Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 16 DE Outubro 2008


 Abel Guita, vice-presidente da FMP para alta competição
“O GRUPO está moralizado e confiante, por isso acredito que faremos uma boa prestação e lutaremos para ganhar o torneio, até porque possuímos um lote de jogadores invejáveis, de craveira mundial que entra em qualquer competição para conquistar o troféu”, palavras de Abel Guita, vice-presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) e chefe da equipa moçambicana que se deslocará a Joanesburgo, África do Sul, para disputar o torneio de preparação dos conjuntos sul-africano e moçambicano para o Campeonato do Mundo de 2008 (Grupo B) e 2009 (Grupo A), respectivamente.

Sublinhe-se que a competição começa hoje e termina sábado.

Guita acrescentou estar já assegurado um alojamento condigno para a comitiva nacional, que no seu entender terá que se preocupar em cumprir com aquilo que é o principal objectivo: vencer a competição. “Devo dizer que está tudo a postos para realizarmos uma prova sem sobressaltos. As condições de alojamento e alimentação estão reunidas, o mesmo que dizer que os jogadores terão uma estadia condigna”, afiançou.

Para além de Moçambique e África do Sul, estará presente na prova a selecção angolana, a única que confirmou presença.

No que diz respeito ao restante programa de preparação da Selecção Nacional para o “Mundial” do Grupo “A” a realizar-se em Vigo, Espanha, adiantou que perspectiva-se para finais do próximo mês a realização, na cidade de Maputo, do Torneio Fernando Adrião, que juntará equipas de renome internacional.

SANDRO DOS SANTOS SERÁ O TREINADOR

Sandro dos Santos irá orientar a turma moçambicana no Torneio de Internacional de Joanesburgo, em troca com Pedro Tivane, que no próximo domingo, parte para um curso de treinadores na Espanha.

Sandro dos Santos tomará assim, as rédeas do combinado nacional, que durante um mês e meio foram orientadas por Pedro Tivane.

Esta mudança não deverá influenciar em nada na prestação da equipa, visto que Sandro dos Santos esteve sempre apar dos trabalhos de preparação.

Refira-se que o país estará representado na arbitragem por Úbero Tomás.

LISTA DOS CONVOCADOS

DESPORTIVO – Bruno Pimentel, Wilson Sigalette, Carlos Jesteira, Bernardino Bettencourt e Arnaldo Queiroz;

FERROVIÁRIO – Spiros Esculudes (Kiko), Ivan Esculudes (Maninho), Nelson Miquessene (Mafambane) e Lucas Cossa;

ESTRELA VERMELHA – Afonso Quize

SPORTING DE QUELIMANE – Donaldo Salvador.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:14
 O que é? |  O que é? | favorito


 Abel Guita, vice-presidente da FMP para alta competição
“O GRUPO está moralizado e confiante, por isso acredito que faremos uma boa prestação e lutaremos para ganhar o torneio, até porque possuímos um lote de jogadores invejáveis, de craveira mundial que entra em qualquer competição para conquistar o troféu”, palavras de Abel Guita, vice-presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) e chefe da equipa moçambicana que se deslocará a Joanesburgo, África do Sul, para disputar o torneio de preparação dos conjuntos sul-africano e moçambicano para o Campeonato do Mundo de 2008 (Grupo B) e 2009 (Grupo A), respectivamente.

Sublinhe-se que a competição começa hoje e termina sábado.

Guita acrescentou estar já assegurado um alojamento condigno para a comitiva nacional, que no seu entender terá que se preocupar em cumprir com aquilo que é o principal objectivo: vencer a competição. “Devo dizer que está tudo a postos para realizarmos uma prova sem sobressaltos. As condições de alojamento e alimentação estão reunidas, o mesmo que dizer que os jogadores terão uma estadia condigna”, afiançou.

Para além de Moçambique e África do Sul, estará presente na prova a selecção angolana, a única que confirmou presença.

No que diz respeito ao restante programa de preparação da Selecção Nacional para o “Mundial” do Grupo “A” a realizar-se em Vigo, Espanha, adiantou que perspectiva-se para finais do próximo mês a realização, na cidade de Maputo, do Torneio Fernando Adrião, que juntará equipas de renome internacional.

SANDRO DOS SANTOS SERÁ O TREINADOR

Sandro dos Santos irá orientar a turma moçambicana no Torneio de Internacional de Joanesburgo, em troca com Pedro Tivane, que no próximo domingo, parte para um curso de treinadores na Espanha.

Sandro dos Santos tomará assim, as rédeas do combinado nacional, que durante um mês e meio foram orientadas por Pedro Tivane.

Esta mudança não deverá influenciar em nada na prestação da equipa, visto que Sandro dos Santos esteve sempre apar dos trabalhos de preparação.

Refira-se que o país estará representado na arbitragem por Úbero Tomás.

