Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 26 DE Janeiro 2009


AS equipas dos bairros do Zimpeto e do Hulene, respectivamente dos Distritos Municipais 5 e 3, conquistaram, pela primeira vez, as provas masculina e feminina na XX edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec, na cidade de Maputo, ao vencerem as finais de sábado, no campo do Desportivo.

A equipe do bairro do Zimpeto do Distritos Municipais 5 , conquistou, pela primeira vez, a prova masculina na XX edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec
O conjunto do Zimpeto derrotou Urbanização à tangente (1-0), golo conseguido no decurso do segundo tempo, enquanto Hulene destronava 25 de Junho por 2-0, tentos obtidos no primeiro e segundo períodos do jogo.

Zimpeto, que eliminou Luís Cabral nas meias-finais, vencendo-o igualmente por 1-0, foi acompanhado pela sorte durante o seu percurso, tendo conseguido o apuramento como segundo classificado da série “B”, ganha por Inhagóia. Esta equipa, que era tida como uma das fortes concorrentes ao título, com um percurso brilhante na fase de grupos, viu o seu sonho desfeito nas meias-finais, ao ser eliminada na lotaria das grandes penalidades pela Urbanização por 9-8, ao fim de duas séries, após empate sem abertura de contagem.

Urbanização, que por sua vez se destacou como líder da série “C”, graças à qualidade do futebol por si exibido ao longo dos nove jogos correspondentes a esta derradeira fase, acabou consentindo uma derrota, ao não conseguir tirar proveito das ocasiões que criou e perdeu a oportunidade de fazer história, visto que foi a primeira vez que apareceu numa final.

Contudo, Inhagóia acabou sendo honrado pelo terceiro lugar, ao vencer, no período da manhã, Luís Cabral por 1-0. De salientar que Luís Cabra liderou a série “A” e foi acompanhada para a fase de eliminatórias pelo Chamanculo, segundo apurado do grupo.

Por sua vez, Hulene, que se destacou na série “C”, à semelhança do seu adversário na final, 25 de Junho, que liderou a série “A”, quebrou as expectativas em relação ao seu oponente, que já contava com o terceiro título consecutivo. Aliás, o sucesso do Hulene pode ser justificado pela força de vontade, alimentada pelo desejo de chegar ao título que vem sendo adiado há alguns anos, sendo que não é a primeira vez que aquele bairro chegava a uma final.

Hulene deu provas de que estava decidido em chegar mais longe, depois de afastar Polana Caniço, nas meias-finais, por 2-1, seu principal rival na série que integrou. Aliás, a vitória acabou justificando a sua superioridade sobre Polana Caniço que, mesmo assim, conseguiu salvar a honra com a vitória frente à Munhuana por 4-3, na marcação de grandes penalidades, após o nulo no tempo regulamentar e no prolongamento do jogo de apuramento do terceiro classificado.

SALVADOR NHANTUMBO

INHAGÓIA E MAVALANE EQUIPAS “FAIR PLAY”

A Comissão Técnica do Bebec decidiu atribuir o Prémio “Fair Play” a Inhagóia, em masculinos, e Mavalane, em femininos. Para além de ser a equipa mais disciplinada, Inhagóia foi o conjunto que mais claque teve, enquanto Mavalane é uma das formações emergentes no torneio e que apareceu pela primeira vez na fase final. Pelo facto, as duas turmas troféus.

A premiação, desta vez, não foi diferenciada. Zimpeto, Urbanização e Inhagóia receberam também taças, sendo as três melhores equipas em masculinos. Mesma sorte coube a Hulene, 25 de Junho e Polana Caniço, em femininos.

A mesma premiação coube igualmente ao trio de arbitragem, liderado por um dos juízes de categoria nacional, Samuel Chirindza. Este árbitro, que tem trabalhado no Moçambola, foi coadjuvado por Ilídio Cristo, da primeira categoria ao nível da cidade de Maputo.

3 FEVEREIRO E URBANIZAÇÃO COM OS MELHORES ATLETAS

As equipas dos bairros 3 de Fevereiro e Urbanização são as que trouxeram, a nível da premiação individual mais alta, os melhores atletas em masculinos. Trata-se de Rui Joaquim e de Tomás Massafe, que se sagraram melhores jogador e marcador, respectivamente. Enquanto Rui Joaquim foi o jogador que mais se empenhou em campo, vestindo a camisola do 3 de Fevereiro, Tomás Massafe marcou 11 golos pela Urbanização, nos nove jogos que comportaram a fase final.

Em femininos, a sorte coube às formações dos bairros da Munhuana e da Malhangalene. Deolinda da Cruz foi a melhor jogadora pelo Munhuana, enquanto Lúcia Jemusse foi a atleta que mais golos obteve na derradeira fase, marcando sete em igual número de jogos, sendo que a sua equipa (Malhangalene) foi afastada nos quartos-de-final.

Por seu turno, Inhagóia e Hulene destacaram-se no prémio para os melhores guarda-redes, respectivamente através dos atletas Álvaro Emerson e Elina Langa.

