escolas do Primeiro Grau, com as quais trabalha directamente para a formação de futuros jogadores para a iniciação.

É destas escolas que surge maior parte dos atletas que integram actualmente as equipas de juniores e juvenis, com as quais participa nos campeonatos provinciais. Aliás, o Nova Aliança esteve ano passado representado nos nacionais destes escalões, tendo deste modo uma base para a formação da equipa de seniores, com a qual participará no campeonato provincial deste ano.

Segundo Garrido Garrine, é objectivo do clube prosseguir com este projecto com a promoção de campeonatos regulares envolvendo equipas representantes das respectivas escolas a partir das quais formar-se-á as Esperanças do Nova Aliança (uma equipa de juvenis).

Temos, dentro de um raio de 20 quilómetros do clube, escolas onde faremos pesquisa de talentos, que posteriormente entrarão nas fileiras do Nova Aliança. É um projecto que se faz a custo da vontade própria e o nosso objectivo é dar andamento aos talentos que forem descobertos. Há talentos na província, mas quem está para assegurar o desporto de alta-competição a nível da província não está organizado, daí que estes talentos morrem no recreativo, afirmou, referindo-se à Associação de Futebol de Inhambane.

Porém, o clube tem falta de material desportivo para tornar este movimento mais forte.

A fonte negou que o Nova Aliança da Maxixe foi, pelas características, um clube que movimentou diversas modalidades. Porém, isso deixou de ser visível porque o clube perdeu a sua estrutura, daí que haja muita coisa por fazer para reorganizar o clube, do ponto de vista de órgãos sociais.

Para relançar a sua imagem, o clube está a fazer um trabalho de marketing baseado na reintrodução de camisetas e chapéus que ostentam as cores da colectividade. A par disso, existe um grupo que está a preparar um livro sobre a história do clube, na base dos depoimentos de pessoas mais velhas que estiveram ligadas ao Nova Aliança, algumas das quais já não existem, isto para expor as origens do clube, a sua trajectória e os seus feitos.

PROJECÇÃO COMPETITIVA

O Nova Aliança cinge-se, neste momento, aos escalões de juvenis e juniores, através dos quais participou nos últimos nacionais, mas sem grande exibição. Ficou em último lugar em juniores, mas a direcção do clube considera que a sua presença na prova foi um marco importante para o aparecimento da equipa. A equipa de juvenis esteve igualmente abaixo dos lugares intermédios da prova.

A fraca prestação das equipas no nacional deve-se, segundo o nosso entrevistado, à fraca competitividade resultante de problemas organizacionais a nível da estrutura que gera a modalidade.

Não há competitividade até aos seniores, pois os respectivos campeonatos não vão para além de seis jornadas. Desde 2000 que o problema prevalece, daí que o futebol federado seja bastante fraco. Nos últimos anos, só tivemos o Ferroviário de Inhambane na II Liga, apontou Garrine.

Aquele antigo adjunto-técnico dos Mambas salientou que é por essa razão que o Nova Aliança está a privilegiar a formação para que, daqui a sensivelmente três ou quatro anos, o clube apareça completo em todos os escalões.

A introdução do Ensino Superior em Inhambane dá-nos certa vantagem, porque não teremos o problema dos atletas emigrarem para estudar noutras regiões. Queremos um funcionamento pleno dos órgãos sociais. Isso não acontece em muitos clubes, talvez o novo Regulamento do Clube da FIFA force os clubes a mudarem de comportamento, desejou.

ORIGEM DO CLUBE

O Nova Aliança foi fundado por um grupo de pescadores em 1932, em Chicuque, e jogou desde lá no recreativo, até que, com a sua evolução, começou a ser conhecido oficialmente em 1942, quando entrou no futebol federado.

Depois disso, alterou-se o argumento de que a origem do clube é de pescadores de Chicuque, quando se trocou, nos seus estatutos, o velho emblema para dotá-lo de estética. Ou seja, o barco que simboliza o clube era tipo triângulo, tendo se adoptado um outro que é utilizado pelos pescadores da Maxixe. Colocou-se nele a gaivota que simboliza o pescador.

O Nova Aliança conta com um espaço invejável aproximadamente quatro hectares de terreno - e que pode albergar um Complexo Desportivo, local onde pretende construir o campo de futebol com dimensões oficiais.

SALVADOR NHANTUMBO
publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
 O que é? |  O que é? | favorito

O REAL Madrid goleou ontem o Sporting, em Gijón, por 4-0, na 23ª jornada da liga espanhola.


