Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 13 DE Outubro 2008

GENITO, autor do único golo dos “Mambas”, era um homem feliz no final do jogo. Interpelado pela nossa Reportagem disse: “O objectivo era dar alegria a este povo, que mesmo sem conseguirmos bons resultados nunca se cansou em nos apoiar.

Genito, autor do golo dos “Mambas”
Por isso, dedico esta vitória a este público maravilhoso que deixou tudo o que tinha a fazer e veio até aqui para nos apoiar. Esta vitória dedico também ao malogrado Nando Matola e a sua família, que penso que está sempre conosco e nos protege nestes jogos”.

Quanto à qualificação, o médio-ofensivo dos “Mambas” remeteu as contas finais a quem de direito, destacando a vitória que acabava de conseguir. “Quanto à qualificação, não posso dizer nada neste momento. Nós apenas fizemos o que nos competia e cumprimos com o nosso objectivo neste jogo”.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
 O que é? |  O que é? | favorito

GENITO, autor do único golo dos “Mambas”, era um homem feliz no final do jogo. Interpelado pela nossa Reportagem disse: “O objectivo era dar alegria a este povo, que mesmo sem conseguirmos bons resultados nunca se cansou em nos apoiar.

Genito, autor do golo dos “Mambas”
Por isso, dedico esta vitória a este público maravilhoso que deixou tudo o que tinha a fazer e veio até aqui para nos apoiar. Esta vitória dedico também ao malogrado Nando Matola e a sua família, que penso que está sempre conosco e nos protege nestes jogos”.

Quanto à qualificação, o médio-ofensivo dos “Mambas” remeteu as contas finais a quem de direito, destacando a vitória que acabava de conseguir. “Quanto à qualificação, não posso dizer nada neste momento. Nós apenas fizemos o que nos competia e cumprimos com o nosso objectivo neste jogo”.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
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OS “Mambas” qualificaram-se para a fase crucial do CAN e Mundial-2010 ao classificarem-se entre os oito melhores segundos posionados dos 12 grupos nas contas que a FIFA vai ter que divulgar oficialmente nas próximas horas.


Selecção Nacional de Futebol
A selecção moçambicana, que sábado venceu em Gaberone, o Botswana, por 1-0, tinha que esperar pelas contas finais para saber sobre o seu destino. E na noite de ontem, depois da vitória de Angola sobre o Níger, acabou mesmo por se confirmar a presença de Moçambique na última fase de qualificação tanto para o CAN como para o Mundial de 2010.

Os “Mambas”, no desempate com a Gâmbia, do Grupo 6, acabaram por levar a melhor. Ora vejamos: segundo a FIFA, os resultados sobre os últimos classificados não contam e consequentemente os golos marcados também não contam.

Moçambique contra o Botswana marcou dois e sofreu igual número, o que significa que retirados esses golos fica com o saldo nulo. Mas, mesmo assim continua com cinco marcados e três sofridos no final desta fase, no grupo.

A Gâmbia, por seu turno, bateu a Libéria, no agregado dos dois jogos, por 5-2. Subtraídos estes golos, no total dos seis marcados e três sofridos apenas fica com um marcado e um sofrido. Pelo que isto beneficia a Moçambique, que se apura para a terceira e última etapa de qualificação.

Quase que se segue, as 20 selecções apuradas serão distribuídas (sorteadas) em cinco grupos de quatro cada. Os primeiros classificados apuram-se para o “Mundial” e CAN, enquanto os segundos e terceiros estarão apenas no CAN.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:28
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OS “Mambas” qualificaram-se para a fase crucial do CAN e Mundial-2010 ao classificarem-se entre os oito melhores segundos posionados dos 12 grupos nas contas que a FIFA vai ter que divulgar oficialmente nas próximas horas.


Selecção Nacional de Futebol
A selecção moçambicana, que sábado venceu em Gaberone, o Botswana, por 1-0, tinha que esperar pelas contas finais para saber sobre o seu destino. E na noite de ontem, depois da vitória de Angola sobre o Níger, acabou mesmo por se confirmar a presença de Moçambique na última fase de qualificação tanto para o CAN como para o Mundial de 2010.

Os “Mambas”, no desempate com a Gâmbia, do Grupo 6, acabaram por levar a melhor. Ora vejamos: segundo a FIFA, os resultados sobre os últimos classificados não contam e consequentemente os golos marcados também não contam.

Moçambique contra o Botswana marcou dois e sofreu igual número, o que significa que retirados esses golos fica com o saldo nulo. Mas, mesmo assim continua com cinco marcados e três sofridos no final desta fase, no grupo.

