Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 12 DE Janeiro 2009
Atlético Muçulmano(I. PASCOAL)
O ATLÉTICO Muçulmano, que representará o país na Taça CAF, tendo como primeiro adversário o Malanti Chiefs, da Suazilândia, está à procura de remendos para fechar algumas lacunas abertas com a saída de alguns dos seus jogadores preponderantes, casos de Gabito, no sector defensivo, tido como certo na Liga Muçulmana, e de Vling e Vicentinho, principais artistas da ala esquerda, que, por razões disciplinares, foram dispensados do clube. Esta situação criou um grande défice na equipa, o que forçará o técnico Arnaldo Salvado a encontrar soluções imediatas, tendo em conta o peso da missão continental que tem pela frente.

Aliás, o “mister” já indicou as possíveis soluções para fechar as lacunas que se apresentam neste momento no conjunto, incluindo nas linhas média e atacante, onde constam as saídas de Avelino, Aníbal, Vitinho e Naid. Salvado tem como principais opções dois zimbabweanos para a ala esquerda e um ponta-de-lança de raiz, que contaria com a prestação do camaronês Eboh.

Mas estas preocupações não poderão ser respondidas de imediato e à altura de se preencher as vagas existentes de modo que se parta para esta eliminatória mais seguros. Consciente de que estas inquietações não poderão ser respondidas a tempo, o técnico vai experimentando jogadores, na tentativa de buscar alternativas para o encontro com o Malanti Chiefs. E isso foi notório no ensaio de sábado, na Namaacha, diante do Eleven Men, também da I Divisão da Suazilândia, a quem o Atlético goleou por 6-0.

Salvado partiu para a vila fronteiriça com um conjunto de 17 jogadores, donde se destacam os guarda-redes Leonel, Betinho e Sidónio (ex-Costa do Sol); os defensores Baúte, Amad, James, Zito e Nelito; os meio-campistas Danito Nhampossa, Clarêncio, Manuelito, Délcio, Dino, Edmundo (ex-Desportivo) e o zimbabweano Ngoni; e os atacantes Eboh e Jojó (ex-Estrela Vermelha).

Com este grupo, o técnico sente tranquilidade no eixo da defesa, onde a saída de Gabito pode ser colmatada perfeitamente. Acontece o mesmo em relação ao meio-campo, onde a sua principal preocupação tem a ver com a ausência de um médio-esquerdo de raiz, ou seja, aquele que faz a ala e alimenta o ataque, para além de um ponta-de-lança por excelência.

Para o “mister”, a equipa de que dispõe está bem em termos de posicionamento e conhecimento do estilo de jogo característico do Atlético, mas há um grande défice no ritmo e velocidade que se pretendem, o que requer muitos jogos-treino.

Esta é, aliás, na óptica de Salvado, a preocupação fundamental das equipas moçambicanas nas Afrotaças, e continuará a prevalecer enquanto não se encontrar soluções por parte das instituições que gerem o futebol nacional, de modo que a época competitiva comece mais cedo.

Segundo anotou, o seu adversário, o Malanti Chiefs, está em vantagem em termos de rodagem, já que, apesar de o seu campeonato ter sido interrompido, fez um bom número de jogos, enquanto o Atlético apenas realizou um e com uma formação que igualmente denotou problemas de ritmo, daí a razão da esmagadora vitória do Atlético.

Pelo que se constatou, o Eleven Men, que ocupa posições intermédias do campeonato suázi, fez seis jogos e esteve parado desde que a prova foi interrompida por razões relacionadas com actos de vandalismo. “Sem jogos vamos ter que encarar sempre as Afrotaças sem optimismo por falta de ritmo”, lamentou.

PASSAR NO MÍNIMO DUAS ELIMINATÓRIAS

Arnaldo Salvado falando à nossa Reportagem
Arnaldo Salvado deu indicações de que o Atlético não está ao nível de poder sonhar mais alto na Taça CAF, dado o estado em que se encontra a equipa. As fragilidades provocadas pelas saídas e falta de ritmo competitivo obrigam o técnico a lutar pela defesa da dignidade do clube, o que passa por transitar duas eliminatórias.

Para o efeito, o Atlético, que já trabalha há sensivelmente duas semanas, vai dar continuidade aos trabalhos de resistência aeróbica e, a partir de hoje, serão alternados com alguns ensaios de jogo para ganhar mais velocidade e ritmo. “No mínimo deveríamos ter um espaço de seis semanas de preparação. Sendo um jogo por eliminar, é preciso mais treinamento em todas as componentes”, disse Salvado.

