Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 11 DE Dezembro 2008



AS obras de construção do Estádio Nacional decorrem a bom ritmo e ficarão concluídas dentro do prazo. Ou seja em Março ou Abril de 2010 estará erguida, na capital do país, mais concretamente no Zimpeto, a maior infra-estrutura desportiva construída até aqui no país. Esta informação foi avançada pelo Ministro da Juventude e Desportos, David Simango, no decurso da visita realizada ontem ao local onde será edificado o estádio que terá uma capacidade para 42 mil Maputo,
espectadores. 
 

Nesta altura decorrem a colocação das estacas que suportaram a parte das bancadas. Esta é a segunda fase depois de na primeira terem sido realizados trabalhos de remoção e nivelamento dos solos. 

A segunda fase, que compreende, para além da colocação de estacas, a construção de alvenarias, passeios, bem como elaboração de um plano-projecto em relação as vias de acesso ao Estádio Nacional, deverá ficar concluída em Março.

A segunda fase está também bem adiantada, o que enche de satisfação o titular da pasta da Juventude e Desportos, assim com os técnicos ligados à construção. Até ontem haviam sido colocadas, numa profundidade de 48 metros, 111 estacas das 450 que deverão estar “assentadas” naquele local.

A terceira e última fase compreende a construção do estádio que colocará várias etapa desde a construção dos pilares, das bancadas e da colocação da relva. A implantação de espaços verdes e construção de parques de estacionamento será também uma realidade. Entretanto, para que se dê início a esta fase derradeira, David Simango afiançou que virá material da China.

Acrescentou que a construção do estádio resulta de um contrato rubricado entres os governos moçambicano e chinês. No entanto, uma empresa de consultoria está a trabalhar com os aspectos inerentes às vias de acesso.

CIDADELA DESPORTIVA


 

Após a construção do estádio perspectiva-se a construção de um pavilhão multiusos, restaurantes e outras infra-estruturas que tornará aquele local naquilo que David Simango pretende ser a cidadela desportiva.

“Continuamos com a ideia de tornar este local na nossa cidadela desportiva. É desejo construir-se uma piscina olímpica, um pavilhão multiusos, restaurantes e ainda ter alguns bancos. Pensamos que isto é possível, pois dos 47 hectares disponíveis apenas serão ocupados 26. Ficaram assim 21 hectares para consumarmos o projecto”, disse. 
Sobre a qualidade da obra Simango referiu ser muito boa.  


CUMPRIMENTO DO PRAZO APESAR DO ATRASO


 

“HOUVE um atraso em relação à assinatura do contrato. Este deveria ter sido assinado em Dezembro do ano passado, mas devido a alguns problemas burocráticos, acabou se efectivando em Março. No entanto, este atraso não tem influenciado no andamento dos trabalhos e acredito que irá se cumprir com o prazo de conclusão da obra”, disse José Dava, director técnico da obra.

Dava afirmou que só foi possível recuperar os cerca de três meses de atraso graças à invejável disciplina profissional dos chineses e moçambicanos que têm trabalhado incansavelmente para acabar com a obra dentro dos prazos, ou quiçá antes do tempo previsto (Abril de 2009). 

Questionado quais eram as principais dificuldades que têm vindo a registar-se o responsável explicou: “Os trabalhos decorrem sem sobressaltos. No princípio notou-se algumas dificuldades devido à diferença de culturas entre moçambicanos e chineses, relativamente a língua e o modo de trabalhar. Mas nesta altura já estão adaptados uns aos outros e o trabalho decorre normalmente”.

Em relação às vias de acesso questão que parece suscitar maior preocupação, Dava disse que estão em análise várias alternativas. “Estamos a trabalhar com as instâncias competentes para se encontrar outras vias de acesso, para além da Estrada Nacional (EN1), aquela que será a principal via de escoamento de tráfego. Nesta altura temos uma alternativa certa que é da estrada circular da Grande Maputo com o percurso pela “Sebastião Mabote”, “Dom Alexandre”, que vai dar à Costa do Sol. Ainda estamos a estudar a hipótese de EN4 ser a segunda via alternativa”, disse.

