Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 20 DE Outubro 2008

O FERROVIÁRIO de Maputo está de pedra e cal na liderança do Moçambola e já soma 47 pontos, a três jornadas do final da prova. Ontem foi a Nampula derrotar o seu homónimo local por 2-1, numa partida imprópria para cardíacos.

muita

O Atlético continua equipa sensação e na tarde de sábado bateu surpreendentemente o Costa do Sol por 2-0, golos todos apontados ainda no primeiro tempo, e aumentou a sua pontuação para 45. Os “canarinhos”, com esta derrota, estão praticamente arredados do título e desceram do terceiro para o quarto lugar, com os mesmos 39 pontos, em troca com a Liga, que ontem recebeu e goleou o Ferroviário de Pemba por 4-0. Aliás, este foi o resultado mais importante desta 23ª jornada.

O Maxaquene, por seu turno, foi à Beira arrancar um precioso ponto, ao empatar com o Ferroviário local a uma bola. Os tricolores” têm praticamente garantida a manutenção nesta importantíssima prova nacional, agora com 28 pontos, mais 10 que a dupla Ferroviário de Pemba e Textáfrica, com este último a perder diante do Estrela Vermelha (0-1). Os “alaranjados” continuam a procurar encetar uma reviravolta para se manterem na prova no próximo ano.

O Chingale recebeu e empatou com FC Lichinga sem abertura de contagem. As duas equipas somam agora 34 pontos cada.

A próxima jornada, a 24ª, contempla os encontros Atlético-Benfica de Macúti, FC Lichinga-Costa do Sol, Fer. Pemba-Chingale, Fer. Maputo-Liga Muçulmana, Textáfrica-Fer. Nampula, Maxaquene-Estrela e Fer. Beira-Desportivo.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:45
 O que é? |  O que é? | favorito

O FERROVIÁRIO de Maputo está de pedra e cal na liderança do Moçambola e já soma 47 pontos, a três jornadas do final da prova. Ontem foi a Nampula derrotar o seu homónimo local por 2-1, numa partida imprópria para cardíacos.

muita

O Atlético continua equipa sensação e na tarde de sábado bateu surpreendentemente o Costa do Sol por 2-0, golos todos apontados ainda no primeiro tempo, e aumentou a sua pontuação para 45. Os “canarinhos”, com esta derrota, estão praticamente arredados do título e desceram do terceiro para o quarto lugar, com os mesmos 39 pontos, em troca com a Liga, que ontem recebeu e goleou o Ferroviário de Pemba por 4-0. Aliás, este foi o resultado mais importante desta 23ª jornada.

O Maxaquene, por seu turno, foi à Beira arrancar um precioso ponto, ao empatar com o Ferroviário local a uma bola. Os tricolores” têm praticamente garantida a manutenção nesta importantíssima prova nacional, agora com 28 pontos, mais 10 que a dupla Ferroviário de Pemba e Textáfrica, com este último a perder diante do Estrela Vermelha (0-1). Os “alaranjados” continuam a procurar encetar uma reviravolta para se manterem na prova no próximo ano.

O Chingale recebeu e empatou com FC Lichinga sem abertura de contagem. As duas equipas somam agora 34 pontos cada.

A próxima jornada, a 24ª, contempla os encontros Atlético-Benfica de Macúti, FC Lichinga-Costa do Sol, Fer. Pemba-Chingale, Fer. Maputo-Liga Muçulmana, Textáfrica-Fer. Nampula, Maxaquene-Estrela e Fer. Beira-Desportivo.

publicado por Vaxko Zakarias às 15:45
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O COSTA do Sol viu, na tarde de sábado, no seu campo, a questão da revalidação do título seriamente hipotecada a três jornadas da conclusão do Moçambola, depois de perder diante do Atlético Muçulmano, por 0-2.

Josimar ensaia mais um remate que em nada resultou (C. Bila)
Por detrás da derrocada dos canarinhos estão as toneladas de erros cometidos pela sua defesa, que deixou a ala esquerda numa espécie de um autêntico corredor, onde Amad e Danito Nhamposse faziam tudo quanto lhes apetecia.

O jogo teve, até, um início prometedor, com o Costa do Sol mais veloz, mais incisivo nas operações atacantes, mais pressionante, respondendo o Atlético Muçulmano com uma arrogância competitiva que tinha o seu ponte forte na exploração das alas, no flanqueamento de jogadas.

Foi esta postura competitiva do Atlético Muçulmano que viria a vingar aos 30 minutos, perante a estupefacção de muita gente, quando Clarêncio abriu o marcador, de uma grande jogada protagonizada por Danito Nhaposse, que fugiu do lado direito, foi até à linha de fundo e cruzou para a pequena área.

O Costa do Sol não conseguiu impor-se diante do seu adversário, pelo contrário foi cometendo erros de marcação que lhe viriam a custar-lhe mais um golo, ainda na primeira parte. Como? Danito Nhaposse, que foi o homem do jogo, volta a protagonizar uma cavalgada pela ala direita, vai até à linha de fundo fazer o cruzamento para a entrada fulgurante de Aníbal, que envia o esférico para o fundo das redes.

No reatamento do segundo tempo, o Costa do Sol teve uma outra postura competitiva, aumentou a velocidade no seu jogo, pressionou muito e mais, correu atrás do prejuízo, mas a compacta defesa do Atlético não permitiu maleabilidades, já que Amad, Délcio, Baúte e Macuvele foram uma espécie de betão armado para as intenções de Josimar, Artur, Alvarito, Ruben Tó e Nito, acabando o jogo por terminar com a vitória dos muçulmanos do Atlético.

Mateus Infante esteve bem no ajuizamento dos lances e no capítulo disciplinar.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO – Mateus Infante, coadjuvado nas suas funções por Henrique Langa e Agostinho Pelembe.