Os “muçulmanos” esperam efectuar dois jogos-treino com equipas de renome esta semana, com destaque para o Ferroviário de Maputo, que também se prepara para a Liga dos Campeões. Esta será uma solução encontrada pelos dois representantes de Moçambique nas Afrotaças, que passa por esquecer as diferenças internas e trabalhar em conjunto para a nobre causa que têm pela frente.

O Atlético está a privilegiar, neste momento, trabalhos na componente física e aeróbica, para proporcionar maior resistência à equipa. O Ferroviário, que iniciou os seus trabalhos há duas semanas, quer maior competitividade e vai, para o efeito, procurar na África do Sul maior número de jogos possíveis.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 15:47
 O que é? |  O que é? | favorito
Atlético Muçulmano(I. PASCOAL)
O ATLÉTICO Muçulmano, que representará o país na Taça CAF, tendo como primeiro adversário o Malanti Chiefs, da Suazilândia, está à procura de remendos para fechar algumas lacunas abertas com a saída de alguns dos seus jogadores preponderantes, casos de Gabito, no sector defensivo, tido como certo na Liga Muçulmana, e de Vling e Vicentinho, principais artistas da ala esquerda, que, por razões disciplinares, foram dispensados do clube. Esta situação criou um grande défice na equipa, o que forçará o técnico Arnaldo Salvado a encontrar soluções imediatas, tendo em conta o peso da missão continental que tem pela frente.

Aliás, o “mister” já indicou as possíveis soluções para fechar as lacunas que se apresentam neste momento no conjunto, incluindo nas linhas média e atacante, onde constam as saídas de Avelino, Aníbal, Vitinho e Naid. Salvado tem como principais opções dois zimbabweanos para a ala esquerda e um ponta-de-lança de raiz, que contaria com a prestação do camaronês Eboh.

Mas estas preocupações não poderão ser respondidas de imediato e à altura de se preencher as vagas existentes de modo que se parta para esta eliminatória mais seguros. Consciente de que estas inquietações não poderão ser respondidas a tempo, o técnico vai experimentando jogadores, na tentativa de buscar alternativas para o encontro com o Malanti Chiefs. E isso foi notório no ensaio de sábado, na Namaacha, diante do Eleven Men, também da I Divisão da Suazilândia, a quem o Atlético goleou por 6-0.

Salvado partiu para a vila fronteiriça com um conjunto de 17 jogadores, donde se destacam os guarda-redes Leonel, Betinho e Sidónio (ex-Costa do Sol); os defensores Baúte, Amad, James, Zito e Nelito; os meio-campistas Danito Nhampossa, Clarêncio, Manuelito, Délcio, Dino, Edmundo (ex-Desportivo) e o zimbabweano Ngoni; e os atacantes Eboh e Jojó (ex-Estrela Vermelha).

Com este grupo, o técnico sente tranquilidade no eixo da defesa, onde a saída de Gabito pode ser colmatada perfeitamente. Acontece o mesmo em relação ao meio-campo, onde a sua principal preocupação tem a ver com a ausência de um médio-esquerdo de raiz, ou seja, aquele que faz a ala e alimenta o ataque, para além de um ponta-de-lança por excelência.

Para o “mister”, a equipa de que dispõe está bem em termos de posicionamento e conhecimento do estilo de jogo característico do Atlético, mas há um grande défice no ritmo e velocidade que se pretendem, o que requer muitos jogos-treino.

Esta é, aliás, na óptica de Salvado, a preocupação fundamental das equipas moçambicanas nas Afrotaças, e continuará a prevalecer enquanto não se encontrar soluções por parte das instituições que gerem o futebol nacional, de modo que a época competitiva comece mais cedo.

Segundo anotou, o seu adversário, o Malanti Chiefs, está em vantagem em termos de rodagem, já que, apesar de o seu campeonato ter sido interrompido, fez um bom número de jogos, enquanto o Atlético apenas realizou um e com uma formação que igualmente denotou problemas de ritmo, daí a razão da esmagadora vitória do Atlético.

Pelo que se constatou, o Eleven Men, que ocupa posições intermédias do campeonato suázi, fez seis jogos e esteve parado desde que a prova foi interrompida por razões relacionadas com actos de vandalismo. “Sem jogos vamos ter que encarar sempre as Afrotaças sem optimismo por falta de ritmo”, lamentou.

PASSAR NO MÍNIMO DUAS ELIMINATÓRIAS

Arnaldo Salvado falando à nossa Reportagem
Arnaldo Salvado deu indicações de que o Atlético não está ao nível de poder sonhar mais alto na Taça CAF, dado o estado em que se encontra a equipa. As fragilidades provocadas pelas saídas e falta de ritmo competitivo obrigam o técnico a lutar pela defesa da dignidade do clube, o que passa por transitar duas eliminatórias.