O director técnico adiantou que estas vias serão muito importantes para o escoamento de tráfego sobretudo em dia de grandes jogos.  
publicado por Vaxko Zakarias às 12:56
 O que é? |  O que é? | favorito



AS obras de construção do Estádio Nacional decorrem a bom ritmo e ficarão concluídas dentro do prazo. Ou seja em Março ou Abril de 2010 estará erguida, na capital do país, mais concretamente no Zimpeto, a maior infra-estrutura desportiva construída até aqui no país. Esta informação foi avançada pelo Ministro da Juventude e Desportos, David Simango, no decurso da visita realizada ontem ao local onde será edificado o estádio que terá uma capacidade para 42 mil Maputo,
espectadores. 
 

Nesta altura decorrem a colocação das estacas que suportaram a parte das bancadas. Esta é a segunda fase depois de na primeira terem sido realizados trabalhos de remoção e nivelamento dos solos. 

A segunda fase, que compreende, para além da colocação de estacas, a construção de alvenarias, passeios, bem como elaboração de um plano-projecto em relação as vias de acesso ao Estádio Nacional, deverá ficar concluída em Março.

A segunda fase está também bem adiantada, o que enche de satisfação o titular da pasta da Juventude e Desportos, assim com os técnicos ligados à construção. Até ontem haviam sido colocadas, numa profundidade de 48 metros, 111 estacas das 450 que deverão estar “assentadas” naquele local.

A terceira e última fase compreende a construção do estádio que colocará várias etapa desde a construção dos pilares, das bancadas e da colocação da relva. A implantação de espaços verdes e construção de parques de estacionamento será também uma realidade. Entretanto, para que se dê início a esta fase derradeira, David Simango afiançou que virá material da China.

Acrescentou que a construção do estádio resulta de um contrato rubricado entres os governos moçambicano e chinês. No entanto, uma empresa de consultoria está a trabalhar com os aspectos inerentes às vias de acesso.

CIDADELA DESPORTIVA


 

Após a construção do estádio perspectiva-se a construção de um pavilhão multiusos, restaurantes e outras infra-estruturas que tornará aquele local naquilo que David Simango pretende ser a cidadela desportiva.

“Continuamos com a ideia de tornar este local na nossa cidadela desportiva. É desejo construir-se uma piscina olímpica, um pavilhão multiusos, restaurantes e ainda ter alguns bancos. Pensamos que isto é possível, pois dos 47 hectares disponíveis apenas serão ocupados 26. Ficaram assim 21 hectares para consumarmos o projecto”, disse. 
Sobre a qualidade da obra Simango referiu ser muito boa.  


CUMPRIMENTO DO PRAZO APESAR DO ATRASO


 

“HOUVE um atraso em relação à assinatura do contrato. Este deveria ter sido assinado em Dezembro do ano passado, mas devido a alguns problemas burocráticos, acabou se efectivando em Março. No entanto, este atraso não tem influenciado no andamento dos trabalhos e acredito que irá se cumprir com o prazo de conclusão da obra”, disse José Dava, director técnico da obra.

Dava afirmou que só foi possível recuperar os cerca de três meses de atraso graças à invejável disciplina profissional dos chineses e moçambicanos que têm trabalhado incansavelmente para acabar com a obra dentro dos prazos, ou quiçá antes do tempo previsto (Abril de 2009). 

Questionado quais eram as principais dificuldades que têm vindo a registar-se o responsável explicou: “Os trabalhos decorrem sem sobressaltos. No princípio notou-se algumas dificuldades devido à diferença de culturas entre moçambicanos e chineses, relativamente a língua e o modo de trabalhar. Mas nesta altura já estão adaptados uns aos outros e o trabalho decorre normalmente”.

Em relação às vias de acesso questão que parece suscitar maior preocupação, Dava disse que estão em análise várias alternativas. “Estamos a trabalhar com as instâncias competentes para se encontrar outras vias de acesso, para além da Estrada Nacional (EN1), aquela que será a principal via de escoamento de tráfego. Nesta altura temos uma alternativa certa que é da estrada circular da Grande Maputo com o percurso pela “Sebastião Mabote”, “Dom Alexandre”, que vai dar à Costa do Sol. Ainda estamos a estudar a hipótese de EN4 ser a segunda via alternativa”, disse.

O director técnico adiantou que estas vias serão muito importantes para o escoamento de tráfego sobretudo em dia de grandes jogos.  
publicado por Vaxko Zakarias às 12:56
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MAIS duas medalhas, uma de prata no atletismo, através de Emílio Manjaze, nos 110 metros barreiras (15.17 segundos), e outra na natação, estafetas 4x50 metros, das pequenas-grandes nadadoras Géssica Stagno, Jéssica Cossa, Raquel Lourenço e Faina Salete (2.2.11 metros), abrilhantaram a excelente participação de Moçambique neste III Maputo,  Jogos da SADC (SCSA) que prosseguem hoje.
 