Os merengues, que somaram a oitava vitória consecutiva no campeonato e aproximaram-se do líder, Barcelona, que empatou em Sevilha, colocaram-se em vantagem logo aos 15 minutos, por Raul, que viria a visar na recta final, aos 76. Ainda antes do termo da primeira parte, Huntelaar fez o 2-0 (37), enquanto Marcelo assinou o terceiro dos visitantes no início do segundo tempo (49). O Real Madrid podia ter alcançado um resultado ainda mais expressivo, não fosse um golo anulado a Huntelaar, aos 72 minutos, por alegado fora-de-jogo.


O Villarreal perdeu terreno no topo da classificação, ao empatar a uma bola em Santander, frente ao Racing. A equipa da casa chegou a estar em vantagem com um golo de Zigic, aos 24 minutos, mas Cazorla empatou à passagem do minuto 42.

O Maiorca somou três importantes pontos no terreno do Numancia, com um golo de Aduriz, aos 21 minutos, mas ainda está na zona de despromoção, com os mesmos 21 pontos do Osasuna.

O At. Bilbao empatou a uma bola na recepção ao Recreativo, depois de ter ido para intervalo em desvantagem (Aitor, aos 33). No reatamento, Javi Martínez, aos 50 minutos, igualou o desafio.

O Valladolid perdeu na casa do Almería por 2-3, após estar a vencer por 2-0. León e Goitom, aos 17 e 22 minutos, respectivamente, colocaram os visitantes na frente, mas, na segunda parte, a equipa da casa respondeu de forma brilhante, bastando 17 minutos para inverter as contas. Crusat, aos 61, Uche, aos 70, e Negredo, aos 78, garantiram a vitória ao Almería, que jogou com menos dois elementos nos últimos 13 minutos (Uche foi expulso aos 77, já depois de Bruno, aos 63, ter tido idêntico destino).

O Barcelona, com 60 pontos, lidera a tabela, mais dez que o Real Madrid. O Sevilha é terceiro, com 39, seguido do Valência e do Villarreal, ambos com 38.

RESULTADOS DO FIM-DE-SEMANA

LIGA ESPANHOLA

Bétis-Barcelona, 2-2

Corunha-Osasuna, 0-0

Valencia-Málaga, 1-1

Almería-Valladolid, 3-2

At. Bilbao-Recreativo Huelva, 1-1

Numancia-Maiorca, 0-1

Racing Santander-Villarreal, 1-1

Gijón-Real Madrid, 0-4

LIGA PORTUGUESA

Belenenses 1 - 2 Sporting

Benfica 3 - 2 P. Ferreira

Sp. Braga 0 - 1 Leixões

Trofense 1- 2 Naval

Nacional 3 - 0 V. Guimarães

Marítimo 1 - 0 E. Amadora

LIGA ITALIANA

Atalanta 3 - 0 AS Roma

Lázio 1 - 1 Torino

Juventus 1 - 1 Sampdória

Cagliari 2 - 0 Lecce

Siena 1 - 1 Udinese

Reggina 0 - 0 Palermo

Génova 3 - 3 Fiorentina

Nápoles 1 - 1 Bolonha

Chievo 1 - 1 Catania

LIGA FRANCESA

Paris SG 2 - 1 St. Etienne

Caen 1 - 1 Lorient

Le Mans 1 - 2 Nice

Lyon - Le Havre

Bordéus 1 - 1 Grenoble

Valenciennes 1 - 1 Nantes

Auxerre 2 - 0 Lille

Rennes 1 - 1 Nancy

LIGA ALEMÃ

Hannover 96 3 - 3 Estugarda

Werder Bremen 1 - 1 B. Moenchengladbach

Colónia 0 - 0 Karlsruhe

Frankfurt 0 - 2 Wolfsburgo

Hoffenheim 1 - 4 B. Leverkusen

Hertha Berlim 2 - 1 Bayern Munique

Bochum 2 - 1 Schalke 04
publicado por Vaxko Zakarias às 11:59
 O que é? |  O que é? | favorito

O REAL Madrid goleou ontem o Sporting, em Gijón, por 4-0, na 23ª jornada da liga espanhola.


Os merengues, que somaram a oitava vitória consecutiva no campeonato e aproximaram-se do líder, Barcelona, que empatou em Sevilha, colocaram-se em vantagem logo aos 15 minutos, por Raul, que viria a visar na recta final, aos 76. Ainda antes do termo da primeira parte, Huntelaar fez o 2-0 (37), enquanto Marcelo assinou o terceiro dos visitantes no início do segundo tempo (49). O Real Madrid podia ter alcançado um resultado ainda mais expressivo, não fosse um golo anulado a Huntelaar, aos 72 minutos, por alegado fora-de-jogo.