QUARTO ÁRBITRO – João Armando.

COSTA DO SOL – Antoninho, Silvério, Cufa, Vasil, Julinho (Nelito), (Jossias) Josimar, Alvarito, Payó (Artur), Rúben, Tó e Nito

ATLÉTICO MUÇULMANO – Pinto; Baúte, Gito, Macuvele, Amad, Délcio, Aníbal Danito (Jojó), Dino (Vitinho), Eboh (Manuelito), Clarêncio.

ACÇÃO DISCIPLINAR – Cartões amarelos para Aníbal (Atlético Muçulmano) e Cufa (Costa do Sol). Vermelho directo para o defesa Vasil (Costa do Sol por jogo intencionalmente violento.

GOLOS – os tentos do Atlético Muçulmano foram convertidos por Clarêncio e Aníbal, aos 20 e 44 minutos, respectivamente.

MIGUEL MONTANHA JÚNIOR

publicado por Vaxko Zakarias às 15:33
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O COSTA do Sol viu, na tarde de sábado, no seu campo, a questão da revalidação do título seriamente hipotecada a três jornadas da conclusão do Moçambola, depois de perder diante do Atlético Muçulmano, por 0-2.

Josimar ensaia mais um remate que em nada resultou (C. Bila)
Por detrás da derrocada dos canarinhos estão as toneladas de erros cometidos pela sua defesa, que deixou a ala esquerda numa espécie de um autêntico corredor, onde Amad e Danito Nhamposse faziam tudo quanto lhes apetecia.

O jogo teve, até, um início prometedor, com o Costa do Sol mais veloz, mais incisivo nas operações atacantes, mais pressionante, respondendo o Atlético Muçulmano com uma arrogância competitiva que tinha o seu ponte forte na exploração das alas, no flanqueamento de jogadas.

Foi esta postura competitiva do Atlético Muçulmano que viria a vingar aos 30 minutos, perante a estupefacção de muita gente, quando Clarêncio abriu o marcador, de uma grande jogada protagonizada por Danito Nhaposse, que fugiu do lado direito, foi até à linha de fundo e cruzou para a pequena área.

O Costa do Sol não conseguiu impor-se diante do seu adversário, pelo contrário foi cometendo erros de marcação que lhe viriam a custar-lhe mais um golo, ainda na primeira parte. Como? Danito Nhaposse, que foi o homem do jogo, volta a protagonizar uma cavalgada pela ala direita, vai até à linha de fundo fazer o cruzamento para a entrada fulgurante de Aníbal, que envia o esférico para o fundo das redes.

No reatamento do segundo tempo, o Costa do Sol teve uma outra postura competitiva, aumentou a velocidade no seu jogo, pressionou muito e mais, correu atrás do prejuízo, mas a compacta defesa do Atlético não permitiu maleabilidades, já que Amad, Délcio, Baúte e Macuvele foram uma espécie de betão armado para as intenções de Josimar, Artur, Alvarito, Ruben Tó e Nito, acabando o jogo por terminar com a vitória dos muçulmanos do Atlético.

Mateus Infante esteve bem no ajuizamento dos lances e no capítulo disciplinar.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO – Mateus Infante, coadjuvado nas suas funções por Henrique Langa e Agostinho Pelembe.

QUARTO ÁRBITRO – João Armando.

COSTA DO SOL – Antoninho, Silvério, Cufa, Vasil, Julinho (Nelito), (Jossias) Josimar, Alvarito, Payó (Artur), Rúben, Tó e Nito

ATLÉTICO MUÇULMANO – Pinto; Baúte, Gito, Macuvele, Amad, Délcio, Aníbal Danito (Jojó), Dino (Vitinho), Eboh (Manuelito), Clarêncio.

ACÇÃO DISCIPLINAR – Cartões amarelos para Aníbal (Atlético Muçulmano) e Cufa (Costa do Sol). Vermelho directo para o defesa Vasil (Costa do Sol por jogo intencionalmente violento.

GOLOS – os tentos do Atlético Muçulmano foram convertidos por Clarêncio e Aníbal, aos 20 e 44 minutos, respectivamente.

MIGUEL MONTANHA JÚNIOR

publicado por Vaxko Zakarias às 15:33
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FOI um Ferroviário de Pemba irreconhecível aquele que se apresentou ontem no campo do Costa do Sol frente à Liga Muçulmana, de forma que a goleada imposta aos “locomotivas” só não foi por mais golos simplesmente porque não calhou.

Edgar foi um quebra-cabeças para Albachir (S. Costa)
A equipa de Paulo Camargo não precisou puxar pelos galões para vencer o desafio, porque o adversário esteve debilitado, sobretudo no sector defensivo, no qual o guarda-redes Yassine foi um simples espectador dos golos adversários.

Aconteceu assim no minuto sete, quando Alex cobrou um canto, os defesas confundiram-se permitindo que o baixinho Amide desviasse para o fundo das redes. Os pembenses reagiram e beneficiaram-se duma grande penalidade aos 15 minutos, numa falta de Sulemane sobre Tozinho. Na conversão, Sérgio rematou forte para a defesa de Soarito.

A partir daí os “locomotivas” desapareceram do campo e até o intervalo assistiram-se a dois desperdícios, primeiro por Betinho, num remate rasteiro, e depois por Amide, num cabeceamento frouxo.

A segunda parte não devia ter existido para os pembenses. Pelo menos o preferiam pelo desempenho demonstrado em campo. Aos 52 minutos Alex cobrou mais um canto e Paíto desviou de cabeça para o segundo golo.

