Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 27 DE Outubro 2008

NEM de longe, nem de perto pode-se dizer que o desafio entre Maxaquene e Ferroviário, realizado ontem, no campo da primeira equipa, a contar para a final da Taça Maputo, foi uma boa propaganda de futebol.

Maxaquene, em festa, exibe o “canecão”
Os jogadores de ambas as equipas andaram “atarantados”, sobretudo na primeira parte, período em que denotaram uma notável falta de discernimento na construção de uma jogada de ataque com cabeça, tronco e membros. Diga-se de passagem, que a maltratada relva do campo do Maxaquene também não ajudou para que as equipas pudessem brindar os adeptos, que até acorreram em número considerável, com uma partida à altura dum Maxaquene-Ferroviário.

A lei da eficácia foi o que acabou por prevalecer neste clássico com a equipa “tricolor” a demonstrar tais atributos quando à passagem dos cinco minutos da segunda parte (50 minutos), Maló galgou terreno na direita, e centrou para Macamito, que livre de marcação, cabeceou para o fundo da baliza defendida por Rodriguez, uma preciosa vantagem (1-0), que não mais se alterou, facto que permitiu ao Maxaquene festejar a conquista da Taça Maputo.

A vitória dos comandados de Zainadine Mulungo, acabou por ser muito sofrida, e até algo injusta, avaliando por aquilo que foram as oportunidades criadas ao longo dos noventa minutos. Mussá Osman não fez alinhar uma equipa de “segunda” como era de esperar, se se atender que tem compromissos muito mais sérios no Moçambola, prova em que segue isolado na liderança. Momed Hagy, Whisky, Jerry, Tony e Maurício, alguns dos habituais titulares não foram poupados, facto que deixou evidente que a turma “locomotiva” vinha à busca do “canecão”.

Reflexo disso mesmo, foi a sua entrada fulgurante. Ainda não estavam jogados dez minutos e Jerry já tinha feito estremecer a trave. Era um alerta para a defesa “tricolor”, que minutos depois foi outra vez posta à prova quando Butana bem enquadrado com a baliza rematou para uma boa intervenção de Nelinho, uma das melhores unidades em campo. Foram duas oportunidades em que o Ferroviário poderia ter chegado à vantagem, no entanto, faltava maior frieza na hora de atirar a “matar”. Estes lances foram, aliás, a nota dominante de uma primeira parte “acinzentada”, em que os “tricolores” não conseguiram chegar com perigo à área adversária.

Contudo, contra todas as expectativas, o Maxaquene começou a segunda parte a vencer. Fazendo valer aquele velho ditado “quem não marca sofre”. O golo do “capitão” Macamito foi um autêntico balde de água fria para os “locomotivas”, já que eram a melhor equipa em campo. O certo, porém, é que o golo, trouxe brilho ao jogo, visto que o Ferroviário passou a jogar claramente ao ataque abrindo, por via disso, espaços para o Maxaquene contra-atacar e numa dessas jogadas Eusébio podia ter dilatado o “score” mas permitiu a intervenção de Rodriguez.

Mas a anteceder a este lance, Maurício, por duas vezes, obrigou Nelinho a duas excelentes defesas. Nelinho foi um gigante entre os postes, já que à passagem dos 70 minutos voltou a parar um portentoso remate de Whisky.

O Ferroviário tudo fazia para chegar à igualdade, mas estava escrito que o Maxaquene estava em dia de sorte, visto que por mais duas vezes, Jerry e Jair, já nos derradeiros minutos, erraram o alvo por muito pouco.

Anaide Ussene, árbitro do encontro, realizou um bom trabalho.

FICHA TÉCNICA: Anaide Ussene, auxiliado por Joaquim Sambo e Baltazar Macamo.

Quarto árbitro: Justino Zandamela.

MAXAQUENE: Nelinho; Maló, Fredy (Marito), Mucuapene e Tony; King, Eusébio, Liberth e Macamito; Amílcar e Eurico.

FERROVIÁRIO: Rodriguez; Tony, Moka (Jair), Jotamo e Zabula; Butana (Paíto), Whisky, Momed e Maurício (Chana); Jerry e Luís.

DISCIPLINA; Cartão amarelo para Macamito (Maxaquene).

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 16:22
 O que é? |  O que é? | favorito

NEM de longe, nem de perto pode-se dizer que o desafio entre Maxaquene e Ferroviário, realizado ontem, no campo da primeira equipa, a contar para a final da Taça Maputo, foi uma boa propaganda de futebol.