O Villarreal perdeu terreno no topo da classificação, ao empatar a uma bola em Santander, frente ao Racing. A equipa da casa chegou a estar em vantagem com um golo de Zigic, aos 24 minutos, mas Cazorla empatou à passagem do minuto 42.

O Maiorca somou três importantes pontos no terreno do Numancia, com um golo de Aduriz, aos 21 minutos, mas ainda está na zona de despromoção, com os mesmos 21 pontos do Osasuna.

O At. Bilbao empatou a uma bola na recepção ao Recreativo, depois de ter ido para intervalo em desvantagem (Aitor, aos 33). No reatamento, Javi Martínez, aos 50 minutos, igualou o desafio.

O Valladolid perdeu na casa do Almería por 2-3, após estar a vencer por 2-0. León e Goitom, aos 17 e 22 minutos, respectivamente, colocaram os visitantes na frente, mas, na segunda parte, a equipa da casa respondeu de forma brilhante, bastando 17 minutos para inverter as contas. Crusat, aos 61, Uche, aos 70, e Negredo, aos 78, garantiram a vitória ao Almería, que jogou com menos dois elementos nos últimos 13 minutos (Uche foi expulso aos 77, já depois de Bruno, aos 63, ter tido idêntico destino).

O Barcelona, com 60 pontos, lidera a tabela, mais dez que o Real Madrid. O Sevilha é terceiro, com 39, seguido do Valência e do Villarreal, ambos com 38.

RESULTADOS DO FIM-DE-SEMANA

LIGA ESPANHOLA

Bétis-Barcelona, 2-2

Corunha-Osasuna, 0-0

Valencia-Málaga, 1-1

Almería-Valladolid, 3-2

At. Bilbao-Recreativo Huelva, 1-1

Numancia-Maiorca, 0-1

Racing Santander-Villarreal, 1-1

Gijón-Real Madrid, 0-4

LIGA PORTUGUESA

Belenenses 1 - 2 Sporting

Benfica 3 - 2 P. Ferreira

Sp. Braga 0 - 1 Leixões

Trofense 1- 2 Naval

Nacional 3 - 0 V. Guimarães

Marítimo 1 - 0 E. Amadora

LIGA ITALIANA

Atalanta 3 - 0 AS Roma

Lázio 1 - 1 Torino

Juventus 1 - 1 Sampdória

Cagliari 2 - 0 Lecce

Siena 1 - 1 Udinese

Reggina 0 - 0 Palermo

Génova 3 - 3 Fiorentina

Nápoles 1 - 1 Bolonha

Chievo 1 - 1 Catania

LIGA FRANCESA

Paris SG 2 - 1 St. Etienne

Caen 1 - 1 Lorient

Le Mans 1 - 2 Nice

Lyon - Le Havre

Bordéus 1 - 1 Grenoble

Valenciennes 1 - 1 Nantes

Auxerre 2 - 0 Lille

Rennes 1 - 1 Nancy

LIGA ALEMÃ

Hannover 96 3 - 3 Estugarda

Werder Bremen 1 - 1 B. Moenchengladbach

Colónia 0 - 0 Karlsruhe

Frankfurt 0 - 2 Wolfsburgo

Hoffenheim 1 - 4 B. Leverkusen

Hertha Berlim 2 - 1 Bayern Munique

Bochum 2 - 1 Schalke 04
publicado por Vaxko Zakarias às 11:59
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O "New of the World" escreveu ontem que Luiz Felipe Scolari pode suceder a Mark Hughes à frente do Manchester City, devido a alegados problemas de relacionamento entre o actual treinador e alguns jogadores do plantel


O jornal garante que Hughes será demitido nos próximos dias. 


O Manchester City é nono classificado da Liga Inglesa, mas está a apenas oito pontos da zona de despromoção e com poucas possibilidades de conseguir um lugar nas provas da UEFA, depois da derrota frente ao Portsmouth, no sábado.

Luiz Felipe Scolari foi demitido pelo Chelsea na semana passada devido aos maus resultados da equipa.
publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
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O "New of the World" escreveu ontem que Luiz Felipe Scolari pode suceder a Mark Hughes à frente do Manchester City, devido a alegados problemas de relacionamento entre o actual treinador e alguns jogadores do plantel


O jornal garante que Hughes será demitido nos próximos dias. 


O Manchester City é nono classificado da Liga Inglesa, mas está a apenas oito pontos da zona de despromoção e com poucas possibilidades de conseguir um lugar nas provas da UEFA, depois da derrota frente ao Portsmouth, no sábado.

Luiz Felipe Scolari foi demitido pelo Chelsea na semana passada devido aos maus resultados da equipa.
publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
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