Já são no total sete medalhas na vitrina de Moçambique. Mas as duas de prata em basquetebol, garantidas pela presença das selecções masculina e feminina na final, poderão transformar-se em ouro depois dos jogos de logo noite.

VAMOS AO OURO MOÇAMBICANOS!


Hoje vai ser mesmo a doer. As selecções moçambicanas de basquetebol jogam uma cartada decisiva frente a Angola. Em disputa estão as medalhas de ouro. A primeira a entrar em acção será a de femininos, às 17.00 horas, para logo a seguir, às 19:00, evoluir a de masculinos. Os nossos olhos, tal como os dos angolanos, estão centrados nas medalhas mais preciosas, as de ouro, que tanto podem ficar connosco como com eles, porque estarão frente-a-frente as melhores selecções de basquetebol desta edição.

Em femininos, Moçambique, na qualidade de detentor do título, conquistado na Namíbia, na última edição, parte como favorito, até porque os próprios angolanos reconhecem o nosso favoritismo na final de hoje, a avaliar pelo desempenho das duas selecções até ao momento. 

Moçambique, tal como Angola, somaram por vitórias todos os jogos realizados. Nalguns dos quais humilhando os seus opositores, ultrapassando a chapa 100, como aconteceu terça-feira em que os moçambicanos bateram a Namíbia, por 133-28, mesmo sem se empregarem a fundo. 

A equipa moçambicana, finalmente estará na sua máxima força hoje com o regresso da poste Cecília Rodrigues, que se havia ausentado para exames escolares em Maputo, que vem juntar-se a um naipe de jogadoras já rodadas e bastante experientes, algumas das quais que conquistaram recentemente o Campeonato Africano de Clubes, em Nairobi (Quénia), pelo Desportivo de Maputo. 

As angolanas muito bem sabem que se quiserem levar consigo o ouro vão ter que enfrentar muitos obstáculos, nomeadamente o esquema táctico de Simão Mataveia, a inteligência e a habilidade das jogadoras moçambicanas e o apoio incansável da delegação moçambicana, que já conquistou muitas simpatias nesta cidade maravilhosa de Potchefstroom, que dista a cerca de 200 quilómetros de Joanesburgo. 

Já em masculinos, a missão será muito mais espinhosa do que se imagina. Os angolanos, como já os conhecemos, jogam o tudo por tudo para não perderem. Mas quanto a esse aspecto estamos todos atentos. 

A dupla técnica constituída por Carlos Ferro e Delfim Baptista vai apostar nas pedras de que dispõe. Até porque nos últimos jogos tentou poupar os que acha que poderão ser mais valiosos para a luta por esta preciosa medalha que nos foge desde a primeira edição de Maputo, onde nos contentamos com a prata, e depois na Namíbia, na segunda edição, com o bronze, por culpa dos próprios atletas que no jogo de apuramento com a Zâmbia perderam infantilmente. 

A lição está bem estudada para este jogo. Por aquilo que nos tem dado a observar, é que a equipa, mais do que nunca, está muito mais coesa do que antes. Em nenhum momento nos apercebemos de descontentamentos, mesmo por parte daqueles atletas que têm sido pouco utilizados e que podem desempenhar hoje um papel preponderante na manobra da equipa. 

Aliás, há jogadores que mesmo pouco utilizados nos seus clubes em Maputo estão neste torneio a demonstrar qualidades ímpares como prova de que podem entrar para qualquer competição sem qualquer complexo. Todos estes factores bem conjugados podem contribuir para o sucesso de Moçambique neste torneio. 

A verdade tem que ser dita: o pavilhão onde decorrerão os jogos da final não reúne condições. Primeiro porque o piso é muito escorregadio. Segundo porque só tem capacidade para cerca de 300 espectadores, o que significa que só as delegações dos dois países preenchem o espaço disponível. 

Ontem foi mais um dia de repouso para o basquetebol e oxalá os atletas moçambicanos o tenham dedicado para uma reflexão profunda do que foi a prova até aqui e o que vai acontecer hoje na final contra Angola. 