Para o efeito, o Atlético, que já trabalha há sensivelmente duas semanas, vai dar continuidade aos trabalhos de resistência aeróbica e, a partir de hoje, serão alternados com alguns ensaios de jogo para ganhar mais velocidade e ritmo. “No mínimo deveríamos ter um espaço de seis semanas de preparação. Sendo um jogo por eliminar, é preciso mais treinamento em todas as componentes”, disse Salvado.

Os “muçulmanos” esperam efectuar dois jogos-treino com equipas de renome esta semana, com destaque para o Ferroviário de Maputo, que também se prepara para a Liga dos Campeões. Esta será uma solução encontrada pelos dois representantes de Moçambique nas Afrotaças, que passa por esquecer as diferenças internas e trabalhar em conjunto para a nobre causa que têm pela frente.

O Atlético está a privilegiar, neste momento, trabalhos na componente física e aeróbica, para proporcionar maior resistência à equipa. O Ferroviário, que iniciou os seus trabalhos há duas semanas, quer maior competitividade e vai, para o efeito, procurar na África do Sul maior número de jogos possíveis.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 15:47
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O ENSAIO com o Eleven Men não correspondeu às expectativas de Arnaldo Salvado, que esperava uma forte reacção do adversário, o que proporcionaria mais competitividade e o Atlético, assim, sair com mais energia face à ausência de rodagem que a equipa enfrenta.

O defensor Zito parte seguro para o esférico
As fragilidades apresentadas pelo opositor deixaram dúvidas, isto é, se se tratava de uma equipa da I Divisão ou não, mas elas acabaram sendo dissipadas com a informação de que é um clube que no passado teve nome, tendo, no entanto, acabado por cair na divisão secundária. Neste momento está à procura de se recompor para recuperar o prestígio perdido.

Apesar de já estar a disputar o seu campeonato, o Eleven Men foi uma formação monótona e evidenciou mais problemas de falta de ritmo do que o próprio Atlético.

A turma moçambicana teve apenas oito minutos para testar o adversário, tendo nesse período chegado duas vezes com perigo à baliza de Daniel. Posto isto, o domínio dos caseiros veio ao de cima, até que Clarêncio inaugurou o marcador aos 25 minutos. Houve uma reacção a seguir a este tento que teria culminado a igualdade, mas Mustafá Massinga falhou o alvo por pouco, próximo do guarda-redes Leonel.

Feito isto, os suázis foram tomados de reféns, pois Nelito fez 2-0 aos 32 minutos e Eboh aumentou a vantagem para 3-0, quatro minutos depois, resultado com que as equipas foram para o intervalo.

O domínio cresceu na segunda parte, mesmo com o esforço dos suázis para se redimirem da goleada. Eboh marcou mais dois golos num intervalo de seis minutos, aos 52 e 58, fazendo um “hat trick”, para mais tarde Jojó fixar o resultado final em 6-0.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:43
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O ENSAIO com o Eleven Men não correspondeu às expectativas de Arnaldo Salvado, que esperava uma forte reacção do adversário, o que proporcionaria mais competitividade e o Atlético, assim, sair com mais energia face à ausência de rodagem que a equipa enfrenta.

O defensor Zito parte seguro para o esférico
As fragilidades apresentadas pelo opositor deixaram dúvidas, isto é, se se tratava de uma equipa da I Divisão ou não, mas elas acabaram sendo dissipadas com a informação de que é um clube que no passado teve nome, tendo, no entanto, acabado por cair na divisão secundária. Neste momento está à procura de se recompor para recuperar o prestígio perdido.

Apesar de já estar a disputar o seu campeonato, o Eleven Men foi uma formação monótona e evidenciou mais problemas de falta de ritmo do que o próprio Atlético.

A turma moçambicana teve apenas oito minutos para testar o adversário, tendo nesse período chegado duas vezes com perigo à baliza de Daniel. Posto isto, o domínio dos caseiros veio ao de cima, até que Clarêncio inaugurou o marcador aos 25 minutos. Houve uma reacção a seguir a este tento que teria culminado a igualdade, mas Mustafá Massinga falhou o alvo por pouco, próximo do guarda-redes Leonel.

Feito isto, os suázis foram tomados de reféns, pois Nelito fez 2-0 aos 32 minutos e Eboh aumentou a vantagem para 3-0, quatro minutos depois, resultado com que as equipas foram para o intervalo.

O domínio cresceu na segunda parte, mesmo com o esforço dos suázis para se redimirem da goleada. Eboh marcou mais dois golos num intervalo de seis minutos, aos 52 e 58, fazendo um “hat trick”, para mais tarde Jojó fixar o resultado final em 6-0.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:43
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A SELECÇÃO Nacional de Natação regressou ontem ao país com 32 medalhas na bagagem, sendo nove de ouro e igual número de prata e 14 de bronze, no final da sexta edição do Campeonato Africano da Zona IV, disputado na cidade sul-africana de Joanesburgo, envolvendo 326 nadadores de 13 países.