A Gâmbia, por seu turno, bateu a Libéria, no agregado dos dois jogos, por 5-2. Subtraídos estes golos, no total dos seis marcados e três sofridos apenas fica com um marcado e um sofrido. Pelo que isto beneficia a Moçambique, que se apura para a terceira e última etapa de qualificação.

Quase que se segue, as 20 selecções apuradas serão distribuídas (sorteadas) em cinco grupos de quatro cada. Os primeiros classificados apuram-se para o “Mundial” e CAN, enquanto os segundos e terceiros estarão apenas no CAN.

publicado por Vaxko Zakarias às 13:28
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MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”, saltou do banco no final do jogo para parabenizar os seus jogadores pelo feito que acabavam de conseguir.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Saudou a todos e em poucas palavras, pronunciadas em Português, dirigiu-se aos jornalistas moçambicanos que acompanharam a Selecção nesta espinhosa missão, da seguinte maneira: “A equipa jogou muito bem. Lutou muito e está de parabéns”.


Sublinhou que no futebol africano é difícil ganhar fora de casa, por isso a sua satisfação era mesmo a dobrar, por ter conseguido essa das raras ocasiões
publicado por Vaxko Zakarias às 13:26
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MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”, saltou do banco no final do jogo para parabenizar os seus jogadores pelo feito que acabavam de conseguir.

MART Nooij, técnico holandês ao serviço dos “Mambas”
Saudou a todos e em poucas palavras, pronunciadas em Português, dirigiu-se aos jornalistas moçambicanos que acompanharam a Selecção nesta espinhosa missão, da seguinte maneira: “A equipa jogou muito bem. Lutou muito e está de parabéns”.


Sublinhou que no futebol africano é difícil ganhar fora de casa, por isso a sua satisfação era mesmo a dobrar, por ter conseguido essa das raras ocasiões
publicado por Vaxko Zakarias às 13:26
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MISSÃO cumprida! Cumprida na íntegra. Este é o resumo da história do jogo de sábado em Gaberone, inserido na última ronda do Grupo 7 de qualificação simultânea para o CAN e Mundial de 2010.

Este público merece a qualificação dos “Mambas”
Os “Mambas” foram eficientes e eficazes naquilo que perseguiam entanto que objectivo nesta deslocação ao difícil terreno do adversário. A vitória por 1-0, mas que poderia ter sido por muitos mais golos, a avaliar pelas oportunidades criadas, acabou sendo justa.


Os “Mambas” chegaram a Gaberone sabendo que ninguém ainda tinha ganho nesta campanha ao Botswana em casa. Mesmo o colosso Costa do Marfim foi lá empatar, por isso a pressão era tão enorme que obrigava todos a unirem esforços para quebrar este jejum. E foi mesmo quebrado!

Objectivos e práticos, os “Mambas” lançaram-se ao terreno das operações debaixo de um intenso e abrasador calor. Ganharam logo de início a simpatia dos moçambicanos, que enchiam por completo uma das bancadas, a central sombra. Tomaram de assalto o meio-terreno contrário e, actuando em bloco, com alguns flanqueamentos, chegaram à baliza dos tswanas com alguma naturalidade.

O GOLO MADRUGADOR

Os “Mambas” já nos habituaram a este estilo de jogo. Na Tanzania, na campanha anterior, há quem não visse o golo. Desta vez também há quem não chegou a assistir àquele momento ímpar. Estavam decorridos seis minutos. Dominguez fugiu à marcação dos defesas e junto à linha de fundo, pela direita, cruzou rasteiro para o enfiamento da área, do lado oposto. Genito, de primeira, encheu o pé. A bola violentamente subiu e só foi travada pelas redes. Os moçambicanos “pularam” de satisfação, enquanto os locais levavam as mãos à cabeça. Era o princípio de uma festa duradoira…

Os tswanas encetaram a reviravolta. Fizeram circular a bola a toda largura do campo, aproveitando-se da habilidade daquele nº 7, Pontsho Moloi, que tanta dor de cabeça dava aos nossos defesas, principalmente Whisky, que estava escalado para aquele flanco.

Os “Mambas” continuavam a pautar por um jogo colectivo. Defendendo à zona e atacando em bloco. Por isso, ninguém me pode condenar se disser que o aparente domínio dos tswanas, sobretudo na posse de bola, foi estratégia da equipa técnica moçambicana, porque as melhores oportunidades de golo, essas, sem dúvidas, pertenceram aos “Mambas”.

O calor que se fazia sentir sábado em Gaberone não permitia aos moçambicanos muitas aventuras. Era preciso, em algum momento, mas estrategicamente, entregar o jogo ao adversário para o manietar e no momento oportuno matar a “Zebra” de uma vez por todas.

