Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 17 DE Novembro 2008

O FERROVIÁRIO de Maputo sagrou-se ontem campeão nacional de futebol de 2008 ao vencer na última jornada o Costa do Sol por 2-0, num jogo táctico em que o lema foi: cedo se resolve, cedo se ganha o título.

Os “locomotivas” terminaram a prova folgados com 56 pontos, mais cinco que o Atlético Muçulmano, concorrente directo, que foi à Lichinga perder com o FC local por uma bola sem resposta, mas que acabou por ser a formação sensação da prova. Para a divisão secundária desceram o Ferroviário de Pemba, Estrela Vermelha e Benfica de Macúti. A jornada do fim-de-semana, portanto a última, apesar da luta pelo título apenas se ter resumido ao Ferroviário e Atlético, acabou sendo bastante equilibrada. O Benfica de Macúti, já despromovido, foi à Nampula empatar com o também desqualificado do Moçambola, o Ferroviário de Pemba, a dois tentos. O Desportivo e Maxaquene terminaram a prova colados com 30 pontos como bons vizinhos que são, revelando o mau momento que atravessam. O Estrela Vermelha, que também vai jogar nos “quarteirões”, arrancou um precioso empate diante dos “alvi-negros” sem abertura de contagem, enquanto os “tricolores” empatavam com a Liga Muçulmana a dois tentos. O Textáfrica que comemorou a permanência no Moçambola empatou em casa com o Chingale a zero golo. O Ferroviário de Maputo, como já o dissemos, foi um digno campeão com 56 pontos, enquanto o Atlético terminou em segundo com 51. O Ferroviário da Beira, que à entrada desta ronda estava em quinto, pulou para o terceiro com 44. Destaque também para a subida galopante do FC Lichinga, que passou do sexto para o quarto com os mesmos pontos (43) do terceiro, Liga Muçulmana. O Costa do Sol, que era o detentor do título, caiu para o sexto lugar. Destaque ainda para o Chingale que terminou com 36 pontos, mais dois que o Ferroviário de Nampula. A dupla de vizinhos Desportivo/Maxaquene ocupou as posições imediatamente a seguir com 30 pontos cada. Os “fabris” do Planalto de Manica totalizaram 23, enquanto o Estrela e Ferroviário terminaram com 19 pontos. O Benfica de Macúti foi o último com apenas 10.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:39
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O FERROVIÁRIO de Maputo sagrou-se ontem campeão nacional de futebol de 2008 ao vencer na última jornada o Costa do Sol por 2-0, num jogo táctico em que o lema foi: cedo se resolve, cedo se ganha o título.

Os “locomotivas” terminaram a prova folgados com 56 pontos, mais cinco que o Atlético Muçulmano, concorrente directo, que foi à Lichinga perder com o FC local por uma bola sem resposta, mas que acabou por ser a formação sensação da prova. Para a divisão secundária desceram o Ferroviário de Pemba, Estrela Vermelha e Benfica de Macúti. A jornada do fim-de-semana, portanto a última, apesar da luta pelo título apenas se ter resumido ao Ferroviário e Atlético, acabou sendo bastante equilibrada. O Benfica de Macúti, já despromovido, foi à Nampula empatar com o também desqualificado do Moçambola, o Ferroviário de Pemba, a dois tentos. O Desportivo e Maxaquene terminaram a prova colados com 30 pontos como bons vizinhos que são, revelando o mau momento que atravessam. O Estrela Vermelha, que também vai jogar nos “quarteirões”, arrancou um precioso empate diante dos “alvi-negros” sem abertura de contagem, enquanto os “tricolores” empatavam com a Liga Muçulmana a dois tentos. O Textáfrica que comemorou a permanência no Moçambola empatou em casa com o Chingale a zero golo. O Ferroviário de Maputo, como já o dissemos, foi um digno campeão com 56 pontos, enquanto o Atlético terminou em segundo com 51. O Ferroviário da Beira, que à entrada desta ronda estava em quinto, pulou para o terceiro com 44. Destaque também para a subida galopante do FC Lichinga, que passou do sexto para o quarto com os mesmos pontos (43) do terceiro, Liga Muçulmana. O Costa do Sol, que era o detentor do título, caiu para o sexto lugar. Destaque ainda para o Chingale que terminou com 36 pontos, mais dois que o Ferroviário de Nampula. A dupla de vizinhos Desportivo/Maxaquene ocupou as posições imediatamente a seguir com 30 pontos cada. Os “fabris” do Planalto de Manica totalizaram 23, enquanto o Estrela e Ferroviário terminaram com 19 pontos. O Benfica de Macúti foi o último com apenas 10.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:39
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A SELECÇÃO Nacional de futebol de Sub-20 quedou-se em terceiro lugar no Torneio Internacional da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), que terminou ontem, domingo, no centro-norte da província de Malange, tendo, para o efeito, vencido a sua congénere da Suazilândia, por 2-0, no jogo de apuramento para o terceiro lugar, realizado na manhã do mesmo dia.