LISTA DOS CONVOCADOS

DESPORTIVO – Bruno Pimentel, Wilson Sigalette, Carlos Jesteira, Bernardino Bettencourt e Arnaldo Queiroz;

FERROVIÁRIO – Spiros Esculudes (Kiko), Ivan Esculudes (Maninho), Nelson Miquessene (Mafambane) e Lucas Cossa;

ESTRELA VERMELHA – Afonso Quize

SPORTING DE QUELIMANE – Donaldo Salvador.

publicado por Vaxko Zakarias às 14:14
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TÃO cedo os jogadores do Atlético Muçulmano não se esquecerão da excelente exibição rubricada ontem diante do Chingale de Tete.

Mito (Chingale) e Aníbal disputam o esférico nas alturas (F.Laíce)
Tudo correu de feição aos homens de Arnaldo Salvado, que suspenso pela Comissão de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), assistiu ao jogo da bancada. A boa exibição da turma do Atlético ganha ainda maior brilho, já que produziu muitos golos, na vitória, por 4-1, que não merece qualquer tipo de contestação se se atender que foi a única equipa que mais procurou os três pontos.


O triunfo do Atlético começou a ser desenhado ainda não estava jogado o primeiro quarto de hora, quando Aníbal respondeu de cabeça a um cruzamento de Amade pela direita com peso, conta e medida. Estava feito o 1-0.

Esperava-se uma reacção dos “tetenses”, até porque estes vinham com excelentes indicações depois da boas exibições, em Maputo, frente o Desportivo e Costa do Sol, no entanto, enganaram-se redondamente, visto que foi o Atlético que continuou na mó de cima perante um adversário que não tinha pernas para acompanhar o ritmo de jogo da equipa da casa, com destaque para Amade e Danito Nhamposse nas alas que iam passeando a sua classe.

E foi nesta toada que os comandados de Salvado chegaram ao segundo, após uma jogada tirada a papel químico do primeiro. Amade sobe pelo lado direito e já perto da linha de fundo cruza novamente para Aníbal, que esteve em tarde inspirada, cabecear certeiro. Antes desse lance, os “muçulmanos” poderiam ter chegado ao golo, quando Eboh bem enquadrado com a baliza rematou por cima.

Diga-se, em abano da verdade, que só existiu uma equipa em campo, o Atlético, que na segunda parte, tal como na primeira, entrou a todo gás, à procura de alargar a vantagem. Este atrevimento foi coroado com um golo de belo efeito apontado com enorme mestria pelo “veterano” Danito Nhamposse, que frente-a-frente com Binó, fez a bola passar por cima, não dando quaisquer chances de defesa.

Com uma vantagem confortável no marcador, o Atlético abrandou o ritmo do jogo, mas houve ainda tempo para Eboh fazer o quarto, selando desta forma uma goleada, que foi reduzida já perto do fim por Mavó, que fez assim o tento de honra.

Aureliano Mabote fez uma exibição aceitável, pese embora tenha invalidado um golo do Chingale por suposto fora-de-jogo. O certo é que esta decisão deixou o banco dos tetentes à beira de um ataque de nervos. Aliás, no final da partida, Rui Évora, insurgiu-se veementemente contra a equipa de arbitragem e os dirigentes do Atlético contestando tal lance.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO – Aureliano Mabote, auxiliado por Francisco Mabote e Nordino Momed. Quarto árbitro: Ruben Cossa.

ATLÉTICO MUÇULMANO: Pinto; Amade, Baúte, Gabito e Gito; Danito (Nguni); Délcio, Dino e Aníbal; Jojó (Manuelito) e Eboh.

CHINGALE: Binó; Paulo, Celso, Manuelito e Marito II; Miguel, Abertur, João (Patrício) e Hagy; Mavó e Magaba (Mito).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mavó.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 13:51
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TÃO cedo os jogadores do Atlético Muçulmano não se esquecerão da excelente exibição rubricada ontem diante do Chingale de Tete.

Mito (Chingale) e Aníbal disputam o esférico nas alturas (F.Laíce)
Tudo correu de feição aos homens de Arnaldo Salvado, que suspenso pela Comissão de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), assistiu ao jogo da bancada. A boa exibição da turma do Atlético ganha ainda maior brilho, já que produziu muitos golos, na vitória, por 4-1, que não merece qualquer tipo de contestação se se atender que foi a única equipa que mais procurou os três pontos.


O triunfo do Atlético começou a ser desenhado ainda não estava jogado o primeiro quarto de hora, quando Aníbal respondeu de cabeça a um cruzamento de Amade pela direita com peso, conta e medida. Estava feito o 1-0.

Esperava-se uma reacção dos “tetenses”, até porque estes vinham com excelentes indicações depois da boas exibições, em Maputo, frente o Desportivo e Costa do Sol, no entanto, enganaram-se redondamente, visto que foi o Atlético que continuou na mó de cima perante um adversário que não tinha pernas para acompanhar o ritmo de jogo da equipa da casa, com destaque para Amade e Danito Nhamposse nas alas que iam passeando a sua classe.

E foi nesta toada que os comandados de Salvado chegaram ao segundo, após uma jogada tirada a papel químico do primeiro. Amade sobe pelo lado direito e já perto da linha de fundo cruza novamente para Aníbal, que esteve em tarde inspirada, cabecear certeiro. Antes desse lance, os “muçulmanos” poderiam ter chegado ao golo, quando Eboh bem enquadrado com a baliza rematou por cima.