Aliás, Tico-Tico e Dário serviam de tabela para os remates à meia-distância. Por três vezes viu-se que o esquema era esse. Primeiro, aos 16 minutos, Genito, em cunha, rematou forte e rasteiro. O guarda-redes nem sequer se mexeu, mas a bola milagrosamente saiu a escassos milímetros do poste direito da baliza de Modiri.

Depois foi Simão, aos 21 minutos, que depois de receber um atraso inteligente de Tico-Tico, estoirou, mas o tiro também saiu torto. E por fim, Dário, aos 30 minutos, serviu atrasado a Tico-Tico, que desferiu um portentoso remate, só que a bola na trajectória embateu num defesa e foi para canto.

Este foi o momento mais alto dos “Mambas”, que “bombardearam” a baliza do seguro Modiri. O pouco público local apercebeu-se que em campo havia duas equipas com pretensões diferentes. Por um lado, os moçambicanos objectivos e decididos e, por outro, os tswanas a jogar mais para o público.

O intervalo chegou. E até aqui concluiu-se que a derrota de Maputo não passava de simples acidente de percurso e que o ajuste de contas era um facto a consumar.

No reatamento, o Botswana apareceu mais agressivo. Stanley Tshosane, técnico da equipa, mandou flanquear o jogo. Colocou as suas pedras mais rápidas nos flancos. Aí os “Mambas” perderam momentaneamente a cabeça. Foram quase 10 minutos de sofrimento. Pontsho (nº 7), pela esquerda, Joel (nº 17), pela direita, e Dipsy, pelo meio, construíam um magnífico triângulo. A defensiva moçambicana teve que se desdobrar e ir mesmo à racha para manter ordem.

Foram várias as vezes que Mano e Fanuel se impuseram com determinação. Whisky não o podia fazer porque já tinha visto o amarelo. Miro recuava para o apoio. Dominguez deambulava, mas a bola não chegava com perfeição para os dribles estonteantes a que nos habituou.

Aos poucos os “Mambas” iam se saindo bem. E num desses lances a bola foi atrasada para o guarda-redes Modiri. Dominguez, rápido, foi à pressão.

O “keeper” tswana, na tentativa de sacudir, acabou perdendo o controlo. O esférico tabelou em Dominguez e ressaltou para a base do poste. Infelizmente não entrou. O mesmo Dominguez fez a protecção e num abrir e fechar de olhos rodopiou e cruzou paralelo à linha de golo. Tico-Tico foi apanhado de surpresa e falhou a emenda. Foi uma jogada que deixou o estádio em suspensão.

Na jogada seguinte, Dário Monteiro desembaraçou-se de um defesa e como autêntica flecha foi ao alcance da bola e com o guarda-redes ao seu encontro, permitiu a intervenção deste no momento do desvio. Foi mais um lance que deixou claro que os “Mambas” estavam endiabrados.

Depois seguiu-se a um momento que nem dá para recordar! O Botswana virou os canos contra a baliza de Marcelino. Sofreu-se a bem sofrer. O malabarismo das “Zebras” foi sufocante.

Todos gritavam: tira a bola daí! Mas ela voltava para aquele tecnicista nº 7, que partia a espinha dos nossos defesas. E numa dessas insistências,os tswanas chegaram a reclamar um hipotético penalte, alegadamente porque Mano teria jogado a bola com a mão. Mas o árbitro, próximo do lance, deixou a jogada prosseguir, o que pressupõe que o lance foi limpo, apesar dos protestos.

Contudo, os “Mambas” teriam acabado com todo sofrimento aos 37 minutos, quando Dário, do lado direito, junto à linha de fundo, cruzou atrasado para Miro. Só que este, no lugar de atirar de primeira, galgou alguns metros e perdeu o ângulo, acabando por levar o esférico à malha lateral.

Era período crucial. As equipas técnicas já tinham feito algumas mexidas no xadrez das duas equipas. Pelo lado dos “Mambas” já estava em campo Carlitos e Danito Parruque, que se encaixaram muito bem no jogo, apesar de ser um momento de incertezas.

Há quem terá reclamado a saída de Dário Monteiro, mas que quanto a mim o ponta-de-lança moçambicano foi bastante preponderante, pois ía à briga com os defesas e prendia-os na sua zona. Pena é que o sistema do jogo nessa altura não permitia que tivesse uma muleta.

No final do jogo a festa foi toda à “Mamba”, com os presentes a questionarem se Moçambique estava apurado para a fase seguinte ou não. Questão que ninguém conseguiu responder, porque as contas eram tão complicadas que se tinha que esperar até à conclusão dos jogos dos restantes grupos. Apenas se sabia que a Costa do Marfim havia ganho a Madagáscar por 3-0.