Por seu turno, Angola derrotou Maurícias na final por 3-2 conquistando, mais uma vez, o torneio, que é o sexto promovido pela FESA e o primeiro a ser realizado fora de Luanda.

Os “Mambinhas” entraram para este encontro com os suázis com uma outra postura, depois do insucesso no jogo frente às Maurícias, no sábado, no qual foram derrotados por 2-0, com as culpas a recaírem para o guarda-redes Rodrigues, que teve duas fífias: no primeiro tento, o “keeper” moçambicano largou o esférico das suas mãos para ofertar o adversário, que não perdoou. No segundo, teve uma saída em falso.

Contudo, a equipa de todos nós foi vítima de falta de sorte e da inexperiência de alguns jogadores, como é o caso do próprio guarda-redes Rodrigues, que prejudicou o esforço dos seus colegas, oferecendo golos ao adversário, no caso as Maurícias. Aliás, os “Mambinhas”, que saíram ao intervalo a perder por uma bola sem resposta, sufocaram os mauricianos na derradeira etapa, durante a qual permaneceram no seu reduto mais recuado. Tantas perdidas de Maninho, o jovem ponta-de-lança da Liga Muçulmana de Maputo, e vários livres directos junto à grande área perdidos são o saldo dos desperdícios da equipa moçambicana.

Porém, dado o esforço abnegado exercido pelo conjunto, Gildo, o defensor do Atlético Muçulmano, finalizou com êxito uma jogada de insistência já no prolongamento dos 90 minutos regulamentares, mas o árbitro confundiu-se, ao assinalar o tento e depois anulá-lo por indicação do fiscal de linha.

Foi uma decisão muito duvidosa e que provocou ira aos jogadores e equipa técnica nacional, liderada por Amade Chababe Amade, e muito contestada pelo público angolano, que vaticinava uma final entre os dois países irmãos. Após este acontecimento, a equipa nacional ficou baralhada e, sobre os nervos, a defensiva foi encontrada em contrapé, ainda no decurso do prolongamento. A bola estava a ser disputada entre Gildo e o atacante mauriciano longe da grande área moçambicana, quando o guarda-redes Rodrigues precipitou-se a sair e embrulhar-se no lance. A bola sobrou para o adversário, que foi ao encontro da baliza escancarada e fazer o 2-0 para as Maurícias. Esfumou-se assim o sonho dos “Mambinhas” de chegar à final.

INOCÊNCIO E ISAC SALVAM HONRA NACIONAL

O lateral esquerdo, Inocêncio e o médio ofensivo Isac, foram determinantes para o sucesso dos “Mambinhas” ontem, no encontro com os suázis। Inocêncio marcou de livre à saída da grande aérea, um arco que deixou o guarda-redes suázi sem hipóteses de defesa, aos 18 minutos। Depois, foi a vez de Isac fazer o 2-0, um tento que veio compensar a bravura deste jovem jogador, que tentou várias vezes colocar Maninho em posição para marcar, mas a não ser certeiro até que, numa jogada combinada iniciada pelo meio-campista Lindo, emprestado ao Chingale pelo Costa do Sol, conseguisse visar a baliza dos suázis। Lindo, foi o jogador que mais criou admiração a milhares de pessoas que encheram o Estádio 1º de Maio de Malange, como servidor e armador do jogo dos “Mambinhas”. O técnico Chababe terá pecado ao não alinhá-lo de primeira no encontro com as Maurícias.


Entretanto, esta foi uma vitória que veio salvar a honra dos moçambicanos, pois, como havia dito, nada na mente dos angolanos antevia que a final fosse entre si e as Maurícias, pelo reconhecimento que têm pelo futebol moçambicano.

Contra todas as expectativas, acabou acontecendo o contrário, e os angolanos aproveitaram-se da oportunidade para arrancar mais um troféu e dizerem que “em nossa casa mandamos nós”.

Ao intervalo Angola vencia as Maurícias por 2-0 e no final da partida o resultado foi de 3-2.

  • Salvador Nhantumbo
publicado por Vaxko Zakarias às 15:03
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A SELECÇÃO Nacional de futebol de Sub-20 quedou-se em terceiro lugar no Torneio Internacional da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), que terminou ontem, domingo, no centro-norte da província de Malange, tendo, para o efeito, vencido a sua congénere da Suazilândia, por 2-0, no jogo de apuramento para o terceiro lugar, realizado na manhã do mesmo dia.