Maxaquene, em festa, exibe o “canecão”
Os jogadores de ambas as equipas andaram “atarantados”, sobretudo na primeira parte, período em que denotaram uma notável falta de discernimento na construção de uma jogada de ataque com cabeça, tronco e membros. Diga-se de passagem, que a maltratada relva do campo do Maxaquene também não ajudou para que as equipas pudessem brindar os adeptos, que até acorreram em número considerável, com uma partida à altura dum Maxaquene-Ferroviário.

A lei da eficácia foi o que acabou por prevalecer neste clássico com a equipa “tricolor” a demonstrar tais atributos quando à passagem dos cinco minutos da segunda parte (50 minutos), Maló galgou terreno na direita, e centrou para Macamito, que livre de marcação, cabeceou para o fundo da baliza defendida por Rodriguez, uma preciosa vantagem (1-0), que não mais se alterou, facto que permitiu ao Maxaquene festejar a conquista da Taça Maputo.

A vitória dos comandados de Zainadine Mulungo, acabou por ser muito sofrida, e até algo injusta, avaliando por aquilo que foram as oportunidades criadas ao longo dos noventa minutos. Mussá Osman não fez alinhar uma equipa de “segunda” como era de esperar, se se atender que tem compromissos muito mais sérios no Moçambola, prova em que segue isolado na liderança. Momed Hagy, Whisky, Jerry, Tony e Maurício, alguns dos habituais titulares não foram poupados, facto que deixou evidente que a turma “locomotiva” vinha à busca do “canecão”.

Reflexo disso mesmo, foi a sua entrada fulgurante. Ainda não estavam jogados dez minutos e Jerry já tinha feito estremecer a trave. Era um alerta para a defesa “tricolor”, que minutos depois foi outra vez posta à prova quando Butana bem enquadrado com a baliza rematou para uma boa intervenção de Nelinho, uma das melhores unidades em campo. Foram duas oportunidades em que o Ferroviário poderia ter chegado à vantagem, no entanto, faltava maior frieza na hora de atirar a “matar”. Estes lances foram, aliás, a nota dominante de uma primeira parte “acinzentada”, em que os “tricolores” não conseguiram chegar com perigo à área adversária.

Contudo, contra todas as expectativas, o Maxaquene começou a segunda parte a vencer. Fazendo valer aquele velho ditado “quem não marca sofre”. O golo do “capitão” Macamito foi um autêntico balde de água fria para os “locomotivas”, já que eram a melhor equipa em campo. O certo, porém, é que o golo, trouxe brilho ao jogo, visto que o Ferroviário passou a jogar claramente ao ataque abrindo, por via disso, espaços para o Maxaquene contra-atacar e numa dessas jogadas Eusébio podia ter dilatado o “score” mas permitiu a intervenção de Rodriguez.

Mas a anteceder a este lance, Maurício, por duas vezes, obrigou Nelinho a duas excelentes defesas. Nelinho foi um gigante entre os postes, já que à passagem dos 70 minutos voltou a parar um portentoso remate de Whisky.

O Ferroviário tudo fazia para chegar à igualdade, mas estava escrito que o Maxaquene estava em dia de sorte, visto que por mais duas vezes, Jerry e Jair, já nos derradeiros minutos, erraram o alvo por muito pouco.

Anaide Ussene, árbitro do encontro, realizou um bom trabalho.

FICHA TÉCNICA: Anaide Ussene, auxiliado por Joaquim Sambo e Baltazar Macamo.

Quarto árbitro: Justino Zandamela.

MAXAQUENE: Nelinho; Maló, Fredy (Marito), Mucuapene e Tony; King, Eusébio, Liberth e Macamito; Amílcar e Eurico.

FERROVIÁRIO: Rodriguez; Tony, Moka (Jair), Jotamo e Zabula; Butana (Paíto), Whisky, Momed e Maurício (Chana); Jerry e Luís.

DISCIPLINA; Cartão amarelo para Macamito (Maxaquene).

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 16:22
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O FERROVIÁRIO de Nampula, somente pode se queixar de si mesmo, por este ano não ter carimbado o “passaporte” para a final da Taça de Moçambique mcel, na partida que no passado sábado realizou e perdeu frente à turma do Atlético Muçulmano da Matola, pois teve todos os condimentos a seu favor para que tal acontecesse.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Entrou para o jogo mais esclarecido e a pressionar o seu adversário com jogadas de contra-ataque e, logo aos seis minutos poderia ter aberto o marcador, numa jogada em que Nando, inspirado naquela tarde teve um remate a roçar o poste esquerdo da baliza defendida por Pinto.

Com total controlo do jogo, os “locomotivas” nampulenses foram desperdiçando inúmeras ocasiões de golo para se adiantar no marcador, mas a verdade desse domínio viria a ser conseguido, aos 31 minutos, quando Nando se desfaz de um adversário e à entrada na grande área, dispara um tiro, sem hipóteses de defesa para o guardião muçulmano.