Álvaro Emerson sofreu dois golos em nove jogos, colocando Inhagóia como a equipa menos batida. Aliás, ele ficou igualado a Mário Paulino, do Zimpeto, que sofreu o mesmo número de golos em igual número de jogos, mas levou vantagem em função da idade: tem 11 anos, enquanto o seu rival conta com 12. Já Elina Langa sofreu três tentos em nove jogos.

De salientar que as partidas da final foram testemunhadas pelo Vice-Ministro da Juventude e Desportos, Carlos Sousa, e por Marcelino dos Santos, figura emblemática e histórica de Moçambique.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:56
 O que é? |  O que é? | favorito


AS equipas dos bairros do Zimpeto e do Hulene, respectivamente dos Distritos Municipais 5 e 3, conquistaram, pela primeira vez, as provas masculina e feminina na XX edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec, na cidade de Maputo, ao vencerem as finais de sábado, no campo do Desportivo.

A equipe do bairro do Zimpeto do Distritos Municipais 5 , conquistou, pela primeira vez, a prova masculina na XX edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec
O conjunto do Zimpeto derrotou Urbanização à tangente (1-0), golo conseguido no decurso do segundo tempo, enquanto Hulene destronava 25 de Junho por 2-0, tentos obtidos no primeiro e segundo períodos do jogo.

Zimpeto, que eliminou Luís Cabral nas meias-finais, vencendo-o igualmente por 1-0, foi acompanhado pela sorte durante o seu percurso, tendo conseguido o apuramento como segundo classificado da série “B”, ganha por Inhagóia. Esta equipa, que era tida como uma das fortes concorrentes ao título, com um percurso brilhante na fase de grupos, viu o seu sonho desfeito nas meias-finais, ao ser eliminada na lotaria das grandes penalidades pela Urbanização por 9-8, ao fim de duas séries, após empate sem abertura de contagem.

Urbanização, que por sua vez se destacou como líder da série “C”, graças à qualidade do futebol por si exibido ao longo dos nove jogos correspondentes a esta derradeira fase, acabou consentindo uma derrota, ao não conseguir tirar proveito das ocasiões que criou e perdeu a oportunidade de fazer história, visto que foi a primeira vez que apareceu numa final.

Contudo, Inhagóia acabou sendo honrado pelo terceiro lugar, ao vencer, no período da manhã, Luís Cabral por 1-0. De salientar que Luís Cabra liderou a série “A” e foi acompanhada para a fase de eliminatórias pelo Chamanculo, segundo apurado do grupo.

Por sua vez, Hulene, que se destacou na série “C”, à semelhança do seu adversário na final, 25 de Junho, que liderou a série “A”, quebrou as expectativas em relação ao seu oponente, que já contava com o terceiro título consecutivo. Aliás, o sucesso do Hulene pode ser justificado pela força de vontade, alimentada pelo desejo de chegar ao título que vem sendo adiado há alguns anos, sendo que não é a primeira vez que aquele bairro chegava a uma final.

Hulene deu provas de que estava decidido em chegar mais longe, depois de afastar Polana Caniço, nas meias-finais, por 2-1, seu principal rival na série que integrou. Aliás, a vitória acabou justificando a sua superioridade sobre Polana Caniço que, mesmo assim, conseguiu salvar a honra com a vitória frente à Munhuana por 4-3, na marcação de grandes penalidades, após o nulo no tempo regulamentar e no prolongamento do jogo de apuramento do terceiro classificado.

SALVADOR NHANTUMBO

INHAGÓIA E MAVALANE EQUIPAS “FAIR PLAY”

A Comissão Técnica do Bebec decidiu atribuir o Prémio “Fair Play” a Inhagóia, em masculinos, e Mavalane, em femininos. Para além de ser a equipa mais disciplinada, Inhagóia foi o conjunto que mais claque teve, enquanto Mavalane é uma das formações emergentes no torneio e que apareceu pela primeira vez na fase final. Pelo facto, as duas turmas troféus.

A premiação, desta vez, não foi diferenciada. Zimpeto, Urbanização e Inhagóia receberam também taças, sendo as três melhores equipas em masculinos. Mesma sorte coube a Hulene, 25 de Junho e Polana Caniço, em femininos.

A mesma premiação coube igualmente ao trio de arbitragem, liderado por um dos juízes de categoria nacional, Samuel Chirindza. Este árbitro, que tem trabalhado no Moçambola, foi coadjuvado por Ilídio Cristo, da primeira categoria ao nível da cidade de Maputo.

3 FEVEREIRO E URBANIZAÇÃO COM OS MELHORES ATLETAS

As equipas dos bairros 3 de Fevereiro e Urbanização são as que trouxeram, a nível da premiação individual mais alta, os melhores atletas em masculinos. Trata-se de Rui Joaquim e de Tomás Massafe, que se sagraram melhores jogador e marcador, respectivamente. Enquanto Rui Joaquim foi o jogador que mais se empenhou em campo, vestindo a camisola do 3 de Fevereiro, Tomás Massafe marcou 11 golos pela Urbanização, nos nove jogos que comportaram a fase final.