Por seu turno, Angola derrotou Maurícias na final por 3-2 conquistando, mais uma vez, o torneio, que é o sexto promovido pela FESA e o primeiro a ser realizado fora de Luanda.

Os “Mambinhas” entraram para este encontro com os suázis com uma outra postura, depois do insucesso no jogo frente às Maurícias, no sábado, no qual foram derrotados por 2-0, com as culpas a recaírem para o guarda-redes Rodrigues, que teve duas fífias: no primeiro tento, o “keeper” moçambicano largou o esférico das suas mãos para ofertar o adversário, que não perdoou. No segundo, teve uma saída em falso.

Contudo, a equipa de todos nós foi vítima de falta de sorte e da inexperiência de alguns jogadores, como é o caso do próprio guarda-redes Rodrigues, que prejudicou o esforço dos seus colegas, oferecendo golos ao adversário, no caso as Maurícias. Aliás, os “Mambinhas”, que saíram ao intervalo a perder por uma bola sem resposta, sufocaram os mauricianos na derradeira etapa, durante a qual permaneceram no seu reduto mais recuado. Tantas perdidas de Maninho, o jovem ponta-de-lança da Liga Muçulmana de Maputo, e vários livres directos junto à grande área perdidos são o saldo dos desperdícios da equipa moçambicana.

Porém, dado o esforço abnegado exercido pelo conjunto, Gildo, o defensor do Atlético Muçulmano, finalizou com êxito uma jogada de insistência já no prolongamento dos 90 minutos regulamentares, mas o árbitro confundiu-se, ao assinalar o tento e depois anulá-lo por indicação do fiscal de linha.

Foi uma decisão muito duvidosa e que provocou ira aos jogadores e equipa técnica nacional, liderada por Amade Chababe Amade, e muito contestada pelo público angolano, que vaticinava uma final entre os dois países irmãos. Após este acontecimento, a equipa nacional ficou baralhada e, sobre os nervos, a defensiva foi encontrada em contrapé, ainda no decurso do prolongamento. A bola estava a ser disputada entre Gildo e o atacante mauriciano longe da grande área moçambicana, quando o guarda-redes Rodrigues precipitou-se a sair e embrulhar-se no lance. A bola sobrou para o adversário, que foi ao encontro da baliza escancarada e fazer o 2-0 para as Maurícias. Esfumou-se assim o sonho dos “Mambinhas” de chegar à final.

INOCÊNCIO E ISAC SALVAM HONRA NACIONAL

O lateral esquerdo, Inocêncio e o médio ofensivo Isac, foram determinantes para o sucesso dos “Mambinhas” ontem, no encontro com os suázis। Inocêncio marcou de livre à saída da grande aérea, um arco que deixou o guarda-redes suázi sem hipóteses de defesa, aos 18 minutos। Depois, foi a vez de Isac fazer o 2-0, um tento que veio compensar a bravura deste jovem jogador, que tentou várias vezes colocar Maninho em posição para marcar, mas a não ser certeiro até que, numa jogada combinada iniciada pelo meio-campista Lindo, emprestado ao Chingale pelo Costa do Sol, conseguisse visar a baliza dos suázis। Lindo, foi o jogador que mais criou admiração a milhares de pessoas que encheram o Estádio 1º de Maio de Malange, como servidor e armador do jogo dos “Mambinhas”. O técnico Chababe terá pecado ao não alinhá-lo de primeira no encontro com as Maurícias.


Entretanto, esta foi uma vitória que veio salvar a honra dos moçambicanos, pois, como havia dito, nada na mente dos angolanos antevia que a final fosse entre si e as Maurícias, pelo reconhecimento que têm pelo futebol moçambicano.

Contra todas as expectativas, acabou acontecendo o contrário, e os angolanos aproveitaram-se da oportunidade para arrancar mais um troféu e dizerem que “em nossa casa mandamos nós”.

Ao intervalo Angola vencia as Maurícias por 2-0 e no final da partida o resultado foi de 3-2.

  • Salvador Nhantumbo
publicado por Vaxko Zakarias às 15:03
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CONSUMOU-SE! O Ferroviário de Maputo é o novo campeão nacional. Depois de uma perseguição louca encetada pelo Atlético Muçulmano, os “locomotivas” acabaram subindo ao trono e serem coroados “REIS”. E de que maneira? Batendo na última ronda o Costa do Sol, por 2-0, por sinal o então detentor do título.