O trio de arbitragem, sem ter influenciado no resultado final, pecou por não permitir a Lei da Vantagem. E Moçambique, nesse aspecto, acabou sendo prejudicado.

ÁRBITRO: Ahmed Tidiane, auxiliado por Mamdou Faililon e Samba El Hadji (todos do Senegal).

MOÇAMBIQUE: Marcelino; Whisky, Fanuel, Mano, Miro, Dominguez, Simão, Hagy (Carlitos), Genito (Nelsinho), Tico-Tico (Danito Parruque) e Dário Monteiro.

BOTSWANA: Modiri Marumo; Tshepo Motlhabankwe, Mompati Thuma, Mogogi Gabonamong, Gobonyeone Selefa, Nelson Gabolwelwe, Boitumelo Mafoko (Dirang Moloi), Joel Mogorosi, Dipsy Selolwane, Jerome Ramathakwane (Malepa Bolelang). e Ponsho Moloi.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:58
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MISSÃO cumprida! Cumprida na íntegra. Este é o resumo da história do jogo de sábado em Gaberone, inserido na última ronda do Grupo 7 de qualificação simultânea para o CAN e Mundial de 2010.

Este público merece a qualificação dos “Mambas”
Os “Mambas” foram eficientes e eficazes naquilo que perseguiam entanto que objectivo nesta deslocação ao difícil terreno do adversário. A vitória por 1-0, mas que poderia ter sido por muitos mais golos, a avaliar pelas oportunidades criadas, acabou sendo justa.


Os “Mambas” chegaram a Gaberone sabendo que ninguém ainda tinha ganho nesta campanha ao Botswana em casa. Mesmo o colosso Costa do Marfim foi lá empatar, por isso a pressão era tão enorme que obrigava todos a unirem esforços para quebrar este jejum. E foi mesmo quebrado!

Objectivos e práticos, os “Mambas” lançaram-se ao terreno das operações debaixo de um intenso e abrasador calor. Ganharam logo de início a simpatia dos moçambicanos, que enchiam por completo uma das bancadas, a central sombra. Tomaram de assalto o meio-terreno contrário e, actuando em bloco, com alguns flanqueamentos, chegaram à baliza dos tswanas com alguma naturalidade.

O GOLO MADRUGADOR

Os “Mambas” já nos habituaram a este estilo de jogo. Na Tanzania, na campanha anterior, há quem não visse o golo. Desta vez também há quem não chegou a assistir àquele momento ímpar. Estavam decorridos seis minutos. Dominguez fugiu à marcação dos defesas e junto à linha de fundo, pela direita, cruzou rasteiro para o enfiamento da área, do lado oposto. Genito, de primeira, encheu o pé. A bola violentamente subiu e só foi travada pelas redes. Os moçambicanos “pularam” de satisfação, enquanto os locais levavam as mãos à cabeça. Era o princípio de uma festa duradoira…

Os tswanas encetaram a reviravolta. Fizeram circular a bola a toda largura do campo, aproveitando-se da habilidade daquele nº 7, Pontsho Moloi, que tanta dor de cabeça dava aos nossos defesas, principalmente Whisky, que estava escalado para aquele flanco.

Os “Mambas” continuavam a pautar por um jogo colectivo. Defendendo à zona e atacando em bloco. Por isso, ninguém me pode condenar se disser que o aparente domínio dos tswanas, sobretudo na posse de bola, foi estratégia da equipa técnica moçambicana, porque as melhores oportunidades de golo, essas, sem dúvidas, pertenceram aos “Mambas”.

O calor que se fazia sentir sábado em Gaberone não permitia aos moçambicanos muitas aventuras. Era preciso, em algum momento, mas estrategicamente, entregar o jogo ao adversário para o manietar e no momento oportuno matar a “Zebra” de uma vez por todas.

Aliás, Tico-Tico e Dário serviam de tabela para os remates à meia-distância. Por três vezes viu-se que o esquema era esse. Primeiro, aos 16 minutos, Genito, em cunha, rematou forte e rasteiro. O guarda-redes nem sequer se mexeu, mas a bola milagrosamente saiu a escassos milímetros do poste direito da baliza de Modiri.

Depois foi Simão, aos 21 minutos, que depois de receber um atraso inteligente de Tico-Tico, estoirou, mas o tiro também saiu torto. E por fim, Dário, aos 30 minutos, serviu atrasado a Tico-Tico, que desferiu um portentoso remate, só que a bola na trajectória embateu num defesa e foi para canto.