Campeonato de Natação da Cidade de Maputo (primeiro dia): Fixados dois novos recordes nacionais
No quadro de medalhas, Moçambique ficou em terceiro lugar, atrás da África do Sul, vencedora da competição, e do Zimbabwe, segundo, que amealharam 151 e 72 medalhas, respectivamente.


Nuno Gomes, do Ferroviário da Beira, foi o nadador mais destacado entre os moçambicanos, tendo amealhado oito ouros, enquanto Jannat Bique, do Clube Tubarões de Maputo, obteve um. Alias, foi com a contribuição de Nuno Gomes que Moçambique conseguiu o precioso terceiro lugar.

Deste modo, terminou de forma gloriosa a participação de Moçambique no campeonato regional, com os nadadores e treinadores satisfeitos pelo desempenho global do combinado nacional.

Se o dia de estreia foi suficiente com a conquista de apenas duas medalhas, uma de prata por Allan Bique nos 50 metros bruços (42.55 segundos) e outra de bronze por Nuno Gomes nos 400 livres (5.19.12 minutos), as jornadas seguintes foram de maior produção, com Nuno Gomes a destacar-se no escalão de infantis, onde compete pelo último ano.

O nadador beirense contabilizou, individualmente, seis medalhas de ouro e uma de bronze, fixando vários recordes nacionais e conseguindo, em simultâneo, rubricar alguns dos melhores tempos da história do campeonato regional.

O pequeno nadador ganhou medalhas de ouro nas provas de 100 costas, com o tempo de 1.13.70 minuto, 50 mariposa, com 30.17 segundos, 100 mariposa (1.09.46 minuto), 50 costas (33.51 segundos), 100 estilos (1.02.27 minuto) e 200 estilos (2.37.75 minutos), enquanto na jornada inaugural conquistou a medalha de bronze na prova de 400 metros livres, fazendo a marca de 5.19.12 minutos.

Neste escalão, o poderio dos nadadores nacionais foi vincado de provas de 100 mariposa e 100 estilos, nas quais os segundos classificados foram também de Moçambique. Com efeito, Igor Mogne recebeu a medalha de prata pelo segundo lugar na prova de mariposa, com o tempo de 1.16.48 minuto, enquanto Shakil Fakir ganhou a prata na especialidade de 100 metros de estilos com o tempo de 1.06.03 minuto.

Emídio Cuna foi outro nadador que apresentou bons tempos na competição, tendo ganho a medalha de bronze no escalão de iniciados, também na prova de 100 estilos, com o tempo de 1.18.55 minuto. O vencedor foi um atleta sul-africano, que fez a distância em 1.10.27 minuto.

Nos 200 estilos, também no escalão de iniciados, Allan Bique terminou em quarto lugar, com o tempo de 3.16.05 minutos, quando o sul-africano que ganhou a prova fez a distância em 3.07.82 minuto.

Na prova de estafetas de 4x50 livres, especialidade forte do nosso país, os nadadores Claude Champier, Shakil Fakir, Edson Coroa e Nuno Gomes amealharam a medalha de bronze, a seguir ao Zimbabwe e África do Sul, segundo e terceiro classificados, respectivamente.

Em femininos, Géssica Stagno esteve em destaque rubricando tempos animadores e conquistando medalhas para o nosso país. Na ausência de nadadoras como Ximene Gomes, Jéssica Vieira e Mónica Bernardo, foi Géssica Stagno que ombreou taco-a-taco com as diversas adversárias.

Stagno conquistou uma medalha de prata na prova de 50 mariposa, com o tempo de 32.54 minuto, e três medalhas de bronze nas especialidades de 100 mariposa (1.12.45 minuto), 100 estilos livres (1.05.30 minuto) e 200 estilos livres (2.49.85 minutos).

Géssica Cossa, no escalão de 13 e 14 anos, conquistou a medalha de prata com o tempo de 2.51.41 minutos na prova de 200 estilos livres, enquanto Faina Salate terminava no quinto lugar.

Na especialidade que melhor interpreta, 100 estilos livres, Faina Salate ganhou a medalha de bronze, aos percorrer a distância em 1.07.13, ficando o ouro com uma atleta da Suazilândia.

A nadadora Raquel Lourenço ganhou uma medalha de bronze na prova de 100 mariposa, em juvenis, com o tempo de 1.17.80 minuto, enquanto a sul-africana Joy Arendse terminou na primeira posição com 1.17.80 minuto.