Mesmo depois do golo, viu-se um Ferroviário mais pressionante e não chegou ao segundo golo, porque Marufo, aos 41 minutos hesitou num lance que poderia marcar para alegria dos adeptos locais que já gritavam nas bancadas, saindo para o intervalo com o marcador seu a favor.

No reatamento, numa jogada que se afigurava inofensiva aparece Eboh a marcar o primeiro golo dos “muçulmanos” aos 47 minutos, num lance em que a defensiva “locomotiva” facilitou para a alegria dos treinados por Arnaldo Salvado.

A partir deste tento, assistiu-se a um Atlético Muçulmano com mais crença e que acreditou que, mesmo jogando fora de portas poderia fazer mais, pese embora o Ferroviário também ripostasse com alguns lances que punham em pânico a defensiva contrária.

Recordamos nesse período de um remate à “queima-roupa” de Elfídio que passou a milímetros da barra da baliza defendida por Pinto que neste jogo mostrou-se bastante seguro. Porque o jogo estava sob o controlo dos muçulmanos, regista-se um lance em que Mohamed teve que fazer um golpe de rins para sacar um golo certo, defesa que lhe valeu uma lesão, mas que depois de assistido continuou em jogo, até que o arbitro mandou recolher as duas equipas para o prolongamento, segundo as normas da competição.

Neste período, o Atlético Muçulmano foi mais esclarecido e clarividente tendo aos 110 minutos chegado ao golo, num lance em que Eboh cruza e Jonas faz o auto-golo que permitiu à turma matolense transitar para a fase final da Taça de Moçambique, com o Ferroviário de Nampula a correr atrás do prejuízo, até que Zinanga Xavier deu por terminada a partida.

A equipa de arbitragem, apesar de não ter influenciado no marcado, pecou por utilizar alguns critérios que prejudicaram o Ferroviário de Nampula, ao não marcar duas grandes penalidades que poderiam dar outra história ao jogo.

Ficha técnica:

Árbitros : Zinanga Xavier, auxiliado por Eduardo Gotoma e Bento Chencheranão

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Mohamed; Jonas, Faife, Kiki e Elídio; Marufo (Cuinica), Serginho (Pelembe), Leo e Nando; Elfídio e Leonel (Dula).

ATLÉTICO MUÇULMANO: Pinto; Clarêncio, Baúte, Amad (Caló) e Delcio; Gito, Anibal, Mucavel e Danito (Jojó); Dino, Eboh (Vitinho).

Acção disciplinar: Amarelo a Amad e Clarêncio todos do Atlético Muçulmano.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 16:04
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O FERROVIÁRIO de Nampula, somente pode se queixar de si mesmo, por este ano não ter carimbado o “passaporte” para a final da Taça de Moçambique mcel, na partida que no passado sábado realizou e perdeu frente à turma do Atlético Muçulmano da Matola, pois teve todos os condimentos a seu favor para que tal acontecesse.

A Equipe do Atlético Muçulmano
Entrou para o jogo mais esclarecido e a pressionar o seu adversário com jogadas de contra-ataque e, logo aos seis minutos poderia ter aberto o marcador, numa jogada em que Nando, inspirado naquela tarde teve um remate a roçar o poste esquerdo da baliza defendida por Pinto.

Com total controlo do jogo, os “locomotivas” nampulenses foram desperdiçando inúmeras ocasiões de golo para se adiantar no marcador, mas a verdade desse domínio viria a ser conseguido, aos 31 minutos, quando Nando se desfaz de um adversário e à entrada na grande área, dispara um tiro, sem hipóteses de defesa para o guardião muçulmano.

Mesmo depois do golo, viu-se um Ferroviário mais pressionante e não chegou ao segundo golo, porque Marufo, aos 41 minutos hesitou num lance que poderia marcar para alegria dos adeptos locais que já gritavam nas bancadas, saindo para o intervalo com o marcador seu a favor.

No reatamento, numa jogada que se afigurava inofensiva aparece Eboh a marcar o primeiro golo dos “muçulmanos” aos 47 minutos, num lance em que a defensiva “locomotiva” facilitou para a alegria dos treinados por Arnaldo Salvado.

A partir deste tento, assistiu-se a um Atlético Muçulmano com mais crença e que acreditou que, mesmo jogando fora de portas poderia fazer mais, pese embora o Ferroviário também ripostasse com alguns lances que punham em pânico a defensiva contrária.