Diga-se, em abano da verdade, que só existiu uma equipa em campo, o Atlético, que na segunda parte, tal como na primeira, entrou a todo gás, à procura de alargar a vantagem. Este atrevimento foi coroado com um golo de belo efeito apontado com enorme mestria pelo “veterano” Danito Nhamposse, que frente-a-frente com Binó, fez a bola passar por cima, não dando quaisquer chances de defesa.

Com uma vantagem confortável no marcador, o Atlético abrandou o ritmo do jogo, mas houve ainda tempo para Eboh fazer o quarto, selando desta forma uma goleada, que foi reduzida já perto do fim por Mavó, que fez assim o tento de honra.

Aureliano Mabote fez uma exibição aceitável, pese embora tenha invalidado um golo do Chingale por suposto fora-de-jogo. O certo é que esta decisão deixou o banco dos tetentes à beira de um ataque de nervos. Aliás, no final da partida, Rui Évora, insurgiu-se veementemente contra a equipa de arbitragem e os dirigentes do Atlético contestando tal lance.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO – Aureliano Mabote, auxiliado por Francisco Mabote e Nordino Momed. Quarto árbitro: Ruben Cossa.

ATLÉTICO MUÇULMANO: Pinto; Amade, Baúte, Gabito e Gito; Danito (Nguni); Délcio, Dino e Aníbal; Jojó (Manuelito) e Eboh.

CHINGALE: Binó; Paulo, Celso, Manuelito e Marito II; Miguel, Abertur, João (Patrício) e Hagy; Mavó e Magaba (Mito).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mavó.

IVO TAVARES

publicado por Vaxko Zakarias às 13:51
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SEM dúvidas, o Desportivo foi demolidor, apesar de no início ter demonstrado muitas fragilidades, sobretudo no seu sector ofensivo, com Sonito e Binó a não atinarem com a baliza.

Sonito tenta evitar Kito II (S. Costa)
Porém, foram a tempo de se redimir na etapa complementar, apontando um tento cada e alargando, desta feita, a vantagem de uma bola, com que a equipa foi ao intervalo, para 3-0.


O Maxaquene não cedeu de princípio. Deixou a impressão de que o jogo seria partilhado, daí que as oportunidades foram alternadas no decurso da primeira parte. Quem praticou o futebol mais delineado e denotou maior eficiência na movimentação das suas pedras foi inicialmente o Maxaquene, mas perdia a batalha no ataque face à falta de mestria dos seus atacantes.

Por sua vez, o Desportivo foi mais prático e clarividente, aproveitando com maior rigor as oportunidades que lhe apareciam. Acabou, desta feita, sendo os “alvi-negros” a ameaçarem a baliza adversária, num lance em que o ala Kito I fez mau passe no meio campo, ofertando o esférico para o “capitão” Nelinho que, rapidamente, o projectou para o artilheiro Sonito, mas este foi estorvado por Kito II.

A reacção “tricolor” não tardou. Eurico desmarcou-se da defensiva, mas o guarda-redes Jaime foi inteligente na saída e embargou a acção do atacante para posterior alívio da defensiva já na dobra.

Jogando com três centrais e tendo Nelinho, Mexer e Tchitcho no centro do terreno, apoiados à direita por Micas e à esquerda, por Muandro, mais Sonito e Binó no ataque, o Desportivo teve o melhor sistema de jogo que conferiu maior eficiência aos três sectores.

Esta estratégia proporcionou maior consistência ao seu meio-campo o que permitiu que ganhasse batalha no miolo e, desse modo, alimentasse o ataque com maior frequência. Mas o Maxaquene conseguiu igualmente arrancar algumas jogadas perfeitas, isto muito pelo corredor direito, donde o defensor Campira fez excelentes subidas que possibilitaram alguns flanqueamentos transportando perigo para a baliza de Jaime.

Mas o lance mais clarividente a surgir primeiro foi do Maxaquene, naquilo que foi a combinação mais perfeita entre Eurico e Stiven à entrada da grande área, tendo este último atirado pouco ao lado, aos 19 minutos. Os “alvi-negros” ripostaram numa iniciativa do médio-ofensivo Tchitcho, mas Sonito novamente não teve mestria e foi desarmado na zona de rigor, aos 26 minutos.

Com estes desequilíbrios jogo foi rolando e as oportunidades foram alternando para cada lado, mas o Maxaquene voltou a pecar em grande, quando Eurico, em antecipação ao “central” Emídio, penetrou na área, mas não conseguiu evitar Jaime, chutando para a figura deste.

A doença parece que era comum em ambas as partes pois, a seguir deste lance, Sonito, ganha disputa do esférico com o “keeper” Nelinho e cruza para a cabeça de Binó, que desvia ao lado da baliza escancarada. Mas quem acabou sendo bafejado pela sorte foi o Desportivo, num lance em que o médio Michael divide a bola com Micas, na tentativa de alívio do perigo na área “tricolor”. António Massango considerou carga sobre Micas e assinalou penalte muito duvidoso.