É caso para dizer que o Ferroviário de Maputo terminou a época em grande com 56 pontos, mais cinco que o vice, o Atlético Muçulmano, que ontem, acabou caíndo no terreno difícil do FC Lichinga (0-1). Este é o oitavo título nacional dos “locomotivas”, num “ranking” que continua a ser comandado pelo Costa do Sol com nove.

O Desportivo segue em terceiro com seis, enquanto o Maxaquene tem quatro. O Matchedje vai em quinto com dois. Depois seguem o Textáfrica, Têxtil do Púnguè e Ferroviário de Nampula com um cada.

Na jornada do último fim-de-semana, os vizinhos Maxaquene e Desportivo empataram com o Estrela (0-0) e Liga Muçulmana (2-2), respectivamente.

Outra igualdade verificou-se em Chimoio, sem abertura de contagem, entre o Textáfrica e Chingale. O Benfica de Macúti foi arrancar um precioso empate a duas bolas em Nampula diante do Ferroviário de Pemba. Na classificação final, o Ferroviário de Maputo terminou no topo com 56 pontos contra 51 do Atlético Muçulmano.

O Ferroviário da Beira terminou em terceiro com 44, mais um que a dupla Liga Muçulmana e FC Lichinga. O Costa do Sol caiu para o sexto com 42. Chingale segue com 38 enquanto o Ferroviário de Nampula totalizou 36.

Os lugares imediatamente a seguir foram ocupados pelo Desportivo e Maxaquene com 30 cada. O Textáfrica foi a última equipa a garantir a manutenção com 23 pontos.

O Ferroviário de Pemba, Estrela com 19 pontos e o Benfica de Macúti com 10 vão jogar na divisão de honra.

  • GIL CARVALHO E IVO TAVARES
publicado por Vaxko Zakarias às 13:43
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CONSUMOU-SE! O Ferroviário de Maputo é o novo campeão nacional. Depois de uma perseguição louca encetada pelo Atlético Muçulmano, os “locomotivas” acabaram subindo ao trono e serem coroados “REIS”. E de que maneira? Batendo na última ronda o Costa do Sol, por 2-0, por sinal o então detentor do título.

É caso para dizer que o Ferroviário de Maputo terminou a época em grande com 56 pontos, mais cinco que o vice, o Atlético Muçulmano, que ontem, acabou caíndo no terreno difícil do FC Lichinga (0-1). Este é o oitavo título nacional dos “locomotivas”, num “ranking” que continua a ser comandado pelo Costa do Sol com nove.

O Desportivo segue em terceiro com seis, enquanto o Maxaquene tem quatro. O Matchedje vai em quinto com dois. Depois seguem o Textáfrica, Têxtil do Púnguè e Ferroviário de Nampula com um cada.

Na jornada do último fim-de-semana, os vizinhos Maxaquene e Desportivo empataram com o Estrela (0-0) e Liga Muçulmana (2-2), respectivamente.

Outra igualdade verificou-se em Chimoio, sem abertura de contagem, entre o Textáfrica e Chingale. O Benfica de Macúti foi arrancar um precioso empate a duas bolas em Nampula diante do Ferroviário de Pemba. Na classificação final, o Ferroviário de Maputo terminou no topo com 56 pontos contra 51 do Atlético Muçulmano.

O Ferroviário da Beira terminou em terceiro com 44, mais um que a dupla Liga Muçulmana e FC Lichinga. O Costa do Sol caiu para o sexto com 42. Chingale segue com 38 enquanto o Ferroviário de Nampula totalizou 36.

Os lugares imediatamente a seguir foram ocupados pelo Desportivo e Maxaquene com 30 cada. O Textáfrica foi a última equipa a garantir a manutenção com 23 pontos.

O Ferroviário de Pemba, Estrela com 19 pontos e o Benfica de Macúti com 10 vão jogar na divisão de honra.

  • GIL CARVALHO E IVO TAVARES
publicado por Vaxko Zakarias às 13:43
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JÁ na primeira volta o Ferroviário havia humilhado o Costa do Sol por 4-1. Na altura os “canarinhos” ainda eram sérios candidatos ao título. Aliás, eram os campeões nacionais. A pesada derrota, até certo ponto, criou um mal-estar no balneário dos “canarinhos”, porque viam o seu prestígio ferido. Ontem era o dia da desforra. Mas qual desforra? porque efectivamente, o Costa do Sol voltou a perder e de que maneira! por 2-0 e serviu de bombos de festa.

Se alguém pensou que o Ferroviário iria fraquejar enganou-se redondamente. A estratégia já tinha sido traçada: atacar, atacar e atacar sempre. E logo aos quatro minutos, o árbitro Dionísio Dongaze assinalou um livre à entrada da área do Costa do Sol. Maurício chamado a cobrar enviou o esférico em arco para o ângulo mais difícil. O guarda-redes ficou plantado no terreno. Era o início de uma festa que se prolongou noite adentro.