Os tempos conseguidos pelos atletas moçambicanos estão entre os melhores da história desta competição, que se realizou pela sexta vez. Alguns nadadores nacionais não subiram ao pódio, mas a equipa técnica nacional está satisfeita com o desempenho dos atletas.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 15:23
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A SELECÇÃO Nacional de Natação regressou ontem ao país com 32 medalhas na bagagem, sendo nove de ouro e igual número de prata e 14 de bronze, no final da sexta edição do Campeonato Africano da Zona IV, disputado na cidade sul-africana de Joanesburgo, envolvendo 326 nadadores de 13 países.

Campeonato de Natação da Cidade de Maputo (primeiro dia): Fixados dois novos recordes nacionais
No quadro de medalhas, Moçambique ficou em terceiro lugar, atrás da África do Sul, vencedora da competição, e do Zimbabwe, segundo, que amealharam 151 e 72 medalhas, respectivamente.


Nuno Gomes, do Ferroviário da Beira, foi o nadador mais destacado entre os moçambicanos, tendo amealhado oito ouros, enquanto Jannat Bique, do Clube Tubarões de Maputo, obteve um. Alias, foi com a contribuição de Nuno Gomes que Moçambique conseguiu o precioso terceiro lugar.

Deste modo, terminou de forma gloriosa a participação de Moçambique no campeonato regional, com os nadadores e treinadores satisfeitos pelo desempenho global do combinado nacional.

Se o dia de estreia foi suficiente com a conquista de apenas duas medalhas, uma de prata por Allan Bique nos 50 metros bruços (42.55 segundos) e outra de bronze por Nuno Gomes nos 400 livres (5.19.12 minutos), as jornadas seguintes foram de maior produção, com Nuno Gomes a destacar-se no escalão de infantis, onde compete pelo último ano.

O nadador beirense contabilizou, individualmente, seis medalhas de ouro e uma de bronze, fixando vários recordes nacionais e conseguindo, em simultâneo, rubricar alguns dos melhores tempos da história do campeonato regional.

O pequeno nadador ganhou medalhas de ouro nas provas de 100 costas, com o tempo de 1.13.70 minuto, 50 mariposa, com 30.17 segundos, 100 mariposa (1.09.46 minuto), 50 costas (33.51 segundos), 100 estilos (1.02.27 minuto) e 200 estilos (2.37.75 minutos), enquanto na jornada inaugural conquistou a medalha de bronze na prova de 400 metros livres, fazendo a marca de 5.19.12 minutos.

Neste escalão, o poderio dos nadadores nacionais foi vincado de provas de 100 mariposa e 100 estilos, nas quais os segundos classificados foram também de Moçambique. Com efeito, Igor Mogne recebeu a medalha de prata pelo segundo lugar na prova de mariposa, com o tempo de 1.16.48 minuto, enquanto Shakil Fakir ganhou a prata na especialidade de 100 metros de estilos com o tempo de 1.06.03 minuto.

Emídio Cuna foi outro nadador que apresentou bons tempos na competição, tendo ganho a medalha de bronze no escalão de iniciados, também na prova de 100 estilos, com o tempo de 1.18.55 minuto. O vencedor foi um atleta sul-africano, que fez a distância em 1.10.27 minuto.

Nos 200 estilos, também no escalão de iniciados, Allan Bique terminou em quarto lugar, com o tempo de 3.16.05 minutos, quando o sul-africano que ganhou a prova fez a distância em 3.07.82 minuto.

Na prova de estafetas de 4x50 livres, especialidade forte do nosso país, os nadadores Claude Champier, Shakil Fakir, Edson Coroa e Nuno Gomes amealharam a medalha de bronze, a seguir ao Zimbabwe e África do Sul, segundo e terceiro classificados, respectivamente.

Em femininos, Géssica Stagno esteve em destaque rubricando tempos animadores e conquistando medalhas para o nosso país. Na ausência de nadadoras como Ximene Gomes, Jéssica Vieira e Mónica Bernardo, foi Géssica Stagno que ombreou taco-a-taco com as diversas adversárias.

Stagno conquistou uma medalha de prata na prova de 50 mariposa, com o tempo de 32.54 minuto, e três medalhas de bronze nas especialidades de 100 mariposa (1.12.45 minuto), 100 estilos livres (1.05.30 minuto) e 200 estilos livres (2.49.85 minutos).

Géssica Cossa, no escalão de 13 e 14 anos, conquistou a medalha de prata com o tempo de 2.51.41 minutos na prova de 200 estilos livres, enquanto Faina Salate terminava no quinto lugar.

Na especialidade que melhor interpreta, 100 estilos livres, Faina Salate ganhou a medalha de bronze, aos percorrer a distância em 1.07.13, ficando o ouro com uma atleta da Suazilândia.