Chamado a cobrar, Mexer fê-lo com êxito, aos 45 minutos. Esta vantagem teria sido dilatada ainda na primeira parte, durante o prolongamento. Uma falha incrível de Sonito, na boca da baliza, relegou o jovem ponta-de-lança ao descrédito. Micas, do lado direito do ataque, fez tudo para Sonito finalizar, mas este não viu a baliza muito próxima de si.

Esperava-se uma reacção positiva dos “tricolores”, na derradeira etapa, mas as esperanças de superar a desvantagem foram água abaixo, pois Sonito redimiu-se logo no terceiro minuto, batendo categoricamente Nelinho.

Este tento desesperou os “tricolores” e só devido às falhas grossas que o Desportivo não conseguiu o resultado mais volumoso. O “central” Josué também desperdiçou a chance de marcar, com a baliza de Nelinho novamente escancarada.

De seguida foi o jovem “caloiro” Isac, que entrou a substituir Sonito, a chutar para a base do poste, na sequência do livre a castigar o derrube de Mayunda por Stiven, acção que valeu à expulsão do atacante “tricolor”, aos 34 minutos.

Reduzido a 10 unidades, o Maxaquene perdeu totalmente a batalha e num lance rápido, Binó fugiu à marcação defensiva, evitando de seguida Nelinho e fazer 3-0.

A equipa de arbitragem teve uma boa actuação, à excepção do penalte que para nós foi forçado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, coadjuvado por João Paulo e Daniel Filipe. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

MAXAQUENE – Nelinho; Campira, Narcísio, Kito II e Fred (Liberty); Kito I (Nelsinho), Jumisse, Macamito e Michael; Eurico (Amílcar) e Stiven.

DESPORTIVO – Jaime; Josué, Zainadine Júnior e Emídio; Micas, Nelinho, Mexer, Tchitcho (Mayunda) e Muandro (Nelson); Sonito (Isac) e Binó.

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Michael e Eurico, do Maxaquene; mais Sonito, do Desportivo. Vermelho para Stiven, por jogo perigoso.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:37
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SEM dúvidas, o Desportivo foi demolidor, apesar de no início ter demonstrado muitas fragilidades, sobretudo no seu sector ofensivo, com Sonito e Binó a não atinarem com a baliza.

Sonito tenta evitar Kito II (S. Costa)
Porém, foram a tempo de se redimir na etapa complementar, apontando um tento cada e alargando, desta feita, a vantagem de uma bola, com que a equipa foi ao intervalo, para 3-0.


O Maxaquene não cedeu de princípio. Deixou a impressão de que o jogo seria partilhado, daí que as oportunidades foram alternadas no decurso da primeira parte. Quem praticou o futebol mais delineado e denotou maior eficiência na movimentação das suas pedras foi inicialmente o Maxaquene, mas perdia a batalha no ataque face à falta de mestria dos seus atacantes.

Por sua vez, o Desportivo foi mais prático e clarividente, aproveitando com maior rigor as oportunidades que lhe apareciam. Acabou, desta feita, sendo os “alvi-negros” a ameaçarem a baliza adversária, num lance em que o ala Kito I fez mau passe no meio campo, ofertando o esférico para o “capitão” Nelinho que, rapidamente, o projectou para o artilheiro Sonito, mas este foi estorvado por Kito II.

A reacção “tricolor” não tardou. Eurico desmarcou-se da defensiva, mas o guarda-redes Jaime foi inteligente na saída e embargou a acção do atacante para posterior alívio da defensiva já na dobra.

Jogando com três centrais e tendo Nelinho, Mexer e Tchitcho no centro do terreno, apoiados à direita por Micas e à esquerda, por Muandro, mais Sonito e Binó no ataque, o Desportivo teve o melhor sistema de jogo que conferiu maior eficiência aos três sectores.

Esta estratégia proporcionou maior consistência ao seu meio-campo o que permitiu que ganhasse batalha no miolo e, desse modo, alimentasse o ataque com maior frequência. Mas o Maxaquene conseguiu igualmente arrancar algumas jogadas perfeitas, isto muito pelo corredor direito, donde o defensor Campira fez excelentes subidas que possibilitaram alguns flanqueamentos transportando perigo para a baliza de Jaime.

Mas o lance mais clarividente a surgir primeiro foi do Maxaquene, naquilo que foi a combinação mais perfeita entre Eurico e Stiven à entrada da grande área, tendo este último atirado pouco ao lado, aos 19 minutos. Os “alvi-negros” ripostaram numa iniciativa do médio-ofensivo Tchitcho, mas Sonito novamente não teve mestria e foi desarmado na zona de rigor, aos 26 minutos.

Com estes desequilíbrios jogo foi rolando e as oportunidades foram alternando para cada lado, mas o Maxaquene voltou a pecar em grande, quando Eurico, em antecipação ao “central” Emídio, penetrou na área, mas não conseguiu evitar Jaime, chutando para a figura deste.