Almeida Samo, medalha de bronze
MEDALHA SURPRESA 

 
 

Mais uma medalha caiu no saco dos moçambicanos. Ninguém a esperava, mas ela acabou aparecendo não sabemos se foi o Pai Natal que a trouxe, já que estamos nas vésperas do Natal. Estamos a falar do bronze no boxe. Almeida Samo, que, por sinal, havia tido a pior prestação moçambicana no boxe comparativamente aos irmãos Francisco e Gento Máquina, acabou sendo bafejado pela sorte, quando foi chamado ao pódio para receber a medalha de bronze que andava à deriva. 

Almeida Samo foi o último a subir ao ringue (segunda-feira) depois das derrotas de Francisco e Gento. Diante dele estava um tswana que dá pelo nome de Arnold Tsele. Um pugilista pouco dotado tecnicamente, mas bastante aguerrido. Os socos começam a “chover” de todos os lados contra o moçambicano, numa tentativa de o deitar abaixo muito cedo. Almeida tentou reagir, mas não conseguiu contrapor e a dado momento, ainda no primeiro assalto, quando o resultado já estava em 10-1 (pontuação electrónica) o arbitro apercebeu-se das dificuldades de Almeida Samo e terminou o combate por incapacidade física. 

Foi daqueles combates para esquecer. Mas no final, o pugilista moçambicano acusou uma lesão no ombro, tendo sido tratado pelos médicos afectos à competição. Felizmente a lesão não foi grave e como recompensa aí esta a medalha de bronze para Moçambique, atribuída ao atleta porque na sua divisão, a dos 69 kg, apenas estavam escritos três pugilistas e na qualidade de último acabou recebendo a prenda.

TÉNIS TERMINA EM QUARTO

A tarde de terça-feira foi bastante produtiva para a comitiva moçambicana, mas o ténis não conseguiu conquistar sequer uma medalha como era o desejo de todos os componentes desta delegação. 

Em pares masculinos perdemos diante da forte dupla sul-africana no apuramento do terceiro classificado, que daria mais uma medalha de bronze a Moçambique. 

A dupla de femininos ficou pelo caminho muito mais cedo, tal como aconteceu nas provas de singulares, onde nem sequer passamos da primeira eliminatória. 


Gil Carvalho, em Potchefstroom
publicado por Vaxko Zakarias às 12:47
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MAIS duas medalhas, uma de prata no atletismo, através de Emílio Manjaze, nos 110 metros barreiras (15.17 segundos), e outra na natação, estafetas 4x50 metros, das pequenas-grandes nadadoras Géssica Stagno, Jéssica Cossa, Raquel Lourenço e Faina Salete (2.2.11 metros), abrilhantaram a excelente participação de Moçambique neste III Maputo,  Jogos da SADC (SCSA) que prosseguem hoje.
 

Já são no total sete medalhas na vitrina de Moçambique. Mas as duas de prata em basquetebol, garantidas pela presença das selecções masculina e feminina na final, poderão transformar-se em ouro depois dos jogos de logo noite.

VAMOS AO OURO MOÇAMBICANOS!


Hoje vai ser mesmo a doer. As selecções moçambicanas de basquetebol jogam uma cartada decisiva frente a Angola. Em disputa estão as medalhas de ouro. A primeira a entrar em acção será a de femininos, às 17.00 horas, para logo a seguir, às 19:00, evoluir a de masculinos. Os nossos olhos, tal como os dos angolanos, estão centrados nas medalhas mais preciosas, as de ouro, que tanto podem ficar connosco como com eles, porque estarão frente-a-frente as melhores selecções de basquetebol desta edição.

Em femininos, Moçambique, na qualidade de detentor do título, conquistado na Namíbia, na última edição, parte como favorito, até porque os próprios angolanos reconhecem o nosso favoritismo na final de hoje, a avaliar pelo desempenho das duas selecções até ao momento. 

Moçambique, tal como Angola, somaram por vitórias todos os jogos realizados. Nalguns dos quais humilhando os seus opositores, ultrapassando a chapa 100, como aconteceu terça-feira em que os moçambicanos bateram a Namíbia, por 133-28, mesmo sem se empregarem a fundo. 

A equipa moçambicana, finalmente estará na sua máxima força hoje com o regresso da poste Cecília Rodrigues, que se havia ausentado para exames escolares em Maputo, que vem juntar-se a um naipe de jogadoras já rodadas e bastante experientes, algumas das quais que conquistaram recentemente o Campeonato Africano de Clubes, em Nairobi (Quénia), pelo Desportivo de Maputo. 