A nadadora Raquel Lourenço ganhou uma medalha de bronze na prova de 100 mariposa, em juvenis, com o tempo de 1.17.80 minuto, enquanto a sul-africana Joy Arendse terminou na primeira posição com 1.17.80 minuto.

Os tempos conseguidos pelos atletas moçambicanos estão entre os melhores da história desta competição, que se realizou pela sexta vez. Alguns nadadores nacionais não subiram ao pódio, mas a equipa técnica nacional está satisfeita com o desempenho dos atletas.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 15:23
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O SELECCIONADOR nacional, Frederico dos Santos, explicou que Moçambique participou com muitos nadadores que estão no início de novos escalões, competindo com outros que estão no fim, partindo, por isso, em desvantagem.

O CLUBE Golfinhos de Maputo, o mais destacado nos últimos anos em natação,
“Nadadores como Shakil Fakir, Jalik Tavares, Jannat Bique, Alan Bique e Claude Champier fizeram bons tempos, melhoram até as suas últimas marcas, mas o facto de competirem com atletas mais velhos dificultou-lhes a conquista de mais medalhas. Temos uma selecção para o futuro e o importante é continuarmos a trabalhar com maior seriedade”, observou o técnico.

Os escalões foram divididos em Sub-10, 11 e 12, 13 e 14, 15 e 16 e maiores de 17 anos, sendo que no último o nosso país não se fez representar devido à indisponibilidade dos atletas convocados, que alegaram motivos particulares.

Competiram na piscina Ellis Park atletas de Moçambique, Angola, África do Sul, Uganda, Malawi, Zâmbia, Zimbabwe, Tanzania, Suazilândia, Quénia, Botswana, Namíbia e Índia.

Alguns destes países competiram na condição de convidados, mas os seus tempos valeram pontos e medalhas. A Confederação Africana de Natação Amadora (CANA) procedeu desta forma com a finalidade de melhorar a competitividade do certame, desejo que se consumou.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:19
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O SELECCIONADOR nacional, Frederico dos Santos, explicou que Moçambique participou com muitos nadadores que estão no início de novos escalões, competindo com outros que estão no fim, partindo, por isso, em desvantagem.

O CLUBE Golfinhos de Maputo, o mais destacado nos últimos anos em natação,
“Nadadores como Shakil Fakir, Jalik Tavares, Jannat Bique, Alan Bique e Claude Champier fizeram bons tempos, melhoram até as suas últimas marcas, mas o facto de competirem com atletas mais velhos dificultou-lhes a conquista de mais medalhas. Temos uma selecção para o futuro e o importante é continuarmos a trabalhar com maior seriedade”, observou o técnico.

Os escalões foram divididos em Sub-10, 11 e 12, 13 e 14, 15 e 16 e maiores de 17 anos, sendo que no último o nosso país não se fez representar devido à indisponibilidade dos atletas convocados, que alegaram motivos particulares.

Competiram na piscina Ellis Park atletas de Moçambique, Angola, África do Sul, Uganda, Malawi, Zâmbia, Zimbabwe, Tanzania, Suazilândia, Quénia, Botswana, Namíbia e Índia.

Alguns destes países competiram na condição de convidados, mas os seus tempos valeram pontos e medalhas. A Confederação Africana de Natação Amadora (CANA) procedeu desta forma com a finalidade de melhorar a competitividade do certame, desejo que se consumou.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:19
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RECENTEMENTE, assistiu-se a um momento de celebrações. Todavia, os trajes de festa devem ser guardados porque serão precisos para o último evento para onde estão convidadas as estrelas mais cintilantes do futebol: a cidade de Zurique, o último palco para acolher, hoje, a Gala do Jogador Mundial da FIFA onde serão coroados os reis do ano de 2008.

Kaká vencedor em 2007
É certo que haverá algumas diferenças em relação à última gala, em que Kaká e Marta foram os laureados como melhores jogadores, em masculinos e femininos, respectivamente. Pela primeira vez, este ano estarão presentes cinco finalistas para um único prémio em cada categoria, pelo que se espera uma festa emocionante.

Os actuais reis brasileiros repetem a candidatura. A mágica Marta sempre sonha com mais, porém, joga na defensiva: “Faltam muitas coisas por conseguir, o troféu, mas estar nesta gala é coisa do outro mundo”. Também Kaká gostaria de repetir a sensação que viveu no ano passado: “É um dia muito especial para mim. A Bíblia diz que a vida dá mais do que nós pedimos e a mim já me ocorreu isso”.