A doença parece que era comum em ambas as partes pois, a seguir deste lance, Sonito, ganha disputa do esférico com o “keeper” Nelinho e cruza para a cabeça de Binó, que desvia ao lado da baliza escancarada. Mas quem acabou sendo bafejado pela sorte foi o Desportivo, num lance em que o médio Michael divide a bola com Micas, na tentativa de alívio do perigo na área “tricolor”. António Massango considerou carga sobre Micas e assinalou penalte muito duvidoso.

Chamado a cobrar, Mexer fê-lo com êxito, aos 45 minutos. Esta vantagem teria sido dilatada ainda na primeira parte, durante o prolongamento. Uma falha incrível de Sonito, na boca da baliza, relegou o jovem ponta-de-lança ao descrédito. Micas, do lado direito do ataque, fez tudo para Sonito finalizar, mas este não viu a baliza muito próxima de si.

Esperava-se uma reacção positiva dos “tricolores”, na derradeira etapa, mas as esperanças de superar a desvantagem foram água abaixo, pois Sonito redimiu-se logo no terceiro minuto, batendo categoricamente Nelinho.

Este tento desesperou os “tricolores” e só devido às falhas grossas que o Desportivo não conseguiu o resultado mais volumoso. O “central” Josué também desperdiçou a chance de marcar, com a baliza de Nelinho novamente escancarada.

De seguida foi o jovem “caloiro” Isac, que entrou a substituir Sonito, a chutar para a base do poste, na sequência do livre a castigar o derrube de Mayunda por Stiven, acção que valeu à expulsão do atacante “tricolor”, aos 34 minutos.

Reduzido a 10 unidades, o Maxaquene perdeu totalmente a batalha e num lance rápido, Binó fugiu à marcação defensiva, evitando de seguida Nelinho e fazer 3-0.

A equipa de arbitragem teve uma boa actuação, à excepção do penalte que para nós foi forçado.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: António Massango, coadjuvado por João Paulo e Daniel Filipe. O quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

MAXAQUENE – Nelinho; Campira, Narcísio, Kito II e Fred (Liberty); Kito I (Nelsinho), Jumisse, Macamito e Michael; Eurico (Amílcar) e Stiven.

DESPORTIVO – Jaime; Josué, Zainadine Júnior e Emídio; Micas, Nelinho, Mexer, Tchitcho (Mayunda) e Muandro (Nelson); Sonito (Isac) e Binó.

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Michael e Eurico, do Maxaquene; mais Sonito, do Desportivo. Vermelho para Stiven, por jogo perigoso.

SALVADOR NHANTUMBO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:37
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A PRESSÃO que o Atlético Muçulmana está a fazer ao Ferroviário de Maputo é bastante louca que até se reflecte nos golos. Os “locomotivas” receberam e golearam o Estrela Vermelha, por 4-1.


O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Os “muçulmanos”, para não fugirem à regra, também golearam o Chingale, só que por 4-1. E as posições entre este duo mantiveram-se: o Ferroviário no comando com 44 pontos e o Atlético Muçulmano em segundo com 42. Portanto, os dois pontos que separam as duas equipas não foram desta vez dilatados ou encurtados, o que leva a crer que a luta vai ser titânica até onde for possível.

Mas quem marcou passo nesta 22ª jornada do Moçambola-2008 foi o actual detentor do troféu, o Costa do Sol. E de que maneira? Foi à Beira decepcionar os seus fãs, empatando com o já despromovido (?) Benfica de Macúti a uma bola.

A Liga Muçulmana, que também ambiciona o topo, não foi para além do nulo em Lichinga. Na “guerra” de vizinhos, o Desportivo levou a melhor e de maneira convincente (3-0) sobre o Maxaquene.

O Textáfrica, por seu turno, está com a corda no pescoço. Ontem foi derrotado em casa pelo Ferroviário da Beira, por 0-1, no duelo do centro do país. O Ferroviário de Nampula também vai ganhando terreno e ontem venceu o seu homónimo de Pemba, por 1-0.

Após a realização desta ronda, as contas continuam complicadas tanto para os da linha dianteira como para os da cauda. O Ferroviário da capital do país, como já o dissemos, comanda isolado com 44 pontos, mais dois que o segundo, Atlético Muçulmano.

O Costa do Sol está em terceiro com 39 e a Liga em quarto com 38. Os “locomotivas” da Beira estão em quinto com 34. Mais abaixo está um trio constituído pelo Ferroviário de Nampula, Chingale e FC Lichinga com 33. O Desportivo trocou de posição com o Maxaquene passando para o nono com 28, mais um que o seu vizinho. O Ferroviário de Pemba e Textáfrica estão na corda bamba com 18 pontos cada.

O Estrela Vermelha continua sufocado em penúltimo com 14 e tudo indica que vai mesmo jogar nos “quarteirões” no próximo ano. O Benfica de Macúti, apesar de ter sido a equipa-sensação da ronda (1-1) com o Costa do Sol, parece condenado a descer de divisão, pois só tem oito pontos.