Em femininos, a sorte coube às formações dos bairros da Munhuana e da Malhangalene. Deolinda da Cruz foi a melhor jogadora pelo Munhuana, enquanto Lúcia Jemusse foi a atleta que mais golos obteve na derradeira fase, marcando sete em igual número de jogos, sendo que a sua equipa (Malhangalene) foi afastada nos quartos-de-final.

Por seu turno, Inhagóia e Hulene destacaram-se no prémio para os melhores guarda-redes, respectivamente através dos atletas Álvaro Emerson e Elina Langa.

Álvaro Emerson sofreu dois golos em nove jogos, colocando Inhagóia como a equipa menos batida. Aliás, ele ficou igualado a Mário Paulino, do Zimpeto, que sofreu o mesmo número de golos em igual número de jogos, mas levou vantagem em função da idade: tem 11 anos, enquanto o seu rival conta com 12. Já Elina Langa sofreu três tentos em nove jogos.

De salientar que as partidas da final foram testemunhadas pelo Vice-Ministro da Juventude e Desportos, Carlos Sousa, e por Marcelino dos Santos, figura emblemática e histórica de Moçambique.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:56
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SERÁ uma final internacional, a acontecer no próximo dia 3 de Fevereiro, Feriado Nacional.

Torneio de Futebol “O Treinador”: Maxaquene e Maqui na final
Maxaquene, de Moçambique, e Bravos do Maquis, de Angola, serão os protagonistas desse embate que encerrará o Torneio de Futebol “O Treinador”, que se realiza por ocasião do primeiro aniversário da Associação dos Treinadores de Futebol do nosso país. Ontem à tarde, no relvado dos “canarinhos”, no epílogo da primeira fase da competição, o Maxaquene derrotou o Costa do Sol por duas sem resposta, mesmo ao apagar das luzes, com tentos apontados por Liberty e Kito I, enquanto o Bravos do Maquis levou de vencida o Ferroviário por 1-0, golo da autoria de Castro.

Num começo de época praticamente revolucionário, com os clubes a preocuparem-se sobremaneira com a preparação das suas formações, tendo, inclusive, efectuado estágios no estrangeiro, o torneio promovido pelos treinadores, apesar de ter sido disputado ao ritmo verdadeiramente de início da estação, foi uma prova que veio proporcionar a competitividade necessária às equipas, quando estamos, por exemplo, em relação ao Ferroviário e ao Atlético Muçulmano, a uma semana das Afrotaças.

A presença dos angolanos do Bravos do Maquis trouxe também uma experiência estrangeira sempre importante para aferição das potencialidades dos jogadores.

CRENÇA “TRICOLOR”

Não esteve muito público no campo dos “canarinhos”, mas gente suficiente para se emocionar com o desenrolar dos acontecimentos nas quatro linhas, numa partida que revelou um Maxaquene crente e sempre crente até ao derradeiro apito do árbitro, e um Costa do Sol de certo modo a jogar longe do alvo e por essa razão com diminutas possibilidades de chegar ao golo. Aliás, pela banda “tricolor”, o seu acreditar até ao fim viria a proporcionar-lhe os dois golos do triunfo, o primeiro fortuito, na ressaca de um lance aparentemente inofensivo, e o segundo na embalagem rumo a uma vitória merecida.

Sem a espectacularidade que sempre espera quando se encontram estas duas grandes formações do nosso futebol, o desafio foi valendo por uma e outra jogada de perigo, a quebrar alguma monotonia e o receio mútuo que ia adiando o golo. Mas quem desfrutou de mais oportunidades foi o Maxaquene, com melhor circulação de bola e tentativas de desmarcação que colocavam os seus atacantes próximos da baliza à guarda de Antoninho.

O Costa do Sol quis se mostrar como equipa já no segundo período da contenda, no entanto, o facto de jogadores como Dito, Tó, Samito – promete ser uma grande revelação – e Elfídio terem sido substituídos retraiu a sua intenção de passar ao controlo dos cordelinhos do jogo. Os golos da vitória “tricolor” surgiram numa altura em que “todo o mundo” estava convencido de que o nulo iria prevalecer.

Mateus Infante levou a cabo uma arbitragem também de início da época, com alguns equívocos que não se coadunam com um juiz da sua estirpe.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Mateus Infante, coadjuvado por Célio Mugabe e Baptista Macamo.

Quarto árbitro: Felisberto José

MAXAQUENE – Soarito; Nito, Kiki, Farias e Campira; Vovote (Liberty), Mustafá, Jumisse (Eusébio) e Macamito (Kito I); Eurico (Hélder Cuinica) e Steven (Hélder Pelembe)

COSTA DO SOL – Antoninho; Vasil, Cufa, Nhabanga e Payó; Samito (Hilário), Artur, Dito (Jonas) e Silvério (Júnior); Elfídio (Marrufo) e Tó (Félix)

Acção disciplinar: cartão amarelo para Jumisse e Farias
Golos: 1-0, Liberty (91 min.); 2-0, Kito I (93 min.)
Quadro de resultados

1ª jornada (sexta-feira)

Desportivo, 0-Bravos de Maqui, 0

Atlético Muçulmano, 0-Maxaquene, 0

2ª jornada (sábado)

Ferroviário, 3-Desportivo, 2

Atlético Muçulmano, 0-Costa do Sol, 0

3ª jornada (domingo)

Ferroviário, 0-Bravos de Maqui, 1

Maxaquene, 2-Costa do Sol, 0

Vencedores dos grupos: Bravos de Maqui (“A”) e Maxaquene (“B”)
publicado por Vaxko Zakarias às 15:41
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SERÁ uma final internacional, a acontecer no próximo dia 3 de Fevereiro, Feriado Nacional.