Sete minutos depois Edgar ampliou o marcador, num remate forte a entrada da área. Sulemane fixou o resultado final aos 72 minutos, na cobrança dum livre directo, que, uma vez mais, o “keeper” contrário pareceu-nos mais um espantalho que defensor.

Até ao final do encontro o perigo rondou mais na baliza do Ferroviário do que dos “muçulmanos”, que só estremeceram quando Mustafá desferiu um potente remate para uma defesa atenta de Soarito.

O árbitro Bernardino dos Santos está em forma e demonstrou-o ontem, ajuizando bem os lances e combinando perfeitamente com os seus auxiliares, merecendo da nossa parte uma apreciação positiva, até porque o menino está a crescer a olhos vistos.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Bernardino dos Santos, auxiliado por Daniel Mondlane e Humberto Pita. Quarto árbitro: Filimão Filipe.

LIGA MUÇULMANA: Soarito, Fanuel, Calima (Weah), Marito, Sulemane, Chico, Alex, Betinho (Gabito), Paíto (Blessing), Amide e Edgar.

FER.PEMBA: Yassine, Gueda, Albachir, Rama, Franco, Phondo, Tozinho (Dário), Mustafa, Nelson, Dulá e Sérgio.

ACÇAO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Sulemane, Blessing e Rama.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 14:39
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FOI um Ferroviário de Pemba irreconhecível aquele que se apresentou ontem no campo do Costa do Sol frente à Liga Muçulmana, de forma que a goleada imposta aos “locomotivas” só não foi por mais golos simplesmente porque não calhou.

Edgar foi um quebra-cabeças para Albachir (S. Costa)
A equipa de Paulo Camargo não precisou puxar pelos galões para vencer o desafio, porque o adversário esteve debilitado, sobretudo no sector defensivo, no qual o guarda-redes Yassine foi um simples espectador dos golos adversários.

Aconteceu assim no minuto sete, quando Alex cobrou um canto, os defesas confundiram-se permitindo que o baixinho Amide desviasse para o fundo das redes. Os pembenses reagiram e beneficiaram-se duma grande penalidade aos 15 minutos, numa falta de Sulemane sobre Tozinho. Na conversão, Sérgio rematou forte para a defesa de Soarito.

A partir daí os “locomotivas” desapareceram do campo e até o intervalo assistiram-se a dois desperdícios, primeiro por Betinho, num remate rasteiro, e depois por Amide, num cabeceamento frouxo.

A segunda parte não devia ter existido para os pembenses. Pelo menos o preferiam pelo desempenho demonstrado em campo. Aos 52 minutos Alex cobrou mais um canto e Paíto desviou de cabeça para o segundo golo.

Sete minutos depois Edgar ampliou o marcador, num remate forte a entrada da área. Sulemane fixou o resultado final aos 72 minutos, na cobrança dum livre directo, que, uma vez mais, o “keeper” contrário pareceu-nos mais um espantalho que defensor.

Até ao final do encontro o perigo rondou mais na baliza do Ferroviário do que dos “muçulmanos”, que só estremeceram quando Mustafá desferiu um potente remate para uma defesa atenta de Soarito.

O árbitro Bernardino dos Santos está em forma e demonstrou-o ontem, ajuizando bem os lances e combinando perfeitamente com os seus auxiliares, merecendo da nossa parte uma apreciação positiva, até porque o menino está a crescer a olhos vistos.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Bernardino dos Santos, auxiliado por Daniel Mondlane e Humberto Pita. Quarto árbitro: Filimão Filipe.

LIGA MUÇULMANA: Soarito, Fanuel, Calima (Weah), Marito, Sulemane, Chico, Alex, Betinho (Gabito), Paíto (Blessing), Amide e Edgar.

FER.PEMBA: Yassine, Gueda, Albachir, Rama, Franco, Phondo, Tozinho (Dário), Mustafa, Nelson, Dulá e Sérgio.

ACÇAO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Sulemane, Blessing e Rama.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 14:39
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O ATLÉTICO continua nas peugadas do Ferroviário de Maputo numa perseguição louca que tudo indica continuará até ao final da prova. Ontem os muçulmanos assumiriam a liderança que já ostentavam provisoriamente desde sábado, dia que, contra todas as previsões, humilharam o Costa do Sol no seu terreno, por 2-0.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Mas o Ferroviário de Maputo foi a Nampula arrancar três preciosos pontos diante do seu homónimo local (2-1), depois do jogo ter ficado por algum tempo empatado a um tento. Os “locomotivas” mantêm os três pontos de avanço sobre o Atlético, os mesmos que ostentava à entrada para esta 23ª jornada do Moçambola-2008.

Quem perdeu terreno foram os “canarinhos”, que com a derrota de sábado, passaram para a quarta posição com 39 pontos e tudo indica que já não vão a tempo de renovar o título.

A Liga Muçulmana é que passou para o terceiro posto com a goleada de 4-0 imposta ontem ao desastrado Ferroviário de Pemba que continua na zona dos aflitos com 18 pontos, os mesmos do Textáfrica, que ontem perdeu diante do Estrela Vermelha, por uma bola sem resposta. Os muçulmanos passaram a somar 41 pontos e ainda alimentam esperanças de chegar ao pódio. O Desportivo continua a desiludir.
Na tarde de sábado recebeu e empatou com o praticamente despromovido Benfica de Macúti sem abertura de contagem, mas mesmo assim não foram ultrapassados pelo vizinho, que ontem foi à Beira arrancar um precioso ponto frente ao Ferroviário local.

O Chingale também não foi para além de uma igualdade sem golos na recepção ao Lichinga. As duas equipas têm o mesmo número de pontos (34). A próxima jornada é de grandes decisões, com destaque para o Ferroviário de Maputo Liga Muçulmana, enquanto o Atlético recebe o Macúti.