Recordamos nesse período de um remate à “queima-roupa” de Elfídio que passou a milímetros da barra da baliza defendida por Pinto que neste jogo mostrou-se bastante seguro. Porque o jogo estava sob o controlo dos muçulmanos, regista-se um lance em que Mohamed teve que fazer um golpe de rins para sacar um golo certo, defesa que lhe valeu uma lesão, mas que depois de assistido continuou em jogo, até que o arbitro mandou recolher as duas equipas para o prolongamento, segundo as normas da competição.

Neste período, o Atlético Muçulmano foi mais esclarecido e clarividente tendo aos 110 minutos chegado ao golo, num lance em que Eboh cruza e Jonas faz o auto-golo que permitiu à turma matolense transitar para a fase final da Taça de Moçambique, com o Ferroviário de Nampula a correr atrás do prejuízo, até que Zinanga Xavier deu por terminada a partida.

A equipa de arbitragem, apesar de não ter influenciado no marcado, pecou por utilizar alguns critérios que prejudicaram o Ferroviário de Nampula, ao não marcar duas grandes penalidades que poderiam dar outra história ao jogo.

Ficha técnica:

Árbitros : Zinanga Xavier, auxiliado por Eduardo Gotoma e Bento Chencheranão

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Mohamed; Jonas, Faife, Kiki e Elídio; Marufo (Cuinica), Serginho (Pelembe), Leo e Nando; Elfídio e Leonel (Dula).

ATLÉTICO MUÇULMANO: Pinto; Clarêncio, Baúte, Amad (Caló) e Delcio; Gito, Anibal, Mucavel e Danito (Jojó); Dino, Eboh (Vitinho).

Acção disciplinar: Amarelo a Amad e Clarêncio todos do Atlético Muçulmano.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 16:04
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O CHINGALE está na final da Taça de Moçambique mcel em futebol, mercê da vitória ontem no relvado do Desportivo de Tete sobre o Ferroviário da Beira, por uma bola sem resposta, resultado obtido durante os 120 minutos, uma vez que o tempo regulamentar terminou com um nulo.

CHINGALE está na final da Taça de Moçambique mcel em futebo
Foi uma vitória muito sofrida do Chingale, pois a equipa “locomotiva” da Beira não facilitou. Teve um caudal ofensivo muito superior à equipa da casa durante os primeiros 45 minutos.

O jogo começou com ambas as equipas a concentrarem as jogadas no meio-campo e optando por lançamentos compridos para o contra-ataque. Foi nesta toada de jogo que, à entrada do segundo quarto de hora, Edson recebeu um passe de Burra, atravessou a linha divisória, galgou pelo flanco esquerdo até ao fundo da linha e cruzou para os pés de Eládio que, com a baliza à sua frente, esticou o pé direito e rematou forte para a defesa espectacular de Binó.

O Chingale, num contra-ataque do veterano Mavó, que esteve em seu dia bom, penetrou pela zona central da defensiva, rematou para uma defesa incompleta de Gervásio. Na recarga, Magaba atirou de novo à figura de Gervásio que com uma palmada desviou o esférico para a linha final. Isto permitiu um pontapé-de-canto que foi cobrado por Mavó que cruzou para as mãos do guarda-redes contrário.

Praticamente, as jogadas de ambos os lados morriam na zona do meio-campo até ao intervalo.

Veio a segunda parte, com o Ferroviário mais esclarecido e com um caudal ofensivo mais aberto e agressivo, aparecendo com três jogadas perigosas junto à zona mais recuada do Chingale. Valeram as qualidades do guarda-redes Binó que anulou os remates certos de golo aos 47, 49 e 54 minutos por intermédio de Abílio, Degalo e Mendes, respectivamente.

Foram momentos de calafrios nas hostes do Chingale, equipa que ficou alguns momentos desorientada desde o seu meio-campo até à defensiva, com erros que só não custaram muito caro devido à ingenuidade dos pontas-de-lança do Ferroviário.Apercebendo-se do perigo, o banco técnico do Chingale efectuou algumas alterações, reforçando o meio-campo. Como corolário disso, superou o adversário e foi acantonando-o cada vez mais na sua defensiva que, a partir dessa altura, pareceu estar a defender o empate, tendo em vista o prolongamento.

Já aos 80 minutos, o Ferroviário começou a ensaiar ataques esporádicos e venenosos junto à baliza de Binó, mas devido à grande experiência do guarda-redes do Chingale, todas as bolas morriam nas suas mãos com muita segurança.
O tempo regulamentar terminou com o Chingale dando mostras de querer vencer a partida.

Já no prolongamento, a equipa comandada por Rui Évora, acreditou em si e concentrou as suas jogadas no meio-campo do Ferroviário, apertando mais o cerco à busca do golo. Como resultado desse “pressing”, aos 104 minutos surgiu o golo do Chingale por intermédio de Hadji, na recarga de uma sobra da defesa de Gervásio para um livre bem marcado por Mavó que foi o homem do jogo.