Este foi o momento mais alto dos “Mambas”, que “bombardearam” a baliza do seguro Modiri. O pouco público local apercebeu-se que em campo havia duas equipas com pretensões diferentes. Por um lado, os moçambicanos objectivos e decididos e, por outro, os tswanas a jogar mais para o público.

O intervalo chegou. E até aqui concluiu-se que a derrota de Maputo não passava de simples acidente de percurso e que o ajuste de contas era um facto a consumar.

No reatamento, o Botswana apareceu mais agressivo. Stanley Tshosane, técnico da equipa, mandou flanquear o jogo. Colocou as suas pedras mais rápidas nos flancos. Aí os “Mambas” perderam momentaneamente a cabeça. Foram quase 10 minutos de sofrimento. Pontsho (nº 7), pela esquerda, Joel (nº 17), pela direita, e Dipsy, pelo meio, construíam um magnífico triângulo. A defensiva moçambicana teve que se desdobrar e ir mesmo à racha para manter ordem.

Foram várias as vezes que Mano e Fanuel se impuseram com determinação. Whisky não o podia fazer porque já tinha visto o amarelo. Miro recuava para o apoio. Dominguez deambulava, mas a bola não chegava com perfeição para os dribles estonteantes a que nos habituou.

Aos poucos os “Mambas” iam se saindo bem. E num desses lances a bola foi atrasada para o guarda-redes Modiri. Dominguez, rápido, foi à pressão.

O “keeper” tswana, na tentativa de sacudir, acabou perdendo o controlo. O esférico tabelou em Dominguez e ressaltou para a base do poste. Infelizmente não entrou. O mesmo Dominguez fez a protecção e num abrir e fechar de olhos rodopiou e cruzou paralelo à linha de golo. Tico-Tico foi apanhado de surpresa e falhou a emenda. Foi uma jogada que deixou o estádio em suspensão.

Na jogada seguinte, Dário Monteiro desembaraçou-se de um defesa e como autêntica flecha foi ao alcance da bola e com o guarda-redes ao seu encontro, permitiu a intervenção deste no momento do desvio. Foi mais um lance que deixou claro que os “Mambas” estavam endiabrados.

Depois seguiu-se a um momento que nem dá para recordar! O Botswana virou os canos contra a baliza de Marcelino. Sofreu-se a bem sofrer. O malabarismo das “Zebras” foi sufocante.

Todos gritavam: tira a bola daí! Mas ela voltava para aquele tecnicista nº 7, que partia a espinha dos nossos defesas. E numa dessas insistências,os tswanas chegaram a reclamar um hipotético penalte, alegadamente porque Mano teria jogado a bola com a mão. Mas o árbitro, próximo do lance, deixou a jogada prosseguir, o que pressupõe que o lance foi limpo, apesar dos protestos.

Contudo, os “Mambas” teriam acabado com todo sofrimento aos 37 minutos, quando Dário, do lado direito, junto à linha de fundo, cruzou atrasado para Miro. Só que este, no lugar de atirar de primeira, galgou alguns metros e perdeu o ângulo, acabando por levar o esférico à malha lateral.

Era período crucial. As equipas técnicas já tinham feito algumas mexidas no xadrez das duas equipas. Pelo lado dos “Mambas” já estava em campo Carlitos e Danito Parruque, que se encaixaram muito bem no jogo, apesar de ser um momento de incertezas.

Há quem terá reclamado a saída de Dário Monteiro, mas que quanto a mim o ponta-de-lança moçambicano foi bastante preponderante, pois ía à briga com os defesas e prendia-os na sua zona. Pena é que o sistema do jogo nessa altura não permitia que tivesse uma muleta.

No final do jogo a festa foi toda à “Mamba”, com os presentes a questionarem se Moçambique estava apurado para a fase seguinte ou não. Questão que ninguém conseguiu responder, porque as contas eram tão complicadas que se tinha que esperar até à conclusão dos jogos dos restantes grupos. Apenas se sabia que a Costa do Marfim havia ganho a Madagáscar por 3-0.

O trio de arbitragem, sem ter influenciado no resultado final, pecou por não permitir a Lei da Vantagem. E Moçambique, nesse aspecto, acabou sendo prejudicado.

ÁRBITRO: Ahmed Tidiane, auxiliado por Mamdou Faililon e Samba El Hadji (todos do Senegal).

MOÇAMBIQUE: Marcelino; Whisky, Fanuel, Mano, Miro, Dominguez, Simão, Hagy (Carlitos), Genito (Nelsinho), Tico-Tico (Danito Parruque) e Dário Monteiro.

