Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 04 DE Janeiro 2010


A UMA semana da sua terceira participação num CAN, a selecção do Benin não deixa de atrair a atenção de todo o povo, que redobra de imaginação com vista a evitar as derrotas de Sfax (Tunísia-2004) e de Sèkondi (Gana-2008), que levaram a equipa ao último lugar.

No Grupo “C” juntamente com Egipto, Moçambique e Nigéria, os beninenses querem ultrapassar a primeira fase da competição. O seleccionador Michel Dussuyer parece, igualmente, fazer disso o seu “leitmotiv”, quando afirma que todas as disposições necessárias estão a ser tomadas para se poder qualificar para a segunda fase.

Admite, no entanto, que está num “grupo muito difícil, composto por mundialistas, excepto Moçambique que seduziu todos os actores do futebol durante as eliminatórias, onde derrotou a Tunísia, um dos favoritos mas que ficou afastado da África do Sul”.

Com vista a mobilizar um grande número de adeptos em torno da turma nacional, caravanas percorrem desde há dias várias localidades do Benin, enquanto contas bancárias foram abertas para a recolha de fundos, em complemento da campanha televisiva lançada no mesmo contexto pelo Ministério dos Desportos.

O Governo, que mede a amplitude do impacto, esforça-se para mobilizar os recursos necessários, mas, face ao número impressionante de adeptos determinados a deslocar-se a Angola, continua a apelar para a generosidade e ao patriotismo indispensáveis a fim de constituir o orçamento adequado.

O apelo foi ouvido pelos amantes do futebol beninense e várias associações comprometeram-se, paralelamente, a mobilizar fundos a fim de participar no financiamento da deslocação dos adeptos, desde os revendedores do maior mercado “Dantokpa”, de Cotonou, a capital, até aos estudantes, passando pelos artesões e agentes da Função Pública, decididos a contribuir para esta viagem a Angola.

“Mesmo que seja para ir a pé até Benguela, estaremos lá”, tranquiliza Mathieu Kowéta, um adepto encontrado no Estádio de Amitié, em Cotonou, e que não duvida da capacidade da sua equipa de vencer os seus adversários.

“O Gana não é uma pequena equipa, mas conseguimos batê-los, mesmo com um resultado (1-0) mínimo”, lembra Samuel Soussou, para quem a actual equipa é diferente das de 2004 e 2008, como o dizem todos os beninense, esperançados no sucesso da sua selecção.
publicado por Vaxko Zakarias às 14:51
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