O Costa do Sol vai a Lichinga. O Maxaquene e o Ferroviário da Beira recebem o Estrela Vermelha e Desportivo, respectivamente. O Chingale vai a Nampula para medir forças com o Ferroviário de Pemba. O Ferroviário de Nampula, por seu turno, tem uma deslocação difícil a Chimoio, onde lhe aguarda o aflito Textáfrica.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:25
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O ATLÉTICO continua nas peugadas do Ferroviário de Maputo numa perseguição louca que tudo indica continuará até ao final da prova. Ontem os muçulmanos assumiriam a liderança que já ostentavam provisoriamente desde sábado, dia que, contra todas as previsões, humilharam o Costa do Sol no seu terreno, por 2-0.

O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Mas o Ferroviário de Maputo foi a Nampula arrancar três preciosos pontos diante do seu homónimo local (2-1), depois do jogo ter ficado por algum tempo empatado a um tento. Os “locomotivas” mantêm os três pontos de avanço sobre o Atlético, os mesmos que ostentava à entrada para esta 23ª jornada do Moçambola-2008.

Quem perdeu terreno foram os “canarinhos”, que com a derrota de sábado, passaram para a quarta posição com 39 pontos e tudo indica que já não vão a tempo de renovar o título.

A Liga Muçulmana é que passou para o terceiro posto com a goleada de 4-0 imposta ontem ao desastrado Ferroviário de Pemba que continua na zona dos aflitos com 18 pontos, os mesmos do Textáfrica, que ontem perdeu diante do Estrela Vermelha, por uma bola sem resposta. Os muçulmanos passaram a somar 41 pontos e ainda alimentam esperanças de chegar ao pódio. O Desportivo continua a desiludir.
Na tarde de sábado recebeu e empatou com o praticamente despromovido Benfica de Macúti sem abertura de contagem, mas mesmo assim não foram ultrapassados pelo vizinho, que ontem foi à Beira arrancar um precioso ponto frente ao Ferroviário local.

O Chingale também não foi para além de uma igualdade sem golos na recepção ao Lichinga. As duas equipas têm o mesmo número de pontos (34). A próxima jornada é de grandes decisões, com destaque para o Ferroviário de Maputo Liga Muçulmana, enquanto o Atlético recebe o Macúti.

O Costa do Sol vai a Lichinga. O Maxaquene e o Ferroviário da Beira recebem o Estrela Vermelha e Desportivo, respectivamente. O Chingale vai a Nampula para medir forças com o Ferroviário de Pemba. O Ferroviário de Nampula, por seu turno, tem uma deslocação difícil a Chimoio, onde lhe aguarda o aflito Textáfrica.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:25
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QUANDO o jogo começou e o Ferroviário da Beira deu mostras de que estava para fazer um futebol de belo recorte técnico e táctico, parecia que teríamos uma bela tarde de uma partida do Moçambola, pois o Maxaquene também respondeu com algumas jogadas de gabarito, pelo menos até ao primeiro quarto do tempo.

Macamito já passou por Jossias (D. ELIAS)
Mas afinal estávamos enganados, pois nada disso vimos durante os 90 minutos mais quatro de compensação dados pelo juiz, a não ser jogadas sem nenhum recorte táctico e muito menos nexo em ambos os lados, à excepção de alguns lances que se podem equiparar pelos dedos de uma mão.


Os beirenses saíram e logo tentaram assumir o jogo, mas faziam-no de forma atabalhoada e sem nexo e muito menos objectividade, enquanto os visitantes procuravam maior entrosamento na intermediária, um sector que tinha o seu “capitão” sombra de si próprio não conseguindo alimentar da melhor forma o ataque.

O golo do Ferroviário surgiu à passagem do minuto 33 quando numa triangulação bem feita do lado direito do seu ataque entre Carlos e Abílio, este cruzou para o interior da pequena área tendo a bola passado por uma “floresta” de pernas entre defensores dos “tricolores”, incluindo o guarda-redes, tendo parado nos pés de Mendes que, sem marcação, nada mais poderia fazer senão empurrá-la para a baliza desguarnecida.

Quando os locais ainda estavam na ressaca do golo festejando eis que uma jogada de contra-ataque rápido iniciada por Kito II acaba surpreendendo a defensiva e o guarda-redes Gervásio, pois Eurico deu seguimento positivo ao lance, restabelecendo a igualdade, resultado com que terminou a primeira parte sem que os golos justificassem algo na prestação das duas equipas.

No reatamento, nada de novo se viu a não ser a continuação de jogadas à papel químico da etapa inicial, e aos 81 minutos aconteceu a polémica do jogo com a expulsão de Kito II, com um vermelho directo por ter reclamado de forma violenta junto do juiz uma pretensa falta depois de se ter embrulhado com um contrário. O jogo parou cinco minutos, pois os jogadores cercaram Dionísio Dungaze pedindo explicação até que o “banco” do Maxaquene interveio para acalmar os ânimos.

Daí em diante nada de futebol se viu a não ser anti-jogo, principalmente por parte dos visitantes até ao fim. O juiz teve uma boa prestação.

FICHA TECNICA

Árbitro: Dionísio Dungaze, auxiliado por Mário Albino e Daniel Calavete. Joaquim Tomo foi o quarto.

Fer. da Beira - Gervásio, Edson (Nando), Ninito, Burra, Cândido, Abílio (Eládio), Nené, Carlos, Degato, Tony(Henriques) e Mendes.

Maxaquene - Nelinho, Maló, Fred, Narciso, Kito II, Nelsinho (Mucuapela), Jumisse, Maikel, Eurico (King), Liberty e Macamito (Amílcar).