BOTSWANA: Modiri Marumo; Tshepo Motlhabankwe, Mompati Thuma, Mogogi Gabonamong, Gobonyeone Selefa, Nelson Gabolwelwe, Boitumelo Mafoko (Dirang Moloi), Joel Mogorosi, Dipsy Selolwane, Jerome Ramathakwane (Malepa Bolelang). e Ponsho Moloi.

GIL CARVALHO

publicado por Vaxko Zakarias às 12:58
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OS excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone merecem, pelo menos, uma estátua! Porque foram verdadeiros heróis nacionais.

excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone
Esta sugestão não é pelo facto de terem lá chegado, mas pelas condições em que muitos deles viajaram.


Partiram sexta-feira de manhã de Maputo e só chegaram a Gaberone poucas horas antes do início do jogo. O que nos contaram e que prometemos contar ao leitor nas nossas próximas edições é muito triste. Relatam-se cenas de avaria de autocarro, de falta de seriedade da pessoa que promoveu a excursão, por via terrestre, por não ter cumprido com as suas obrigações, deixando-os ao relento e a Deus dará.

Esses compatriotas retomaram a viagem de regresso à casa logo após o jogo e só chegaram ontem à tarde fatigados e com caras de deportados ou de refugiados. Tudo a indicar que a viagem não tinha nada boa.

Nem a vitória dos “Mambas” lhes fez esquecer os momentos dramáticos por que passaram nesta “aventura”. Alguns inclusivamente querem ajuste de contas com o promotor da excursão. Outros ainda querem ver restituídos alguns valores do pacote, como por exemplo o de alojamento, porque ao longo da viagem, pelo menos a da ida, os autocarros serviram de dormitórios e não hotéis como havia sido prometido.

Quanto à excursão de avião, promovida pela Golden Travel em coordenação com a Federação Moçambicana de Futebol, os viajantes tiveram um tratamento VIP. Todas os “itens” constantes do pacote adquirido foram cumpridos e nalguns casos até superados.

Nas próximas edições traremos o ambiente vivido ao longo desta viagem com imagens.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:04
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OS excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone merecem, pelo menos, uma estátua! Porque foram verdadeiros heróis nacionais.

excursionistas que acompanharam os “Mambas” a Gaberone
Esta sugestão não é pelo facto de terem lá chegado, mas pelas condições em que muitos deles viajaram.


Partiram sexta-feira de manhã de Maputo e só chegaram a Gaberone poucas horas antes do início do jogo. O que nos contaram e que prometemos contar ao leitor nas nossas próximas edições é muito triste. Relatam-se cenas de avaria de autocarro, de falta de seriedade da pessoa que promoveu a excursão, por via terrestre, por não ter cumprido com as suas obrigações, deixando-os ao relento e a Deus dará.

Esses compatriotas retomaram a viagem de regresso à casa logo após o jogo e só chegaram ontem à tarde fatigados e com caras de deportados ou de refugiados. Tudo a indicar que a viagem não tinha nada boa.

Nem a vitória dos “Mambas” lhes fez esquecer os momentos dramáticos por que passaram nesta “aventura”. Alguns inclusivamente querem ajuste de contas com o promotor da excursão. Outros ainda querem ver restituídos alguns valores do pacote, como por exemplo o de alojamento, porque ao longo da viagem, pelo menos a da ida, os autocarros serviram de dormitórios e não hotéis como havia sido prometido.

Quanto à excursão de avião, promovida pela Golden Travel em coordenação com a Federação Moçambicana de Futebol, os viajantes tiveram um tratamento VIP. Todas os “itens” constantes do pacote adquirido foram cumpridos e nalguns casos até superados.

Nas próximas edições traremos o ambiente vivido ao longo desta viagem com imagens.

publicado por Vaxko Zakarias às 12:04
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MOÇAMBIQUE está entre as 20 melhores selecções africanas que vão disputar a terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010. O apuramento aconteceu ontem, mas que ainda carece da confirmação oficial da FIFA.

Logotipo do Mundial 2010

As outras apuradas para esta etapa são Argélia, Costa do Marfm, Gana, Mali, Zâmbia, Marrocos, Nigéria, Benin, Guiné-Conacri, Malawi, Egipto, Zâmbia, Togo, Gabão, Tunísia, Quénia, Burquina Faso, Ruanda e Congo.

Nota de destaque vai para as ausências de Angola, anfitrião do CAN, e África do Sul, do Mundial de 2010.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:34
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MOÇAMBIQUE está entre as 20 melhores selecções africanas que vão disputar a terceira e última fase de qualificação para o CAN e Mundial de 2010. O apuramento aconteceu ontem, mas que ainda carece da confirmação oficial da FIFA.