Torneio de Futebol “O Treinador”: Maxaquene e Maqui na final
Maxaquene, de Moçambique, e Bravos do Maquis, de Angola, serão os protagonistas desse embate que encerrará o Torneio de Futebol “O Treinador”, que se realiza por ocasião do primeiro aniversário da Associação dos Treinadores de Futebol do nosso país. Ontem à tarde, no relvado dos “canarinhos”, no epílogo da primeira fase da competição, o Maxaquene derrotou o Costa do Sol por duas sem resposta, mesmo ao apagar das luzes, com tentos apontados por Liberty e Kito I, enquanto o Bravos do Maquis levou de vencida o Ferroviário por 1-0, golo da autoria de Castro.

Num começo de época praticamente revolucionário, com os clubes a preocuparem-se sobremaneira com a preparação das suas formações, tendo, inclusive, efectuado estágios no estrangeiro, o torneio promovido pelos treinadores, apesar de ter sido disputado ao ritmo verdadeiramente de início da estação, foi uma prova que veio proporcionar a competitividade necessária às equipas, quando estamos, por exemplo, em relação ao Ferroviário e ao Atlético Muçulmano, a uma semana das Afrotaças.

A presença dos angolanos do Bravos do Maquis trouxe também uma experiência estrangeira sempre importante para aferição das potencialidades dos jogadores.

CRENÇA “TRICOLOR”

Não esteve muito público no campo dos “canarinhos”, mas gente suficiente para se emocionar com o desenrolar dos acontecimentos nas quatro linhas, numa partida que revelou um Maxaquene crente e sempre crente até ao derradeiro apito do árbitro, e um Costa do Sol de certo modo a jogar longe do alvo e por essa razão com diminutas possibilidades de chegar ao golo. Aliás, pela banda “tricolor”, o seu acreditar até ao fim viria a proporcionar-lhe os dois golos do triunfo, o primeiro fortuito, na ressaca de um lance aparentemente inofensivo, e o segundo na embalagem rumo a uma vitória merecida.

Sem a espectacularidade que sempre espera quando se encontram estas duas grandes formações do nosso futebol, o desafio foi valendo por uma e outra jogada de perigo, a quebrar alguma monotonia e o receio mútuo que ia adiando o golo. Mas quem desfrutou de mais oportunidades foi o Maxaquene, com melhor circulação de bola e tentativas de desmarcação que colocavam os seus atacantes próximos da baliza à guarda de Antoninho.

O Costa do Sol quis se mostrar como equipa já no segundo período da contenda, no entanto, o facto de jogadores como Dito, Tó, Samito – promete ser uma grande revelação – e Elfídio terem sido substituídos retraiu a sua intenção de passar ao controlo dos cordelinhos do jogo. Os golos da vitória “tricolor” surgiram numa altura em que “todo o mundo” estava convencido de que o nulo iria prevalecer.

Mateus Infante levou a cabo uma arbitragem também de início da época, com alguns equívocos que não se coadunam com um juiz da sua estirpe.

FICHA DO JOGO

Árbitro: Mateus Infante, coadjuvado por Célio Mugabe e Baptista Macamo.

Quarto árbitro: Felisberto José

MAXAQUENE – Soarito; Nito, Kiki, Farias e Campira; Vovote (Liberty), Mustafá, Jumisse (Eusébio) e Macamito (Kito I); Eurico (Hélder Cuinica) e Steven (Hélder Pelembe)

COSTA DO SOL – Antoninho; Vasil, Cufa, Nhabanga e Payó; Samito (Hilário), Artur, Dito (Jonas) e Silvério (Júnior); Elfídio (Marrufo) e Tó (Félix)

Acção disciplinar: cartão amarelo para Jumisse e Farias
Golos: 1-0, Liberty (91 min.); 2-0, Kito I (93 min.)
Quadro de resultados

1ª jornada (sexta-feira)

Desportivo, 0-Bravos de Maqui, 0

Atlético Muçulmano, 0-Maxaquene, 0

2ª jornada (sábado)

Ferroviário, 3-Desportivo, 2

Atlético Muçulmano, 0-Costa do Sol, 0

3ª jornada (domingo)

Ferroviário, 0-Bravos de Maqui, 1

Maxaquene, 2-Costa do Sol, 0

Vencedores dos grupos: Bravos de Maqui (“A”) e Maxaquene (“B”)
publicado por Vaxko Zakarias às 15:41
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O CLUBE Golfinhos de Maputo resgatou ontem a hegemonia na natação nacional, conquistando mais uma vez o Campeonato de Verão, na piscina Raimundo Franisse. Trata-se do quinto título a cair nas mãos do clube, tendo para o efeito destronado o Ferroviário.