Amarelos para Carlos, Jumisse e Nelinho e vermelho directo para Kito II.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
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QUANDO o jogo começou e o Ferroviário da Beira deu mostras de que estava para fazer um futebol de belo recorte técnico e táctico, parecia que teríamos uma bela tarde de uma partida do Moçambola, pois o Maxaquene também respondeu com algumas jogadas de gabarito, pelo menos até ao primeiro quarto do tempo.

Macamito já passou por Jossias (D. ELIAS)
Mas afinal estávamos enganados, pois nada disso vimos durante os 90 minutos mais quatro de compensação dados pelo juiz, a não ser jogadas sem nenhum recorte táctico e muito menos nexo em ambos os lados, à excepção de alguns lances que se podem equiparar pelos dedos de uma mão.


Os beirenses saíram e logo tentaram assumir o jogo, mas faziam-no de forma atabalhoada e sem nexo e muito menos objectividade, enquanto os visitantes procuravam maior entrosamento na intermediária, um sector que tinha o seu “capitão” sombra de si próprio não conseguindo alimentar da melhor forma o ataque.

O golo do Ferroviário surgiu à passagem do minuto 33 quando numa triangulação bem feita do lado direito do seu ataque entre Carlos e Abílio, este cruzou para o interior da pequena área tendo a bola passado por uma “floresta” de pernas entre defensores dos “tricolores”, incluindo o guarda-redes, tendo parado nos pés de Mendes que, sem marcação, nada mais poderia fazer senão empurrá-la para a baliza desguarnecida.

Quando os locais ainda estavam na ressaca do golo festejando eis que uma jogada de contra-ataque rápido iniciada por Kito II acaba surpreendendo a defensiva e o guarda-redes Gervásio, pois Eurico deu seguimento positivo ao lance, restabelecendo a igualdade, resultado com que terminou a primeira parte sem que os golos justificassem algo na prestação das duas equipas.

No reatamento, nada de novo se viu a não ser a continuação de jogadas à papel químico da etapa inicial, e aos 81 minutos aconteceu a polémica do jogo com a expulsão de Kito II, com um vermelho directo por ter reclamado de forma violenta junto do juiz uma pretensa falta depois de se ter embrulhado com um contrário. O jogo parou cinco minutos, pois os jogadores cercaram Dionísio Dungaze pedindo explicação até que o “banco” do Maxaquene interveio para acalmar os ânimos.

Daí em diante nada de futebol se viu a não ser anti-jogo, principalmente por parte dos visitantes até ao fim. O juiz teve uma boa prestação.

FICHA TECNICA

Árbitro: Dionísio Dungaze, auxiliado por Mário Albino e Daniel Calavete. Joaquim Tomo foi o quarto.

Fer. da Beira - Gervásio, Edson (Nando), Ninito, Burra, Cândido, Abílio (Eládio), Nené, Carlos, Degato, Tony(Henriques) e Mendes.

Maxaquene - Nelinho, Maló, Fred, Narciso, Kito II, Nelsinho (Mucuapela), Jumisse, Maikel, Eurico (King), Liberty e Macamito (Amílcar).

Amarelos para Carlos, Jumisse e Nelinho e vermelho directo para Kito II.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
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FOI o que aconteceu. O Desportivo de Maputo dormiu pensando que a qualquer momento poderia encontrar a solução, mas acabou sendo traído pelo excesso de confiança quando já era tarde.

ImagemCorporativa do Grupo Desportivo de Maputo
Jogando num terreno que lhe é habitual, os “alvi-negros” tiveram tudo para conseguir o melhor resultado diante do Benfica de Macúti, mas Sonito e Binó voltaram a acusar falta de mestria na concretização dos incontáveis lances de golo que tiveram durante o prélio.


O Benfica de Macúti foi felizardo e o guarda-redes Milton contribuiu tanto para que isso acontecesse, defendendo quase tudo. Mas como me referi anteriormente, houve falta de inteligência nos seus atacantes, por não poderem colocar a bola no lugar certo nas diversas ocasiões que tiveram para visar a baliza dos “encarnados”.

Quem sentiu mais o sofrimento foi Chiquinho Conde, inconformado com o que se estava a passar no terreno. Manteve o onze inicial até o apito para o intervalo e voltou a acreditar na equipa que confiou no início. Mas ficou mais desiludido com o que estava a acontecer. A equipa não encontrava soluções para bater Milton e Sonito, o mais perdulário, acabou sendo substituído por Edmundo. Binó foi batalhador e faltou a sorte para concretizar os seus intentos, pois Milton negou categoricamente que a sua baliza fosse violada.

O tempo foi passando e as esperanças de o Desportivo vencer foram se esgotando gradualmente. A defesa do Benfica de Macúti foi se reforçando igualmente com o andar do tempo, anulando todas as investidas que foram sendo criadas com maior intensidade já no último quarto, quando Chiquinho Conde mandou todo o batalhão subir para o ataque. Os “centrais” Zainadine Júnior, Josué e Mexer, este último actualmente adaptado ao meio-campo, foram os que mais se notabilizaram no esforço de apoiar o ataque. Mas foram infelizes, apesar de tanta galhardia.

Nessas investidas, Zainadine Júnior acabou conseguindo acertar com a baliza, mas em posição irregular.

Chiquinho Conde foi mexendo no xadrez e a entrada de Isac para o extremo esquerdo do ataque conferiu maior energia ao sistema ofensivo dos “alvi-negros”, mas a equipa continuou a falhar na concretização.

A sorte quase acabava bafejando o Desportivo, num mau atraso de Gaudêncio, mas o “keeper” Milton foi à altura de safar o perigo, aos 65 minutos.