Logotipo do Mundial 2010

As outras apuradas para esta etapa são Argélia, Costa do Marfm, Gana, Mali, Zâmbia, Marrocos, Nigéria, Benin, Guiné-Conacri, Malawi, Egipto, Zâmbia, Togo, Gabão, Tunísia, Quénia, Burquina Faso, Ruanda e Congo.

Nota de destaque vai para as ausências de Angola, anfitrião do CAN, e África do Sul, do Mundial de 2010.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:34
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Grupo 1: Camarões - Maurícias (5-0) e Tanzânia - Cabo Verde (3-1);

Imagem Corporativa do CAN 2010
Grupo 2: Namíbia – Zimbabwe (4-2), Guiné Conacri – Quénia (3-2), Grupo 3: Angola – Níger (3-1) e Uganda 2-1 Benin; Grupo 4: Nigéria Serra Leoa (4-1); Guiné Equatorial – África do Sul (0-1); Grupo 5: Gana – Lesotho (3-0) e Gabão – Líbia (1-0); Grupo 6: Senegal – Gâmbia (1-1) e Libéria – Argélia (0-0); Grupo 7: Costa do Marfim – Madagáscar (3-0) e Botswana – Moçambique (0-1); Grupo 8: Marrocos – Mauritânia (4-1); Grupo 9: Tunísia – Seychelles (5-0) e Burundi - Burkina Faso (1-3); Grupo 10: Mali – Tchad (2-1) e Sudão – Congo (2-1); Grupo 11: Togo – Suazilândia (6-0) e Grupo 12: Malawi - RD do Congo (2-1).

CLASSIFICAÇÕES FINAIS

GRUPO 1

J V E D B-S P

Camarões 6 5 1 0 14-2 16

Cabo Verde 6 3 0 3 7-8 9

Tanzania 6 2 2 2 9-6 8

Maurícias 6 0 1 5 3-17 1

Apurado: Camarões

GRUPO 2

J V E D B-S P

Guiné 6 2 2 1 9 - 5 11

Quénia 6 3 1 1 8 - 5 10

Zimbabwe 6 1 3 2 4-6 6

Namíbia 6 2 0 4 7-12 6

Apurados: Guiné e Quénia.

GRUPO 3

J V E D B-S P

Benin 6 4 0 2 12-8 12

Angola 6 3 1 2 11-7 10

Uganda 6 3 1 2 8-10 10

Níger 6 1 0 5 5-10 3

Apurado: Benin

GRUPO 4

J V E D B-S P

Nigéria 6 6 0 0 11-1 18

África do Sul 6 2 1 3 5-5 7

Serra Leoa 6 2 1 3 4-8 7

Guiné Equatorial 6 1 0 5 4-10 3

Apurado: Nigéria

GRUPO 5

J V E D B-S P

Gana 6 4 0 2 11-5 12

Gabão 6 4 0 2 8-3 12

Líbia 6 4 0 2 7-4 12

Lesotho 6 0 0 6 2-16 0

Apurados: Gana e Gabão

GRUPO 6

J V E D B-S P

Argélia 6 3 1 2 7 - 4 10

Gâmbia 6 2 3 1 6-3 9

Senegal 6 2 3 1 9-7 9

Libéria 6 0 3 3 4-12 3

Apurado: Argélia

GRUPO 7

J V E D B-S P

Costa do Marfim 6 3 3 0 10-2 12

Moçambique 6 2 2 2 7-5 8

Madagáscar 6 1 3 2 2-7 6

Botswana 6 1 2 3 3-8 5

Apurados: Costa do Marfim e Moçambique

GRUPO 8

J V E D B-S P

Marrocos 4 3 0 1 11-5 9

Ruanda 4 3 0 1 7-3 9

Mauritânia 4 0 0 4 2 -12 0

Apurados: Marrocos e Ruanda

GRUPO 9

J V E D B-S P

Burquina Faso 6 5 1 0 14- 5 16

Tunísia 6 4 1 1 11-3 13

Burundi 6 2 0 4 5- 9 6

Seychelles 6 0 0 6 4-17 0

Apurados: Burquina Faso e Tunísia

GRUPO 10

J V E D B-S P

Mali 6 4 0 2 13-8 12

Congo 6 3 0 3 8-9 9

Sudão 6 3 0 3 9-10 9

Tchade 6 2 0 4 7-10 6

Apurados: Mali e Congo

GRUPO 11

J V E D B-S P

Zâmbia 4 2 1 1 2 - 1 7

Togo 4 2 0 2 8-3 6

Suazilândia 4 1 1 2 2 - 8 4

Apurados: Zâmbia e Togo

GRUPO 12

J V E D B-S P

Egipto 5 4 0 1 9 -2 12

Malawi 6 4 0 2 14- 5 12

RD do Congo 6 3 0 3 14- 6 9

Djibuti 5 0 0 5 2-26 0

Apurados: Egipto e Malawi.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:26
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Grupo 1: Camarões - Maurícias (5-0) e Tanzânia - Cabo Verde (3-1);