O Costa do Sol ficou apático. Não reagiu de imediato. Jossias fazia passes transviados e à queima. Os colegas levavam as mãos à cabeça. Josimar e Ruben eram os únicos que remavam contra a maré, mas sem nenhum sucesso, porque andavam aos rodopios no lugar de abrirem uma frente de ataque mais consistente.

Jossias, num lance idêntico a que deu golo ao Ferroviário, atirou por cima do travessão num total desinteresse.

Mussá Osman mandava o seu batalhão para o comando. Incitava os seus jogadores a trocarem o esférico como mandam as leis e abrirem muitas frentes de ataque onde Luís e Jerry encontravam espaços para a penetração. Até o defesa Jotamo dava-se ao luxo de subir no terreno.

Aos 26 minutos, o Estádio da Machava explodiu de alegria. O público levantou-se não porque houvesse algo naquele terreno. Havia sim em Lichinga, porque o Atlético sofria o golo. As contas eram favoráveis aos “locomotivas”, que mesmo perdendo o jogo sagravam-se campeões nacionais a avaliar pelo resultado que se verificava doutro lado.

Só que para colorir a festa, Luís aplicou um “chapéu” ao guarda-redes do Costa do Sol que só foi buscar o esférico lá no fundo das redes.

No segundo tempo, como que a tentar camufular a má imagem do primeiro tempo, o Costa do Sol apareceu mais solto e melhor organizado perante um Ferroviário que já geria o resultado, jogando na certa e com apenas 10 unidades por expulsão Jerry que infantilmente agrediu um contrário.

Os lances de perigo repartiram-se, mas já era bastante tarde para o Costa do Sol emendar os erros cometidos no primeiro tempo.

No final foi uma verdadeira festa. Aliás, uma festa que já vinha a partir do primeiro tempo.

A equipa de arbitragem, tirando aquele lance que deu o primeiro golo ao Ferroviário, esteve bem.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, assistido por Henriques Langa e Januário Pastola. Quarto árbitro: Mateus Infante.

FERROVIÁRIO: Lama; Tony, Whisky, Jotamo, Zabule, Butana (Artur Manhiça), Maurício, Momed, Danito, Luís (Nadjuko) e Jerry.

COSTA DO SOL: Victor; Silvério, Nhabanga, Caíto, Nelinho (Tó), Josimar, Paó (Artur Comboio), Mambo, Jossias, Ruben e Dito (Nito).

publicado por Vaxko Zakarias às 13:34
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JÁ na primeira volta o Ferroviário havia humilhado o Costa do Sol por 4-1. Na altura os “canarinhos” ainda eram sérios candidatos ao título. Aliás, eram os campeões nacionais. A pesada derrota, até certo ponto, criou um mal-estar no balneário dos “canarinhos”, porque viam o seu prestígio ferido. Ontem era o dia da desforra. Mas qual desforra? porque efectivamente, o Costa do Sol voltou a perder e de que maneira! por 2-0 e serviu de bombos de festa.

Se alguém pensou que o Ferroviário iria fraquejar enganou-se redondamente. A estratégia já tinha sido traçada: atacar, atacar e atacar sempre. E logo aos quatro minutos, o árbitro Dionísio Dongaze assinalou um livre à entrada da área do Costa do Sol. Maurício chamado a cobrar enviou o esférico em arco para o ângulo mais difícil. O guarda-redes ficou plantado no terreno. Era o início de uma festa que se prolongou noite adentro.

O Costa do Sol ficou apático. Não reagiu de imediato. Jossias fazia passes transviados e à queima. Os colegas levavam as mãos à cabeça. Josimar e Ruben eram os únicos que remavam contra a maré, mas sem nenhum sucesso, porque andavam aos rodopios no lugar de abrirem uma frente de ataque mais consistente.

Jossias, num lance idêntico a que deu golo ao Ferroviário, atirou por cima do travessão num total desinteresse.

Mussá Osman mandava o seu batalhão para o comando. Incitava os seus jogadores a trocarem o esférico como mandam as leis e abrirem muitas frentes de ataque onde Luís e Jerry encontravam espaços para a penetração. Até o defesa Jotamo dava-se ao luxo de subir no terreno.

Aos 26 minutos, o Estádio da Machava explodiu de alegria. O público levantou-se não porque houvesse algo naquele terreno. Havia sim em Lichinga, porque o Atlético sofria o golo. As contas eram favoráveis aos “locomotivas”, que mesmo perdendo o jogo sagravam-se campeões nacionais a avaliar pelo resultado que se verificava doutro lado.