A próxima jornada é de grandes cruzamentos e dispensa qualquer comentário; ora vejamos: Desportivo – Benfica de Macúti, Ferroviário de Nampula - Ferroviário de Maputo, Estrela Vermelha – Textáfrica, Ferroviário da Beira – Maxaquene, Costa do Sol - Atlético Muçulmano, Chingale – FC Lichinga e Liga Muçulmana – Ferroviário de Pemba.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:24
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A PRESSÃO que o Atlético Muçulmana está a fazer ao Ferroviário de Maputo é bastante louca que até se reflecte nos golos. Os “locomotivas” receberam e golearam o Estrela Vermelha, por 4-1.


O Atlético investiu para atingir os objectivos que traçou”, sublinhou, sem com isso tirar mérito à sua equipa que, no seu ponto de vista, fez uma época brilhante
Os “muçulmanos”, para não fugirem à regra, também golearam o Chingale, só que por 4-1. E as posições entre este duo mantiveram-se: o Ferroviário no comando com 44 pontos e o Atlético Muçulmano em segundo com 42. Portanto, os dois pontos que separam as duas equipas não foram desta vez dilatados ou encurtados, o que leva a crer que a luta vai ser titânica até onde for possível.

Mas quem marcou passo nesta 22ª jornada do Moçambola-2008 foi o actual detentor do troféu, o Costa do Sol. E de que maneira? Foi à Beira decepcionar os seus fãs, empatando com o já despromovido (?) Benfica de Macúti a uma bola.

A Liga Muçulmana, que também ambiciona o topo, não foi para além do nulo em Lichinga. Na “guerra” de vizinhos, o Desportivo levou a melhor e de maneira convincente (3-0) sobre o Maxaquene.

O Textáfrica, por seu turno, está com a corda no pescoço. Ontem foi derrotado em casa pelo Ferroviário da Beira, por 0-1, no duelo do centro do país. O Ferroviário de Nampula também vai ganhando terreno e ontem venceu o seu homónimo de Pemba, por 1-0.

Após a realização desta ronda, as contas continuam complicadas tanto para os da linha dianteira como para os da cauda. O Ferroviário da capital do país, como já o dissemos, comanda isolado com 44 pontos, mais dois que o segundo, Atlético Muçulmano.

O Costa do Sol está em terceiro com 39 e a Liga em quarto com 38. Os “locomotivas” da Beira estão em quinto com 34. Mais abaixo está um trio constituído pelo Ferroviário de Nampula, Chingale e FC Lichinga com 33. O Desportivo trocou de posição com o Maxaquene passando para o nono com 28, mais um que o seu vizinho. O Ferroviário de Pemba e Textáfrica estão na corda bamba com 18 pontos cada.

O Estrela Vermelha continua sufocado em penúltimo com 14 e tudo indica que vai mesmo jogar nos “quarteirões” no próximo ano. O Benfica de Macúti, apesar de ter sido a equipa-sensação da ronda (1-1) com o Costa do Sol, parece condenado a descer de divisão, pois só tem oito pontos.

A próxima jornada é de grandes cruzamentos e dispensa qualquer comentário; ora vejamos: Desportivo – Benfica de Macúti, Ferroviário de Nampula - Ferroviário de Maputo, Estrela Vermelha – Textáfrica, Ferroviário da Beira – Maxaquene, Costa do Sol - Atlético Muçulmano, Chingale – FC Lichinga e Liga Muçulmana – Ferroviário de Pemba.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:24
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SEM ter feito um grande jogo, o Ferroviário de Nampula saiu vitorioso porque mesmo tendo sido uma partida muito “azeda”, em termos técnicos, convicção e de entrega dos seus jogadores, em particular dos dianteiros, foi a equipa que tentou ser a menos “cega” no campo do 25 de Junho, principalmente na segunda parte.

Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória

É que, foi com alguma estranheza que raramente se viu as equipas a arriscarem em busca de golo em quase toda a primeira parte, particularmente para o Ferroviário de Pemba, que luta pela manutenção.

Diga-se de passagem, que o jogo foi muito equilibrado e sobretudo monótono neste período. A apatia que se verificava em ambas as partes levou a que se pensasse na hipótese de ter havido, logo à partida, um combino de favorecimento de um lado.

Essa convicção veio a ser “cimentada” quando aos 34 minutos por Hélder Cuínica depois de ter tido uma grande oportunidade de abrir o marcador falhou um golo mesmo com o guarda-redes contrário completamente batido.

Esta foi a única investida com perigo em toda a primeira parte. A apatia, aparentemente deliberada, fez com que até o intervalo, as equipas se mantivessem empatadas a zero golo.

Na segunda parte, os “locomotivas” de Nampula entraram um pouco melhor, tendo aos 52 minutos conseguido inaugurar o marcador por intermédio de Stélio, que aproveitando-se de uma falha de um defesa contrário, marcou um golo de belo feito.

Com este golo esperava-se que o Ferroviário de Pemba reagisse, o que não aconteceu, senão o único remate que surgiu aos 64 minutos feito por Mustafa, ainda assim fraco e sem qualquer perigo para a baliza de Shuma, enquanto os treinados por Nacir Armando defendiam o resultado que lhe era favorável.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Joaquim Tomo, auxiliado por Alberto Muiambo e Gimo Patrício.