Mas o craque brasileiro sabe que não será fácil, porque as credenciais dos seus concorrentes são impressionantes. Cristiano Ronaldo ganhou a Primeira Liga como máximo goleador do Manchester United, e venceu a Liga de Campeões e a Copa Mundial de Clubes.

Lionel Messi ganhou a segunda medalha de ouro nos Jogos Olímpicos e em cada partida que joga oferece um novo motivo de admiração. É preciso ainda contar com os campeões da Europa, o barcelonista Xavi, centro-campista, e Fernando Torres, mortífero goleador.

A mesma dificuldade se aplica a Marta, porque as alemães Birgit Prinz e Nadine Angerer, medalha de bronze em Beijing, a classe da dianteira inglesa Kelly Smith, e o instinto matador do sua companheira Cristina.

HISTÓRIA E MODERNIDADE

Esta será a 18ª edição gala e terá uma cobertura exaustiva. Esta festa do futebol começou em 1991, coroando o alemão Lothar Matthaeus, que não perderá a cerimónia este ano e será um dos distintos convidados na bancada de honra da “Ópera de Zurique”.

O Brasil é o país mais premiado, com oito troféus, repartidos entre Romário, Rivaldo, Ronaldo (3), Ronaldinho (2) e Kaká. Segue-se a França com três galardões para a mesma figura, Zinedine Zidane, e Itália com dois reconhecidos, Roberto Baggio (1993) e Fábio Cannavaro (2006), o único defesa na lista de vencedores.

George Weah destaca-se na lista ao ser o único futebolista africano que logrou ser laureado.

Esta edição poderá ser histórica, caso Xavi, Torres ou Messi vençam, já que nunca um jogador espanhol ou argentino levantou o troféu. Se o prémio for atribuído a Cristiano Ronaldo seria o segundo êxito português, depois de em 2001 o seu compatriota Luís Figo ter sido o grande vencedor. Um holandês, Marco Van Basten, completa esta prestigiante lista.

O prémio feminino começou a ser entregue em 2001 e recaiu sobre a norte-americana Mia Hamm, que repetiria no ano seguinte. Mas Birgit Prinz foi a mais laureada com três distinções. A brasileira Marta, que ganhou nas duas últimas fases, completa o palmarés.

Falta agora saber quem serão os próximos. Algo que será definido em função dos votos dos treinadores e capitães das selecções nacionais, que são os que decidem o Jogador e Jogadora Mundiais. São eles também que definem a entrega do Prémio FIFA Fair-Play e a Distinção Presidencial.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:17
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RECENTEMENTE, assistiu-se a um momento de celebrações. Todavia, os trajes de festa devem ser guardados porque serão precisos para o último evento para onde estão convidadas as estrelas mais cintilantes do futebol: a cidade de Zurique, o último palco para acolher, hoje, a Gala do Jogador Mundial da FIFA onde serão coroados os reis do ano de 2008.

Kaká vencedor em 2007
É certo que haverá algumas diferenças em relação à última gala, em que Kaká e Marta foram os laureados como melhores jogadores, em masculinos e femininos, respectivamente. Pela primeira vez, este ano estarão presentes cinco finalistas para um único prémio em cada categoria, pelo que se espera uma festa emocionante.

Os actuais reis brasileiros repetem a candidatura. A mágica Marta sempre sonha com mais, porém, joga na defensiva: “Faltam muitas coisas por conseguir, o troféu, mas estar nesta gala é coisa do outro mundo”. Também Kaká gostaria de repetir a sensação que viveu no ano passado: “É um dia muito especial para mim. A Bíblia diz que a vida dá mais do que nós pedimos e a mim já me ocorreu isso”.

Mas o craque brasileiro sabe que não será fácil, porque as credenciais dos seus concorrentes são impressionantes. Cristiano Ronaldo ganhou a Primeira Liga como máximo goleador do Manchester United, e venceu a Liga de Campeões e a Copa Mundial de Clubes.

Lionel Messi ganhou a segunda medalha de ouro nos Jogos Olímpicos e em cada partida que joga oferece um novo motivo de admiração. É preciso ainda contar com os campeões da Europa, o barcelonista Xavi, centro-campista, e Fernando Torres, mortífero goleador.

A mesma dificuldade se aplica a Marta, porque as alemães Birgit Prinz e Nadine Angerer, medalha de bronze em Beijing, a classe da dianteira inglesa Kelly Smith, e o instinto matador do sua companheira Cristina.

HISTÓRIA E MODERNIDADE

Esta será a 18ª edição gala e terá uma cobertura exaustiva. Esta festa do futebol começou em 1991, coroando o alemão Lothar Matthaeus, que não perderá a cerimónia este ano e será um dos distintos convidados na bancada de honra da “Ópera de Zurique”.