O CLUBE Golfinhos de Maputo resgatou ontem a hegemonia na natação naciona
A vitória do Golfinhos não foi nada fácil. Aliás, só conseguiu tirar vantagem sobre os “locomotivas” graças à grande margem conseguida em femininos, em que amealhou 41 pontos, contra 20 da equipa verde-e-branca. O Ferroviário destacou-se em masculinos, com 35 pontos, mais um que Golfinhos, mas não suficientes para superar o adversário na contagem geral, que reuniu 75 pontos contra 55 do grande adversário.

Nota de realce vai para o Ferroviário da Beira, que conseguiu, com muito esforço, chegar pela primeira vez ao terceiro lugar, que tradicionalmente pertence ao Desportivo. A subida dos beirenses deveu-se à extraordinária contribuição de Nuno Gomes, do escalão infantil, que foi o maior recordista do torneio, com nove máximos, contra um de Érico Cuna, do Golfinhos.

Os “locomotivas” da Beira somaram 33 pontos, 18 em masculinos e 15 em femininos. A seguir, desfilaram os Clubes Desportivo Tubarões do Maputo, Desportivo e Náutico da Beira.

Os “locomotivas” beirenses acabaram quebrando as expectativas que haviam sido desenhadas com o aparecimento dos Tubarões no terceiro lugar no Campeonato da Cidade de Maputo, afastando o Desportivo daquele lugar. Porém, a nova colectividade esteve longe das suas capacidades.

Em estafetas, foram batidos três recordes, sendo dois do Ferroviário da Beira e outro do seu homónimo de Maputo.

MAIS TÍTULOS INDIVIDUAIS

Atletas em mergulho à procura de mais recordes (A. Marrengula)

A grandeza do Golfinhos também foi notável a nível de categoria. O campeão esteve mais vezes no pódio do que os seus mais directos perseguidores. Esteve, em masculinos, em pré-iniciados e seniores, respectivamente através dos nadadores Érico Cuna e Ivo Chilaúle. Em femininos, esteve igualmente duas vezes, nas categorias de pré-iniciados e juniores, por Leila Taquidir e Géssica Stagno.

Por seu turno, o Ferroviário de Maputo destacou-se três vezes a nível de escalões, duas das quais em masculinos, nomeadamente em juvenis e juniores, através de Edson Coroa e Valdo Lourenço. A nadadora Raquel Lourenço impôs-se em juvenis femininos.

Enquanto isso, Ferroviário da Beira e Tubarões de Maputo notabilizaram por duas vezes a nível de categoria. Os beirenses estiveram em evidência em infantis masculinos e iniciados femininos, através dos atletas Nuno Gomes e Melina Here, enquanto os Tubarões faziam o mesmo em iniciados masculinos e infantis femininos, pelos irmãos Allan e Jannat Bique.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:29
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O CLUBE Golfinhos de Maputo resgatou ontem a hegemonia na natação nacional, conquistando mais uma vez o Campeonato de Verão, na piscina Raimundo Franisse. Trata-se do quinto título a cair nas mãos do clube, tendo para o efeito destronado o Ferroviário.

O CLUBE Golfinhos de Maputo resgatou ontem a hegemonia na natação naciona
A vitória do Golfinhos não foi nada fácil. Aliás, só conseguiu tirar vantagem sobre os “locomotivas” graças à grande margem conseguida em femininos, em que amealhou 41 pontos, contra 20 da equipa verde-e-branca. O Ferroviário destacou-se em masculinos, com 35 pontos, mais um que Golfinhos, mas não suficientes para superar o adversário na contagem geral, que reuniu 75 pontos contra 55 do grande adversário.

Nota de realce vai para o Ferroviário da Beira, que conseguiu, com muito esforço, chegar pela primeira vez ao terceiro lugar, que tradicionalmente pertence ao Desportivo. A subida dos beirenses deveu-se à extraordinária contribuição de Nuno Gomes, do escalão infantil, que foi o maior recordista do torneio, com nove máximos, contra um de Érico Cuna, do Golfinhos.

Os “locomotivas” da Beira somaram 33 pontos, 18 em masculinos e 15 em femininos. A seguir, desfilaram os Clubes Desportivo Tubarões do Maputo, Desportivo e Náutico da Beira.

Os “locomotivas” beirenses acabaram quebrando as expectativas que haviam sido desenhadas com o aparecimento dos Tubarões no terceiro lugar no Campeonato da Cidade de Maputo, afastando o Desportivo daquele lugar. Porém, a nova colectividade esteve longe das suas capacidades.

Em estafetas, foram batidos três recordes, sendo dois do Ferroviário da Beira e outro do seu homónimo de Maputo.