A seguir a este lance houve uma bela combinação Sonito-Binó, na pequena área, mas Milton voltou a evidenciar-se, defendendo com os pés. O guarda-redes “encarnado” fez novamente mancha a Binó, que até conseguiu antecipar a sua intervenção, aos 80 minutos. A história manteve-se até que os 90 minutos se esgotaram. O resultado manteve-se ainda no prolongamento.

O árbitro da partida, Samuel Chirindza, fez um excelente trabalho.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Samuel Chirindza, coadjuvado por Francisco Machel e Salomão José. O quarto árbitro foi Ainad Ussene.

DESPORTIVO - Jaime; Josué, Zainadine Júnior e Zito (Isac); Micas, Nelinho, Mexer, Tchitcho (Santos) e Muandro; Sonito (Edmundo) e Binó.

BENFICA DE MACÚTI – Milton; Jaimito (Gaudêncio), Carlitos, Pinduca e Maninho; Barrigana, Tuto, Dalito e Aulito; Bobo e Lucas (Hélio).

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Zainadine Júnior, Zito e Santos, do Desportivo, mais Tuto, Bobo e Hélio, do Benfica de Macúti.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:13
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FOI o que aconteceu. O Desportivo de Maputo dormiu pensando que a qualquer momento poderia encontrar a solução, mas acabou sendo traído pelo excesso de confiança quando já era tarde.

ImagemCorporativa do Grupo Desportivo de Maputo
Jogando num terreno que lhe é habitual, os “alvi-negros” tiveram tudo para conseguir o melhor resultado diante do Benfica de Macúti, mas Sonito e Binó voltaram a acusar falta de mestria na concretização dos incontáveis lances de golo que tiveram durante o prélio.


O Benfica de Macúti foi felizardo e o guarda-redes Milton contribuiu tanto para que isso acontecesse, defendendo quase tudo. Mas como me referi anteriormente, houve falta de inteligência nos seus atacantes, por não poderem colocar a bola no lugar certo nas diversas ocasiões que tiveram para visar a baliza dos “encarnados”.

Quem sentiu mais o sofrimento foi Chiquinho Conde, inconformado com o que se estava a passar no terreno. Manteve o onze inicial até o apito para o intervalo e voltou a acreditar na equipa que confiou no início. Mas ficou mais desiludido com o que estava a acontecer. A equipa não encontrava soluções para bater Milton e Sonito, o mais perdulário, acabou sendo substituído por Edmundo. Binó foi batalhador e faltou a sorte para concretizar os seus intentos, pois Milton negou categoricamente que a sua baliza fosse violada.

O tempo foi passando e as esperanças de o Desportivo vencer foram se esgotando gradualmente. A defesa do Benfica de Macúti foi se reforçando igualmente com o andar do tempo, anulando todas as investidas que foram sendo criadas com maior intensidade já no último quarto, quando Chiquinho Conde mandou todo o batalhão subir para o ataque. Os “centrais” Zainadine Júnior, Josué e Mexer, este último actualmente adaptado ao meio-campo, foram os que mais se notabilizaram no esforço de apoiar o ataque. Mas foram infelizes, apesar de tanta galhardia.

Nessas investidas, Zainadine Júnior acabou conseguindo acertar com a baliza, mas em posição irregular.

Chiquinho Conde foi mexendo no xadrez e a entrada de Isac para o extremo esquerdo do ataque conferiu maior energia ao sistema ofensivo dos “alvi-negros”, mas a equipa continuou a falhar na concretização.

A sorte quase acabava bafejando o Desportivo, num mau atraso de Gaudêncio, mas o “keeper” Milton foi à altura de safar o perigo, aos 65 minutos.

A seguir a este lance houve uma bela combinação Sonito-Binó, na pequena área, mas Milton voltou a evidenciar-se, defendendo com os pés. O guarda-redes “encarnado” fez novamente mancha a Binó, que até conseguiu antecipar a sua intervenção, aos 80 minutos. A história manteve-se até que os 90 minutos se esgotaram. O resultado manteve-se ainda no prolongamento.

O árbitro da partida, Samuel Chirindza, fez um excelente trabalho.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Samuel Chirindza, coadjuvado por Francisco Machel e Salomão José. O quarto árbitro foi Ainad Ussene.

DESPORTIVO - Jaime; Josué, Zainadine Júnior e Zito (Isac); Micas, Nelinho, Mexer, Tchitcho (Santos) e Muandro; Sonito (Edmundo) e Binó.

BENFICA DE MACÚTI – Milton; Jaimito (Gaudêncio), Carlitos, Pinduca e Maninho; Barrigana, Tuto, Dalito e Aulito; Bobo e Lucas (Hélio).

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Zainadine Júnior, Zito e Santos, do Desportivo, mais Tuto, Bobo e Hélio, do Benfica de Macúti.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:13
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Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória
ARNALDO Salvado, treinador principal do Atlético Muçulmano, tinha razão quando há duas jornadas afirmou de viva voz que o Ferroviário de Maputo tinha “a priori” algumas facilidades dos seus homónimos para chegar com alguma facilidade ao título do presente Moçambola e isso viu-se no jogo de ontem, em que a equipa treinada por Mussá Osman chegou e venceu com alguma facilidade os comandados de Nacir Armando.

Aliás, não foi apenas o Ferroviário de Nampula que facilitou a vitória do seu homónimo da capital do país, Arão Júnior, que apitou a partida juntamente com os seus auxiliares, também consubstanciaram para que o resultado final fosse favorável à equipa forasteira.

Ademais não fosse a nossa obrigação de estar presentes num jogo desta natureza, sinceramente que este não podia merecer nenhum comentário do nosso Jornal, pois por aquilo que aconteceu durante os 90 minutos apenas podemos dizer que a partida resumiu-se em três palavras: faltou a verdade desportiva.