Imagem Corporativa do CAN 2010
Grupo 2: Namíbia – Zimbabwe (4-2), Guiné Conacri – Quénia (3-2), Grupo 3: Angola – Níger (3-1) e Uganda 2-1 Benin; Grupo 4: Nigéria Serra Leoa (4-1); Guiné Equatorial – África do Sul (0-1); Grupo 5: Gana – Lesotho (3-0) e Gabão – Líbia (1-0); Grupo 6: Senegal – Gâmbia (1-1) e Libéria – Argélia (0-0); Grupo 7: Costa do Marfim – Madagáscar (3-0) e Botswana – Moçambique (0-1); Grupo 8: Marrocos – Mauritânia (4-1); Grupo 9: Tunísia – Seychelles (5-0) e Burundi - Burkina Faso (1-3); Grupo 10: Mali – Tchad (2-1) e Sudão – Congo (2-1); Grupo 11: Togo – Suazilândia (6-0) e Grupo 12: Malawi - RD do Congo (2-1).

CLASSIFICAÇÕES FINAIS

GRUPO 1

J V E D B-S P

Camarões 6 5 1 0 14-2 16

Cabo Verde 6 3 0 3 7-8 9

Tanzania 6 2 2 2 9-6 8

Maurícias 6 0 1 5 3-17 1

Apurado: Camarões

GRUPO 2

J V E D B-S P

Guiné 6 2 2 1 9 - 5 11

Quénia 6 3 1 1 8 - 5 10

Zimbabwe 6 1 3 2 4-6 6

Namíbia 6 2 0 4 7-12 6

Apurados: Guiné e Quénia.

GRUPO 3

J V E D B-S P

Benin 6 4 0 2 12-8 12

Angola 6 3 1 2 11-7 10

Uganda 6 3 1 2 8-10 10

Níger 6 1 0 5 5-10 3

Apurado: Benin

GRUPO 4

J V E D B-S P

Nigéria 6 6 0 0 11-1 18

África do Sul 6 2 1 3 5-5 7

Serra Leoa 6 2 1 3 4-8 7

Guiné Equatorial 6 1 0 5 4-10 3

Apurado: Nigéria

GRUPO 5

J V E D B-S P

Gana 6 4 0 2 11-5 12

Gabão 6 4 0 2 8-3 12

Líbia 6 4 0 2 7-4 12

Lesotho 6 0 0 6 2-16 0

Apurados: Gana e Gabão

GRUPO 6

J V E D B-S P

Argélia 6 3 1 2 7 - 4 10

Gâmbia 6 2 3 1 6-3 9

Senegal 6 2 3 1 9-7 9

Libéria 6 0 3 3 4-12 3

Apurado: Argélia

GRUPO 7

J V E D B-S P

Costa do Marfim 6 3 3 0 10-2 12

Moçambique 6 2 2 2 7-5 8

Madagáscar 6 1 3 2 2-7 6

Botswana 6 1 2 3 3-8 5

Apurados: Costa do Marfim e Moçambique

GRUPO 8

J V E D B-S P

Marrocos 4 3 0 1 11-5 9

Ruanda 4 3 0 1 7-3 9

Mauritânia 4 0 0 4 2 -12 0

Apurados: Marrocos e Ruanda

GRUPO 9

J V E D B-S P

Burquina Faso 6 5 1 0 14- 5 16

Tunísia 6 4 1 1 11-3 13

Burundi 6 2 0 4 5- 9 6

Seychelles 6 0 0 6 4-17 0

Apurados: Burquina Faso e Tunísia

GRUPO 10

J V E D B-S P

Mali 6 4 0 2 13-8 12

Congo 6 3 0 3 8-9 9

Sudão 6 3 0 3 9-10 9

Tchade 6 2 0 4 7-10 6

Apurados: Mali e Congo

GRUPO 11

J V E D B-S P

Zâmbia 4 2 1 1 2 - 1 7

Togo 4 2 0 2 8-3 6

Suazilândia 4 1 1 2 2 - 8 4

Apurados: Zâmbia e Togo

GRUPO 12

J V E D B-S P

Egipto 5 4 0 1 9 -2 12

Malawi 6 4 0 2 14- 5 12

RD do Congo 6 3 0 3 14- 6 9

Djibuti 5 0 0 5 2-26 0

Apurados: Egipto e Malawi.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:26
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