O Ferroviário da Beira não cruzou os braços. Remou contra a maré, correndo atrás do prejuízo, mas a sorte foi-lhe madrasta. Por duas vezes perdeu oportunidades soberbas de empatar. É mesmo caso para dizer que Deus escreveu certo em linhas tortas.

Assim o jogo terminou com uma arbitragem positiva de José Maria, proveniente da província de Gaza, que ão teve nenhuma influência no resultado.

FICHA TÉCNICA:

CHINGALE: Binó, Celso, Fred, Aberture, Manuelito, Hadji, Alex, Marito II, Paulo, Mavó, Magaba.

Jogaram ainda Mito e João.

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Gervásio, Casimiro, Burra, Ninito, Edson, Carlos, Nene, Eládio, Degalo, Abilio e Mendes.
Alinharam ainda Toni, Henriques e Nando.

Acção disciplinar: cartolinas amarelas, po

antijogo para Binó, do Chingale, Burra e Nené, ambos do Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:14
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O CHINGALE está na final da Taça de Moçambique mcel em futebol, mercê da vitória ontem no relvado do Desportivo de Tete sobre o Ferroviário da Beira, por uma bola sem resposta, resultado obtido durante os 120 minutos, uma vez que o tempo regulamentar terminou com um nulo.

CHINGALE está na final da Taça de Moçambique mcel em futebo
Foi uma vitória muito sofrida do Chingale, pois a equipa “locomotiva” da Beira não facilitou. Teve um caudal ofensivo muito superior à equipa da casa durante os primeiros 45 minutos.

O jogo começou com ambas as equipas a concentrarem as jogadas no meio-campo e optando por lançamentos compridos para o contra-ataque. Foi nesta toada de jogo que, à entrada do segundo quarto de hora, Edson recebeu um passe de Burra, atravessou a linha divisória, galgou pelo flanco esquerdo até ao fundo da linha e cruzou para os pés de Eládio que, com a baliza à sua frente, esticou o pé direito e rematou forte para a defesa espectacular de Binó.

O Chingale, num contra-ataque do veterano Mavó, que esteve em seu dia bom, penetrou pela zona central da defensiva, rematou para uma defesa incompleta de Gervásio. Na recarga, Magaba atirou de novo à figura de Gervásio que com uma palmada desviou o esférico para a linha final. Isto permitiu um pontapé-de-canto que foi cobrado por Mavó que cruzou para as mãos do guarda-redes contrário.

Praticamente, as jogadas de ambos os lados morriam na zona do meio-campo até ao intervalo.

Veio a segunda parte, com o Ferroviário mais esclarecido e com um caudal ofensivo mais aberto e agressivo, aparecendo com três jogadas perigosas junto à zona mais recuada do Chingale. Valeram as qualidades do guarda-redes Binó que anulou os remates certos de golo aos 47, 49 e 54 minutos por intermédio de Abílio, Degalo e Mendes, respectivamente.

Foram momentos de calafrios nas hostes do Chingale, equipa que ficou alguns momentos desorientada desde o seu meio-campo até à defensiva, com erros que só não custaram muito caro devido à ingenuidade dos pontas-de-lança do Ferroviário.Apercebendo-se do perigo, o banco técnico do Chingale efectuou algumas alterações, reforçando o meio-campo. Como corolário disso, superou o adversário e foi acantonando-o cada vez mais na sua defensiva que, a partir dessa altura, pareceu estar a defender o empate, tendo em vista o prolongamento.

Já aos 80 minutos, o Ferroviário começou a ensaiar ataques esporádicos e venenosos junto à baliza de Binó, mas devido à grande experiência do guarda-redes do Chingale, todas as bolas morriam nas suas mãos com muita segurança.
O tempo regulamentar terminou com o Chingale dando mostras de querer vencer a partida.

Já no prolongamento, a equipa comandada por Rui Évora, acreditou em si e concentrou as suas jogadas no meio-campo do Ferroviário, apertando mais o cerco à busca do golo. Como resultado desse “pressing”, aos 104 minutos surgiu o golo do Chingale por intermédio de Hadji, na recarga de uma sobra da defesa de Gervásio para um livre bem marcado por Mavó que foi o homem do jogo.

O Ferroviário da Beira não cruzou os braços. Remou contra a maré, correndo atrás do prejuízo, mas a sorte foi-lhe madrasta. Por duas vezes perdeu oportunidades soberbas de empatar. É mesmo caso para dizer que Deus escreveu certo em linhas tortas.

Assim o jogo terminou com uma arbitragem positiva de José Maria, proveniente da província de Gaza, que ão teve nenhuma influência no resultado.