Senão vejamos: a equipa do Ferroviário de Nampula, apesar de apresentar o seu principal onze, mostrou, principalmente ao longo da primeira parte, uma autêntica benevolência ao adversário, concretamente no seu sector defensivo, com alguma excepção de Faife, que não entrou no jogo de facilidades dos seus companheiros. Aos quatro minutos Jerry poderia ter aberto o marcador numa situação em que a defensiva contrária fez tudo para que os forasteiros concretizassem os seus intentos.

Entretanto, quem não perdoou aquelas facilidades desprezíveis e de incúria, numa prova de alta competição, foi o jogador Manhiça que, face à comodidade que lhe foi oferecida pelos defensores contrários, apontou o primeiro golo, quando eram decorridos 17 minutos da partida.

Aos 28 minutos Arão Júnior entra em cena no jogo quando nega penalte a favor do Ferroviário de Nampula, apesar de ter sido numa jogada não intencional dos donos da casa, mas sim penalisável com o castigo máximo. Apupos e assobios dos adeptos nampulenses vieram de todos os lados, uma forma de contestação da maneira de actuar da equipa local que, nos últimos anos, tem sido amplamente apoiada por aquilo que tem sido a sua prestação nas principais provas futebolísticas do país, mas que na tarde de ontem defraudou.

Cientes da pressão que lhes era exercida pelo público, os jogadores do Ferroviário de Nampula entraram para a segunda parte já com outra desenvoltura, pressionando o seu adversário, mas sem disfarçar de algo que estava combinado para que os “locomotivas” de Maputo saíssem deste jogo com vitória. Mesmo assim, Leonel, aos 58 minutos, fez o golo da igualdade, numa jogada de insistência, em que o guarda-redes Minguinho, que entrou a substituir Lamá, foi batido com categoria. Este golo nem sequer foi festejado pelos dirigentes do Ferroviário de Nampula, mas o público o fez com júbilo.

Mas como tudo havia sido “combinado” para que o Ferroviário treinado por Mussá Osman não saísse de Nampula com derrota e até empate, que podia complicar as suas aspirações perante a perseguição do Atlético Muçulmano, Arão Júnior inventa uma grande penalidade, aos 73 minutos, que foi convertida por Momed Hagy. Uma autêntica vergonha para o futebol nacional.

Outra grande vergonha de Arão Júnior e seus auxiliares, que passaram a determinada altura do jogo como os principais protagonistas do encontro, foi quando aos 85 minutos anulou o golo certo e de belo feito de Nando que, com mestria, detrás para a frente domina a bola com peito e, entre dois defensores, faz um chapéu a Minguinho. Mas para o espanto da assistência, o árbitro invalidou o golo.

A equipa de arbitragem que dirigiu este jogo não tem outra avaliação da nossa parte, senão de vergonhosa e sem escrúpulos e que o trabalho que realizou somente pode ter agradado aos dirigentes de ambos os Ferroviários.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITROS:Arão Júnior, auxiliado por Fernando Massavanhane e Arsénio Marrengula.

FER. DE NAMPULA – Mohamed; Jonas, Faife, Kiki (Leo) e Elídio; Marufo, Serginho, Stélio (Joaquim) e Nando; Elfídio e Leonel (Hélder Cuinica).

FER. DE MAPUTO – Lamá (Minguinho); Butana, Jotamo, Tony e Zabula; Whisky, Tchaka, Momed Hagy e Jerry; Luís (Eliseu) e Manhiça (Nadjuco).

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos a Elfídio, Leonel e Jonas, do Ferroviário de Nampula, e Lamá, dos “locomotivas” de Maputo.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:37
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Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória
ARNALDO Salvado, treinador principal do Atlético Muçulmano, tinha razão quando há duas jornadas afirmou de viva voz que o Ferroviário de Maputo tinha “a priori” algumas facilidades dos seus homónimos para chegar com alguma facilidade ao título do presente Moçambola e isso viu-se no jogo de ontem, em que a equipa treinada por Mussá Osman chegou e venceu com alguma facilidade os comandados de Nacir Armando.

Aliás, não foi apenas o Ferroviário de Nampula que facilitou a vitória do seu homónimo da capital do país, Arão Júnior, que apitou a partida juntamente com os seus auxiliares, também consubstanciaram para que o resultado final fosse favorável à equipa forasteira.

Ademais não fosse a nossa obrigação de estar presentes num jogo desta natureza, sinceramente que este não podia merecer nenhum comentário do nosso Jornal, pois por aquilo que aconteceu durante os 90 minutos apenas podemos dizer que a partida resumiu-se em três palavras: faltou a verdade desportiva.

Senão vejamos: a equipa do Ferroviário de Nampula, apesar de apresentar o seu principal onze, mostrou, principalmente ao longo da primeira parte, uma autêntica benevolência ao adversário, concretamente no seu sector defensivo, com alguma excepção de Faife, que não entrou no jogo de facilidades dos seus companheiros. Aos quatro minutos Jerry poderia ter aberto o marcador numa situação em que a defensiva contrária fez tudo para que os forasteiros concretizassem os seus intentos.

Entretanto, quem não perdoou aquelas facilidades desprezíveis e de incúria, numa prova de alta competição, foi o jogador Manhiça que, face à comodidade que lhe foi oferecida pelos defensores contrários, apontou o primeiro golo, quando eram decorridos 17 minutos da partida.

Aos 28 minutos Arão Júnior entra em cena no jogo quando nega penalte a favor do Ferroviário de Nampula, apesar de ter sido numa jogada não intencional dos donos da casa, mas sim penalisável com o castigo máximo. Apupos e assobios dos adeptos nampulenses vieram de todos os lados, uma forma de contestação da maneira de actuar da equipa local que, nos últimos anos, tem sido amplamente apoiada por aquilo que tem sido a sua prestação nas principais provas futebolísticas do país, mas que na tarde de ontem defraudou.