Só que para colorir a festa, Luís aplicou um “chapéu” ao guarda-redes do Costa do Sol que só foi buscar o esférico lá no fundo das redes.

No segundo tempo, como que a tentar camufular a má imagem do primeiro tempo, o Costa do Sol apareceu mais solto e melhor organizado perante um Ferroviário que já geria o resultado, jogando na certa e com apenas 10 unidades por expulsão Jerry que infantilmente agrediu um contrário.

Os lances de perigo repartiram-se, mas já era bastante tarde para o Costa do Sol emendar os erros cometidos no primeiro tempo.

No final foi uma verdadeira festa. Aliás, uma festa que já vinha a partir do primeiro tempo.

A equipa de arbitragem, tirando aquele lance que deu o primeiro golo ao Ferroviário, esteve bem.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, assistido por Henriques Langa e Januário Pastola. Quarto árbitro: Mateus Infante.

FERROVIÁRIO: Lama; Tony, Whisky, Jotamo, Zabule, Butana (Artur Manhiça), Maurício, Momed, Danito, Luís (Nadjuko) e Jerry.

COSTA DO SOL: Victor; Silvério, Nhabanga, Caíto, Nelinho (Tó), Josimar, Paó (Artur Comboio), Mambo, Jossias, Ruben e Dito (Nito).

publicado por Vaxko Zakarias às 13:34
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“SOMOS campeões com todo o mérito. Fomos a equipa que mais se destacou ao longo do campeonato. Soubemos em momentos de pressão dos nossos adversários, que deram sempre muita luta, aguentar a pressão. Está de parabéns o Ferroviário”, disse Mussá Osman, no final do desafio.

O técnico acrescentou que os “locomotivas” realizaram um excelente campeonato, e dedicou o feito aos jogadores, técnicos, dirigentes, que estiveram desde o princípio ao fim unidos pela mesma causa: a conquista do título. Salientou ainda a boa prestação da antiga direcção para a conquista do campeonato, o segundo da sua conta pessoal.

Mussá, que estava muito emocionado, admitiu que com a equipa que tinha à sua disposição era sua obrigação ganhar o campeonato. “O Ferroviário deu-me todas as condições para fazer um bom trabalho. Era minha obrigação dar-lhes esta alegria, até porque qualquer treinador que orienta o Ferroviário arrisca-se a ser campeão”, frisou.

Questionado se iria continuar no Ferroviário ele foi peremptório em responder que, nesta altura, não quer pensar no assunto e disse estar só preocupado em festejar o momento. “Não sei se vou sair. A direcção é que sabe. O meu contrato termina no dia 31 de Dezembro, agora o que irá ser feito depois disso não sei. Quero é aproveitar o dia de hoje (ontem) para festejar”, anotou.

Em jeito de conclusão, Mussá, sempre simpático, não se esqueceu de dar os parabéns ao Atlético Muçulmano. “Quero endereçar os meus parabéns ao Atlético Muçulmano, uma equipa que apesar de estar pela primeira vez no Moçambola soube dar muita luta, o que deu mais prestígio à nossa vitória”, defendeu.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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“SOMOS campeões com todo o mérito. Fomos a equipa que mais se destacou ao longo do campeonato. Soubemos em momentos de pressão dos nossos adversários, que deram sempre muita luta, aguentar a pressão. Está de parabéns o Ferroviário”, disse Mussá Osman, no final do desafio.

O técnico acrescentou que os “locomotivas” realizaram um excelente campeonato, e dedicou o feito aos jogadores, técnicos, dirigentes, que estiveram desde o princípio ao fim unidos pela mesma causa: a conquista do título. Salientou ainda a boa prestação da antiga direcção para a conquista do campeonato, o segundo da sua conta pessoal.

Mussá, que estava muito emocionado, admitiu que com a equipa que tinha à sua disposição era sua obrigação ganhar o campeonato. “O Ferroviário deu-me todas as condições para fazer um bom trabalho. Era minha obrigação dar-lhes esta alegria, até porque qualquer treinador que orienta o Ferroviário arrisca-se a ser campeão”, frisou.

Questionado se iria continuar no Ferroviário ele foi peremptório em responder que, nesta altura, não quer pensar no assunto e disse estar só preocupado em festejar o momento. “Não sei se vou sair. A direcção é que sabe. O meu contrato termina no dia 31 de Dezembro, agora o que irá ser feito depois disso não sei. Quero é aproveitar o dia de hoje (ontem) para festejar”, anotou.