FICHA TÉCNICA:

CHINGALE: Binó, Celso, Fred, Aberture, Manuelito, Hadji, Alex, Marito II, Paulo, Mavó, Magaba.

Jogaram ainda Mito e João.

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Gervásio, Casimiro, Burra, Ninito, Edson, Carlos, Nene, Eládio, Degalo, Abilio e Mendes.
Alinharam ainda Toni, Henriques e Nando.

Acção disciplinar: cartolinas amarelas, po

antijogo para Binó, do Chingale, Burra e Nené, ambos do Ferroviário da Beira.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:14
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O CAMPO do Atlético Muçulmano de Maputo, na Matola, tornar-se-á definitivamente propriedade do Maxaquene em princípios de Novembro, no desfecho das negociações que vêm sendo feitas desde os princípios do ano em curso entre as direcções dos dois clubes.

O presidente do clube “tricolor”, Rafindine Mahomed,
O presidente do clube “tricolor”, Rafindine Mahomed, disse ontem que todos os procedimentos legais foram concluídos e que entre os dias 3 e 8 de Novembro o campo passará para as mãos do Maxaquene.

Entretanto, Rafindine Mahomed esclareceu que apenas o departamento do futebol passará para as novas instalações. A direcção e os restantes departamentos continuarão a funcionar nas actuais instalações do clube.

Afirmou adiante que, no âmbito das negociações sobre as novas instalações, o Maxaquene conta com um parceiro com o qual assinará um acordo nos próximos dias para a atribuição do nome do campo adquirido ao Atlético.

Rafindine Mahomed frisou que todas as acções em curso fazem parte das decisões tomadas na assembleia extraordinária do clube “tricolor” em Junho último.

PROCESSO DE DESANEXAÇÃO DO CAMPO ESTÁ EM CURSO

O presidente “tricolor” dissipou equívocos sobre o processo de desanexação do campo que, nos próximos tempos, passará a servir para fins imobiliários, no âmbito do contrato estabelecido entre o Maxaquene e um parceiro que não quis revelar para aliviar as equipas de futebol do estado de degradação que o recinto está a conhecer, devido a problemas relacionados com o nível freático da zona e de sistemas de esgotos à sua volta.

Rafindine Mahomed disse que o atraso no processo de transferência para o campo do Atlético Muçulmano tem a ver com o trabalho que está sendo feito para a alteração do plano urbanístico sobre o espaço onde se encontra o campo, que está destinado para fins desportivos.

“Estamos a seguir as instruções dadas pelo município na tramitação do processo de alteração do plano urbanístico para fins imobiliários. Está a ser feito e é um processo que não será concluído de um dia para outro. Significa que só depois da sua aprovação pelo Conselho Municipal de Maputo que o campo será definitivamente desanexado para servir a fins imobiliários”, explicou.

Ajuntou que uma das grandes razões da demora da transferência para o recinto do Atlético foi a situação a que o clube foi submetido pela necessidade da elaboração de um novo plano, nomeadamente a contratação de algumas empresas especializadas para o efeito. A alteração do plano consiste em três aspectos, nomeadamente o projecto arquitectónico, estudo do impacto ambiental e de viabilidade económica. “O problema sobre a transferência para o Atlético só ficou superado a partir do momento em que o pedido da alteração do plano, recomendado pelo Conselho Municipal, começou a ser correspondido”, contou

Questionado sobre se a transferência teria a ver com o facto de o interessado pela compra do campo não ter desembolsado o dinheiro, que possivelmente seria destinado ao pagamento do recinto do Atlético, Rafindine Mahomed contestou dizendo que “todos estes aspectos foram salvaguardados no contrato entre o Maxaquene e o seu parceiro”.

TÉCNICO PORTUGUÊS PARA EQUIPA PRINCIPAL

 Enrico Budsano, novo técnico do Maxaquene
O presidente do Maxaquene anunciou, na ocasião, a contratação de um treinador português para as duas próximas épocas. Segundo contou, o técnico em alusão chega a Maputo no próximo mês e vai trabalhar juntamente com Zainadine Mulungo, actual treinador “tricolor”, que passará a assumir o cargo de adjunto técnico.

De salientar que a equipa principal de futebol do Maxaquene tem, nos últimos anos, estado a registar um mau desempenho e, consequentemente, trocado de treinadores. O Maxaquene teve nos últimos dois anos treinadores como Chiquinho Conde, Artur Semedo e o italiano Enrico Bonzana. Este último demitiu-se recentemente, tendo fechado o seu lugar Zainadine Mulungo.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:33
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O CAMPO do Atlético Muçulmano de Maputo, na Matola, tornar-se-á definitivamente propriedade do Maxaquene em princípios de Novembro, no desfecho das negociações que vêm sendo feitas desde os princípios do ano em curso entre as direcções dos dois clubes.