As angolanas muito bem sabem que se quiserem levar consigo o ouro vão ter que enfrentar muitos obstáculos, nomeadamente o esquema táctico de Simão Mataveia, a inteligência e a habilidade das jogadoras moçambicanas e o apoio incansável da delegação moçambicana, que já conquistou muitas simpatias nesta cidade maravilhosa de Potchefstroom, que dista a cerca de 200 quilómetros de Joanesburgo. 

Já em masculinos, a missão será muito mais espinhosa do que se imagina. Os angolanos, como já os conhecemos, jogam o tudo por tudo para não perderem. Mas quanto a esse aspecto estamos todos atentos. 

A dupla técnica constituída por Carlos Ferro e Delfim Baptista vai apostar nas pedras de que dispõe. Até porque nos últimos jogos tentou poupar os que acha que poderão ser mais valiosos para a luta por esta preciosa medalha que nos foge desde a primeira edição de Maputo, onde nos contentamos com a prata, e depois na Namíbia, na segunda edição, com o bronze, por culpa dos próprios atletas que no jogo de apuramento com a Zâmbia perderam infantilmente. 

A lição está bem estudada para este jogo. Por aquilo que nos tem dado a observar, é que a equipa, mais do que nunca, está muito mais coesa do que antes. Em nenhum momento nos apercebemos de descontentamentos, mesmo por parte daqueles atletas que têm sido pouco utilizados e que podem desempenhar hoje um papel preponderante na manobra da equipa. 

Aliás, há jogadores que mesmo pouco utilizados nos seus clubes em Maputo estão neste torneio a demonstrar qualidades ímpares como prova de que podem entrar para qualquer competição sem qualquer complexo. Todos estes factores bem conjugados podem contribuir para o sucesso de Moçambique neste torneio. 

A verdade tem que ser dita: o pavilhão onde decorrerão os jogos da final não reúne condições. Primeiro porque o piso é muito escorregadio. Segundo porque só tem capacidade para cerca de 300 espectadores, o que significa que só as delegações dos dois países preenchem o espaço disponível. 

Ontem foi mais um dia de repouso para o basquetebol e oxalá os atletas moçambicanos o tenham dedicado para uma reflexão profunda do que foi a prova até aqui e o que vai acontecer hoje na final contra Angola. 

Almeida Samo, medalha de bronze
MEDALHA SURPRESA 

 
 

Mais uma medalha caiu no saco dos moçambicanos. Ninguém a esperava, mas ela acabou aparecendo não sabemos se foi o Pai Natal que a trouxe, já que estamos nas vésperas do Natal. Estamos a falar do bronze no boxe. Almeida Samo, que, por sinal, havia tido a pior prestação moçambicana no boxe comparativamente aos irmãos Francisco e Gento Máquina, acabou sendo bafejado pela sorte, quando foi chamado ao pódio para receber a medalha de bronze que andava à deriva. 

Almeida Samo foi o último a subir ao ringue (segunda-feira) depois das derrotas de Francisco e Gento. Diante dele estava um tswana que dá pelo nome de Arnold Tsele. Um pugilista pouco dotado tecnicamente, mas bastante aguerrido. Os socos começam a “chover” de todos os lados contra o moçambicano, numa tentativa de o deitar abaixo muito cedo. Almeida tentou reagir, mas não conseguiu contrapor e a dado momento, ainda no primeiro assalto, quando o resultado já estava em 10-1 (pontuação electrónica) o arbitro apercebeu-se das dificuldades de Almeida Samo e terminou o combate por incapacidade física. 

Foi daqueles combates para esquecer. Mas no final, o pugilista moçambicano acusou uma lesão no ombro, tendo sido tratado pelos médicos afectos à competição. Felizmente a lesão não foi grave e como recompensa aí esta a medalha de bronze para Moçambique, atribuída ao atleta porque na sua divisão, a dos 69 kg, apenas estavam escritos três pugilistas e na qualidade de último acabou recebendo a prenda.

TÉNIS TERMINA EM QUARTO

A tarde de terça-feira foi bastante produtiva para a comitiva moçambicana, mas o ténis não conseguiu conquistar sequer uma medalha como era o desejo de todos os componentes desta delegação. 