MAIS TÍTULOS INDIVIDUAIS

Atletas em mergulho à procura de mais recordes (A. Marrengula)

A grandeza do Golfinhos também foi notável a nível de categoria. O campeão esteve mais vezes no pódio do que os seus mais directos perseguidores. Esteve, em masculinos, em pré-iniciados e seniores, respectivamente através dos nadadores Érico Cuna e Ivo Chilaúle. Em femininos, esteve igualmente duas vezes, nas categorias de pré-iniciados e juniores, por Leila Taquidir e Géssica Stagno.

Por seu turno, o Ferroviário de Maputo destacou-se três vezes a nível de escalões, duas das quais em masculinos, nomeadamente em juvenis e juniores, através de Edson Coroa e Valdo Lourenço. A nadadora Raquel Lourenço impôs-se em juvenis femininos.

Enquanto isso, Ferroviário da Beira e Tubarões de Maputo notabilizaram por duas vezes a nível de categoria. Os beirenses estiveram em evidência em infantis masculinos e iniciados femininos, através dos atletas Nuno Gomes e Melina Here, enquanto os Tubarões faziam o mesmo em iniciados masculinos e infantis femininos, pelos irmãos Allan e Jannat Bique.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:29
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NUNO Gomes mereceu o maior destaque neste Campeonato Nacional de Natação de Verão
Nuno esteve na dianteira na maior parte das provas em que participou, totalizando nove recordes, contra apenas um de Érico Cuna, do Golfinhos.

O jovem talento, que acabou criando curiosidade nos que acompanharam o “Nacional” pela sua brilhante exibição, entrou assim na história, depois da extraordinária actuação no Campeonato Regional realizado recentemente na vizinha África do Sul, em que obteve oito medalhas de ouro, o mesmo número de vezes em que esteve no pódio das respectivas provas.

Nuno Gomes fixou novos tempos nas provas de 50, 100, 200, 400 e 800 metros livres, 100 e 200 estilos, 100 e 200 mariposa, enquanto Érico Cuna registava o único recorde nos 50 metros costas.

A nível colectivo, o Ferroviário da Beira bateu recordes nos 4x100 metros livres, em infantis masculinos e femininos, enquanto o seu homónimo de Maputo fixava apenas um na mesma prova, mas em juvenis.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:23
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NUNO Gomes mereceu o maior destaque neste Campeonato Nacional de Natação de Verão
Nuno esteve na dianteira na maior parte das provas em que participou, totalizando nove recordes, contra apenas um de Érico Cuna, do Golfinhos.

O jovem talento, que acabou criando curiosidade nos que acompanharam o “Nacional” pela sua brilhante exibição, entrou assim na história, depois da extraordinária actuação no Campeonato Regional realizado recentemente na vizinha África do Sul, em que obteve oito medalhas de ouro, o mesmo número de vezes em que esteve no pódio das respectivas provas.

Nuno Gomes fixou novos tempos nas provas de 50, 100, 200, 400 e 800 metros livres, 100 e 200 estilos, 100 e 200 mariposa, enquanto Érico Cuna registava o único recorde nos 50 metros costas.

A nível colectivo, o Ferroviário da Beira bateu recordes nos 4x100 metros livres, em infantis masculinos e femininos, enquanto o seu homónimo de Maputo fixava apenas um na mesma prova, mas em juvenis.
publicado por Vaxko Zakarias às 15:23
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DIA de festa para o AC Milan. Para além do saboroso triunfo frente ao Bolonha, por 4-1, para a Série “A” italiana, os adeptos milaneses viram ainda o primeiro golo de David Beckham com a camisola rossonera e um “bis” do cada vez mais amado Kaká.

Beckham estreia-se a marcar pelo Milan
Com um onze titular composto por Abbiati, Zambrotta, Senderos, Maldini, Favalli, Beckham, Pirlo, Ambrosini, Kaká, Seedorf e Pato, o treinador Carlo Ancelotti viu logo aos 9 minutos o Bolonha colocar-se em vantagem, com um penalte certeiro de Di Vaio. Festa dos adeptos da casa e dor de cabeça para o técnico, que a seu lado no banco de suplentes tinha Dida, Antonini, Darmian, Flamini, Ronaldinho, Inzaghi e Shevchenko.

Contudo, o maior poderio físico do AC Milan teve resultados visíveis aos 13 minutos, quando o holandês Seedorf mostrou que ainda tem o fulgor de outros tempos e igualou a contenda. Aos 17, foi a vez do brasileiro Kaká bater uma grande penalidade e colocar a sua equipa em vantagem.

Ainda antes do intervalo, aos 43, a consagração absoluta do canarinho, que assinou o 3-1 para o emblema do seu coração. Isto depois de uma longa semana em que o interesse do Manchester City fez muitos temerem o “adeus” de Kaká a San Siro.

Ficou decidido quem levaria os três pontos para casa (até porque Mudingayi foi expulso), mas houve mais festa na segunda parte, com a estreia do inglês David Beckham a facturar pelo AC Milan. Foi aos 60 minutos de jogo. Passe certeiro de Seedorf a abrir na direita e remate colocado do médio, que celebrou muito junto dos companheiros.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:18
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DIA de festa para o AC Milan. Para além do saboroso triunfo frente ao Bolonha, por 4-1, para a Série “A” italiana, os adeptos milaneses viram ainda o primeiro golo de David Beckham com a camisola rossonera e um “bis” do cada vez mais amado Kaká.