O presidente do clube “tricolor”, Rafindine Mahomed,
O presidente do clube “tricolor”, Rafindine Mahomed, disse ontem que todos os procedimentos legais foram concluídos e que entre os dias 3 e 8 de Novembro o campo passará para as mãos do Maxaquene.

Entretanto, Rafindine Mahomed esclareceu que apenas o departamento do futebol passará para as novas instalações. A direcção e os restantes departamentos continuarão a funcionar nas actuais instalações do clube.

Afirmou adiante que, no âmbito das negociações sobre as novas instalações, o Maxaquene conta com um parceiro com o qual assinará um acordo nos próximos dias para a atribuição do nome do campo adquirido ao Atlético.

Rafindine Mahomed frisou que todas as acções em curso fazem parte das decisões tomadas na assembleia extraordinária do clube “tricolor” em Junho último.

PROCESSO DE DESANEXAÇÃO DO CAMPO ESTÁ EM CURSO

O presidente “tricolor” dissipou equívocos sobre o processo de desanexação do campo que, nos próximos tempos, passará a servir para fins imobiliários, no âmbito do contrato estabelecido entre o Maxaquene e um parceiro que não quis revelar para aliviar as equipas de futebol do estado de degradação que o recinto está a conhecer, devido a problemas relacionados com o nível freático da zona e de sistemas de esgotos à sua volta.

Rafindine Mahomed disse que o atraso no processo de transferência para o campo do Atlético Muçulmano tem a ver com o trabalho que está sendo feito para a alteração do plano urbanístico sobre o espaço onde se encontra o campo, que está destinado para fins desportivos.

“Estamos a seguir as instruções dadas pelo município na tramitação do processo de alteração do plano urbanístico para fins imobiliários. Está a ser feito e é um processo que não será concluído de um dia para outro. Significa que só depois da sua aprovação pelo Conselho Municipal de Maputo que o campo será definitivamente desanexado para servir a fins imobiliários”, explicou.

Ajuntou que uma das grandes razões da demora da transferência para o recinto do Atlético foi a situação a que o clube foi submetido pela necessidade da elaboração de um novo plano, nomeadamente a contratação de algumas empresas especializadas para o efeito. A alteração do plano consiste em três aspectos, nomeadamente o projecto arquitectónico, estudo do impacto ambiental e de viabilidade económica. “O problema sobre a transferência para o Atlético só ficou superado a partir do momento em que o pedido da alteração do plano, recomendado pelo Conselho Municipal, começou a ser correspondido”, contou

Questionado sobre se a transferência teria a ver com o facto de o interessado pela compra do campo não ter desembolsado o dinheiro, que possivelmente seria destinado ao pagamento do recinto do Atlético, Rafindine Mahomed contestou dizendo que “todos estes aspectos foram salvaguardados no contrato entre o Maxaquene e o seu parceiro”.

TÉCNICO PORTUGUÊS PARA EQUIPA PRINCIPAL

 Enrico Budsano, novo técnico do Maxaquene
O presidente do Maxaquene anunciou, na ocasião, a contratação de um treinador português para as duas próximas épocas. Segundo contou, o técnico em alusão chega a Maputo no próximo mês e vai trabalhar juntamente com Zainadine Mulungo, actual treinador “tricolor”, que passará a assumir o cargo de adjunto técnico.

De salientar que a equipa principal de futebol do Maxaquene tem, nos últimos anos, estado a registar um mau desempenho e, consequentemente, trocado de treinadores. O Maxaquene teve nos últimos dois anos treinadores como Chiquinho Conde, Artur Semedo e o italiano Enrico Bonzana. Este último demitiu-se recentemente, tendo fechado o seu lugar Zainadine Mulungo.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:33
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O ATLÉTICO Muçulmano e Chingale vão protagonizar a final inédita(!) da Taça de Moçambique mcel. É que nenhuma destas equipas havia ousado chegar a esta fase da segunda mais importante prova do futebol nacional.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Os “muçulmanos” foram à Nampula, com toda galhardia, calar o público local, batendo o Ferroviário, por 2-1, no prolongamento, após o tempo regulamentar ter terminado com uma igualdade a um golo. Aliás, os “pupilos” de Arnaldo Salvado encetaram uma reviravolta depois de terem estado a perder por 0-1.
Salvado em discurso directo: “Os dirigentes desportivos são cobardes”
É caso para dizer que esta recém-constituída formação tem muita disciplina e é determinada em momentos mais difíceis do jogo. O Chingale, por seu turno, treinado pelo conhecido ex-guarda-redes dos “Mambas” e do Costa do Sol, Rui Évora, recebeu e bateu o Ferroviário da Beira, por 1-0, também no prolongamento, depois do período normal (90 minutos) ter findado com o nulo a prevalecer.