Em jeito de conclusão, Mussá, sempre simpático, não se esqueceu de dar os parabéns ao Atlético Muçulmano. “Quero endereçar os meus parabéns ao Atlético Muçulmano, uma equipa que apesar de estar pela primeira vez no Moçambola soube dar muita luta, o que deu mais prestígio à nossa vitória”, defendeu.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:29
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“Se for a olhar para a classificação verá que fomos incontestavelmente a melhor equipa do campeonato. Fomos sempre muito fortes. Demonstrámos uma regularidade incrível. Nos 26 jogos, ganhámos 16 e perdemos apenas por duas vezes. Penso que ninguém pode pôr em causa o facto de sermos campeões”, disse Maurício, quando questionado sobre se o Ferroviário tinha sido um justo campeão.


Maurício, autor do primeiro golo, o que abriu as “portas” para a vitória da turma “locomotiva”, referiu que o Ferroviário voltou a mostrar no jogo diante dos “canarinhos” ter sido a melhor equipa do Moçambola. “Mesmo a jogar com menos uma unidade, nunca chegámos a perder a concentração. Fomos sempre uma equipa personalizada que soube se defender e atacar quando era preciso”, considerou.

Maurício, que tem contrato com o Ferroviário por mais duas épocas, disse não pensar, neste momento, em mudar de clube.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
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“Se for a olhar para a classificação verá que fomos incontestavelmente a melhor equipa do campeonato. Fomos sempre muito fortes. Demonstrámos uma regularidade incrível. Nos 26 jogos, ganhámos 16 e perdemos apenas por duas vezes. Penso que ninguém pode pôr em causa o facto de sermos campeões”, disse Maurício, quando questionado sobre se o Ferroviário tinha sido um justo campeão.


Maurício, autor do primeiro golo, o que abriu as “portas” para a vitória da turma “locomotiva”, referiu que o Ferroviário voltou a mostrar no jogo diante dos “canarinhos” ter sido a melhor equipa do Moçambola. “Mesmo a jogar com menos uma unidade, nunca chegámos a perder a concentração. Fomos sempre uma equipa personalizada que soube se defender e atacar quando era preciso”, considerou.

Maurício, que tem contrato com o Ferroviário por mais duas épocas, disse não pensar, neste momento, em mudar de clube.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
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“O JOGO não podia ter-me corrido melhor do que isto. Consegui fazer aquilo que mais sei, marcar golos. Acabei fazendo o golo que veio dar tranquilidade à equipa, numa altura em que estávamos a precisar, já que o Costa do Sol começava a mostrar estar a subir de produção. Estou muito satisfeito, pois sinto que cumpri com o meu dever e ajudei o Ferroviário a conquistar um título inteiramente merecido” - palavras de Luís, o melhor “artilheiro” do Moçambola.

Luís que estava super satisfeito, disse que dedica o título à sua família que lhe deu sempre todo o carinho e força para continuar a manter regularidade que precisava para se tornar numa das grandes figuras da prova.

O avançado referiu que este titulo só foi possível alcançar graças à união que a equipa manteve ao longo da prova e o ambiente agradável vivido no balneário.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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“O JOGO não podia ter-me corrido melhor do que isto. Consegui fazer aquilo que mais sei, marcar golos. Acabei fazendo o golo que veio dar tranquilidade à equipa, numa altura em que estávamos a precisar, já que o Costa do Sol começava a mostrar estar a subir de produção. Estou muito satisfeito, pois sinto que cumpri com o meu dever e ajudei o Ferroviário a conquistar um título inteiramente merecido” - palavras de Luís, o melhor “artilheiro” do Moçambola.

Luís que estava super satisfeito, disse que dedica o título à sua família que lhe deu sempre todo o carinho e força para continuar a manter regularidade que precisava para se tornar numa das grandes figuras da prova.

O avançado referiu que este titulo só foi possível alcançar graças à união que a equipa manteve ao longo da prova e o ambiente agradável vivido no balneário.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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COM 15 golos marcados em 26 jogos, o avançado Luís, do Ferroviário de Maputo, destacou-se como o melhor marcador do Moçambola. O avançado da turma “locomotiva” sucede assim a Tó, do Costa do Sol que, na época passada, notabilizou-se como o melhor marcador com 16 golos. Esta temporada, Tó apontou apenas cinco golos.
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Luís voltou ontem a demonstrar a sua veia goleadora ao marcar o segundo golo, na vitória do Ferroviário de Maputo sobre o Costa do Sol, por 2-0.

Enquanto isso, o guarda-redes Pinto, do Atlético Muçulmano, foi o menos batido com oito golos sofridos em 20 jogos.

