Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 20 DE Outubro 2008

QUANDO o jogo começou e o Ferroviário da Beira deu mostras de que estava para fazer um futebol de belo recorte técnico e táctico, parecia que teríamos uma bela tarde de uma partida do Moçambola, pois o Maxaquene também respondeu com algumas jogadas de gabarito, pelo menos até ao primeiro quarto do tempo.

Macamito já passou por Jossias (D. ELIAS)
Mas afinal estávamos enganados, pois nada disso vimos durante os 90 minutos mais quatro de compensação dados pelo juiz, a não ser jogadas sem nenhum recorte táctico e muito menos nexo em ambos os lados, à excepção de alguns lances que se podem equiparar pelos dedos de uma mão.


Os beirenses saíram e logo tentaram assumir o jogo, mas faziam-no de forma atabalhoada e sem nexo e muito menos objectividade, enquanto os visitantes procuravam maior entrosamento na intermediária, um sector que tinha o seu “capitão” sombra de si próprio não conseguindo alimentar da melhor forma o ataque.

O golo do Ferroviário surgiu à passagem do minuto 33 quando numa triangulação bem feita do lado direito do seu ataque entre Carlos e Abílio, este cruzou para o interior da pequena área tendo a bola passado por uma “floresta” de pernas entre defensores dos “tricolores”, incluindo o guarda-redes, tendo parado nos pés de Mendes que, sem marcação, nada mais poderia fazer senão empurrá-la para a baliza desguarnecida.

Quando os locais ainda estavam na ressaca do golo festejando eis que uma jogada de contra-ataque rápido iniciada por Kito II acaba surpreendendo a defensiva e o guarda-redes Gervásio, pois Eurico deu seguimento positivo ao lance, restabelecendo a igualdade, resultado com que terminou a primeira parte sem que os golos justificassem algo na prestação das duas equipas.

No reatamento, nada de novo se viu a não ser a continuação de jogadas à papel químico da etapa inicial, e aos 81 minutos aconteceu a polémica do jogo com a expulsão de Kito II, com um vermelho directo por ter reclamado de forma violenta junto do juiz uma pretensa falta depois de se ter embrulhado com um contrário. O jogo parou cinco minutos, pois os jogadores cercaram Dionísio Dungaze pedindo explicação até que o “banco” do Maxaquene interveio para acalmar os ânimos.

Daí em diante nada de futebol se viu a não ser anti-jogo, principalmente por parte dos visitantes até ao fim. O juiz teve uma boa prestação.

FICHA TECNICA

Árbitro: Dionísio Dungaze, auxiliado por Mário Albino e Daniel Calavete. Joaquim Tomo foi o quarto.

Fer. da Beira - Gervásio, Edson (Nando), Ninito, Burra, Cândido, Abílio (Eládio), Nené, Carlos, Degato, Tony(Henriques) e Mendes.

Maxaquene - Nelinho, Maló, Fred, Narciso, Kito II, Nelsinho (Mucuapela), Jumisse, Maikel, Eurico (King), Liberty e Macamito (Amílcar).

Amarelos para Carlos, Jumisse e Nelinho e vermelho directo para Kito II.

ANTÓNIO JANEIRO

publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
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