Em pares masculinos perdemos diante da forte dupla sul-africana no apuramento do terceiro classificado, que daria mais uma medalha de bronze a Moçambique. 

A dupla de femininos ficou pelo caminho muito mais cedo, tal como aconteceu nas provas de singulares, onde nem sequer passamos da primeira eliminatória. 


Gil Carvalho, em Potchefstroom
publicado por Vaxko Zakarias às 12:47
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O GOVERNO, através da Direcção da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, distribuiu mais bolas ontem aos distritos urbanos da capital do país com vista a reforçar cada vez mais o movimento de férias desportivas escolares, que decorre há sensivelmente uma semana, envolvendo 15 mil crianças nas modalidades de futebol, basquetebol, atletismo, voleibol e
ginástica.
 

O material, que incluiu 200 bolas de futebol e 770 coletes, foi entregue aos directores distritais na sede do Grupo Desportivo Mahafil tendo, na ocasião, o director da Juventude Desportos da Cidade de Maputo, António Munguambe, apelado para maior empenho dos envolvidos de modo que o movimento, que serve para a ocupação das crianças durante o período de férias escolares, atraia mais crianças por forma a distanciarem-se de outros males que enfermam a sociedade.

Dirigindo-se aos jovens delegados distritais e monitores, Munguambe destacou a necessidade de associar as actividades desportivas às culturais, de modo a oferecer igualmente espaço àquelas crianças que, fora do gosto pelo desporto, tem por exemplo o gosto pela dança.

“Estamos aqui para encontrar soluções conjuntas, que passam por um ensaio do trabalho que pretendemos fazer e vermos em que condições vamos trabalhar. Apercebi-me de algumas dificuldades no encontro com os directores distritais, mas vamos corrigir isso. É por essa razão que houve a necessidade de envolver igualmente aqueles que trabalham dia-a-dia no terreno para consubstanciar, através dos imputes que forem a dar, as ideias para a busca de soluções”, afirmou Munguambe.

Entretanto, a problemática de falta de espaços para a prática desportiva torna-se mais evidente nos bairros o que, de certo modo, compromete o maior envolvimento de crianças para iniciativas como estas. De salientar que maior parte de espaços desportivos foi usurpado a nível da cidade de Maputo para atender a outros fins.  


Entretanto, 50 das 200 bolas de futebol serão dirigidas ao Bebec, movimento que envolve crianças das equipas que foram desqualificadas do Torneio de Futebol Infanto Juvenil, com o mesmo nome, que decorre paralelamente com as férias desportivas escolares. Esta foi uma estratégia da Direcção da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, de modo a que a petizada que ficar fora das diferentes fases do Bebec tenha espaço de ocupação durante as férias escolares.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:42
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O GOVERNO, através da Direcção da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, distribuiu mais bolas ontem aos distritos urbanos da capital do país com vista a reforçar cada vez mais o movimento de férias desportivas escolares, que decorre há sensivelmente uma semana, envolvendo 15 mil crianças nas modalidades de futebol, basquetebol, atletismo, voleibol e
ginástica.
 

O material, que incluiu 200 bolas de futebol e 770 coletes, foi entregue aos directores distritais na sede do Grupo Desportivo Mahafil tendo, na ocasião, o director da Juventude Desportos da Cidade de Maputo, António Munguambe, apelado para maior empenho dos envolvidos de modo que o movimento, que serve para a ocupação das crianças durante o período de férias escolares, atraia mais crianças por forma a distanciarem-se de outros males que enfermam a sociedade.

Dirigindo-se aos jovens delegados distritais e monitores, Munguambe destacou a necessidade de associar as actividades desportivas às culturais, de modo a oferecer igualmente espaço àquelas crianças que, fora do gosto pelo desporto, tem por exemplo o gosto pela dança.

“Estamos aqui para encontrar soluções conjuntas, que passam por um ensaio do trabalho que pretendemos fazer e vermos em que condições vamos trabalhar. Apercebi-me de algumas dificuldades no encontro com os directores distritais, mas vamos corrigir isso. É por essa razão que houve a necessidade de envolver igualmente aqueles que trabalham dia-a-dia no terreno para consubstanciar, através dos imputes que forem a dar, as ideias para a busca de soluções”, afirmou Munguambe.

Entretanto, a problemática de falta de espaços para a prática desportiva torna-se mais evidente nos bairros o que, de certo modo, compromete o maior envolvimento de crianças para iniciativas como estas. De salientar que maior parte de espaços desportivos foi usurpado a nível da cidade de Maputo para atender a outros fins.  