Beckham estreia-se a marcar pelo Milan
Com um onze titular composto por Abbiati, Zambrotta, Senderos, Maldini, Favalli, Beckham, Pirlo, Ambrosini, Kaká, Seedorf e Pato, o treinador Carlo Ancelotti viu logo aos 9 minutos o Bolonha colocar-se em vantagem, com um penalte certeiro de Di Vaio. Festa dos adeptos da casa e dor de cabeça para o técnico, que a seu lado no banco de suplentes tinha Dida, Antonini, Darmian, Flamini, Ronaldinho, Inzaghi e Shevchenko.

Contudo, o maior poderio físico do AC Milan teve resultados visíveis aos 13 minutos, quando o holandês Seedorf mostrou que ainda tem o fulgor de outros tempos e igualou a contenda. Aos 17, foi a vez do brasileiro Kaká bater uma grande penalidade e colocar a sua equipa em vantagem.

Ainda antes do intervalo, aos 43, a consagração absoluta do canarinho, que assinou o 3-1 para o emblema do seu coração. Isto depois de uma longa semana em que o interesse do Manchester City fez muitos temerem o “adeus” de Kaká a San Siro.

Ficou decidido quem levaria os três pontos para casa (até porque Mudingayi foi expulso), mas houve mais festa na segunda parte, com a estreia do inglês David Beckham a facturar pelo AC Milan. Foi aos 60 minutos de jogo. Passe certeiro de Seedorf a abrir na direita e remate colocado do médio, que celebrou muito junto dos companheiros.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:18
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O TÉCNICO holandês Guus Hiddink, actual seleccionador da Rússia, não tem dúvidas de que Cristiano Ronaldo só venceu o troféu de Melhor Jogador do Mundo por causa da sua boa aparência.

TÉCNICO holandês Guus Hiddink, actual seleccionador da Rússia
“Ronaldo é um jogador bonito, que está em boa forma e... sim, o seu cabelo está sempre no lugar. Mas ele venceu o prémio por causa do seu glamour’”, afirmou Hiddink.

O holandês, que foi um dos candidatos ao cargo de seleccionador de Inglaterra, revelou a quem entregaria o troféu FIFA World Player: “Prefiro muito mais Steven Gerrard, pois tem uma técnica soberba e grandes qualidades tácticas. Admiro o seu espírito e atitude dentro de campo”.

“Não existe outro jogador no mundo que combine estas qualidades. Gerrard é um tipo de jogador que me diz muito mais do que Cristiano”, acrescentou.

"É claro que Ronaldo entretém o público e tem grandes habilidades. Mas é demasiado ‘glamour’ e espectáculo. Gerrard, Xavi e Lionel Messi não se concentram tanto neles próprios. Concentram-se na equipa”, concluiu Hiddink, criticando o internacional português.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:32
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O TÉCNICO holandês Guus Hiddink, actual seleccionador da Rússia, não tem dúvidas de que Cristiano Ronaldo só venceu o troféu de Melhor Jogador do Mundo por causa da sua boa aparência.

TÉCNICO holandês Guus Hiddink, actual seleccionador da Rússia
“Ronaldo é um jogador bonito, que está em boa forma e... sim, o seu cabelo está sempre no lugar. Mas ele venceu o prémio por causa do seu glamour’”, afirmou Hiddink.

O holandês, que foi um dos candidatos ao cargo de seleccionador de Inglaterra, revelou a quem entregaria o troféu FIFA World Player: “Prefiro muito mais Steven Gerrard, pois tem uma técnica soberba e grandes qualidades tácticas. Admiro o seu espírito e atitude dentro de campo”.

“Não existe outro jogador no mundo que combine estas qualidades. Gerrard é um tipo de jogador que me diz muito mais do que Cristiano”, acrescentou.

"É claro que Ronaldo entretém o público e tem grandes habilidades. Mas é demasiado ‘glamour’ e espectáculo. Gerrard, Xavi e Lionel Messi não se concentram tanto neles próprios. Concentram-se na equipa”, concluiu Hiddink, criticando o internacional português.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:32
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O PRESIDENTE da Federação Russa de Futebol, Vitali Mutko, acredita que a Inglaterra, apontada por Portugal e Espanha como a mais forte concorrente da candidatura ibérica, poderá estar fora da corrida por já ter acolhido uma edição do “Mundial”, em 1966.

PRESIDENTE da Federação Russa de Futebol, Vitali Mutko
“A nossa vitória é uma possibilidade real. A Inglaterra já acolheu um “Mundial” e a Rússia goza de uma enorme autoridade. Quando damos garantias, cumprimos”, assegurou o presidente.