Os tetenses, por aquilo que têm produzido ao longo deste ano, merecem estar nesta final. Curiosamente, há muito, mas muito tempo que não se assistia a uma final entre equipas sem grande expressão no futebol moçambicano. Aliás, o Costa do Sol (detentor do título), Maxaquene, Desportivo e Ferroviário de Maputo, que têm sido clientes assíduos nas finais deste evento ficaram pelo caminho, nalguns casos prematuramente.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
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O ATLÉTICO Muçulmano e Chingale vão protagonizar a final inédita(!) da Taça de Moçambique mcel. É que nenhuma destas equipas havia ousado chegar a esta fase da segunda mais importante prova do futebol nacional.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Os “muçulmanos” foram à Nampula, com toda galhardia, calar o público local, batendo o Ferroviário, por 2-1, no prolongamento, após o tempo regulamentar ter terminado com uma igualdade a um golo. Aliás, os “pupilos” de Arnaldo Salvado encetaram uma reviravolta depois de terem estado a perder por 0-1.
Salvado em discurso directo: “Os dirigentes desportivos são cobardes”
É caso para dizer que esta recém-constituída formação tem muita disciplina e é determinada em momentos mais difíceis do jogo. O Chingale, por seu turno, treinado pelo conhecido ex-guarda-redes dos “Mambas” e do Costa do Sol, Rui Évora, recebeu e bateu o Ferroviário da Beira, por 1-0, também no prolongamento, depois do período normal (90 minutos) ter findado com o nulo a prevalecer.

Os tetenses, por aquilo que têm produzido ao longo deste ano, merecem estar nesta final. Curiosamente, há muito, mas muito tempo que não se assistia a uma final entre equipas sem grande expressão no futebol moçambicano. Aliás, o Costa do Sol (detentor do título), Maxaquene, Desportivo e Ferroviário de Maputo, que têm sido clientes assíduos nas finais deste evento ficaram pelo caminho, nalguns casos prematuramente.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
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O ATLÉTICO Muçulmano e Chingale de Tete são os finalistas da Taça de Moçambique mcel da edição de 2008, após derrotarem nas meias-finais, os Ferroviários de Nampula e da Beira, sábado e ontem, respectivamente, pelas marcas de 2-1 e 1-0.

Muçulmanos em duro teste na capital do norte
Os muçulmanos, de Arnaldo Salvado, demonstraram, na tarde de sábado, uma melhor organização, coesão e, acima de tudo, determinação nos momentos mais cruciais, ganhando em Nampula, o Ferroviário local, por 2-1, já no período de prolongamento, uma vez que o tempo regulamentar terminou com uma igualdade a uma bola.

Já ontem, o Chingale, perante o seu público, fez história ao afastar o Ferroviário da Beira também no prolongamento, por 1-0, depois dos 90 minutos terem terminado com um nulo.

Esta, como se pode depreender, é uma final inédita. Primeiro, porque nenhuma destas equipas tem história na prova, e, segundo, porque nos últimos anos, este que é o segundo maior evento futebolístico do país, tem sido dominado pelos chamados grandes da cidade de Maputo, nomeadamente Costa do Sol, actual detentor do troféu, Maxaquene, Desportivo e Ferroviário.

A final terá lugar no dia 23 de Novembro.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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O ATLÉTICO Muçulmano e Chingale de Tete são os finalistas da Taça de Moçambique mcel da edição de 2008, após derrotarem nas meias-finais, os Ferroviários de Nampula e da Beira, sábado e ontem, respectivamente, pelas marcas de 2-1 e 1-0.

Muçulmanos em duro teste na capital do norte
Os muçulmanos, de Arnaldo Salvado, demonstraram, na tarde de sábado, uma melhor organização, coesão e, acima de tudo, determinação nos momentos mais cruciais, ganhando em Nampula, o Ferroviário local, por 2-1, já no período de prolongamento, uma vez que o tempo regulamentar terminou com uma igualdade a uma bola.

Já ontem, o Chingale, perante o seu público, fez história ao afastar o Ferroviário da Beira também no prolongamento, por 1-0, depois dos 90 minutos terem terminado com um nulo.

Esta, como se pode depreender, é uma final inédita. Primeiro, porque nenhuma destas equipas tem história na prova, e, segundo, porque nos últimos anos, este que é o segundo maior evento futebolístico do país, tem sido dominado pelos chamados grandes da cidade de Maputo, nomeadamente Costa do Sol, actual detentor do troféu, Maxaquene, Desportivo e Ferroviário.

A final terá lugar no dia 23 de Novembro.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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