Entretanto, 50 das 200 bolas de futebol serão dirigidas ao Bebec, movimento que envolve crianças das equipas que foram desqualificadas do Torneio de Futebol Infanto Juvenil, com o mesmo nome, que decorre paralelamente com as férias desportivas escolares. Esta foi uma estratégia da Direcção da Juventude e Desportos da Cidade de Maputo, de modo a que a petizada que ficar fora das diferentes fases do Bebec tenha espaço de ocupação durante as férias escolares.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:42
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O REAL Madrid demitiu o treinador alemão Bernd Schuster, que foi substituído no cargo pelo espanhol Juande Ramos.
 

Juande Ramos, afastado há um mês e meio do comando técnico dos ingleses do Tottenham, poderá tomar conta da equipa no encontro de hoje da Liga dos Campeões Europeus. O Real Madrid já assegurou o apuramento para os oitavos-de-final da prova.

O Real sofreu domingo a quarta derrota no campeonato, na recepção ao Sevilha (3-4), na 14ª jornada da Liga espanhola. Para agravar o panorama da terceira derrota sofrida nos últimos quatro jogos do campeonato, Schuster reconheceu, no final do encontro com os andaluzes, que seria impossível vencer na próxima jornada o arqui-rival Barcelona, líder destacado da prova. 

As palavras do treinador terão caído mal no seio da direcção merengue e sentenciado o seu destino no comando técnico da equipa madrilena. 

Com 14 jornadas, o Barcelona, que recebe sábado o Real Madrid, lidera a classificação com 35 pontos, mais seis do que o perseguidor mais directo, o Villarreal, e com nove pontos de vantagem sobre os merengues, que ocupam o quinto lugar. Bernd Schuster assumiu o comando técnico do Real Madrid, que já havia representado como jogador (1988/90), no início da época transacta, levando o clube ao título espanhol.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:19
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O REAL Madrid demitiu o treinador alemão Bernd Schuster, que foi substituído no cargo pelo espanhol Juande Ramos.
 

Juande Ramos, afastado há um mês e meio do comando técnico dos ingleses do Tottenham, poderá tomar conta da equipa no encontro de hoje da Liga dos Campeões Europeus. O Real Madrid já assegurou o apuramento para os oitavos-de-final da prova.

O Real sofreu domingo a quarta derrota no campeonato, na recepção ao Sevilha (3-4), na 14ª jornada da Liga espanhola. Para agravar o panorama da terceira derrota sofrida nos últimos quatro jogos do campeonato, Schuster reconheceu, no final do encontro com os andaluzes, que seria impossível vencer na próxima jornada o arqui-rival Barcelona, líder destacado da prova. 

As palavras do treinador terão caído mal no seio da direcção merengue e sentenciado o seu destino no comando técnico da equipa madrilena. 

Com 14 jornadas, o Barcelona, que recebe sábado o Real Madrid, lidera a classificação com 35 pontos, mais seis do que o perseguidor mais directo, o Villarreal, e com nove pontos de vantagem sobre os merengues, que ocupam o quinto lugar. Bernd Schuster assumiu o comando técnico do Real Madrid, que já havia representado como jogador (1988/90), no início da época transacta, levando o clube ao título espanhol.
publicado por Vaxko Zakarias às 12:19
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MOÇAMBIQUE ocupa a oitava posição na classificação geral até ao sétimo dia de competição com quatro medalhas, por  sinal, todas de bronze conquistadas no atletismo (duas), natação e boxe (uma cada).
 
A África do Sul comanda com 56 no total, sendo 28 de ouro, 21 de prata e sete de bronze. A Namíbia vai disparado em segundo com 39 (12 de ouro, 13 de prata e 14 de bronze)
publicado por Vaxko Zakarias às 12:16
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MOÇAMBIQUE ocupa a oitava posição na classificação geral até ao sétimo dia de competição com quatro medalhas, por  sinal, todas de bronze conquistadas no atletismo (duas), natação e boxe (uma cada).
 
A África do Sul comanda com 56 no total, sendo 28 de ouro, 21 de prata e sete de bronze. A Namíbia vai disparado em segundo com 39 (12 de ouro, 13 de prata e 14 de bronze)
publicado por Vaxko Zakarias às 12:16
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