Na mesma entrevista, Vitali Mutko apresentou os vários projectos para a construção de novos estádios como a prova real que a candidatura russa “tem conteúdo e projectos reais”. “Está praticamente a iniciar-se a construção de um estádio em Kazan para as Universíadas de 2013. Já chegámos também a um acordo para começar a construir o Estádio Olímpico de Sochi, sede dos Jogos de Inverno de 2014”, salientou o dirigente russo.

Para São Petersburgo, a segunda cidade russa, Mutko acredita que são necessários mais cinco ou seis estádios, embora, de momento, estejam em fase de conclusão os projectos para dois novos recintos: Yaroslavl e Krasondar.

Tal como sucede com as candidaturas de Portugal/Espanha e Inglaterra, apontadas entre as mais fortes candidatas europeias aos “Mundiais” de 2018 ou 2022 (a FIFA escolherá as duas sedes em Dezembro de 2010), também a Rússia não tem ainda uma lista definida de estádios para incluir na candidatura.

Para poderem entrar na corrida, todos os interessados terão de incluir 12 estádios no dossier, todos eles com uma capacidade igual ou superior a 40.000 lugares. Para os jogos de abertura e final, a lotação terá de ser de 80.000 cadeiras, segundo os requisitos iniciais exigidos pela FIFA.

A Inglaterra tem precisamente 12 estádios com capacidade igual ou superior a 40.000 cadeiras, mas se for respeitada uma “tradição” de 17 das 18 edições (o máximo de dois estádios por cidade), a oferta reduz-se a 10, já que quatro deles estão sediados em Londres, sendo um dedicado exclusivamente ao râguebi (Twickenham).

Por seu turno, a candidatura Ibérica conta também, neste momento, 12 estádios que respeitam a exigência mínima de 40.000 espectadores, três deles em Portugal: Luz, Alvalade e Dragão.

Entre este lote de 12, existe apenas com um constrangimento, pois três deles estão em Sevilha: La Cartuja (72.000), Ruiz de Lopera (55.500) e Sanchez Pizuan (45.000).

Nas 18 edições já disputadas é apenas encontrado um exemplo de mais de dois estádios por cidade. Ocorreu precisamente na edição inaugural, em 1930, organizada pelo Uruguai e concentrada em três recintos em Montevideo (Centenário, Pocitos e Parque Central).

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22
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O PRESIDENTE da Federação Russa de Futebol, Vitali Mutko, acredita que a Inglaterra, apontada por Portugal e Espanha como a mais forte concorrente da candidatura ibérica, poderá estar fora da corrida por já ter acolhido uma edição do “Mundial”, em 1966.

PRESIDENTE da Federação Russa de Futebol, Vitali Mutko
“A nossa vitória é uma possibilidade real. A Inglaterra já acolheu um “Mundial” e a Rússia goza de uma enorme autoridade. Quando damos garantias, cumprimos”, assegurou o presidente.

Na mesma entrevista, Vitali Mutko apresentou os vários projectos para a construção de novos estádios como a prova real que a candidatura russa “tem conteúdo e projectos reais”. “Está praticamente a iniciar-se a construção de um estádio em Kazan para as Universíadas de 2013. Já chegámos também a um acordo para começar a construir o Estádio Olímpico de Sochi, sede dos Jogos de Inverno de 2014”, salientou o dirigente russo.

Para São Petersburgo, a segunda cidade russa, Mutko acredita que são necessários mais cinco ou seis estádios, embora, de momento, estejam em fase de conclusão os projectos para dois novos recintos: Yaroslavl e Krasondar.

Tal como sucede com as candidaturas de Portugal/Espanha e Inglaterra, apontadas entre as mais fortes candidatas europeias aos “Mundiais” de 2018 ou 2022 (a FIFA escolherá as duas sedes em Dezembro de 2010), também a Rússia não tem ainda uma lista definida de estádios para incluir na candidatura.

Para poderem entrar na corrida, todos os interessados terão de incluir 12 estádios no dossier, todos eles com uma capacidade igual ou superior a 40.000 lugares. Para os jogos de abertura e final, a lotação terá de ser de 80.000 cadeiras, segundo os requisitos iniciais exigidos pela FIFA.

A Inglaterra tem precisamente 12 estádios com capacidade igual ou superior a 40.000 cadeiras, mas se for respeitada uma “tradição” de 17 das 18 edições (o máximo de dois estádios por cidade), a oferta reduz-se a 10, já que quatro deles estão sediados em Londres, sendo um dedicado exclusivamente ao râguebi (Twickenham).

Por seu turno, a candidatura Ibérica conta também, neste momento, 12 estádios que respeitam a exigência mínima de 40.000 espectadores, três deles em Portugal: Luz, Alvalade e Dragão.

Entre este lote de 12, existe apenas com um constrangimento, pois três deles estão em Sevilha: La Cartuja (72.000), Ruiz de Lopera (55.500) e Sanchez Pizuan (45.000).

Nas 18 edições já disputadas é apenas encontrado um exemplo de mais de dois estádios por cidade. Ocorreu precisamente na edição inaugural, em 1930, organizada pelo Uruguai e concentrada em três recintos em Montevideo (Centenário, Pocitos e Parque Central).

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22
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