FER. DE PEMBA: Yassine; Gueda, Albachir, Ramá e Zainadine (Abdala); Pondo; Tozinho, Mustafa e Telinho (Nelson); Mudeu (Dula) e Sérgio.

FER. DE NAMPULA: Manomed (Shuma), Joaquim, Faife, Kiki e Nando; Leo (Alberto), Marufo, Dula e Stélio; Hélder e Cuinica (Danilo).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mudi do Ferroviário de Pemba.

MOUZINHO ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 13:17
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SEM ter feito um grande jogo, o Ferroviário de Nampula saiu vitorioso porque mesmo tendo sido uma partida muito “azeda”, em termos técnicos, convicção e de entrega dos seus jogadores, em particular dos dianteiros, foi a equipa que tentou ser a menos “cega” no campo do 25 de Junho, principalmente na segunda parte.

Estes jogadores bem quiseram passar a eliminatória

É que, foi com alguma estranheza que raramente se viu as equipas a arriscarem em busca de golo em quase toda a primeira parte, particularmente para o Ferroviário de Pemba, que luta pela manutenção.

Diga-se de passagem, que o jogo foi muito equilibrado e sobretudo monótono neste período. A apatia que se verificava em ambas as partes levou a que se pensasse na hipótese de ter havido, logo à partida, um combino de favorecimento de um lado.

Essa convicção veio a ser “cimentada” quando aos 34 minutos por Hélder Cuínica depois de ter tido uma grande oportunidade de abrir o marcador falhou um golo mesmo com o guarda-redes contrário completamente batido.

Esta foi a única investida com perigo em toda a primeira parte. A apatia, aparentemente deliberada, fez com que até o intervalo, as equipas se mantivessem empatadas a zero golo.

Na segunda parte, os “locomotivas” de Nampula entraram um pouco melhor, tendo aos 52 minutos conseguido inaugurar o marcador por intermédio de Stélio, que aproveitando-se de uma falha de um defesa contrário, marcou um golo de belo feito.

Com este golo esperava-se que o Ferroviário de Pemba reagisse, o que não aconteceu, senão o único remate que surgiu aos 64 minutos feito por Mustafa, ainda assim fraco e sem qualquer perigo para a baliza de Shuma, enquanto os treinados por Nacir Armando defendiam o resultado que lhe era favorável.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Joaquim Tomo, auxiliado por Alberto Muiambo e Gimo Patrício.

FER. DE PEMBA: Yassine; Gueda, Albachir, Ramá e Zainadine (Abdala); Pondo; Tozinho, Mustafa e Telinho (Nelson); Mudeu (Dula) e Sérgio.

FER. DE NAMPULA: Manomed (Shuma), Joaquim, Faife, Kiki e Nando; Leo (Alberto), Marufo, Dula e Stélio; Hélder e Cuinica (Danilo).

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Mudi do Ferroviário de Pemba.

MOUZINHO ALBUQUERQUE

publicado por Vaxko Zakarias às 13:17
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Destes poucos saiem
PODE ser que a direcção do Estrela Vermelha não tenha orçamentado, para este ano, um dinheiro para o tratamento oftalmológico do treinador principal da equipa, Xadreque Macuácua, mas as imagens que nos chegaram dos 90 minutos do jogo disputado ontem por aquela equipa contra o Ferroviário de Maputo indicam que aquele técnico está com sérios problemas de visão.

É certo que o líder do campeonato entrou pressionante, faminto de golos, empurrando os “alaranjados” para a área do guarda-redes Neco. Contudo, a persistência de Macuácua numa defesa em linha, com a intenção de apanhar os avançados contrários em posição de fora-de-jogo, acabou determinando a vitória folgada dos “locomotivas”.

Não que o Ferroviário não o tenha feito por merecer, mas houve muita cumplicidade do treinador do Estrela Vermelha, que insistiu numa táctica visivelmente improdutiva. Depois das ameaças de Momed e Butana, aos 15 e 34 minutos, o Ferroviário abriu o activo num remate forte de Wisky, fora da área, já perto do intervalo.

No arranque da segunda metade Neco brilhou, adiando o avolumar do marcador. Primeiro defendendo um remate de Jerry e depois um outro de Luís, este completamente isolado depois de tirar um adversário do caminho.

Perante a pressão dos “locomotivas”, o Estrela respondia com contra-ataques tímidos, proporcionando uma tarde tranquila ao guarda-redes Lama, e, paralelamente, subidas perigosas de jogadores defensivos do Ferroviário.

Aos 40 minutos, Butana escapou pela direita do ataque, cruzou rasteiro para Jerry finalizar vitoriosamente.

Dois minutos depois, Maurício respondeu de cabeça a um cruzamento perigoso, ampliando o marcador.

Já completamente perdidos no campo, desejando até o final do encontro, os jogadores do Estrela sofreram o quarto golo, por Luís, em tempo de compensação. Mais um tento obtido graças ao esquema defensivo montado por Xadreque Macuácua e muito mal interpretado pelos jogadores.