O Brasil é o país mais premiado, com oito troféus, repartidos entre Romário, Rivaldo, Ronaldo (3), Ronaldinho (2) e Kaká. Segue-se a França com três galardões para a mesma figura, Zinedine Zidane, e Itália com dois reconhecidos, Roberto Baggio (1993) e Fábio Cannavaro (2006), o único defesa na lista de vencedores.

George Weah destaca-se na lista ao ser o único futebolista africano que logrou ser laureado.

Esta edição poderá ser histórica, caso Xavi, Torres ou Messi vençam, já que nunca um jogador espanhol ou argentino levantou o troféu. Se o prémio for atribuído a Cristiano Ronaldo seria o segundo êxito português, depois de em 2001 o seu compatriota Luís Figo ter sido o grande vencedor. Um holandês, Marco Van Basten, completa esta prestigiante lista.

O prémio feminino começou a ser entregue em 2001 e recaiu sobre a norte-americana Mia Hamm, que repetiria no ano seguinte. Mas Birgit Prinz foi a mais laureada com três distinções. A brasileira Marta, que ganhou nas duas últimas fases, completa o palmarés.

Falta agora saber quem serão os próximos. Algo que será definido em função dos votos dos treinadores e capitães das selecções nacionais, que são os que decidem o Jogador e Jogadora Mundiais. São eles também que definem a entrega do Prémio FIFA Fair-Play e a Distinção Presidencial.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:17
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A PROVÍNCIA do Maputo movimenta desde sexta-feira a fase final da 11ª edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec, envolvendo 14 equipas representativas dos sete distritos desta parcela do país.

A pequenada vai dando “show” de futebol
A primeira jornada desta fase, que é disputada por zonas, envolveu sete jogos, dos quais se destacam, na zona norte, a vitória de Xinavane sobre Marracuene “A” por 5-1, e no centro, o triunfo de Infulene diante da Machava por 3-2. Nota de realce para a vitória esmagadora da formação de Gueguegue frente à de Eduardo Mondlane, ambas de Boane, isto na zona sul.

De salientar que o Torneio Bebec na província do Maputo é disputado no sistema de todos contra todos e numa única volta, com sete jornadas.

Esta fase prolongar-se-á até ao dia 18 deste mês, e vai apurar as primeiras equipas de cada zona, às quais se juntará o melhor segundo classificado dos grupos nas meias-finais. Estas estão previstas para o dia 21 e a final está, por sua vez, marcada para 24, na Matola, capital provincial de Maputo.

QUADRO DE RESULTADOS DA PRIMEIRA RONDA

ZONA NORTE

Campo da Vila de Magude

Magude “B” - Magude “A” (1-3)

Campo do Clube de Incomáti

Xinavane - Marracuene “A” (5-1)

Campo da Manhiça

Manhiça – Marracuene B (2-0)

ZONA CENTRO

Campo da Machava Sede

Machava – Infulene (2-3)

Campo do Desportivo da Matola

Matola – Matutuíne (V-FC)

ZONA SUL

Campo da Vila de Boane

Gueguegue – Eduardo Mondlane (11-0)

Campo da Vila de Moamba

Moamba-Namaacha (5-0)

publicado por Vaxko Zakarias às 13:54
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A PROVÍNCIA do Maputo movimenta desde sexta-feira a fase final da 11ª edição do Torneio de Futebol Infanto-Juvenil, vulgo Bebec, envolvendo 14 equipas representativas dos sete distritos desta parcela do país.

A pequenada vai dando “show” de futebol
A primeira jornada desta fase, que é disputada por zonas, envolveu sete jogos, dos quais se destacam, na zona norte, a vitória de Xinavane sobre Marracuene “A” por 5-1, e no centro, o triunfo de Infulene diante da Machava por 3-2. Nota de realce para a vitória esmagadora da formação de Gueguegue frente à de Eduardo Mondlane, ambas de Boane, isto na zona sul.

De salientar que o Torneio Bebec na província do Maputo é disputado no sistema de todos contra todos e numa única volta, com sete jornadas.

Esta fase prolongar-se-á até ao dia 18 deste mês, e vai apurar as primeiras equipas de cada zona, às quais se juntará o melhor segundo classificado dos grupos nas meias-finais. Estas estão previstas para o dia 21 e a final está, por sua vez, marcada para 24, na Matola, capital provincial de Maputo.

QUADRO DE RESULTADOS DA PRIMEIRA RONDA

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Campo da Vila de Magude

Magude “B” - Magude “A” (1-3)

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Xinavane - Marracuene “A” (5-1)

Campo da Manhiça

Manhiça – Marracuene B (2-0)

ZONA CENTRO

Campo da Machava Sede

Machava – Infulene (2-3)

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