Pinto sucede ao “keeper” da Liga Muçulmana, Soarito.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:27
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COM 15 golos marcados em 26 jogos, o avançado Luís, do Ferroviário de Maputo, destacou-se como o melhor marcador do Moçambola. O avançado da turma “locomotiva” sucede assim a Tó, do Costa do Sol que, na época passada, notabilizou-se como o melhor marcador com 16 golos. Esta temporada, Tó apontou apenas cinco golos.
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Luís voltou ontem a demonstrar a sua veia goleadora ao marcar o segundo golo, na vitória do Ferroviário de Maputo sobre o Costa do Sol, por 2-0.

Enquanto isso, o guarda-redes Pinto, do Atlético Muçulmano, foi o menos batido com oito golos sofridos em 20 jogos.

Pinto sucede ao “keeper” da Liga Muçulmana, Soarito.

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Estrela Vermelha - Desportivo 0-0

FC Lichinga – Atlético Muçulmano 1-0

Fer. de Pemba – Benfica de Macúti 2-2

Fer. de Maputo – Costa do Sol 2-0

Textáfrica- Chingale 0-0

Maxaquene – Liga Muçulmana 2-2

Fer. da Beira – Fer. de Nampula 2-1

CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

J V E D B P

FER. MAPUTO 26 16 8 2 53-14 56

2º Atlético Muçulmano 26 14 9 3 30-11 51

3º Liga Muçulmana 26 11 10 5 32-24 43

4º Costa do Sol 26 12 6 8 30-22 42

5º Fer. Beira 26 12 8 6 25-23 44

6º FC Lichinga 26 12 10 5 20-17 43

7º Chingale 26 10 11 5 20-20 38

8º Fer. Nampula 26 9 9 8 16-13 36

9º Desportivo 26 7 9 10 30-20 30

10º Maxaquene 26 6 12 8 20-24 30

11º Textáfrica 26 4 11 11 16-27 23

12º Fer. Pemba 26 2 10 14 17-38 19

13º Estrela Vermelha 26 4 7 15 11-33 19

14º Benfica de Macúti 26 2 4 20 14-48 10

publicado por Vaxko Zakarias às 12:20
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Estrela Vermelha - Desportivo 0-0

FC Lichinga – Atlético Muçulmano 1-0

Fer. de Pemba – Benfica de Macúti 2-2

Fer. de Maputo – Costa do Sol 2-0

Textáfrica- Chingale 0-0

Maxaquene – Liga Muçulmana 2-2

Fer. da Beira – Fer. de Nampula 2-1

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J V E D B P

FER. MAPUTO 26 16 8 2 53-14 56

2º Atlético Muçulmano 26 14 9 3 30-11 51

3º Liga Muçulmana 26 11 10 5 32-24 43

4º Costa do Sol 26 12 6 8 30-22 42

5º Fer. Beira 26 12 8 6 25-23 44

6º FC Lichinga 26 12 10 5 20-17 43

7º Chingale 26 10 11 5 20-20 38

8º Fer. Nampula 26 9 9 8 16-13 36

9º Desportivo 26 7 9 10 30-20 30

10º Maxaquene 26 6 12 8 20-24 30

11º Textáfrica 26 4 11 11 16-27 23

12º Fer. Pemba 26 2 10 14 17-38 19

13º Estrela Vermelha 26 4 7 15 11-33 19

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ANO CLUBES

1976 – Textáfrica

1977 - Desportivo

1978 - Desportivo

1979 - Costa do Sol

1980 - Costa do Sol

1981 - Têxtil Púnguè

1982 Ferroviário de Maputo

1983 - Desportivo de Maputo

1984 - Maxaquene

1985 - Maxaquene

1986 - Maxaquene

1987 - Matchedje

1988 - Desportivo

1989 - Ferroviário de Maputo

1990 - Matchedje

1991 - Costa do Sol

1992 - Costa do Sol

1993 - Costa do Sol

1994 - Costa do Sol

1995 - Desportivo

1996 - Ferroviário de Maputo

1997 - Ferroviário de Maputo

1998/99 - Ferroviário de Maputo

1999/00 - Costa do Sol

2000/01 - Costa do Sol

2002 - Ferroviário de Maputo

2003 - Maxaquene

2004 - Ferroviário de Nampula

2005 - Ferroviário de Maputo

2006 - Desportivo de Maputo

2007 - Costa do Sol

2008 - FERROVIÁRIO DE MAPUTO

publicado por Vaxko Zakarias às 11:57
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1984 - Maxaquene

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1996 - Ferroviário de Maputo

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1998/99 - Ferroviário de Maputo

1999/00 - Costa do Sol

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2002 - Ferroviário de Maputo

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