Cientes da pressão que lhes era exercida pelo público, os jogadores do Ferroviário de Nampula entraram para a segunda parte já com outra desenvoltura, pressionando o seu adversário, mas sem disfarçar de algo que estava combinado para que os “locomotivas” de Maputo saíssem deste jogo com vitória. Mesmo assim, Leonel, aos 58 minutos, fez o golo da igualdade, numa jogada de insistência, em que o guarda-redes Minguinho, que entrou a substituir Lamá, foi batido com categoria. Este golo nem sequer foi festejado pelos dirigentes do Ferroviário de Nampula, mas o público o fez com júbilo.

Mas como tudo havia sido “combinado” para que o Ferroviário treinado por Mussá Osman não saísse de Nampula com derrota e até empate, que podia complicar as suas aspirações perante a perseguição do Atlético Muçulmano, Arão Júnior inventa uma grande penalidade, aos 73 minutos, que foi convertida por Momed Hagy. Uma autêntica vergonha para o futebol nacional.

Outra grande vergonha de Arão Júnior e seus auxiliares, que passaram a determinada altura do jogo como os principais protagonistas do encontro, foi quando aos 85 minutos anulou o golo certo e de belo feito de Nando que, com mestria, detrás para a frente domina a bola com peito e, entre dois defensores, faz um chapéu a Minguinho. Mas para o espanto da assistência, o árbitro invalidou o golo.

A equipa de arbitragem que dirigiu este jogo não tem outra avaliação da nossa parte, senão de vergonhosa e sem escrúpulos e que o trabalho que realizou somente pode ter agradado aos dirigentes de ambos os Ferroviários.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITROS:Arão Júnior, auxiliado por Fernando Massavanhane e Arsénio Marrengula.

FER. DE NAMPULA – Mohamed; Jonas, Faife, Kiki (Leo) e Elídio; Marufo, Serginho, Stélio (Joaquim) e Nando; Elfídio e Leonel (Hélder Cuinica).

FER. DE MAPUTO – Lamá (Minguinho); Butana, Jotamo, Tony e Zabula; Whisky, Tchaka, Momed Hagy e Jerry; Luís (Eliseu) e Manhiça (Nadjuco).

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos a Elfídio, Leonel e Jonas, do Ferroviário de Nampula, e Lamá, dos “locomotivas” de Maputo.

LUÍS NORBERTO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:37
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RESULTADOS

Desportivo – Benfica de Macúti 0-0

Ferroviário de Nampula - Ferroviário de Maputo 1-2

Estrela Vermelha – Textáfrica 1-0

Ferroviário da Beira – Maxaquene 1-1

Costa do Sol - Atlético Muçulmano 0-2

Chingale – FC Lichinga 0-0

Liga Muçulmana – Ferroviário de Pemba 4-0

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º FER. MAPUTO 23 13 8 2 44-13 47

2º Atlético Muçulmano 23 12 9 2 26-10 45

3º Liga Muçulmana 23 11 8 4 28-17 41

4º Costa do Sol 23 11 6 6 26-19 39

5º Fer. Beira 23 9 8 6 21-20 35

6º Chingale 23 9 10 4 19-17 34

7º FC Lichinga 23 9 10 5 14-16 34

8º Fer. Nampula 23 8 9 6 14-10 33

9º Desportivo 23 7 8 8 30-18 29

10º Maxaquene 23 6 10 7 17-20 28

11º Fer. Pemba 23 3 9 11 16-30 18

12º Textáfrica 23 3 9 11 14-26 18

13º Estrela Vermelha 23 4 5 14 10-28 17

14º Benfica de Macúti 23 2 3 18 11-38 09

PRÓXIMA JORNADA (24ª)

Atlético-Benfica de Macúti

FC Lichinga-Costa do Sol

Fer. Pemba-Chingale, Fer. Maputo-Liga Muçulmana

Textáfrica-Fer. Nampula

Maxaquene-Estrela, Fer. Beira-Desportivo

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
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RESULTADOS

Desportivo – Benfica de Macúti 0-0

Ferroviário de Nampula - Ferroviário de Maputo 1-2

Estrela Vermelha – Textáfrica 1-0

Ferroviário da Beira – Maxaquene 1-1

Costa do Sol - Atlético Muçulmano 0-2

Chingale – FC Lichinga 0-0

Liga Muçulmana – Ferroviário de Pemba 4-0

CLASSIFICAÇÃO

J V E D B P

1º FER. MAPUTO 23 13 8 2 44-13 47

2º Atlético Muçulmano 23 12 9 2 26-10 45

3º Liga Muçulmana 23 11 8 4 28-17 41

4º Costa do Sol 23 11 6 6 26-19 39

5º Fer. Beira 23 9 8 6 21-20 35

6º Chingale 23 9 10 4 19-17 34

7º FC Lichinga 23 9 10 5 14-16 34

8º Fer. Nampula 23 8 9 6 14-10 33

9º Desportivo 23 7 8 8 30-18 29

10º Maxaquene 23 6 10 7 17-20 28

11º Fer. Pemba 23 3 9 11 16-30 18

12º Textáfrica 23 3 9 11 14-26 18

13º Estrela Vermelha 23 4 5 14 10-28 17

14º Benfica de Macúti 23 2 3 18 11-38 09

PRÓXIMA JORNADA (24ª)

Atlético-Benfica de Macúti

FC Lichinga-Costa do Sol

Fer. Pemba-Chingale, Fer. Maputo-Liga Muçulmana

Textáfrica-Fer. Nampula

Maxaquene-Estrela, Fer. Beira-Desportivo

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