No final do encontro ficou a lição de que o Estrela Vermelha defendeu de forma péssima e atacou mal, nas poucas vezes que incomodou a defesa adversária, sendo de registar um único remate perigoso de Jordão na primeira parte.

O árbitro Dionísio Dongaze coordenou perfeitamente com os seus auxiliares e esteve em bom plano, merecendo, por isso, uma nota positiva.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Dionísio Dongaze, auxiliado por Edmundo Macamo e Januário Pastola. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

Fer. Maputo: Lamá, Butana, Tony, Jotamo (Eliseu), Zabula, Wisky, Momed Hagy, Maurício, Tchaka (Artur Manhiça), Jerry (Nadjuko) e Luís.

Estrela Vermelha: Neco, Alex (Aleluia), Pedrito, Sadique, Abel, Jordão, Paúnde, Gitinho (Shamauo), Tony, Joca (Kito) e Jair.

Acção disciplinar: Cartões amarelos para Maurício e Joca.

CUSTÓDIO MUGABE

publicado por Vaxko Zakarias às 13:11
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Destes poucos saiem
PODE ser que a direcção do Estrela Vermelha não tenha orçamentado, para este ano, um dinheiro para o tratamento oftalmológico do treinador principal da equipa, Xadreque Macuácua, mas as imagens que nos chegaram dos 90 minutos do jogo disputado ontem por aquela equipa contra o Ferroviário de Maputo indicam que aquele técnico está com sérios problemas de visão.

É certo que o líder do campeonato entrou pressionante, faminto de golos, empurrando os “alaranjados” para a área do guarda-redes Neco. Contudo, a persistência de Macuácua numa defesa em linha, com a intenção de apanhar os avançados contrários em posição de fora-de-jogo, acabou determinando a vitória folgada dos “locomotivas”.

Não que o Ferroviário não o tenha feito por merecer, mas houve muita cumplicidade do treinador do Estrela Vermelha, que insistiu numa táctica visivelmente improdutiva. Depois das ameaças de Momed e Butana, aos 15 e 34 minutos, o Ferroviário abriu o activo num remate forte de Wisky, fora da área, já perto do intervalo.

No arranque da segunda metade Neco brilhou, adiando o avolumar do marcador. Primeiro defendendo um remate de Jerry e depois um outro de Luís, este completamente isolado depois de tirar um adversário do caminho.

Perante a pressão dos “locomotivas”, o Estrela respondia com contra-ataques tímidos, proporcionando uma tarde tranquila ao guarda-redes Lama, e, paralelamente, subidas perigosas de jogadores defensivos do Ferroviário.

Aos 40 minutos, Butana escapou pela direita do ataque, cruzou rasteiro para Jerry finalizar vitoriosamente.

Dois minutos depois, Maurício respondeu de cabeça a um cruzamento perigoso, ampliando o marcador.

Já completamente perdidos no campo, desejando até o final do encontro, os jogadores do Estrela sofreram o quarto golo, por Luís, em tempo de compensação. Mais um tento obtido graças ao esquema defensivo montado por Xadreque Macuácua e muito mal interpretado pelos jogadores.

No final do encontro ficou a lição de que o Estrela Vermelha defendeu de forma péssima e atacou mal, nas poucas vezes que incomodou a defesa adversária, sendo de registar um único remate perigoso de Jordão na primeira parte.

O árbitro Dionísio Dongaze coordenou perfeitamente com os seus auxiliares e esteve em bom plano, merecendo, por isso, uma nota positiva.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Dionísio Dongaze, auxiliado por Edmundo Macamo e Januário Pastola. Quarto árbitro: Samuel Chirindza.

Fer. Maputo: Lamá, Butana, Tony, Jotamo (Eliseu), Zabula, Wisky, Momed Hagy, Maurício, Tchaka (Artur Manhiça), Jerry (Nadjuko) e Luís.

Estrela Vermelha: Neco, Alex (Aleluia), Pedrito, Sadique, Abel, Jordão, Paúnde, Gitinho (Shamauo), Tony, Joca (Kito) e Jair.

Acção disciplinar: Cartões amarelos para Maurício e Joca.

CUSTÓDIO MUGABE

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Imagem Corporativa do Moçambola

Benfica de Macúti – Costa do Sol 1-1

Atlético Muçulmano – Chingale 4-1

Ferroviário de Pemba – Ferroviário de Nampula 0-1

FC Lichinga – Liga Muçulmana 0-0

Ferroviário de Maputo – Estrela Vermelha 4-0

Maxaquene – Desportivo 0-3

Textáfrica-Fer. Beira 0-1


PRÓXIMA JORNADA (23ª)

Desportivo – Benfica de.Macúti

Ferroviário de Nampula - Ferroviário de Maputo

Estrela Vermelha – Textáfrica

Ferroviário da Beira – Maxaquene

Costa do Sol - Atlético Muçulmano

Chingale – FC Lichinga

Liga Muçulmana – Ferroviário de Pemba

publicado por Vaxko Zakarias às 10:35
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Benfica de Macúti – Costa do Sol 1-1

Atlético Muçulmano – Chingale 4-1

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